Dislalia


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Dislalia, a disfunção do Cebolinha

Olhar virtual

Esta semana, o Olhar Vital esclarece um transtorno da fala que ainda é conhecido pelo seu nome antigo: a dislalia. Com o campo da Lingüística, conectada intimamente com a Fonoaudiologia, pesquisas recentes desvendaram a fundo essa dificuldade de aquisição de linguagem da criança. A partir daí, uma nova visão é instaurada e a atenção do diagnóstico volta-se para os critérios de como se adquire os sons da língua para formar o vocabulário.

Como visto, a troca do termo dislalia (do grego dys + lalia = distúrbio articulatório) para desvios fonológicos, não é ocasional. Há cerca de 15 anos, essa disfunção era unicamente associada a um problema articulatório (envolvendo músculos e arcada dentária). Porém, descobriu-se que não é necessariamente sempre assim. Mônica Rocha, professora do curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da UFRJ, explica que “a disfunção está ligada ao processo de aquisição dos grupos de fonemas. Não se explicaria tão somente pela dificuldade articulatória, mas como as crianças elegem o uso de um determinado som na composição de uma determinada palavra. È muito mais um processo lingüístico do que articulatório”.

Os fatores de causa são extensos e variam de acordo com cada criança. Além da competência articulatória, os problemas auditivos, que vão de uma simples otite até os diversos níveis de surdez, não permitem a discriminação correta dos sons o que às vezes faz com que se apreendam os fonemas de maneira distorcida ou incorreta. Isso acontece por que “nós falamos o que escutamos”, salienta Mônica. Crianças com défcits de atenção e atraso no desenvolvimento global podem também estar suscetíveis a sofrerem desvios fonológicos.

– Antigamente, o pensamento era de que a fala errada passava com o tempo. O que acontecia é que as crianças chegavam aos quatro anos com transtornos de expressão verbais bem significativos. Hoje há critérios diferenciados para analisar se a alteração que elas mostram é pertinente com o desenvolvimento delas ou não – esclarece Mônica Rocha.

No desenvolvimento da primeira infância, é natural que a criança troque certos fonemas e fale, por exemplo, “bapo”, ao invés de sapo. Porém, os pais têm que estar sempre atentos desde a emissão das primeiras palavras de seus filhos. Dessa forma, os desvios são detectados e sanados mais cedo. “Se aos dois anos e meio a criança não é capaz de conjugar duas palavras na intenção de uma frase, mesmo que isso esteja longe da estrutura gramatical da Língua, os pais devem ficar alertas. E se aos três anos ela ainda tem dificuldade de expressar-se de maneira satisfatória e clara, e há troca de fonemas, é recomendável a avaliação de um fonodiólogo”, aconselha a professora.

Durante a alfabetização, a criança pode ou não levar o seu desvio oral para a grafia. Mônica Rocha alerta que o desvio fonológico não é pré-condição de uma alteração de leitura e escrita, embora não seja aconselhável chegar nessa fase escolar com o padrão de linguagem fora do normal.

A terapia fonoaudiológica é recomendável quando o desvio persiste e está muito fora do padrão lingüístico. No tratamento não se realizam somente exercícios articulatórios, mas também a interação da criança com a linguagem, através de cantigas, jogos de rima, brincadeiras lúdicas e educativas. O objetivo principal é que o pequeno paciente tenha a consciência fonológica e a organização vocabular.

Para os pais que desejam um acompanhamento para seus filhos, o Instituto de Neurologia Deolindo Couto da UFRJ disponibiliza, às segundas e quartas, de 8h às 17h, um Ambulatório de Desvios Fonológicos. Mônica Rocha, que coordena o serviço, é uma das especialistas no assunto.
Isabella Bonisolo

DISLALIA

Saúde

Dislalia é a má formação da articulação de fonemas, dos sons da fala. Não é um problema de ordem neurológica, mas de ordem funcional, referente à forma como estes sons são emitidos”, explica a fonoaudióloga Rosane Paiva. Segundo ela, este som alterado pode se manifestar de diversas formas, havendo distorções, sons muito próximos mas diferentes do real ; omissão, ato em que se deixa de pronunciar algum fonema da palavra; transposições na ordem de apresentação dos fonemas (dizer mánica em vez de máquina, por exemplo); e, por fim, acréscimos de sons. Estas alterações mais comuns caracterizam uma dislalia.

Rosane explica que a dislalia pode ser fonética, quando o problema se apresenta somente na alteração constante de fonemas mas a criança conhece o significado da palavra, ou fonológica, quando a criança simplesmente não ordena de modo estável os sons de sua fala. Para evitar tais problemas,a Fonoaudiologia deve ser também preventiva: “

A maioria das pessoas ainda não tem o hábito de fazer uma avaliação fonoaudiológica preventiva, nos primeiros anos de vida, como ocorre no que diz respeito à Pediatria. Mas eu penso que se deve estar atento também à saúde da voz, da fala e da audição, e acompanhar este desenvolvimento, principalmente quando se pretende expor a criança a uma aprendizagem formal, na idade certa”- diz Rosane.
Muitos fatores, segundo a fonoaudióloga, podem influir para que dislalias venham a surgir: “crianças que usam a chupeta por muito tempo, ou que mamam na mamadeira por tempo prolongado, ou mesmo aquelas que mamam pouco tempo no peito terminam por alterar as funções de mastigação, respiração e amamentação. Estas crianças podem apresentar um quadro de dislalia”- explica. E ressalta que, embora não se possa dizer que haja uma relação direta, é inegável que tais crianças acabem apresentando flacidez muscular e postura de língua indevida, o que pode ocasionar dislalia. Sendo assim, a dislalia pode ser prevenida por mães bem orientadas durante a amamentação e o pré-natal.

