Dia Internacional da Mulher – Atividades

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Mulher de A a Z

Dia Internacional da Mulher – 2009

Dia Internacional da Mulher – 2008

Dia Internacional da Mulher – 2008

Dia da Mulher e a mulher da terceira idade

Dia Internacional da Mulher Mini-projeto: Profissão das mulheres

Para Educação Infantil

Fonte: Jogos e Brincadeiras

• Preparar o Cantinho do Jogo simbólico com vários materiais utilizados pela mamãe: roupas femininas, sapatos e bolsas, maquiagem; vassoura, panelas e fogão de brinquedo; computador de brinquedo, papéis e revistas, livros etc. • 

Em roda de conversa o professor motivará aos alunos dizendo que para comemorar o Dia da Mulher, irão pensar nas diferentes atividades que as mulheres fazem.

• Deixar que os alunos se expressem livremente, contando aos demais sobre a profissão de suas mães e de outras mulheres que vivem com eles. Ampliar a conversa chamando a atenção para as diversas profissões em que as mulheres atuam: médicas, professoras, motoristas, secretárias, desenhistas, domésticas, cozinheiras, cabeleireiras, dentistas etc. Salientar que todas as profissões são importantes e fazem diferença na sociedade, além de estarem relacionadas entre si.

• Em seguida, propor que brinquem livremente no Cantinho.• Propor um jogo de mímica, em que um aluno imita a mamãe para que os demais adivinhem o que ela está realizando. Garantir a participação de todos.

MuralFinalizar a atividade propondo um Mural com o registro coletivo das muitas profissões femininas por meio de desenhos, colagens ou escrita espontânea dos alunos. O professor também poderá ser o escriba.

TEXTO INFORMATIVO

Como surgiu o Dia Internacional da Mulher?

Durante o Congresso Internacional de Mulheres, realizado em 1919, na cidade de Copenhague, Dinamarca, essa data foi escolhida e oficializada como o dia ideal para o Dia Internacional da Mulher em homenagem ao assassínio de 129 mulheres, que foram queimadas em resposta a uma greve realizada na fábrica têxtil Cotton, em Nova York, em 8 de março de 1857.

O motivo da greve era um protesto contra uma jornada diária de 16 horas de trabalho, aliada a baixos salários. Como resposta à manifestação, os patrões ordenaram que fosse ateado fogo no prédio onde essas mulheres se encontravam.

Atividades

Fonte: Mágica Infantil

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Lembracinhas para o Dia Internacional da Mulher

Fonte: Gente Miúda


FLOR PORTA BOMBOM E FOTO, upload feito originalmente por Crys Silva.

Molde com passo a passo:

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Chaveirinhos para o Dia Internacional da Mulher

EVA atoalhado, botões, sisal, tudo com enchimento perfumadol!!! Tudo de Bom!!!!

Gente estas bolsinhas são uma ótima idéia para presentear no Dia da Mulher.

Dentro você pode colocar um ítem (bombom, trufa, cortador de unha, puseira…) ou um recadinho…

Pode ser feito em EVA ou papel

Marcador de páginas

Eva atoalhado e simples, caseado de barbante, botões, fitinhas..


Anéis para guardanapos

Veja que graça estes anéis para guardanapos, feitos com sementes variadas e tubos de papel higiênico. Não ficaram demais? Para colar as sementes use cola branca…
DICA: Depois de coladas todas as sementes, passe uma grossa camada de cola na peça, para evitar que as sementes se soltem!

Projeto para o Dia da Mulher

Pessoal Envolvido

Pré-escola, 1ª a 4ª série do Ensino Fundamental.

Objetivos

Conscientizar o aluno sobre a importância da figura humana. Valorizar a atuação da mulher na sociedade moderna.

Justificativa

Valorização da Mulher.

Ações Desenvolvidas

Pesquisa;
Releitura de obras famosas;
Poesias;
Cartazes, cartões;
Jogral;
Músicas;
Exposição de atividades no pátio da escola;
Acrósticos;
Confecção de livro expondo direitos das mulheres.

