Embarque no VOO BPF


TRANSMISSÃO VIAWEB http://fm-openlearn.open.ac.uk/fm/1dcd9a-5536

No dia 09 de janeiro fiz um post aqui no Educar Já! falando um pouco do Projeto VOO BPF e sua trajetória rumo ao sucesso mundial. Sim, vocês leram certinho. Foram campeões aqui no Brasil, na América Latina e tiraram o maravilhoso 3º lugar em Hong Kong.

Também falei por alto sobre a apresentação que farão via FlashMeeting contando como este vôo aconteceu.

Então senhores passageiros queiram todos apertar seus cintos porque faremos uma pequena simulação do que será o grande VOO BPF que se realizará no dia 11 de fevereiro a partir das 15h30 (horário de Brasília). Para os amigos de Portugal que estão lendo este post o VOO BPF iniciará sua viagem às 17h30.

Os pequenotes assim carinhosamente chamados pela professora e mentora do Projeto Vôo BPF Emilia Miranda explicarão desde quando começaram o vôo, quais caminhos percorreram, como foi o percurso e o que fizeram durante o vôo. Também falarão com quem partilharam a viagem, quais os sonhos que tiveram e muitas outras revelações.

Os alunos do 6º ano da professora Emilia Miranda estão preparando alguma animação para os passageiros que embarcarão nesta maravilhosa viagem, estão tratando dos menores detalhes para que os passageiros viagem com comodidade e estão verificando se toda a tecnologia funciona para então colocar na torre de lançamento o foguetão que nos levará rumo à Lua com a Galinha Galateia.

Então vocês irão perguntar: – Mas quem será o piloto deste vôo? É claro que é o Cláudio Fragata, o autor do livro “Seis tombos e um pulinho” que inspirou o Projeto, mas os alunos do 6º ano é que serão os aviadores deste grande lançamento.

No dia 11 de Fevereiro de 2009, na Biblioteca da Escola E.B. 2, 3 Dr. Carlos Pinto Ferreira, Junqueira, Vila do Conde, “passageiros de Portugal” do célebre Voo-BPF irão dar a conhecer toda a “viagem” à comunidade educativa e envolvente.

Horário: a partir das 15h30 (Horário de Brasília)
Horário: 17h30 (Horário de Portugal)
Local: webcity
Rua: webrua, n.º 2.o
Cidade: weblândia
Site ou Mapa: http://fm-openlearn.open.ac…
Info de contato: + 351 252 650 510
Tipo de evento: video-conversa
Organizado por: Emilia Maria Santiago Miranda

CURSO: “O USO DAS MÍDIAS EM SALA DE AULA”

Para tornar o cotidiano da sala de aula mais atraente viabilizando o melhor uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) no processo ensino aprendizagem, que venho propor o curso “O USO DAS MÍDIAS EM SALA DE AULA”

No curso aprenderemos sobre o uso destas ferramentas como instrumentos pedagógicos na construção do conhecimento.

• Falaremos sobre o que é tecnologia e mídias e sua abordagem através dos tempos
• Como usar as mídias em sala de aula.
• Entender as terminologias: multimídia, hipermídia, hipertexto e telemática.
• Falaremos sobre a informática como ferramenta pedagógica
• Aprenderemos a usar o computador e também o:
• Paint,
• Power Point,
• Excel,
• Lousa digital,
• Blog,
• Mapas mentais,
• Fotoblogs,
• Webquest
• Projetos educacionais
• Elaboração de vídeos
• Projeto UCA

Este curso fornecerá condições para que o indivíduo aprenda a “ler o mundo”; que tenha autonomia para colocar em prática seus conhecimentos, sua criatividade; que seja participativo, colaborativo, enfim, que construa sua própria história cognitiva com consciência e responsabilidade. Tanto na educação quanto na Web existe a prática pedagógica que tem como preocupação maior o desenvolvimento dos quatro pilares da Educação descritos por Jacques Delors,

Diante disso podemos falar sobre o uso pedagógico das TICs e da nova visão que o professor tem que ter face às mudanças rápidas e constantes que invadem o seu cotidiano escolar, e da necessidade de reaprender a ensinar e de se disponibilizar a aprender colocando em prática a colaboração mútua tão fundamental para a existência da inteligência coletiva (Pierre Levy), no qual os alunos passam a enxergar seus colegas como colaboradores e não como rivais de uma competição, incentivando o trabalho em grupo.

