As quatro estações

Quatro estações

Conhecidas como Primavera, Verão, Outono e Inverno estas são as quatro estações presentes na natureza. Elas são as responsáveis pelo planejamento do homem em relação ao plantio e respectiva colheita, à contemplação das flores, a programação de férias, ao usar ou guardar os casacos e os cobertores no armário e mais o que a cada um interessar.

Com a certeza de que elas se repetirão ano após ano o comércio se prepara antecipadamente abastecendo-se de eletrodomésticos, coleções e tendências da moda, bem como a agricultura se renova produzindo frutas, verduras e legumes contando com as chuvas que muitas vezes pregam peça tardando a aparecer em razão da própria ação do homem. Mas isso é um assunto que merece um artigo específico.

O ser humano, integrante dessa Natureza a qual incide as quatro estações, também vive mudanças só que não da mesma forma que a Natureza.

Quando o ser humano nasce, chega com ele a Primavera, e esta será comemorada todos os anos, no mesmo dia do mesmo mês, não importando qual seja o dia da semana. A primeira Primavera fará com que os familiares, amigos e conhecidos venham apreciar, com seu olhar curioso e cheio de carinho, o novo ser que acaba de desabrochar.

Mas logo a Primavera se vai dando espaço ao Verão que permanecerá ativo durante toda a caminhada. Esta é a estação mais longa na existência de cada um de nós.

Nos primeiros meses emitirá raios, que nesse caso serão sonoros, estabelecendo a comunicação entre bebê e mãe avisando que este está com fome, que melecou a fralda, que não quer ficar sozinho, que quer colinho e tantos muitos outros recados.

O Verão iluminará a vontade de sentar, de engatinhar, de andar, de correr, de saltar, de…

Também aquecerá o abraço, o beijo, o carinho, bem como a palavras, a frase, o riso, o choro…

O verão estará presente durante toda a vida.

Haverá momentos em que o Outono chegará fazendo cair os dentes indicando que a criança está crescendo, mas em seguida, novamente, dará espaço ao Sol do Verão que chegará aquecendo os hormônios sugerindo que a adolescência chegou.

Haverá verões muito quentes. Também haverá verões mais amenos, mas sempre haverá verões.

Mesmo quando o Inverno chegar cobrindo com sua neve silenciosa cada fio de cabelo, consumindo aos poucos o caminhar ligeiro transformando-o em lento e cuidadoso. Quando a vista deixar de avistar e a coluna não mais se conservar tão ereta, ainda assim haverá Verão.

O Verão só deixará de existir quando o existir em nada mais estiver.

Comunicação no ambiente profissional

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A comunicação é essencial entre os seres humanos, inclusive no ambiente profissional, pois vivemos em uma época de muitas mudanças e as empresas passaram  a valorizar muito essa abertura, inclusive com os clientes.

Ser uma pessoa comunicativa no ambiente profissional é uma competência fundamental para os profissionais modernos e que almejam se dar bem no mercado de trabalho, mas isso não quer dizer que devemos ficar de “papo para o ar”.

As pessoas estão cada vez mais conscientes disso e buscam se aperfeiçoar nas habilidades de comunicação. Entre os objetivos, estão: melhorar o processo de liderança, melhorar suas relações interpessoais, aprimorar o contato com o público ou ter uma interlocução positiva.

Mas isso não é uma tarefa específica para pessoas tímidas, pois diversos executivos estão buscando programas e cursos com intuito de aprimorar as interações com diferentes situações e públicos. Sem contar os que buscam perder o medo de se pronunciar em público.

Como melhorar a comunicação no ambiente de trabalho

Independente de qual seja a sua profissão, é preciso que você saiba se comunicar de forma correta. Não tratamos clientes e chefes da mesma maneira, então cada pessoa procura uma atitude diferente e ignorar esse fato é um erro, pois poderá causar muitos desentendimentos, pretextos, erros e atrasar o seu desenvolvimento e rendimento profissional.

