Datas comemorativas – parte final


Jogo da independência – encontre seu par

Objetivo: Chamar a atenção para palavras que indiquem alguma
referência à Independência do Brasil e treinar a observação.

Permite a abordagem de Tema transversal:
Ética: Exercita o trabalho em grupo, a disciplina e o respeito para escutar os demais alunos explicando sobre o que sua carta significa.

Será preciso: Dois conjuntos de cartões. Em cada cartão do primeiro conjunto estará escrita uma palavra diferente que terá, no outro conjunto, a relação referente ao tema.

Preparação: Dividi-se a classe em dois grupos e distribui-se os cartões, previamente
separados, entre os participantes, tanto de um grupo quanto de outro.

Desenrolar: A finalidade é que cada um da equipe A encontre seu par na equipe B. Ex. Dom Pedro I (cartão) – faz par com o Grito do Ipiranga. 07 de setembro de 1888 faz par com Independência do Brasil, 09 de janeiro de 1822 faz par com Dia do Fico e assim por diante.

Cada par que for se formando, a dupla deverá se colocar no local previamente combinado. Após todas as duplas terem sido formadas, cada um deverá falar sobre a carta que pegou.

Memória da Independência

Objetivo: Chamar a atenção para palavras que indiquem alguma referência à Independência do Brasil e treinar a observação e a memória.

Permite a abordagem de Tema transversal:
Ética: Exercita o trabalho em grupo, a disciplina e o respeito de
aguardar sua vez.

Preparação: Escolhe-se três alunos que comporão o grupo A (podem escolher o nome do grupo) e outros três que comporão o grupo B.
Dividi-se o restante da classe em dois grupos e distribui-se os cartões, previamente
separados, entre os participantes, tanto de um grupo quanto de outro. Os cartões podem ser os mesmos da brincadeira anterior. Após recebidos os cartões, os alunos deverão se misturar e sentar nas carteiras em lugares diferentes dos lugares que costuma sentar.

Então, as duas equipes, que estão na frente da sala, competirão entre si para ver quem descobre mais duplas O jogo que se desenrolará em seguida é do tipo “jogo da memória”, em que cada uma das peças será o aluno que se encontra sentado em cada carteira.

Inicialmente, para que todos tenham conhecimento das palavras que estão em jogo, os alunos que estão sentados nas carteiras, deverão se levantar um a um e alto e pausadamente dizer qual é a palavra que possui no cartão, sentando em seguida.
Em seguida, tira-se par ou ímpar entre os dois grupos (de três componentes em destaque) e o grupo ganhador deverá identificar qual é a dupla de alunos que possui cartões que se completam. A cada par acertado, a dupla se juntará ao grupo que acertou. E assim sucessivamente, igual a um jogo de memória, até o final da formação dos pares. Ganha o grupo que tiver ao final, mas componentes.

JORNAL ESCOLAR AO VIVO

Dividir a classe em grupos e propor para que cada grupo componha um texto e o apresente em forma de jornal televisivo, em classe, como se a Independência do Brasil estivesse acontecendo hoje. Eles poderão se caracterizar e apresentar flash como se o repórter estivesse entrevistando José Bonifácio, por exemplo.

SUGESTÃO DE FILMES:

INDEPENDÊNCIA OU MORTE
35 mm – c – 2950 mt – 108 mn. Realização: – Carlos Coimbra. Produção: – Cinedistri (Brasil). Argumento: – Anselmo Duarte, Carlos Coimbra, Dionísio Azevedo, Lauro César Muniz. Planif/Seq: – Abílio Pereira de Almeida. Fotografia: – Rudolf Icsey. Decoração: – Campelo Neto. Música: – Chico Morais, Wilson Miranda. Montagem: – Carlos Coimbra. Produção Exec: – Oswaldo Massaini.
Intérpretes/Personagens: – Tarcísio Meira, Glória Menezes, Dionísio Azevedo, Kate Hansen, Emiliano Queiroz, Manoel de Nobrega, Heloisa Helena , Labanca, Renato Restier, Anselmo Duarte, Jairo Arco e Flecha, Abílio Pereira de Almeida, Vanja Orico, José Lewgoy, Carlos Imperial, Sérgio Hingst, Rodolfo Arena, Clovis Bornay, Lola Brah.
A vida do imperador D. Pedro I do Brasil – desde a infância, até à abdicação (1831). Destaque para o grito da independência, nas margens do Rio Ipiranga, e as aventuras amorosas do monarca; suas relações com a Marquesa de Santos e a Imperatriz Leopoldina.