O tratamento da dislalia varia de acordo com a necessidade de cada criança. Em primeiro lugar, é feita uma avaliação após um contato com a família, e faz-se um levantamento histórico da criança para, só depois, iniciar o trabalho com a percepção dos sons que ela não executa. Rosane explica que existem crianças que têm dificuldade de perceber auditivamente os sons. O fonoaudiólogo deve, então, usar recursos corporais e visuais para chegar ao seu objetivo. Outras crianças apresentam línguas hipotônicas (flácidas), o que às vezes chega a ocasionar alterações na arcada dentária. Ou ainda, mostram falhas na pronúncia de certos fonemas devido a postura e respiração deficientes. “Para cada criança, tem-se um procedimento diferente, mas, em geral, o fonoaudiólogo atua, na terapia, sobre a falha e a dificuldade, usando, de preferência, meios lúdicos para ampliar a possibilidade de utilização dos sons, até que a criança se sinta segura”- explica.

Recadinho para os Professores

-Repetir somente a palavra correta para que a criança não fixe a forma errada que acabou de pronunciar.

– É importante que o professor articule bem as palavras, fazendo com que as crianças percebam claramente todos os fonemas.

– Assim que perceber alterações na fala de um aluno, o professor deve evitar criar constrangimentos em sala de aula ou chamar a atenção para o fato. O recomendável é que não se espere muito tempo para avisar a família e procurar um fonoaudiólogo.

– Uma criança que falta às aulas regularmente por problemas de audição, como otites freqüentes, requer maior atenção.

– Os professores devem ser bem -orientados em relação a estes fatores e , para isto, é preciso que haja interação entre eles e os fonoaudiólogos.

– O ato da fala é um ato motor elaborado e, portanto, os professores devem trocar informações com os educadores esportivos e professores de Educação Física, que normalmente observam o desenvolvimento psicomotor das crianças.

– O ideal é que a criança faça uma avaliação fonoaudiológica antes de iniciar a alfabetização, além de exames auditivos e oftalmológicos.

O Jogo do Jardim Zoológico

Michele Adum utiliza bastante uma brincadeira muito comum no universo infantil: o joguinho dos bichos. “Desenvolvo muitas áreas incentivando a criança a ‘montar’ o seu Jardim Zoológico, com bichinhos de plástico e cercados – diz ela. E explica que é possível trabalhar a área afetiva, por exemplo, quando a criança coloca lado a lado os membros de uma ‘família’: touro, vaca e bezerros”.

Segundo ela, é possível trabalhar também níveis de classificação, já que “a criança separa os bichos por tamanho, classes, espécies, cores”. Ou ainda, a coordenação motora – a própria criança monta os cercados e encaixa as cerquinhas – e a organização do pensamento. Até a Matemática é enfocada, pois, com base na classificação, Michele pode abordar conceitos de união, interseção, conter e estar contido. “O Jardim Zoológico é uma excelente ferramenta de avaliação e terapia”, diz ela. A utilização de todo jogo, no entanto, é controlada e sistemática, visando a atingir um objetivo específico.

Dislalia

Fonte?: She.com.br

Até quatro anos de idade é normal erros na linguagem da criança, mas depois desta idade se a criança continuar falando errado pais e professores devem ficar atentos porque a criança pode ter dislalia.

Dislalia é a omissão, substituição, distorção ou acréscimo de sons na palavra falada. A dislalia são falhas de articulação que podem ter origem funcional ou orgânica. Na dislalia de origem funcional a criança não sabe mudar a posição da lingua e dos lábios e na dislalia de origem orgânica podem ser defeitos na arcada dentária, lábio leporino, freio da lingua curto e lingua de tamanho acima do normal.

Tipos de Dislalia:

Omissão – não pronuncia alguns sons – “Omei ao ola”(Tomei coca-cola).

Substituição – troca alguns sons pôr outros – “Telida mamãe”(Querida mamãe).

Acréscimo – Acrescenta mais um som – “Oceano Atelântico”(Oceano Atlântico).

Rotacismo – substitui o r pela letra L – “tleis”(Três).

Gamacismo – omite ou substitui os fonemas k e g pelas letras d e t – “tadeira” (cadeira), “dato”(gato).

Lambdacismo – pronuncia a letra L de maneira defeituosa – “palanta” (planta), “confilito” (conflito).

Sigmatismo – usa de forma errada ou tem dificuldade em pronunciar as letras s e z (às vezes não consegue nem soprar ou assobiar).

Na dislalia funcional é muito freqüente em caçulas, porque eles tendem a conservar as formas de articulação infantis muitas vezes pôr terem uma posição importante na família e não necessitarem de muito esforço para serem compreendidas.

A dislalia funcional pode acontecer com filhos de estrangeiros porque em casa usam uma lingua e na escola a lingua corrente do pais, o que obriga a criança ter ao mesmo tempo dois sistemas de articulação. A dislalia pode interferir no aprendizado da lingua escrita também e podendo também acarretar outros problemas na aprendizagem.

No tratamento da dislalia é importante um trabalho interdiciplicar de profissionais como: fonoaudiologo, psicopedagogo, dentista e psicólogo.
Andréa do Nascimento Preto

Muito treino para falar bem

Fonte: Nova Escola online

Sou diretora de um berçário e notei que uma das crianças, de 3 anos, gagueja e pronuncia as palavras de forma incorreta. Além disso, ela é muito ansiosa e intranqüila. Sei que até os 4 anos é normal que uma criança fale com alguns erros. Mas quero ajudá-la agora, para evitar problemas na alfabetização. Gostaria de conhecer técnicas modernas em fonoaudiologia, como por exemplo softwares para melhorar a fala.
Rita de Cássia Tamborra
Osasco, SP

O período entre os 2,5 e os 5 anos de idade é caracterizado por um intenso desenvolvimento, não só língüístico mas também motor, cognitivo e emocional. Durante essa fase são comuns a gagueira e as trocas ou ausências de sons (fonemas) em certas palavras, problema que vai desaparecendo à medida que a criança amadurece. Sua persistência após os 4 anos de idade, porém, pode ser considerada patológica e merece avaliação específica de um fonoaudiólogo.