Nós dependemos da comunicação em tudo desde defender projetos, propor ideias, explicar uma estratégia, como vender produtos ou serviços, entre outros. Qualquer dessas atividades requer que consigamos expor argumentos coerentes e firmes, de uma forma clara e objetiva. Então, saber como conversar em diferentes situações do ramo profissional é algo fundamental para quem deseja atingir o sucesso.

Mas atenção! Comunicação não é somente saber falar bem, mas também ouvir. Para que você se expresse corretamente é preciso entender o que outra pessoa está falando e compreender o que de fato ela quer dizer.

Conheça algumas dicas para melhorar a sua comunicação no ambiente profissional

  1. Exercício

Algumas pessoas têm facilidade natural em se comunicar, outras encontram nisso a sua maior dificuldade. Para ter uma boa comunicação é preciso treino e prática e o essencial é ter sempre autoconfiança. Se os seus argumentos são sólidos e verdadeiros, não existem motivos para você ter medo de fracassar. Confiar em você mesmo é essencial e isso lhe transmite mais segurança.

2. Imagem

Não é apenas a nossa aparência que identifica nossa imagem em relação a alguém, mas também a nossa disposição social e simpatia que apresentamos. A melhor carta de apresentação que uma pessoa pode ter é saber conversar, ouvir, mostrar preocupação, simpatia e, é claro, lembrar dos nomes dos colegas de trabalho.

3. Tempo

Por mais que uma conversa seja importante, é bom que você procure o melhor momento para se expressar. Essa escolha poderá mudar toda uma situação, então não escolha os momentos mais tensos em que as pessoas se sentem pressionadas, cansadas ou irritadas.

4. Ferramentas

A comunicação pode ser também facilitada pelas ferramentas disponíveis atualmente. Grupos de empresários que precisam a toda hora resolver detalhes sobre investimentos, trocar informações e passar uma série de ordens e ajustar detalhes sobre determinado assuntos da empresa têm em mão a tecnologia e um exemplo são os celulares corporativos. Podem através dele facilmente ter uma reunião urgente ou solucionar ações através de conversas com vários funcionários ao mesmo tempo.

5. Clientes

Já para a comunicação que ajuda a construir a imagem da empresa é necessário um investimento em canais que possibilitem o diálogo com os consumidores. Por isso a facilidade na comunicação serve como ponte entre uma empresa e seus clientes, o uso do Pabx facilita essa abertura, assim como blogs, e sites que permitem o compartilhamento de opiniões e críticas.

Saber se comunicar no ambiente de trabalho e saber administrar a comunicação com o público consumidor só trará ganhos, pense nisso!

Dafna Obadia - escritora e assistente virtual paraense, dedica-se à Licenciatura em Letras na Universidade Anhanguera e Bacharelado em Direito na Universidade da Amazônia.

Por que crianças também sofrem de depressão?

Depressão

Uma doença chamada de mal do século que afeta grande parte da população não exclui as crianças. Há também depressão infantil. É necessário inicialmente os pais a detectarem, e assim, buscar a mudança do quadro.

A depressão é mais do que apenas sentir-se triste ou estar de mau-humor. Por isso a observação dos pais nesta sutil diferença pode ser primordial para conduzir a criança para um quadro melhor.

Um dos sintomas mais comuns é o isolamento social e a solidão opcional, ou seja, querer estar sozinho e não ter vontade de fazer atividades que eram do seu interesse anteriormente. Claro que às vezes os filhos querem estar sós e ter seus espaços, mas quando a solidão é exagerada e os colocam distante dos hobbies e dos momentos de lazer, é um momento de parar e analisar o que está acontecendo.

A depressão não desaparece sozinha, requer ajuda profissional para ser tratada, por isso convém não subestimar a desesperança ou a irritabilidade frequente da criança, que através desses comportamentos dá o sinal que algo não vai bem.

Antes de tudo o diálogo é sempre a rota a ser traçada entre filhos e pais, porém, às vezes, pela dificuldade de algumas crianças em revelarem suas fraquezas, é mais indicado esse bate-papo ser feito com um profissional, situação em que a criança pode se sentir mais confortável para expor o que está sentindo ou vivenciando. Em alguns casos até, a psicoterapia pode incluir sessão familiar, especialmente quando algum problema está acontecendo dentro de casa e inclui os membros da família e afeta a criança.