Com esse novo conceito de educar o professor tem que estabelecer pontes entre o presencial e o virtual como incentivo de uma aprendizagem fora dos limites da sala de aula, tanto para o aluno quanto para o professor, favorecendo a construção de uma comunidade de aprendizagem levando a um desenvolvimento educacional, social e cultural.

Público alvo:
Profissionais de Educação: Professores, Coordenadores, Orientadores, Diretores e pessoas interessadas no tema.

Metodologia:
É um curso com abordagens teóricas e práticas que destacará a importância do uso das ferramentas da Web em sala de aula na construção da aprendizagem
Será um curso totalmente a distância que utilizará a plataforma Moodle sendo que o acesso às aulas ficará disponível 24 horas por dia permitindo que você faça o seu próprio horário de estudo.
A cada semana será disponibilizado o material de estudo e as mediações do Tutor e interações com o grupo serão feitas por meio de fórum de discussão.
Todo o material será disponibilizado no ambiente de estudo.
Os alunos serão avaliados por sua participação nos fóruns e pela participação dos trabalhos solicitados.

Módulos:

Serão realizados dois módulos
Primeiro Módulo: 16/02/2009 a 15/03/2009
Segundo Módulo: 16/03/2009 a 12/04/2009

Participantes

VAGAS LIMITADAS

Pré-Requisitos Técnicos
• Computador:
• Conexão à Internet com velocidade (mínima de 56 K)
• Windows 98, 2000, XP ou Vista
• Plug-in dos aplicativos: Flash Player e Windows Media Player
• Placa de som
• Caixa de som ou fone de ouvido

Observação: Algumas atividades utilizam janelas pop-up para exibir informações. Caso possua algum bloqueador, deixe desabilitada esta opção para acessar a página do curso.

Investimento:

Preço a vista até 13/02/2009 : R$ 80,00 (oitenta reais) ou 2 X R$ 40,00
Preço à vista após 13/02/2009: R$ 100,00 (cem reais) ou 2X R$ 50,00
Para realizar o pagamento entrar em contato pelo e-mail: cybelemeyer@yahoo.com.br

Certificado:

Terá direito ao certificado o aluno que cumprir todas as atividades propostas pelo curso e obtiver média igual ou superior a 7,0. O certificado será enviado por documento registrado – pelos correios – em até 30 dias após o término do curso. Os dados que constarão no certificado serão aqueles que o aluno cadastrar no formulário de inscrição.

O curso tem carga horária de 90 h/a
AGUARDO VOCÊS.

Abraços

Cybele Meyer

Brincadeiras para adaptar a criançada

Sempre no início do ano bem como no retorno das férias de inverno há o período de adaptação principamente para as crianças da Educação Infantil.

Este é um período delicado que deve ser encarado com muita segurança tanto pelos pais quanto pelos professores, e muito carinho para com a criança que experimenta um momento novo em sua vida.

É importante neste período programar várias atividades motivadoras para entreter a criançada.

Há escolas que possibilitam a presença das mães nos primeiros dias de aula. Então, convide-as para participar das brincadeiras propiciando que a criança se sinta mais confiante e participe também.

Uma boa sugestão é preparar lembrancinhas para presentear as crianças.

DICA DE LEMBRANCINHA

Fonte: Espaço da Criança

O pirulito vira uma borboleta

Ao invés de crachas viseiras com o nome das crianças

No primeiro dia, muitas professoras ainda não decoraram os nomes dos alunos.
No lugar dos tradicionais crachás, podemos preparar estas viseiras.
Deixe as crianças escolherem cada um a sua e depois escreva o nome.

LOCAL PARA PENDURAR AS MOCHILAS

Este cantinho também pode ser decorado e preparado com o nome da criança, desta forma, ela chegará e terá a certeza de que está sendo esperada e de que aquele espaço realmente pertence a ela.
Você pode deixar que cada criança escolha em qual bichinho irá pendurar a mochila.

