Datas comemorativas – DIA DA ÁRVORE


Um velho Jequitibá enlaçado por lianas localizado na Serra da Canastra =- MG

DIA DA ÁRVORE – séries iniciais
Árvore é sinônimo de vida. Uma árvore, por si só, pode nos trazer muitos benefícios. Desde a sombra aconchegante, até a folha de papel. As florestas plantadas (reflorestamentos) pelo homem devolvem a ele serviços e bens. Mas o equilíbrio tem que ser mantido com a preservação das matas nativas e a proteção dos mananciais, onde a flora e a fauna encontram ambientes diversificados.
Sob o aspecto econômico, valiosos produtos obtemos da árvore: madeira para as construções e o mobiliário, celulose para o papel, carvão para as caldeiras, substâncias medicinais, óleos, resinas, gomas, essências, mel, frutos, flores e muitos outros.
Sob o aspecto ecológico, dela recebemos incontáveis benefícios: a proteção dos solos, rios, nascentes; a preservação da vida silvestre; a manutenção da qualidade de vida, e muito mais.
Por tudo isso, é da maior importância a conscientização e a contribuição de cada um de nós, plantando uma árvore e cuidando para que se desenvolva.
Dia da Árvore – séries iniciais

Essa data é comemorada em 21 de setembro porque muitos povos indígenas costumavam fazer festas homenageando a natureza no início da primavera.

Entre a castanheira, o cacaueiro, o cajueiro, o ipê-roxo e o jatobá, a árvore mais importante do País é o pau-brasil.

Quando os portugueses chegaram aqui, havia tanto pau-brasil que o nosso país recebeu o nome de Brasil. A planta é cheia de espinhos e do tronco se extrai um corante vermelho. Hoje, corre risco de extinção.
E não é só do pau-brasil que temos que cuidar. Todas as árvores são importantes para nós; alias, é delas que vêm os frutos. Elas dão oxigênio para nós e grandiosas sombras.

– DIA DA ÁRVORE Séries iniciais
Nem todos sabem entender o significado que existe numa árvore. Ela é um ser vivo como nós, e portanto nasce, cresce e morre, luta para sobreviver, pois tem apego à vida. Não nos prejudica, o que seria suficiente para respeitá-la. Mas tem outros valores. Protege a terra com sua sombra e suas raízes; evapora água, participando do ciclo hidrológico e mantendo o ar úmido; produz oxigênio, necessário a todos os seres vivos animais. Há as que fornecem frutos valiosos para a nossa alimentação, além de produtos medicinais ou industriais.
Devemos respeitar a árvore, não só pelo que é em si mesma, mas por ser necessária à nossa própria vida. Quando alguém destrói uma árvore, está destruindo uma fonte de vida no planeta.
No dia 21 de setembro comemoramos o Dia da Árvore, momento para refletir sobre a conservação da natureza e preservação das nossas matas. Momento para plantar mais uma árvore que um dia irá nos dar sombra e alimento, limpará nosso ar e preservará o solo do planeta.

21 de Setembro – DIA DA ÁRVORE – 3ª Série
O Dia da Árvore é uma homenagem que fazemos às árvores e uma data para as pessoas lembrarem da importância de cuidarmos dos vegetais. Ao proteger as árvores, estamos protegendo a nós mesmos, pois elas são sinônimo de vida, já que são grandes produtoras de oxigênio.

As árvores garantem o equilíbrio ecológico da natureza, regulando o clima, protegendo os solos, ajudando no desenvolvimento da fauna e permitindo a pureza das águas dos rios. Por isso, é muito importante a preservação das matas para mantermos o sistema ecológico do planeta Terra.
Além das vantagens de se preservar as árvores por causa da ecologia, existem benefícios econômicos, pois há vários produtos feitos a partir de uma árvore, como: madeira para construção e móveis, papel, carvão, óleos, remédios, perfumes, mel, flores e frutas
Como surgiu o Dia da Árvore?

A primeira data oficial foi o dia 22 de abril, escolhida pelo governo do Estado de Nebraska, nos Estados Unidos. Esse dia era o aniversário de J. Morton, que foi um grande incentivador do plantio de árvores pela população.

O Brasil contrariou o padrão internacional, quando o presidente Castelo Branco definiu, em 1965, que a “Festa Anual da Árvore” seria no dia 24 de fevereiro. Essa data foi escolhida porque era o início da época das chuvas na região Norte.

Hoje em dia, no Norte e Nordeste, a comemoração acontece na última semana de março e também no dia 21 de setembro, como no restante do país. O Dia da Árvore em 21 de setembro foi escolhido porque ele antecede o início da Primavera no Hemisfério Sul, no dia 23 de setembro.

