A Revista Personare me convidou para fazer um artigo falando sobre o papel da mãe e do pai na formação e educação dos filhos.
Para ler a matéria na íntegra clique: Papel da Mãe e do pai também.
Depois deixem suas opiniões.
beijinhos
A Revista Personare me convidou para fazer um artigo falando sobre o papel da mãe e do pai na formação e educação dos filhos.
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Depois deixem suas opiniões.
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Para ver a postagem dos anos anteriores sobre o Dia da Educação clique AQUI
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Fonte: Velhos Amigos
Educação – É o conjunto de técnicas e conhecimentos necessários para a transmissão do saber e dos valores essenciais à sociedade.
Ao professor cabe transmitir conhecimentos e estimular o raciocínio lógico e a visão crítica dos estudantes, ajudando-os no desenvolvimento de habilidades para entrar no mercado de trabalho e assumir seu papel de cidadão.
Atua em todos os níveis da educação, do ensino infantil ao superior. Pode lecionar disciplinas específicas nos cursos profissionalizantes, nas classes de alfabetização, de educação especial (para portadores de deficiência) ou para jovens e adultos (antigo supletivo). Pela Lei de Diretrizes e Bases de 1996, todos os professores, de qualquer nível de ensino, devem ter formação superior a partir de 2007. Para lecionar em faculdade, é preciso, ainda, ter pós-graduação.
Hoje em dia é grande a importância dada à educação. O número de analfabetos no país vem caindo a cada ano e praticamente todas as crianças com idade entre 7 e 14 anos estão matriculadas na escola. E também há um esforço para colocar na pré-escola as crianças com menos de seis anos de idade.
Outra preocupação atual é com a repetência. Professores e o Ministério da Educação buscam formas de evitar a repetência dos alunos para que eles não desanimem e acabem abandonando a escola. Mesmo assim, muitas crianças e jovens têm que deixar de estudar porque precisam trabalhar.
A qualidade do ensino também é um ponto importante para se pensar. Pouco adianta completar séries e ganhar um diploma se não aprendermos de verdade. Por tudo isso, estudar com prazer e buscar compreender o mundo através do que aprendemos é uma boa forma de comemorar o Dia da Educação.
Como anda a educação no Brasil?
O IBGE realiza várias pesquisas que levantam dados sobre a educação no Brasil, sendo a maior delas o Censo Demográfico. O último censo foi em 2000 e trouxe informações sobre analfabetismo, anos de estudo, freqüência escolar e redes de ensino, com distribuição de acordo com idade, estados, regiões do Brasil e sexo, entre outros dados.
Outra pesquisa importante, realizada com amostras da população brasileira, é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que apresentou seus mais recentes resultados em 2003. Vamos aproveitar o Dia da Educação para sabermos mais sobre o assunto no Brasil?
Mais brasileiros sabendo ler e escrever
O mundo moderno exige das pessoas uma preparação cada vez melhor para o exercício de suas tarefas. Ler e escrever, além de serem formas de se comunicar com o mundo, são atividades básicas para o desempenho de muitas outras funções.
Sob esse aspecto, a população brasileira vem conseguindo alguns avanços. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, que traz os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2003 (PNAD), do IBGE, o crescimento contínuo da taxa de escolarização vem reduzindo o analfabetismo, elevando o nível de instrução da população em todo o país e diminuindo, gradativamente, as grandes diferenças entre as regiões.
A taxa de escolarização dos jovens de 15 a 17 anos, por exemplo, aumentou cerca de 33% nos últimos 10 anos e atingiu, em 2003, 82,4% desses jovens. Não houve grandes variações entre as taxas regionais e a taxa média nacional.
Sobe o nível de instrução da população, cai o analfabetismo
A crescente escolarização vem impulsionando a elevação do nível de instrução da população. Entre 1993 e 2003, o analfabetismo declinou em quase 30% no Brasil. Esse declínio foi mais intenso nas regiões Sul (34,7%), Centro-Oeste (32,1%) e Sudeste (31,3%), principalmente nos estados do Paraná e Santa Catarina (com reduções de 37,6% e 36,7%, (respectivamente), o Distrito Federal (-45,7%) e o Rio de Janeiro (-41%). O Nordeste apresentou um declínio de 27%.
