Pilares da Educação Digital #formação #educacao

Estive ausente esta semana que passou porque participei da formação de Professores nas escolas modelo do Rio de Janeiro.

Foi uma experiência muito interessante e muito enriquecedora. Fui pelo Instituto Paramitas e Microsoft que “atua em projetos de formação de educadores, crianças, jovens e adultos sempre utilizando as tecnologias como forma de ampliar o acesso ao conhecimento e a melhores oportunidades”.

O Governo do Estado do Rio de Janeiro e a Microsoft firmaram parceria para capacitar Professores das Escolas Públicas para o uso da tecnologia embasados nos Pilares da Educação Digital através do programa Aprender em Parceria possibilitando a inclusão digital e consequente melhora na qualidade da educação.

Foram dois dias inteiros de muita interação e partilha entre todos nós como bem prega a era da informação e comunicação.

A meta é que professores e alunos trabalhem cada um com seu laptop e esta realidade está muito próxima.

Vejam como foi a Formação:

Aproveito para lembrá-los de inscrever seus projetos no  Prêmio Microsoft Educadores Inovadores pois o prazo já está acabando.

Não deixe de participar!

Disgrafia e disortografia – exercícios

Já falei anteriormente aqui no Educa Já! sobre Disgrafia e Disortografia, porém tenho recebido vários comentários de leitores pedindo para que além de falar mais sobre o assunto, eu coloque algumas orientações para os professores.

Assim sendo, segue abaixo:

Disgrafia

Fonte: Centro de Fonoaudiologia

DisortografiaA escrita disgráfica pode observar-se com traços pouco precisos e incontrolados. Há uma desorganização das letras, letras retocadas e “feias”. O espaço entre as linhas, palavras e letras são irregulares. Há uma desorganização do espaço ocupado na folha e pode-se referir à problemas de orientação espacial.
Há falta de pressão com debilidade dos traços, ou traços demasiadamente forte o que causa cansaço e lentidão na hora da escrita. Além disso, devido a letra ilegível há dificuldades de entendimento na hora da leitura por parte dos alunos e professores.

Recomendação da fonoaudióloga Luciana Reis

Não recomendo usar caderno de caligrafia esse poderá sobrecarregar o punho podendo dar dores no braço indo até os ombros. É preciso intervenção fonoaudiológica!

Tratamento

É importante que se faça uma avaliação fonoaudiológica o quanto antes melhor evitando-se assim o fracasso escolar.

Paciente no 3 ano com queixa de cansaço ao escrever:

Disortografia Caso Exemplo
Letra com traço forte e “feia”, desorganização espacial do espaço ocupado na folha e com escrita lenta.

Letra mais legível com traçado menos forte, melhor organização espacial e sem cansaço ao escrever. Depois do tratamento de 2 meses:

Disortografia Caso Exemplo

Disortografia (Dificuldade de

Aprendizagem)

Fonte: Centro de Fonoaudiologia

DisortografiaA Disortografia caracteriza-se por troca de fonemas na escrita, junção (aglutinação) ou separação indevidas das palavras, confusão de sílabas, omissões de letras e inversões. Além disso, dificuldades em perceber as sinalizações gráficas como parágrafos, acentuação e pontuação.

Devido à essas dificuldades o indivíduo prepara textos reduzidos e apresenta desinteresse para a escrita. A Disortografia não compromete o traçado ou a grafia.
Um sujeito é disortográfico quando comete um grande número de erros. Até a 2ª série é comum que as crianças façam confusões ortográficas porque a relação com sons e palavras impressas ainda não estão dominadas por completo.

Causa

Considera-se que 90% das disortografias têm como causa um atraso de linguagem ou atraso global de desenvolvimento.

Tratamento

Depois de uma avaliação fonoaudiológica o profissional irá traçar um plano de tratamento para que a disortografia não se torne uma vilã na aprendizagem.
O fonoaudiólogo poderá desenvolver um atendimento preventivo antes mesmo do terceiro ano (antiga 2ª série).
Quanto antes o tratamento com um fonoaudiólogo melhor será o prognóstico!

Veja um caso clínico de um paciente com 9 anos, no 4º ano:

Disortografia Caso Exemplo
Exemplo de disortografia com aglutinações, omissões e separação indevida de palavra.