ALGUMAS BRINCADEIRAS

Como é meu colega


Diga à classe que todos vão ganhar um retrato. Pregue na parede uma folha de papel Kraft da altura da criança. Posicione o aluno de modo que fique encostado na folha e, com um lápis, desenhe o contorno do corpo dele. Estimule a turma a dizer como é o cabelo, o rosto, se usa óculos etc. Durante a atividade, repita muitas vezes o nome do aluno, para que os colegas memorizem. Faça o retrato de todos. Por fim, peça a um colega que desenhe o seu contorno, repetindo o processo de observação, para que as crianças também se familiarizem com você. Pendure os desenhos na parede e elogie o grupo. Nos dias seguintes, logo na entrada, pergunte à classe quem é cada um dos colegas desenhados e se ele está presente. Se estiver, ganha uma salva de palmas. Deixe os papéis expostos por algum tempo. É importante para os pequeninos que suas produções permaneçam ali até eles se sentirem pertencentes ao grupo e ao ambiente. Recomendado para: Educação Infantil

OS MATERIAIS QUE IREMOS USAR


Esconda na sala sacos ou embrulhos contendo materiais diversos que farão parte do cotidiano da meninada. Pode ser, por exemplo, livros, jogos, pincel, tesoura ou um pouco de argila. Peça às crianças que procurem, em duplas, pelos objetos. Isso já estimula a cooperação entre elas. Oriente a busca dizendo quente, se o que procuram está perto, morno, se está a uma distância média, ou frio, quando estiver longe. Depois que todos os pacotes forem encontrados, pergunte que atividades podem ser feitas com os materiais e aproveite para explicar melhor a função de cada um. Mostre como e onde eles ficarão guardados, chamando a atenção para a importância de manter o ambiente de trabalho sempre bem organizado.

MEU NOME É…


Faça crachás com o nome das crianças e coloque no chão da sala, no meio de uma roda. Peça que cada uma identifique seu nome. Incentive o reconhecimento das letras iniciais, conte quantas letras compõem cada nome e faça com que elas percebam letras iguais em nomes diferentes. Quando todas já estiverem com crachá, comece um gostoso bate-papo sobre as preferências de cada um quanto a um tema predeterminado (como alimentos, brincadeiras, objetos ou lugares). Agrupe as crianças de acordo com as afinidades. Na etapa seguinte, peça aos alunos que desenhem aquilo de que gostam em uma folha e coloquem o nome. Quem não souber escrever sozinho pode copiar do crachá. Depois de prontos, os desenhos são mostrados aos colegas e, em seguida, expostos no mural. Com os alfabetizados, a dinâmica é a mesma, mas, além de desenhar, eles podem fazer uma lista de suas preferências.
Recomendado para: Educação Infantil

EU SOU ASSIM


Peça aos alunos para trazerem uma caixa de sapatos, que será transformada em caixa postal. O primeiro passo é fazer um corte horizontal em uma das laterais menores da caixa, por onde vai passar um envelope. Em seguida, numere-as e determine quem será o dono de cada uma. Diga a todos que memorizem o próprio número. Depois de prontas, coloque as caixas sobre a sua mesa. Numa segunda etapa, organize um sorteio. Cada estudante vai retirar de um saquinho um número, que será o da caixa de um de seus colegas, para quem ele escreverá uma carta. A mensagem deve ser anônima. No texto, o aluno se descreve fisicamente e escreve um pouco sobre seu dia-a-dia e seus gostos. O importante é dar informações suficientes para o destinatário adivinhar quem ele é e, de quebra, conhecer um pouco mais sobre sua vida. Ninguém pode ver o colega depositar a carta na caixa. Caso contrário, acaba o mistério sobre o remetente. Recomendado para: 1ª a 4ª séries

QUEM É MEU PROFESSOR?


Organize uma entrevista para que os alunos conheçam você melhor. Divida-os em grupos e solicite que elaborem questões como se fossem repórteres. Diga que as perguntas podem ser sobre sua idade, se tem filhos, quanto tempo tem de profissão ou onde mora, por exemplo. Prontas as questões, sente-se num local da sala onde todos possam vê-lo bem para respondê-las. Avise que todos deverão trazer, no dia seguinte, um breve texto sobre tudo o que lembrarem. Assim, eles prestam atenção. Na próxima aula, sorteie algumas crianças para ler a produção escrita e peça que as demais avaliem e complementem se necessário. Proponha essa atividade depois de promover a apresentação e o reconhecimento do espaço físico da escola (a seguir). Recomendado para: 1ª a 4ª séries