São considerados analfabetos todos aqueles que possuem mais de 15 anos de idade e não sabem ler nem escrever. A diminuição das taxas de analfabetismo no Brasil deve-se ao maior acesso da população carente ao ensino fundamental e aos programas de alfabetização de adultos, como, por exemplo, o Alfabetização Solidária, onde o governo federal atua em parceria com universidades, empresas privadas, prefeituras e comunidades, e o Movimento de Educação de Base, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB.
Meninos e meninas: quem estuda mais?
Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, o analfabetismo apresentou maior declínio entre as mulheres (31,7%) do que entre os homens (26,9%).
No grupo das pessoas com mais de 10 anos de idade, ocupadas, as mulheres têm em média um ano de estudo a mais do que os homens (média de anos de estudo iguais a 7,7 e 6,7, respectivamente).
Educação, formando o ser humano
Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, educação é: “processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual ou moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social”. O processo de educação começa com a família, quando os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo, como devem se comportar, a respeitar as outras pessoas. Ou seja, é o início da formação da criança, que aos poucos vai sendo preparada para a vida individual e em sociedade.
Num segundo momento, entra em cena a escola. Tem início a etapa da instrução da criança, onde ela vai adquirir conhecimentos referentes a áreas do saber específicas: Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, entre outras.
Mas o papel da escola na formação do indivíduo não fica restrito a esse tipo de informação. De certa forma, a escola vai dar continuidade ao processo que foi iniciado pela família, educando a criança e o adolescente também para a vida, através da disciplina, das responsabilidades, do estímulo ao exercício da cidadania.
E lembre-se: a boa educação é a base de uma nação consciente de seus direitos e deveres, que é capaz de construir o melhor para si e seu país, contribuindo para uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.
Quem está na escola vai à escola?
Agora vamos estudar mais detalhadamente a situação desses jovens que estão na escola. Há inúmeras razões que determinam o grau de freqüência à escola. A Pesquisa de Padrão de Vida (PPV), realizada pelo IBGE, entre março de 1996 e março de 1997, nas regiões metropolitanas do Nordeste e do Sudeste, onde estão concentrados 70% da população, teve como um dos temas apurados a Educação, com destaque para o estudo da freqüência à escola.
Veja alguns dos resultados da pesquisa:
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No Brasil, inclusive, em 28 de abril comemora-se o DIA DA EDUCAÇÃO.
A educação é a base da civilização humana. É através dela que conhecimentos, valores e costumes são passados de uma geração a outra e seu acúmulo, na história, é sempre crescente.
Quando se fala em EDUCAÇÃO logo vem à mente as escolas. Porém, a educação é um elemento de formação cultural bem mais amplo. Na verdade, ela aparece desde as mais remotas origens da espécie humana, mesmo em épocas que antecederam o desenvolvimento da inteligência. De fato, os cientistas constatam que os animais também são dotados da capacidade de ensinar. Além de sua base de instintos, a maioria dos animais transferem um certo grau de costumes através de métodos de aprendizagem.
As escolas são os principais agentes da EDUCAÇÃO FORMAL. Classificam-se assim pois são instituições organizadas e “formalizadas” com o intuito direto de transmitir principalmente conhecimentos.
A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL é o conjunto de valores e conhecimentos transmitidos por instituições humanas extra escolares. Desta forma, veículos de comunicações, ONGs, partidos políticos, religiões ou quaiquer outros movimentos sociais são agentes que transmitem, principalmente, conceitos, idéias e valores. Todos os conhecimentos instrutivos e métodos, transmitidos pelos agentes da EDUCAÇÃO NÃO FORMAL são, mesmo que imperceptivelmente, elementos de transmissão de ideologias ou de formas alternativas de se compreender a realidade, desde que estes são a prioridade desta forma de educação.
A EDUCAÇÃO INFORMAL é o conjunto de valores e conhecimentos transmitidos naturalmente entre pessoas, famílias e grupos sociais, e que não se relacionam diretamente com nenhuma instituição humana. Desta forma, a educação familiar, por exemplo, embora embasada em valores morais e espirituais advindos de instituições, é considerada uma EDUCAÇÃO INFORMAL. As práticas dos povos primitivos ou tradicionais também são uma forma de educação informal.