Responsáveis pelo Projeto

Direção, Coordenação, Professores de Pré-escola, 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Séries do Ensino Fundamental e funcionários.
Créditos: ABC Educar.

Cartões para o Dia Internacional da Mulher



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sábado, 2 de outubro de 2010

Gostou deste Post? Divulgue no Orkut!!! Cartões Coloridos para o Dia da Mulher

Oi pessoal!

Vejam que graça estes cartõezinhos que fiz para o Dia da Mulher… para vocês usarem em lembrancinhas, presentes, cadernos…
Cliquem para ampliar e salvar em tamanho original!





Campanha contra a violência sexual infantojuvenil no Carnaval

Ontem fiz a postagem falando sobre o abuso sexual e orientando o professor a como proceder diante de um possível caso. Hoje completo a postagem porém com o foco no Carnaval.

A Fundação Telefônica em parceria com a Childhood  Brasil lança campanha publicitária para sensibilizar a população sobre a exploração sexual contra crianças e adolescentes que tende a crescer nesta época de Carnaval.

“Proteja as nossas crianças e adolescentes. Violência sexual é crime. Denuncie. A bola está com você”.

Essa mensagem será vista no carnaval deste ano em bolas gigantes circulando pelas arquibancadas, camisetas, abadás, abanadores e tatuagens temporárias dos foliões, nos bailes, blocos e escolas de samba.

A veiculação destas peças começa no dia 28 de fevereiro(segunda-feira) e vai até 18 de março. Os filmes que estão sendo produzidos irão ao ar na TV a partir do dia 05 até o dia 20 de março

Essa é a primeira vez que a campanha nacional contra a violência sexual infantojuvenil é realizada durante os desfiles de carnaval.“Queremos transformar a festa num espaço de defesa dos direitos da criança, articulando os setores estratégicos para contribuir com a redução dos índices de violência cometida contra crianças e adolescentes, com foco na prevenção e divulgação de canais de denúncia”, afirma Karina Figueiredo, secretária executiva do Comitê Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

A campanha faz parte da estratégia do projeto Ação Proteção, de enfrentamento ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, que é desenvolvido pelo programa Pró-Menino da Fundação Telefônica desde fevereiro de 2010, em conjunto com o Ministério Público do Estado de São Paulo e com a Childhood Brasil. “A população é peça-chave no combate à exploração e é preciso desmistificar a questão, esclarecer as pessoas e orientá-las a denunciar de forma responsável. Daí a importância da campanha”, afirma Sergio Mindlin, diretor-presidente da Fundação Telefônica.

A campanha foi desenvolvida pela Young & Rubicam. Foram feitos dois filmes para TV, em forma de animação, com 30 segundos cada, além de spot de rádio, com as vozes dos famosos Ana Hickmann, Roberto Justus, Luciana Mello, Jair Oliveira, Tânia Khalil, Jair Rodrigues e Simoninha.

A veiculação será realizada nos principais veículos de comunicação dos 30 municípios participantes do projeto, em seis regiões: Vale do Ribeira, Vale do Paraíba, região de Presidente Prudente, de São José do Rio Preto, Baixada Santista e Litoral Norte. Essa mesma campanha voltará a ser veiculada na semana de 18 de maio, quando se comemora o Dia Nacional do Enfrentamento contra a Exploração Sexual.

A iniciativa tem o objetivo de sensibilizar a população para a gravidade do problema e incentivar a denúncia de casos de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes. Para divulgar o Ligue 100 (Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual Contra Crianças e Adolescentes) e os Conselhos Tutelares de cada estado, os cartazes, banners, porta-documentos, adesivos de carro, sacolas plásticas e outros brindes trarão a frase “Tem coisas que não dá para fingir que não vê. “O Brasil recebe grande número de turistas neste período, principalmente no Nordeste, e precisamos conscientizar as pessoas, porque muitas vezes os organizadores fazem vista grossa, como se tudo fosse permitido”, diz Karina.