Após 3 meses de tratamento:

Disortografia Caso Exemplo

Escrita sem aglutinações e omissões.

Letra feia pode ser distúrbio de aprendizagem

Por Raquel Caruso* Fonte: ClockWork Comunicação

A Disgrafia (dis=dificuldade e grafia=grafar/escrever) é um transtorno da escrita resultante de um distúrbio de integração visual-motora, que afeta a capacidade de escrever ou copiar letras, palavras e números. Trata-se de um transtorno funcional e apresenta-se em crianças com capacidade intelectual normal, sem transtornos neurológicos, sensoriais, motores e/ou afetivos que justifiquem tal dificuldade. Apesar de alguns autores terem visões diferentes quanto ao termo disgrafia e disortografia, abordaremos a disgrafia como sendo um prejuízo que o indivíduo possui na execução do ato motor destinado à escrita e não das trocas, omissões, inversões e contaminações de letras/palavras, que seriam características da disortografia. De modo geral, a escrita é uma linguagem visual expressiva, que faz uso de uma série de operações cognitivas, tais como percepção auditiva, visual, discriminação tátil, cinestésica. Ou seja, é um sistema visual simbólico, que converte pensamento, sentimento e idéias em símbolos gráficos, que envolve análise de todos estes subsistemas. Para o desenvolvimento da escrita adequada, existem alguns pré-requisitos, como aspectos cognitivos, afetivo, motor e linguagem que são necessários observar: – Esquema corporal (planta do indivíduo) é a organização das sensações relativas ao seu próprio corpo em relação ao mundo exterior; – Lateralidade (dominância=força e precisão) conceito de direita e esquerda será mais fácil de ser interiorizado a medida que sua dominância for mais homogênea; – Estruturação espacial: o indivíduo deve ser capaz de situar-se e situar objetos uns em relação aos outros; – Orientação temporal: envolve a capacidade de situar-se em função da sucessão dos acontecimentos (antes, após, durante), duração dos intervalos, noções de tempo longo e curto (hora, minuto), ritmo regular, irregular (aceleração, freada); – Pré-escrita: domínio do gesto e da direção gráfica (da esquerda para direita). Quando realizamos uma avaliação psicomotora, observamos algumas características que podem auxiliar no diagnóstico, e que diferenciam os subtipos de disgrafia: Pura (inconsciente): quadro disgráfico em crianças com conflitos emocionais importantes, que usam a escrita para chamar a atenção pela “letra defeituosa”. Conflito emocional importante: . escrita instável, com proporções inadequadas; . deficiente espaçamento e inclinações Mista: apresenta conflitos emocionais associados à déficits perceptivo-motor (tipo de disgrafia mais freqüente): – dificuldade na forma, tamanho da letra; – inclinação defeituosa (inicia uma frase no canto superior esquerdo e acaba no canto inferior direito); – deficiente espaçamento entre letras, margens; – ligamento defeituoso entre letras da palavra; – não direciona o giro da escrita; – pressão do lápis ou caneta na escrita ou falta desta; – rasuras; – transtorno de ritmo; – alteração de postura; – letra ininteligível – lentidão; – alteração dos fatores psicomotores; – impulsividade; – transtorno da atenção; – transtorno do esquema corporal; Reativas: devido a transtorno maturativo, pedagógico ou neurológico. Inicialmente não possuem componentes de alteração emocional. Há ainda a Disgrafia caligráfica ou motora, que ocorre alteração na forma das letras e na qualidade da escrita em seus aspectos percepto-motores. Em crianças menores, podemos observar dificuldades motoras de ritmo. Porém, somente após a alfabetização pode ser feito o diagnóstico. Para tanto é fundamental uma avaliação com profissional especializado na área. Os exercícios de pré-escrita e grafismo são necessários para aprendizagem das letras e números. Sua finalidade é fazer com que a criança atinja o domínio do gesto e do instrumento, a percepção e a compreensão da imagem a reproduzir. É importante que o indivíduo seja estimulado a realizar exercícios para o ombro, como movimentos de abrir e fechar com o brinquedo vai e vem e bolas; cotovelo (peteca), punho, mão e dedos. Estes exercícios poderão ser feitos utilizando técnicas de percepção corporal, como por exemplo relaxamento, massagens, prancha de equilíbrio e com a utilização de alguns materiais (argila, massinha, tinta , jogos). A seguir exercícios de grafismo para professores trabalharem em sala de aula: . Gestos no plano vertical (utilizando lousa, papel, pincéis, giz de cera e canetas hidrocor) para aprender a segurar corretamente o lápis; . Grandes desenhos que vão diminuindo a medida que a criança desenvolve habilidade de ombro, cotovelo e passa a adquirir destreza de punho e dedos; . O trabalho deve ser realizado sempre da esquerda para a direita. *Raquel Caruso é fonoaudióloga, psicopedagoga, psicomotricista e coordenadora da EDAC – Equipe de Diagnóstico e Atendimento Clínico, além de professora convidada da Associação Brasileira de Dislexia (ABD)

