MULHERES – Educando e formando o futuro

Dia Internacional da mulher

Nós, dia após dia, somos açoitados por notícias de novos casos de corrupção, desvio de dinheiro, formação de quadrilha, assalto a mão armada, sequestro, golpe, latrocínio, bala perdida e mais uma infinidade de agressões e lesões que ora machucam o corpo e ora machucam a alma assustando, amedrontando e decepcionando, nós, cidadãos e trabalhadores honestos e de boa índole.

Será que essa enxurrada de más ações é fruto de valores e atitudes éticas confusas e desgastadas diante da banalidade do comportamento humano?

Essa banalidade do comportamento humano se deve ao fato de sermos fruto de uma sociedade que historicamente sempre coibiu o pensar?

No tempo da ditadura a escola era uma fábrica de pessoas que aprendiam a obedecer sem questionar. Essa obediência era estendida aos lares o qual a família se intimidava pelas notícias que enfatizavam o exílio e demais punições aos que tentavam exercer o pensar.

Hoje, triste realidade, ainda somos subestimados por aqueles que, ao serem eleitos para nos representarem, arbitrariamente, se dão o direito de maquiar a realidade usando palavras enganosas imaginando que o pensar não faz parte do nosso cotidiano.

Continuam a agir  igual ao tempo em que o trabalho da mulher era apontado como inferior e ela qualificada como ser não pensante e portanto sem opinião e sem bagagem para identificar sua real posição na sociedade.

Bom seria não ser preciso mencionar o sexo ao falar sobre qualquer assunto, pois o mundo não deve ser dividido entre homens e mulheres, afinal somos todos seres humanos. O problema da mulher não é o homem e o problema do homem não é a mulher, muito pelo contrário, mulher e homem são seres que se completam. Cada qual vive e enfrenta as barreiras que se apresentam no decorrer da caminhada, porém ao caminharem lado a lado, se tornam mais fortes e seus limites são potencializados com a união das forças, física, espiritual, intelectual e emocional.

Tudo isso é algo muito mais grandioso do que a identificação do sexo. Trata-se do sincronismo da diversidade que habita em cada um de nós.

É por essa razão que hoje, DIA INTERNACIONAL DA MULHER, não vou me reportar à super mulher como fiz no primeiro artigo meu escrito em 2005; às grandes mulheres que se destacaram por suas ações, pensamentos, coragem como fiz neste post e outros similares que escrevi ao longo dos anos, mas vou sim focar na mulher comum que sai de casa cedo ou não tão cedo assim, que trabalha, que estuda, que quer ser mãe e que além de se importar com a decoração do quarto e do enxoval, se preocupa com o exemplo que dará a seu filho(a) e com os conceitos que passará para ele(a) durante toda a vida.

Quero homenagear aquela mulher que está sempre atenta ao que o filho traz para casa ensinando que o ditado “achado não é roubado” é um equívoco e que se o objeto está ali é porque alguém o perdeu e que com certeza voltará para procurar e ficará muito feliz ao encontrá-lo.

Quero homenagear aquela mulher/mãe que se preocupa em, com seu exemplo, transmitir valores como respeitar o outro não importando seu cargo, sua posição social ou quanto de dinheiro traz na carteira.

Quero homenagear aquela mulher/mãe/professora que esclarece aos seus filhos/alunos que delação premiada não é um ato louvável e muito menos digno de ser imitado. Que o conceito de delação premiada é, na legislação brasileira, um benefício legal concedido a um criminoso delator, que aceita colaborar na investigação entregando seus companheiros para obter uma diminuição na pena. Tirar proveito em tudo e de tudo é uma atitude abominável.

Quero homenagear aquela mulher/mãe que ao constituir uma família se sente responsável pela formação humana ensinando conceitos básicos como, por exemplo, que a honestidade é a base da confiança e que se cada um respeitar o outro e o que é do outro a convivência em sociedade será muito mais harmoniosa.

