Sempre há uma história! #concurso

Manhêêê!

A este chamado não há mãe que não atenda imediatamente!

Quem tem filho pequeno em casa, ou já teve, sabe exatamente do que estou falando. Criança que é saudável e ativa corre ao invés de andar, sobe, desce, pula, salta enfim não poupa esforços para gastar sua energia até que de repente vem o famoso “manhêêê” e lá sai ela correndo para socorrer seu filhote. É um joelho raladinho aqui, um machucadinho ali em meio ao chororô que pede o aconchego e os cuidados da mãe.

Após higienizar o machucado vem o momento mais esperado e gostoso para a criança – a hora de colocar o Band-Aid. Eu não conheço nenhuma criança que não goste de usar Band-Aid em seus machucados. A sorte é que Band-Aid protege os machucados contra a entrada de sujeira e germes, mantendo-o limpo e protegido e saber que o filho fica feliz por usá-lo é uma traquilidade.

Os meus filhos quando eram pequenos ficavam segurando o Band-Aid enquanto eu higienizava até o momento de colocá-lo no machucado, era como se sentisse mais segurança. Até hoje fazem uso dele. A minha filha mais velha tem sempre Ban-Aid na bolsa porque como ela só usa salto alto para trabalhar, ter bolhas no pé é uma constante, então ela previne usando Band-Aid.

Os meus filhos já são adultos, porém tenho contato com as crianças na escola e os machucados também fazem parte do dia a dia, afinal se machucar faz parte da infância de crianças ativas, que brincam e se divertem. Não podemos esquecer que tudo isso contribuiu para o seu desenvolvimento

Vocês devem estar se perguntando por que estou contando tudo isso. É que tenho um convite muito especial para fazer para todos vocês: estou convidando as mães que acompanham o Educa Já! para participar do Concurso Cultural que tem como tema “Por trás de cada Band-Aid existe uma história”. Esta ação consiste em reunir histórias incríveis contadas pelas mães sobre seus filhos e o uso do Band-Aid. Para enviar sua história basta clicar no widget que está no menu no lado direito do blog e torcer os dedos para ela ser escolhida. O concurso vai até o dia 6 de novembro!

As melhores histórias, ou seja, as que mais emocionarem, serão premiadas da seguinte forma:

Do 1º ao 5º lugar = um livro + publicação das histórias no site de Band-Aid

Do 6º ao10º lugar + um kit de produtos J&J + publicação das histórias no site de Band-Aid

O livro tem a opção para meninos:

“O LIVRO PERIGOSO PARA GAROTOS“, de Conn e Hal Iggulden

E para as meninas

O LIVRO DAS GAROTAS AUDACIOSAS, de Andrea Buchanan e Miriam Peskowitz

Quer se inspirar? Então assista aos vídeos no hotsite da Band-aid. Lá você também encontra brincadeiras para realizar com seu filho ao ar livre, pode ver as dicas para saber como agir na hora do machucado e ainda aprende o que é e como fazer o seu scrapbook.

Estou curiosa para conhecer a sua história.

Não deixe de participar!

O Concurso cultural termina no dia 4 de novembro, então se apresse e mãos à obra!

9 thoughts on “Sempre há uma história! #concurso

  1. Não consegui mandar a história ai no widget e deixo aqui vc pode mandar?

    Em uma de nossas viagens de férias a nossa filha queria descobrir o mundo novo do interior do RN, subia em árvores, corria de bicicleta pelo quintal, queria ver pintinhos e galinhas, coelhos e ninho de passarinhos.
    Caia, se ralava toda, mas não parava e eu ali tentando proteger, fui numa dessas quedas que ralou o joelho e acabou fraturando o ossinho do dente, eu desesperada levei no dentista que passou remédios e disse apenas pra ter cuidados com a alimentação, pois o dente havia ficado mole.
    Ao voltarmos pra casa eu a quis proteger para evitar que caísse de novo e viesse a se machucar novamente e vendo ela triste coloquei um band-aid no joelho, ela olhou curiosa para ver os desenhos do curativo e me disse: -Mamãe agora eu posso brincar e correr? Estou boa não é?
    Eu chorei de emoção, pois percebi que mesmo com dor e pelo susto ela não queria deixar de brincar e descobrir tudo á sua volta.E aproveitei o momento e fotografei.
    Quando voltamos pra casa olhando as fotos percebi que tudo na vida passa, mas que o amor, o cuidado devem ser sempre preciosos na vida de uma criança e que nada marca mais que o zelo que os pais tem pelos seus filhos e me inspirei na foto para escrever uma poesia de recordação:
    Cuidados do Amor

