Brincadeiras do tempo da vovó #BaudeDiversoes


Não há ocasião melhor do que as férias para se resgatar brincadeiras antigas.

Acho muito pertinente e acredito que temos que nos esforçar em transmitir aos nossos filhos as brincadeiras que fizeram parte da infância dos nossos pais e da nossa também. Hoje, em razão da falta de espaço físico das moradias e da impossibilidade de brincar na rua, estas brincadeiras estão se perdendo.

Brincadeiras como Amarelinha, Cinco Marias, Lenço atrás, Pular corda e tantas outras não fazem mais parte do cotidiano da criançada de hoje.

Estas brincadeiras sempre foram excelentes recursos para o desenvolvimento da noção espacial, da lateralidade, prontidão, concentração, desenvolvimento da coordenação motora, do equilíbrio, do ritmo, habilidades tão importantes para o preparo da criança para a fase da alfabetização.

Também são fundamentais para a socialização. Agem como preparo para o convívio em sociedade. A criança prende a aguardar sua vez nas brincadeiras, a perder, a ganhar, a desenvolver o espírito de equipe e a cumprir regras, quesitos importantíssimos para a formação do indivíduo.

Sei que os games televisivos e o uso do computador também são importantes e desenvolvem habilidades na criança, porém somos seres “projetados” para o movimento e não podemos permitir que a criançada passe horas e horas sentada mexendo somente alguns dedos e piscando os olhos. Temos que estimular o movimento e a socialização. Acredito que saber dosar entre a brincadeira com movimento e os videogames é uma atitude sábia que propiciará um desenvolvimento físico/cognitivo que contribuirão para um rico desenvolvimento.

Também havia o carrinho de rolimã que era sem dúvida um dos brinquedos mais almejados e que todo mundo podia e queria ter, independente do sexo ou da classe social. A brincadeira começava com o fazer o próprio carrinho. A criança nunca fazia sozinha seu próprio carrinho, contava sempre com a ajuda dos amigos que acompanhavam na procura de “matéria prima” dividindo as marteladas no dedo. Depois de pronto, a próxima fase era procurar uma boa ladeira e deixar a gravidade dar a sua contribuição.

Eu tive sorte, pois perto de casa havia ruas de terra que amenizavam as raladuras nos joelhos e cotovelos. Naquele tempo não havia joelheiras e nem capacete, porém a pior parte ficava para a hora do banho onde os “ais” e “uis” sonorizavam as esfregadas para limpar os machucados.

E por falar em machucados, os pais de hoje  não aceitam que seus filhos se machuquem e em razão disso os privam de toda e qualquer situação que possa propiciar um arranhão. Não estou aqui dizendo que quero que as crianças se machuquem, porém joelhos ralados são testemunhos de que a criança tentou superar um desafio e com isso estamos trabalhando a iniciativa, o tentar outra vez, o se preparar para cair e levantar. Afinal a vida adulta exige isso de nós, ou não?

Você pode acessar muitas outras opções de brincadeiras no Baú de Diversões do NINHO Soleil  e acompanhar as sugestões nos endereços abaixo:

Hotsite Baú da Diversão – www.nestle.com.br/PortalNestle/ninhosoleil

Aplicativo Álbum de Figurinhas – www.facebook.com/ninhosoleil?sk=wall

Cybele Meyer – Blog Educa Já | Twitter @cybelemeyer

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Conheça as Embaixadoras da Ninho Soleil

Eliane Ceccon – 1001roteirinhos.com.br – (@1001roteirinhos)

Gisele Barcellos – kidsindoors.blogspot.com – @kidsindoors

Sam Shiraishi – samshiraishi.com – (@samegui)

Monica Brandão – comerparacrescer.com – (@comercrescer)

Tiffany Stica – blogdati.com – (@blogdati)

Parceiros que estão apoiando o #EducaCamp2012

A Campus Party 2012 acontecerá entre os dias 06 e 12 de fevereiro no Parque Anhembi em São Paulo.  Pela primeira vez na história da Campus Party haverá um evento voltado para a Educação. O EducaParty tem a parceria da Fundação Telefônica que irá oferecer uma área especial focada na aprendizagem com novas tecnologias.

Dentre as atrações destaca-se a EducaCamp, voltada para o debate sobre o Uso da Tecnologia na Educação.

