Educação e Empreendedorismo

No mês passado falei aqui sobre o evento Educador Educar que irá acontecer neste mês de maio dos dias 18 a 21 promovido pelo promovido pelo Futuro Eventos e destaquei entre os 100 temas o “Sustentabilidade e Mudança Real: A Necessidade de Ampliação da Consciência e Responsabilidade Social” que será abordado por Lucy Duró – Pedagoga e Pós-graduada em Medicina do Comportamento pela USP.

Agora venho compartilhar com vocês uma entrevista dela para a TV Estadão onde aborda, nas entrelinhas um tema que gosto muito e que me incomoda em razão do engessamento a que foi fadado que é a Avaliação.

Aborda que a escola condena o erro quando na verdade o erro é quesito fundamental para que a aprendizagem aconteça. Se o aluno erra é sinal de que ele está experimentando, e este experimentar é que levará o aluno a aprender. Errar é estar em processo de aprendizagem. A partir do momento que a escola “pune” o erro, normalmente com notas baixas, ela interfere na segurança emocional deste aluno podendo, muitas vezes, bloquear os canais por onde a aprendizagem iria acontecer. A escola deve ter o erro como um aliado e não como um vilão.

Lucy ressalta que a escola não avalia o processo e sim “examina o aluno se limitando a apontar se ele acertou ou errou naquele momento”. Se ele errou, é punido quando na verdade, este erro deveria ser aproveitado para identificar o ponto o qual o entendimento não aconteceu e conduzir o aluno ao acerto.

A avaliação deve acontecer durante todo o processo, afinal “Educar é transformar” diz Lucy.

Assista ao vídeo onde ela inicia falando de Educação e Empreendedorismo e deixe suas impressões sobre o tema.

O bebê e o estímulo ao movimento

Desde que a criança nasce ela se movimenta. Somos seres feitos para o movimento, por esta razão temos tantas “juntas”. Quanto mais o tempo passa, mas a criança adquire controle sobre o movimento do seu próprio corpo. O estímulo à criança deve ocorrer desde os primeiros meses.

É muito importante que o adulto estimule a comunicação através dos gestos e mímicas faciais. Este estímulo promoverá um diálogo entre o adulto e o bebê, tornando-se o adulto, um aliado na identificação do significado do gesto ou da careta propiciando no atendimento das suas necessidades e desconfortos.

A interação entre a mãe/pai e o bebê deve ser tamanha que o torcer-se trazendo as pernas para junto do corpo pode significar cólicas, bem como um determinado tipo de choro pode significar “fome” e outro, de que precisa ser trocado.

Além dessa comunicação é importante o estímulo à linguagem oral devendo a mãe, sempre que for cuidar do bebê, falar o nome dos objetos que está usando, e falar detalhadamente sobre o que está fazendo para o bebê. O cantar cantigas é também muito importante, pois além de estimular o ritmo no bebê, a sonoridade lhe provoca prazer e relaxamento.

O estímulo ao movimento é também importante para que o bebê desenvolva habilidades do virar, sentar, engatinhar tão importantes para adquirir confiança para o andar tornando-se apto e independente para a locomoção.

Você pode estimular o bebê, nos primeiros meses, a virar-se sobre o próprio corpo, deixá-lo de bruços para que exercite o firmar a cabeça, segurar na mãozinha do bebê estimulando-o para que faça força para se levantar.

O bebê nos primeiros meses dedica grande parte do seu tempo na exploração do próprio corpo. Fica observando as mãozinhas e seus movimentos, pega seus pés e os fica segurando, coloca-os na boca enfim, explora as partes do seu corpo usando seus gestos e movimentos sobre eles. Esta apropriação são conquistas importantes em relação à construção da sua consciencia corporal.

Quando a criança começa finalmente a andar, se sente tão deslumbrada por esta conquista que se diverte em simplesmente andar de um lado para o outro sem destino algum. Ao conseguir andar a criança se apropria de uma independencia que lhe favorece explorar, a partir deste momento, o ambiente que a cerca.

