Ciências e Projetos

PROJETOS DIDÁTICOS

SIM À CURIOSIDADE

Fonte: NOVA ESCOLA

A observação de fenômenos, a experimentação e a reflexão, além de muita leitura, ampliam os conhecimentos sobre questões dessa área.

m um mundo em que o desenvolvimento científico está por toda parte, o ensino de Ciências deve propor situações-problema e trabalhos que gerem reflexão, permitam participação ativa e tenham relação com o dia-a-dia. “A transposição da ciência acadêmica para a escola amplia a visão do cotidiano”, diz Cândida Muzzio, coordenadora do Colégio Miró, em Salvador. É importante articular atividades. Um experimento sem observação, pesquisa e leitura é insuficiente para a aprendizagem. No Centro Educacional de Ensino de 1º Grau, em Presidente Castelo Branco, a 470 de Florianópolis, a professora da 3ª série Rozinei Forquezato participou de projeto sobre compostagem que contempla quatro situações didáticas essenciais. Além de aprenderem conteúdos, os alunos vêem o impacto de sua atuação na comunidade e no ambiente.

Foto: Paula Canova

OLHAR ORIENTADO – No Centro Educacional, a turma observa frutas e cria
hipóteses sobre a decomposição

Observação
O que é
Análise de um experimento com a mediação do educador. A atividade deve instigar perguntas e a elaboração de hipóteses. Ao estudarem o desenvolvimento das plantas, por exemplo, as crianças podem ver que crescem, mas nem sempre se atêm aos detalhes. Por isso a importância de direcionar o olhar delas. Como está a cépala (a proteção que encobre o botão da flor)? Aberta ou fechada? E depois de uma semana?

Quando propor
Sempre que houver uma investigação desenvolvida em aula.

O que a criança aprende
Além de conteúdos tradicionais, a observar fenômenos, elaborar hipóteses e organizar dados.

Experimentação

O que é
Investigação para relacionar o saber científico ao da garotada. O experimento não pode só demonstrar conhecimentos já apresentados. Se é preciso entender quais materiais flutuam, a turma sugere alguns e é desafiada. Uma folha de papel flutua? E se a amassarmos em forma de esfera?

Quando propor
Sempre que o conteúdo puder incluir experimentação.

O que a criança aprende
Além dos conteúdos relacionados, a manipular experimentos e a resolver problemas.

Pesquisa em textos

O que é
Busca por respostas para a resolução de problemas em livros, revistas, jornais e internet. A atividade não é produtiva se for atrelada apenas à coleta de dados. Uma proposta: a turma faz uma experiência em que sal é dissolvido em água e o professor apresenta uma questão – todo sólido se dissolve em água? – a ser resolvida com base em fontes confiáveis.

Quando propor
Sempre que for preciso buscar informações.

O que a criança aprende
Além dos conteúdos relacionados, a trabalhar com obras de caráter científico e a ter maior autonomia na aprendizagem.

Leitura e escrita sobre Ciências

O que é
O professor cria uma oportunidade que gere dúvidas sobre um tema. Depois de todos revelarem suas concepções em conversas, desenhos e textos, ele indica a consulta a textos científicos. É essencial apresentar fontes variadas, além do livro didático, marcando a diferença entre as linguagens. Devem-se discutir conceitos, termos da área e características da linguagem, e não apenas supor que sejam conhecidos.

Quando propor
Em todas as aulas.

O que a criança aprende
Compreendendo o que lê, aprofunda conhecimentos e informações sobre os conteúdos.

Seqüência Didática

Observação de alimentos

Objetivos

Observar o processo de decomposição de alimentos.

Perceber a importância dos fungos e das bactérias na decomposição.

Discutir formas de conservação.

Conteúdos

Decomposição da matéria.

Observação.

Registro escrito.

Pesquisa.

Anos
1º ao 5º.

Tempo Estimado
Quatro aulas.

Material necessário
Pão, tomate, banana, água, potes, pratos descartáveis, folhas brancas, lápis preto, borracha, lápis de cor, régua, livros e canetas.

Desenvolvimento

1ª ETAPA

Converse com os estudantes sobre circunstâncias em que os alimentos se estragam. Identifique conhecimentos prévios e auxilie a turma na elaboração de hipóteses.

2ª ETAPA

Crie um momento de observação levando para a sala uma amostra de pão, tomate e banana com bolor. Retome as hipóteses da aula anterior e proponha questões relacionadas a condições ambientais, características e transformações. É necessário comparar com outros alimentos em bom estado de conservação.