Por enquanto, não esqueça que o processo de desenvolvimento da fala faz parte de um processo maior, que é o de aquisição da linguagem. Nele atuam não só as condições físicas do aparelho vocal mas também aspectos ambientais e afetivos que fazem parte da vida da menina ou do menino. Para avaliar o aluno dentro dessa perspectiva global, procure conhecer sua história de vida, avalie sua saúde geral, observe como ele dorme e se alimenta, como são seus contatos sociais e como ele brinca. Caso perceba problemas em algum desses setores, aconselhe os pais a consultarem um médico e/ou um psicólogo.

Outra coisa: para aprender a falar, a criança precisa ter uma perfeita percepção dos sons. Muitas crianças falam “errado” porque não conseguem distinguir os sons e ruídos gerados no ambiente ao seu redor.

Certas atividades lúdicas relacionadas à estimulação auditiva, com tarefas de atenção, discriminação e memorização de sons desenvolvidas na escola, podem ajudar a corrigir essa falha, sendo úteis também para o restante da classe. Por exemplo: ouvir uma poesia curta e repetir os versos; aprender a cantar uma ou mais estrofes de uma música conhecida; distinguir entre vários sons gravados; fazer ruídos que exercitem os órgãos encarregados da fala (lábios, língua e bochechas).

Ao mesmo tempo, oriente os professores para não criticar ou completar a fala do pequeno, evitando também demonstrar ansiedade ou pressa diante de suas tentativas para articular as palavras. Se a criança for colocada sob muita pressão, a gagueira ou a troca de fonemas, consideradas normais e passageiras, podem se instalar definitivamente. Por outro lado, mudanças no padrão de relacionamento dos adultos com ela podem levar à melhora dos distúrbios por diminuir a presença de fatores estressantes.

Se, apesar de todos os esforços, as dificuldades de fala persistirem, é hora de procurar um profissional competente, pois o aluno pode estar sofrendo de dislalia, que é a troca do “r” pelo “l” (fala do Cebolinha), ou de disartria, um distúrbio nos centros nervosos relacionados à fala.

Em tempo: desconheço a existência de softwares que ajudem na elaboração da fala.

51 thoughts on “Dislalia

  1. Olá Gisele, tudo bem

    Agradeço muito o seu comentário e os apontamentos que fez.
    Gostaria de lhe pedir que pontuasse com mais rigor e mais bem fundamentadas suas afirmações para que eu possa entrar em contato com a fonte de onde peguei estas informações que é a Associação Brasileira de Dislexia. Confesso que não tenho expertise neste assunto, porém sou muito rigorosa com a origem dos conteúdos que disponibilizo em meu blog. Acredito que a Associação Brasileira de Dislexia também não tenha se atentado a estes enganos. Assim sendo, fico no aguardo do seu retorno e por enquanto não vou publicar o seu comentário. Tão logo estas pendências sejam solucionadas eu o coloco já com o resultado no ar.
    Desde já agradeço sua atenção e disponibilidade.
    abraços

  2. Adorei as informações obtidas , pois minha filha tem dislalia e fico muito angustiada e ansiosa por ela ,sei que é dificil até se relacionar com as crianças da mesma idade que não entendem. Fico na esperança de que ela vai concerteza superar essa dificuldade que se encontra hoje.

    Cybele Reply:

    Olá Daniele, tudo bem?

    Obrigada pelo carinho do seu comentário. Não fique angustiada pois com o seu empenho ela se sentirá segura e superará.
    Volte sempre!
    Com cairnho

  3. Olá, gostaria de pedir “socorro”. Sou professora da EJA, e tenho um aluno que acredito eu, tem dislalia, porque ele escreve como fala. Estou sem saber o que fazer, já falei com a coordenadora que disse que eu devia fazer uma avaliação diferenciada para ele. Ele tem 22 anos, e pelo jeito o problema se arrasta. Me disseram para fazer uma prova oral com ele, mas eu não entendo nem o que ele fala.

    Cybele Reply:

    Olá Dayane, tudo bem?

    Esta é uma situação que você não deve enfrentar sozinha. Sugiro que você o oriente para ser avaliado por uma Fonoaudióloga, pois somente ela poderá avaliar o que realmente acontece com seu aluno. O que você não pode é justamente deixar de ajudá-lo. Quando ele tiver o laudo da Fono você deve entrar em contato com ela para que lhe oriente sobre como deve proceder para ajudá-la e ajudá-lo a superar esta ou todas as dificuldades.
    Boa sorte!
    Com carinho

  4. Ele frequenta uma turma de ensino médio, mas não quero ser mais uma professora a empurrá-lo, quero que o direito dele seja aseegurado, o de sair da minha disciplina sabendo alguma coisa.
    Por favor me auxiliem, percebo que todos falam de crianças com esse problema, mas em quando é um adulto, o que fazer?

  5. Apresentei a minha monografia sobre : Distúrbio de Aprendizagem: Um olhar sobre a Dislalia.

    Cybele Reply:

    Olá Ana, tudo bem?