Vamos acabar com o abuso sexual – viralize esse assunto

Professor: como agir diante de um possível caso de

abuso sexual

Fonte: Childhood – pela proteção da infância

Ilustração de Michele Iacocca para a cartilha Navegar com Segurança da Childhood Brasil

Para a educadora italiana Rita Ippolito, há quase duas décadas no Brasil e organizadora do Guia Escolar: Métodos para identificação de sinais de abuso e a exploração sexual em crianças e adolescentes (2003), uma publicação conjunta da Secretaria Especial dos Direitos Humanos e do Ministério da Educação, a prática da cidadania passa pela escola; os professores e educadores são os protagonistas desse processo, que envolve o respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e a garantia dos direitos de seus alunos. Assim, é possível que, em algum momento, o educador se depare com uma criança em situação de abuso sexual. O que fazer? A seguir, algumas breves orientações.

Suspeita – “Se o professor tem uma suspeita, é importante que ele fale com o aluno”, afirma Rita. “O primeiro interlocutor fundamental é a criança e, para isso, o educador precisa conquistar sua confiança. Afinal, se o menino ou a menina sofreu de fato um abuso, pode considerar aquele adulto também como um inimigo.”

Relato – “Uma vez que a criança deposite a confiança naquele adulto, vai contar o que está acontecendo com ela”, diz Rita. É importante que a conversa aconteça num ambiente tranquilo e seguro, sem interferência de outras pessoas. O professor deve se manter calmo, sem reações extremadas, para não influenciar o relato do aluno. “Se for necessário, deve pedir ajuda à direção da escola, sempre com discrição.”

Família – “É preciso entrar em contato com a família; mas, antes, o professor precisa ouvir da criança quais são as pessoas que ela aprova como interlocutores.”

Notificação – “Não difundir a história e agir com muita discrição, porque é um caso extremamente delicado. Também é necessário compreender exatamente o que está acontecendo com a criança”, diz Rita. “No momento em que tiver todos os indícios de que se trata mesmo de abuso, o educador deve avisar a família e notificar o Conselho Tutelar.”

Cuidado com a criança – “A criança é prioridade em toda essa história. É a parte mais vulnerável, pois passa a sentir culpa e pressão por parte da família” afirma Rita. “Muitas vezes, alguns familiares minimizam a violência à criança como se fosse um problema menor. Por exemplo: ora, como acusar o chefe da família de abuso? Por isso, a escuta, o acolhimento e a proteção do professor àquele aluno se torna muito importante. A criança se sente mais segura, se há alguém que conhece todas as minúcias de sua situação.”

Reinserção na escola – De acordo com Rita, caso a situação não tenha sido tão traumática, é possível trabalhar um programa de redução de danos para aquela criança abusada. “O histórico de abuso deve ser mantido em sigilo. É essencial respeitar a privacidade da criança. Além disso, o professor deve trabalhar a solidariedade, o respeito mútuo, compreender o tempo interno dessa criança e fazer com que ela não seja discriminada nem isolada, sendo capaz de continuar na escola e interagir normalmente com as outras crianças.”

Instituição – “O professor também precisa de suporte. Às vezes, sozinho não consegue fazer um acompanhamento adequado. Por isso, a instituição deve apoiá-lo e motivá-lo. A formação dos profissionais também se faz fundamental: saber lidar com situações de violência sexual e como atuar, a quem notificar, além de compreender o que é infância no século 21, o que diz o ECA, quais as condições sociais de seus alunos, como são suas famílias e o que fazer para garantir os direitos dessas crianças dentro da escola.”

Prevenção – Segundo Rita, é importante que as crianças e os adolescentes se conscientizem da própria sexualidade, conforme as características de cada faixa etária, e trabalhem a capacidade de falar de situações de perigo e de dizer ‘não’. “Com a orientação recebida na escola, a criança pode perceber se está sendo abusada e como ela é possível se defender”, conta. “A sexualidade precisa deixar de ser aquele monstro, aquela coisa terrível, e se tornar tema de diálogo, um assunto conversado dentro da escola de forma natural.”

Professor(a) você teve algum caso de abuso sexual envolvendo seus alunos?