Alguns tipos de árvores

Quando você for plantar uma árvore, é importante escolher uma espécie correta para a região, levando-se em conta o tipo de solo e clima. Existem espécies de árvores nativas do Brasil, espécies exóticas originárias de outros países e espécies para reflorestamento. Veja no quadro abaixo alguns tipos:
Nome característica origem
Acerola frutífera exótica
Cedro Rosa mata ciliar nativa
Eucalipto Citriodora reflorestamento exótica
Flamboyabt ornamental exótica
Ipê Amarelo mata ciliar e cerrado nativa
Jequitibá mata ciliar e cerrado nativa

Dia da Árvore – 4ª série
Logo no início da primavera, em 21 de setembro, é comemorado o Dia da Árvore. Essa data foi escolhida porque os povos indígenas costumavam homenagear as árvores na época das chuvas ou quando preparavam a terra para plantar. Hoje em dia, no Norte e Nordeste, a comemoração acontece na última semana de março e também no dia 21 de setembro, como no restante do país. O Dia da Árvore em 21 de setembro foi escolhido porque ele antecede o início da Primavera no Hemisfério Sul, no dia 23 de setembro.
Garantir a riqueza do meio ambiente e incentivar o re?orestamento é importante porque ter a natureza por perto traz muitos benefícios para todos nós. Fazer a sombra para podermos descansar em um dia de muito calor e ser a moradia e fonte de alimento para muitos animais são algumas das funções das árvores.
Fazer a sombra para podermos descansar em um dia de muito calor e ser a moradia e fonte de alimento para muitos animais são algumas das funções das árvores. E é nossa responsabilidade protegê-las!
Con?ra algumas curiosidades sobre as árvores:
• Mais do que tornar o ambiente mais bonito, as árvores mantêm a umidade do ar e ajudam a absorver o gás carbônico da queima de combustíveis, nos fornecendo mais oxigênio;
• Árvore símbolo do Brasil, o pau-brasil (Caesalpinia Equinata) corre risco de extinção. Durante o período da colonização, ele era a base da economia do país e exportado para a Europa, onde retiravam dele uma tinta vermelha para tingir roupas;
• Entre as árvores em extinção, estão a Araucária (Araucaria Augustifolia), que é encontrada em Santa Catarina, o Jacarandá da Bahia (Dalbergia Nigra) e o Mogno (Swietenia Macrophylla);
• Para evitar o desaparecimento de espécies como Canela Preta (Ocotea Catharinensis), Canela- sassáfraz (Ocotea Pretiosa), Imbuia (Ocotea Poprosa), Pinheiro Brasileiro (Araucaria Augustifolia) e Sangue-de-dragão (Helois Cayannensis), o corte delas está proibido no Rio Grande do Sul;
• A Mata Atlântica cobria um milhão de km2 do litoral brasileiro e hoje tem apenas 4% do seu tamanho original;
• A destruição das grandes áreas verdes localizadas em áreas tropicais acontece na América do Sul, Ásia e América Central. Atualmente, essas florestas tropicais já perderam 80% de sua cobertura original;
• A Floresta Amazônica brasileira equivale a 40% das reservas de florestas tropicais úmidas que ainda existem no mundo.
Conservação das florestas
A exploração descontrolada tem contribuído para a extinção das espécies, acaba com as florestas e ainda prejudica os animais que vivem no local. A boa notícia é que todos podem colaborar para diminuir a destruição das árvores e tornar o mundo um lugar cada vez melhor para se viver.
Com atitudes simples como não desperdiçar papel e fazer reciclagem, não comprar madeiras que estejam em risco de extinção e não deixar que nenhuma árvore seja derrubada sem a autorização da prefeitura, você ajuda a preservar a natureza. Que tal plantar uma árvore? Faça a sua parte e dê um exemplo de cidadania!