3ª ETAPA

Cada um leva uma amostra de um alimento, acompanha e registra a transformação diariamente em fichas. O estudo tem como objetivo ampliar, ratificar ou retificar as hipóteses iniciais.

4ª ETAPA

Para sistematizar os conteúdos observados, peça que os alunos pesquisem em livros explicações para a decomposição, contrastando as informações com a prática.

Avaliação

Compare as hipóteses iniciais com os resultados. Com o suporte do conteúdo aprendido, discuta o que se comprovou e o que foi refutado.

VEJA TAMBÉM:

Jarra de condensação

Conteúdo
O ciclo da água na natureza

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Condições de equilíbrio

Introdução
A noção de equilíbrio começa muito cedo a fazer parte do repertório cultural de uma criança. Desde os primeiros anos, ela brinca com gangorras em parques ou tenta equilibrar objetos na cabeça ou na ponta do dedo, como livros, lápis ou uma régua. Entretanto, essa noção intuitiva dá conta apenas de uma das condições de equilíbrio: a necessidade de haver igual distribuição de massa em volta de um ponto de apoio. Nesta atividade, vamos ampliar um pouco esse conhecimento apresentando duas outras condições.

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Galápagos, Darwin e a evolução das espécies

Apresente a seus alunos o naturalista cuja incrível teoria revolucionou a Ciência, e em especial, a Biologia.

Evolução do seres vivos

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Uma viagem através dos sentidos


Introdução

O corpo humano é a mais perfeita máquina já construída e é formado por diversas partes que se relacionam entre si, ou seja, os vários sistemas que formam nosso organismo dependem um do outro para realizarem suas atividades. Milhares de reações químicas acontecem a todo o momento e são responsáveis pela manutenção e o funcionamento perfeito do nosso corpo.

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Hoje é o dia da qualidade de vida!

Introdução
Ter hábitos saudáveis faz parte da vida das pessoas que desejam ter qualidade de vida.

Uma boa alimentação, atividade física, hábitos diários de higiene, comportamento preventivo, controle do estresse e um relacionamento social saudável, fazem parte das práticas das pessoas que se preocupam com o futuro e priorizam a qualidade de vida.

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Prevenir é o melhor remédio!

Introdução
Prevenção é o nome que se dá ao conjunto de ações que evitam as doenças na população. No Brasil, pouco se investe em prevenção. Para muitos, curar as doenças sai mais barato. Mas isso não é verdade. A prevenção, além de trazer economia aos cofres públicos, promove o bem estar e a saúde. Ser saudável é sinal de qualidade de vida e é um direito de todos.

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Projeto “Alimentação”

Ensino Fundamental – 7ª série

Duração:
09 aulas.

Softwares:
Microsoft PowerPoint 97.

Recursos e softwares de apoio:
Scanner, para digitalizar as fotos dos estudantes.

Atividades de impressão:
Foram impressos os gráficos de alimentação dos alunos, totalizando 50 cópias.

Objetivos:

Trabalhar com tabelas e gráficos, analisando-os e discutindo seus tipos e funções.
Fazer com que o estudante reflita sobre a própria alimentação, considerando suas funções biológicas, sua relação com o metabolismo do corpo e o aspecto sócio-econômico que está vinculado a uma alimentação “balanceada”.

Descrição do projeto:
Através de um trabalho interdisciplinar entre Ciências, Matemática e Informática nossos estudantes pesquisaram e analisaram sua própria alimentação, através de gráficos. Decidimos realizar o trabalho no software Microsoft PowerPoint 97, produzindo apresentações que, depois, seriam mostradas às classes e aos pais.
Como os estudantes já conheciam o software, o professor apenas recordou alguns comandos e ensinou como inserir gráficos no programa.

Os estudantes, em grupos, receberam uma descrição do projeto e controlaram por uma semana os alimentos que ingeriram, anotando as porções nas tabelas anexas à descrição. Os dados foram passados para o PowerPoint, onde cada estudante preparou uma tela contendo seu nome, foto e o gráfico (gerado a partir dos dados coletados).
Assim que todos os componentes do grupos terminaram seus gráficos, calculamos a média de cada grupo e os estudantes criaram uma tela contendo o respectivo gráfico. Assim também aconteceu para a média da classe.