TURISMO NA ESCOLA


Se a sua turma for de 1ª a 4ª série, divida os alunos em grupos. Esse é um bom momento para integrar os novatos. Deixe-os junto aos veteranos, que devem se comportar como verdadeiros guias e anfitriões. Em cada folha de papel, descreva um local da escola, coloque os textos em uma caixa e organize um sorteio. Cada grupo retira um papel e tenta adivinhar qual é o local descrito. Em seguida, desafie os grupos a encontrar os locais sorteados. Chegando ao destino, os alunos desenham o ambiente com o máximo de detalhes, escrevem o nome dos funcionários que trabalham lá e a sua função. De volta à classe, os grupos trocam observações e registros e expõem suas produções. Num segundo momento, peça a eles que produzam um mapa da escola (com a sua ajuda, é claro) numa folha de cartolina. Em cada local específico do mapa, os desenhos são fixados. Estimule os grupos, nos dias seguintes, a visitar as dependências que ainda não foram percorridas. Em turmas de 5ª a 8ª séries, a garotada pode fotografar esses lugares e fazer entrevistas mais longas com os funcionários. Nesse caso, você não precisa fazer o mapa e pode pedir textos detalhados sobre os diversos pontos turísticos da escola.
Recomendado para: 1ª a 8ª séries

DIREITOS E DEVERES


Já nos primeiros dias, estabelecer os famosos combinados pode evitar problemas e garantir um bom relacionamento ao longo do ano. Comece discutindo com a garotada o que espera do ano que se inicia e qual a melhor maneira de trabalhar em grupo para alcançar esses objetivos. Formule com todos (e escreva no quadro) a continuação das seguintes frases: Temos direito a… e Somos todos responsáveis por…. Lembre-se de que a declaração de direitos e deveres deve ser inspirada nas normas gerais da escola que os alunos precisam conhecer e ser focada no que deve ser feito, e não no que é proibido. A etapa seguinte é descobrir o que as outras turmas da escola combinaram. A troca de informação, além de enriquecer os tratados feitos por eles, promove a integração com colegas de outras classes. Ao terminar, peça a cada um que copie os tratados e cole na agenda. Assim, o texto estará sempre à mão. Além disso, os estudantes podem produzir dois grandes cartazes em cartolina para pendurar na parede da classe.
Recomendado para: 1ª a 8ª séries

O QUE VAMOS APRENDER


Todo ano é a mesma coisa: o que esperar da série que se inicia? Uma situação desconhecida sempre dá um friozinho na barriga. Para baixar a ansiedade da meninada, registre no quadro algumas dúvidas e expectativas do grupo sobre o trabalho na nova classe e convide alguns estudantes da série seguinte para respondê-las. Deixe que falem livremente sobre as suas impressões e vivências como ex-aluno da série. Esse intercâmbio, logo no início, deixa a turma mais tranqüila e segura e valoriza a cooperação e a interação entre diferentes classes. Recomendado para: 1ª a 8ª séries
Fonte: Revista Nova escola – edição de 2005

ALGUMAS DICAS ESPECIAIS

Fonte: Vivencia Pedagógica


#Encontre uma música que cante a alegria e que você acredite seja significativa para crianças da idade com as quais você vai trabalhar. Distribua revistas para as crianças. Peça para que procurem imagens que provoquem boas sensações. Monte junto com as crianças um painel com as imagens que todos escolheram. Coloquem o painel num lugar privilegiado, acessível a todos. Sempre que precisar despertar boas sensações, mostrem o painel e conversem sobre as imagens.


#Converse com as crianças sobre os super-heróis (para adolescentes escolham personalidades ou personagens da literatura) que elas mais admiram, descubra exatamente o que eles admiram. Discuta sobre esses comportamentos e ou valores. Faça uma lista. Peça para que as crianças produzam uma história na qual a turma seja protagonista e que demonstrem tais comportamentos e valores. Sempre que precisar despertar todas as sensações que envolveram tal atividade, leia a história.
#SEMPRE leia para as crianças. TODOS OS DIAS.


#Crie analogias, tais como: aprender isso será tão fácil quanto tomar um copo de água (analise a pertinência da analogia). Peça para que as crianças façam o mesmo: aprender isto foi tão gostoso quanto? Provoquem este tipo de reflexão a todo o momento. Instigue seus alunos a trazer coisas de sua realidade.
Motive-os a perceber o quanto a escola está próxima de suas histórias, suas necessidades e suas vontades.