VIVA O VERDE 5ª série

Aproveite a data para descobrir o que as árvores nos oferecem
Setembro é o mês do verde. No dia 21, o Brasil comemora mais uma Dia da Árvore. Há décadas, os alunos costumam escrever uma redação sobre o tema e, incentivados pelos professores, plantam uma muda de árvore no pátio do colégio.
Mas é possível fazer muito mais. Logo abaixo você irá descobrir como e por que cuidar do verde. Além disso, irá saber mais sobre o pau-brasil, planta que originou o nome do nosso País, a floresta tropical, que hoje abriga mais de 750 espécies de árvores, e quais são as plantas em extinção.
Por que comemoramos o Dia da Árvore em 21 de setembro?
Os Estados Unidos decidiram adotar o 22 de abril como o Dia da Árvore. A data coincide com o aniversário de J. Morton, um morador de Nebrasca que incentivou a plantação de árvores naquele Estado. O Brasil foi um dos poucos países que não seguiu o exemplo dos EUA e escolheu o dia 21 de setembro para celebrar a árvore. Existe uma explicação lógica para a decisão, tomada há 30 anos: os povos indígenas brasileiros sempre cultuaram as árvores à época das chuvas ou quando se preparava a terra para semear. Então adotou-se a data que marca a entrada da primavera. Um fato curioso é que, por razões climáticas, o Norte e Nordeste do Brasil cultuam a árvore na última semana de março, no período referente ao início das chuvas naquela região, e também no dia 21 de setembro como todo o resto do país.
Por que é importante ter muitas árvores em nosso planeta?
Além de embelezar praças, avenidas e ruas, as árvores refrescam o ambiente. Isto acontece porque dão sombra e mantêm a umidade do ar. Além disso, as plantas ajudam a diminuir a poluição porque absorvem gás carbônico na queima de combustíveis. Isso significa mais oxigênio para nós humanos.
As plantas também são verdadeiras barreiras que mudam a direção dos ventos e filtram poeira e fuligem. Mantêm firme o solo, sendo indispensáveis nas encostas, às margens de rios e mananciais. Isso sem contar com os deliciosos frutos que nos servem.
Outro fato importante é que muitos remédios podem ser feitos a partir das árvores. Para se ter uma idéia, um em cada quatro medicamentos empregados pela indústria farmacêutica tem origem vegetal. Cerca de 70% das plantas classificadas pelo Instituto do Câncer dos Estados Unidos como indicadas para o tratamento do câncer são encontradas exclusivamente nas florestas tropicais. Existem 1,4 mil espécies vegetais que podem servir para esse fim (veja mais sobre florestas tropicais a seguir).
O nosso pau-brasil
O pau-brasil (Caesalpinia equinata), símbolo deste país e do qual foi retirado o seu nome, é uma das espécies de árvores ameaçadas de extinção devido à extração predatória. A planta foi durante muito tempo, no período da colonização, a base da economia do Brasil, sendo exportada para a Europa para a extração de uma tinta vermelha usada para colorir roupas (na época era muito raro encontrar formas de se obter roupas com cores diferentes).
Quais as árvores em extinção?
Além do pau-brasil, existem outras árvores em extinção, como o Mogno (Swietenia macrophylla), o Jacarandá da Bahia (Dalbergia nigra) e a Araucária (Araucaria augustifolia), esta última comumente encontrada em Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, por risco de desaparecimento, estão proibidos os cortes do Pinheiro brasileiro (Araucária augustifolia), Sangue-de-dragão (Helois cayannensis), Canela-preta (Ocotea catharinensis), Imbuia (Ocotea poprosa) e a Canela-sassáfraz (Ocotea pretiosa), localizadas em áreas naturais da Mata Atlântica.
Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) estimam que o desaparecimento de animais que se alimentam de frutos ameaça de extinção 34% (ou 145) das espécies de árvores das áreas remanescentes de Mata Atlântica ao norte do Rio São Francisco. Nos últimos quatro anos, mais de 80 mil km2 da Amazônia já foram devastados. É uma área maior do que os estados do Rio Grande do Norte e Sergipe.
Por que há espécies de árvores em perigo?
A madeira das árvores é amplamente usada para fazer papel, móveis, edifícios, lápis, tecido, filmes fotográfico e também serve de aditivo para comida, usado na fabricação de queijo, mistura para bolo e até sorvete. É a extração predatória das árvores para estes fins que causa a extinção das espécies. E, à medida que o homem derruba árvores e vai acabando com as florestas, os animais que ali vivem também vão desaparecendo um a um.
Como salvar as florestas?
Como a metade das árvores que são cortadas no planeta são destinadas à fabricação de papel, usar menos papel é uma ótima maneira de ajudar a salvar as florestas.
Adote estas ações:
• Escreva nos dois lados de cada folha de papel e tente usar papel de rascunho ou metades de folha quando possível. Recicle todo papel quando você terminar de usá-lo;

• Coloque um guardanapo de tecido em sua mochila, bolsa ou lancheira e use-o ao invés de guardanapos de papel;

• Em casa use sempre guardanapos, lenços e panos de pratos de tecido ao invés de papel;

• Quando comprar papel em uma loja tente comprar papel reciclado com 100% pós-consumo. Ou seja, depois dele ter sido usado por alguém. O que significa que ele foi feito com papel que já foi usado e colocado numa cesta de lixo para ser reciclado. Melhor ainda, compre 100% papel “tree-free” (isento de árvores), isso significa que nenhuma árvore precisou ser derrubada para esse papel;

• Peça aos seus pais para não comprarem nenhuma madeira que venha de árvores em perigo de extinção;
Outras ações que ajudam muito:

• Cada cidadão tem o dever de proteger o verde em seu bairro. Por isso, fique de olho: nenhuma árvore, da área pública ou privada, pode ser abatida sem autorização da prefeitura. Esta autorização só é concedida se a árvore estiver doente ou for um obstáculo à abertura de avenidas e ruas. Os moradores têm o direito de se oporem à derrubada desde que justifiquem os seus motivos;

• As árvores localizadas às margens de rios, córregos, nascentes, represas, topos de morros, montanhas, serras e áreas em declive são de preservação permanente. Ajude a preservá-las;