    Parabéns pela conclusão do curso e pela monografia.
    Se quiser compartilhar, pode me enviar que publico aqui no blog, ok!
    abs

  6. Olá, Cybely. Parabéns pelo Blog! Sou professora do 2º ano (Ensino Fundamental I) em uma Instituição particular. Saí em licença maternidade no dia 17 de abril e fazia 1 semana que recebi uma aluna de 8 anos com dislalia ( eu acho), deixei em orientação que fosse melhor observado e recomendei que fosse conversado com a mãe e a possível recomendação a fono, mas voltei da licença e a aluna continua sem o devido tratamento e pior observei que não houve progresso de ensino aprendizagem e me sinto impotente diante de seu problema ainda mais quando conversei com a mãe e a mesma me disse que “esse negócio de encaminhamento de fono é muito complicado” e que iria procurar uma prof. particular…, mas como a colega Daniele, não gostaria de ser mais uma professora a simplesmente avaliá-lá pelo bom desempenho nas disciplinas de ética e cidadania, em seu blog consegui conhecer um pouco da questão, a qual pretendo estudar melhor, mas a verdade é que faltam 2 meses para a finalizaçao do ano letivo preciso de um modelo de encaminhamento a qual pretendo dar a mãe. Portanto gostaria que você, se possível me fornecesse um modelo e algumas dicas de como posso melhor ajudar essa aluna em seu desenvolvimento na fala e na escrita já que a mesma além de não estar alfabetizada (ou melhor silábico com valor as vezes???? porque de repente parece que ela sabe mas é só ela pronunciar a palavra que a reprodução da escrita sai com a linguagem tipo: (Omissão – não pronuncia alguns sons – “Omei ao ola”(Tomei coca-cola).
    Substituição – troca alguns sons pôr outros – “Telida mamãe”(Querida mamãe).
    Acréscimo – Acrescenta mais um som – “Oceano Atelântico”(Oceano Atlântico).
    Rotacismo – substitui o r pela letra L – “tleis”(Três).
    Gamacismo – omite ou substitui os fonemas k e g pelas letras d e t – “tadeira” (cadeira), “dato”(gato).)
    Lambdacismo – pronuncia a letra L de maneira defeituosa – “palanta” (planta), “confilito” (conflito). ………. Impressionantemente ela tem todos esses sintomas. por favor me ajude, gostaria de ajudar essa aluna. Obrigada.
    obs: Não encontrei suporte na instituição, nem direção, nem coodernação.
    Sigmatismo – usa de forma errada ou tem dificuldade em pronunciar as letras s e z (às vezes não consegue nem soprar ou assobiar).

  7. Oi meu nome é Rosana e tenho um filho de 5 anos e ele não pronuncia a letra “r” por exemplo arara é como se ele falasse a a a como posso trabalhar isse problema com ele ou devo procurar um fonoaudiologo.Obrigada.

    Cybele Reply:

    Olá Rosana, tudo bem?

    Sim, é recomendável que você procure um fonoaudiólogo, mesmo porque ele já está iniciando o processo de alfabetização e a omissão da letra “r” dificultará e muito este processo. Faça uma avaliação com este profissional e acredito que em breve ele terá superado esta dificuldade.
    Obrigada por acompanhar o Educa Já!
    Volte sempre!
    abraços

  8. OLÁ CYBELE, TENHO 28 ANOS E A NOVE MESES FAÇO TRATAMENTO PARA DISLALIA, MAIS MEU FONOAUDIÓLOGO É RELAXADO DEMAIS E EU ESTAVA FAZENDO UM TRATAMENTO ERRADO ACREDITA??? (COM UMA ESPÁTULA É PRA SEGURAR A LÍNGUA PRA CIMA, E EU ESTAVA PRESSIONANDO PARA BAIXO E TENTANDO FALAR – KA, KE, KI, KO, KU E GÁ GUÉ GUI GÓ GU, ISSO, COMO SE ESTIVESSE TOSSINDO) AINDA MAIS PELO SUS… MAIS ELE É UM BOM PROFISSIONAL. MEU CASO É OMISSÃO NOS FONEMAS K E G. FALO “ASA” AO INVÉS DE “CASA” E “ATO” AO INVÉS DE “GATO”. ACHO QUE O TRATAMENTO É O CERTO ELE TEM UNS VINTE ANOS DE PROFISSÃO. TAMBÉM LIMPO O CÉU DA BOCA COM A LÍNGUA, ESTALOS, PASSO A LÍNGUA ENTRE OS DENTES E A GENGIVA EM CÍRCULOS E ETC. (MINHA ESCRITA É CORRETA) E ACHO QUE MINHA DISLALIA NÃO É TÃO AGUDA; O K DÁ PRA DISFARÇAR MAIS O G FALO BAIXINHO PRA DISFARÇAR. MAIS JÁ É BEM EVIDENTE PORQUE É “ATO” MESMO INVÉS DE “GATO”. MAIS MESMO COM O PROCEDIMENTO ERRADO MINHA VOZ FICOU MENOS ANASALADA OU ATÉ QUASE LIMPA, FIZ UM TESTE COM UM GRAVADOR DE CELULAR, MAIS A PRONÚNCIA AINDA NÃO SAIU. MAIS SINTO QUE FALO COM MAIS FIRMEZA E “PRA FORA”. E É ISSO QUE QUERO SABER DE VOCÊ. POR QUE MEU FONOAUDIÓLOGO DIZ, ACHO ATÉ POR ÉTICA PROFISSIONAL, É QUE É PRA SAIR, MAIS NÃO DIZ QUE VAI SAIR. OUTRO DIA NO INÍCIO DO TRATAMENTO ELE DISSE QUE DÁ PRA MELHORAR 70%, MAIS DISSE QUE PODE CHEGAR AOS 100%, OU SEJA CURA TOTAL. ENTÃO CYBELE, TEM CURA COM OS MEUS 28 ANOS??? ISSO É MUITO IMPORTANTE PARA MIM, É MINHA FELICIDADE. ALÉM DE DISLÁLICO SOU GAGO, MAIS ISSO, APESAR DE TAMBÉM ME ANGUSTIAR, NÃO É TÃO EVIDENTE. SE EU ESTIVER DE BEM COM A VIDA GAGUEIJO POUCO, É UM PROBLEMA QUE TENHO NA FALA, SIM, MAIS TAMBÉM UM POUCO PSICOLÓGICO. FAÇO TRATAMENTO TAMBÉM PRA GAGUEIRA. MAIS SE CURAR MINHA DISLALIA, ACHO QUE FICAREI TÃO FELIZ, QUE NEM GAGUEJAREI MAIS…(RSRS). ME RESPONDA POR FAVOR. DESDE DE JÁ SEREI GRATO!!! PODE SER DIRETA: QUE DICA TEM A MIM DIZER, E TENHO CURA MESMO???