A música e a criança

A música propicia que a criança se torne mais sensível e receptiva aos sons desenvolvendo o ritmo, a melodia, a harmonia e o movimento. Ter ritmo é fundamental para o exercício das diferentes funções do nosso corpo. Temos que ter ritmo para piscar os olhos, engolir a saliva, falar, andar, respirar, mastigar, beber água e tantas outras funções inclusive o escrever e o ler.

A melodia favorece a rapidez do raciocínio e o poder de concentração. Quando a melodia é agradável e bem aceita a criança se apropria com tamanha facilidade que é capaz de reproduzi-la quase que de imediato.

A harmonia propicia que a criança cante e gesticule, ou acompanhe com palmas, ou toque algum instrumento. A própria criança sente necessidade de buscar a harmonização sonora.

A musicalização promove também o interesse em produzir sons a partir do corpo de cada um. É por esta razão que a criança adora “batucar” na mesa com os talheres na hora da refeição, ou tamborilar o lápis enquanto faz a lição de casa, ou mesmo ficar assobiando. Produzir sons através do corpo é uma experiência que promove imensa satisfação ativando a criatividade.

A socialização também é incentivada pela musicalização que ao executar a música em grupo estimula a criança a ser mais comunicativa, criativa além de passar a respeitar o tempo e a vontade do outro.

Integrar a música com a expressão corporal é um exercício que desenvolve inúmeras habilidades, estimula a concentração, o compasso além de propiciar o contato com o mundo musical já existente dentro dela.

Quer fazer um exercício musical com seus filhos ou seus alunos

Então aqui vai uma sugestão:

Sentem em círculo ou numa mesa.

Distribua uma caixa de fósforos cheia para cada criança. É importante o adulto brincar também.

A música trabalhada será a da “Barata na careca do vovô”.

Onde na letra da música estiver em negrito e em tamanho maior será a parte da música em que se baterá a caixa de fósforos, primeiro na palma da mão e em seguida na mesa.

Então todos segurando a caixa de fósforos e vamos começar:

Eu vi uma barata na careca do vovô; assim que ela me viu bateu asas e voou; do-ré-mi-fa fa-fa; do-ré-do- ré-; do-sol-fa-mi mi-mi; do-ré-mi-fa fa-fa

No começo pode parecer difícil, mas tente e assim que estiverem “afiados” podem incrementar com as variantes: alto e rápido, alto e lento, baixo e rápido e baixo e lento.

Vocês irão se divertir muito.

Depois contem como foi o resultado, combinando!

Parabéns Brasília #51anos

No ano passado fiz uma homenagem à capital do nosso país onde compartilhei alguma fotos e dados do meu acervo.

Você pode acessar clicando aqui: Brasilia – 50 anos

Gostaria também de convidá-los a uma viagem ao mês de abril, artigo que escrevi em 2005 para o site Duplipensar.net o qual fui colunista por muito tempo, e que nos remete a diversos acontecimentos.

Abril é mesmo um mês muito significativo:

Abril do meu Brasil, varonil!

O mês de abril é realmente muito especial dentro do nosso calendário de datas comemorativas. Sem dúvida alguma aconteceram fatos decisivos ao longo da nossa história.

Após 44 dias de viagem, a frota de Pedro Álvares Cabral, ao entardecer da quarta-feira do dia 22 de abril de 1500, avista um alto monte de forma arredondada que veio a receber o nome de Monte Pascoal em razão de ser a semana da Páscoa, batizando em seguida a terra descoberta com o nome de Terra de Santa Cruz que mais tarde passaria a chamar-se Brasil.

No dia 30 de abril de 1500, dois índios brasileiros, levaram água a bordo para os portugueses. Neste dia teve início um longo processo de exploração que durou anos.