Na verdade, a EDUCAÇÃO INFORMAL é a precursora que origina e sustêm as educações não formal e formal.
Há uma constante interação entre “as diversas formas de ensino e aprendizagem das sociedades humanas”. As bases dos conhecimentos e valores originam-se isoladamente e no seio das iniciativas de indivíduos e grupos sociais—A EDUCAÇÃO INFORMAL. Estas novas alternativas, se aceitas, são absorvidas por outros indivíduos, famílias e grupos, que as organizam e as institucionalizam agregando-as a formas também organizadas e institucionalizadas da estrutura social—A EDUCAÇÃO NÃO FORMAL. Uma constante transposição de novos conhecimentos e valores ocorre dos agentes de educação informal e não formal para as bases de informações transmitidas pelas escolas—A EDUCAÇÃO FORMAL.
O processo educativo é, pois, uma realidade única, sequenciada e sincrônica. Cabe aos educadores—de todas as formas de educação—desenvolverem esta consciência e agirem adequadamente neste sistema, conforme suas realidades particulares. O educador consciente e crítico torna-se, então, um ator de manutenção ou transformação requeridas pelas sociedades humanas. Há realidades físicas, conhecimentos e valores antigos que devem ser preservados—são os alicerces culturais da humanidade. E há conhecimentos e valores que, no devido tempo, devem ser inovados e transformados para possibilitar o normal, saudável e possível desenvolvimento humano.
Luiz Antonio Vieira Spinola
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Educação – É o conjunto de técnicas e conhecimentos necessários para a transmissão do saber e dos valores essenciais à sociedade.
Ao professor cabe transmitir conhecimentos e estimular o raciocínio lógico e a visão crítica dos estudantes, ajudando-os no desenvolvimento de habilidades para entrar no mercado de trabalho e assumir seu papel de cidadão.
Atua em todos os níveis da educação, do ensino infantil ao superior. Pode lecionar disciplinas específicas nos cursos profissionalizantes, nas classes de alfabetização, de educação especial (para portadores de deficiência) ou para jovens e adultos (antigo supletivo). Pela Lei de Diretrizes e Bases de 1996, todos os professores, de qualquer nível de ensino, devem ter formação superior a partir de 2007. Para lecionar em faculdade, é preciso, ainda, ter pós-graduação.
Hoje em dia é grande a importância dada à educação. O número de analfabetos no país vem caindo a cada ano e praticamente todas as crianças com idade entre 7 e 14 anos estão matriculadas na escola. E também há um esforço para colocar na pré-escola as crianças com menos de seis anos de idade.
Outra preocupação atual é com a repetência. Professores e o Ministério da Educação buscam formas de evitar a repetência dos alunos para que eles não desanimem e acabem abandonando a escola. Mesmo assim, muitas crianças e jovens têm que deixar de estudar porque precisam trabalhar.
A qualidade do ensino também é um ponto importante para se pensar. Pouco adianta completar séries e ganhar um diploma se não aprendermos de verdade. Por tudo isso, estudar com prazer e buscar compreender o mundo através do que aprendemos é uma boa forma de comemorar o Dia da Educação.
Como anda a educação no Brasil?
O IBGE realiza várias pesquisas que levantam dados sobre a educação no Brasil, sendo a maior delas o Censo Demográfico. O último censo foi em 2000 e trouxe informações sobre analfabetismo, anos de estudo, freqüência escolar e redes de ensino, com distribuição de acordo com idade, estados, regiões do Brasil e sexo, entre outros dados.
Outra pesquisa importante, realizada com amostras da população brasileira, é a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, que apresentou seus mais recentes resultados em 2003. Vamos aproveitar o Dia da Educação para sabermos mais sobre o assunto no Brasil?
Mais brasileiros sabendo ler e escrever
O mundo moderno exige das pessoas uma preparação cada vez melhor para o exercício de suas tarefas. Ler e escrever, além de serem formas de se comunicar com o mundo, são atividades básicas para o desempenho de muitas outras funções.