#Brinque. Prepare atividades em que as crianças possam utilizar todo seu potencial criativo. Utilize para isto todos os recursos disponíveis: o corpo em diversos tipos de brincadeiras; brinquedos e jogos.
Fonte: Site Vivências Pedagógicas, por Rosemeire Benedita da Silva

As aulas começam na semana que vem

O início das aulas se aproxima e para aqueles que ainda querem preparar mais alguma novidade para enfeitar a sala de aula ou fazer lembrancinhas para distribuir para os alunos no primeiro dia de aula vejam mais algumas dicas:

Diversas opções para recepcionar os alunos, ilustrar cantinhos especiais como o da leitura

Fonte: Art Sapeca


CANTINHO DA LEITURA


PALAVRINHAS MÁGICAS

PORTA-LÁPIS DIFERENTE
Feito com escorredor de talheres

SACOLA LEMBRANCINHA

MAIS IDÉIAS

Fonte: Cantinho Alternativo

Calendário e Mural do Tempo

Veja como ele funciona:

Na parte inferior do mural é traçada uma linha onde estão os dias do mês, se por exemplo for dia 13 a criança arrasta o quadradinho com a formiguinha e para no número 13.
Repare nas flores, a borboleta pousa na flor que representa o dia da semana na figura abaixo está em lunes (segunda-feira).

Do lado esquerdo do mural veja que tem um ramo com várias folhas que sobe até a casinha do passarinho, cada uma delas tem escrito um mês do ano onde será pregada um passarinho na folha com o mês correspondente.

Poderá também ficar a disposição figuras como nuvem com chuva, sol bem alegre e radiante, sol com cachecol (para ilustrar o frio), etc.

OUTRA SUGESTÃO

No miolo prega-se o dia da semana o mês, o dia e o ano.

Fazer uma flor e colocar em cada pétala a ilustração de um tipo de clima, ex: chovendo, nublado, sol, frio. Fazer outra flor do mesmo tamanho e formato que a anterior e fixá-la por cima, em uma das pétalas deverá haver uma espécie de “janelinha” para que ao rodar a flor da parte de cima apareça a figura do tempo correspondente aquele dia.

MURAL PARA OS ANIVERSARIANTES

Este mural abaixo, é um colorido jardim em que cada mês do ano representa uma flor onde e escrito o nome do aniversariante.

Este aqui é com fundo do mar:

Este outro cada mês fica em uma bola onde esses simpáticos elefantinhos fazem seus malabarismos.

MURAIS PARA MEDIR OS ALUNOS

E AS IDÉIAS CONTINUAM

Fonte: Oficina de Criatividade

Placa aquarela para a porta

Clique para ver em tamanho aumentado

Palhaço porta-guloseimas

MOLDE



PALHAÇO AGARRADINHO

Uma nova opção para se reunir em grupo

É sempre bom falar sobre os perigos existentes na internet, principalmente em relação às crianças menores. Informar ainda é o melhor remédio, porém há vários recursos que podem ser utilizados como “proteção”. Há um jogo educativo chamado Bosques Selvagens na Rede que de forma lúdica alerta as crianças sobre diferentes perigos. Também tem uma cartilha excelente “Navegar com Segurança” que dá excelentes dicas. Este material não é importante só para os pais orientarem seus filhos, mas também para os professores, uma vez que o uso da tecnologia na escola é uma realidade.

O professor pode utilizar este material de forma didática propiciando um resultado muito mais abrangente.

Diante de tudo isso vou lhes sugerir uma ferramenta excelente para professores que tencionam trabalhar com TI (Tecnologia de Informação) e propor trabalhos em grupo. Há o Group Twitter que é uma ferramenta de uso fechado, ou seja, para um aluno “seguir” o outro no Group Twitter tem que pedir autorização, e esta só será dada pelo criador do grupo.

É excelente para a interação dos alunos, pois para quem ainda não conhece o Twitter, ele é imediato e a mensagem deve conter no máximo 140 caracteres. Então a comunicação, a troca, a interação é rápida.
É uma ótima sugestão para o ano que se inicia.

É claro que não estou querendo acabar com a reunião dos alunos na casa de um dos componentes do grupo. Não há nada mais gostoso do que ir à casa do amigo se reunir para fazer trabalho em grupo, mas é um complemento para os ajustes finais.
Vale a pena conhecer!

Semana Pedagógica

Queridos amigos professores,

Sei que alguns já estão elaborando seu planejamento para o ano que se inicia.

A Semana Pedagógica também já está acontecendo para muitos de vocês.

Veja as sugestões do ano anterior clicando AQUI e AQUI.


A semana pedagógica e a formação continuada: desafios e perspectivas

Fonte: Novo Acesso

TEMA – Docência: o amor de forma prática.


