Falando de reciclagem

Cultivando Idéias
Fonte: Recicloteca

PROJETO TUDO ENCAIXA

Em Cumbe, município a 96 km de Aracaju, surgiu em 1998 uma iniciativa para geração de renda e resgate social, movida pela organização
não-governamental Sociedade Sócio-Ambiental do Baixo S. Francisco – Canoa de Tolda, entidade sem fins lucrativos.

A idéia foi posta em prática através do Programa Pró-Sertão, do Nutrac (Núcleo de Trabalho Comunitário de Sergipe) da Secretaria de Estado da Agricultura, do FIDA (Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola), com o apoio da Prefeitura Municipal de Cumbe.

O projeto tem como objetivo oferecer às comunidades do interior a possibilidade de uma renda alternativa, aproveitando a mão-de-obra juvenil ociosa e desqualificada. Baseia-se numa proposta de educação ambiental, em que conceitos sobre a importância da reciclagem são transmitidos à comunidade, através da sensibilização, treinamento e comercialização dos produtos.

O projeto nasceu da necessidade de obter embalagens, em especial algum tipo de caixa ou sacola, que valorizassem o artesanato confeccionado pelos grupos de produção que participam dos projetos do PRÓ-SERTÃO (Programa de Apoio às Famílias de Baixa Renda da Região Semi-Árida de Sergipe). Nesse sentido foi criado o Grupo de Produção de Papel Reciclado, formado atualmente por 13 adolescentes (entre 16 e 19 anos de idade) da própria comunidade, tendo como pré-requisito estarem matriculados numa das escolas do município.

O grupo está organizado como associação, trabalhando diariamente em horários variados, de acordo com a disponibilidade de cada um e com cargos e funções definidas.

O trabalho consiste na criação de objetos utilitários e de decoração para instituições públicas, privadas, comércio e até casas e condomínios. Hoje são produzidos cestos para lixo, cestos para roupa, porta-revistas, bolsas, chapéus, etc., com boa aceitabilidade no mercado nacional e internacional.

AFINAL, O QUE É LIXO?

DEFINIÇÃO

Chamamos de lixo tudo aquilo que não nos serve mais e jogamos fora. Os dicionários de língua portuguesa definem a palavra como sendo: coisas inúteis, imprestáveis, velhas, sem valor; aquilo que se varre para tornar limpa uma casa ou uma cidade; entulho; qualquer material produzido pelo homem que perde a utilidade e é descartado.

Você já parou pra pensar que muito do que jogamos fora e consideramos sem valor pode ser aproveitado por outras pessoas?

Ué, mas se serve pra outras pessoas então não é lixo!

É isso aí, tá na hora de revermos o significado dessa palavra!

Que tal “tudo aquilo que foi descartado e que, após determinado processo, pode ser útil e aproveitado pelo homem”?

Os materiais que ainda podem ser usados para outros fins mesmo depois de serem descartados, passarão a ser chamados de MATERIAIS REAPROVEITÁVEIS; já aqueles materiais que precisam ser descartados, mas após sofrerem transformações podem novamente ser usados pelo homem passarão a se chamar MATERIAIS RECICLÁVEIS!!!

Por exemplo: aquela famosa poltrona feita de garrafas do tipo PET é um reaproveitamento. Por outro lado a transformação química e física da garrafa PET em fibras de poliéster para a fabricação de tecido para roupas é um processo de reciclagem .

CADEIRA COM GARRAFAS PET

fácil montar móveis com garrafas PET? Agora que a técnica foi desenvolvida, a resposta é sim.

Se hoje a confecção de móveis com garrafas PET já está se tornando uma prática conhecida, isto se deve ao espírito inventivo e ao pioneirismo do Prof. Sebastião Feijó, criador da técnica.

Material necessário:

Garrafas plásticas de dois litros (200 a 250 para a poltrona e 40 a 50 para o pufe)
Tesoura
Fita adesiva larga (ou barbante nº 6/8)
Etapas:

1 – MONTANDO A PEÇA DE RESISTÊNCIA

Veja o passo-a-passo clicando AQUI

PLÁSTICO

Sua História

O primeiro plástico sintético foi desenvolvido no início do século XX, e registrou um desenvolvimento acelerado a partir de 1920. Este material, relativamente novo se comparado a outros como o vidro e o papel, passou a estar presente em grande parte dos nossos utensílios.