Aos 19 de abril de 1648 houve a primeira Batalha dos Guararapes no Brasil onde o exército luso-brasileiro venceu o exército holandês que tentava ocupar o norte do Brasil, mais precisamente o Recife – Pernambuco Em 18 de abril de 1768 nasce em Paris Jean Baptiste Debret. Era pintor e veio para o Brasil em 1816 com a Missão Artística Francesa, solicitada por D. João VI ficando até 1831. Neste período só se dedicou à pintura e realizou a 1ª Exposição de Arte no país em 1829. Retratava em suas telas tanto a beleza das paisagens brasileiras quanto à realidade da sociedade brasileira dando ênfase à presença dos escravos. De volta à França, publicou em Paris (1834 a 1839) uma série de gravuras que intitulou “Viagem pitoresca e histórica ao Brasil” que serviu de referencial para nossa história do começo do século XIX.

Aos 21 de abril de 1792, Joaquim José da Silva Xavier – Tiradentes, foi enforcado no Largo da Lampadosa, Rio de Janeiro. Seu corpo foi esquartejado e sua cabeça erguida em um poste em Vila Rica. Além de arrasarem a casa em que morava, declararam infames todos seus descendentes.

Cipriano Barata foi uma figura exótica de ânimos exaltados. Participou na Conjuração de 1798 na Bahia. Iniciou em Recife sua obra jornalística o qual lhe rendeu o apelido de “o homem de todas as revoluções”. Em 09 de abril de 1823 denunciou através da Imprensa, as intenções de D.Pedro I quanto “a ameaça de recolonização e o perigo que pairava constantemente sobre a assembléia”. Em 17 de novembro do mesmo ano, Cipriano foi preso por ordem imperial.

Fomos descobertos em 1500 e ficamos praticamente 300 anos sem possuirmos um hino. Em 1822 Francisco Manoel da Silva para saudar a nossa emancipação política compôs a melodia do hino, mas este não foi executado. Quando da abdicação do Imperador D. Pedro I aos 07 de abril de 1831 Francisco Manoel da Silva retoma a intenção e 6 dias depois aos 13 de abril, quando da partida de D.Pedro I para Portugal, finalmente executa, somente a melodia, pela primeira vez, o Hino Nacional Brasileiro.

Nesta ocasião Joaquim Osório Duque Estrada não havia ainda nascido. Por coincidência ou não, ele nasceu aos 29 de abril de 1870. A letra só foi escrita em 1909, porém foi oficializa em 1922 pelo então Presidente Epitácio Pessoa por ocasião do 1° Centenário da Independência. Por ter sido a melodia composta para ser executada em orquestra, teve que ser adaptada para que fosse também cantada.

No Dia 29 de abril de 1843 nasceu em Areias na Paraíba, Pedro Américo de Figueiredo e Melo. Era escritor mas ficou conhecido como pintor. O seu quadro mais famoso intitula-se “O grito do Ipiranga”. Tela gigantesca que foi pintada a pedido de D. Pedro II e encontra-se exposta no Museu Paulista.

Em 20 de abril de 1845 nascia no Rio de Janeiro José Maria da Silva Paranhos Junior – o Barão do Rio Branco. Homem de extrema personalidade e valor. Um dos seus grandes feitos deu-se em 30 de abril de 1854 quando inaugura a primeira linha férrea da Estrada de Ferro Mauá. A primeira viagem foi feita pelo Imperador D. Pedro II e sua família. A locomotiva foi batizada “Baronesa” em homenagem à sua mulher.

Numa cidade do interior de São Paulo chamada Taubaté, nasce em 18 de abril de 1882, José Renato Monteiro Lobato que mais tarde com o propósito de usar a bengala que fora de seu pai e que trazia incrustada as iniciais JBML, muda seu nome para José Bento Monteiro Lobato. Ele deu origem ao Movimento Editorial Brasileiro ao fundar a primeira editora no Brasil chamada Editora Monteiro Lobato e Cia. Transformada mais tarde em Companhia Editora Nacional. Antes de Monteiro Lobato os livros eram editados em Portugal. Grande homem e grande escritor criou personagens, que atravessam gerações encantando a infância, como a espevitada Emília, o sábio Visconde de Sabugosa, a doce tia Anastácia e muitos outros.

