15 de outubro – DIA DO PROFESSOR


Agradeço a todos que me enviaram e-mails, palavras, mensagens e pps tão carinhosos pelo Dia do Professor.
Segue a minha homenagem a todos vocês que contribuem diária e incansavelmente para a formação de seres humanos conscientes do seu papel social.
Com carinho
Cybele Meyer

Ser Professor.
Percebi que gostaria de ser Professor quando, ao ser questionado sobre um determinado assunto, tive prazer em explicar.

Percebi que tinha vocação para ser Professor, quando ao final da explicação, soube que tinha conseguido produzir o entendimento.

Ser Professor
é estimular perguntas para que se raciocine sempre;
é estimular a criatividade para que se concretize o sonho;
é estimular a romper desafios e sentir-se vencedor sempre;
é estimular o compartilhar em prol de um bem comum;
é estimular o repartir para que todos tenham oportunidades;

Ser Professoré insistir sempre,
mesmo sabendo que não receberá louros por isso;
é nem sempre ter seu nome perpetuado na galeria da fama,
mas ser sempre lembrado por aquele que educou;
é compartilhar todos os momentos, sejam eles alegres ou tristes,
estejam eles dentro ou fora dos muros da escola;

Ser Professoré ser muitas vezes:
desenhista, pintor, artista, médico, enfermeiro, motorista, babá, confidente, sacerdote, psicólogo, modista, cabeleireiro, maquiador, detetive, treinador, pai e mãe substituto, cozinheiro, modelador, esportista, treinador, avô, avó, tio, irmão… porém sempre amigo.

Ser Professor
é fazer ecoar sua voz nas palavras do aluno;
é sempre oferecer sem pretensão de receber;
é sentir-se realizado com o sucesso do aluno;
é sentir-se milionário ao descobrir no aluno a riqueza do seu potencial;
é sentir-se mutilado com a probabilidade do fracasso do aluno.

Ser Professor
é fazer de cada aula um eterno renascer;
de cada conhecimento uma estrutura sólida;
de cada idéia uma experiência única;
de cada fracasso um degrau a mais.

Ser Professor
é conviver diariamente com o Futuro;
é se revigorar no sorriso sincero;
é se energizar no olhar atento;

Ser Professor
é saber que na caminhada não se precisa andar nem na frente e nem atrás, mas que o importante mesmo é caminhar ao lado, ombro a ombro, de mãos dadas.

Sou Professor e me orgulho muito disso!
Sou Professor e não desisto nunca!

Cybele Meyer

A ORIGEM DO DIA DO PROFESSOR

Colaboração da Professora Ruth Rhein

Em 15 de outubro de 1827 (no dia consagrado à educadora Santa Tereza
D’Ávila), D. Pedro I baixou um Decreto Imperial no sentido de que “todas as
cidades, vilas e lugarejos tivessem suas escolas de primeiras letras”.

A idéia, inovadora e revolucionária, teria sido ótima – caso tivesse sido
cumprida.

Surgiu apenas em 1947, exatamente 120 anos após o referido decreto, a
primeira comemoração de um dia todo dedicado ao Professor. Foi em São
Paulo, em uma pequena escola no número 1520 da Rua Augusta, onde existia o
Ginásio Caetano de Campos, conhecido como “Caetaninho”. O longo período
letivo do segundo semestre ia de 01 de junho a 15 de dezembro, com apenas
10 dias de férias em todo este período.

Quatro professores tiveram a idéia de se organizar um dia de parada para se evitar a estafa – e também de congraçamento e análise de rumos para o restante do ano.

O professor Salomão Becker sugeriu que o encontro se desse no dia de 15 de outubro –
data em que, na sua cidade natal, professores e alunos traziam doces de
casa para uma pequena confraternização. Era na Escola Normal Oficial de
Piracicaba (atual Instituto de Educação Sud Menucci), onde tinha ele
estudado e por onde se formavam professores para o ensino básico.

