Datas comemorativas – DIA DA CRIANÇA.

Como surgiu o Dia das Crianças

Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de “criar” o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924.

Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a “Semana do Bebê Robusto” e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes!

Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto.
A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos.

Em outros países

Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem!

Dia Universal da Criança

Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento.

BRINCADEIRAS

Sugestão para crianças de 2 a 3 anos

As crianças de 2 anos são muito alegres e quando possuem um lápis e um papel se divertem bastante.Nesta idade, porém os lápis devem ser estreitos.
Em torno de 3 anos as crianças podem também apontar os lápis. Mas tome cuidado na hora de comprar os lápis e giz, de forma que não contenham elementos danosos para a saude. As crianças gostam de desenhar e pintar, como tambem mostrar suas criações para pais e conhecidos.
As tintas de dedo são as preferidos das maiorezinhas. Com as mãos sobre o papel estao prontas para pintar com muita alegria. Papéis mais grossos são os indicados, como também maiores.
Gostam também de construir suas próprias casinhas. Feitas de caixa de papelão com portas e janelas de abrir e fechar. Os móveis também podem ser construídos com caixinhas. Elas mesmas podem pintá-las.
As crianças podem fazer colares de diversos materiais. Como modelar formas para pintá-las depois.
No segundo ano de vida podem também começar a cantar. Cantem juntos! Elas aprendem rapidamente.
De às crianças instrumentos musicais simples e fáceis de fazer manualmente. Esses podem ser uma tampa de panela, uma colher que proporciona ritmos como também os instrumentos ritmicos industrializados: xilofone, tambor, piano elétrico.
Desenvolvimento da fala
Com brinquedos simples o desenvolvimento das crianças pode ser estimulado. Pode-se sempre perguntar: “Onde está…?” com essa indagação feitas sobre diversos materiais e móveis existentes na sala, ou em um livro, você ajuda a elas a aprender o nome dos objetos de entorno e a conhecer o mundo à sua volta.
Ainda que a criança não compreenda o sentido da palavra ela apreende o sentido da língua, coisas e relações observando e vivenciando.
Quando a criança observar uma máquina de lavar roupas, por ex., você pode esclarecê-la como você faz para lavar roupa. Ponha o sabão em pó, mostre que fecha a tampa, que liga a máquina, que depois a máquina enche de água, que ela bate a roupa, enche-se de espuma, etc.
Quando a máquina parar de funcionar, mostre à ela que a roupa está úmida e limpinha, que você agora irá dependurá-la para secar.

Como outra brincadeira , você pode apontar perguntar-lhe:- Aonde está seu nariz?
… Sua orelha… sua cabeça… seu braço… sua boca? E assim ela vai aprender brincando.
Nessa idade um bom brinquedo para a criança é um livro de capa e folhas duras. Ali elas podem folhear, sentir e você pode esclarecê-las sobre cada figurinha que esteja ali.
Para que a linguagem se desenvolva converse com ela e deixe que ela tenha contato com outras crianças. Logo verá como falará mais e cada dia mais corretamente. Conte historinhas para elas. Gostarão de ouvir e pedirão que as repita. Você verá que um dia elas já terão até mesmo decorado a historinha e quando você a contar ela a irá complementar.
Um bichinho de pelúcia, pano, uma bola colorida ou briquedos de plástico de montar. Mostre como devem fazer e elas o farão.