Sob esse aspecto, a população brasileira vem conseguindo alguns avanços. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, que traz os resultados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios 2003 (PNAD), do IBGE, o crescimento contínuo da taxa de escolarização vem reduzindo o analfabetismo, elevando o nível de instrução da população em todo o país e diminuindo, gradativamente, as grandes diferenças entre as regiões.
A taxa de escolarização dos jovens de 15 a 17 anos, por exemplo, aumentou cerca de 33% nos últimos 10 anos e atingiu, em 2003, 82,4% desses jovens. Não houve grandes variações entre as taxas regionais e a taxa média nacional.
Sobe o nível de instrução da população, cai o analfabetismo
A crescente escolarização vem impulsionando a elevação do nível de instrução da população. Entre 1993 e 2003, o analfabetismo declinou em quase 30% no Brasil. Esse declínio foi mais intenso nas regiões Sul (34,7%), Centro-Oeste (32,1%) e Sudeste (31,3%), principalmente nos estados do Paraná e Santa Catarina (com reduções de 37,6% e 36,7%, (respectivamente), o Distrito Federal (-45,7%) e o Rio de Janeiro (-41%). O Nordeste apresentou um declínio de 27%.
São considerados analfabetos todos aqueles que possuem mais de 15 anos de idade e não sabem ler nem escrever. A diminuição das taxas de analfabetismo no Brasil deve-se ao maior acesso da população carente ao ensino fundamental e aos programas de alfabetização de adultos, como, por exemplo, o Alfabetização Solidária, onde o governo federal atua em parceria com universidades, empresas privadas, prefeituras e comunidades, e o Movimento de Educação de Base, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB.
Meninos e meninas: quem estuda mais?
Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2004, o analfabetismo apresentou maior declínio entre as mulheres (31,7%) do que entre os homens (26,9%).
No grupo das pessoas com mais de 10 anos de idade, ocupadas, as mulheres têm em média um ano de estudo a mais do que os homens (média de anos de estudo iguais a 7,7 e 6,7, respectivamente).
Educação, formando o ser humano
Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa, de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, educação é: “processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual ou moral da criança e do ser humano em geral, visando à sua melhor integração individual e social”. O processo de educação começa com a família, quando os pais ensinam a seus filhos o que julgam ser certo, como devem se comportar, a respeitar as outras pessoas. Ou seja, é o início da formação da criança, que aos poucos vai sendo preparada para a vida individual e em sociedade.
Num segundo momento, entra em cena a escola. Tem início a etapa da instrução da criança, onde ela vai adquirir conhecimentos referentes a áreas do saber específicas: Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, entre outras.
Mas o papel da escola na formação do indivíduo não fica restrito a esse tipo de informação. De certa forma, a escola vai dar continuidade ao processo que foi iniciado pela família, educando a criança e o adolescente também para a vida, através da disciplina, das responsabilidades, do estímulo ao exercício da cidadania.
E lembre-se: a boa educação é a base de uma nação consciente de seus direitos e deveres, que é capaz de construir o melhor para si e seu país, contribuindo para uma sociedade mais justa e com alta qualidade de vida.
Quem está na escola vai à escola?
Agora vamos estudar mais detalhadamente a situação desses jovens que estão na escola. Há inúmeras razões que determinam o grau de freqüência à escola. A Pesquisa de Padrão de Vida (PPV), realizada pelo IBGE, entre março de 1996 e março de 1997, nas regiões metropolitanas do Nordeste e do Sudeste, onde estão concentrados 70% da população, teve como um dos temas apurados a Educação, com destaque para o estudo da freqüência à escola.
Veja alguns dos resultados da pesquisa:

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Fonte: Pra Gente Miúda
Especial Dia do Trabalho





Por que comemoramos o Dia do Trabalho?
Fonte: Como tudo funciona
No Brasil, 1º de maio é feriado desde 1925. Em muitos outros países também se comemora o Dia do Trabalho em 1º de maio. Mas por que essa data? Qual sua relação com o trabalho?
História
Tudo tem início com uma greve deflagrada em Chicago no dia 1º de maio de 1886. Indústrias da Europa e dos Estados Unidos no final do século 18 e durante o século 19 pagavam baixos salários e provocavam a deterioração da saúde física e mental dos trabalhadores com jornadas de trabalho que chegavam a 17 horas diárias. Não havia férias, descanso semanal e aposentadoria.
