Grupo de Estudos “Educar na Cultura Digital” #ECDigital

Sexta feira passada, dia 20 de agosto, como contei aqui no post Educar na Cultura Digital participei do “Educar na Cultura Digital: Geração Y, cibercultura e mudanças de comportamento” promovido pela Fundação Santillana, Fundação Telefônica e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) que valoriza a troca de conhecimento num ambiente online e interativo.

Nem preciso dizer o quanto foi maravilhoso, também com André Lemos, Rodrigo Nejm, Renata Simões e minha querida Léa Fagundes não tem para ninguém.
A conversa começou às 19h e foi transmitida on-line e com isto todas as pessoas que quiseram participar o fizeram inclusive através do Twitter que teve uma participação em massa levando a hashtag #ECDigital para o topo na cidade de São Paulo conforme consta no relato do EducaRede. Neste dia foi dada a abertura do “Grupo de estudos online “Educar na Cultura Digital” com o debate das personalidades mencionadas acima e que cada um com o seu foco abrilhantou o encontro.

Todos partiram de um ponto em comum: não há como negar o uso da tecnologia na educação. O que precisa ser tomado com bastante atenção é justamente como se irá trabalhar com esta cultura digital e de que maneira os alunos se beneficiarão dela para que a aprendizagem aconteça.

Uma coisa é certa, a partir do momento que todo mundo tiver acesso aos recursos digitais este deixará de ser um diferencial. A diferença estará justamente no uso que cada um vai fazer destes recursos. Aquele aluno produtor de conteúdo poderá expor suas ideias e acabará se destacando daquele que nada produz.

André Lemos foi muito incisivo quando disse várias vezes que o maior problema que ele encontra tanto na educação básica quanto na graduação é que os alunos não lêem. Sem o hábito e o gosto pela leitura não há como produzir bom conteúdo.

Outro ponto muito importante, como sempre diz Rodrigo Nejm, é como orientar os alunos (no caso específico da educação) a navegar com segurança na internet. Rodrigo ressalta que se priorize valores antigos da construção da sociedade como respeito, dignidade e ética. Conciliar o uso pedagógico com a responsabilidade, ou seja, o uso ético das TIC.

Léa Fagundes começa a conversa perguntando se a plateia é composta de criacionistas ou evolucionistas, o silêncio foi geral. Todos ficaram surpresos. Ela então mui gentilmente disse que falaria de pé para poder olhar nos olhinhos de cada um que estava ali. Ela comentou que nunca apresentou resistência ao uso da tecnologia na educação e que acompanha desde o seu início. Léa comentou que “O pensamento tem que buscar o conhecimento através dos sentidos” e que o aluno produz muito mais quando motivado a investigar um tema.

Se você quer saber mais sobre o tema acesse o EducaRede por Aí, o Educar na Cibercultura além do EducaRede.

Ingresse agora  no Grupo de estudos é muito fácil!

Para participar do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital o EducaRede orienta:

O grupo de estudos online é aberto para todos que tiverem interesse em refletir, debater e compartilhar conhecimentos sobre os desafios da educação na era digital. Está dividido em cinco módulos temáticos:

1. Mundo digital
2. Geração Interativa
3. Aprendizagem na cultura digital
4. Inovação pedagógica
5. Avaliação de uso de TIC

Os módulos são independentes, porém inter-relacionados. O participante escolhe o tema que deseja e participa de forma livre. É possível entrar nos temas a qualquer momento, com previsão de 10 horas de estudo em cada um.

A metodologia inclui propostas de atividades de pesquisa, interação e prática relacionadas ao tema, além de um diário individual para anotações do participante e um questionário com devolutiva para autoavaliação da aprendizagem.

A participação é totalmente gratuita. A inscrição pode ser feita a qualquer momento, independentemente de turmas, durante o período em que a formação estiver disponível: de agosto a novembro de 2010. Para participar do Grupo de Estudos, preencha o formulário online no site www.educarnaculturadigital.org.br.

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