• Você pode reivindicar mais áreas verdes no seu bairro, este é um direito seu;

• Também é permitido plantar árvores defronte de sua casa e nos canteiros de avenidas e ruas;

• Aumente seu conhecimento: fale com pessoas que entendam de jardinagem e saiba como cuidar das plantas;

• Divulgue informações sobre preservação do verde no jornal da escola, no mural, em impressos e também no jornal do seu bairro.
Florestas tropicais
As florestas tropicais são definidas como vastas áreas verdes localizadas em áreas tropicais com índice pluviométrico anual entre 4 e 8 metros. Estas florestas ocupam 2% da superfície terrestre e abrigam mais da metade do total de espécies vegetais, de animais e de insetos do planeta. Em uma área de 6 quilômetros, por exemplo, é possível encontrar mais de 750 espécies de árvores e 1,5 mil de plantas, além de 125 mamíferos diferentes.
A destruição das florestas tropicais acontece aqui na América do Sul, África, Ásia e América Central. Hoje, estas florestas já perderam 80% de sua cobertura original. O consumo de madeiras tropicais no mundo cresceu 15 vezes desde 1950. Somente uma árvore está sendo plantada para cada 10 derrubadas.
O desmatamento contribui com uma porcentagem que varia entre 10 e 30% para o aumento das emissões de gás carbônico na atmosfera. A cada ano, as queimadas jogam na atmosfera 500 milhões de toneladas de CO2.
O solo das florestas tropicais não é fértil. Apenas uma pequena camada da superfície pode ser considerada agriculturável, em função da presença de nutrientes no solo. Na floresta tropical, os nutrientes mais importantes se acumulam na própria vegetação que cobre o solo.
No Brasil, a floresta amazônica armazena 60 bilhões de toneladas de gás carbônico em seus troncos. A floresta tem sido devastada através de invasões de colonos e na abertura de pastagens.

Dia 21 de Setembro é o Dia da Árvore – 6ª série

Do dia 21 ao dia 26 de Setembro comemora-se a semana da árvore no Sul do Brasil, por esse motivo escolhemos algumas árvores típicas das cinco regiões brasileiras.
Essas cinco espécies escolhidas são importantes representantes de ecossistemas brasileiros, além da importância histórica, cultural e econômica das respectivas regiões.
Normalmente essa data é lembrada por escolas, órgãos ambientais e outras instituições, que desenvolvem atividades de educação ambiental tais como plantio, distribuição de mudas, visitas a parques e hortos municipais, confecção de trabalhos escolares referentes a esse tema, além de outras atividades.

Por que plantar uma árvore?
As árvores, além da função paisagística, protegem lavouras contra ventos, diminuem a poluição sonora nos grandes centros urbanos, absorvem parte dos raios solares, fornecem sombras, servem de moradia à pássaros e outros animais, fornecem alimentos ao homem e a fauna, absorvem a poluição atmosférica e produzem mais oxigênio (através da fotossíntese).
A Paisagem Urbana
A vegetação, como um todo, tem sido de grande importância na melhoria das condições de vida nos centros urbanos. Com o crescimento populacional das cidades, depara-se com a falta de um planejamento urbano.
O clima urbano difere consideravelmente do ambiente natural. A amplitude térmica, o regime pluviométrico, o balanço hídrico, a umidade do ar, a ocorrência de geadas, granizos e vendavais precisam ser considerados.
Os solos, por sua vez, responsáveis pelo suporte físico das árvores e pelo substrato nutritivo do qual depende seu desenvolvimento, apresentam-se compactados nas cidades devido ao grande número de pavimentações que não permitem o escoamento das águas. Resíduos sólidos, despejos residenciais e industriais poluem e comprometem o solo urbano.
Quanto à qualidade do ar, esta fica comprometida pela combustão de veículos automotores e pela emissão de poluentes advindos de atividades industriais.
Além da função paisagística, a arborização urbana proporciona benefícios à população como:
a. Proteção contra ventos
b. Diminuição da poluição sonora
c. Absorção de parte dos raios solares
d. Sombreamento
e. Ambientação à pássaros
f. Absorção da poluição atmosférica, neutralizando os seus efeitos na população
Planos de Arborização
O adequado conhecimento das características e condições do ambiente urbano é uma pré-condição ao sucesso da arborização. É preciso considerar fatores básicos como: condições locais, espaço físico disponível e características das espécies a utilizar.
O plano de arborização deve responder algumas perguntas como: o quê, como, onde e quando plantar.
Análise da vegetação – é importante conhecer a vegetação da região, dentro da cidade e nos arredores, procurando selecionar espécies que são recomendadas para a arborização urbana e que apresentam crescimento e vigor satisfatórios.
Análise do local – é preciso efetivar os levantamentos dos locais a serem arborizados, como também daqueles que necessitam ser complementados ou adaptados. Há necessidade de compatibilizar a arborização com o sistema elétrico, o abastecimento de água, esgotos, sinalizações e edificações. O cadastramento e controle das ruas e praças (dimensões, localização das redes e outros serviços urbanos, identificação das árvores, data do plantio e época de poda) possibilitam uma melhor implantação da arborização urbana.

