Tetra Pak® lança relatório de sustentabilidade 2012/2013

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A Tetra Pak®, líder mundial em soluções de processamento e envase de alimentos, acaba de lançar o Relatório de Sustentabilidade 2012/2013. Durante o evento, realizado no Espaço Gardens, em São Paulo, a empresa promoveu um debate sobre o tema com representantes da cadeia produtiva do setor, entre eles Paulo Pianez, Diretor de Sustentabilidade do Grupo Carrefour; Fábio Feldmann, ambientalista e consultor; José Artêmio Totti, Diretor Florestal da Klabin; e Valdecir Viana, da Reciclamp.

Os resultados apresentados no relatório apontam para um grande avanço da companhia no que diz respeito à sustentabilidade nos últimos anos. A taxa de reciclagem das embalagens longa-vida no Brasil atingiu o patamar de 30% da produção em 2013, um crescimento de 9% em relação a 2012, chegando a 71 mil toneladas de embalagens da Tetra Pak®.

Elaborada de acordo com a metodologia Global Reporting Initiative (GRI) versão G4, a edição 2012/2013 do Relatório de Sustentabilidade da Tetra Pak® traz o seu conteúdo focado nos temas mais relevantes para a empresa e os públicos com os quais se relaciona identificados a partir de estudo de materialidade, realizado ao longo de 2014.

Segundo Fernando Von Zuben, Diretor de Meio Ambiente da Tetra Pak® do Brasil, a companhia trabalha de forma estratégica o conceito de valor compartilhado, gerando crescimento com responsabilidade em harmonia com o desenvolvimento sustentável para todos os elos da cadeia em que atua.

“A Tetra Pak® desenvolve continuamente inovações em processamento de envase e embalagens cada vez mais sustentáveis e eficientes. Com isso, não só agrega valor para os negócios, mas também para a sustentabilidade da empresa e toda a sua cadeia produtiva, reduzindo impactos ambientais e protegendo o futuro do planeta, de acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos sancionada em agosto de 2010”, completa o executivo.

Leia o Relatório completo clicando AQUI

O TEMPO E A FITA MÉTRICA

O tempo e a métrica

 

Se disser que me lembro, saberão que estou mentindo, mas posso afirmar que ela estava lá uma vez que minha mãe afirma ter eu nascido com 50 cm. O meu peso ela não sabe dizer, uma vez que nasci em casa e balança não tínhamos, mas a fita métrica estava lá como testemunha ativa do meu comprimento.

Meus filhos, que nasceram em maternidade, tiveram seus comprimentos constatados bem como as medidas de suas cabeças e tórax propiciando importante avaliação do grau de maturidade e estágio de desenvolvimento.

Conforme iam crescendo novas medidas iam sendo registradas no Cartão da Criança.

Quem nunca teve quando criança, normalmente utilizando a parede na parte escondida atrás da porta, uma série de tracinhos feitos, um acima do outro, gerando um gráfico de crescimento? A constatação do quanto se cresceu desde a última medição sempre foi motivo de comemoração, mesmo quando vinha acompanhado de um pito sobre ter que se alimentar saudavelmente deixando de lado as tão deliciosas guloseimas.

Sempre fui muito magra o que provocava verdadeira neurose na minha mãe que me fazia tomar aqueles fortificantes caseiros feitos com ovos de pata batidos com casca e tudo no liquidificador acrescido de Biotônico Fontoura. Isso nunca me provocou qualquer alteração na balança. O desespero aflorava quando alguma conhecida dela se referia a mim como sendo fraquinha e de pouca saúde.  Por mais que eu dissesse me sentir bem e provar, através da minha energia, que era saudável e cheia de saúde, a magreza me condenava ao rótulo de raquítica.

Com a chegada da adolescência é que a fita métrica não ganhava trégua. Além da altura, o crescimento do busto, do quadril, da coxa, a diminuição da cintura entre outras eram medidas aferidas quase que diariamente pelas meninas. O universo dos meninos, de uns tempos para cá, não age de forma diferente. Eles também contam com o desempenho diário da fita métrica medindo o aumento do tórax, dos bíceps, dos tríceps servindo de parâmetro para aumentar ou conservar o número de exercícios realizados na academia.