Sugestão para crianças de 3 a 4 anos
-Jogos de memória
– Recorte e colagem (papel picado, grãos, contas).
-Rasgar papéis com as mãos.
-Amassar os papéis picados.
-Confecção de colares.
-Pintura a sopro, a dedo e/ou a pincel.
-Massinhas de modelar.
-Argila
-Brincar de faz-de-conta.
-Mímicas: rir, chorar, dar gargalhadas, fazer caretas, piscar.
-Dançar.
-Correr com e sem apoio.
-Equilibar-se num pé só.
-Reconhecer e nomear partes do seu corpo e dos outros.
-Brincar com água, terra, argila,areia, barro.
-Reconhecer os sabores, doce, salgado, amargo, azedo.
-Reconhecer as temperaturas: frio, quente, gelado.
-Participar de brincadeiras rimadas e ritmadas, cantigas de roda, canções folclóricas.
-Dramatizar cenas familiares e histórias curtas e repetidas freqüentemente.
-Observar e explorar o ambiente através do tato.
-Identificar formas: quadrado, círculo, triângulo, retângulo.
-Identificar cores.
-Representa, por meio de gestos, sem utilização de objetos,: o fechar portas, calçar sapatos, receber uma visita, cozinhar, lavar, etc.
-Rodinha para conversação.
-Andar imitando um trenzinho, transpondo obstáculos, passando por baixo de mesas eu formarão um túnel, circundar objetos. -Morto-vivo (jogo)
-Andando, chegar a um ponto determinado na sala, equilibrando um objeto na mão, na cabeça, etc.
-Brincadeiras com bolas, petecas, balões, água, massa para desenvolver a percepção tridimensional, a percepção de distância e orientação espacial.
-Ajudá-la no desenvolvimento do vocabulário, encorajando-a na identificação das atividades realizadas nas tarefas diárias.
-Ensiná-la a identificar as roupas que usa e os diferentes passos no processo de vestir e despir.
-Confecção de bandinha rítmica, para propiciar o canto acompanhado de instrumentos musicais
– Exercícios para desenvolver a lateralidade.
-Desenho espontâneo com lápis de cera.
– Fazer como se pedalasse uma bicicleta: pernas duras e flexionadas
-Utilizar fantoches, teatro de máscaras, teatro de sombra para apresentação (histórias) às crianças.
-Corrida de cavalinho: fazer uma fila com as crianças e colocar pequenos obstáculos como latinhas, saquinhos de areia, espalhados pela área em círculo. Ao sinal de um apito, palmas, as crianças saem correndo procurando saltar os saquinhos.
-Imitar o pulo do sapo, do macaquinho, do coelhinho, o peixinho nadando, a minhoca se arrastando e o som de animais conhecidos.
-Desenhar um caracol no chão, as crianças devem andar em cima da linha, no sentido de ir e voltar.
– Manipulação de material de sucata.
-Conversar com as crianças ao máximo, aproveitando todos os momentos, tendo como temas sua família, seus brinquedos, seus amigos, suas brincadeiras.

BRINCADEIRAS EXTERNAS

Gincana Aquática

A atividade pode ser com toda a série, com toda a escola ou somente com a sala .
Se for com um número pequeno de crianças você pode fazer a gincana uma atividade por vez. Para esta atividade o ideal é trabalhar com quatro equipes de no máximo dez (10) crianças. Se houver um número maior de crianças o ideal é repetir a atividade ou trabalhar em forma de bases, ou seja, um rodízio de atividades simultâneas. Enquanto um grupo de crianças está na atividade 1, outra está na 2, outra está na 3 e assim por diante. Quando acabar o tempo roda as crianças e troca de atividade, as que estavam na 1 vai para a 2, da 2 para 3 e assim consecutivamente.
A atividade pode ser mais competitiva elegendo-se uma equipe vencedora final, que receberá um prêmio, uma alternativa é um saco de balas. Então em cada atividade a equipe vencedora recebe uma bolinha dourada, a equipe que ficou em segundo lugar uma prateada e assim por diante (dourada vale 5 pontos, prateada 3 e azul 1 por exemplo). Cada uma delas tem valores e no final da gincana se faz uma contação destes pontos para eleger o grande vencedor.
Você precisará de:
-bexigas
– água
– fita crepe ou giz para demarcar o chão (se necessário)
O jogo tem o mesmo princípio da queimada mas em vez de ser com uma bola é uma bexiga com água dentro que deve ser jogada de um lado para o outro da quadra .
A turma deve ser dividida em duas equipes que ficam de lados opostos da quadra, dividida por uma linha . A bexiga deve ser jogada contra o time adversário e se bater em alguém este deve ir para a área do molhados (mesmo se não molhar, simplesmente por bater) que fica atrás do time adversário (também separado por uma linha). Quem está nessa área continua jogando pois o ataque pode ser feito dos dois lados do adversário .A mão e a cabeça são livres, ou seja, não exclui a pessoa do jogo se a bola for atingida na região . Se a bexiga atingir o chão antes de bater em alguém o ponto será perdido.
DICA: é interessante ter várias bexigas já preparadas em um balde, mais ou menos uma por criança . Elas poderão encher para ser mais divertido!