Amor é prática. E quando se pensa no conceito de amor somos remetidos a outros tantos sentimentos que nos parecem abstratos. Podemos assim analisar a prática docente como meros reprodutores de conhecimento. Mas, como imaginarmos a relação humana sem ações concretas? Outrossim, o amor é imprescindível para nortear a prática educativa com o objetivo maior de favorecimento em todos os segmentos profissional e pessoal.

Vivenciamos na semana pedagógica momentos em que ações práticas vividas pelos grupos demonStrou que embora sejamos educados para alcançar resultados sem valorizar o processo, faz-se necessário uma autoreflexão perante o grupo para construímos a auto-estima e liberdade necessária para fazermos escolhas que nos tornem profissionais mais humanos e solidários com o grupo na qual estamos inseridos, compartilhando experiências, sejam elas positivas ou negativas.

Positivo é percebermos que somos um todo na busca dos mesmos objetivos, onde as diferenças somadas nos une para sermos melhores do que conseguimos ser, e, quando nos vemos de forma negativa é porque somos incapazes de seguir regras que nós mesmos criamos, e nos damos o direito de impôr aos outros, em especial aos nossos alunos. Somos que tipo de maestro? Que regem um grupo e esquecemos que fazemos parte dessa mesma orquestra?

Percebe-se então que não é utópico acreditar que temos habilidades e competências a serem desenvolvidas. De modo que ao final de cada encontro (reuniões, aulas e cursos) não haja vencidas e nem vencedores, mas pessoas que buscam meios para realizar o que já sabem das mais diversas maneiras.

TEMA:Semana Pedagógica: Construindo o espírito coletivo


Uma “semana pedagógica”, momento pontual de reflexão e aprimoramento dos profissionais na escola, serve como uma avaliação dos diversos momentos que desencadearam o que entendemos enquanto espaço da aprendizagem. A escola se faz com hábitos. E por que não discuti-los? Por que não aperfeiçoá-lo com o intuito de arrumarmos esta grande casa cultural e histórico que convencionamos chamar sistema escolar?

Na nossa escola não foi diferente, pois nossa semana pedagógica representou esta possível tradição de reflexão em torno das práticas educativas. Podemos olhar e conversar com pessoas que muitas vezes só cumprimentamos rapidamente com “bom dia” ou “boa tarde”.

Podemos discutir publicamente nossas opiniões e relatos de sala de aula que, muitas vezes omitimos pela ausência de momentos como este. Integração, foi uma das claras intenções da semana. Motivação também. O estímulo a sermos não meramente cumpridores de expediente trabalhista, mas educadores, transformadores de ações humanas. E por falar em ações humanas, iniciamos o ano com o curso sobre “Qualidade” afinal, esta deve estar presente sempre, pois o contexto atual exige de todos nós qualidade de vida, qualidade para o mercado de trabalho etc.

Para buscar “Qualidade” precisamos ser criativos e estar realmente motivados com o que fazemos.

Uma programação mereceu destaque: foi o “arrumando a casa”, realizado no BASA (associação do Banco da Amazônia) que proporcionou integração entre todos os membros da família docente com dinâmicas inovadoras para que se perpetue o espírito coletivo entre os membros.

A prática docente necessita de momentos de reflexão pois as mudanças do mundo globalizado ocorrem de forma frenética, atropelando-nos muitas vezes. Assim, é preciso discutir, ver outros pontos de vista, repensar a nossa prática, é preciso não deixar que o sistema nos desumanize.

Oficinas, comunicações, dinâmicas de grupo, discussões, bom humor, simpatia foram ingredientes deste cinco dias em que estávamos avaliando e sendo avaliados com o objetivo de alcançarmos a excelência na docência e a excelência como condição humana.

TEMA:Profissão Professor: Um sacerdócio de amor!


Um ato de amor! Essa é a expressão que mais se aproxima do que define a docência. Em uma sociedade com crises as mais diversas, deste a crise nas religiões até a crise da instituição-mor, que é a família. O professor carrega consigo a responsabilidade de tentar somar os prejuízos deixados nas vidas de crianças e adolescentes por estas crises.

É dado ao professor a tarefa de toda uma sociedade, a difícil tarefa de formar cidadãos, formar seres humanos com toda a suas potencialidades. O professor precisa lidar com vidas, tendo em mente que cada uma dessas vidas é especial, é uma responsabilidade em potencial ou vários.