Enquanto os gráficos eram produzidos no computador, a professora de Ciências orientava os alunos em sala de aula e o professor de Matemática trabalhava a criação e a interpretação de gráficos, explicando os diversos tipos de gráficos existentes e suas aplicações. Os estudantes fizeram diversos gráficos manuais, usando papel milimetrado; dessa forma, ao criarem seus gráficos no computador eles já tinham os conceitos fixados.

O professor de Informática entrou em contato com duas escolas estaduais, tentando trabalhar em conjunto com os professores da rede pública, oferecendo todo o material do projeto e disponibilizando o laboratório de Informática do colégio para que os alunos dessas escolas criassem seus gráficos. A intenção era mostrar aos alunos das escolas que a questão da alimentação “balanceada”, “saudável” tem também um viés econômico. Não era intenção discriminar uma ou outra “classe social” (já que as escolas contatadas provinham de bairros mais pobres da cidade), mas sim, conscientizar os estudantes sobre a questão social que permeia todas as nossas ações, mesmo aquelas consideradas mais de ordem “biológica”. Infelizmente, após contato inicial com sucesso, as escolas desistiram de abarcar o projeto, alegando falta de tempo e desinteresse por parte dos alunos…

Acabamos também não mostrando os gráficos aos pais, “exigência” dos alunos, que foram unânimes em não querer tal apresentação. Os gráficos foram impressos e colocados nas pastas de avaliação dos alunos, de forma a que o pai tomasse conhecimento da pesquisa sobre a alimentação de seu filho. Na reunião de pais, o professor explanou aos pais as diversas etapas do projeto, mostrando ao final os gráficos das médias das classes, analisando-os em conjunto com os pais presentes.
Como avaliação do projeto o professor considerou os gráficos gerados e aplicou uma avaliação, em que os estudantes tiveram de gerar gráficos extraindo dados a partir de uma reportagem sobre a proliferação da AIDS entre os adolescentes (aproveitando-se do fato de que, nessa época, a professora de Ciências estava trabalhando a sexualidade com os estudantes).

PROJETO “ALIMENTAÇÃO”

OBJETIVOS

Controlar a própria alimentação, anotando os tipos de alimentos ingeridos durante uma semana, conforme tabelas anexas à descrição do projeto, que cada estudante recebeu.
A partir dos dados coletados, gerar gráficos da alimentação de cada estudante, da média do grupo e da média da classe. Os gráficos deverão ser gerados no programa Microsoft PowerPoint 97, aprendido durante as aulas de informática, para que sejam apresentados posteriormente a toda a classe, utilizando o DataShow.
Através dos gráficos gerados, refletir sobre a própria alimentação, tendo como parâmetros a alimentação dos outros colegas, do grupo e da classe.
Perceber como os vários tipos de nutrientes envolvidos na alimentação atuam nas funções metabólicas do organismo e identificar os problemas de saúde mais comuns que podem ter origem na alimentação.
Gerar e interpretar os vários tipos de gráficos, adequando-os a cada situação específica.
Trabalhar em equipe, de forma que todos participem ativamente dos trabalhos propostos.

AVALIAÇÃO – INFORMÁTICA

NOME:
Nº:
SÉRIE
DATA:
PROF.:

CONCEITO:

OBJETIVOS

Avaliar conceitos e ferramentas sobre o software Microsoft Excel 97, aprendido durante as aulas de Informática do Projeto Alimentação.
Criação de tabelas.
Geração de gráficos.
Reconhecer a importância dos gráficos na análise e interpretação de dados.

Leia com atenção o texto abaixo:

“AIDS ENTRE ADOLESCENTES PREOCUPA GOVERNO
A disseminação da AIDS no país avança entre as mulheres, em especial as adolescentes. Se, no início dos anos 80, a proporção de mulheres infectadas era de 1 para cada 40 homens, em quinze meses findos em maio chegou de 1 para cada 2 homens. Na faixa dos 15 a 19 anos, porém, no mesmo período, o número de novos casos entre homens e mulheres já é equivalente. (…)
Desde 1980, foram notificados 135, 2 mil casos, sendo 29,7 mil deles (22%) relativos à mulheres. De março de 1997 a maio, o número total no período ficou em 6.814, embora um quarto disso corresponda a notificações tardias, ou seja, casos identificados em anos anteriores que só agora chegaram ao conhecimento do ministério.
A transmissão do HIV por via sexual é responsável por quase metade das contaminações (49,6%). As relações heterossexuais respondem por 60% dos casos.(…)
O boletim relacionou a incidência de contaminação à escolaridade na população acima de 13 anos: 61% (57,7 mil) do total de portadores do HIV cursaram só o ensino fundamental, enquanto 13% (12,4 mil) passaram pela universidade. A interiorização da epidemia também foi verificada. De 1980 a 1986, 78% dos casos concentravam-se em cidades com mais de 1 milhão de habitantes. Após 1992, essa proporção caiu para 52%..”
(O Estado de S. Paulo, 17/08/98)