Por isso que hoje, dia 08 de março, homenageio a mulher mãe e a mulher professora, que, com consciência e dedicação, não desistem de formar daqueles que serão os responsáveis pelo futuro do nosso país.

Espero confiante que o nosso país, bonito por natureza, e que o nosso povo, gentil e hospitaleiro, possam escrever uma história bem diferente da que está sendo escrita hoje, e que o brasileiro possa caminhar com a cabeça erguida e com a dignidade tatuada em verde e amarelo.

Dicas de como cuidar da saúde visual infantil no verão #transitions

Óculos

Crianças podem ter dificuldade de aprendizado na escola por conta de problemas visuais que poderiam ter sido evitados: aprenda a tomar os devidos cuidados com a saúde visual dos seus filhos

Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem 1,4 milhões de crianças cegas (0 a 15 anos) no mundo, sendo que cerca de 40% das causas da cegueira infantil são tratáveis, ou seja, podem ser evitadas. Outro estudo da OMS aponta 15 milhões de crianças em idade escolar (incluindo Argentina, Brasil, Chile, Paraguai e Venezuela) com problemas de refração – miopia, hipermetropia, astigmatismo, presbiopia – que podem interferir em seu desempenho diário (problemas de aprendizado, autoestima e de inserção social).

A médica oftalmologista e diretora da Sociedade de Oftalmologia Pediátrica da América Latina, Dra. Marcia Beatriz Tartarella, reforça os dados: “o desempenho escolar e o aprendizado estão muito relacionados à visão”. Ela explica que a alfabetização depende da visão saudável. “Na escola, a visão é o sentido mais sobrecarregado de informações, tornando-se essencial tanto para a visão à distância, na lousa, como perto, no caderno”, detalha. Ela complementa explicando que essa mudança constante de foco entre longe e perto provoca esforço visual e, por isso, exige boa saúde ocular.

Apenas no Brasil, a Agência Internacional de Prevenção de Cegueira, ligada à Organização Mundial de Saúde, estima que 33 mil crianças sejam cegas por doenças oculares que poderiam ter sido evitadas ou tratadas precocemente e que pelo menos 100 mil têm alguma deficiência visual.

Dessa forma, torna-se imprescindível cuidar constantemente da visão das crianças para evitar problemas de saúde. Mas a Dra. Marica Beatriz lembra que nem sempre todos os cuidados são devidamente tomados pelos pais. Por esse motivo, a Transitions Optical, em parceria com a médica, aproveita a chegada do verão para elaborar algumas dicas para preservar a saúde dos olhos das crianças especialmente nessa época:

·         .Queixas como cansaço depois a escola, olhos vermelhos, piscar excessivo, dor de cabeça, falta de atenção no aprendizado e baixo desempenho escolar devem ser, segundo a médica, observadas. Caso um desses sintomas aconteça, ela recomenda: “procure o pediatra ou o oftalmologista para a melhor avaliação da criança”.

·         Especificamente no verão, precauções devem ser tomadas para evitar queimaduras solares nos olhos, que ocasionam vermelhidão e ardor excessivos. “As conjuntivites também são frequentes no verão, acompanhadas de secreção e desconforto ocular. Nestes casos, os pais das crianças devem procurar um oftalmologista”, alerta a especialista.

·         A exposição sem proteção ao sol ocasiona outros danos oculares, como a catarata e alterações na retina, que podem resultar, inclusive, em perda da visão.

·         Para minimizar a possibilidade dessas doenças surgirem, a médica indica o uso de óculos com proteção das radiações solares UVA e UVB.

·         A proteção com lentes apropriadas deve ser iniciada já nos bebês, pois os efeitos da radiação UV se acumulam com os anos de exposição ao sol. 

·         Atitudes básicas podem evitar conjuntivites no verão, como evitar coçar os olhos, manter mãos limpas e lavadas com sabonete, limpar os olhos com água pela manha.