Algumas medidas a observar

Recuo mínimo da muda em relação ao meio-fio 0,50 m

Distâncias mínimas entre árvore e entradas de garagem 1,00 m

Vão livre entre a copa das árvores e a rede de baixa tensão 1,00 m

Vão livre entre a copa das árvores e a rede de alta tensão 2,00 m

Altura máxima das árvores de pequeno porte 4,00 m

Altura máxima das árvores de médio porte 6,00 m

Distância mínima entre árvores de pequeno porte e placas de sinalização 5,00 m

Distância mínima de árvores de médio porte e placas de sinalização 7,00 m

Distância mínima das esquinas 7,00 m

Áreas Urbanas sem arborização e rede elétrica
A rede de energia elétrica deverá ser implantada preferencialmente nas calçadas oeste e norte, e sob elas árvores de pequeno porte. Nas calçadas leste e sul deverão ser plantadas árvores de porte médio, observando-se as dimensões da via pública e o paisagismo local. Esta distribuição procura otimizar a utilização do sol como forma de aquecimento.
Nas avenidas com canteiro central, o posteamento deve ser implantado nas calçadas laterais. O canteiro central deve ser arborizado, podendo ser utilizadas espécies de médio a grande porte. Nas quadras reservadas para áreas verdes (parques e jardins), os passeios devem ficar, preferencialmente, isentos de vegetação e postes (exceto a de iluminação pública), ficando para uso de pedestres.
Áreas urbanas com redes elétricas e sem arborização
Na calçada onde existe rede elétrica, as árvores a serem plantadas devem ser espécies de pequeno porte, obedecendo aos recuos necessários. Na calçada onde não existe a rede elétrica, podem-se utilizar espécies de médio porte, adequadas à paisagem local e ao espaço disponível.
Áreas urbanas edificadas, arborizadas e eletrificadas
É a situação mais comum de ser encontrada, principalmente nas grandes cidades. É preciso uma avaliação das condições encontradas:
1. Os postes estão instalados no lado correto das calçadas, porém, as árvores existentes sob a fiação são inadequadas – é preciso providenciar a substituição das árvores existentes por espécies de porte adequado, mas isso deverá ser efetuado intercalando-se as novas às velhas. Estas somente serão retiradas após o completo desenvolvimento das novas.
2. Os postes estão instalados no lado não recomendado das calçadas, e, sob a fiação, há árvores de médio e grande portes – deverá ser realizada a substituição das árvores por espécies de porte menor e feitas podas permanentes ou encontradas alternativas para a iluminação.
Escolha da espécie
As espécies utilizadas na arborização de ruas devem ser muito bem selecionadas, devido às condições adversas a que são submetidas. Em condições de mata natural, fatores como porte, tipo e diâmetro de copa, hábito de crescimento das raízes e altura da primeira bifurcação se comportam diferentemente em comparação ao meio urbano. Na seleção de espécies, se deve considerar também fatores como adaptabilidade, sobrevivência e desenvolvimento no local de plantio.
• É importante a escolha de uma só espécie para cada rua, ou para cada lado da rua ou para um certo número de quarteirões. Isso facilita o acompanhamento de seu desenvolvimento e as podas de formação e contenção, quando necessárias.
• Deve-se evitar as espécies cujos troncos tenham espinhos.
• Dependendo do local a ser arborizado (cidades de clima frio), a escolha de espécies caducifólias (perdem as folhas em certo período do ano) é extremamente importante para o aproveitamento do calor solar nos dias frios; já em outras cidades, as espécies de folhagem perene são mais adequadas.
• A copa deve ter formato, dimensão e engalhamento adequado. A dimensão deve ser compatível com o espaço físico, permitindo o livre trânsito de veículos e pedestres, evitando danos às fachadas e conflito com a sinalização, iluminação e placas indicativas.
• Nos passeios, deve-se plantar apenas espécies com sistema radicular pivotante – as raízes devem possuir um sistema de enraizamento profundo para evitar o levantamento e a destruição de calçadas, asfaltos, muros de alicerces profundos.
• Dar preferência a espécies que não dêem flores ou frutos muito grandes.
• Selecionar espécies rústicas e resistentes à pragas e doenças, pois não é aconselhável o uso de fungicidas e inseticidas no meio urbano.
• Escolher espécies de árvores de crescimento rápido, pois em ruas, avenidas ou nas praças estão muito sujeitas à predação, sobretudo quando ainda pequenas.
• Deve-se selecionar espécies de galhadas resistentes para evitar galhos que se quebrem com facilidade. Em áreas residenciais, considerar a posição do sol e a queda das folhas com as mudanças das estações, de maneira a permitir sombra no verão e aquecimento no inverno. As árvores devem permitir a incidência do sol, necessário nos jardins residenciais. Deve-se, ainda, evitar espécies geradoras de sombreamento excessivo e plantios muito próximos às casas.
Pode-se utilizar espécies nativas ou espécies exóticas, observados os critérios citados e as características das espécies. Algumas espécies apresentam limitações para arborização urbana, por isso não são recomendadas.