1. Com base no texto acima, gere dois gráficos, usando o Microsoft Excel 97:
a) Um gráfico comparativo dos casos de AIDS em cidades com mais de 1 milhão de habitantes nos dois períodos citados (use o tipo de gráfico adequado).
b) Um gráfico de setor (“pizza”) sobre o nível de escolaridade na população contaminada pela AIDS acima de 13 anos. Não se esqueça dos títulos, rótulos e legendas se necessário. Faça um gráfico simples, de fácil visualização e entendimento.
c) Salve o arquivo na pasta da série, com o nome de “Gráficos – AIDS”.
d) Configure a impressão para rápida de baixa qualidade e imprima seu gráfico, colando-o no verso desta folha de avaliação.

Projeto Alimentação Saudável

Fonte: Professora Gegê

Brincando com os alimentos

Projeto desenvolvido pelo Instituto Madre Blandina, Taguatinga, DF. E enviado pelo grupo Sugestão de Atividades Escolares

Descrição: O presente projeto tem como objetivo abordar e discutir assuntos relacionados à alimentação saudáveis a partir dos 2 anos de idade, ampliando os conhecimento dos educandos sobre o tema.Duração: 3 mesesDestinado aos alunos de Educação Infantil.

Justificativa: A fome será, provavelmente, o maior problema político e moral que as ciranças deverão enfrentar como lideres de seus pais no futuro.

No Brasil, a fome é uma questão para ser discutida na escola. E a discussão começa pela situação de vida dos alunos e seus direitos e deveres como cidadãos.

As crianças precisão conhecer a realidade da fome no Brasil e no mundo. Esse papel cabe aos educadores, que devem preparar seus alunos para a construção de uma sociedade mais igualitária, em que as pessoas tenham não apenas o direito, mas as condições necessárias para usufruir de uma alimentação equilibrada qualitativa e quantitativamente.

Objetivos:

• Incentivar aos bons hábitos alimentares;

• Identificar as preferências alimentar dos alunos;

• Concientizar os alunos sobre a importãncia e os motivos pelos quais nos alimentamos;

• Reconhecer os alimentos que faz bem à nossa saúde;

• Identificar cores, textura e os diferentes sabores dos alimentos.

Procedimentos:

1ª aula: Assunto – Frutas

Salada de frutas para degustação

Pintura à dedo

Contagem de frutas, cores, tamanho

2ª aula: Assunto – Verduras

Confecção de carimbos com batata

Explorar com s verduras cores e texturas

3ª aula: Assunto – Legumes

Fazer com os alunos uma sopa utilizando cenoura, chuchu, beterraba, batata

Colagem com papel camurça.

4ª aula: Assunto: Rótulos

Trabalhar com os alunos rótulos de embalagens de alimentos

Utilizar as embalagens trazidas pelos alunos e montar um mural com informações de cada alimento.

5ª aula: Assunto: Hortaliças/ Higiene com os alimentos

Montar uma horta na escola

Junto com os alunos lavar os alimento e mostrar os cuidados que devemos ter com os alimento Lavar antes de comê-los, comer alimentos naturais e saudáveis.

Fazer a degustação de tomate, alface, cenouraAtividades de desenho.

6ª aula: Assuntos – Vitaminas

Explorar com os alunos as frutas que serão utilizadas na vitamina – banana e maçã.

Trabalhar a importância do leite no desenvolvimento da criança.

7ª aula: Alimentos não – saudáveis

Mostrar que alguns alimentos devem ser consumidos com moderação

Confeccionar um mural com esses alimentos e registrar os comentários no blocão

Exemplos de alimentos que devem ser consumidos com moderação: pirulito, chiclete, balas, doces, refrigerantes, entre outros.

8ª aula: Assunto – Derivados do Leite

Trazer para sala queijos, leite e iogurte e explorar a importância desses alimentos

Utilizar embalagens de leite e confeccionar brinquedos com os alunos.