Greves explodiam por todo o mundo industrializado. Em Chicago os trabalhadores eram liderados por duas importantes organizações que dirigiam as manifestações em todo o país: a AFL – Federação Americana de Trabalho e a Knights of Labor – Cavaleiros do Trabalho.
No dia 3, permanecendo a greve iniciada havia dois dias, a policia disparou contra um grupo de operários diante da fábrica McCormick Harvester, matando 6 e ferindo 50. Centenas foram presos. Dia 4, ao final de uma manifestação, um grupo de policiais atacou os manifestantes, espancando-os e pisoteando-os. Centenas de pessoas morreram.
Foram levados a julgamento os líderes do movimento, August Spies, Sam Fieldem, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Shwab, Louis Lingg e Georg Engel. A sentença foi lida dia 9 de outubro – Engel, Fischer, Lingg, Spies foram condenados à morte na forca; Fieldem e Schwab, à prisão perpétua, e Neeb, a 15 anos de prisão.
Quase seis anos depois dessa “batalha” em Chicago, no Congresso da Segunda Internacional em Bruxelas, de 16 a 23 de setembro de 1891, foi aprovada resolução que tornava o 1º de maio um dia comemorativo de trabalhadores no mundo todo, durante o qual eles deveriam manifestar suas reivindicações.
Comemorações
No Brasil, a primeira celebração da data de que se tem registro ocorreu em Santos, em 1895, por iniciativa do Centro Socialista, mas a data só foi consolidada em 1925, quando o presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de maio como feriado nacional.
No governo de Getúlio Vargas 1º de maio era a data em que eram anunciadas as principais leis e iniciativas que atendiam a reivindicações dos trabalhadores:
A Constituição de 1988 instituiu as férias remuneradas, o 13º salário, multa de 40% do saldo do FGTS por rompimento de contrato de trabalho, licença maternidade.
As primeiras comemorações do Dia do Trabalho nos Estados Unidos eram celebradas pelos sindicatos trabalhistas e apesar de existirem certas especulações sobre quem teria sido o idealizador, a maioria dos historiadores credita a Peter McGuire, secretário geral da Fraternidade dos Carpinteiros e Marceneiros e co-fundador da Federação Americana do Trabalho, a idéia original de um dia dedicado a que os trabalhadores mostrassem sua solidariedade.
O presidente Grover Cleveland assinou uma lei que designava a primeira segunda-feira do mês de setembro como o Feriado Nacional do Dia do Trabalho. Esse fato é interessante, pois Cleveland não era um defensor dos sindicatos trabalhistas. Na verdade, ele estava tentando reparar alguns danos políticos que sofrera anteriormente, ao enviar tropas federais para acabar com uma greve da American Railway Union (Sindicato das Ferrovias dos EUA) na Pullman Co., em Chicago, Illinois. Essa ação resultou na morte de 34 trabalhadores.
Você sabia?Em alguns países o Dia do Trabalho é comemorado em outras datas:
Estados Unidos - primeira segunda-feira de setembro
Austrália Ocidental - 4 de março
Austrália Meridional - 7 de outubro
Espanha - 18 de julho
No Brasil, 1º de maio é feriado desde 1925. Em muitos outros países também se comemora o Dia do Trabalho em 1º de maio. Mas por que essa data? Qual sua relação com o trabalho?
História
Tudo tem início com uma greve deflagrada em Chicago no dia 1º de maio de 1886. Indústrias da Europa e dos Estados Unidos no final do século 18 e durante o século 19 pagavam baixos salários e provocavam a deterioração da saúde física e mental dos trabalhadores com jornadas de trabalho que chegavam a 17 horas diárias. Não havia férias, descanso semanal e aposentadoria.
Greves explodiam por todo o mundo industrializado. Em Chicago os trabalhadores eram liderados por duas importantes organizações que dirigiam as manifestações em todo o país: a AFL – Federação Americana de Trabalho e a Knights of Labor – Cavaleiros do Trabalho.