Composição

O plástico vem das resinas derivadas do petróleo e pertence ao grupo dos polímeros (moléculas muito grandes, com características especiais e variadas).
A palavra plástico tem origem grega e significa aquilo que pode ser moldado. Alem disso, uma importante característica do plástico é manter a sua forma após a moldagem.

Tipos de Plásticos

Existem muitos tipos de plásticos. Os mais rígidos, os fininhos e fáceis de amassar, os transparentes, etc…

Eles são divididos em dois grupos de acordo com as suas características de fusão ou derretimento: termoplásticos e termorrígidos.

Os termoplásticos são aqueles que amolecem ao serem aquecidos, podendo ser moldados, e quando resfriados ficam sólidos e tomam uma nova forma. Esse processo pode ser repetido várias vezes. Correspondem a 80% dos plásticos consumidos. Ex: polipropileno, polietileno.

Os termorrígidos ou termofixos são aqueles que não derretem quando aquecidos, o que impossibilita a sua reutilização através dos processos convencionais de reciclagem. Ex: poliuretano rígido.

Em alguns casos, estes materiais podem ser reciclados parcialmente através de moagem prévia e incorporação no material virgem em pequenas quantidades, como ocorre com os elastômeros (borracha).


Processo de reciclagem do PET.

Depois de coletadas por um sistema seletivo, as embalagens PET passam por uma triagem para separá-las por cor.

Para viabilizar o transporte para as fábricas recicladoras é necessário, em muitos casos, o enfardamento, utilizando prensas hidráulicas ou manuais.

O processo de reciclagem do PET se dá através de moagem e lavagem das embalagens, daí os polímeros são novamente transformados em grânulos, os chamados grãos ou pellets.

Os produtos da reciclagem do PET são muito variados. É possível fabricar desde fibra de poliéster para a confecção de roupas à produção de novas embalagens (exceto embalagens para a indústria alimentícia). Veja a tabela abaixo:


Por que reciclar
Em sua maioria os materiais plásticos ocupam muito espaço nos aterros devido a dificuldades de compactação e por sua baixa degradabilidade.
As embalagens plásticas lançadas indevidamente no ambiente contribuem para entupimentos, propiciam condições de proliferação de vetores, prejudicam a navegação marítima e agridem a fauna aquática, além de causarem mau aspecto estético.
Existem hoje, no país, programas de coleta seletiva desenvolvidos por prefeituras, empresas, universidades, condomínios, escolas, etc. Procure saber se alguma destas iniciativas está sendo implementada em sua região, lembrando ainda que o material separado também pode ser encaminhado para cooperativas e sucateiros.

Para saber mais sobre a reciclagem de Embalagens PET usadas, entre em contato com as seguintes entidades ou empresas:

RECIPET
Rua Humaitá, 965
CEP: 13 300 – Indaiatuba, SP
Tel.: (019) 375 6677

ABIQUIM – Associação Brasileira da Indústria Química
Rua Santo Antônio, 184 – 18o Andar
1314-900 – São Paulo, SP
Tel. (011) 3242 1144

ABIPET
Associação Brasileira dos Fabricantes de Embalagens de PET
Rua Joaquim Floriano, 72 conj. 85
04534-000 – São Paulo, SP
(011) 3078-1688

PEAD – (polietileno de alta densidade)

Embalagens para cosméticos, frascos de produtos químicos e de limpeza, tubos para líquidos e gás, tanques de combustível para veículos automotivos, etc;

V ou PVC – (policloreto de vinila)

Frascos de água mineral, tubos e conexões de encanamento, calçados, encapamentos de cabos elétricos, equipamentos médico-cirúrgicos, esquadrias e revestimentos, etc.

PEBD – (polietileno de baixa densidade)

Embalagens de alimentos, sacos industriais, sacos para lixo, lonas agrícolas, filmes flexíveis para embalagens e rótulos de brinquedos, etc;


PP – (poliproprileno)

Embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina, seringas descartáveis, equipamentos médico-cirúrgicos, fibras e fios têxteis, utilidades domésticas, autopeças (pára-choques de carro);

PS – (poliestireno)

Copos descartáveis, placas isolantes, aparelhos de som e tv, embalagens de alimentos, revestimento de geladeiras, material escolar;


OUTROS

Plásticos especiais e de engenharia, CDs, eletrodomésticos, corpos de computadores;

Quer saber quem recebe o material reciclado na sua região? Então clique AQUI

Reciclagem das latas de alumínio

A reciclagem de latas de alumínio é dividida em dez etapas. O alumínio não se degrada durante o processo e poder ser usada para o mesmo fim, ao contrário das garrafas plásticas, que depois de recicladas não podem guardar alimentos.
O seu valor residual é alto, mais nobre do que o de outros materiais reutilizáveis, tornando-se uma fonte de renda para os seus coletores. Para se ter uma idéia desse valor, a sucata de latas de alumínio vale atualmente 33 vezes mais do que as de aço e 55 vezes mais que as garrafas de vidro. Desde a produção da latinha na fábrica até a sua volta aos centros de reciclagem, o tempo é de dois meses.

