Datas Comemorativas – PÁSCOA

Colaboração da Informal Educação Educativa

Dominó humano

O jogo irá trabalhar com dois conjuntos de desenhos preparados da seguinte forma:

Recortar as figuras abaixo sempre em quantidade igual a metade dos jogadores. Cortar cada figura ao meio. Preparar outro conjunto da mesma forma, com o mesmo número e as mesmas figuras.

A classe deverá ser dividida em duas equipes, cada equipe irá trabalhar com um dos conjuntos descritos acima. Distribuir a cada aluno duas metades diferentes de cartões. Pede-se às crianças que segurem um pedaço em cada uma das mãos.

Desenrolar: As crianças de cada equipe deverão se unir ao companheiro que possui o cartão que completa a figura de uma de suas mãos.Assim ele fará par com um companheiro na sua direita e com outro companheiro na sua esquerda. Como estes companheiros também poderão encontrar outros que possuem as metades de sua figura. Se formará uma corrente com a mesma analogia que o jogo do dominó.

Dá-se 10 minutos de tempo para a formação e vence a equipe que conseguir fazer a fileira mais comprida. No caso de crianças maiores, vence a equipe que terminar primeiro usando todos os companheiros.

FIGURAS




Pescaria de Páscoa

Utilizar as mesmas figuras acima.

Preparação: Amarrar na colher de madeira um metro de barbante grosso. Na ponta amarra-se um pedaço de lâmina imantada (aquelas usadas para imã de geladeira) cerca de 10 cm de comprimento.

Faz-se quatro colheres iguais.

Recorta-se os desenhos apresentados acima e cola-se no verso de cada um deles um clip de papel. Distribuem-se os desenho por todo o pátio ou pela classe. Alguns deverão estar um pouco escondido exigindo um pouco de esforço ou estratégia.

Dividem-se os alunos em quatro grupos diferentes que deverão ficar em forma de revezamento atrás de uma linha de partida.

Para a primeira criança de cada fileira dá-se uma colher.

Desenrolar: Ao sinal de início a primeira criança de cada equipe pega a sua colher e sai correndo tentando “pescar” uma figura dentre todas que estão espalhadas pelo pátio. Uma vez conseguindo ela volta passa a colher para o segundo elemento de sua equipe que deverá estar esperando atrás da linha de partida. Este, por sua vez, sai correndo e repete os atos do primeiro, ou seja, pescar uma das peças. E assim sucessivamente.

O jogo poderá terminar quando todos os elementos de cada equipe tiverem participado, vencendo a equipe que terminou primeiro.

Para crianças maiores, pode-se dificultar o jogo da seguinte forma:

Atribuem-se pontos ás figuras, por exemplo: O coelho poderá valer 5 pontos, o carneiro valer 3, o pintinho 2 e o ovo 1. Vencerá a equipe que tiver somado maior número de pontos em determinado tempo.

Pode-se pedir para que as equipes formem um determinado número, por exemplo: 25. Assim as equipes deverão não só ter agilidade mas, também, usar a astúcia.

Outra variação é usar as figuras cortadas ao meio (como ensinado para o jogo anterior) e colocar os clipes em cada uma das metades. As metades complementares deverão ser distribuídas aos alunos. Estes deverão, em forma de revezamento, correr e “pescar” a metade correspondente à sua figura.

Passeio dos bichinhos da Páscoa

Preparação: Abaixo encontram-se as as silhuetas de um coelho, um pintinho, uma ovelha e um ovo.

Fazer as figuras em papéis cartão de quatro cores diferentes, faz-se tantas jogos quantos forem os alunos da classe. Recortam-se as figuras.

Distribui-se os recortes um para cada criança pedindo que ela coloque-o no seu bolso ou em outro lugar que não fique visível para o seu companheiro.

Desenrolar: O professor fará as solicitações e as crianças deverão se agrupar conforme os cartões que possuírem, por exemplo:

Peço que venham até aqui todos os coelhos de mãos dadas. Todas as crianças que possuírem os cartões de coelhos deverão correr até o coordenador do jogo.

Cada criança que acertar ganhará um ponto que poderá ser representado por uma bala, uma continha de colar, um macarrão pintado, um ovinho de chocolate, etc.

Outro exemplo:

Peço que venha até aqui todos os animais vermelhos! (deverão correr os coelhos, os pintinhos e os carneiros, mas não os ovos)

Pode-se fazer, também de forma competitiva:

Quero ver quem chega primeiro: os coelhos verdes ou os pintinhos azuis! Neste caso o coordenador do jogo deverá saber quantos jogadores tem de cada espécie a fim de poder verificar quem chegou primeiro de forma completa.

Fazendo contas com os coelhinhos

Preparação: Corta-se as silhuetas acima em dois papéis de cores diferentes.Em um dos lados escreve-se os números 0 a 9 em cada uma das peças. No final deverá haver dois conjuntos numerados igualmente, não há necessidade porém de que o mesmo número esteja na mesma figura, por exemplo: em um conjunto de cor rosa o nº 3 poderá estar em um carneirinho e no outro conjunto, de cor verde, por exemplo, o nº 3 poderá estar em um pintinho.

Dá-se um recorte para cada criança.

Desenrolar: Para crianças pequenas o jogo pode-se constituir em encontrar o número igual ao seu. Depois que todas as crianças encontrarem o seu par elas poderão se apresentar da seguinte forma:

O carneirinho de número 3 encontrou seu amiguinho que é um pintinho!

As crianças também poderão fazer filas de 0 a 9 e depois se apresentarem:

Nº 1 – ovo rosa

Nº 2 – coelho verde

Nº 3 – carneirinho verde

Ou,pode-se fazer uma competição vendo quem forma a fila primeiro: se a equipe das figuras da cor rosa ou a equipe das figuras da cor verde.

Para crianças maiores pode-se pedir que façam filas separadas por categoria, assim poderemos ter:

Carneiros: o nº 1, o nº 5 , o nº 7 e o nº 9, por exemplo.

Se quiser fazer o jogo competitivo pede-se montar dois times, cada um com uma cor, para que se formem em ordem crescente, por categoria. Vence o time que terminar primeiro usando todas as silhuetas.

Para crianças maiores pode-se pedir que respondam algumas continhas:

– Quem representa 2 + 2?

As crianças que tiverem a silhueta com o número quatro responderão: O carneirinho verde. Também o pintinho rosa, e assim por diante.

Para tornar mais difícil pode-se definir que os cartões verdes representam a dezena e os rosa a unidade, assim se o coordenador pedir:

Quanto é 6 x 6:

Formarão pares com o cartão verde que possui o número 3 (dezena) e a que possui o cartão rosa com o número 6 (unidade) respondendo:

– O carneirinho verde e o ovo rosa!


JOGOS DE EQUIPES


CORRIDA DO NARIZ

Preparação: Divide-se o grupo em times que contenham quatro a cinco crianças cada um. Coloca-se as crianças de cada time em fileira atrás de uma linha de partida. Na frente de cada time deverá haver um ovinho de chocolate para cada criança e distante cerca de 4m um círculo de giz de cerca de 50 cm de diâmeto.

Desenrolar: Iniciando o jogo o primeiro aluno de cada fileira sai e deverá mover um dos ovinhos até o interior do círculo tocando-o com o nariz. Vence a equipe que terminar primeiro com todos os seus ovinhos no interior do círculo.


Caçada de ovos

Preparação: Pinta-se 15 ovos comuns de várias cores, apenas de um lado (com guache será mais apropriado pois ficará mais vivo). E esconde-se em diversos lugares com a face pintada virada para baixo.

Desenrolar: As crianças terão quinze minutos para procurar os ovos sem tirá-los do lugar. Nesta fase trabalharão individualmente. Após isso, dá-se papel e caneta e forma-se equipes de quatro a cinco alunos. Os grupos terão quinze minutos para enumerar onde estava escondido cada ovo e de que cor ele era. Terminado isso, o orientador caminhará com as crianças que indicarão onde cada um dos ovos se encontra. Em cada caso se observará de que cor é o ovo e a equipe que acertou a localização e a cor ganhará um ponto. Vence a quem fizer mais pontos.


OS OVOS DO VIZINHO

Preparação: Dividir as crianças em dois time. Delimitar o campo e traçar uma linha ao meio. Cada equipe ocupará um dos lados. No centro de cada campo desenhar um círculo de cerca de 1 m de diâmetro. Dentro colocar quatro ovos para cada time (4 ovos é uma boa quantidade para de 10 a 12 jogadores. Existindo mais, eles deverão ser proporcionalmente aumentados).

Desenrolar: As crianças deverão ir até o campo do adversário e lá pegar os ovos para colocá-los no círculo do seu campo. Os ovos deverão ser transportados um de cada vez.
Quando um dos jogadores estiver transportando o ovo e for tocado por seu adversário, deverá ficar parado no local até que seja “libertado” pelo toque de um companheiro de seu time.
Quando um jogador estiver dentro do círculo, seja de que campo for, ele não poderá ser tocado.
Vence quem conseguir transportar seus ovos primeiro.


HOP, HOP, COELHINHO

Preparação: As crianças devem se posicionar em círculo e um dos jogadores é escolhido para iniciar o jogo.

Desenrolar: O jogador escolhido andará em volta do círculo batendo nas costa de cada um dos seus componentes dizendo, à cada batida, a palavra “hop”. Irá proseguindo assim até que escolherá um jogador e quando bater nas suas costas dirá a palavra “coelhinho”.
Neste momento ele sai correndo e o jogador escolhido sai correndo atrás dele. O primeiro jogador estará a salvo se conseguir alcançar o lugar ocupado pelo seu perseguidor antes que este bata nas suas costas dizendo a palavra “hop” .
Se isto acontecer o perseguidor começará novamente o jogo girando em torno do círculo e batendo nas costas de cada elemento dizendo a palavra “hop”.
Caso o perseguidor consiga “pegar” o outro, ele voltará ao seu lugar e a criança “pega” repetirá novamente as açôes para nova rodada do jogo..


ONDE ESTÁ O COELHINHO?

Preparação: Este jogo é ideal para o início do dia quando as crianças chegam separadaemnte.
Coloca-se um coelhinho bem pequeno em um lugar discreto, mas visível.

Desenrolar:À medida que as crianças vão chegando no ambiente pede-se, individualmente, que procure o coelhinho.
Cada uma deverá sair na busca, mas quando achar o coelhinho não deverá dar mostras disso, deverá discretamente sair e contar para o animador do jogo que o encontrou. Procede-se desta forma até que todos tenham encontrado o coelhinho.

Lili estava dormindo quando viu a porta da dispensa se abrir e isto era sempre uma grande emoção para ela.

Esta emoção às vezes era boa e as vezes era ruim. Era sempre boa quando D. Laura vinha colocar coisas na dispensa pois isso sempre significava coisas novas chegando. Algumas eram bem conhecidas e Lili ficava feliz em reencontrar as batatas gorduchas e brincalhonas, as caixas de fósforos cheias de idéias brilhantes. Lili gostava muito dos biscoitos, existiam tantos tipos! As salgadas mais sérias e duronas e as doces mais amigáveis e sorridentes, as de chocolate eram a suas preferidas, um pouco louquinhas, mas de uma loucura gostosa. Esta preferência devia-se ao fato de que seu pintinho só se alimenta de biscoitos, especialmente os de chocolate. Mas o que mais a fascinava eram as novidades: conhecer pessoas novas era excitante, inesperado, as vezes chegavam até produtos que falavam inglês. Está certo que era um custo entendê-los, mas quando aprendiam falar português, quanta novidade!

As emoções tristes aconteciam quando D. Laura vinha buscar as coisas na dispensa para usá-las no almoço ou nos afazeres domésticos. Despedidas são sempre tristes. Se bem que existiam alguns casos nos quais Lili, e todos os outros, ficavam aliviadas, ou até alegres. É quando partiam alguns tipos chatos ou rabugentos.

Lili reconhecia muito bem quando D. Laura vinha colocar novos habitantes na dispensa pois a abertura da porta sempre vinha acompanhada do barulhos de saquinhos de supermercado esfregando-se uns nos outros, ou de rodas de carrinho de feira, estes ruídos também determinavam o tipo de visitante que chegava: o ruído de saquinhos significava que chegariam latas de ervilha, milho, biscoitos e refrigerantes. O barulho de rodinhas indicavam que chegariam os tomates, pepinos, maçãs, bananas cantoras e atléticas cenouras.

Isto porque a entrada de determinado tipo influenciaria muito em como seriam os próximos dias: Quando eram as bananas cantoras já se previa festas e shows, quando entravam as cenouras era indicação que as ginásticas matinas, e os jogos de futebol e basquete estariam em alta. E quando entravam as duas é que Lili gostava! Não haveria espaço para o tédio: era ginástica de manhã, jogos durante o dia e festas de noite. Alegria o tempo todo na dispensa!

Mas naquele dia a novidade foi demais: quando a porta se abriu Dna Laura apareceu andando com mais cuidado do que normalmente, nas suas mãos em concha carregava algo brilhante que delicadamente colocou na prateleira. Mal ela saiu todos correram para ver o que se tratava. Era algo brilhante, com um laço vermelho enorme na cabeça e em formato de ovo.

Alguns não sabiam a identidade do visitante, mas Lili sabia bem tratar-se de um ovo de Páscoa e, se tudo fosse como sempre foi, era de chocolate! Lili relembrou as vezes que acompanhou Flávia na caçada de ovos e como isso a deixava feliz! Mas porque este ano os ovos não teriam sido trazidos pela D. Coelha?

O espanador foi logo falando: – Como você é ingênua bonequinha, esta história de Coelha não existe, quem traz os ovos é, e sempre foi, a D. Laura.

A bonequinha achou que isto era um absurdo mas a discussão foi interrompida pois era hora de cantar a canção de boas vindas ao recém chegado.

Todos se reuniram a sua volta, mas ele estava dormindo, delicadamente Lili tentou acordá-lo mas nada! Lili resolveu começar a cantar sendo seguida por todos, mas bem baixinho porque o ovinho parecia ser quase um nenê e poderia se assustar se eles cantassem muito alto.

Aos poucos ele foi abrindo os olhinhos e eles puderam ver que eram grandes e muito azuis, de um azul que lembrava o céu para quem um dia o tinha visto. A princípio ele olhou para todos assustados, mas aos poucos foi se mostrando mais confiante e até alegre, mas se estava realmente alegre eles não poderiam saber, pois o ovinho não falava. Só movia os olhos de lá para cá, dando expressões de alegria, de tristeza e de interrogação. Um tubo de esparadrapo que lá estava, devido às suas afinidades com a medicina, resolveu examiná-lo, e diagnosticou que o ovinho não falava porque não tinha língua.

Por outro lado, como a bonequinha e o espanador não chegavam a um acordo sobre quem realmente trazia os ovos, a vassoura saiu em busca de entender o que estava se passando, e todos ficaram aguardando o seu retorno. A resposta era simples:
– Como a coelha este ano estava muito atarefada, com medo de não dar conta de todas as entregas, trouxe os ovos com antecedência combinando com D. Laura que só o tiraria de lá no dia da Páscoa.

– Imagine que bobagem, falou o espanador, coelha da Páscoa não existe!

– Existe porque eu já vi, gritou a bonequinha, que não queria contar esta verdade, pois tinha vergonha de um dia, contrariando as ordens de D. Laura, ter espiado pela janela e visto a coelhinha esconder os ovos no jardim.

– Imagine, não existe. E a discussão começou outra vez.