Faça uma consulta no seu plano de saúde e pesquise os profissionais que você pode procurar ajuda, há psiquiatras e psicólogos especialistas nestes casos.

Mas caso seu filho(a) dê sinais de depressão, não é motivo de desespero. A sociedade competitiva estabelece muito cedo uma concorrência e uma busca pelo sucesso exagerado em tudo e a criança pode se sentir vítima disso na escola, entre os amigos ou até em casa. É sempre válido valorizar os trabalhos e os resultados alcançados e criar uma atmosfera saudável. Colabore para a auto-estima e não faça dos filhos uma meta de sucesso a todo custo, eles têm seu tempo e suas escolhas individuais também, conforme amadurecem.

Segundo pesquisas sobre o tema, a depressão infantil alcança cerca de 1% a 3% das crianças na fase pré-puerperal, e 3 a 9% dos adolescentes. Mas há causas biológicas que comprovam que a doença pode ter ligação com a hereditariedade. Em outros casos os quadros depressivos podem aparecer também por motivos de aspectos psicológicos, como a morte de uma animal de estimação, mudança de cidade e escola ou separação dos pais.

O diagnótico e a busca pela superação e cura devem ser os passos principais nestes quadros, o amor e a compreensão familiar são a base para o começo da ajuda.

Texto de Roberta Clarissa Leite

Como ajudar meu filho(a) a perder o medo de ir ao pediatra

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É normal a criança ter medo de enfrentar situações novas e que aparentemente parecem assustadoras, como visitar um médico ou tomar uma vacina. De um lado os pais querem proteger ao máximo para que a criança não se sinta ansiosa e insegura, porém às vezes não sabe como agir.

Dependendo da maneira como for tratada essa ida ao hospital ou consultório, a criança pode se sentir mais confortável e aos poucos entender que não oferece nenhum risco ao seu bem-estar, ao contrário, que ir ao médico ou tomar uma vacina são ações para proteger sua saúde e evitar enfermidades e que exames servem para prevenir o aparecimento de doenças.

O próprio ambiente hospitalar traz uma atmosfera diferenciada para os pequenos, por isso a importância dos pediatras decorarem a sala do consultório para que a criançada sinta que ali é um espaço amigável. Essa humanização hospitalar reflete em boas vindas para os pacientes, digamos, mirins, que vão fazer exames ou consultas de rotinas, como conferir o peso etc. É interessante os pais, ou quem levar a criança, explicar sobre o que vê, os profissionais de roupa branca, as salas para consulta, e tentar, levando em conta a idade, colocá-lo dentro daquele recinto de forma natural, assim como na escola tem os professores, nos hospitais e consultórios tem os médicos, e assim por diante.

Se diante do medo do seu filho(a), você mentir dizendo que vai para outro lugar e de repente chegar no hospital, pode não ser uma boa ideia. A tranquilidade e expectativa que a criança constrói ao pensar que vai a outro lugar de repente sofre uma mudança drástica, isso tende a piorar a situação. O melhor é de acordo com a idade e seu nível de compreensão, explicar o porquê da ida ao médico, e até, brincar com bonecos e mostrar o que é feito quando se vai a uma consulta.

Desta forma os pequenos se sentem mais integrados à situação e partem para fazer perguntas que vão ajudá-los a encarar com mais normalidade esse novo desafio. Explique com uma boneca ou um boneco os procedimentos que o médico pode fazer, medir temperatura, mostrar a língua, pesar, ouvir a respiração e etc.

Também não subestime o medo da criança, o que pode parecer para um adulto um dia completamente normal e rotineiro, para ela pode ser um desafio, uma descoberta de algo desconhecido e que exige um esforço a mais para superar. Principalmente as menores, que ainda não tem capacidade de lidar com a dor e somente a possibilidade ou ameaça de senti-la já se torna uma barreira.