·         Cuidado com o uso de protetores solares de pele na região ao redor dos olhos das crianças.

·         É importante que os pais fiquem atentos aos cuidados com os olhos dos filhos não só durante a exposição intensa ao sol, considerando que os raios UV estão presentes ao longo do ano com maior ou menor intensidade. “Optar por armações com lentes fotossensíveis é uma ótima opção já que este tipo de lente ajusta a quantidade de luz que chega aos seus olhos e protege contra os raios UV”, pondera a médica.

Sobre a médica:
Prof. Dra. Marcia Beatriz Tartarella
Médica Oftalmologista com Doutorado e Mestrado pela UNIFESP
Graduação, Residência e Pós graduação pela UNIFESP

Para mais informações acesse:

facebook.com/TransitionsBrasil,

instagram.com/transitions_br, 

twitter.com/transitions_br.

Estamos formando árvores ou gramas?

Grama

Céu azul, claro, diáfano, transluzente, sem uma única, mesmo que pequena, branca nuvem, desfazendo qualquer expectativa de possibilidade de chuva. Este cenário se repetiu dia após dia, semana após semana, nos últimos tempos, tendo sido registrado como o maior período de estiagem dos últimos 90 anos aqui na minha cidade, Indaiatuba.

Olhar para os jardins das praças, do Parque Ecológico e constatar a grama cor de palha, ali quase sem vida, inerte, em dormência vegetativa à espera de alguns pingos de chuva que lhe animem e devolvam a coloração verde, me fez refletir sobre alguns aspectos.

Percebi que em contrapartida, nos mesmos jardins das praças e do Parque Ecológico as árvores ali dispostas, aleatoriamente, permanecem firmes, eretas, com suas raízes agarradas ao solo, determinadas na busca da seiva que lhe garanta a vida. A estiagem também lhes afeta a calma rotina, mas não de maneira enérgica como o faz com a grama.

A grama, normalmente plantada em placas, é disposta sobre o local escolhido, e lá aguardam, todas as sementes germinadas, juntas, que lhe venham regar. Elas vivem em grupo, porém não trabalham em grupo, pois todas somente ficam à espera que tudo o que precisam lhes caia do céu.

Sim, a grama se alimenta do adubo da terra, porém só superficialmente. Se não for adubada de tempos em tempos ela ficará fraca. Ela não se aprofunda em busca de alimentos. Ela carece de iniciativa alheia. Se tratada, aguada, adubada, podada responde positivamente e nos brinda com seu tapete verde. Porém, se não recebe tratamento e se a estiagem for grande, fica seca, esturricada e perde a coloração. Nada faz, apenas aguarda, na inércia, que a chuva lhe devolva a cor e o viço.

Quando plantada em semente ela não precisa estar mais do que meio centímetro abaixo da terra. Ela não precisa de grande esforço para germinar. Suas raízes não se aprofundam mais do que dez centímetros.

Já a árvore, desde semente, está só. Vive a relação entre ela e a terra. Rompe sua casca e mesmo sob o peso da terra emerge sempre avante.  A chuva, o vento, o Sol, fontes de vida, também podem lhe prejudicar quando em demasia ou em escassez. Mas ela resiste bravamente e continua o seu crescimento incessante, sempre para o alto, sempre resiliente.

Enquanto isso a grama aguarda que o estímulo para o seu desenvolvimento venha do outro. Tão logo caiam alguns pingos de chuva, estes já atuam como incentivo para que reaja e fique verde. Quanto mais chuva mais verde fica, e mais cresce. Porém, se a chuva for escassa, em breve a grama estará sem cor novamente à espera de novos pingos, de novos incitamentos.