Quando adolescente, eu sempre magrela, comecei a me sentir inferiorizada uma vez que minhas amigas, todas bem desenvolvidas, nunca eram barradas no cinema com censura para menores de 14 ou 16 anos, todavia eu…

Nessa época o padrão de beleza era o da Marilyn Monroe que conquistou a todos com suas curvas, porém eu era comparada à londrina Twiggy, magérrima, com enormes olhos, me fazendo detestar a fita métrica que insistia em constatar a mesmice das minhas medidas.

Hoje, após somar várias décadas de vivência, o qual o tamanho do busto, do quadril e da cintura já não ocupa a importância de outrora, mesmo assim não consigo deixar em uma gaveta qualquer a fiel fita métrica.

Ao esticar a fita métrica de 1 metro imaginando, com olhar otimista, ser ela a representação do caminho a ser percorrido durante a caminhada da vida, e diante dos 60 que aponta, me deparo com a evidência de que o tempo restante ocupa um lugar bem menor do que o tempo vivido.

Inicia-se então um sentimento de pressa imensa. A mesma pressa sentida quando pequena querendo crescer logo. Só que dessa vez a pressa é para que consiga experimentar, aproveitar, ler, viajar, amar, conhecer, viver tudo o que julgo ter direito, em uma velocidade tamanha tentando multiplicar o tempo restante.

A corrida é uma corrida ao contrário, o qual a pressa existe para que a vida ande devagar. Para que cada centímetro representando um aniversário, demore mais do que 12 meses, para que seja possível realizar todos os sonhos e desejos planejados.

Não tenho o controle para impedir que o uso da fita métrica se encerre, mas tenho a ensejo de aproveitar com qualidade o tempo que resta. É nesse momento que passo a valorizar as pequenas e singelas ações, a apreciar o canto dos pássaros mesmo embaralhado a tantos barulhos, a sentir o perfume das flores a despeito da poluição, a inebriar-me diante da harmonia de uma bela canção, a estimar as palavras de carinho e os gestos de atenção praticando a generosidade, a gentileza, o respeito continuamente. Procuro dar importância ao que realmente é importante tendo consciência do quanto é valioso o tempo que tenho desfrutando dele com mais qualidade.

Feliz daquele que, quanto antes, consegue esticar sua fita métrica e aproveitar cada centímetro como se único fosse.

Parkinson – Como entender e conviver com essa doença

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A partir da perspectiva de um portador de doença de Parkinson o leitor irá entender como a doença afeta a vida cotidiana e como é possível lidar com os problemas provocados por ela.

MEMÓRIA

… se eu colocar a roupa suja na máquina de lavar e então ir às compras, alguns dias podem se passar antes que eu me lembre de estender as roupas no varal.

…Eu procuro superar meus problemas de memória concentrando-me em fazer somente uma coisa de cada vez. Também mantenho uma pequena agenda em meu bolso de maneira que eu possa anotar coisas que precise me lembrar. Eu uso um relógio de pulso que vibra para me lembrar quando tenho de tomar meus remédios.

O autor fornece informações acessíveis sobre uma doença complexa através da experiência de David, que tem Parkinson e que também dá conselhos de como as pessoas podem ajudar quem tem essa doença.

A melhor forma de ajudar quem sofre de Parkinson é justamente se informar sobre a doença. Conhecer seus sintomas e efeitos é fundamental para compreender o que está acontecendo com a pessoa.

Assim sendo iremos sortear um exemplar desse livro.

Para participar acesse este link http://www.yesganhei.com/promocoes/92612

BOA SORTE!

As quatro estações

Quatro estações

Conhecidas como Primavera, Verão, Outono e Inverno estas são as quatro estações presentes na natureza. Elas são as responsáveis pelo planejamento do homem em relação ao plantio e respectiva colheita, à contemplação das flores, a programação de férias, ao usar ou guardar os casacos e os cobertores no armário e mais o que a cada um interessar.

Com a certeza de que elas se repetirão ano após ano o comércio se prepara antecipadamente abastecendo-se de eletrodomésticos, coleções e tendências da moda, bem como a agricultura se renova produzindo frutas, verduras e legumes contando com as chuvas que muitas vezes pregam peça tardando a aparecer em razão da própria ação do homem. Mas isso é um assunto que merece um artigo específico.

O ser humano, integrante dessa Natureza a qual incide as quatro estações, também vive mudanças só que não da mesma forma que a Natureza.