9ª aula: Assuntos – Cereais e Massas

Explicar que alguns alimentos são importantes em nossa dieta, mas que devem ser consumidos uma vez ao dia.

10ª aula: Assunto – Higiene Pessoal

Explicar para os alunos que a higiene pessoal é necessária para se ter uma boa saúde

Trabalhar com os alunos os cuidados que devemos Ter: beber água filtrada, cortar as unhas, lavar sempre as mãos antes das refeições, escovar os dentes após as refeições, praticar esporte.

11ª aula: Assunto – Alimentação Saudável

Apresentação de teatro de fantoches

Mostrar tudo que foi trabalhado pelas professoras durante as aulas.

12ª aula: Assunto – Lanche Gostoso

Os alunos trarão um lanche nutritivo e saboroso para fazer um grande piquenique coletivo

Experiências Interessantes:

Dando continuidade ao projeto “Brincando com os alimentos” foram realizadas várias atividades:

Apresentação teatral, “Sopa de Pedra”, enfocando a importância dos alimentos para manter uma vida saudável, na qual os alunos participaram com entusiasmo.

Degustação das frutas, explorando cor, tamanho, espessura e o sentido (paladar). Cada turma desenvolveu as atividades de acordo com nível escolar.

Apresentamos aos alunos diferentes tipos de legumes e verduras. Os quais puderam observar na palestra quais suas funções, vitaminas e nutrientes. Depois, para complementar a atividade, os alunos tiveram a oportunidade de degustar uma gostosa sopa de legumes e verduras.

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ATIVIDADES

Fonte: Prazer de Ensinar

Maça de garrafa pet

Frutas de bexiga

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Outras frutas

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Cartaz

MOLDE

SUGESTÃO



MOLDE

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Ensino Superior

Estado oferece bolsa mestrado e doutorado

Fonte: Itú.com.br
A Secretaria de Estado da Educação definiu as datas para inscrições destinadas à bolsa mestrado ou doutorado. Todos os professores efetivos da rede, os 5.500 diretores e os 1.200 supervisores da rede estadual poderão se inscrever entre os dias 1º e 31 de outubro.

O projeto da Secretaria de Estado da Educação, chamado Bolsa Mestrado, foi publicado no Diário Oficial do Estado e dará R$ 790 por mês a professores selecionados para ganhar qualificação. A Secretaria determinou que nos próximos anos as inscrições ocorram em maio, junho, novembro e dezembro.

Todos os professores podem concorrer, desde que as regras sejam seguidas:
> Não pode haver acúmulo de cargo ou recebimento de outro tipo de incentivo por meio de bolsa (de qualquer órgão);
> Os interessados devem ter projeto aprovado pela universidade, na área de sua atuação na rede estadual (por exemplo, estatística para professores de matemática), e pela Secretaria;
> É preciso ser membro do Quadro do Magistério e ser efetivo e estável (ter passado pelo estágio probatório);
> É preciso estar distante de aposentadoria cinco ou nove anos, para mestrado ou doutorado, respectivamente.

O cadastramento ocorrerá via Internet, no site da Secretaria. O candidato terá que formalizar sua inscrição encaminhando sedex ou indo pessoalmente à Diretoria de Ensino de sua escola. Será preciso apresentar uma cópia da ficha cadastral preenchida na Internet, cópia de RG e CPF, cópia do último holerite, declaração de tempo de efetivo e distância da aposentadoria, declaração de horários de trabalho e local de exercício, declaração da instituição de ensino superior que o curso é reconhecido pela Capes, declaração de aprovação no processo da instituição de ensino e cópia do termo de compromisso disponível no site.

Inicialmente são disponíveis 700 vagas. O servidor que conseguir o benefício deve concluir o mestrado em até 24 meses, prorrogáveis por mais seis. A bolsa de doutorado tem a validade de 48 meses, prorrogáveis por mais seis. O tempo dedicado pelo servidor ao mestrado ou doutorado deve ser mantido em seguida na rede estadual: se o professor, por exemplo, estudar por dois anos, deve ficar na rede por pelo menos dois anos após a conclusão. A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) avaliará os projetos dos candidatos.

“Queremos que o resultado chegue aos alunos. A melhoria da aprendizagem passa pela capacitação e pelo incentivo ao estudo dos professores. Temos uma clara política de valorização do professor”, afirma a secretária de Estado da Educação, Maria Helena Guimarães de Castro.

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