    Cuida de mim
    Com afeto
    Carinho
    Cuidado
    Dá-me o bálsamo do amor
    O remédio do abraço
    O néctar da flor
    Um beijo de manhã
    E ao adormecer uma oração
    Cuida de mim
    Com paixão
    Com pureza de coração
    Olha-me com olhos de ternura
    E me cura.
    Cuida de mim
    Com mãos fluídas de bondade
    Cuida de mim com amizade
    Com orvalho, estrelas e lua.
    Cuida de mim
    De manhã e de noite
    Em toda vida que perdura
    Cuida de mim
    Com teus olhos de amor!

    Paula Belmino

    Cybele Reply:

    Olá Paula, tudo bem?

    Super obrigada pela participação.
    Pode deixar que eu encaminho, sim.
    Adorei a história!
    beijinhos e ótimo domingo!

  2. Olá Cibele!
    Vou deixar minha histoirinha aqui também, como fez a Paula Belmino. Certo?

    Band-aid…
    As minhas recordações da infância estão coloridas por eles. Há princípio não eram tão fashion, mas aqueles buraquinhos feitos para o machucado respirar, eram tudo que a curiosidade infantil precisava.
    E quando ficaram da cor da pele? Meus dedos ficavam “enfeitados” com eles. Claro que minha mãe não aprovava, mas meus dedos das mãos e pés se sentiam ótimos…hehe! Tal qual os vídeos mostrados.
    Gosto tanto de Band-aid, que ao lançarem com os desenhos da MTV, fiquei torcendo para que viessem até aqui. Não fui atendida. Sniff! (Minha criança interna chorando)

    Cibele:
    Esta é a minha historinha com o Band-aid. Adoro até hoje!
    Beijos.
    Anny

    Cybele Reply:

    Olá Anny,

    Ficou excelente!
    Eu já enviei pro concurso, ok!
    Obrigada querida!
    beijinhos

  3. Cy, vou mandar umas histórias novas do Enzo, que agora está no auge da bicicleta mas, menino de apartamento, se incomoda com todos os machucadinhos. E fica parecendo o Frank da turma da Mônica com os band-aids que coloca!
    Felizmente ele sabe que precisa se cuidar, lavar com água e sabão os machucados e que deve deixar as ataduras lá para que sare logo e possa voltar a ralar!
    🙂
    Gostei muito de saber que a campanha traz também dicas de brincadeiras para realizar com seu filho ao ar livre!

    Cybele Reply:

    Olá Sam,

    Vou aguardar você enviar a história, ok! Tenho certeza que será uma bela história.
    bjs