21 DE SETEMBRO – DIA DA ARVORE – 7ª e 8ª séries
A massa principal da vegetação terrestre é constituída por árvores, agrupadas em sua maioria em florestas. Toda e qualquer planta viva, lenhosa e ramificada que ultrapasse os sete metros de altura pode ser considerada uma árvore. Sendo menor é um arbusto ou, caso se ramifique desde a base, um subarbusto.
As maiores árvores chegam a 165 metros de altura (eucaliptos da Austrália). Já o diâmetro da base do tronco mede até 13 metros entre as sequóias da Califórnia, cuja longevidade ultrapassa os 2.000 anos.

Protegendo a vida
A manutenção da vida na terra depende da consciência de se proteger as árvores e, conseqüentemente, a natureza num todo. É uma atitude inteligente, que há tempos é assumida por pessoas engajadas nesse sentido. Para se ter uma idéia, desde o século V, iniciativas desse tipo são tomadas, quando, na Suíça, era reservado um dia do ano para o plantio de árvores.
Também no século passado, instituiu-se a “Festa das Árvores”, pela dedicação de um francês chamado Fourrier, cuja idéia foi largamente imitada por outras nações européias. Coincidentemente, nesse mesmo período, era comemorado, no estado de Nebraska, Estados Unidos, o “Dia da Árvore” – The Arbor Day -, em 10 de abril de 1872, dia instituído por J. Sterling Morton.
Aqui no Brasil, os responsáveis pela primeira comemoração da “Festa das Árvores” foram João Pedro Cardoso e Alberto Leofgren. O evento se deu na cidade de Araras, em São Paulo, no dia 7 de junho de 1902, com o respaldo das Leis Municipais números 18 e 19 de 1 e 2 de fevereiro de 1902 respectivamente. O objetivo ao se promover a festa era incentivar a plantação e a conservação do meio-ambiente.
No ano seguinte ao evento, 3 de maio de 1903 exatamente, a mesma festa foi lembrada em Itabira, São Paulo, com o desfile de crianças a conduzir flores, mudas de plantas e instrumentos agrícolas. Na ocasião, dois andores iam devidamente enfeitados, contendo uma muda de magnólia e outra de pau-brasil, ambas plantadas por Coelho Neto.
Talvez por conta desse histórico, um decreto presidencial de número 55.795, datado a 24 de fevereiro de 1965, instituiu a Festa Anual das Árvores em todo o território nacional. Em razão das diferenças fisiográfico-climáticas brasileiras, o evento é festejado tanto na última semana do mês de março, no Norte e Nordeste, quanto na semana iniciada em 21 de setembro, nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
De acordo com o artigo segundo do decreto, a finalidade da festa é “difundir ensinamentos sobre a conservação das florestas e estimular a prática de tais ensinamentos, bem como divulgar a importância das árvores no progresso da pátria e no bem-estar dos cidadãos”.
Uma árvore é assim
Como produtoras de oxigênio, podemos afirmar que as árvores diretamente atingidas pelo sol desprendem grande quantidade de oxigênio (de um a três gramas por hora e por metro quadrado de superfície foliar).
Absorvem pelas raízes uma porção notável de água, cerca de 100 litros por dia, no caso do plátano, da qual só um pequeno percentual é incorporado aos tecidos vivos, evaporando-se o resto.
As árvores têm influência sobre a fauna, o clima que as envolve e o restante da flora; as próprias florestas fabricam literalmente seu solo a partir das camadas de folhas secas que se transformam em húmus.
Protetoras da atmosfera, do sol e das águas, abrigo das aves, cortinas contra o vento e a poeira, as árvores continuarão indispensáveis à vida humana.
No site Árvores do Brasil você conhece algumas das espécies mais comuns e importantes. Já no site Árvore, você tem acesso a um manual de arborização, dicas de ecoturismo, além de consultar as espécies ameaçadas de extinção. Outras informações estão no site da Embrapa – Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária.
Uma espécie brasileira
Angico

