Conheça o Mundo do Sítio

O Mundo do Sítio é a primeira rede social infantil totalmente brasileira que terá diversos jogos e atividades inspiradas na obra de Monteiro Lobato, o pai da literatura infatojuvenil brasileira.

O Mundo do Sítio ainda está em construção, mas você já pode dar uma espiadinha e participar dos testes que estão disponibilizados. O Mundo do Sítio vai reunir um público de 5 a 10 anos por isto a segurança é preocupação constante.  Lá a criançada vai encontrar muita diversão, cultura, educação e vão poder conhecer ou relembrar as Aventuras da Emília, do Pedrinho, Narizinho, Visconde e todo o resto da turma. É claro que também irão ouvir as histórias da Tia Nastácia e da Dona Benta.

Acessando o Blog do Sítio você poderá jogar um jogo que tem a cara do Sítio – Piquenique.

Depois de jogar mande um e-mail para faleconosco@mundodositio.com.br e conte o que achou sobre ele. Sua opinião é muito importante. Lembre-se que o Mundo do Sítio está em fase de testes e você pode ajudá-lo a se tornar uma Rede Social ainda melhor.

Na Biblioteca do Visconde

“Os textos de Lobato ganharam recursos digitais modernos. Imagens animadas, leitura acompanhada (o texto é grifado conforme a leitura), uma trilha sonora composta por Sergio Wontroba, integrante da 1/2 Dúzia de 3 ou 4 e da Banda Sinfônica do Estado de São Paulo, e a narração inspirada de Denise Fraga. Isso mesmo. A talentosa atriz deu vida aos moradores do Sítio do Picapau Amarelo com muita criatividade, respeitando (é claro) a essência de cada personagem.”

As crianças vão poder andar pelo reino e ver de pertinho tudo que Monteiro Lobato criou.

Já imaginou você na casa da Dona Benta? Caminhando pelo pomar e apreciando a famosa jabuticabeira que Narizinho tanto gosta? Poder ir até o curral da vaca mocha?

Pois você poderá fazer tudo isto e muito mais acessando Um mundo e seus reinos.

Ah! Pensou que eu ia esquecer de falar da Cuca, não é? Pois saiba que além de lembrar dela você poderá ter uma Cuca bem pertinho de você. Ficou com medo? Não! Fique sossegada! Você é que irá montá-la.

Clique AQUI e tenha acesso ao paper toy da Cuca. Veja como ela ficará linda!

Está bem, chamar a Cuca de linda é um exagero, mas que ficou legal, isto ficou.

Monte a sua, bata uma foto e depois mande para este endereço faleconosco@mundodositio.com.br. O pessoal que está trabalhando no Mundo do Sítio vai adorar!

E por falar no pessoal que está trabalhando no Mundo do Sítio, vou apresentá-los para vocês.

Eles estão se empenhando ao máximo para que este espaço fique incrível e que você possa brincar sempre.

Ainda estão em testes, mas podemos dizer que já está legal demais!

Primeira Constituição Republicana – 24 de fevereiro de 1891

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Acesse  sobre este tema também AQUI

1824: Uma contituição Antidemocrática

Fonte: História Net

“Causa-me horror só ouvir falar em revolução”.
Muniz Tavares, antigo revolucionário de 1817 na Assembléia Constituinte (21/mai/1823). Anais do Parlamento Brasileiro – Assembléia Constituinte, 1823, tomo I, Rio de Janeiro, pág. 90.

“Durante as discussões da Constituinte ficou manifesta a intenção da maioria dos deputados de limitar o sentido do liberalismo e de distingui-lo das reivindicações democratizantes. Todos se diziam liberais, mas ao mesmo tempo se confessavam antidemocratas e antirevolucionários. As idéias revolucionárias provocavam desagrado entre os constituintes. A conciliação da liberdade com a ordem seria o preceito básico desses liberais, que se inspiravam em Benjamim Constant e Jean Baptiste Say. Em outras palavras: conciliar a liberdade com a ordem existente, isto é, manter a estrutura escravista de produção, cercear as pretensões democratizantes”.
Emília Viotti da Costa
Da Monarquia à República: Momentos Decisivos
Livraria Editora Ciências Humanas
São Paulo, 1979, pág.116, Segunda Edição.

O primeiro processo constitucional do Brasil iniciou-se com um decreto do príncipe D. Pedro, que no dia 3 de junho de 1822 convocou a primeira Assembléia Geral Constituinte e Legislativa da nossa história, visando a elaboração de uma constituição que formalizasse a independência política do Brasil em relação ao reino português. Dessa maneira, a primeira constituição brasileira deveria ter sido promulgada. Acabou porém, sendo outorgada, já que durante o processo constitucional, o choque entre o imperador e os constituintes, mostrou-se inevitável.