Acompanhe um gráfico ilustrado com o processo de reciclagem das latas de alumínio:

Passo-a-passo da reciclagem de latinhas

1.
COMPRA
O consumidor compra as latinhas de alumínio no supermercado

2.
CONSUMO
Depois de usada, a lata vazia é levada aos postos de coleta ou então vendida aos sucateiros, que ganham mais ou menos R$ 3,00 para cada grupo de 75 latinhas

3.
COLETA
Nesses locais, as embalagens são prensadas com todas as suas partes (corpo, tampa e anel)

4.
PRENSAGEM
Neste estágio, as latas são prensadas novamente. Desta vez, em grandes fardos, como são chamados os “pacotes” volumosos e pesados, fáceis de serem transportados

5.
FUNDIÇÃO
As latinhas são derretidas em fornos especiais para latas de alumínio

6.
LINGOTAMENTO
Aqui todo o material é transportado em lingotes fundidos sob a forma de tiras, apropriadas para uma refusão ou transformação

7.
LAMINAÇÃO
Os lingotes passam por um processo de deformação plástica no qual o material passa entre rolos e se transforma em bobinas de alumínio

8.
NOVAS LATAS
As bobinas são usadas para fazer novas latinhas

9.
ENCHIMENTO
Na fábrica de bebidas, as latas passam por um processo de enchimento para ganhar aquele tradicional formato “oco” que conhecemos

10.
CONSUMO
Depois as latas são distribuídas mais uma vez aos pontos de venda, fechando o ciclo de reaproveitamento do alumínio

Curiosidades

• Uma latinha de alumínio pesa apenas 14,5 gramas.
• 67 latinhas de alumínio correspondem a 1 kg.
• Cada 1.000 kg de alumínio reciclado significa 5 mil kg de minério bruto (bauxita) poupados.
• O Brasil possui uma das três maiores reservas de bauxita do mundo.
• Para reciclar o alumínio são gastos apenas 5% da energia utilizada na extração, ou seja, uma economia suficiente para manter iluminadas 48 residências.
• Todo o processo de reciclagem do alumínio no Brasil envolve mais de 2 mil • empresas.

• No Brasil são consumidas 51 latas de alumínio por habitante por ano, enquanto nos Estados Unidos esse número chega a 375 latas por habitante.
• Uma lata de alumínio demora mais de 100 anos para se decompor na natureza.

A reciclagem do vidro !

O mercado para reciclagem

O Brasil produz em média 890 mil toneladas de embalagens de vidro por ano, usando cerca de 45% de matéria-prima reciclada na forma de cacos. Parte deles foi gerado como refugo nas fábricas e parte retornou por meio da coleta.

Os Estados Unidos produziram 10,3 milhões de toneladas em 2000 sendo o segundo material em massa mais reciclado, perdendo apenas para os jornais.

O principal mercado para recipientes de vidros usados é formado pelas vidrarias, que compram o material de sucateiros na forma de cacos ou recebem diretamente de suas campanhas de reciclagem. Além de voltar à produção de embalagens, a sucata pode ser aplicada na composição de asfalto e pavimentação de estradas, construção de sistemas de drenagem contra enchentes, produção de espuma e fibra de vidro, bijuterias e tintas reflexivas.

Quanto é reciclado?

46% das embalagens de vidro são recicladas no Brasil, somando 390 mil ton/ano. Desse total, 40% é oriundo da indústria de envaze, 40% do mercado difuso, 10% do “canal frio” (bares, restaurantes, hotéis etc) e 10 % do refugo da indústria.

Nos EUA, o índice de reciclagem gira em torno de 40%, correspondendo a 2,5 milhões de toneladas. Na Alemanha, o índice de reciclagem em 2001 foi de 87%, correspondendo a 2,6 milhões de toneladas.Índices de reciclagem em outros países: Suíça (92%), Noruega (88%), Finlândia (91%), Bélgica (88%).