Em abril de 1902, Santos Dumont viaja aos Estados Unidos onde visita os laboratórios do inventor Thomas Edison em Nova York e é recebido na Casa Branca, em Washington, pelo Presidente Theodore Roosevelt. Dois meses depois da Semana de Arte Moderna, em abril de 1922, Tarsila do Amaral volta ao Brasil para descobrir o “Modernismo”. Conhece Menotti del Picchia (1892-1945), Mário e Oswald de Andrade e, junto com Anita, funda o Grupo dos Cinco.

No dia 20 de abril de 1923 surge a primeira estação de rádio no Brasil fundada pelo professores Roquete Pinto e Henrique Morize e recebeu o nome de Radio Sociedade do Rio de Janeiro.

A história de uma das escolas de samba mais populares do país começou em 28 de abril de 1928, quando sete rapazes do Morro da Mangueira, no Rio de Janeiro entre eles o compositor Cartola , resolveram criar uma nova agremiação para sair no Carnaval do ano seguinte, o Grêmio Recreativo e Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira. Desde a década anterior, o morro abrigava blocos carnavalescos que, além da música, espalhavam confusões na rua. O plano dos rapazes era apresentar o samba do morro de modo mais civilizado.

Em abril de 1933 Mário de Andrade declara “É uma falha sensível essa ausência de arte social entre nós, a não ser que compreendamos como tal o diletantismo estético, tipicamente burguês, em que persistimos. Esperemos que, em exposições futuras, (nossos) pintores se resolvam a tomar posição qualificada, não apenas diante da natureza, mas da vida também”. A partir desse dia Portinari adquire uma nova postura diante de suas telas. Preocupações de ordem social começam a tomar corpo entre o modernista. Seu primeiro quadro com temática social intitula-se “Despejados”.

Foi realizado no México em 1940 o I Congresso Indígena Interamericano. O Congresso contou com a presença de muitos países. Os índios foram convidados, afinal eram o tema central do evento. Porém, estes não compareceram por se sentirem desprotegidos uma vez que sempre foram vítimas de perseguições e desrespeito. Passados alguns dias, refletiram e resolveram comparecer, afinal o Congresso trataria da garantia dos seus direitos. Este dia foi 19 de abril e passou então a ser o Dia do Índio em todo continente americano. No Brasil, o então presidente Getúlio Vargas, assinou o decreto n° 5.540 em 1943 determinando que o Brasil, a exemplo dos outros países da América, comemorasse o Dia do Índio em 19 de abril.

A Capela de Santo Antonio situada em Brodósqui, sofreu reforma com a ajudada de Cândido Portinari. Este ofertou à Paróquia, em razão do cumprimento de uma promessa feita por pessoa de sua família, uma tela por ele mesmo pintada, representando Santo Antonio com o menino Jesus nos braços. Então na manhã de Domingo 12 de abril de 1942 o quadro foi bento e exposto e em seguida foi rezada a missa com a capela repleta de fiéis.

Em 21 de abril de 1960 foi inaugurada Brasília, a nova capital do Brasil. A escolha desta data para a inauguração deve-se ao fato de que neste dia em 1792 foi enforcado Joaquim José da Silva Xavier – Tiradentes, que entre outros planos, pretendia transferir a capital do país para o interior.

Jorge Amado, jornalista, romancista e memorialista, nasceu na fazenda de Auricídia, em Ferradas, Itabuna, Bahia, foi eleito em 6 de abril de 1961 para a cadeira número 23 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Otávio Mangabeira.

No dia 1° de abril de 1964 inicia-se a longa ditadura militar no Brasil. Os militares aplicaram o Golpe de Estado que tirou do poder o então presidente João Goulart (Jango).