A abertura da Assembléia deu-se somente em 3 de maio de 1823, para que nesse tempo fosse preparado o terreno através de censuras, prisões e exílios aos opositores do processo constitucional.

A) ANTECEDENTES: DIVERGÊNCIAS INTERNAS
O contexto que antecede a Assembléia foi marcado pela articulação política do Brasil contra as tentativas recolonizadoras de Portugal, já presentes na Revolução do Porto em 1820. Neste mesmo cenário, destacam-se ainda, divergências internas entre conservadores e liberais radicais. Os primeiros, representados por José Bonifácio resistiram inicialmente à idéia de uma Constituinte, mas por fim pressionados, acabaram aderindo, com a defesa de uma rigorosa centralização política e a limitação do direito de voto. Já os liberais radicais, por iniciativa de Gonçalves Ledo, defendiam a eleição direta, a limitação dos poderes de D. Pedro e maior autonomia das províncias.

Apesar da corrente conservadora controlar a situação e o texto da convocação da Constituinte ser favorável à permanência da união entre Portugal e Brasil, as Cortes portuguesas exigem o retorno imediato de D. Pedro, que resistiu e acelerou o processo de independência política, rompendo definitivamente com Portugal, a 7 de setembro de 1822. Sofrendo severas críticas de seus opositores e perdendo a confiança do imperador, José Bonifácio e seu irmão Martim Francisco demitiram-se em julho de 1823, assumindo uma oposição conservadora ao governo, através de seus jornais A sentinela da Liberdade e O Tamoio. Rompidas definitivamente as relações com Portugal, o processo para Constituinte tem prosseguimento, discutindo-se a questão dos critérios para o recrutamento do eleitorado que deveria escolher os deputados da Assembléia.

O direito de voto foi estendido apenas à população masculina livre e adulta (mais de 20 anos), alfabetizada ou não. Estavam excluídos religiosos regulares, estrangeiros não naturalizados e criminosos, além de todos aqueles que recebessem salários ou soldos, exceto os criados mais graduados da Casa Real, os caixeiros de casas comerciais e administradores de fazendas rurais e fábricas. Com esta composição social, ficava claro o caráter elitista que acabará predominando na Constituinte, já que retirava-se das camadas populares o direito de eleger seus representantes.

B) O ANTEPROJETO: LIBERAL E ANTIDEMOCRÁTICO
Com um total de 90 membros eleitos por 14 províncias, destacavam-se na Constituinte , proprietários rurais, bacharéis em leis, além de militares, médicos e funcionários públicos. Para elaborar um anteprojeto constitucional, foi designada uma comissão composta por seis deputados sob liderança de Antônio Carlos de Andrada, irmão de José Bonifácio.

O anteprojeto continha 272 artigos influenciados pela ilustração, no tocante à soberania nacional e ao liberalismo econômico. O caráter classista e portanto antidemocrático da carta, ficou claramente revelado com a discriminação dos direitos políticos, através do voto censitário, onde os eleitores do primeiro grau (paróquia), tinham que provar uma renda mínima de 150 alqueires de farinha de mandioca. Eles elegeriam os eleitores do segundo grau (província), que necessitavam de uma renda mínima de 250 alqueires. Estes últimos, elegeriam deputados e senadores, que precisavam de uma renda de 500 e 1000 alqueires respectivamente, para se candidatarem.

A postura elitista do anteprojeto aparece também em outros pontos, como a questão do trabalho e da divisão fundiária. O escravismo e o latifúndio não entraram em pauta, pois colocariam em risco os interesses da aristocracia rural brasileira. Segundo Raymundo Faoro “o esquema procurará manter a igualdade sem democracia, o liberalismo fora da soberania popular”. Tratava-se portanto, de uma adaptação circunstancial de alguns ideais do iluminismo aos interesses da aristocracia rural.

Destaca-se ainda, uma certa xenofobia na carta, que expressava na verdade, uma lusofobia marcadamente anticolonialista, já que as ameaças de recolonização persistiam, tanto no Brasil (Bahia, Pará e Cisplatina), como em Portugal, onde alguns setores do comércio aliados ao clero e ao rei, alcançam uma relativa vitória sobre as Cortes, no episódio conhecido como “Viradeira”. A posição anti-absolutista do anteprojeto, fica clara devido a limitação do poder de D. Pedro I, que além de perder o controle das forças armadas para o parlamento, tem poder de veto apenas suspensivo sobre a Câmara. Dessa forma, os constituintes procuram reservar o poder político para a aristocracia rural, combatendo tanto as ameaças recolonizadoras do Partido Português, como as propostas de avanços populares dos radicais, além do próprio absolutismo de D. Pedro I.