Claro que depois dessa superação um sorvete ou um passeio no parque não é contraindicado. Se durante uma viagem para o exterior você precisar levar sua criança para um médico, não deixe de garantir atendimento através de um seguro viagem internacional, para que não tenha o risco de não ser atendida ou de pagar caro demais por uma consulta.

Seu filho(a) tem medo de ir ao médico? 

Crédito de Roberta Clarissa Leite

HISTÓRIA DA PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL #Sorteio #M.Books

Livro primeira guerra

O livro examina as táticas de combate preferidas 

pelos alemães e pelos Aliados,

em um trabalho conjunto de comando e controle da artilharia,

dos tanques, da infantaria e da aviação,

      que atingiu um nível de sofisticação jamais visto

   naquela época.

No início de 1918, as inovações técnicas na fabricação de tanques e aviões, e a entrada dos Estados Unidos na guerra, foram decisivas para a derrota da Alemanha em algumas frentes de batalha. A vitória só poderia ser conquistada com o uso imediato da nova e poderosa tática de combate: a “fire-waltz”, a barreira de fogo da artilharia, e do ataque das tropas de choque da infantaria.

Este livro traz o relato das batalhas na França no último ano da Primeira Guerra Mundial, em uma narrativa envolvente com depoimentos vívidos das trincheiras e dos campos de batalha feitos pelos soldados e oficiais de todas as nações, que participaram da guerra. À medida que os exércitos opostos avançavam e recuavam em meio a batalhas em lugares inóspitos e em circunstâncias adversas, Martin Evans mostra a importância dos progressos técnicos e das novas estratégias para derrotar o inimigo.

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Passeie com segurança com suas crianças no carro

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Durante as férias muitos passeios passam a fazer parte do cotidiano da criançada. O carro é um dos veículos mais utilizados para locomoção no Brasil, de um lado pela precariedade do transporte público, por outro a comodidade e rapidez. É bom lembrar que para manter a segurança é necessário atender algumas regras de condução das crianças no carro.

Essas regras são baseadas na idade da criança e prezam pela sua segurança quando está dentro de um veículo. O uso dos assentos específicos para crianças e o uso do cinto reduzem em 60% os riscos de morte ou lesão grave, por isso não é à toa que a obediência dessas regras além de evitar multas, colabora para a segurança no trânsito. Não deixe de lado a revisão do carro cuja função também é de resguardar a segurança do motorista e passageiros, assim como escolher uma seguradora de confiança.

São três diferentes tipos de assentos fabricados para as crianças: o bebê conforto, assento conversível e o assento de apoio ou elevação. A escolha é de acordo com o peso, a idade e a altura do bebê. Essas, entre outras ações sobre segurança do automóvel você confere mais detalhes no site seguroauto.org.

Não somente no carro da família mas as conduções escolares devem seguir regras para a segurança no transporte. Ao contratar um serviço de transporte confira se o condutor segue as regras exigidas por lei, além disso é possível checar se o motorista está habilitado a realizar o transporte de crianças através dos sites de cadastros e condutores. Esses motoristas devem ter os automóveis inspecionados pelo Detran e preencher requisitos, como cintos de segurança em número igual à lotação do veículo, registro como veículo de passageiros, a habilitação do motorista deve ser a B e ele deve ter frequentado um curso de especialização.

Lembre-se que não há exceção, crianças com menos de 10 anos devem andar no banco traseiro, mesmo que o percurso seja curto. Nunca arrisque!

Outras precauções para evitar acidentes são recomendadas, não deixar a chave do carro em local de fácil acesso para crianças, a curiosidade pode levá-las a querer ligar o carro e um acidente grave pode ser a consequência. Ao sair de carro com os pequenos nunca os deixe sozinhos dentro do automóvel. Mesmo que você ache que o tempo será curto para sair e resolver algo fora, há inúmeras situações que podem ocorrer e o melhor é evitá-las.

Com essas medidas, curta as férias dos filhotes em harmonia e aproveite o tempo livre para bons momentos de descanso, inclusive passeando de carro.

Contribuição de Roberta Clarissa Leite