No dia 3, permanecendo a greve iniciada havia dois dias, a policia disparou contra um grupo de operários diante da fábrica McCormick Harvester, matando 6 e ferindo 50. Centenas foram presos. Dia 4, ao final de uma manifestação, um grupo de policiais atacou os manifestantes, espancando-os e pisoteando-os. Centenas de pessoas morreram.
Foram levados a julgamento os líderes do movimento, August Spies, Sam Fieldem, Oscar Neeb, Adolph Fischer, Michel Shwab, Louis Lingg e Georg Engel. A sentença foi lida dia 9 de outubro – Engel, Fischer, Lingg, Spies foram condenados à morte na forca; Fieldem e Schwab, à prisão perpétua, e Neeb, a 15 anos de prisão.
Quase seis anos depois dessa “batalha” em Chicago, no Congresso da Segunda Internacional em Bruxelas, de 16 a 23 de setembro de 1891, foi aprovada resolução que tornava o 1º de maio um dia comemorativo de trabalhadores no mundo todo, durante o qual eles deveriam manifestar suas reivindicações.
Comemorações
No Brasil, a primeira celebração da data de que se tem registro ocorreu em Santos, em 1895, por iniciativa do Centro Socialista, mas a data só foi consolidada em 1925, quando o presidente Artur Bernardes baixou um decreto instituindo o 1º de maio como feriado nacional.
No governo de Getúlio Vargas 1º de maio era a data em que eram anunciadas as principais leis e iniciativas que atendiam a reivindicações dos trabalhadores:
A Constituição de 1988 instituiu as férias remuneradas, o 13º salário, multa de 40% do saldo do FGTS por rompimento de contrato de trabalho, licença maternidade.
As primeiras comemorações do Dia do Trabalho nos Estados Unidos eram celebradas pelos sindicatos trabalhistas e apesar de existirem certas especulações sobre quem teria sido o idealizador, a maioria dos historiadores credita a Peter McGuire, secretário geral da Fraternidade dos Carpinteiros e Marceneiros e co-fundador da Federação Americana do Trabalho, a idéia original de um dia dedicado a que os trabalhadores mostrassem sua solidariedade.
O presidente Grover Cleveland assinou uma lei que designava a primeira segunda-feira do mês de setembro como o Feriado Nacional do Dia do Trabalho. Esse fato é interessante, pois Cleveland não era um defensor dos sindicatos trabalhistas. Na verdade, ele estava tentando reparar alguns danos políticos que sofrera anteriormente, ao enviar tropas federais para acabar com uma greve da American Railway Union (Sindicato das Ferrovias dos EUA) na Pullman Co., em Chicago, Illinois. Essa ação resultou na morte de 34 trabalhadores.

O Dia das Mães está chegando e seguem mais novidades
Fonte: Cantinho Alternativo
Calendário para geladeira
Molde:
Capa de caderno de receitas:
Molde


No Blog Pra Gente Miúda há um livrinho muito lindo que pode ser feito em sala de aula
veja AQUI




Atividades
Fonte: En
sinar a Aprender e Aprender a Ensinar
Suporte para Caixa de Fósforos

Como fazer:












Quando Brasília foi inaugurada eu tinha apenas 5 anos, porém minha família que sempre foi muito patriota, guardou através dos anos os jornais e revistas que contaram, com toda a emoção do momento, como foi a inauguração da nossa capital.
Sendo eu muito comprometida com o meu país e sendo o meu coração verde-amarelo, recebi de presente todo este material que guardo com muito carinho e cuidado.
Assim sendo, compartilho neste momento, os registros da inauguração de Brasília com toda a energia daquele momento, que pode ser comprovada através do amarelado do papel, dos vincos bem marcados, dos hábitos e estilos e da ortografia da época.
Presto aqui a minha homenagem aos 50 anos da nossa capital federal.
Esta foto é uma homenagem da Cia Rádio Internacional do Brasil.
Diz o texto no seu original:
No dia histórico em que a cidade de Brasília se investe do título de Capital da República dos Estados Unidos do Brasil, saudamos S. Excia o Sr. Presidente da República e todos os Membros do seu Govêrno assim como os lídimos representantes do povo, nas duas Casas do Congresso que com espírito realizador uns e cooperador outros, levaram a efeito obra tão assinalada.