Compartilhe conosco para que outros professores se sintam seguros para agir.

No Educa Já!  você também pode perguntar, compartilhar experiências, sugerir assuntos enfim, participar ativamente tornando este espaço um local muito rico de informação.

Estou te aguardando!

Concurso para Educadores – InternÉtica 2011

A SaferNet Brasil e o Instituto ChildhoodBrasil estão promovendo o Concurso Internética 2011 o qual podem participar educadores e estudantes na Promoção do uso ético e Seguro da Internet no Brasil.

Assista ao vídeo abaixo:

O uso da internet nas escolas é uma realidade. Através da internet os alunos podem navegar pelas informações além de se conectarem com inúmeras pessoas através das redes sociais ou outros veículos que compõem o Ciberespaço. Compete aos professores orientarem os alunos para que tenham um navegar seguro. Para isto é necessário que o professor tenha acesso às informações e que compartilhe suas descobertas.

O professor pode participar usando animações, vídeos, fotos, entrevistas, documentários.

Veja o Edital abaixo e saiba como participar:

Aproveito a oportunidade, uma vez que estamos falando sobre segurança na internet,  para postar aqui o segundo infográfico que a Safernet lançou apontando hábitos que deixam o usuário vulnerável aos mal intencionados, bem como aponta dados sobre o grau de informação dos professores em relação aos perigos online e que atividades pedagógicas estão sendo desenvolvidas para estimular o uso seguro da internet.

Fotonovela em aula de História

Eu sou do tempo da fotonovela. A Revista Sétimo Céu era a minha preferida. Adorava ler e ficar apaixonada pelo mocinho que sofria muito e que no final da história encontrava a amada e viviam felizes para sempre.  O engraçado é que o final da história estava ali, entre meus dedos, mas eu só lia na sequência. O suspense era a maior motivação. E isto era comum entre as meninas da minha idade. Hoje as fotonovelas são raridade.

Porém, um professor de História, Leandro Vilela de Azevedo, que tem o blog Tecnaula – A tecnologia em favor do ensino, após trabalhar muitos anos com Histórias em Quadrinhos resolveu elaborar fotonovelas com seus alunos e posso garantir que o resultado foi excelente.

Vou convidá-los para assistirem os diversos registros das fotonovelas desenvolvidas pelos seus alunos.

Fotonovelas – a versão 2.0 do trabalho com História em Quadrinhos

Sendo professor há 11 anos, trabalho com histórias em quadrinhos há 10. Nestes anos foi possível perceber que essa atividade, que para o aluno parece lúdica, permite ao professor uma série de percepções que seriam impossíveis em uma avaliação formal. Embora o foco deste post não sejam as histórias em quadrinhos, uma vez que eu pretenda posterior fazer um post específico sobre elas, gostaria de ressaltar algumas das vantagens deste trabalho para justificar a questão das fotonovelas que falarei a seguir:

1 – Criação própria do aluno:

Não estamos criando “máquinas de copiar” e nem sempre exercícios formais permitem uma reflexão dos alunos, especialmente nas séries mais iniciais do fundamental II. Por vezes, mesmo que o professor proponha uma atividade interessante, se ele não a planejar com muito cuidado, corre o risco de pegar um trabalho copiado e colado da Internet. Entretanto, ao propor a criação de uma história em quadrinhos (ou fotonovela) isso se torna impossível, uma vez que o aluno terá de fazer sua própria criação do começo ao fim. Não existe esse produto pronto para ele querer copiar, e unindo isso ao aspecto lúdico, você verá o seu aluno aparecendo na atividade

2 – Percepção de dúvidas antes não apresentadas:

Quando o aluno começa a produção é que ele percebe que não havia compreendido exatamente algum conceito, isso em especial pois agora ela vai precisar colocar aquele conceito em prática. Às vezes, mais do que o aluno perceber sua própria dúvida, uma utilização inadequada de um conceito permite ao professor perceber a dúvida e apresentar ao aluno.
Exemplos:
Um Egípcio antigo falando “então, como nós vivemos em 2000AC” … a nossa ideia de contagem do tempo…

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