Dentre alguns temas já propostos estão:

  • TIC na formação de professores,
  • O Uso pedagógico do Blog, Facebook e Twitter
  • Educação nas Nuvens,
  • Projeto Um Computador por Aluno entre outros.

Para mais informações sobre o EducaCamp visite aqui e  INSCREVA-SE.

Em breve novas orientações.

PARCEIROS

 

Aprendizagem nas Nuvens #TribdoPlanalto

 

Fui procurada pela  Repórter Raphaela Ferro do Jornal “Tribuna do Planalto“, Goiania, para falar sobre o que vem a ser Educação nas Nuvens.

Você também se interessa pelo assunto?

Então leia a reportagem na íntegra abaixo ou se preferir acesse AQUI e vá até a página 6.

 

“Imagine que eu e você estamos conversando e eu resolvo falar sobre nuvem, qual será a nossa atitude? Olharemos para o céu e veremos as mesmas nuvens, ao mesmo tempo. Agora vamos imaginar que eu esteja longe e por isso estamos conversando pelo celular sobre nuvem, você olhará para o céu e eu também e veremos as mesmas nuvens mesmo estando em lugares diferentes.”
É este o princípio da Computação nas Nuvens, explica a professora da área de formação de educadores da Universidade de São Paulo (USP), Cybele Meyer. “Não importa em que lugar, se olhar para o céu verá nuvem. O mesmo acontece com as informações. Não importa de que computador, celular, tablet, Android se acesse. Basta conectar e se terá acesso às informações, porque elas estão na nuvem”, acrescenta.
Ela ainda complementa. “Se eu quero compartilhar minhas informações com você eu te autorizo, e de onde você estiver, no momento que você quiser, ao acessar você verá as mesmas informações que eu.” Para isso, ela explica, é preciso utilizar algum recurso, como o Google Docs, por exemplo. A vantagem é que esses recursos são gratuitos.
Parece simples, e é. A Computação nas Nuvens é a nova promessa de revolução para a área da informática. E mesmo antes de se popularizar, ela já chegou às práticas de ensino. Uma das possibilidades para a Educação é o trabalho colaborativo simultâneo. O que possibilita que professores e alunos trabalhem juntos, mesmo que estejam em locais diferentes.
A disponibilização de documentos é outra opção. Para isso, pode-se usar o já citado Google Docs. “O professor pode disponibilizar o documento para que os alunos o acessem, cada um do seu computador, ou da lan house ou do celular, no momento que eles optarem”, conta Cybele. A vantagem? Assim, eles poderão ter acesso tanto em sala de aula quanto fora dela.
“Não haverá mais o ‘não fiz porque esqueci em casa’ ou ‘não achei’ ou ‘perdi’ e tantas outras desculpas”, indica a professora. Além disso, os alunos que faltarem à aula também poderão acessar o documento que está sendo trabalhado pelo professor e, naquele mesmo momento, dar a sua contribuição.
Cybele elenca várias opções. “O professor poderá também planejar que seus alunos da turma da manhã acessem, do local que estiverem naquele momento, um determinado documento junto com os alunos do turno da tarde na hora estipulada.” Assim, uns irão interagir com os outros, promovendo uma grande partilha além dos muros escolares. Atividade que pode ser realizada entre escolas diferentes também.

Experiência prática
O compartilhamento de informações por meio das nuvens em prol da Educação foi testado pela primeira vez no Brasil durante o 3º Encontro sobre os Laptops na Educação, realizado em 2010. Cybele conta que, por meio do Twitter, opinava sobre o evento durante sua realização. Vários outros professores tuitavam sobre o evento.
Por sugestão do professor doutor Wilson Azevedo, integrante da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED), alguns deles passaram a compartilhar o que estava acontecendo no evento por meio do Google Docs. “Os colegas que estavam em outros estados acompanhavam e organizavam o texto quando necessário. Com isso, o evento foi todo registrado e quem não pode comparecer participou a distância”, lembra Cybele.
Os professores podem também adotar essa prática em palestras, eventos e feiras realizadas na escola. “Em situações em que várias salas apresentam trabalhos, esse recurso pode ser útil por possibilitar que todas as exposições sejam registradas e compartilhadas em um único documento.”
Essa forma de compartilhamento é útil também para projetos interdisciplinares. Os professores envolvidos podem compartilhar um documento na nuvem para que este seja acessado durante as aulas por todos os envolvidos.