Litro difícil

Você precisará de:
– 2 a 4 garrafas PET (uma por equipe)
– copos de plástico descartáveis no número de crianças
– água
– balde
– copo de medidas de litro
Com a sala dividida em duas turmas, estas serão colocadas em duas filas atrás de uma linha . Mais ou menos com a distância de 1,5 metro dos alunos colocar uma garrafa pet na frente de cada fila . Cada aluno terá em mãos um copo descartável pequeno e na frente de cada fila um balde de água . A criança deve encher este copo e ir até a garrafa e enchê-la com o copo com uma distância da boca da garrafa de pelo menos meio metro.
Este jogo pode ser feito de 3 maneiras, se encaixando com a faixa etária de suas crianças e com o tempo que você tem disponível para atividade.
O time que acabar de encher a garrafa primeiro ou em determinado tempo quem encher mais ganha o jogo ou ainda as crianças devem calcular quando se aproximarem de 1 litro e sentarem levantando a mão. Com um frasco de cozinha com medidas o educador vê quem se aproximou mais de 1(um) litro.

Batalha naval

Você precisará de:
– uma lona ou plástico ou outro material (3,0m X 2,0m)
– barbante para pregar a lona
– fita crepe ou giz para demarcar o chão
– balde com água ou uma mangueira
Conforme o desenho um time ficará de um lado e o outro do outro lado da lona . A criança deve chutar um quadrado, exemplo: C4 se tiver ocupado por um participante adversário, este sai do jogo se estiver desocupado é água então todo o time que deu este chute leva água ( um balde de água ou com uma mangueira lançado através do time)
O educador se preocupa com as regras, em dizer se o quadrado está ocupado ou não.Um membro de cada equipe deve ficar de atirador de água e este fica do lado adversário para lançar a água quando este errar. O time vencedor é o que eliminar a equipe adversária primeiro.

Pesca na bacia

Você precisará de:
– balde com água
– bolas de pingue-pongue, frutas ou balas no número de crianças
Coloque os dois times em fila e aproximadamente 1,5 metro de distância deles um balde com água .
Dentro deste balde coloque tantas bolas de pingue-pongue quanto for o número de crianças de uma equipe ( você pode utilizar também de frutas como morango ou de balas desembaladas para serem pescadas em vez da bola)
Cada criança tem uma colher descartável e com esta na boca, uma de cada vez, vai até a bacia e tenta pescar a bola com a colher na boca .
O time que acabar primeiro é o vencedor.