  4. Posso postar minha história aqui?? =)

    Tive uma infância ótima. Pude fazer praticamente tudo o que quis. Meus pais educaram a mim e meus irmãos com competência invejável, mas ao mesmo tempo nos deixaram livres para viver cada fase. Não sei como fizeram essa mágica, mas conseguiram.
    E, com isso, coisas não muito comuns aconteciam. Por exemplo: eu já andei de patins dentro de casa e acabei com o móvel da TV da sala em cima do meu colo. Os patins também eram usados no ginásio, e provocavam quedas.
    Nas férias íamos para a fazenda. Mais farra. Subíamos em árvores, andávamos (e, às vezes, caíamos) de cavalo, nadávamos… Aproveitávamos. Temos marcas no corpo relembrando alguns desses momentos. Lembro que tinha erosões e nós rolávamos no grande buraco. Saíamos imundos e ralados!
    Poucos anos depois fomos morar em uma cidade menor. Mais liberdade impossível!! Mais árvores, patinete, amarelinha na rua, pega-pega, bicicleta… Dezenas de crianças em um mesmo prédio, localizado em uma rua que só tinha o movimento dos moradores do condomínio. Em frente, um terreno baldio com uma queda ideal para ser aproveitada com… caixas de fogão, geladeira, máquinas de lavar… É isso mesmo! Entrávamos na caixa de papelão e rolávamos. Inúmeras vezes. Até destruir a caixa.
    E essas são apenas algumas (poucas) histórias de infância.
    Mas, o que todas elas têm em comum? O que estava dentro da mala ou do armário em TODOS esses momentos? O Band-Aid. Claro!
    Ele sempre estava lá para proteger nossos machucados. Lembro que tinha de várias cores. De bandeira do Brasil. De bichinhos da Disney. O meu preferido era do Linguado, aquele peixinho amarelo e azul da Pequena Sereia. Tenho um até hoje – amarelado pelo tempo.
    Parecia que, mesmo inconscientemente, eu adorava esse curativo não só pelo bem que ele fazia. Mas porque sabia que seria meu companheiro de sempre.
    Ao crescer, comecei a usar sapatos diferentes. A cada dia a certeza de que o bonito não era confortável se reforçava. O problema foi perceber que simples chinelos também me causavam bolhas. Sem exagero. E o que me protege dessa dor? O meu curativo da vida toda.
    Todos nós sabemos que nada mais desconfortável que sentir dor por bolhas nos pés. As mulheres sofrem sempre com isso. Mas, até os homens sabem. Canso de ouvi-los reclamando após partidas de futebol ou casamentos com sapatos novos…
    E o Band-Aid dá aquele alívio. Sempre. Pra todo mundo.
    Meu lado desleixada às vezes me faz esquecer de usá-los para a prevenção. Afinal, sei exatamente onde cada sapato machuca. Costumo brincar que me arrumo de acordo com os sapatos. E os escolho de acordo com os lugares machucados nos pés. Machuquei no dedinho? Hora de usar o que incomoda no calcanhar. É um sufoco!!!
    Fato é que os uso praticamente todos os dias. Compro de caixas. Sim, sempre no plural. E ainda acho esse curativo uma das melhores invenções do mundo!!
    Com o passar dos anos, e o crescer dos saltos, percebi que ele também foi sendo modificado. Ainda bem!!
    Hoje não tenho mais idade para usar a versão desenhada ou colorida, minha profissão também não permite algo que vá além do tradicional, mas me divirto com as formas. Tem aqueles maiores, ideais para aquele scarpin que destrói o tornozelo. Tem os pequenininhos, perfeitos para as sandálias que tiram sangue dos nossos dedos mindinhos… Os tradicionais para as bolhas no peito e do canto dos pés dispensam comentários. Já fazem parte da nossa vida.
    Dizem que bolsa de mulher não pode faltar perfume e batom. Na minha, o item band-aid é prioridade com a mesma importância desses outros. Ou seja, não vivo sem. Quer ver? Abra, qualquer dia do ano, o zíper da minha carteira. Te garanto que vai encontrar no mínimo 10. É, nunca sabemos como será nosso dia…

  5. Querida Cybele

    Tanto tempo, né? estava sem conexão e com pouco tempo para responder. Achei muito fofa a campanha e decidi colocar aqui minha historinha também

    Flor tinha 4 aninhos e estávamos viajando de férias para Itatiaia,RJ. Eu havia aberto um corte horroroso no braço dias antes num caco de vidro proveniente de um copo que havia quebrado. Chegamos no hotel e fui tirar um cochilo. Durante meu sono, minha bebê pegou o estojinho de primeiros socorros e abriu a caixinha de band-aids e saiu cuidando do meu corte. Ao acordar e ver meu corte com cerca de 10 band aids ou mais, a vi sorrindo com aquele jeito de quem havia cuidado com carinho do ser amado. Foi lindo e emocionante me sentir cuidada e amada por minha filha.
    Hoje ela tem 16 anos. Continua sempre muito preocupada comigo, sempre que estou com algum problema de saude, lá está ela ao meu lado. Eis a minha historinha sobre a presença de Band-aid em minha vida!
    Um beijo e muita paz

    Semíramis

    Cybele Reply:

    Querida Semíramis, tudo bem?

    Adorei sua história! Imagino a emoção ao ver todo o cuidado da sua pequena para com você.
    Pena que o prazo para enviar as histórias já acabou, inclusive já foram escolhidas as histórias e o resultado será postado na segunda-feira, mas me sinto privilegiada por poder ter este lindo relato aqui no meu blog.
    E como você está? Quais as novidades!
    Beijinhos carinhosos para você e para sua filha.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *