Dicas para o Final de Semana

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Sala Dourada – Um dos ambientes da exposição, que reconstitui uma sala de visitas no período final do século XIX e início do século XX em Itú

II CICLO DE OFICINAS, MUSEOLOGIA E PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Com a missão de preservar e divulgar o patrimônio cultural dos setores energéticos e de saneamento ambiental, a Fundação Patrimônio Histórico da Energia e Saneamento é uma organização da sociedade civil de interesse público (OSCIP) que atua no estado de São Paulo e no Brasil por meio de ações culturais, ambientais e educacionais em favor da democratização do acesso ao patrimônio histórico, do uso responsável dos recursos naturais e do fortalecimento da cidadania.

Com um valioso acervo arquivístico, bibliográfico, museológico e arquitetônico, é uma referência importante para a história paulista e brasileira, sobretudo nos temas relacionados à industrialização e urbanização contemporâneas.

Por meio de suas unidades museológicas em São Paulo, Itu, Jundiaí, Salesópolis e Rio Claro, a Fundação desenvolve uma série de atividades educativas, culturais e de ecoturismo, em projetos que aliam educação patrimonial, ambiental e científico-tecnológica.

Como parte da programação da Semana Nacional de Museus, que comemora o Dia Internacional dos Museus (18/05), a Fundação Energia e Saneamento, através de parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) preparou uma programação especial para o público de instituições culturais em quatro de suas unidades.

Confira: VAGAS LIMITADAS

:: Conservação de Acervos

Local: Museu da Energia de Itu
Datas: 7, 8 e 9 de maio
Horário: das 9h às 17h (com intervalo para almoço)
Endereço: Rua Paula Souza, 669 – Centro – Itu – SP
Telefone: (11) 4022-6832 com Antônio Marcos
itu@fphesp.org.br
Valor da Oficina: R$10,00
Ministrante: Prof.ª Wívian Diniz

Público-alvo: Conservadores e restauradores; agentes e produtores culturais, profissionais que atuam na gestão e na preservação de acervos.

Conteúdo:
• Os museus e suas funções;
• Conceitos de preservação, conservação e restauração;
• Breve histórico da preservação de bens culturais;
• Fatores de degradação: ação humana, condições ambientais, ataques biológicos e reações químicas;
• Documentação e conservação preventiva: elaboração de diagnóstico e plano de conservação;
• Procedimentos técnicos e rotinas de acondicionamento, manuseio, embalagem e transporte. Política de conservação de acervos.

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Galeria de Imagens – Museu da Energia – Núcleo de Itu

CINE PROFESSOR

Fonte: NOVA ESCOLA online

A Sociedade dos Poetas Mortos

Em 1959, na tradicional e conservadora Welton Academy, freqüentada exclusivamente por rapazes, o professor John Keating (Robin Williams) emprega métodos de ensino nada ortodoxos para lecionar Literatura. Seu lema é carpe diem, expressão em latim que significa “aproveite o dia”. E ele não mede esforços para provar aos estudantes que a preparação para a universidade não precisa ser um tormento. Pelo contrário, aprender pode ser um prazer. Keating fala aos pupilos sobre uma confraria secreta, A Sociedade dos Poetas Mortos que dá nome ao filme e cujos membros se reuniriam para a leitura de versos e a discussão de paixões pessoais. Ao ressuscitar esses hábitos, o professor incentiva os jovens a seguir os próprios instintos e decidir seus destinos. Um deles, por exemplo, pretende tornar-se ator de teatro, contrariando a vontade do pai, que o quer na advocacia. Ainda que quase toda a turma goste muito das novidades implementadas pelo mestre como assistir às aulas ao ar livre e arrancar dos livros didáticos as páginas consideradas inúteis ou prepotentes as medidas não agradam à direção da escola, que as proíbe. O filme contrapõe o desejo de liberdade e a alegria de viver aos rígidos códigos de conduta que regem as instituições educacionais mais arcaicas.

Ficha técnica
Título original: Deads Poets Society
Direção: Peter Weir
Elenco: Robin Williams, Robert Sean Leonard, Ethan Hawke e Josh Charles
Roteiro: Tom Schulman
Duração: 128 min.
Ano: 1989
País: EUA
Gênero: drama
Distribuidora: Abril Vídeo

Mentes que brilham

O pequeno gênio retraído

Fred Tate (Adam Hann-Byrd) tem 7 anos, inteligência muito acima da média e sérias dificuldades de relacionamento. Tímido e solitário, o menino se vê afastado do convívio social em parte por causa da superproteção que recebe da mãe, Dede (Jodie Foster). Ela é solteira, trabalha como garçonete e espera que o filho consiga levar uma vida normal. Depois de fracassar ao matriculá-lo em escolas comuns, Dede procura uma entidade especial para crianças superdotadas. Mas a diretora da instituição (Diane Wiest), temendo que Fred desperdice seu potencial com trivialidades, o inscreve na Odisséia da Mente, espécie de olimpíada para pequenos prodígios. Embora apresente um desempenho notável na competição, ele agrava sua condição psicológica. Mentes que Brilham discute, de forma delicada e convincente, o tratamento que se deve dispensar às crianças de QI muito alto.

Mentes que Brilham (Little Man Tate), EUA, 1991, 99 min., drama/suspense, cor, 20/20 Visin. Direção de Jodie Foster. Com Jodie Foster, Harry Connick Jr., Adam Hann-Byrd e Diane Wiest

Meu Mestre, Minha Vida
De volta à velha sala de aula

Vinte anos após sua demissão, um professor que virou atleta famoso (Morgan Freeman) retorna à escola onde deu as primeiras aulas com a missão de educar estudantes violentos e viciados em drogas. A trama de Meu Mestre, Minha Vida baseia-se na história real de Joe Clark, ex-ídolo do beisebol norte-americano.

Meu Mestre, Minha Vida (Lean on Me), EUA, 1989, 109 min., drama, cor, Warner Home Video, tel. (11) 3845-6777. Direção de Jhon G. Avidsen. Com Morgan Freeman, Beverly Todd, Robert Guillaume e Alan North

Morangos Silvestres
Revivendo o próprio passado

A caminho da universidade onde lecionou, um professor aposentado (Victor Sjöström) viaja para receber um título honorífico. No trajeto, um pesadelo o faz recordar episódios de sua longa vida. Morangos Silvestres, contado em flashbacks, não é de fácil entendimento, mas os cinéfilos — como Luiz Carlos Merten, crítico do jornal O Estado de S. Paulo — garantem que vale a pena.

Morangos Silvestres (Smultronstället), Suécia, 1957, 90 min., drama, preto e branco, Cult Filmes, tel. (11) 820-6670. Direção de Ingmar Bergman. Com Victor Sjöström, Ingrid Thulin, Gunnar Björnstrand e Max Von Sydow

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