Conteúdos educacionais
Para quem ainda não tem muita afinidade com as nuvens da computação, a Microsoft desenvolveu um ambiente pronto, criado para a escola. A indicação é da professora Cybele. Ela conta que desde o ano passado realiza formações do Live@edu em diferentes cidades brasileiras. A ferramenta pode ser acessada no site www.conteudoseducacionais.com.br/programa-livr-edu.asp.
Trata-se de um pacote de aplicativos, totalmente gratuito, que disponibiliza Word, Power Point, Excel, Movie Maker, além de grupos de discussão. Segundo Cybele, nesses grupos, professores e alunos podem compartilhar arquivos, músicas, fotos, interagir no MSN Messenger, realizar reuniões em grupo, debater assuntos…
“Enfim, tudo o que é necessário em uma relação contínua pode ser acessado de qualquer lugar, pois todo o conteúdo está na Nuvem”, complementa. Ela acrescenta que não é desculpa dizer que o professor não irá usar porque não sabe como acessar, afinal todos esses aplicativos são de uso cotidiano do professor.


Cloud Computing

Ainda não entendeu o que é a Com­pu­tação nas Nuvens, ou Cloud Computing, como a chamam os norte-americanos? Doutor em Informática na Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o professor dos Institutos Superiores de Ensino do Centro Educacional Nossa Senhora Auxiliadora (ISECENSA) André Uebe explica de forma mais técnica.
Ele começa informando o básico: um computador, em geral, é composto de duas categorias de estruturas: mecânica (física / hardware) e sistêmica (sistema operacional, aplicativos…).
As duas estruturas podem estar localmente disponíveis ao usuário, no computador. Entretanto, quando se fala em Computação em Nuvem, o que muda é que a estrutura ou parte dela pode não estar localmente disponível. “Serviços de armazenamento em nuvem, por exemplo, como o Ubuntu One, permitem que ao invés de armazenar os arquivos localmente no HD do computador, você o faça em um HD em nuvem.”
Neste caso, o usuário pode executar o seu arquivo diretamente na nuvem, sem necessidade de fazer download. “Isto possibilitaria, por exemplo, que fosse possível eliminar o HD físico local do computador”, considera. A vantagem é que os arquivos salvos, seja no computador de casa, no laptop, no celular ou no tablet, estarão disponíveis automaticamente para acesso em qualquer um deles.
Segundo Uebe, as principais vantagens dessa forma de computação são: a portabilidade, o fato de estar disponível em qualquer dispositivo; e a ubiquidade, isto é, sua onipresença. Ele ainda aponta como fatores positivos das nuvens da informática: significativa economia de custos e uso de tecnologia da informação e a possibilidade destas servirem como rampa de acesso para novos avanços computacionais.
Mas há também desvantagens. A confiabilidade, segundo o professor, ainda é incerta e há, também, o risco de ficar atrelado a uma plataforma de um desenvolvedor específico. É difícil migrar de uma nuvem de uma plataforma para uma nuvem de outra. Sem contar o consciente coletivo, nele ainda há incertezas quanto à segurança das informações disponibilizadas na nuvem.

Origem
Uebe explica que o conceito de Cloud Computing surgiu em 1961. O que acontece quando o professor John McCarthy, especialista em Inteligência Artificial do Instituto de Tecnologia de Massa­chusetts (MIT), apresentou um modelo conceitual. Tratava-se de um modelo rudimentar de computação, onde os serviços oferecidos seriam feitos como um sistema de distribuição de energia elétrica.
“O que vemos é a evolução de um conceito e de serviços aos moldes da maioria das invenções até hoje”, aponta o professor. Segundo ele, a diferença dos vários exemplos de aplicação do conceito de McCarthy ao longo da história para o modelo que começa a surgir neste século XXI está no fato de não se ter mais máquinas específicas dedicadas à execução de funções ou aplicações.

EUA substitui letra cursiva por teclado

Este final de semana participei de um debate polêmico cujo tema  foi a oficialização da substituição do ensino da letra cursiva pelo teclado no processo de alfabetização nos Estados Unidos.

Compartilho minhas reflexões e gostaria muito de obter a opinião de vocês.

Primeiramente, antes de registrar aqui o meu ponto de vista, quero deixar claro que sou totalmente digital, que sou formadora de professores para o uso da tecnologia em sala de aula e que escrevo muito mais digitando do que usando papel e lápis, porém quando tomo ciência deste tipo de mudança, confesso que fico profundamente preocupada.