    Deus lhe abençoe.

    Cybele Reply:

    Olá José, tudo bem?

    Acredito que você está no caminho certo.
    Não interrompa o tratamento antes de atingir os 100%.
    Se você sentir que não está mais tendo a evolução que deseja com este profissional procure outro, não porque este que você está deixou de ser eficaz, mas porque é bom também mudar de estilo de tratamento. Quando ficamos durante muito tempo com um único profissional acabamos nos acomodando com o estilo dele e passamos a progredir mais lentamente.
    Tenho certeza que em breve você terá superado estes pequenos desajustes.
    Parabéns pelo empenho.
    Boa sorte!
    abraços
    Cybele Meyer

  9. Olá, Cybely. Parabéns pelo Blog! Sou professora do 2º ano (Ensino Fundamental I) em uma Instituição particular. Saí em licença maternidade no dia 17 de abril e fazia 1 semana que recebi uma aluna de 8 anos com dislalia ( eu acho), deixei em orientação que fosse melhor observado e recomendei que fosse conversado com a mãe e a possível recomendação a fono, mas voltei da licença e a aluna continua sem o devido tratamento e pior observei que não houve progresso de ensino aprendizagem e me sinto impotente diante de seu problema ainda mais quando conversei com a mãe e a mesma me disse que “esse negócio de encaminhamento de fono é muito complicado” e que iria procurar uma prof. particular…, mas como a colega Daniele, não gostaria de ser mais uma professora a simplesmente avaliá-lá pelo bom desempenho nas disciplinas de ética e cidadania, em seu blog consegui conhecer um pouco da questão, a qual pretendo estudar melhor, mas a verdade é que faltam 2 meses para a finalizaçao do ano letivo preciso de um modelo de encaminhamento a qual pretendo dar a mãe. Portanto gostaria que você, se possível me fornecesse um modelo e algumas dicas de como posso melhor ajudar essa aluna em seu desenvolvimento na fala e na escrita já que a mesma além de não estar alfabetizada (ou melhor silábico com valor as vezes???? porque de repente parece que ela sabe mas é só ela pronunciar a palavra que a reprodução da escrita sai com a linguagem tipo: (Omissão – não pronuncia alguns sons – “Omei ao ola”(Tomei coca-cola).
    Substituição – troca alguns sons pôr outros – “Telida mamãe”(Querida mamãe).
    Acréscimo – Acrescenta mais um som – “Oceano Atelântico”(Oceano Atlântico).
    Rotacismo – substitui o r pela letra L – “tleis”(Três).
    Gamacismo – omite ou substitui os fonemas k e g pelas letras d e t – “tadeira” (cadeira), “dato”(gato).)
    Lambdacismo – pronuncia a letra L de maneira defeituosa – “palanta” (planta), “confilito” (conflito). ……….
    Sigmatismo – usa de forma errada ou tem dificuldade em pronunciar as letras s e z (às vezes não consegue nem soprar ou assobiar).
    Impressionantemente ela tem todos esses sintomas. por favor me ajude, gostaria de ajudar essa aluna. Obrigada.
    obs: Não encontrei suporte na instituição, nem direção, nem coodernação.

    Cybele Reply:

    Olá Márcia, tudo bem?

    A situação é muito séria. Você, por mais boa vontade que tenha, não pode agir como uma profissional que não estudou para isso. O mais recomendado é sim que a mãe avalie a filha com uma profissional da área. Converse seriamente com a mãe e diga que a cada ano este “problema” irá se acentuar e dificultar e muito o progresso da filha. A fono irá desenvolver um trabalho com a criança e precisará muito da sua ajuda como parceira. Assim que iniciar o tratamento, certamente, a profissional irá entrar em contato com você para lhe orientar sobre como poderá ajudá-la dentro da sua área. O mesmo irá acontecer com a mãe que deverá ser parceira da escola e da fono. Este não é um trabalho que se desenvolva sozinha. Por isso, sugiro que converse seriamente com a coordenadora e que marque uma reunião com a mãe para colocá-la a par desta necessidade premente.
    Boa sorte!
    abraços
    Cybele

  10. Cybele, li o comentário dessa professora Márcia falando do caso de sua aluna. Sou dislálico tbm e hoje vejo que é bem simples o tratamento que em nove meses se eu tivesse até 17 anos ja estava totalmente curado com um tratamento correto…. Quero dizer pra vcs (Dra. cybele e prof marcia) que o tratamento para dislalia é um dos mais simples e rápidos ainda mais com a garotinha com 8 anos. dou 6 meses pra essa menina melhorar 90% e nove para atingir os 100%. Com um fonoaudiólogo até pelo SUS, com um tratamento duas vezes por semana e o exercício que for feito nas sessões sendo feito em casa umas duas vezes de vinte minutos é rapidinho!!! é bom ir o mais rápido possível pq essa garotinha tem que progredir nos estudos e tem que ir logo pq jaja começa sua fase de vaidade. e precisa dizer pea sua mãe de forma bem “rude” que ela poderá se revoltar muito com ela em sua fase adulta, caso não procure um tratamento. e sua vida profissional nem existirá pq ela não conseguirá fazer nada com sua estima no “esgoto”. não pare de insistir professora marcia, NÃO PARE. vc estará fazendo um bem enorme à um ser humano!!! hoje to lutando para superar meus problemas!!!