Ao maestro é dado a tarefa de liderar, conduzir, sabendo que a música que será produzida irá modificar sobre tudo o próprio maestro.
Assim é a docência. Aquilo que o professor suscita nos seus alunos voltará certamente para ele, seja em forma de poema, de aprovações fantásticas nos estudos e na vida ou até mesmo em forma de indisciplina, que deve ser encarada como uma resposta sempre!

Fazendo um paralelo de tudo isso com a prática docente, o professor precisa conservar sempre a prática de “arrumar a casa”, arrumar suas idéias, arrumar suas expectativas, arrumar o compromisso uma vez firmado quando tomamos a decisão de abraçar o sacerdócio do magistério: o de educar para a vida.


Fonte: Escola Virgem de Lurdes

ENSINAR EXIGE APREENSÃO DA REALIDADE

Outro saber fundamental à experiência educativa é o que diz respeito à sua natureza.. Como professor preciso me mover com clareza na minha prática. Preciso conhecer as diferentes dimensões que caracterizam a essência da prática, o que me pode tornar mais seguro no meu próprio desempenho.

O melhor ponto de partida para estas reflexões é a inconclusão do ser humano de que se tornou consciente. Como vimos, aí radica a nossa educabilidade bem como a nossa inserção num permanente movimento de busca em que curiosos e indagadores, não apenas nos damos conta das coisas mas também delas podemos ter um conhecimento cabal. A capacidade de aprender, não apenas para nos adaptar, mas sobretudo para transformar a realidade, para nela intervir, recriando-a, fala de nossa educabilidade a um nível distinto do nível do adestramento dos outros animais ou do cultivo das plantas.

A nossa capacidade de aprender, de que decorre a de ensinar, sugere ou, mais do que isso, implica a nossa habilidade de apreender a substantividade do objeto aprendido. A memorização mecânica do perfil do objeto não é aprendizado verdadeiro do objeto ou do conteúdo. Neste caso, o aprendiz funciona muito mais como paciente da transferência do objeto ou do conteúdo do que como sujeito crítico, epistemologicamente curioso, que constrói o conhecimento do objeto ou participa de sua construção. É precisamente por causa desta habilidade de apreender a substantividade do objeto de que nos é possível reconstruir um mal aprendizado, o em que o aprendiz foi puro paciente da transferência do conhecimento feita pelo educador.

Mulheres e homens, somos os únicos em que aprender é uma aventura criadora, algo por isso mesmo, muito mais rico do que meramente repetir a lição dada. Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao riso e à aventura do espírito.

Creio poder afirmar, na altura destas considerações, que toda prática educativa demanda a existência de sujeitos, um que, ensinando, aprende, outro que, aprendendo, ensina, daí o seu cunho gnosiológico; a existência de objetos, conteúdos a serem ensinados e aprendidos; envolve o uso de métodos, de técnicas, de materiais; implica , em função de seu caráter diretivo, objetivo, sonhos, utopias, ideais. Daí a sua politicidade, qualidade que tem a prática educativa ser política, de não poder ser neutra.

Especificamente humana a educação é gnosiológica, é diretiva, por isso, política, é artística e moral, serve-se de meios, de técnicas, envolve frustrações, medos, desejos. Exige de mim, como professor, uma competência geral, um saber de sua natureza e saberes especiais, ligados à minha atividade docente.

*FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 24ª ed. Rio de janeiro: Paz e Terra, 2002.

Dinâmicas de Grupo

Fonte: Professores em Pirambu


As dinâmicas são instrumentos, ferramentas que estão dentro de um processo de formação e organização, que possibilitam a criação e recriação do conhecimento.

Para que servem:

- Para levantar a prática: o que pensam as pessoas, o que sentem, o que vivem e sofrem. – Para desenvolver um caminho de teorização sobre esta prática como processo sistemático, ordenado e progressivo. – Para retornar à prática, transformá-la, redimensioná-la. – Para incluir novos elementos que permitem explicar e entender os processos vividos.

As técnicas participativas geram um processo de aprendizagem libertador porque permitem:

1. Desenvolver um processo coletivo de discussão e reflexão. 2. Ampliar o conhecimento individual, coletivo, enriquecendo seu potencial e conhecimento. 3. Possibilita criação, formação, transformação e conhecimento, onde os participantes são sujeitos de sua elaboração e execução.

Uma técnica por si mesma não é formativa, nem tem um caráter pedagógico. Para que uma técnica sirva como ferramenta educativa libertadora deve ser utilizada em função de temas específicos, com objetivos concretos e aplicados de acordo com os participantes com os quais esteja trabalhando.