Particularmente sou contra todo tipo de mudança radical, substituição e massificação do ser humano. Sou a favor do somar em detrimento do substituir. Sou a favor do livre arbítrio e para que este possa ser exercido o ser humano precisa ter acesso às opções. A partir do momento que suprem as opções acabando com o livre arbítrio e consequentemente sufocam a individualidade massificando as pessoas.

No caso do não mais ensinar a letra cursiva na fase de alfabetização estão interferindo na base, no início da aprendizagem do ler e escrever.

Algumas habilidades psicomotoras importantes são priorizadas e, portanto desenvolvidas no processo de alfabetização principalmente quando a letra cursiva começa a ser ensinada no primeiro ano escolar para crianças de 5 e 6 anos. Juntamente com o ensino da letra cursiva vem a importância da lateralidade (escrever da esquerda para a direita), da noção espacial (dosar o tamanho da letra entre uma linha e outra e escrever de cima para baixo), a pressão gráfica entre o lápis e o papel (encontrar o equilíbrio para alcançar maior destreza e consequente rapidez), aprender que as palavras são independentes e por esta razão não devem ser escritas unidas umas nas outras (ação normal nas crianças em processo de alfabetização). O espaço entre uma palavra e outra fica mais clara quando a criança escreve com letra cursiva uma vez que a palavra se forma com a união das letras. Diferente de quando é escrita com letra bastão (de forma) cujos caracteres são individuais.

É nesse momento que o professor tem a oportunidade de conhecer cada um dos seus alunos, de reconhecer suas dificuldades e particularidades e de trabalhá-las respeitando o tempo de cada um sabendo que esta construção implica em grande esforço cognitivo para o aluno.

Agora pergunto: “Será que o aprender a escrever com letra cursiva é um processo tão insignificante que pode ser substituído pelo teclado de forma tão impulsiva?

Será que vale a pena usar esta nova geração como cobaias num processo tão importante quanto o da alfabetização?

Após a apropriação da escrita cada pessoa caracteriza a sua grafia de acordo com a sua personalidade. Vocês que estão lendo agora este meu artigo não podem imaginar como é a minha caligrafia! Isto porque ela expressa a minha personalidade e faz com que a minha caligrafia, assim como eu, sejam únicas. Ser único é o privilégio que somente nós, seres humanos, podemos desfrutar com consciência.

Todos nós somos identificados em diferentes lugares pelo número do nosso Registro Geral (RG), porém não perdemos a identidade em razão disso, pois temos um nome –PESSOAL -  que veio antes deste registro GERAL. Acredito que o mesmo deva acontecer com a nossa caligrafia.  Podemos escrever a maior parte do tempo usando o teclado (igualmente estou fazendo agora), porém tenho uma caligrafia e posso ser, inclusive, identificada por ela.

É justo privarmos nossos alunos deste privilégio, uma vez que somente o ser humano é capaz de escrever cursivamente?

Vamos dar opções e liberdade para que cada um dos nossos alunos escolha quando quer escrever cursivamente e quanto quer usar o teclado e o editor de texto, afinal ele é da geração digital e não precisa de pressão para fazer uso deste recurso.

E você é a favor da substituição da letra cursiva, no processo de alfabetização, pelo uso do teclado?

Deixe sua opinião, ela é muito importante.

Como você está se comportando?

Na correria do dia a dia normalmente ligamos o “piloto automático” e seguimos em frente tomando decisões, realizando tarefas, interagindo com pessoas, ficando aborrecida(o), se sentindo alegre, realizada(o), cansada(o), muitas vezes acabada(o) e nem quando deitamos à noite para dormir refletimos sobre o que vivemos e como vivemos.

Nesta “loucura” muitas vezes não percebemos que nosso comportamento pode estar tumultuando e dificultando a convivência no ambiente de trabalho, nos momentos de lazer com a família e amigos ou em casa. Não temos tempo para olhar o outro e ver se a sua expressão nos dá como resposta se ele está feliz ou não por nos ter ao seu lado.

Foi com o objetivo de puxar o “breque de mão” e forçar uma parada para reflexão que elaborei o Teste sobre “Temperamento” que disponibilizo logo abaixo.

Não é nada saudável passar o dia inteiro correndo, conseguindo dar conta de todas as atividades e não conseguir tirar uns cinco minutos para refletir sobre como foi o nosso comportamento diante de determinado fato.