Cidade ambiental

Preparação:
1 – Em uma quadra ou em área equivalente faz-se diversos círculos de giz com o diâmetro de 40 a 50 cm. Para que o jogo seja bem divertido seria interessante Ter um número de círculos correspondente ao dobro de alunos. Estes desenho são aleatórios a única exigência é que seja possível de ser alcançado em um só pulo com os dois pés de um círculo para o outro.
2 – Preparam-se desenhos de material reciclável em quantidade de aproximadamente 2/aluno (podem ser figurinhas ou recortes de revistas)
3 – Em uma das extremidades da quadra traça-se um quadrado de cerca de 2 m de lado, será a cidade ambiental
4 – Cortam-se tiras de papel crepom que deverão ser afixada com fita adesiva no braço dos alunos. Serão as vidas e cada aluno receberá uma.
5 – Os alunos ficam espalhados em volta de toda a quadra e o objetivo do jogo é chegar à cidade ambiental com o maior número de material reciclável.
Desenrolar: Dado o sinal de início os alunos correm de forma aleatória para um dos círculos, mas para se locomoverem devem pular de um círculo para o outro com os dois pés.
Quando dois alunos ocuparem o mesmo círculo eles poderão disputar entre si o material reciclável. Esta disputa se dará jogando Jun Quen Pó ou par ou ímpar. Os alunos poderão combinar livremente de se encontrarem em um dos círculos.
Quem ganhar fica com a vida do outro, ou seja retira a tira de papel crepom. Aquele que perdeu a vida não poderá jogar assim deverá ir até o Centro ambiental (uma das extremidades da quadra) se recuperar. Receberá nova vida e continuará a jogar alcançando um novo círculo em uma das extremidades da quadra. Quem ganhou também deverá trocar sua fita, no Centro ambiental) por um material reciclável, mas não precisará ir imediatamente, ele poderá juntar e trocar todos de uma vez.
O jogo terminará em um período previamente estipulado (dez a quinze minutos) e vencerá quem estiver na cidade ambiental com o maior número de materiais recicláveis, assim os alunos deverão calcular o tempo para decidirem se ficam jogando mais tempo, quando deverão trocar e quando deverão se dirigir à cidade esperando pelo final.

Corrida com a bola
A turma é dividida em duas equipes, que formarão uma fileira, e diante de cada fileira ficará um cesto ou um recipiente qualquer para que as bolas sejam colocadas, na distância especificada pelo professor.
Cada equipe recebe um número de bolas também designadas pelo professor. Se esse número for maior que a quantidade de criança, a criança após participar da brincadeira corre retornando para o final da sua fila.
A primeira criança de cada fileira terá uma bola nas mãos e, ao sinal do professor, deverá correndo, levar a bola até o seu cesto correspondente. Ganha o grupo que terminar prime

Corrida de animais

Um cartão em que está escrito o nome de um animal é distribuído para cada aluno, que não deve mostrá-lo a ninguém.
O nome de cada animal é repetido nos cartões conforme o número de componentes que se queira em cada grupo. Depois que todos os alunos estiverem com o seu cartão, pede-se que andem pela quadra, procurando seus iguais. Ao se aproximar de um companheiro, o aluno imitará o som do seu animal para verificar se é o mesmo do colega. Se for, eles permanecem juntos e procuram os outros. Quando todos se encontrarem, os grupos estarão formados.

Guerra de bolas

Divide-se a turma em duas equipes, cada equipe irá ocupar uma metade da quadra. Cada aluno terá nas mãos uma bola de papel, ao sinal começarão a lançar as bolas de papel na quadra adversária, juntando as que estão na sua quadra enviando novamente para o outro lado. Terminado o tempo, o professor dará um sinal e os alunos, ficarão posicionados na linha de fundo da sua quadra, esperando que o professor conte quantas bolas tem em cada quadra. Ganhará a equipe que tiver menos bolas em sua quadra.

Elefantinho colorido

Azul, vermelho, verde, amarelo… Qualquer objeto com essas cores se transforma em pique.
A atividade exige atenção e agilidade para correr e não ser pego.
– IDADE A partir de 4 anos.
– LOCAL Ambiente espaçoso e colorido.
– PARTICIPANTES: No mínimo três.
-COMO BRINCAR: Uma criança é escolhida para comandar. Ela fica na frente das demais e diz: “Elefantinho colorido!” O grupo responde: “Que cor?” O comandante escolhe uma cor e os demais saem correndo para tocar em algo que tenha aquela tonalidade.
Vale se a cor pedida estiver na roupa de alguém na roupa.Se o pegador encostar em uma criança antes de ela chegar à cor, é capturada. O comandante tem de escolher uma cor que não está num local de fácil acesso para dificultar o trabalho dos demais.
Vence a brincadeira quem ficar por último.