Dicas para criar materiais visuais para disléxicos

Fonte: Espaço Aprendizagem Quando se pretende criar algum tipo de material para disléxicos é importante ter em atenção vários factores que podem facilitar a compreensão dos conteúdos:

  • Use um tipo de letra clara e direita, tipo verdana, no tamanho 12 ou superior, preferencialmente num tom escuro;
  • Use espaçamento de 1,5 ou 2;
  • Opte pelo negrito em vez de itálico ou sublinhado;
  • Use texto não justificado ou justificado à esquerda, os espaços brancos distraem o leitor disléxico;
  • Faça frases e parágrafos curtos e objectivos;
  • Estruture o melhor que for possível: use títulos, listas com números ou bolas, esquemas;
  • Comece sempre uma nova frase no início da linha e não no fim da frase anterior;
  • Opte pelas colunas em vez de linhas compridas;
  • Use um fundo claro, mas sem ser branco;
  • Use e abuse de imagens ou gráficos, ajuda o disléxico a reter a informação;
  • Não use abreviações e evite a hifenização;
  • Use caixas de texto para evidenciar partes importantes do texto.

Dicas para professores de disléxicos

Fonte: Espaço Aprendizagem A melhor abordagem perante uma aluno disléxico é a  multissensorial, ou seja facilitar a aprendizagem utilizando todos os meios  disponíveis: visual, auditivo, oral, táctil e cinestésico. Esta abordagem permite que o aluno use  os seus pontos fortes para colmatar os mais fracos. Assim, algumas dicas que poderão ajudar o professor no contexto de sala de aula:

  • Interessar-se genuinamente pelo aluno disléxico e pelas suas dificuldades e especificidades e deixar que ele perceba esse interesse, para se sinta confortável para pedir ajuda;
  • Na  sala de aula, posicionar o aluno disléxico perto do professsor, para receber ajuda facilmente;
  • Repetir as novas informações e verificar se foram compreendidas;
  • Dar o tempo suficiente para o trabalho ser organizado e concluído;
  • Ensinar métodos e práticas de estudo;
  • Encorajar as práticas da sequência de ver/observar, depois tapar, depois escrever e depois verificar, utilizando a memória;
  • Ensinar as regras ortográficas;
  • Utilizar mnemónicas;
  • Incentivar o uso do computador como ferramenta de  digitação de texto;
  • Incentivar o uso do corrector ortográfico de um processamento de texto;
  • Permitir a apresentação de trabalhos de forma criativa, variada e diferente: gráficos, diagramas, processamento de texto, vídeo, audio, etc;
  • Criar e enfatizar  rotina para ajudar o aluno disléxico adquirir um sentido de organização;
  • Elogiar ,de forma verdadeira, o que aluno disléxico fizer ou disser bem,  dando-lhe a oportunidade de “brilhar”;
  • Incentivar a participação em trabalhos práticos;
  • Nunca partir do pressuposto que o aluno disléxico é preguiçoso ou descuidado;
  • Nunca fazer comparações com o resto da turma;
  • Não pedir ao aluno disléxico para ler em voz alta na sala de aula;
  • Não corrigir todos os seus erros (evitar o uso da cor vermelha, para não ser tão evidente os seus erros);
  • Não insistir na reformulação, a menos que exista um propósito claro.