Sei que somos seres complexos e que não apresentamos somente um determinado tipo de comportamento, por isto não podemos ser “rotulados” categoricamente como sendo “dinâmica e comunicativa, perfeccionista, imprevisível e negativista”, porém quando paramos para realizar um teste, automaticamente, refletimos sobre o resultado apresentado verificando se realmente nos identificamos com o conteúdo ali apresentado.

Aproveite, faça o Teste e veja se o resultado  condiz com a sua maneira de agir:

Como é o seu temperamento?

O temperamento é o reflexo das particularidades que o indivíduo demonstra no seu comportamento principalmente quanto a sua personalidade, sua afetividade e sua atenção. Eles são independentes e podem se apresentar em diferentes graus.

Em situações de dificuldades como é o seu otimismo?

a) Sempre elevado;

b) Instável;

c) Muito baixo;

d) Nunca sou otimista.

Em situações novas como é a sua ousadia?

a) Sempre elevada;

b) Instável;

c) Muito baixa;

d) Nunca sou ousada(o).

Em locais onde há muita gente você é extrovertida(o)?

a) Sempre;

b) Instável;

c) Às vezes tímida(o);

d) Nunca sou extrovertida(o).

Em situações desconhecidas você é reflexiva?

a) Sou impulsiva(o);

b) Muito pouco;

c) Às vezes;

d) Sempre .

Quando você vai a eventos normalmente se veste de modo extravagante?                       

a) Sempre;

b) Às vezes;

c) Sou discreta(o);

d) Nunca sou extravagante.

Você é perfeccionista em suas ações?

a) Nunca sou perfeccionista;

b) Pouco pragmático;

c) Às vezes;

d) Sempre.

Seu contato com as pessoas normalmente é afetivo e caloroso?

a) Sempre;

b) Às vezes;

c) Com reservas;

d) Sou sempre frio e impessoal.

Normalmente você é uma pessoa irritável?

a) Nunca me irrito;

b) Sou resignado;

c) Às vezes;

d) Sempre.

Você é uma pessoa acomodada?

a) Nunca me acomodo;

b) Sou aplicado;

c) Às vezes;

d) Sempre.

Tudo que lhe fazem você acha que foi de propósito?

a) Sempre;

b) Às vezes;

c) Alguns sim;

d) Sou muito mimada(o).

Se a maioria das alternativas escolhidas foi a letra “a”      

Dinâmica e comunicativa

Você é uma pessoa que não deixa que obstáculos atrapalhem a realização das suas atividades e sonhos. Você não pensa duas vezes em arriscar para ver qual o resultado que irá obter. Sabe aproveitar as oportunidades, toma decisões rápidas, pois tem plena certeza que saberá lidar com o resultado, mesmo que este não seja o esperado. Você é desinibida, segura, alegre e procura sempre enxergar o lado bom das coisas. Para você o copo está sempre meio cheio e nunca meio vazio.

Parabéns!

Se a maioria das alternativas escolhidas foi a letra “b”          

Imprevisível

Podemos dizer que você é uma pessoa imprevisível. Dificilmente traça planos a longo prazo e na maioria das vezes opta por ações com baixo grau de dificuldade e empenho. Se percebe que a situação poderá não dar certo, deixa de lado e parte para outra menos necessária ou se conforma em simplesmente não fazer nada. Na maioria das vezes consegue realizar o proposto, mas nunca se preocupa em realizar de forma que fique perfeito. Consegue surpreender sempre os que te rodeiam pelo fato de você ser imprevisível.

Procure determinar e cumprir metas tentando superar esta instabilidade comportamental e emocional.

Se a maioria das alternativas escolhidas foi a letra “c”      

Negativista

Você é aquela pessoa que incorporou o negativismo e que sempre acha que se uma ação pode dar errado, dificilmente dará certo. Este pensamento consome sua energia e faz com que ao resolver algum problema você já aja com desmotivação e se preparando para o fracasso, o que torna o resultado uma realidade. Você tem que se empenhar em mudar este tipo de pensamento, pois acabará perdendo o estímulo à vida. Saiba que a vida é feita de acertos e erros de sucessos e fracassos e que boa parte destes resultados dependem das nossas ações.