Arrisco comparar o comportamento da grama ao de algumas pessoas que agem de forma muito semelhante. São indivíduos que vivem superficialmente. Não se interessam por novas práticas, vivem sua rotina diária na mesmice totalmente provável e controlável. Quando, por ventura, algum imprevisto acontece, ficam imóveis, inertes, sem cor, à espera que a ajuda venha do outro, não concebendo se virá por orientação, por determinação, ou por ação. O que importa é que o outro se manifeste determinando como proceder ou mesmo resolva o problema entregando o terreno “aguado” para que possam recuperar a cor e continuarem crescendo de forma tranquila e sossegada.

Já as pessoas árvores encaram a estiagem como encorajamento para desenvolverem habilidades como determinação, garra, criatividade fomentando seu potencial para buscarem novas fontes de seiva para se alimentarem e se desenvolverem de forma plena. Este exercício propicia que suas raízes penetrem, cada vez mais fundo, dando sustentação e segurança para que possam se erguer cada vez mais alto, ficando cada vez mais frondosas.

Será justamente a determinação diante da dificuldade que propiciará o crescer. Esse protagonismo fortalecerá a autoestima, a autoconfiança, a iniciativa, a perseverança, a responsabilidade.

A grama estará sempre verde enquanto a chuva cair ou alguém lhe regar. Se a chuva faltar e se ninguém a molhar, ela morrerá sem ter tentado uma única possibilidade de vencer o desafio.

Aquela criança ou aquele jovem, que tem tudo ao seu alcance, que tem todas as suas vontades satisfeitas, que não precisa vencer nenhum desafio pois está completamente protegido por seus pais ou criadores, quando adulto se tornar, não terá iniciativa e ficará inerte, em dormência vegetativa à espera de alguém que lhe venha aguar.

Aquela criança ou aquele jovem que sempre foi instigado a desenvolver habilidades, competências cognitivas e não cognitivas, que aprendeu a controlar seus impulsos, a administrar suas emoções e a organizar seus pensamentos mantendo sempre o foco, estará apto a superar qualquer desafio, pois terá combustível para perseverar diante das dificuldades.

E agora pergunto: Você é grama ou árvore?

Você educa seu filho para ser grama ou para ser árvore?

Compartilhe suas reflexões.

A História da Filosofia #Livro #Sorteio

Filosofia

A HISTÓRIA DA FILOSOFIA – Da Grécia Antiga aos Tempos Modernos

O lançamento da M.books traça o pensamento filosófico ocidental desde seus primórdios até tempos atuais, com uma linguagem simples e acessível, para que o leitor possa aprender e desfrutar de novos conhecimentos.

 A Historia da Filosofia aborda a Filosofia Ocidental desde os gregos das Antiguidades até os tempos de hoje. Um relato acessível, fascinante e lindamente ilustrado das primeiras preocupações dos maiores pensadores do mundo, que explora os cinco principais ramos da Filosofia: Metafísica, Epistemologia, Lógica, Ética e Estética.

Como objetivo de encontrar “a verdade que vale pra mim”, ajudou os homens a decidir como viver, como pensar sobre o mundo a sua volta, como relacionar com os outros.

Na Filosofia, fazer perguntas é essencial. Quanto mais indecifráveis, mais atraentes elas são. Assim, A História da Filosofia apresenta com concisas explicações e um grande número de exemplos, as principais questões e tentativas de respostas colocadas pelos filósofos nos últimos 2500 anos.

Anne Rooney: é uma autora em tempo integral que vive em Cambridge,Inglaterra. Ela é associada do Royal Literature Fund e membro da Royal Literature Society, Society of Authors,Scattered Authors Society e National Union of Jornalists. Concluiu o mestrado e depois o doutorado em Literatura Medieval na Trinity College, em Cambridge. Depois de lecionar inglês medieval por um tempo e literatura francesa nas Universidades de Cambridge e York, ela saiu para seguir carreira como escritora. Escreveu muitos livros sobre Ciências, Artes e Tecnologia.

Para ganhar um exemplar desse instigante e reflexivo livro basta acessar esse link http://www.yesganhei.com/promocoes/99738 e clicar em QUERO PARTICIPAR.

Boa sorte!