O diretor, Onofre Penteado, gostou da iniciativa. A festa foi um sucesso.

No ano seguinte, o jornal “A Gazeta” fez a cobertura do acontecimento, que já
contava com a adesão de um colégio vizinho: o Pais Leme, que ficava na
esquina da Rua Augusta com a Av. Paulista.

Com os professores Alfredo Gomes, Antônio Pereira e Claudino Busko, a idéia estava lançada, para depois crescer e implantar-se por todo o Brasil.

Os Verdadeiros Campeões

Colaboração da Professora Milena de Souza Campos – CE

Há alguns anos, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental, alinharam-se para a largada da corrida dos 100 metros rasos.

Ao sinal, todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Um dos garotos tropeçou no asfalto, caiu e começou a chorar. Os outros oito ouviram o choro.

Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas com Síndrome de Down ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
– Pronto, agora vai sarar! E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.

O estádio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos…

Talvez os atletas fossem deficientes mentais…
Mas com certeza, não eram deficientes espirituais…

“Isso porque, lá no fundo, todos nós sabemos que o que importa nesta vida, mais do que ganhar sozinho é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir os nossos passos…”.

“Procure ser uma pessoa de valor, em vez de procurar ser uma pessoa de sucesso.
O sucesso é só conseqüência”.
(Albert Einstein)

Oração do Professor
Extraído do http://blog.orolix.com.br/blog/ensinandobrincando/

Obrigado, Senhor, por atribuir-me a missão de ensinar e por fazer de mim um professor no mundo da educação.

Eu te agradeço pelo compromisso de formar tantas pessoas e te ofereço todos os meus dons.

São grandes os desafios de cada dia, mas é gratificante ver os objetivos alcançados, na graça de servir, colaborar e ampliar os horizontes do conhecimento.

Quero celebrar as minhas conquistas exaltando também o sofrimento que me fez crescer e evoluir.

Quero renovar cada dia a coragem de sempre recomeçar.

Senhor! Inspira-me na minha vocação de mestre e comunicador para melhor poder servir.
Abençoa todos os que se empenham neste trabalho iluminando-lhes o caminho .

Obrigado, meu Deus, pelo dom da vida e por fazer de mim um educador hoje e sempre.

Amém!

Dia do Professor

Colaboração da Professora Neudimar Ferreira Pacheco

Não sei o que combina mais contigo:
Uma poesia, um livro, uma pintura.

Sinceramente fico pensando no que
Deve dar alegria a alguém que é
Objeto da alegria de tantos

Na verdade, o professor de verdade,
É aquele que prefere dividir o que
Possui, do que ter somente para si

O verdadeiro mestre, sente-se feliz
quando percebe que o caminho que
ele abriu tem sido trilhado
por muitos

O mestre tem a sua realização no
Aprendizado do pupilo da
Passagem da experiência

É por isso que meras palavras não
Podem recompensar a alguém que
Optou por esta carreira que
Muitas vezes é dolorosa e cheia
De espinhos

Chamo-te somente mestre, abnegado
Coração que se sensibiliza com os
Olhos sedentos por uma vida menos
Escura, mas cheia de luz.

E essa luz, está em sua mãos,
Em seu coração, em seu olhar.

Que bom que existe um dia
Reservado só para você!

Obrigado por sua obstinação
Incontida, pois graças a ela,
Você nunca desiste.

VOCÊ É MUITO IMPORTANTE!
FELIZ DIA DO PROFESSORA(A)

15 de outubro – DIA DO PROFESSOR

Colaboração da Professora Viviane – Sorocaba

“Quem com pó de giz
Um lápis e apagador
Deu o verbo a Vinicius,
Machado de Assis, Drummond?
Quem ensinou piano ao Tom?
Quem pôs um lápis de cor
Nos dedos de Portinari,
Picasso e Van Gogh?
Quem foi que deu asas a Santos Dumont?
Crianças têm tantos dons
Só que, às vezes, não sabem
Quantos só se descobrem
Porque um mestre enxergou e incentivou?
É… Só se faz um país
Com professor…”