Quando o ser humano nasce, chega com ele a Primavera, e esta será comemorada todos os anos, no mesmo dia do mesmo mês, não importando qual seja o dia da semana. A primeira Primavera fará com que os familiares, amigos e conhecidos venham apreciar, com seu olhar curioso e cheio de carinho, o novo ser que acaba de desabrochar.

Mas logo a Primavera se vai dando espaço ao Verão que permanecerá ativo durante toda a caminhada. Esta é a estação mais longa na existência de cada um de nós.

Nos primeiros meses emitirá raios, que nesse caso serão sonoros, estabelecendo a comunicação entre bebê e mãe avisando que este está com fome, que melecou a fralda, que não quer ficar sozinho, que quer colinho e tantos muitos outros recados.

O Verão iluminará a vontade de sentar, de engatinhar, de andar, de correr, de saltar, de…

Também aquecerá o abraço, o beijo, o carinho, bem como a palavras, a frase, o riso, o choro…

O verão estará presente durante toda a vida.

Haverá momentos em que o Outono chegará fazendo cair os dentes indicando que a criança está crescendo, mas em seguida, novamente, dará espaço ao Sol do Verão que chegará aquecendo os hormônios sugerindo que a adolescência chegou.

Haverá verões muito quentes. Também haverá verões mais amenos, mas sempre haverá verões.

Mesmo quando o Inverno chegar cobrindo com sua neve silenciosa cada fio de cabelo, consumindo aos poucos o caminhar ligeiro transformando-o em lento e cuidadoso. Quando a vista deixar de avistar e a coluna não mais se conservar tão ereta, ainda assim haverá Verão.

O Verão só deixará de existir quando o existir em nada mais estiver.

Comunicação no ambiente profissional

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A comunicação é essencial entre os seres humanos, inclusive no ambiente profissional, pois vivemos em uma época de muitas mudanças e as empresas passaram  a valorizar muito essa abertura, inclusive com os clientes.

Ser uma pessoa comunicativa no ambiente profissional é uma competência fundamental para os profissionais modernos e que almejam se dar bem no mercado de trabalho, mas isso não quer dizer que devemos ficar de “papo para o ar”.

As pessoas estão cada vez mais conscientes disso e buscam se aperfeiçoar nas habilidades de comunicação. Entre os objetivos, estão: melhorar o processo de liderança, melhorar suas relações interpessoais, aprimorar o contato com o público ou ter uma interlocução positiva.

Mas isso não é uma tarefa específica para pessoas tímidas, pois diversos executivos estão buscando programas e cursos com intuito de aprimorar as interações com diferentes situações e públicos. Sem contar os que buscam perder o medo de se pronunciar em público.

Como melhorar a comunicação no ambiente de trabalho

Independente de qual seja a sua profissão, é preciso que você saiba se comunicar de forma correta. Não tratamos clientes e chefes da mesma maneira, então cada pessoa procura uma atitude diferente e ignorar esse fato é um erro, pois poderá causar muitos desentendimentos, pretextos, erros e atrasar o seu desenvolvimento e rendimento profissional.

Nós dependemos da comunicação em tudo desde defender projetos, propor ideias, explicar uma estratégia, como vender produtos ou serviços, entre outros. Qualquer dessas atividades requer que consigamos expor argumentos coerentes e firmes, de uma forma clara e objetiva. Então, saber como conversar em diferentes situações do ramo profissional é algo fundamental para quem deseja atingir o sucesso.

Mas atenção! Comunicação não é somente saber falar bem, mas também ouvir. Para que você se expresse corretamente é preciso entender o que outra pessoa está falando e compreender o que de fato ela quer dizer.

Conheça algumas dicas para melhorar a sua comunicação no ambiente profissional

  1. Exercício

Algumas pessoas têm facilidade natural em se comunicar, outras encontram nisso a sua maior dificuldade. Para ter uma boa comunicação é preciso treino e prática e o essencial é ter sempre autoconfiança. Se os seus argumentos são sólidos e verdadeiros, não existem motivos para você ter medo de fracassar. Confiar em você mesmo é essencial e isso lhe transmite mais segurança.

2. Imagem

Não é apenas a nossa aparência que identifica nossa imagem em relação a alguém, mas também a nossa disposição social e simpatia que apresentamos. A melhor carta de apresentação que uma pessoa pode ter é saber conversar, ouvir, mostrar preocupação, simpatia e, é claro, lembrar dos nomes dos colegas de trabalho.