Jogo dos rótulos

Um é exibido, outro é engraçado. Será mesmo possível classificar os colegas assim?
_IDADE A partir de 7 anos.
_O QUE DESENVOLVE Trabalho em grupo.
_MATERIAL Rótulos (feitos pelo professor) e fita adesiva.
_ORGANIZAÇÃO As crianças andam livremente pela classe.
_COMO BRINCAR Os alunos se organizam em roda e fecham os olhos. Enquanto isso, você fixa um rótulo na testa de cada um (Sou surdo. Grite! / Sou engraçado. Sorria. / Sou indeciso. Diga-me o que fazer. / Sou poderoso. Respeite-me. / Sei tudo. Pergunte-me. / Sou antipático. Evite-me.). Ao seu sinal, eles abrem os olhos e começam a andar pela sala. Quando encontram um colega, lêem (mas não dizem) o que está escrito em sua testa e agem de acordo com as instruções. Por exemplo, se a criança lê “Sou prepotente. Tenha medo!”, ela deve expressar receio e fugir desse colega. Depois de um tempo, quando todos olharam os rótulos dos colegas, formam uma nova roda. Pergunte se cada aluno descobriu o que estava escrito em sua testa. Em seguida, eles conferem se acertaram. Incentive cada um a contar como se sentiu e, depois, peça às crianças para comparar a experiência que viveram com situações reais. Pergunte se elas costumam “rotular” os colegas ou acham que são rotuladas

BRINCADEIRAS INTERNAS – em classe

Fui à feira

Idade: a partir de 5 anos
Participantes: 2 ou mais

Regra:
Um jogador diz em voz alta: Fui a feira e comprei.. por exemplo ”maçã”. O jogador seguinte repete a frase do primeiro acrescentando outra mercadoria comprada por exemplo:” batata”, o terceiro jogador repete as mercadorias que os jogadores anteriores disseram e acrescenta mais uma, ganha quem não repetir mercadoria e lembrar todas que foram faladas.

Boca de forno

Primeiro uma pessoa é eleita como “o senhor” , esta pessoa irá dar as ordens na brincadeira ,os demais participantes terão apenas que cumprir suas ordens. A ordem consiste em achar um determinado objeto, caso a criança não consiga encontrar e trazer o objeto pedido ela é obrigada a pagar uma prenda que pode ser cantar ou dançar uma musica, imitar um bicho ou qualquer outra coisa.
Senhor: Boca de forno
Crianças: Forno!
Senhor: Faz o que eu mandar?
Crianças: Faço
Senhor: Se não fizer?
Crianças: Toma bolo.
Então o Senhor manda que as crianças peguem um objeto.

De Havana veio um barco.

Um jogador diz em voz alta: “De Havana veio um barco carregado de…” e acrescenta o nome de um produto que pode ser transportado por barco. Exemplo: laranja.
O jogador seguinte deve dizer o nome de outra mercadoria que comece com a mesma letra que a primeira, por exemplo: “De Havana veio um barco carregado de lápis”.
Quando um jogador não conseguir lembrar de algum produto que não foi falado será eliminado.
Depois que alguém for eliminado o jogador que ficou por ultimo começa o jogo com outra letra.

Laranja na cesta
Material: 4 arvores feitas em EVA ou cartolina verde e preto ou marrom (para o tronco) 1 dado( pode ser confeccionado em Bisquit ou papel) 40 laranjinhas( feitas em EVA laranja, massinha ou papel crepom) Uma cestinha
Participantes: até 4 jogadores de cada vez
Todos colocam as laranjas em suas árvores.
Um jogador inicia a partida
De acordo com o numero indicado pelo dado o jogador retira as laranjas da sua árvore e coloca dentro da sua cestinha
O jogo continua até que um dos participantes encha primeiro a sua cestinha
Vence o jogador que colher primeiro todas as duas 10 laranjas
No final, a retirada das últimas laranjas só poderá ser feita com o número exato apontado pelo dado.
Objetivo do jogo:

Estimular a construção de números de 0 a 10 e a contagem feita um a um utilizando o dado.
Conceito de esvaziamento, relacionado a operação de retirar. Promove interação do grupo.
A partir de 5 anos.