HISTÓRIA DO BRASIL
35 mm – pb – 4300 mt – 158 mn. Realização: – Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Produção: – Tricontinental (Brasil), Instituto Cubano de Arte e Industria Cinematografica/ICAIC (Cuba), Renzo Rossellini (Itália). Argumento: – Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Locução: – (Narrador) Jirges Ristum, (Off) Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Montagem: – Glauber Rocha, Marcos Medeiros. Ante-Estreia: – Cinemateca Portuguesa. Data Ante-Estreia: – 11 Jun 1987.
Uma história crítica e dialéctica do Brasil, desde a época de Cristovão Colombo. Desembarque dos Portugueses; Bartolomeu Dias enterra uma cruz e uma espada na praia. Cartas geográficas, povos e animais. Divisão territorial em capitanias. Missionação: Nóbrega e Anchieta. Companhia das Índias Ocidentais. Escravização dos indígenas. O Aleijadinho. Conjura do Tiradentes. Os bandeirantes; garimpeiros de Minas Gerais. Garibaldi em Santa Catarina. Latifúndios. O Século XX e a colonização americana duma “sociedade luso-africana”.

CARLOTA JOAQUINA, PRINCESA DO BRASIL
35 mm – c – 2750 mt – 100 mn. Realização: – Carla Camuratti. Produção: – Camuratti & De Felippes (Brasil). Argumento: – Angus Mitchell, Carla Camuratti. Sequência: – Melanie Dimantas, Carla Camuratti. Fotografia: – Breno Silveira. Cenários: – Tadeu Burgos, Emília Duncan. Figurinos: – Tadeu Burgos, Emília Duncan. Montagem: – Cezar Migliorin, Martha Luz. Produção Exec: – Carla Camuratti, Bianca De Felippes. Apresentação: – Cinemateca Portuguesa. Data Apresentação: – 20 Jul 1998.
Intérpretes/Personagens: – Marieta Severo (Carlota Joaquina), Marco Nanini (D. João VI), Ludmilla Dayer, Brent Hiett, Maria Fernanda, Marcos Palmeira, Eliana Fonseca, Aldo Leite, Bel Kutner, Vera Holtz, Thales Pan Chacon.
Espanha, 1785. Carlota Joaquina, uma infanta que foi prometida ao futuro Rei D. João VI, quando tinha dez anos de idade, recebe o retrato do futuro esposo e é obrigada a partir para Portugal, levando consigo a sua herança familiar. Chegando ao novo país, Carlota sofre uma enorme decepção, ao encontrar o “prometido” – gerando muitas brigas, infidelidades e vários filhos. Com a morte de D. José, herdeiro do trono português e declarada a insanidade de D. Maria I, Carlota Joaquina e D. João VI assumem a coroa lusitana. Porém, assustados com a Revolução Francesa e a aproximação do exército de Napoleão, resolvem fugir para a colónia do Brasil…

INCONFIDÊNCIA MINEIRA
35 mm – pb – l/m. Realização: – Carmen Santos. Produção: – Brasil Vita Filmes (Brasil). As Realização: – Manoel Rocha. Argumento: – Henrique Pongetti. Texto: – Autos da Devassa. Planif, Seq: – Humberto Mauro, Carmen Santos. Fotografia: – Edgar Brasil. Op Imagem: – Rui Santos. Direc de Som: – Vítor Barros. Música: – Francisco Braga. Coreografia: – Manoel Monteiro. Montagem: – Watson Macedo. Produção Exec: – Carmen Santos.
Intérpretes: – Rodolfo Mayer, Carmen Santos, Roberto Lupo, Osvaldo Loureiro, Augusto R. Chaves, Antonia Marzullo, Luiza B. Leite, Paulo Porto, Célia Maria, Alexandre Alencastro, Alvaro Souza, Anselmo Duarte, Antonio Laio, Armando Louzada, Ataíde Ribeiro, Bandeira Melo, Benjamin Oliveira, Drumond Filho, Brandão Filho, Caetano Junior, Fialho Almeida, Floriano Faissal, Frederico Rosa, Graça Melo, Jorge Doria, Jota Silveira, Leonardo Jorge, Mafra Filho, Manoel Monteiro, Manoel Rocha, Nelson Oliver, Osvaldo Louzada, Pedro Dias, Restier Junior, Roberto Acacio, Vítor Drumond, Sadi Cabral.
A Inconfidência Mineira – conspiração independentista do século XVIII, em Minas Gerais, centro de riquezas coloniais. Embora torturado, para que revele a sua intervenção, na mais vasta conjura contra a coroa portuguesa, Tiradentes assume-se como único responsável, sendo condenado à morte…

HINO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL
Letra de Evaristo Ferreira da Veiga
Música de D.Pedro I

Já podeis da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil
Já raiou a liberdade
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil

Brava gente brasileira
Longe vá… temor servil:
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil…
Houve mão mais poderosa
Zombou deles, o Brasil.
Houve mão mais poderosa
Houve mão mais poderosa
Zombou deles, o Brasil.

Brava gente brasileira
Longe vá… temor servil:
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Vossos peitos, vossos braços
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.

Brava gente brasileira
Longe vá… temor servil:
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Parabéns, ó! brasileiros!
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Brava gente brasileira
Longe vá… temor servil:
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Ou ficar a Pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.

Referências
www.crmariocovas.sp.gov.br
www.instituto-camoes.pt/revista/filmshistoria.htm
www.editorainformal.com.br

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