No retângulo dentro da foto principal diz o seguinte:
Sob os aplausos do povo e do Sr> Goulart, JK ergue o símbolo da nova sede do Govêrnos.
Texto original:
O ponto alta da parada foi a sensacional proeza de um dos aviões, que desceu verticalmente, em audacioso piquê, desaparecendo por trás do Palácio do Supremo. A multidão angustiada, já o supunha espatifado no solo, quando de novo se elevou, na vertical. Suspiros de alívio e exclamações de entusiasmo escaparam de tôdas as bôcas.
O Presidente beija o anel do Cardeal Dom Manuel Gonçalves Cerejeira, legado Pontifício. Assistem à comovente cerimônia mais de trinta Bispos brasileiros e as Missões Diplomáticas.
Receou-se que suas artérias coronárias não resistissem ao impacto de tantas emoções. Jango olha-o preocupado. Israel agradece a ajuda de Deus.
A sessão inaugural do Congresso foi uma das mais emocionantes de tôda a sua história. Era a primeira vez que o Sr. Juscelino Kubitschek comparecia perante o Parlamento reunido. As galerias e o plenário estavam repletos. Aquêle era o Congresso que não havia recusado nenhuma das leis e recursos que o Govêrno lhe pedira para a transferência.
Exército, Marinha e Aeronáutica empolgam a cidade.
Durante mais de uma hora desfilaram cinco mil homens das fôrças armadas. Depois, um representante de cada uma das unidades compareceu em frente ao palanque presidencial para oferecer um diploma de homenagem do seu batalhão. Os componentes da unidade de pára-quedistas apresentaram um uniforme novo e colorido.
A Catedral de Brasília, concebida por Oscar Niemeyer, serrá única, no mundo, pelas suas linhas originalíssimas. Ainda em construção, já desperta o interêsse de todos os visitantes, com sua forma circular, que proporciona a mesma visão de todos os ângulos. Vinte e um montantes compõem a fachada, de quarenta metros de altura. Cimento, aço e placas de vidro refratário, de côr neuttra, se conjugam nesse monumento erguido à fé no Planalto Central.
Até mesmo o Marquês de Pombal falou em levar a Capital para o interior do Brasil. Do século XVIII para cá, outros chefes de Govêrno sonharam com a obra que o Presidente Juscelino Kubitschek afinal realizou em tempo nunca julgado possível. Desde quando o Presidente entrou pela primeira vez no “Catetinho” de madeira, que mundo de problemas e emoções êste país viveum à espera da sua nova Capital! Nesta semana de festas, o Brasil inteiro vive com o Presidente da República as emoções de uma obra que vai enquadrar o País nos seus destinos de grandeza.
Aquêle, sim, foi um grande dia! Diziam que em Brasilia não havia água e ela estava ali.
Mal. Lott. Gen. Nelson de Melo, Min. Meira Lima e outros, com o Presidente, que ouve as primeiras impressões sôbre o local em que a sede do Govêrno seria instalada.
Belém – Brasília
Mais de dois mil quilômeros foram rasgados nas selvas.
Quando os tratores e as primeiras levas de operários partiram de Belém com o objetivo de abrir uma estrada em plena selva amazônica, um homem alto e forte centralizava as operações. Dono de uma resistência física fora do comum, Bernardo Sayão foi, durante muito meses, a alma do empreendimento. Um dia, a queda inesperada de uma árvore gigantesca supultou-o sob seus galhos milenares. Hoje, a rodovia, que parecia impossível e concretizou o milagre da integração nacional, leva o nome do seu pioneiro, que foi assassinado pela floresta.
Não houve em Brasília apenas solenidades oficiais, com programas protocolares. Houve também festas populares em que a alegria comunicativa da juventude representou uma das contribuições mais espontâneas ao Júbilo geral. Garôtas e rapazes de escolas primárias e secundárias tomaram conta da Praça dos Três Podêres, brincando de roda, jogando ola, pulando carniça ou fazendo evolução sob os olhos vigilantes de seus mestres. Um dia que jamais será esquecido.