Quando o ovinho fechou de novo os olhinhos, sem ter falado nenhuma palavra, todos resolveram ir dormir também.

No meio da madrugada a porta da dispensa se abriu, e a bonequinha sentou-se imediatamente para ver o que iria acontecer, era estranho, nunca D. Laura aparecia neste hora! Mas em lugar da sombra alta de D. Laura a bonequinha viu uma sombra pequenininha e com duas orelhas pontudas, era a D Coelha. Ela correu para o ovinho, fez alguns movimentos em sua boca e deu um beijinho, partindo apressada. A bonequinha,porém estava na porta e quis saber o que D. Coelha estava fazendo lá. Ela explicou que, na pressa, havia esquecido de colocar a língua no ovinho e tinha voltado para consertar a situação, saindo logo depois apressada.

E as seis horas da manhã todos ficaram sabendo do acontecido! O ovinho acordou balbuciando algumas palavras e, devido a sua alegria em perceber que estava falando, começou a tagarelar sem parar. O ovinho falou, gritou, assobiou, cantou, aprendendo e ensinando muitas canções, e contou muitas histórias sobre a sua vida, explicando com detalhes quem era a D. Coelha e como era a sua toca.

Todos deram muita atenção ao ovinho, cantaram com ele e ouviram as suas histórias, mas quando foram dormir, resolveram, por unanimidade, que era o espanador, que tinha duvidado de suas histórias, quem deveria continuar ouvindo o ovinho tagarela até que ele se cansasse.

Mas ele não cansou, falou, cantou e dançou até o dia em que a Páscoa chegou

Era uma vez, uma família de coelhos que morava em uma distante floresta. Mamãe Coelha, Papai Coelho e seus 20 filhos viviam felizes. No entanto, como nem tudo é perfeito, o 16º filho era um coelhinho que não estava satisfeito com a vida. Constantemente, reclamava de tudo e dizia que gostaria de ir embora daquela floresta.
Mamãe Coelha ficava muito triste e tentava explicar que ele não deveria agir assim.

Os dezenove coelhinhos irmãos que vivam sempre contentes, já estavam cansados dessa história, e comentavam entre si que se o irmão partisse seria melhor, pois acabariam as brigas em casa e, além disso, ele sentiria o quanto é ruim ficar longe de todos os amigos e parentes.

O tempo foi passando e o coelhinho ficando cada vez mais insatisfeito.

A Mamãe Coelha fazia de tudo para agradá-lo: variava a comida, deixava-o fazer tudo o que queria, porém nada estava bom.

Até que numa bela manhã de domingo, em que todos acordaram mais tarde, Mamãe coelha notou a ausência do 16º filho e ficou desesperada. Não sabia o que fazer. A confusão foi geral, cada um dava uma sugestão e não se chegava a um acordo. Então Mamãe coelha tomou a decisão de ir atrás do seu filho. Ninguém concordou, mas ela saiu à procura do Coelhinho Fujão.

Todos que ficaram na floresta não se conformavam com o fato de sua mãe ter ido embora e deixado eles para trás. Pensavam, indignados, que o 16º coelhinho era mais importante que todos eles, e que talvez ele fosse o mais querido. As dúvidas ficaram, e a vida continuou.

Depois de alguns dias Mamãe Coelha chega trazendo seu Coelhinho Fujão. Papai Coelho e seus dezenove filhos os receberam com alegria, porém desejavam uma explicação.

Então Mamãe coelha disse:
– Meus filhos, em primeiro lugar quero dizer que adoro todos vocês igualmente. Não possuo preferências. O que aconteceu foi que o Fujão estava com problemas e eu precisava ajudá-lo ficando ao seu lado. O importante é que o irmão de vocês voltou e decidiu que aqui é o melhor lugar do mundo para se viver.

Naquele mesmo dia foi feita uma grande festa com muita cenoura para comemorar a volta definitiva do Coelhinho Fujão e todos viveram felizes naquela flaqryxoresta.

Magaly Ap. Chiconelli Faria

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