Dicas para Pais de Disléxicos

Fonte: Espaço Aprendizagem

Como qualquer criança, os disléxicos necessitam do apoio dos pais.  Não só para a satisfação das suas necessidades imediatas e físicas, mas também para os ajudar a criar mecanismos para ultrapassar as suas dificuldades.

Usar exercícios criativos que envolvam a memória, tais como recitar poemas infantis em conjunto, ler poemas, utilizar mímica, teatro, falar de imagens, utilizar a acção, os jogos de tabuleiro, jogar a pares, aplaudir as sílabas e cantar músicas, podem ser muito úteis.

Estas são algumas dicas/estratégias que também se poderão revelar importantes:

  • Incentivar a prática de exercício físico, em que se promova o atirar, capturar, chutar bolas, saltar e treinar o equilíbrio;
  • Incentivar a prática de actividades lúdicas e artísticas, como dança, pintura ou outra que a criança se sinta inclinada;
  • Incentivar o gosto pela leitura,  usando a linguagem dos livros — as imagens, as palavras e as letras — para perceber que os livros podem ser analisados, lidos e desfrutados, vezes sem conta;
  • Mostrar como segurar num livro, de que forma ele abre, onde começa a história, onde é o topo da página e que direcção segue o texto, apreciar as imagens;
  • Promover o aspecto cultural: visitar museus, assitir peças de teatro ou musicais,conhecer outras cidades, etc
  • Ajudar a criança disléxica a aprender a seguir instruções,  por exemplo, “por favor pega no lápis e coloca-o na caixa”, e fazer gradualmente sequências mais longas, por exemplo, “ir à prateleira, encontrar a caixa vermelha, trazê-la para mim”. Incentivar a criança disléxica a repetir a instrução antes de a realizar.

Valorizar o disléxico na sala de aula

Fonte: Espaço Aprendizagem

Raramente o disléxico recebe certificados ou prêmios academicos. No entanto, pode e deve valorizar o disléxico por tudo aquilo que ele alcança, mesmo sem ser academicamente:

* Ajuda dada aos colegas;

* Demonstração de esforço (independentemente do sucesso);

* Materiais organizados;

* Simpatia para com os colegas;

* Vontade em participar;

* Permanecer atento e calmo;

* Boas maneiras / boa educação;

* Dar o exemplo para outros;

* Desejo de se envolver noutras actividades da escola (clubes, produções, etc);

Trabalhar a auto-estima do disléxico

Fonte: Espaço Aprendizagem

Todos os dias na escola, o disléxico enfrenta o fracasso, desde a escrita até à matemática. Assim, o disléxico constata que não consegue fazer o que os outros fazem e considera-se “burro, “estúpido”.

E como a dislexia não é como partir um braço – visível – o próprio sistema escolar promove este tipo de pensamento:

“- Oh, tem o braço partido, claro que não consegue escrever, isso não tem nada a ver com inteligência!”

Mas ninguém diz:

“ Oh, claro que não consegue ler, o cérebro funciona de forma diferente, mas não há nada de errado com a sua inteligência!”

Torna-se, assim, importante trabalhar a auto-estima e auto confiança de cada criança ou jovem disléxico. Só palavras não são suficientes para motivar o disléxico, ele precisa de perceber na prática que é capaz e inteligente como os demais.

Pegue numa folha e divida-a em duas colunas. De forma objectiva e verdadeira escreva numa coluna “Coisas em que eu sou bom” e noutra coluna “Coisas em que eu sou menos bom”.

Provavelmente terá duas colunas assim:

Coisas em que eu sou bom

* Nadar

* Basquetebol

* Desenhar

* Tomar conta dos  meus ratos

* Pintar

* Fazer rir

* Ajudar os outros

* Decorar

* Etc

Coisas em que sou menos bom

* Soletrar

* Ler

* Escrever

* Calcular

* Etc

Constatem juntos que afinal a lista de “defeitos” é menor e portanto o disléxico tem razões para se sentir bem e apreciar a sua personalidade.