___FeLiZ dIa Do PrOfEsSoR… …e da PrOfEsSoRa….a todas nós!!___

Adoráveis mestres

Colaboração da Professora Edinalva Pereira – BA
Extraído do http://www.correiodabahia.com.br/aquisalvador/noticia.asp?codigo=139270

Professores relatam alegrias e dissabores da profissão em dia nacional dedicado a quem vive de formar consciências

Camila Vieira

Muito mais do que ensinar as letras, números e as ciências, ele também passa adiante noções fundamentais de vida. Essa é a melhor maneira de descrever o professor. Hoje, conforme estabelece o Decreto Federal 52.682, de 1963, é feriado em homenagem a esse profissional, que é, no mínimo, essencial na vida das crianças, na construção moral dos jovens e na formação acadêmica de outros profissionais. Sem esse multiplicador de conhecimentos, não existiriam médicos, advogados, jornalistas, farmacêuticos, publicitários, nem mesmo novos mestres. O Brasil, hoje, tem cerca de 1,5 milhão deles, de acordo com o Ministério da Educação (MEC).

Embora não tenha o reconhecimento social e, principalmente, a remuneração que merece, é inegável o seu papel e importância na sociedade: formar cidadãos e profissionais. A função dele, conforme prega o MEC, não é só transmitir conhecimentos, mas em especial ensinar o aluno a estudar, fazer com que valorize o estudo e ajudá-lo a se desenvolver socialmente. A pedagoga e professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Vilma Amazonas, conhece bem o seu dever.

Professora por vocação, ela conta que a arte de disseminar conhecimento vem desde a infância. Vilma lembra que na 5ª série do então primeiro grau (hoje, ensino fundamental) tomou um curso de francês e, no ano seguinte, começou a dar aulas aos colegas. “Descobrir esse dom de transmitir informações logo cedo”, assinala, completando que, depois de concluído o magistério, começou logo a ensinar alunos da 1ª à 8ª séries. Alguns anos depois, formou-se em pedagogia, prestou concurso e passou a lecionar no ensino médio estadual. Daí em diante, todos os investimentos foram em especializações voltadas à área de educação.

“Não saberia ser vendedora se não acreditasse naquilo que estivesse vendendo. Sou professora porque acredito que a educação é a mola mestra da vida”, filosofa. Na opinião de Vilma, é impossível contestar a má remuneração da categoria. No entanto, embora a profissão não ofereça prestígio social, ela não se vê exercendo outra atividade que não seja ensinar. “Tenho orgulho de ser professora. Fico radiante quando, hoje, encontro colegas que foram minhas alunas. Não tem preço que pague essa satisfação”, emocionou-se.

Mas nem só de alegria vive a professora, embora se mostre satisfeita com o exercício da profissão. Segundo ela, os problemas vividos nas escolas é fruto da realidade social. “A violência contra os professores nas escolas públicas me deixa assustada. Mas, esse não é um problema isolado, que envolve especificamente a escola, o aluno ou professor. O fato é que a escola reflete o que ocorre na sociedade. E estamos vivendo em um mundo de cão”, analisou.

Paixão – Movido pela paixão, o advogado, educador e mestre em educação Guilherme Bellintani, também considera que a opção de ensinar foi uma das melhores escolhas da sua vida. Na opinião dele, a educação é a forma mais simples e direta de transformar as pessoas. “Pode parecer chavão, mas é a pura verdade. Ensinar é colaborar com a mudança do outro”, disse.

Contudo, o educador não consegue compreender a razão da carência de reconhecimento aos professores do ensino médio e fundamental. Ele considera o trabalho desenvolvido por eles muito mais difícil do que a tarefa de professores universitários. “Eles fazem a base da educação. É mais complicado educar crianças e adolescentes. Se educadores do ensino médio e fundamental fazem bem seu trabalho, fica muito fácil para um professor de nível superior fazer o dele”, considerou.

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