3. Tempo

Por mais que uma conversa seja importante, é bom que você procure o melhor momento para se expressar. Essa escolha poderá mudar toda uma situação, então não escolha os momentos mais tensos em que as pessoas se sentem pressionadas, cansadas ou irritadas.

4. Ferramentas

A comunicação pode ser também facilitada pelas ferramentas disponíveis atualmente. Grupos de empresários que precisam a toda hora resolver detalhes sobre investimentos, trocar informações e passar uma série de ordens e ajustar detalhes sobre determinado assuntos da empresa têm em mão a tecnologia e um exemplo são os celulares corporativos. Podem através dele facilmente ter uma reunião urgente ou solucionar ações através de conversas com vários funcionários ao mesmo tempo.

5. Clientes

Já para a comunicação que ajuda a construir a imagem da empresa é necessário um investimento em canais que possibilitem o diálogo com os consumidores. Por isso a facilidade na comunicação serve como ponte entre uma empresa e seus clientes, o uso do Pabx facilita essa abertura, assim como blogs, e sites que permitem o compartilhamento de opiniões e críticas.

Saber se comunicar no ambiente de trabalho e saber administrar a comunicação com o público consumidor só trará ganhos, pense nisso!

Dafna Obadia - escritora e assistente virtual paraense, dedica-se à Licenciatura em Letras na Universidade Anhanguera e Bacharelado em Direito na Universidade da Amazônia.

Por que crianças também sofrem de depressão?

Depressão

Uma doença chamada de mal do século que afeta grande parte da população não exclui as crianças. Há também depressão infantil. É necessário inicialmente os pais a detectarem, e assim, buscar a mudança do quadro.

A depressão é mais do que apenas sentir-se triste ou estar de mau-humor. Por isso a observação dos pais nesta sutil diferença pode ser primordial para conduzir a criança para um quadro melhor.

Um dos sintomas mais comuns é o isolamento social e a solidão opcional, ou seja, querer estar sozinho e não ter vontade de fazer atividades que eram do seu interesse anteriormente. Claro que às vezes os filhos querem estar sós e ter seus espaços, mas quando a solidão é exagerada e os colocam distante dos hobbies e dos momentos de lazer, é um momento de parar e analisar o que está acontecendo.

A depressão não desaparece sozinha, requer ajuda profissional para ser tratada, por isso convém não subestimar a desesperança ou a irritabilidade frequente da criança, que através desses comportamentos dá o sinal que algo não vai bem.

Antes de tudo o diálogo é sempre a rota a ser traçada entre filhos e pais, porém, às vezes, pela dificuldade de algumas crianças em revelarem suas fraquezas, é mais indicado esse bate-papo ser feito com um profissional, situação em que a criança pode se sentir mais confortável para expor o que está sentindo ou vivenciando. Em alguns casos até, a psicoterapia pode incluir sessão familiar, especialmente quando algum problema está acontecendo dentro de casa e inclui os membros da família e afeta a criança.

Faça uma consulta no seu plano de saúde e pesquise os profissionais que você pode procurar ajuda, há psiquiatras e psicólogos especialistas nestes casos.

Mas caso seu filho(a) dê sinais de depressão, não é motivo de desespero. A sociedade competitiva estabelece muito cedo uma concorrência e uma busca pelo sucesso exagerado em tudo e a criança pode se sentir vítima disso na escola, entre os amigos ou até em casa. É sempre válido valorizar os trabalhos e os resultados alcançados e criar uma atmosfera saudável. Colabore para a auto-estima e não faça dos filhos uma meta de sucesso a todo custo, eles têm seu tempo e suas escolhas individuais também, conforme amadurecem.

Segundo pesquisas sobre o tema, a depressão infantil alcança cerca de 1% a 3% das crianças na fase pré-puerperal, e 3 a 9% dos adolescentes. Mas há causas biológicas que comprovam que a doença pode ter ligação com a hereditariedade. Em outros casos os quadros depressivos podem aparecer também por motivos de aspectos psicológicos, como a morte de uma animal de estimação, mudança de cidade e escola ou separação dos pais.

O diagnótico e a busca pela superação e cura devem ser os passos principais nestes quadros, o amor e a compreensão familiar são a base para o começo da ajuda.

Texto de Roberta Clarissa Leite