Disléxicos e auto estima

Fonte: Espaço Aprendizagem

Auto estima é a característica vital para qualquer adolescente disléxico, sendo essencialmente desenvolvida no lar. Sentir-se livre da pressão é muito importante e é mais fácil de manter em casa.

Os pais podem construir a confiança/ auto-estima dos seus filhos, elogiando-os verdadeiramente e mostrando-lhes que apreciam o seu valor e a sua companhia.

A educação dada pelos pais pode ajudar com problemas de concentração e mais tempo pode ser gasto em interesses especiais do jovem, dando-lhes oportunidades de experimentar o sucesso.

Chega um momento em que, para se tornarem adultos bem sucedidos, os adolescentes disléxicos deve reconhecer e aceitar a sua combinação única de pontos fortes e dificuldades.

Até que isto suceda, adolescentes disléxicos não vão assumir a responsabilidade e agir para superar os obstáculos e os problemas que a dislexia cria.

Adultos disléxicos bem sucedidos têm invariavelmente sucedido por se concentrarem nos seus próprios dons particulares e não incidindo sobre as suas dificuldades.

Esta é, na realidade o grande segredo para lidar com a dislexia.

Comentários (4) 05/17/2010

Campanha Onda Verde acontecerá dia 21/05 às 10 horas

Amigos Educadores venho lhes convidar para participar amanhã, dia 21 de maio, de uma ação super importante para todos nós enquanto cidadãos e em especial para nós, educadores, que temos como missão formar cidadãos.

A Fundação O Boticário de Proteção a Natureza, em parceria com a CDB – Convenção da Diversidade Biológica – da ONU promove, no Brasil, o movimento “Onda Verde” que tem por objetivo envolver os alunos das inúmeras escolas para que de forma divertida participe desta campanha ambiental internacional. É uma maneira de incentivar os alunos a aprender mais sobre a natureza brasileira e a importância da proteção da biodiversidade.

Este movimento pela vida é em comemoração ao Ano Internacional da Biodiversidade.

Por isso estou convidando a todos para vir comemorar com a gente. Vamos envolver o maior número possível de alunos e escolas nesta grande ação em prol da continuidade da vida saudável no nosso planeta.

É muito simples e a Natureza agradece.

Primeiramente a escola tem que se Registrar, afinal temos que conhecer os nossos parceiros e dizer qual opção de ação escolheu. Além disso, ao registrar suas ações elas passarão a fazer parte de um relatório mundial da Onda Verde. Suas ações serão compartilhadas com gente de todos os continentes.

Se sentir dificuldades há este tutorial de como proceder ao Registro, basta clicar no PDF

Nós preparamos esse passo a passo para facilitar pra você – baixe o PDF. 

Você pode escolher estas ações para participar. Clique em cada uma delas ou vá direto ao site (http://ondaverdefundacao.wordpress.com/registre-se/) clicando nas opções na barra de menú localizada no lado direito.

Escolas

1ª Fase – Registre sua árvore
Após conferir o passo a passo, clique aqui para registrar.

2ª Fase – Envie fotos e conte sua história
Após conferir o passo a passo, clique aqui para enviar sua foto.

3ª Fase – Registros Opcionais
Após conferir o passo a passo, clique aqui para indicar a Onda Verde para seus amigos ou aqui para dar a sua opinião.

Vocês que querem participar desta campanha saibam que amanhã será a grande concentração, porém ela continuará por mais algum tempo, por isso, sempre é tempo de participar.

E eu ainda tenho mais um supresa. Vou sortear 3 Kits iguais a este entre as escolas que se inscreverem no Projeto e deixarem o seu comentário aqui falando qual a ação que escolheram.

O kit da Semana O Boticário de Educação Ambiental é um material produzido especialmente para escolas, para apoiar o trabalho dos professores em sala de aula.

Material de fácil manuseio e com conteúdos de qualidade, é composto por:

DVD com vídeos educativos:
• vídeo 1: de forma lúdica e simples, esclarece o conceito de Mudanças Climáticas;
• vídeo 2: animação que destaca boas práticas ambientais que podem ser adotadas em nosso dia-a-dia.

CD-ROM com sugestões de atividades:
• propostas de atividades para os Ensinos Fundamental e Médio, divididas por série;
• ficha para registro de atividades, para que escolas de todo o país possam compartilhar suas experiências.