  11. tenho um filho de 4 anos e 5 meses gagueija muito as veses ate dis que ta sem voz por nao consegui terminar o quer dizer fico preocupada sera que e normal nessa idade por favor me de uma soluçao devo procurar um fono?

    Cybele Reply:

    Olá Regilania, tudo bem?

    Sugiro que você leve seu menino para uma avaliação com uma fono. Quanto antes você procurar ajudá-lo, melhor e mais fácil de superar.
    Sugiro também que você faça com ele bastante exercícios ritmicos, pois a gagueira e um descompasso no ritmo da fala. Procure cantar bastante com ele propondo ações em determinados momentos da música, como no caso do “Escravos de Jó” o qual no final de casa frase você pode propor que ele bata palmas. Depois que ele conseguir realizar sem dificuldades, inclua mais uma ação como bater os pés no “Escra(bate o pé) vos de Jó(bate palma) – Joga(bate o pé) vam o caxangá(bate palma) e assim por diante. Garanto que em breve ele estará ritmado para falar.
    Boa sorte!
    abraços
    Cybele Meyer

  12. Olá Cybele, gostaria de saber: qual o método mais indicado para se alfabetizar uma criança com dislalia, o fônico ou o construtivista? Obrigada!

  13. Oiê! Eu tenho uma princesa com três aninhos e ela não fala a letra ‘R’. É normal? Ela falará assim até quando? Meu marido sempre corrige quando ela fala alguma palavra sem a letra,pode? Socorro!!!!

    Cybele Reply:

    Olá Simone, tudo bem?

    Obrigada pelo carinho de sempre.
    Continuamos juntas em 2013.
    abraços
    Cybele Meyer e Equipe Educa Já!

  14. Gostei muito e tirei varias duvidas obrigada bjs

    Cybele Reply:

    Olá Dayanne, tudo bem?

    Obrigada pelo carinho de sempre.
    Continuamos juntas em 2013.
    abraços
    Cybele Meyer e Equipe Educa Já!

  15. Oi, meu filho tem 4 anos e 9 meses e ainda troca o r por l Como por exemplo Dandara ele fala Dandala, preto é pleto, branco é blanco, carro pronuncia correto, carroça também. Devo procurar uma fona ou ainda é normal.

    Cybele Reply:

    Olá Cristiane, tudo bem?

    Sugiro que você procure sim uma Fonoaudióloga, pois em breve ele iniciará a alfabetização e esta troca de letras na fala influenciará negativamente no processo de alfabetização. O resultado do trabalho da fono é relativamente lento e quanto mais tempo você demorar para iniciar mais prejudicado seu filho ficará.
    abraços e obrigada por acompanhar o Educa Já!
    Equipe Educa Já!

  16. Oi… troco as letras “L” por “G” qndo vou dizer “LULU” falo “GUGU” percebi que não me enquadro em nenhuma das opções citadas. O que vc sujere???

    Grato

  17. Tenho uma filha com 4 anos e 7 meses e ha 8 meses faz fono. Porém desde os 2 anos de idade que a neurologista pediu para ela fazer acompanhamento, pois ela teve atraso motor e começou a falar e a andar com 21 meses. Ela fala demais porem enrola no meio de campo, troca muito o “r” pelo “L” principalmente, e fala picoca aos inves de pipoca por exemplo. Estou pecebendo uma melhora muito grande, mas a fono dela só treina palavras e não passa exercicios com a lingua pq diz que ela é muito nova ainda, gostaria de saber se este é caminho certo, pois me preocupo muito com isto.
    Grata

    Cybele Reply:

    Olá Olivia, tudo bem?

    Obrigada pelo carinho de sempre.
    Continuamos juntas em 2013.
    abraços
    Cybele Meyer e Equipe Educa Já!

  18. minha filha tem quatro anos.ela só troca o r pelo l em palavras em q o R é acompanhado por uma vogal.ex:arara ela pronuncia alala.ja em palavras em que o R é acompanhado por uma consoante ela pronuncia corretamente.ex:branco,preto, brinquedo em fim.mesmo assim devo procurar um tratamento com um fono?aguardo resposta.

  19. Tenho 22 anos e sofro de dislalia por omissão, não pronuncio o C, (Cão) G (Gato) e Q (QualQuer). Moro em Portugal e não tenho conhecimento de nenhum fonoaudiólogo e também não tenho muitas poses financeiras para frequentar um por isso gostaria de saber se seria possível dizer-me alguns exercícios que possa fazer, a fim de melhorar este problema.

    Agradeço-lhe desde já.