Conhecendo o material

As embalagens de vidro são usadas para bebidas, produtos alimentícios, medicamentos, perfumes, cosméticos e outros artigos. Garrafas, potes e frascos superam a metade da produção de vidro do Brasil. Usando em sua formulação areia, calcário, barrilha e feldspato, o vidro é durável, inerte e tem alta taxa de reaproveitamento nas residências.

A metade dos recipientes de vidro fabricados no País é retornável. Além disso, o material é de fácil reciclagem: pode voltar à produção de novas embalagens, substituindo totalmente o produto virgem sem perda de qualidade. A inclusão de caco de vidro no processo normal de fabricação de vidro reduz o gasto com energia e água.

Para cada 10% de caco de vidro na mistura economiza-se 4% da energia necessária para a fusão nos fornos industriais e a redução de 9,5% no consumo de água.

Qual o peso desses resíduos no lixo?

No Brasil, todos os produtos feitos com vidros correspondem em média a 3% dos resíduos urbanos.
E somente as embalagens de vidro correspondem a 1%. Em São Paulo o peso do vidro corresponde a 1,5 % do total do lixo urbano.

Contaminação

Em princípio, os cacos encaminhados para reciclagem não podem conter pedaços de cristais, espelhos, lâmpadas e vidro plano usado nos automóveis e na construção civil. Por terem composição química diferente, esses tipos de vidro causam trincas e defeitos nas embalagens. No entanto, algumas indústrias de vidro já incorporam percentuais de vidro plano na produção.

Os cacos não devem estar misturados com terra, pedras, cerâmicas e louças :
contaminantes que quando fundidos junto com o vidro, geram microparticulas que deixam a embalagem com menor resistencia. Plástico em excesso pode gerar bolhas e alterar a cor da embalagem. Igual problema se verifica quando há contaminação por metais, como as tampas de cerveja e refrigerante: além de bolhas e manchas, que danifica o forno.

Rígidas Especificações do Material

O vidro deve ser preferencialmente separado por cor para evitar alterações de padrão visual do produto final e agregar valor. Frascos de remédios só podem ser reciclados se coletados separadamente e estiverem descontaminados.
Compostagem

O vidro não é biodegradável e precisa ser separado por processos manuais.
Incineração

O material não é combustível e se funde a 1.500 graus, transformando-se em cinzas. Seu efeito abrasivo pode causar problemas aos fornos e equipamentos de transporte.
Aterro

As embalagens de vidro não são biodegradáveis.

O ciclo da reciclagem
oltando às Origens

Nos sistemas de reciclagem mais completos, o vidro bruto estocado em tambores é submetido a um eletroímã para separação dos metais contaminantes. O material é lavado em tanque com água, que após o processo precisa ser tratada e recuperada para evitar desperdício e contaminação de cursos d’água.

Depois, o material passa por uma esteira ou mesa destinada à catação de impurezas, como restos de metais, pedras, plásticos e vidros indesejáveis que não tenham sido retidos. Um triturador com motor de 2 HP transforma as embalagens em cacos de tamanho homogêneo que são encaminhados para uma peneira vibratória.

Outra esteira leva o material para um segundo eletroímã, que separa metais ainda existentes nos cacos.
O vidro é armazenado em silo ou tambores para abastecimento da vidraria, que usa o material na composição de novas embalagens.
Fonte: www.cempre.org.br

A reciclagem do papel !

Nem todo papel é reciclável !

reciclável :

Jornais e revistas

Prospectos

Papéis de carta, impressora e copiadora

Envelopes (exceto envelopes com janela de plástico)

Listas telefônicas, guias postais, etc.

não reciclável :

Papéis de uso caseiro, como guardanapos, lenços, papel higiênico, etc.

Toalhas de mesa de papel

Papel celofane usado no buquê de flores

Papel de embrulho com camada de outro material

Sacolas de papel plastificadas

DEFINIÇÃO PARA IDENTIFICAÇÃO DE PAPÉIS USADOS E APARAS

A definição das matérias-primas fibrosas recicláveis utilizadas para a fabricação de papel compreende dois grandes grupos: aparas; e papéis usados.

As aparas (em inglês, “trimmings”), juntamente com materiais refugados e não utilizados,resultam de operação industrial que transforma os papéis e cartões em uma variada gama de artefatos.
O grupo é caracterizado como de pré-consumo.