O angico é um nome comum às árvores do gênero das Piptadenia da família leguminosa-mimosoidea. Trata-se de uma árvore que pode atingir até 20 metros de altura, com um tronco livre de galhos que pode alcançar seis a sete metros. Tem um crescimento rápido e a sua copa é espalhada. É encontrada em quase todo o Brasil.
É uma árvore que prefere solos profundos, não gostando de solos rasos, muito úmidos ou inundados.
Sua madeira é dura e pesada, sendo utilizada para marcenaria, vigas, tacos, dormentes, rodas de engenhos, lenha, carvão etc.
O angico também é utilizado nos curtumes, pois a casca tem uma substância chamada tanino, que é muito boa para curtir couro. Da sua goma podemos Ter remédios para bronquites, infecções do pulmão e vias respiratórias, servindo ainda para depurar ou “afinar” o sangue.
As abelhas fazem um excelente mel da flor do angico. Suas folhas murchas podem se tornar nocivas para o gado. Todavia, bem secas, são uma excelente forragem para vacas, cabras e ovelhas.
No interior do Brasil, o angico é utilizado para matar formiga. Após deixar a casca ou as folhas de molho em água, durante 24 horas, coar e aplicar direto no olheiro do formigueiro.
Fonte: Governo do Estado do Rio Grande do Norte. Seu Zé e as Árvores do Sertão, no 2. Programa de Educação Florestal – PEF. Projeto PNUD/FAO/IBAMA/87-007

Árvores do Brasil
Ipê Amarelo

Seu nome comum é ipê amarelo do cerrado ou ipê do morro, ou ainda, cascudo. O nome científico é tabebuia chrysotricha. Da família das bignoniaceae, o ipê amarelo mede, em média, de 4 a 10 metros de altura. Suas flores são amarelas, em cacho, e seus frutos são vagens de 20 cm, geralmente ásperas.
Muito usado em paisagismo e arborização, o ipê floresce rápido, não sendo considerada uma árvore de grande porte.
JacarandáConhecida como Jacarandá da Bahia, esta árvore tem como nome científico dalbergia nigra, sendo da família das leguminosae-papilionoideae. Também pode ser encontrada com o nome de jacarandá preto ou jacarandá craviúna.
Mede entre 15 e 25 metros, sendo considerada uma árvore de médio a grande porte. Suas folhas são pequenas, em cacho, e na cor clara. Dá vagens marrom com 1 ou 2 sementes como fruto.
O jacarandá é uma árvore muito procurada por causa da boa qualidade de sua madeira. Por ser muito explorada, dificilmente se vê hoje em dia um jacarandá de grande porte nas matas.
JequitibáDa família das lecythidaceae, o jequitibá é conhecido como jequitibá branco. Mede entre 35 e 45 metros de altura, sendo considerada uma árvore de grande porte. É também uma das espécies mais presentes na região da mata atlântica. A boa qualidade de sua madeira faz com que seja muito procurada.
Suas folhas apresentam um tom avermelhado na primavera e suas flores são claras. Seu fruto já foi muito utilizado para fazer cachimbo.
Peroba do campo
Seu nome científico é paratecoma peroba, da família das bignoniaceae. Muito conhecida como ipê peroba, peroba amarela e ipê baiano.
Sua altura média é de 20 a 40 metros, sendo considerada de grande porte. No passado, foi muito explorada pela boa qualidade de sua madeira.

Árvores do Brasil central
“Cada nascer de um filho
será marcado com o plantio
de uma árvore simbólica.
A árvore de Paulo,
a árvore de Manoel,
a árvore de Ruth,
a árvore de Roseta.

Seremos alegres
e estaremos sempre a cantar.”
Cora Coralina, poetisa goiana (1889-1985),
em “Eu Voltarei”

Você sabe o que é cerrado?
É um tipo de vegetação densa, compacta, típica dos planaltos – como é o caso da nossa Região Centro-Oeste. As árvores são tipicamente baixas (3 a 8 metros), tortuosas e de casca grossa.
As árvores do Brasil Central são as que se destacam na paisagem do cerrado. Sua contribuição econômica para o homem é muito significativa, principalmente na Região Geoeconômica de Brasília.
A ocupação desta área só se tornou mais efetiva a partir da década de 50, com a transferência da capital para o Distrito Federal. Então, as conseqüências foram desmatamento para atividades agrícolas, pecuárias e extração de carvão vegetal. Muito foi destruído e, atualmente, a informação é o primeiro instrumento para se pensar em desenvolvimento sustentável na região.
Em 2002, na véspera do Dia da Árvore, o IBGE lança duas publicações de olho no tema: “Árvores do Brasil Central” e “Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente”. No caso das “Árvores do Brasil Central”, este é apenas o primeiro de uma série de três volumes. Lá, você encontra as árvores de acordo com as famílias e espécies, incluindo os nomes científicos e populares. Para ajudar, um glossário!
O “Vocabulário Básico de Recursos Naturais e Meio Ambiente” compreende mais de 2500 verbetes relacionados ao tema, dialogando com as áreas de Agronomia, Astronomia, Biologia, Botânica, Cartografia, Climatologia, Cristalografia, Ecologia, Engenharia Florestal, Física, Fitogeografia, Geologia, Geomorfologia e Silvicultura.