  20. Ola,tenho uma filha de 2 anos e 8 meses e percebo q ela n pronuncia bem algumas palavras e fala pouco pra idade dela.Ela ainda n pronuncia frases ,apenas palavras soltas.Tbm troca o M e o N por T ou P ou pronuncia palavras comendo as consoantes.Moro no Japao e ela escuta os dois idiomas.Assisti programacao infantil japonesa e tbm dvd’s infantis brasileiros.Moramos eu,meu marido minha filha de 2 anos e 8 meses e meu filho de 3 meses.Onde moro ha poucos brasileiros e no dia a dia minha filha tem pouco contato com outras pessoas.Aos finais de semana as vzs encontro amigas com filhos pequenos e eles brincam juntos mas numa frequencia muito pequena.Quando tenho compromissos q n posso leva-la,deixo ela numa creche japonesa,mas tbm eh bem raro.Nao sei se isso interfere mas achei q fosse importante explicar esses detalhes.Ela entende tudo o q falamos,responde a maneira dela,eh bem ativa,sorridente,esperta,aprende facil as coisas e brincadeiras.Minha preocupacao em leva-la a um fono aqui no Japao eh por ela falar e entender mais o portugues e o medico japones n conseguir avalia-la.Isso eh possivel?Ou existe outras formas de avalia-la sem ele precisar escutar ela pronunciar as palavras?
    Aguardo anciosa uma resposta pois tenho grande preocupacao em relacao a isso porque vejo os filhos das minhas amigas ,as vezes mais novos e falando bem mais e certinho q minha filha.Sei q cada crianca tem seu tempo e q n podemos ficar comparando em tudo mas gostaria de saber que providencia devo tomar e onde procurar ajuda.Acho q se ela tiver algum problema realmente,quanto antes tratado melhor.

    Ticiane

  21. boa tarde , gostaria de saber se vc pode me passar alguns exercicios para a criança que troca o d pelo t…ja estou fazendo alguns exercicios mas esta dificil da criança aprender…caso tiver alguma atividade e quiser me mandar eu aceito…esta criança tem 7 trocas… um caso bem complicado….obrigada….sou fono…

  22. SOCORROOOOOOOOO! TENHO FILHOS GEMEOS DE 5 ANOS E 3 MESES ,ESTAO COM TRATAMENTO COM A FONO A 1 ANO , SÓ QUE O TRATAMENTO É FEITO 1 VEZ POR SEMANA .A FONO JA MANDOU FAZER TODOS OS EXAMES ,AUDIOMETRIA , RESSONANCIA MAGNETICA E TUDO DEU NORMAL .AGORA DESCUBRIU QUE ELES ESTAO COM A MORDIDA ABERTA E O CEU DA BOCA FUNDO .ELES NÃO CONSEGUEM FALAR O S .FALA CAMUEL EM VEZ DE SAMUEL TROCA O C POR S .ISTO VAI TER CURA ME AJUDE JA ESTOU DEPRIMIDA !!!!!!!!!!!!!!

  23. Bom dia querida, preciso de uma orientação pois meu filho tem 4 anos e 2 meses e ainda fala Despulpa, Porte, toto…troca o C pelo T e pelo P. A escola encaminhou para fono. É fácil reverter? Realmente mamou no peito ate 2 meses apenas. No entanto reconhece e sabe o que está falando, mando ele repetir e repete sempre, más não sai. Rsrs.

  24. Gostaria de saber como fica o caso de adultos q possuem o problema? e na fala o pronunciamento é normal mas na escrita sempre há acréscimo de fonema, gamacismo e digmatismo. Essa pessoa desenvolveu dislexia? É um deficiente? Ou ñ?????? Porque tem casos q ñ importa o quanto estude a deficiência na escrita está la! Por favor me responda!!!!!

  25. Olá eu tenho um namorado que possui 21anos e percebo que ele troca o d pelo t quando fala e ao escrever gostaria de um auxilio para podermos buscar ajuda.
    Desde já agradeço

  26. eu posso lhe ajudar, eu era assim e não sou mais. pronunciei o K e o G agora dia 14 de abril de 2014.

  27. Olá, bom dia!
    Muito útil suas informações, minha filha de 5 anos frequenta escola desde 3 aninhos, não faço acompanhamento com fono pois imaginava que com o amadurecimento aprenderia normalmente, mas ela já está com 5 aninhos e não tem conseguido pronunciar o fonema ‘ r ‘.
    Pesquisando, descobri que ela tem omissão. Somente nas palavras que estão no grupo consonantais: prato sai pato – grande sai gande – crocodilo sai cocodilo.
    Porém ela pronuncia muito bem: barata, rato, rei, porquê, cachorro, ruído etc.
    O ‘ r ‘ não sai de jeito nenhum somente nas consonantais, já percebi que ela não consegue vibrar a língua e eu mesma estou fazendo algumas brincadeiras para estimular a vibração da língua com músicas que invento que ela precise pronunciar esse fonema, hora brincamos de imitações e outros. Tenho percebido que tem surgido um som semelhante ainda não é o correto mais sei que ela irá conseguir. Gostaria de saber o que mais eu posso fazer para ajuda-la? Tem algum exercício específico para essa dislalia? Gostaria muito de sua orientação, desde já agradeço muitíssimo.

  28. Socorro, minha filha esta com 11 anos, tem dislalia faz tratamento com fonoaudiólogo há seis anos e não consegue pronunciar o r brando . Não sei mais o que fazer, e não faz as atividades que a fono passa, já conversei, já expliquei, não sei mais o que fazer, e também troca na escrita , mas com o laudo da fono ,a escola não desconta erros ortográficos, será que tem cura …..

  29. GOSTEI MUITO DO CONTEÚDO, MEU FILHO SE ENCAIXOU NA OPÇÃO DO GAMACISMO, ELE NÃO OMITE O SOM DO K E G. EU GOSTARIA DE SABER SE ISSO TEM CURA?