Se a maioria das alternativas escolhidas foi a letra “d”  

Perfeccionista

Você está atenta a tudo e a todos e exige que todos tenham uma atitude impecável dentro dos padrões que são importantes para você. Dificilmente você aceita uma falha, mesmo que esta venha de você. Você é do tipo que presta atenção aos mínimos detalhes e que não poupa esforços para realizar tudo o mais impecável possível. Isto não é de todo mal porque normalmente você faz tudo muito bem feito, porém é extremamente desgastante tornando a convivência ao seu lado muito conturbada.

Tente encontrar o meio termo.

Agora que você já fez o Teste vamos continuar a reflexão:

Vamos supor que o resultado apontou que você é uma pessoa imprevisível, que opta por planos rápidos e fáceis de serem executados, que desiste diante da menor dificuldade ou opta por resolvê-la de qualquer maneira, sem qualquer empenho. Você pode não ter se dado conta de que está agindo desta maneira. Se você tivesse refletido sobre o seu comportamento poderia entender que este comportamento pode ser um dos fatos geradores de você não progredir de acordo com suas expectativas.

Ou vamos supor então que o Teste tenha apontado que você é uma pessoa negativista e que por esta razão reclama de tudo. Estar sempre na expectativa do fracasso consome todas as suas energias e acaba lhe provocando uma apatia gigantesca. As pessoas não se sentem bem ao lado de uma pessoa que fala de doença o tempo todo, que sempre conta uma “desgraça”, que reclama de tudo e que sempre que alguém tenta ajudá-la,  rebate imediatamente com a frase que já virou bordão: “eu sei que não vai dar certo”.

Ser perfeccionista também não é o melhor dos resultados porque exige muito de si mesma(o) e de todos que a(o) rodeiam. Tenho uma conhecida que sempre me diz que nunca arruma os armários porque eles nunca estão desarrumados. O perfeccionista está em constante estado de alerta para que tudo fique sempre na mais perfeita ordem e dificilmente aceitando o erro. Errar faz parte do ser humano. Crescemos através do erro. É claro que não estou falando do erro por negligência ou imprudência, mas daquele que a pessoa, tentando acertar, acaba errando, e de agora em diante não trilhará mais este caminho. O perfeccionista acaba promovendo uma insegurança nas pessoas que o rodeiam, pois elas se sentem acuadas com medo de errar e ser recriminada.

E finalmente ser dinâmica e comunicativa. Normalmente a pessoa dinâmica tem olhos para enxergar tudo à sua volta e por isto se sente segura nas suas ações. Não estou falando aqui da pessoa que passa como um trator por cima de tudo que encontra pela frente, esta não é dinâmica e sim egoísta que só vê a si mesma. Estou falando daquela pessoa que sempre encontra um tempo para ajudar uma pessoa, para integrar nas suas atividades uma emergência. Já diz o ditado que se você quer pedir um favor a alguém, peça para quem não tem tempo. Quem tem tempo dificilmente o fará. Assim sendo, saiba que você sempre poderá contar com a ajuda de uma pessoa dinâmica e comunicativa.

Estas são algumas das inúmeras características que apresentamos quando falamos de “Temperamento”.

Espero que este Teste sirva de estímulo para que você reserve um tempinho durante o seu dia para analisar como você está se apresentando tanto para o outro quanto para você mesma.

Você acha que esta conversa serviu de alerta para você olhar para você mesma?

O objetivo maior, muito mais do que dar nome ao seu temperamento é fazer você ter um olhar mais reflexivo sobre o seu temperamento.

Compartilhe conosco a sua opinião.

Ela enriquecerá ainda mais a nossa conversa.

Literatura nas Férias!

É através da leitura que as pessoas têm oportunidade de aprender a pensar e até a sonhar. A pessoa que desenvolve o gosto pela leitura está abrindo uma grande porta para experiências de vida onde a criação do autor pode ser desfrutada a qualquer hora, em qualquer lugar e quantas vezes quiser. Esta criação é compartilhada através do tempo e se torna imortal.

A leitura dá acesso ao conhecimento. Muitos assuntos importantes são abordados através da linguagem lúdica das histórias infantis.

Este mesmo encantamento ocorre com as crianças ao ler ou ouvir uma história. Quando a criança se identifica com a mensagem transmitida por uma história, ela a escuta inúmeras vezes com a mesma atenção e interesse.

O contar histórias exerce uma magia no indivíduo estimulando-o a ler. Este estímulo o colocará em contato com diversos gêneros de leitura como os contos, crônicas, fábulas, lendas, parábolas, poemas, prosas e outros estimulando o gosto pela leitura em sua vida, propiciando-o ser um multiplicador de conteúdos.