Em 9 de abril de 1964 é decretado o Ato Institucional Número 1 (AI-1) que tira a estabilidade dos funcionários públicos e cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar.

Em 15 de abril de 1964 foi eleito pelo Congresso Nacional à Presidente da República Humberto de Alencar Castelo Branco.

No final de 1976 o MDB vence as eleições. Em abril de 1977 o governo coloca o Congresso em recesso e baixa “o pacote de abril” onde as regras são modificadas de modo a garantir a maioria parlamentar à ARENA.

No dia 30 de abril de 1981, explode uma bomba durante um show no Rio Centro

No dia 16 de abril de 1984, pouco antes da votação das diretas, que pedia eleições diretas para Presidente da República, realizou-se um último comício no Vale do Anhangabaú em São Paulo que recebeu uma multidão de mais de 1,5 milhão de pessoas. Foi a maior manifestação política já vista no país.

Mesmo assim, em 25 de abril de 1984 a emenda Dante de Oliveira é derrotada na Câmara dos Deputados Embora tenha no dia 15 janeiro de 1985 derrotado Paulo Maluf em Brasília (480 votos a favor X 180 contra, 17 abstenções e 9 ausências), Tancredo Neves não assume a presidência pois às vésperas da sua posse (14 de março) foi submetido a uma cirurgia de urgência no Hospital de Base de Brasília, vindo a falecer no dia 21 de abril de 1985. José Sarney assumiu a Presidência da República dando início ao regime democrático brasileiro depois de 21 anos de ditadura.

No dia 25 de abril de 1992 Pedro Collor , irmão do então presidente Fernando Collor de Mello, deu uma entrevista explosiva à revista VEJA onde falou sobre o “esquema PC” de tráfico de influências e irregularidades financeiras. Aos 2 de abril de 2005 morre o papa João Paulo II .

3 de abril de 2005 o São Paulo é campeão paulista da Série A-1.

No dia 10 de abril de 2005 Daiane dos Santos é ouro. Mesmo com a interrupção da música “Brasileirinho” no meio da apresentação ela não perdeu o rítmo e completou a série ao som das palmas do público

18 de abril de 2005 – Fluminense é campeão. De virada tricolor conquista 30° título estadual.

No final desta terça feira, dia 19 de abril de 2005, às 17:50 (12h50 de Brasilia), a chaminé da Capela Sistina expeliu a fumaça branca anunciando a escolha do cardeal alemão Joseph Ratzinger, braço direito de João Paulo II, como novo Papa. O novo Pontífice adotou o nome de Bento XVI.

Referências: Jornal Cruzeiro do sul 28/04/2004 – Antonio Carlos Pannunzio
Nova Escola – 171 abril/2004
Almanaque Abril 2001 (cd room)
saopaulo.sp.gov.br
mundofisico.joinville.udesc.br
bairrodocatete.com.br
prodam.sp.gov.br
Enciclopédia Ilustrada do Ensino Primário.Formar, 1973 – 53/55
Almanaque Terra – 500 anos
Lins, Álvaro – Rio Branco, 1965
casadeportinari.com.br
fab.mil.br – personalidades
Revista Escola – Edição 0178
Estadão abril/2005
elogica.br.inter.net
Revista “O Cruzeiro” – 1972

Artigo de Cybele Meyer.

Datas Comemorativas – Descobimento do Brasil

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Vejam as postagens anteriores

Descobrimento do Brasil – 2008

Descobrimento do Brasil – cont

Descobrimento do Brasil – 2009

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Trabalhando o Hino Nacional nas aulas de artes

Fonte: Pra Gente Miúda

[De Ouviram do Ipiranga as margens plácidas até Brilhou no céu da Pátria nesse instante] IDÉIA - Confeccionem em papel kraft (pardo) o desnho de um riacho, árvores, enfim tudo que lembre a margem de um rio. Pintem em conjunto com tinta guache. Represente também a figura do príncipe e faça a comparação da atividade com a estrofe. Faça a espada, o chapéu e o cavalinho para as crianças.