Os elementos de uma dinâmica

Objetivos: Quem vai aplicar a dinâmica deve ter claro o que se quer alcançar. Materiais-recursos: Que ajudem na execução e na aplicação da dinâmica (TV, vídeo, som, papel, tinta, mapas…). Outros recursos que podem ser utilizados em grupos grandes são o retroprojetor, exposições dialogadas, além de técnicas de teatro, tarjetas e cartazes.

Ambiente-clima: O local deve ser preparado de acordo, para que possibilite a aplicação da dinâmica (amplo, fechado, escuro, claro, forrado, coberto…), onde as pessoas consigam entrar no que está sendo proposto.

Tempo determinado: Deve ter um tempo aproximado, com início, meio e fim.

Passos: Deve-se ter clareza dos momentos necessários, para o seu desenvolvimento, que permitam chegar ao final de maneira gradual e clara.

Número de participantes: Ajudará a ter uma previsão do material e do tempo para o desenvolvimento da dinâmica.

Perguntas e conclusões: Que permita resgatar a experiência, avaliando: o que foi visto; os sentimentos; o que aprendeu. O momento da síntese final, dos encaminhamentos, permite atitudes avaliativas e de encaminhamentos.

Técnica quebra-gelo

- Ajuda a tirar as tensões do grupo, desinibindo as pessoas para o encontro. – Pode ser uma brincadeira onde as pessoas se movimentam e se descontraem. – Resgata e trabalha as experiências de criança. – São recursos que quebram a seriedade do grupo e aproximam as pessoas.

Técnica de apresentação

- Ajuda a apresentar-se uns aos outros. Possibilitando descobrir: quem sou, de onde venho, o que faço, como e onde vivo, o que gosto, sonho, sinto e penso… Sem máscaras e subterfúgios, mas com autenticidade e sem violentar a vontade das pessoas. Exige diálogo verdadeiro, onde partilho o que posso e quero ao novo grupo. – São as primeiras informações da minha pessoa. – Precisa ser desenvolvida num clima de confiança e descontração. – O momento para a apresentação, motivação e integração. É aconselhável que sejam utilizadas dinâmicas rápidas, de curta duração.

Técnica de integração

- Permite analisar o comportamento pessoal e grupal. A partir de exercícios bem específicos, que possibilitam partilhar aspectos mais profundos das relações interpessoais do grupo. – Trabalha a interação, comunicação, encontros e desencontros do grupo. – Ajuda a sermos vistos pelos outros na interação grupal e como nos vemos a nós mesmos. O diálogo profundo no lugar da indiferença, discriminação, desprezo, vividos pelos participantes em suas relações. – Os exercícios interpelam as pessoas a pensar suas atitudes e seu ser em relação.

Técnicas de animação e relaxamento

- Tem como objetivo eliminar as tensões, soltar o corpo, voltar-se para si e dar-se conta da situação em que se encontra, focalizando cansaço, ansiedade, fadigas etc. Elaborando tudo isso para um encontro mais ativo e produtivo. – Estas técnicas facilitam um encontro entre pessoas que se conhecem pouco e quando o clima grupal é muito frio e impessoal. – Devem ser usadas quando necessitam romper o ambiente frio e impessoal ou quando se está cansado e necessita retomar uma atividade. Não para preencher algum vazio no encontro ou tempo que sobra. Técnica de capacitação

- Deve ser usada para trabalhar com pessoas que já possuem alguma prática de animação grupal. – Possibilita a revisão, a comunicação e a percepção do que fazem os destinatários, a realidade que os rodeia. – Amplia a capacidade de escutar e observar. – Facilita e clareia as atitudes dos animadores para que orientem melhor seu trabalho grupal, de forma mais clara e livre com os grupos. – Quando é proposto o tema/conteúdo principal da atividade, devem ser utilizadas dinâmicas que facilitem a reflexão e o aprofundamento; são, geralmente, mais demoradas.

Observação: Outros autores ou organizações usam outra nomenclatura para definir os tipos de dinâmicas. Por exemplo, no livro “Aprendendo a ser e a conviver”, de Margarida Serrão e Maria C. Boleeiro, Editora FTD, 1999, as técnicas são divididas em Identidade, Integração, Comunicação, Grupo, Sexualidade, Cidadania, Projeto de Vida e Jogos para formação de subgrupos.