Já os papéis usados (em inglês, “waste paper”), também designados de papéis velhos, são os diferentes tipos de papéis e artefatos de papel descartados pelos usuários finais, após utilização.
O grupo é caracterizado como de pós-consumo.

BRANCO I

Aparas, mantas e restos de bobinas de papéis brancos, sem impressão de espécie alguma, sem revestimento (“coating”).
Teor máximo de umidade: 10%.
Teor máximo de impurezas: 0%.
Teor máximo de materiais proibitivos:0%. Pré-consumo.

BRANCO II

Formulários contínuos de papel branco, usados, sem papel carbono entre folhas e sem revestimento carbonado.
Teor máximo de umidade: 10%.
Teor máximo de impurezas: 2%.
Teor máximo de materiais proibitivos: 0%.
Pós-consumo.

BRANCO III

Aparas, mantas e restos de bobinas de papel imprensa e jornal, sem impressão de espécie alguma.
Teor máximo de umidade: 10%.
Teor máximo de impurezas: 0%.
Teor máximo de materiais proibitivos: 0%. Pré-consumo.

BRANCO IV

Papéis brancos usados de escritório, manuscritos, impressos ou datilografados, cadernos usados sem capas, livros sem capa e impressos em preto.
Teor máximo de umidade: 10%.
Teor máximo de impurezas: 5%.
Teor máximo de materiais proibitivos: 0%.
Pós-consumo.

BRANCO V

Aparas de papéis brancos, mantas e restos de bobinas, com percentagem mínima de impressão ou com revestimento (“coating”).
Teor máximo de umidade: 12%.
Teor máximo de impurezas: 25%.
Teor máximo de materiais proibitivos: 0%. Pré-consumo.

BRANCO VI

Igual ao BRANCO IV, podendo porém conter papéis coloridos na massa.
Teor máximo de umidade: 10%.
Teor máximo de impurezas: 5%.
Teor máximo de materiais proibitivos: 0%.
Pós-consumo.

Beneficios da reciclagem – I

Benefícios econômicos da reciclagem

A reciclagem de papel economiza matéria-prima (celulose).

A reciclagem de 1 kg de vidro quebrado (cacos) gera 1 kg de vidro novo, economizando 1,3 kg de matérias-primas (minérios).

A cada 10% de utilização de cacos, há uma economia de 2,9% de energia.

A reciclagem de alumínio economiza 95% da energia que seria usada para produzir alumínio primário.

A reciclagem de lixo orgânico, por meio da compostagem, resulta em adubo de excelente qualidade para a agricultura.

Uma única latinha de alumínio reciclada economiza energia suficiente para manter um aparelho de TV ligado durante três horas .

Benefícios ambientais da reciclagem

50 kg de papel reciclado evitam o corte de uma árvore de 7 anos.

Cada tonelada de papel reciclado pode substituir o plantio de até 350 m2 de monocultura de eucalipto.

Uma tonelada de papel reciclado economiza 20 mil litros de água e 1.200 litros de óleo combustível.

A reciclagem de vidro diminui a emissão de gases poluidores pelas fábricas.

A reciclagem do plástico impede um enorme prejuízo ao meio ambiente, pois o material é muito resistente a radiações, calor, ar e água.

A cada quilo de alumínio reciclado, 5 kg de bauxita (minério com que se produz o alumínio) são poupados.

A reciclagem de vidro aumenta a vida útil dos aterros sanitários e poupa a extração de minérios como areia, barrilha, calcário, feldspato etc

Benefícios sociais da reciclagem

A reciclagem contribui para a diminuição do volume de lixo: o Brasil produz atualmente 240 mil toneladas de lixo por dia.

Recoloca no ciclo de produção um material que pode contaminar o solo, a água e o ar.

Dá a destinação correta ao produto que, caso contrário, é muitas vezes acumulado em infectos lixões.

A reciclagem de papel gera milhares de empregos: dos catadores de papel aos empregados em empresas de intermediação e recicladoras.
O Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem) fornece manuais e cartilhas que orientam como montar um programa de coleta seletiva.

A reciclagem de plástico no Brasil gera cerca de 20 mil empregos diretos em 300 indústrias de reciclagem.

No Brasil, estima-se que 100 mil pessoas vivam exclusivamente de coletar latas de alumínio para reciclagem, conseguindo um rendimento mensal, cada uma, de três salários mínimos.
fonte: www.napoles.com.br

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