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[De O penhor dessa igualdade até Desafia o nosso peito a própria morte] IDÉIA – Leia a estrofe com as crianças. Providencie várias revistas e peça que recortem figuras de adultos e crianças caminhando e cole-as no mapa do Brasil em tamanho grande.
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[De Brasil, de um sonho intenso até a imagem do cruzeiro resplandece] IDÉIA – Leia a estrofe e faça um painel do céu a noite, pintado com tinta guache pelas crianças, destacando o cruzeiro do Sul. Solicite que as crianças peçam ajuda aos pais para observar o céu a noite, para encontrar a constelação do Cruzeiro do Sul.
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[De Gigante pela própria natureza até dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada Brasil] IDÉIA – Peça as crianças para levarem para a sala de aula fotografias. Faça o mapa do Brasil em tamanho grande, recorte com os alunos pedacinhos de papel laminado dourado e façam um mosaico deixando espaço para colarem as fotografias, ressaltando que eles são o futuro e a riqueza do país.
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[De Deitado eternamente em berço até iluminando o sol do novo mundo] IDÉIA – Faça com as crianças flores coloridas e solicite que colem-nas no mapa do Brasil em tamanho grande. Faça a comparação da atividade desenvolvida e explique que elas representam a expressão “Florão da América”!
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[De Do que a Terra mais garrida até Nossa vida no teu seio mais amores] IDÉIA – Leia a estrofe com as crianças e confeccione um painel com cenário de floresta ou bosque e cole dobraduras de animais da nossa fauna. Faça a comparação do trabalho realizado e os versos da estrofe.
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[Em Ó Pátria amada idolatrada, Salve, salve] IDÉIA – Leia a estrofe com as crianças e faça a bandeira do Brasil em tamanho grande e solicite às crianças que picotem papel laminado nas cores verde, amarelo, azul e branca e colem os pedacinhos nos locais correspondentes…
Ao final das atividades, fazer a exposição dos trabalhos, destacando cada estrofe trabalhada.
Boa Sorte!
Música e letra – Descobrimento do Brasil
Fonte: Pra Gente Miúda
O almirante português,
Pedro Álvares Cabral,
No ano de 1500, saiu de Portugal!

Com 13 barcos veleiros,
do rio Tejo pro mar,
Para nas ilhas distantes,
especiarias comprar !

Mas D. Manuel I,
rei venturoso chamado,
Aconselhou a Cabral
Mudar de rota um bocado…
Para evitar calmarias,
e para saber também,
Se havia como diziam,
Terras na banda do além.

Navegaram vários dias,
Viram um monte afinal…
Que por ser tempo de páscoa,
Chamaram-no Monte Pascoal.

E assim, numa quarta-feira,
Dia 22 de abril…
Foi descoberto afinal,
O nosso amado Brasil!

Baixe a música clicando AQUI

Música/Letra – A 1ª Missa

No Ilhéu da Coroa Vermelha,
Onde Cabral ancorou…
E cercados de índios e brancos,
A cruz de Cristo elevou!
Frei Henrique de Coimbra,
A 26 de abril,
rezou a primeira missa,
abençoando o Brasil!

A princípio chamaram a terra,
De ilha de Vera Cruz.
Mas depois logo a crismaram,
de Terra de Santa Cruz.
Mas um pau da cor de brasa,
próprio da terra gentil,
Foi quem lhe deu finalmente,
seu nome eterno: BRASIL!

Baixe a música clicando AQUI

Gibi – Descobrimento do Brasil

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Se você gosta de inovar…

Nada melhor do que trabalhar duas datas de abril ao mesmo tempo… O Descobrimento do Brasil está bem ilustrado neste gibi da Turma do Sítio do Pica Pau Amarelo, personagens que ganham vida no Dia do Livro.

O Gibi pode ser baixado AQUI

Texto ilustrado

Fonte: Pra Gente Miúda

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