    JAILMA Reply:

    ELE OMITE O SOM DO K E G

  30. Amei seus pareceres e auxílios que dá a quem precisa. Agora sou eu que estou precisando: Tenho uma criança que está custando além do previsto para adquirir o “r” brando. Ex: preto, branco, praia……. Que devo fazer de bem prático? Obrigada pelo seu valioso auxílio. Um abraço de Maria Silvina Penso

  31. Ola, eu tenho 17 anos e tenho dislalia com o fonema k e g, Eu queria saber o que eu fasso para tratar a minha dislalia sem precisar ir ao um fonodiologo pois onde moro tem muita difuculdade para achar um fonodiologo, mim responda por favor…

  32. olá Cybele. Meu nome é José Roberto, eu sofria de dislalia. Quando eu era criança isso não incomodava muito, mas quando fui ficando mais velho, comecei a sentir vergonha de falar em público por causa da dislalia, alguns amigos sorriam de mim e isso me deixava lá em baixo, até meus irmãos sorriam de mim, pois o meu problema era de substituição. ao invés de falar “gato” eu falava “dato”, “cachorro” – “tasorro”, eu não conseguia pronuncia de jeito nenhum o “Ca, Ka, G, X, CH, ETC. Eu sofria muito, o que eu fiz foi ficar calado, não falar mais as palavras que eu não sabia falar. Eu achava que eu era a unica pessoa do mundo com este problema. Eu queria ser professor, mas devido a vergonha de falar, tinha desistido. Imaginava sempre como era que eu ia pedir a mão de uma mulhetr em casamento: “você ter se tasar tomido”? E então eu ficava mais triste ainda.

    Até que um dia decidi estudar inglês, aí como a gente tinha que pronunciat a palavra em inglês corretamente, eu ficava pelejando, falando errado claro, para falar ” to go” eu falava “to dou”.

    Mas com o tempo, aprendendo a pronunciar as palavras, eu comecei a falar corretamente, NOOOSSA! Eu não acreditei, mas hoje, GRAÇAS A DEUS e ao curso de inglês, estou falando CORRETAMENTE, sou até professor de inglês. Então, hoje não tenho mais medo de falar em público, pois falo corretamente. E conheço duas pessoas que tem este problema. Mas só descobri que o que eu tinha era dislalia, depois que eu fiquei curado e decidi pesquisar sobre o assunto.

    O que eu quero dizer é que eu já passei por isso e sei o quão dificil é, às vezes, ver alguém sorrindo do nosso problema.

    Um abraço!

  33. Olá Claudia tudo bem!
    Tenho um filho de 10 anos que apresenta o mesmo problema de dislalia problema com o fonema “r” e o “l” no grupo consonantais, ele faz tratamento com a fonoaudiologa 1 vez por semana a 3 meses e já está apresentando boa melhora na fala e articulação das palavras.
    No tratamento ele faz todos os dias em casa exercicios para estimular o posicionamento correta da língua através de estalos, movimentos diversos de postura e fortalecimento da região. Faz atividades de fala com palavras especificas para melhorar a pronuncia.
    Para o seu caso eu recomendaria a você fazer uma consulta com o fonoaudiologo, para ele avaliar melhor o caso de sua filha pois varia muito de criança para criança e poder montar um plano de exercicios ideal para ela.
    Porque se tentar corrigir o problema sem o acompanhamento do especialista, em vez de ajudar pode até piorar o caso dela.
    Boa sorte!!

  34. Boa Noite!

    Gostaria de saber se um adolescente com faixa etária de 18 a 20 anos que possui Dislalia Funcional, vai ter muito dificuldade de aprender um segundo idioma como Inglês ou Espanhol, ou não é possível que ele aprenda???

    Por Favor, não deixem de responder esse comentário!!!

    Cybele Reply:

    Olá Glaudson, tudo bem?

    Não se pode julgar antecipadamente se uma pessoa é ou não capaz de aprender algo. A pessoa com Dislalia Funcional pode aprender com facilidade, pode ter alguma dificuldade, assim como pode não querer insistir na aprendizagem. Cada um é único, e ninguém tem o direito de impedi-lo de tentar ou mesmo de julgá-lo capaz ou incapaz.

    Boa sorte!
    Equipe Educa Já!

  35. Boa noite,

    Existe alguma lei que impede os professores de fazer descontos nas provas de aluno com dislalia, uma vez apresentado laudo de fonoaudiologa e psicologa?
    Desde o primeiro ano a criança fica de exame em portugues e agora no quarto ano, está desestimulado, com notas baixas em portugues, geografia e matemática.
    O acompanhamento é realizado desde o momento da detecção do problema no primeiro ano, e os decontos nas provas é tão grande que se não acontecessem o aluno teria notas altas…..

    Desde já agradeço sua atenção,

    Letícia

  36. Informativo utilizando linguagem de fácil entendimento. Venho pesquisando mais sobre o assunto, pois sou Pedagoga, parei de ensinar o ano passado, mas dou aulas particulares para alunos com transtornos de aprendizagem e tenho uma aluna com Dislalia que faz aulas comigo e também tem acompanhamento de uma Fono. Tenho sobrinhos-netos na faixa etária de 2 a 4 anos e concordo que a observação na fase de desenvolvimento das crianças na faixa etária de 4 a 9 anos é um período fundamental para iniciar um trabalho no sentido de auxiliar, caso necessário, com o apoio de profissionais adequados.

  37. Oi tenho problemas em pronunciar palavras q tenham as letras S,Ce Z.a ponta da minha lingua tipo sai pra forar…por ex:reais=reaiss entendeu? Ate parece q estou com a boca cheia de cuspi pfv tem algum execício para mim praticar q possa me ajudar? Desde já agradeço abraços

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