Bingo do nome
Material : papeis, cartolina, caixa e caneta.
Escreva na cartolina as letras do alfabeto, recorte e coloque na caixa.
Entregue um pedaço de papel a cada aluno e peça para que cada um coloque seu nome.
Chamar as letras e começar a brincadeira.
Marcar as letras sorteadas que tiver na sua cartela.
Ganha o aluno que marcar as letras sorteadas primeiro.
Através da dinâmica o aluno compreende as letras do alfabeto.

Passarela do saber

Objetivos: vivenciar os conhecimentos adquiridos em sala de aula de forma lúdica e divertida, e auxiliar a assimilação de conteúdos .
Materiais: passarela construída em emborrachado, um dado, cartões com perguntas.
disposição: quatro equipes colocadas nos quatro cantos de um salão e a passarela montada no centro.
Desenvolvimento: por sorteio define-se em que ordem as equipes jogam o dado. Ao jogá-lo a equipe deverá colocar o peão na peça correspondente ao número sorteado. O mediador de posse do cartão ler a pergunta, se a equipe acertar a resposta, passa a ocupar esta peça com o peão e passa a vez para a outra equipe.
Se errar volta o peão ao início . Vencerá , a equipe que atravessar a passarela primeiro.

Quatro cores

O azul não se encosta ao azul, o verde não se encosta ao verde. Com esse jogo, a turma aprende a planejar e a corrigir.
– IDADE: A partir de quatro anos.
– O QUE DESENVOLVE: Capacidade de planejamento e de análise de erros e coordenação motora.
– COMO FAZER: Em uma folha de papel, faça o contorno de uma figura qualquer – um objeto, um animal ou uma forma geométrica. Divida-a aleatoriamente. Para os pequenos de quatro a seis anos e para os iniciantes de 7 a 10, faça até dez subdivisões para não dificultar muito. Quando sentir que os alunos maiores já dominam a atividade, aumente as subdivisões ou deixe que criem as próprias figuras.
– COMO JOGAR O jogo é individual. Cada aluno recebe quatro canetas hidrocor ou lápis de cores diferentes e a folha com a figura desenhada. Os pequenos podem trabalhar com giz de cera grosso, pintura a dedo e colagem de papéis ou de tecidos. O objetivo é colorir a figura usando as quatro cores sem deixar regiões vizinhas da mesma cor. Áreas limitadas pelo vértice podem ter tonalidades iguais. Se a criança não conseguir completar a figura, dê a ela a oportunidade de repintar algumas áreas.
– VARIAÇÃO É possível trabalhar em duplas. As crianças têm de encontrar juntas uma solução para o desafio.

Ursinho

O que a criança fizer com o bichinho de pelúcia terá de fazer com o colega
– IDADE: A partir de cinco anos.
– O QUE DESENVOLVE: Socialização e afeto.
– MATERIAL: Um ursinho de pelúcia.
– ORGANIZAÇÃO Professor e alunos ficam em pé, em círculo.
– COMO BRINCAR O ursinho passa de mão em mão. Cada criança deve fazer alguma coisa com ele. Por exemplo: beijar, abraçar, fazer cócegas. Não vale repetir nem agredir. Assim que todos terminarem, explique que cada um terá de fazer o que fez com o ursinho com o colega da direita. Se um aluno jogou o ursinho para cima, apenas simula fazer o pode ser incrementada se cada grupo receber uma tarefa. Por exemplo: “Os que estão de camiseta branca devem colocar sobre a minha mesa uma agenda de telefones”. Essa brincadeira também pode ser feita para determinar a formação de grupos para trabalhos escolares. A atividade dura enquanto a turma tiver interesse.

CONFECÇÃO DE BRINQUEDOS





Referências

http://www.kadike.com.br
http://www.editorainformal.com.br
http://www.qdivertido.com.br
http://www.interney.net/?p=9753075

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