Aguardo vocês.

#semanaotimismo chega ao fim

A Campanha #semamaotimismo FOI UM TREMENDO SUCESSO! E isso graças a cada um de vocês que se empenhou e deu o seu melhor para que isso fosse possível. Tivemos mais de 200 tweets e RT em menos de um mês. Todos eles com o #otimismo que a campanha inspirou. Tivemos dicas de como cuidar do nosso Planeta, como exercer ações sustentáveis, cultivamos a nossa plantinha, tivemos posts excelentes que robusteceram a nossa Blogagem Coletiva e assim passamos unidos num mesmo objetivo, um mês inteirinho.

Agora estou aqui para AGRADECER a todos pelo empenho e dedicação e fechar a campanha falando mais um pouquinho dos Projetos propostos pelo Instituto Coca-Cola.

O Programa Coca-Cola Reciclou, Ganhou tem um comprometimento com o meio ambiente e com o ser humano, pois além de promover a educação ambiental e estimular a reciclagem das embalagens minimizando o impacto delas no meio ambiente, propiciou uma qualidade de vida melhor aos catadores e a valorização desta profissão gerando respeito a este trabalhador que desempenha papel fundamental nesta área.

Assista ao vídeo e constate o resultado de tudo isso.

O Projeto Educação Campeã o qual o Instituto Coca-Cola Brasil tem parceria com o Instituto Ayrton Senna investiram no Ensino Fundamental do Maranhão contando com o apoio do Governo do Estado tendo como meta beneficiar mais de 500 mil alunos.

Assista ao vídeo abaixo e constate a eficácia e seriedade do Programa.

Programa Valorização do Jovem que combate a evasão escolar investindo naqueles alunos com alta probabilidade de abandonar a escola por diferente fatores, desde as dúvidas quanto ao conteúdo quanto a baixa autoestima.

Assista ao vídeo e veja o brilho nos olhos dos alunos que foram beneficiados pelo Programa.

Programa Água das Florestas Tropicais que eu fui conferir de perto e fiz o meu relato entusiasmado na postagem Instituto Coca-Cola Brasil e OS Mata Atlântica que vocês podem conferir bem como assistir ao filme abaixo que foi produzido durante a nossa visita.

Meu agradecimento especial para todos que participaram e participam ativamente na #semanaotimismo:

Baú das Ideias, Sucesso News, A Vida como a Vida Quer, Fizchapinha, Saia Justa,

Ponto Zero, Algaritmus, Sexo e Relacionamentos, Verde que te quero Verde,

Coisas Acontecem Sempre, Este Blog é minha Rua, Ze Offline, Eterno Aprendiz,

Blog da Ti, Espaço Mensaleiro, Pele sem flor, Cantinho da Pro Helena, Fio de Ariadne,

Aline Silva Dexheimer, Cuidando do nosso Grande Canteiro,

Porque minhas opiniões não cabiam na telinha, Universo Mix, Sustentável 2.0

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Se você ainda quer participar faça um post utilizando qualquer um dos vídeos, ou todos se preferir, e me envie o link.

A Campanha está acabando, porém a conscientização fica cada vez mais forte!

Fundação Botín lança Programa de Fortalecimento Institucional

Foi convidada nesta segunda-feira, dia 17 de maio, para participar do lançamento do primeiro programa da Fundação Botín para a formação de gestores públicos, na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo.

A Fundação Botin é a principal Fundação, sem fins lucrativos, da Espanha e foi criada em 1964 por Marcelino Botin Sanz de Sautuola e sua esposa Carmen Yllera, família de Emílio Botín que é o presidente mundial do Grupo Santander, com o objetivo maior de suprir necessidades e promover o desenvolvimento social.

A Fundação Botín chega ao Brasil com o Programa de Fortalecimento Institucional envolvendo outros países como México, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, Cuba, Peru, Equador e Porto Rico, que visa capacitar talentos entre 20 e 23 anos, que estejam cursando a Graduação, para a formação destes jovens para o exercício do serviço público. Iñigo Sáenz de Miera Cárdenas, que é diretor-geral da Fundação afirma que o segredo para o avanço econômico de um país e seu desenvolvimento humano está justamente no bom desempenho das instituições públicas.