Saber contar histórias é ter criatividade para dar vida aos personagens. É criar um ambiente de encantamento, de suspense ou mesmo de emoção. É fazer a pessoa viajar através das palavras e se sentir parte da história. O ser humano sempre adorou contar histórias. O hábito de contar histórias, de contar lendas, é milenar tendo origem antes mesmo da escrita a qual eram passadas de geração para geração através da fala onde cada um dava seu toque pessoal.

O conto de fadas, desde os seus primórdios, e sabe-se que “Cinderela” já era contada na China no século IX d.C, teve sempre a preocupação de enfatizar a discriminação social, a luta pelo poder, o “conseguir” num “vale tudo”, bem como a presença da maldade, dos maus tratos aos frágeis como crianças e menos afortunados, em suas buscas incansáveis e na solidão do abandono e da rejeição.

Mas também atravessou séculos exaltando valores essenciais ao ser humano como o amor, a solidariedade, a justiça, a compreensão e o bem como vencedor.

A linguagem simbólica que envolve personagens e enredos acaba agindo no inconsciente das crianças vindo a auxiliar na resolução de conflitos internos tão normais na infância. O maniqueísmo envolvendo os personagens, tanto para o bem quanto para o mal, facilita a compreensão da criança no que diz respeito aos valores básicos para uma vida equilibrada em sociedade.

A intenção é justamente esta, de levar a criança a se identificar com o herói que é bom. Este sentimento trará uma sensação de segurança e proteção contribuindo para que a criança adquira o equilíbrio quando adulto.

As histórias infantis tiveram sempre por finalidade a união do lúdico com o pedagógico.

Existem muitos recursos que ao serem utilizados nas aulas de literatura, roda de leitura e outros, facilitam a imaginação criadora do aluno resultando diretamente na produção de texto. Um destes recursos é a teatralização o qual jogar com a voz faz imaginar a presença de diferentes personagens; alterá-la diante dos diversos estados emocionais provoca a sensação de tristeza, de dor ou de alegria. Os gestos caracterizam cada personagem. O fundo musical, o cenário, os efeitos sonoros e muitos outros atributos podem ser usados na representação de uma história literária. Enfim, todos os recursos são válidos para que se desenvolva na criança o gosto pela leitura. E se o adulto ainda não o desenvolveu, sempre é tempo.

Aproveite as férias para criar o momento da história com seus filhos. Vocês podem contar e eles também. Vai ser muito divertido!

Seus filhos estão na pré-adolescência? Ótima oportunidade de compartilhar leitura. Já imaginou que delícia pais e filhos lerem, ao mesmo tempo, o mesmo livro? Que sintonia! Quanta troca poderá haver no comentar e discutir o livro? Eu já realizei esta experiência com meus filhos e posso dizer que foi muito gostoso e enriquecedor.

E aproveito o assunto para sugerir o livro Menina Flor (escrito por mim) que conta a história de uma flor que nasceu numa floreira entre lindas flores diferentes da sua espécie. Ser diferente era um dos motivos que levavam as outras flores a hostilizá-la, sendo, muitas vezes, chamada de erva – daninha. Menina Flor passa por situações tristes, engraçadas, de pânico de solidariedade e tantas outras que emocionarão quem ler a sua história.

Temas como sustentabilidade, preconceito, família, solidariedade e valores são abordados de forma lúdica e didática. Esta obra é indicada para crianças de 08 a 13 anos, para professores, pais, avós e todos aqueles que se sintam comprometidos com a conscientização da importância do meio ambiente.

Há sugestão de atividades para ser aplicada em sala de aula ao final do livro e um jogo de tabuleiro com ações sustentáveis o qual o leitor porderá brincar com a Menina flor.

Se houver interesse em adquirí-lo basta acessar este link (http://www.livrarialitteris.com.br/default.asp?produto/471/Menina_Flor_-_Cybele_Meyer).

As escolas ou professores que tiverem interesse em adotar o livro para trabalhar em sala de aula poderão entrar em contato com a Editora e pedir um exemplar para avaliar a obra. Caso encontrem dificuldade podem entrar em contato comigo que falo direto com a Editora.

A Menina Flor tem seu próprio blog onde estão algumas das atividades e Projetos já desenvolvidos por outras escolas. Passa lá para conhecer clicando AQUI.

Boa leitura!