Arvores em risco de extinção
Pau-brasil, ibirapitanga, orabutã, muirapiranga, pau rosado
(Caesalpina echinata Lam.)
Durante muito tempo o seu principal valor residia na produção de um corante denominado “brasileina” que era utilizado no tingimento de tecidos e na fabricação de tintas para máquina de escrever. A sua exploração intensa gerou muita riqueza no período colonial e estimulou a adoção do nome “Brasil” ao nosso país. É encontrada desde o Ceará até o Rio de Janeiro e apresenta o tronco e os frutos cobertos por espinhos. Floresce a partir do final de setembro se estendendo até meados de outubro. A frutificação ocorre nos meses de novembro a janeiro.
Palmito, palmito-doce, içara, ensorova (SC), juçara (SP)
(Euterpe edulis Mart.)
Esta árvore tem como principal produto econômico o “palmito”. Sua exploração comercial, se não for acompanhada de um replantio sistemático, pode causar a sua extinção. O palmito é uma parte do caule que, ao ser retirado para consumo, causa a morte da planta. Exclusiva da Mata Atlântica, essa árvore é encontrada desde o sul da Bahia até Rio Grande do Sul. Sua floração ocorre de setembro a dezembro e a frutificação nos meses de abril a agosto.
Jacarandá, caroba, carobão
(Jacaranda macratha Cham.)
Árvore de madeira pesada, largamente utilizada na estrutura de móveis, instrumentos musicais, obras internas na construção civil, marcenaria e carpintaria. Ocorre nos Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo, florescendo nos meses de novembro a janeiro, quando está quase totalmente sem folhas. A frutificação ocorre nos meses de setembro e outubro.
Bela e ecologicamente correta
Toda cobertura vegetal arbórea existente na cidade é chamada de arborização urbana. Geralmente tal vegetação ocupa áreas livres de uso público, como os parques e praças, por exemplo, e áreas livres particulares (onde o acesso não é permitido para qualquer pessoa), além de acompanhar o sistema viário.
As árvores encontradas nas ruas, calçadas e canteiros centrais de avenidas têm importância vital para a população não só em termos de beleza como em qualidade de vida.
As espécies plantadas exercem grande função ecológica, na medida em que purificam o ar, retêm a umidade do solo e do ar ao produzir sombra e evitam a exposição das pessoas aos raios solares. Também oferecem abrigo à fauna e, conseqüentemente, influenciam a cadeia alimentar.
Em termos de embelezamento urbano, funcionam como um corredor ecológico natural bastante agradável para os transeuntes.
Mas não é qualquer árvore que pode ser plantada em lugares públicos. Antes de se escolher as espécies, de pequeno, médio ou grande porte, é preciso considerar alguns aspectos do local como: fiação elétrica, encanamentos, tipo de calçamento, quantidade de postes de iluminação, espaço disponível, equipamentos urbanos encontrados, largura da calçada e recuo predial.
Hibiscos, flamboyants, espirradeira, quaresmeiras, ipês-amarelos, oitis, sete-copas, sibipirunas, jacarandás, ipê-roxos são algumas das árvores mais comuns encontradas em ruas e avenidas das cidades brasileiras.
Opinião
“Se as cidades forem destruídas e os campos conservados, as cidades ressurgirão; mas, se queimarem os campos e conservarem as cidades, estas não sobreviverão.”
Benjamin Franklin

“Falar sobre o Dia da Árvore é falar não apenas sobre as árvores, como também sobre outras plantas com portes não tão majestosos, mas com igual relevância e função na cadeia biológica. Este dia deve ser uma “aposta na vida”, como nos disse uma autoridade ao visitar o nosso Jardim Botânico. Aposta na vida da flora brasileira, do meio ambiente e, em conseqüência , da nossa própria vida.”
Sergio Bruni
Diretor do Jardim Botânico

“Quem na escola não escreveu uma redação sobre o dia da árvore enfatizando sua importância e benefícios para a sociedade e para o meio ambiente? Quem fez, possivelmente procurou mostrar suas funções na produção de oxigênio, na conservação da fauna, aspectos de sua beleza e o bem estar de sua sombra. Muitas vezes, são apontados os benefícios que as árvores podem oferecer, mas de forma individual. No entanto, devemos refleti-las também enquanto seres que compõem ecossistemas, e que para se tornarem ecologicamente viáveis, devem viver em comunidade e possuir meios para se propagar, como ocorre nas florestas. Além de procurarmos melhorar a qualidade de vida no meio urbano, de forma mais imediata, precisamos conservar nossas florestas e ligar fragmentos de matas, por meio de corredores biológicos. Há muito trabalho a ser feito, por isso, precisamos da ajuda de todos não apenas no dia 21 de setembro, mas em todos os dias do ano!”
Ana Lúcia Ramos Auricchio
Coordenadora de Educação Ambiental – Instituto Pau Brasil de História Natural

Referências

www.sustentabilidade.philips.com.br
http://educaterra.terra.com.br
www.khouse.fplf.org.br
www.ibge.gov.br

One thought on “Datas comemorativas – DIA DA ÁRVORE

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