“Afastando o perigo da recolonização; excluindo dos direito político as classes inferiores e praticamente reservando os cargos da representação nacional aos proprietários rurais; concentrando a autoridade política no Parlamento e proclamando a mais ampla liberdade econômica, o projeto consagra todas as aspirações da classe dominante dos proprietários rurais, oprimidos pelo regime de colônia, e que a nova ordem política vinha justamente libertar.” (PRADO JR., Caio. Evolução política do Brasil).

C) A DISSOLUÇÃO DA ASSEMBLÉIA
A posição da Assembléia em reduzir o poder imperial, faz D. Pedro I voltar-se contra a Constituinte e aproximar-se do partido português que defendendo o absolutismo, poderia estender-se em última instância, à ambicionada recolonização. Com a superação dos radicais, o confronto político se polariza entre os senhores rurais do partido brasileiro e o partido português articulado com o imperador. Nesse ambiente de hostilidades recíprocas, o jornal “A Sentinela”, vinculado aos Andradas, publica uma carta ofensiva a oficiais portugueses do exército imperial. A retaliação dá-se com o espancamento do farmacêutico David Pamplona, tido como provável autor da carta. Declarando-se em sessão permanente, a Assembléia é dissolvida por um decreto imperial em 12 de novembro de 1823. A resistência conhecida como “Noite da Agonia” foi inútil . Os irmãos Andradas, José Bonifácio, Martim Francisco e Antônio Carlos, são presos e deportados.

Perdendo o poder que vinham conquistando desde o início do processo de independência, a aristocracia rural recua, evidenciando que a formação do Estado brasileiro não estava totalmente concluída.

“. . . Havendo eu convocado, como tinha direito de convocar, a Assembléia Constituinte Geral e Legislativa, por decreto de 3 de junho do ano passado, a fim de salvar o Brasil dos perigos que lhe estavam iminentes: E havendo esta assembléia perjurado ao tão solene juramento, que prestou à nação de defender a integridade do Império, sua independência, e a minha dinastia: Hei por bem, como Imperador e defensor perpétuo do Brasil, dissolver a mesma assembléia e convocar já uma outra na forma de instruções feitas para convocação desta, que agora acaba, a qual deverá trabalhar sobre o projeto da Constituição que eu lhe ei de em breve lhe apresentar, que será mais duplicamente liberal do que a extinta assembléia acabou de fazer .” (Decreto Da dissolução da Assembléia Constituinte). 12/nov/1823

D) A CONSTITUIÇÃO DE 1824
Foi a primeira constituição de nossa história e a única no período imperial. Com a Assembléia Constituinte dissolvida, D. Pedro I nomeou um Conselho de Estado formado por 10 membros que redigiu a Constituição, utilizando vários artigos do anteprojeto de Antônio Carlos. Após ser apreciada pelas Câmaras Municipais, foi outorgada (imposta) em 25 de março de 1824, estabelecendo os seguintes pontos:

- um governo monárquico unitário e hereditário.
- voto censitário (baseado na renda) e descoberto (não secreto).
- eleições indiretas, onde os eleitores da paróquia elegiam os eleitores da província e estes elegiam os deputados e senadores. Para ser eleitor da paróquia, eleitor da província, deputado ou senador, o cidadão teria de ter, agora, uma renda anual correspondente a 100, 200, 400, e 800 mil réis respectivamente.
- catolicismo como religião oficial.
- submissão da Igreja ao Estado.
- quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador. O Executivo competia ao imperador e o conjunto de ministros por ele nomeados. O Legislativo era representado pela Assembléia Geral, formada pela Câmara de Deputados (eleita por quatro anos) e pelo Senado (nomeado e vitalício). O Poder Judiciário era formado pelo Supremo Tribunal de Justiça, com magistrados escolhidos pelo imperador. Por fim, o Poder Moderador era pessoal e exclusivo do próprio imperador, assessorado pelo Conselho de Estado, que também era vitalício e nomeado pelo imperador.

Nossa primeira constituição fica assim marcada pela arbitrariedade, já que de promulgada, acabou sendo outorgada, ou seja, imposta verticalmente para atender os interesses do partido português, que desde o início do processo de independência política, parecia destinado ao desaparecimento. Exatamente no momento em que o processo constitucional parecia favorecer a elite rural, surgiu o golpe imperial com a dissolução da Constituinte e consequente outorga da Constituição. Esse golpe, impedia que o controle do Estado fosse feito pela aristocracia rural, que somente em 1831 restabeleceu-se na liderança da nação, levando D. Pedro I a abdicar.

HISTÓRIA – Constituição

Instituto Alana – Vale conferir!

Estão abertas as inscrições para as mais de 500 vagas nos cursos e palestras, do 1° semestre de 2011, do Centro de Formação Alana.