O Programa foi desenvolvido em parceria com a Bronw University de Rodhe Island (EUA), uma das mais antigas universidades norte-americanas, que é integrante da Yvy League e possui um dos principais centros de estudos latino-americanos no mundo. O programa é composto de 500 horas de aulas, palestras e seminário com carga horária muito semelhante a de um mestrado. No currículo há as disciplinas de História e Política, Sociedades, Habilidades e Competências, Ética e Política e Economia. No final do curso os alunos receberão certificado de conclusão de curso da Brown University e da Fundação Botin.

Em parceria com as universidades, são 650 instituições inscritas sendo que 350 são do Brasil, a Fundação escolherá 40 estudantes para participar do Programa. A indicação dos estudantes deve ser feita exclusivamente pelas Universidades, com critérios próprios, envolvendo quaisquer cursos, uma vez que, o objetivo maior é fomentar a vocação, as competências e as habilidades.

Serão nove semanas com todas as despesas pagas, incluído a viagem, o alojamento e a alimentação. Na etapa norte-americana os alunos frequentarão a Universidade Brown conforme dito acima e na etapa Espanha terão aulas na própria Fundação em Madri. A Fundação pretende investir cerca de 25 mil dólares por aluno.

Iñigo afirma que a dedicação às funções públicas é muito difícil e que se ao final de dez anos de Programa, dos 400 estudantes 100 estiverem atuando com qualidade na função pública, eles se sentirão felizes. O objetivo maior da Fundação é justamente a valorização da função pública.

Iñigo justifica a decisão de atuar no Peru, Cuba e Equador mesmo sem ter o Grupo Santander nestes países por julgar serem países institucionalmente importantes. E afirma que no próximo ano devem levar o projeto para a Venezuela e Bolívia e talvez outros países da América Latina, pois seguem a rede de contatos da Universia que é do Grupo Santander.

Entusiasmado finaliza exaltando a riqueza que será a convivência e a troca entre os estudantes de diferentes países com hábitos, costumes e vocações diversas durante estas nove semanas.

As inscrições se encerram no dia 24 de junho e a seleção será anunciada antes de julho em data ainda a ser divulgada. O curso acontecerá de outubro a dezembro.

Também participaram do evento Fernando Abrucio, cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Clóvis Bueno, professor de administração pública e recursos humanos da Eaesp-FGV sentados à direita de Iñigo.

Prêmio Microsoft Educadores Inovadores

Está na quinta edição o Prêmio Microsoft Educadores Inovadores que incentiva através do seu reconhecimento os professores das escolas públicas (municipais, estaduais e federais), Fundações, Secretarias Municipais e Estaduais de Ensino, Núcleos de Tecnologia Educacional (NTEs ou NRTEs) e Escolas Técnicas Públicas. a desenvolverem projetos educacionais com o uso da tecnologia em prol de um desempenho muito mais atrativo e eficiente.

Você que desenvolveu um bom Projeto durante o ano que passou pode se inscrever até o dia 02 de julho de 2010. Os vencedores ganharão um notebook.

Os vencedores vão ganhar um notebook e os responsáveis pelos projetos vencedores das categorias de Ensino Básico concorrerão com educadores de todo o mundo e serão os representantes do Brasil nas etapas internacionais do evento, que este ano será na África do Sul, país da Copa.

Mais informações sobre o prêmio, as regras, quem pode participar, estão disponíveis no site: www.educadoresinovadores.com.br

Você pode seguir os seis passos para ficar bem informado sobre o Prêmio. Se você não sabe o que é o Prêmio Microsoft Educadores Inovadores pode se informar lendo O que é. Poderá ficar por dentro das Regras; Poderá verificar direitinho Como Participar; Saber com detalhes qual é a Premiação e ainda poderá conhecer todos os Parceiros deste Projeto. Aproveite e Divulgue na sua escola. Partilhar boas informações é exercer a cidadania.

Se após ler todas estas informações você ainda tiver uma dúvida que não foi respondida, poderá entrar em Contato que eles responderão rapidinho.

Estamos esperando o seu Projeto. INSCREVA-SE!