O PRIMEIRO BAILEm
Um pouco antes da meia-noite, o Presidente Kubitschek, acompanhado de D. Sarah, começou a subir a grande rampa que dá acesso ao Palácio do Planalto e sôbre a qual se enfileiravam alas dos Dragões da Independência. A obrigatoriedade do uso da casaca foi quebrada por muitos convidados e o ator Leo Carrillo compareceu metido numa fantasia de “cowboy” com apliques dourados. Todos se acercavam da mesa presidencial levantando um brinde, entre político e entusiasta, formado por uma sigla original: “JK 65″
A recepção no Palácio do Planalto é um acontecimento social que ficará na História do Brasil.
Na primeira e histórica reunião do Ministério, o Presidente da República fêz questão de dizer que ali se virava uma página da história, em todos os instantes, a esperança fôra sempre o seu grande valimento.
Centenas de milhares de brasileiros viram nascer a Capital da República – O toque da alvorada na Praça dosTrês Poderes – “A bandeira que vai tremular nos céus do Brasil simbolizará um país maior”, disse o ser Juscelino Kubitschek – Instalados o Executivo, o Legislativo e o Judiciário – Parada cívico-militar – O povo vibra nas ruas.
Prece Natalícia a Brasilia
Agora e aqui é a Encruzilhada Tempo-Espaço;
Caminho que vem do Passado e vai ao Futuro;
caminho do Norte, do Sul, do Leste e do Oeste;
caminho de ao longo dos séculos,
caminho de ao longo do mundo:
- agora e aqui todos se cruzam
pelo sinal da Saanta Cruz.
…
Guilherme de Almeida
Ano I, Dia 1º de Brasília
Hoje – 19 de abril – comemora-se o Dia do Índio.
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Datas comemortivas – Dia do Índio
Datas comemorativas – Dia do Índio

Fonte: Jornal de Saanta Catarina
19 de abril é o Dia Nacional do Índio, lembrado e comemorado em muitas aldeias e reservas indígenas espalhadas em nosso imenso país. Na verdade, o índio brasileiro tem muito pouco a comemorar. Continua lutando pela sua sobrevivência e contra uma política indigenista tacanha e retrógada que mais lhes tem prejudicado do que ajudado.
O seu órgão tutor e responsável, a Funai, continua, como sempre, omissa e inoperante, o que tem permitido aos índios cometer verdadeiras estripulias, como aconteceu aqui na reserva de José Boiteux. Mas em todo Brasil não tem sido diferente. Apesar de pouco produzir, querem a ampliação de suas reservas. Os índios no Brasil são representados por 215 etnias e habitam 606 áreas em vários Estados, correspondente a 12,5% do território nacional, o que equivale a um milhão de metros quadrados de terras. Uma área maior do que Alemanha, França e Itália juntas.
Apesar dos problemas que se registram em áreas indígenas, não se consegue uma explicação plausível para o crescimento espetacular da população indígena no Brasil nesses últimos tempos. Os censos demográficos do IBGE de 1991 a 2000 indicaram que mais de 10% da população brasileira se declararam indígenas, aumentando de 294 mil para 734 mil o número de índios. Consta que a atração maior é o fato de poderem se transferir para uma reserva, onde passam a viver sob a lei do índio, não pagam aluguel, água, luz, ganhando moradia, comida, assistência médica e terra para trabalhar, se quiserem. A demarcação de terras para aumentar as reservas é outra grande atração, pois consta que na Região Amazônica os índios estão concretizando a conquista de imensas e riquíssimas áreas.
Quanto a Reserva Duque de Caxias, em José Boiteux, depois que o Supremo Tribunal Federal proibiu a demarcação de novas terras, os índios sossegaram e deixaram de praticar desordem fora da reserva, principalmente depois também que a Justiça passou a tratar com o rigor necessário certos procedimentos incorretos de membros da sua liderança.
Pelo menos contra a estrutura da Barragem Norte não praticaram mais nenhum ato de vandalismo. Hoje, a reserva abriga 1,8 mil indígenas que vivem nas sete aldeias: Toldo (20), Palmeiras (420), Pavão (116), Bugin (399), Coqueiros (315), Figueiras (286) e Sede (261). Trinta por cento dos que residem na Reserva são brancos que se declararam índios.
Em algumas delas, o Dia do Índio será comemorado.

Fonte: Espaço Educar