Para participar é preciso respeitar o prazo de inscrição, que terá início nesta segunda-feira, dia 14/02, e terminará com o preenchimento completo das vagas. O número de vagas é de 40 alunos, por curso, sendo 8 no total, e 200 profissionais em suas duas palestras. As inscrições deverão ser feitas em nosso endereço: Rua Erva do Sereno, 548, Jardim Pantanal.

Clique aqui para ter acesso ao cronograma completo de cursos e palestras. Para mais informações escreva para centrodeformacao@alana.org.br ou ligue 2585-7646.

É sempre oportuno falar que o Instituto Alana une a educação, a cultura e a assistência social visando o desenvolvimento da cidadania e da qualidade de vida de todos.

O Instituto Alana criou um Projeto chamado Criança e Consumo que tem por objetivo fomentar o debate e a conscientização da sociedade no que diz respeito às causas e efeitos do consumismo infanto-juvenil estimulado principalmente pelas propagandas televisiva.

Há que se refletir  sobre a idoneidade das propagandas direcionadas ao público infantil que estimulam a compra sem que eles tenham autonomia para fazê-lo “obrigando” indiretamente os pais a adquirirem tais produtos. As crianças, por estarem ainda em formação e não terem opinião formada sobre os produtos deixam-se levar pela música, pelo colorido, pelas animações produzidas com o intuito único de despertar o interesse em obter aquele produto. E este objetivo está sendo completamente alcançada haja vista o consumismo desmedido e inconsequente que estamos vivenciando.

Você pode se informar um pouco mais lendo o artigo sobre o Consumo Infantil, um problema de todos nós. Lembre-se que todos temos um parcela de responsabilidade no que acontece na sociedade em que vivemos.

Se você se sensibilizou com o que leu e assistiu sobre a preocupação do Instituto Alana e Projeto Criança e Consumo com o obsessivo TER –COMPRAR praticado pelas crianças poderá participar do Manifesto pelo fim da publicidade e da comunicação mercadológica dirigida ao público infantil. DIGA NÃO Á PUBLICIDADE INFANTIL.

Diga NÃO você também para a PUBLICIDADE INFANTIL.

Prêmio Educadores Inovadores – Vem aí!

Vocês lembram quando eu compartilhei com vocês sobre o Prêmio Microsoft Educadores Inovadores?

E quando dei o lembrete de que o prazo para apresentarem os trabalhos estava na Reta Final?

Pois então, aqui você pode acompanhar todas as etapas do Prêmio e quem foram os ganhadores brasileiros que representaram a Educação do Brasil na etapa Mundial.

Espero que se motivem para participarem este ano de 2011. Pelo que já perceberam na imagem que abre este post, as inscrições serão abertas em março.

E este ano tem uma novidade que vai motivar ainda mais os nossos leitores. Os professores das escolas particulares vão poder participar da etapa Nacional.

Vejam o vídeo do projeto Ecologia em Foco que conquistou o primeiro lugar na categoria Colaboração na última edição do Prêmio Microsoft Educadores Inovadores. Espero que ele sirva de inspiração para contarmos com a participação de vocês no Prêmio deste ano.

Vejam mais vídeos acessando o blog Futuros Animadores

Quando abrirem as inscrições eu aviso vocês e enquanto isto já podem ir pensando no tema e no Projeto dos Educadores  Inovadores.

Resultado do Concurso Doodle 4

Vocês lembram quando eu fiz a postagem incentivando a participação das escolas no Concurso Doodle 4 que levava o título O Brasil do Furuto?

Pois hoje saiu o resultado e a vencedora Maria Luiza Carneiro de FariaColégio Santo Inácio é a autora do Doodle que já está ilustrando  acima este post e que já esta no site de Busca do Google.

Segue abaixo a proposta e os resultados:

Você já reparou que em diversos eventos o Google costuma brincar com o seu logo? Chamamos esse logo especial de “Doodle”. O Google então decidiu abrir esta brincadeira para estudantes de 6 a 15 anos e permitir que seus desenhos apareçam no lugar do logo.

Recebemos muitos desenhos interessantes e criativos durante o concurso e escolhemos 36 destes como semifinalistas da competição. Pedimos ao público para votar no Doodle favorito em cada categoria e assim foram escolhidos os 3 finalistas. Nosso Jurados escolheram então o vencedor nacional do concurso.

Parabéns a Maria Luiza Carneiro de Faria, vencedora do concurso e aos finalistas Larissa Fernandes de Souza e Rafael Okino dos Santos por seu destaque na competição. O Doodle vencedor será exibido no dia 16 de Fevereiro de 2011 na página inicial do Google Brasil.

Conheça abaixo o Doodle vencedor e os 2 finalistas do concurso Doodle4Google:

Vencedora

Maria Luiza Carneiro de FariaColégio Santo Inácio

Finalistas

Larissa Fernandes de SouzaFundação Bradesco

Rafael Okino dos SantosE.E. Plínio Negrão