Consciência Negra

Ontem, 20 de novembro,  foi comemorado o dia da Consciência Negra, data da morte de Zumbi de Palmares.

Ótima oportunidade para se refletir sobre a inserção, em especial do negro, na sociedade brasileira.

Nós somos uma sociedade caracterizada pela pluralidade de etnias e a contribuição destas culturas foi responsável pela “construção” de um país miscigenado e multifacetado.

O preconceito é um sentimento exercido entre pessoas que não se conhecem. Quando existe uma afinidade entre as pessoas não há espaço para o preconceito. Assim sendo temos que banir de uma vez por todas o preconceito em relação à cor da pele das pessoas. É claro que existem inúmeros preconceitos, mas o foco em razão das comemorações da Consciência Negra é a cor da pele.

A escola e a família ocupam um lugar importantíssimo na transmissão de valores que serão decisivos na formação do cidadão como um todo.

Não podemos deixar de mencionar que o preconceito e a discriminação existem de ambos os lados, tanto do branco para com o preto como vice-versa. É por este motivo que temos que valorizar e respeitar a cultura de cada um.

Todos somos importantes. Ninguém tem mais ou menos valor dependendo da cor da pele. Ninguém é superior a ninguém, somos sim únicos.

A pessoa não precisa negar suas raízes para ser incluído no ambiente social.

Temos que transmitir para as crianças o valor das diferenças e a contribuição que estas diferenças promovem no todo.

Somos todos iguais, porém somos todos diferentes e é esta diversidade que nos torna seres tão especiais.

Destaco aqui O Cantinho da Borboleta Azul – Excelente conteúdo.

Recomendo também a visita ao site A cor da Cultura o qual você pode ter acesso a Programas como:

E como vai a concentração?

Falar sobre a falta de concentração dos alunos é o principal assunto entre professores e pais. Será que esta é a uma “problemática” da modernidade? Pelo que se sabe antigamente a falta de concentração não fazia parte do cotidiano das crianças. Eram raras as crianças que não se concentravam na lição ou nas brincadeiras.

Elas ficavam horas brincando sozinhas. Muitas vezes se entretinham com caixinhas de fósforos vazias que viravam carros, ou pedaços de madeiras que viravam cavalinhos e soldados ou mesmo barro mole que virava comidinha, tudo tinha o significado da brincadeira do momento. A criança se envolvia de tal forma que o tempo passava e ela continuava “mergulhada” na fantasia.

Hoje a criança recebe tantos estímulos desde o seu nascimento que a todo o momento ela tem que estar olhando em volta pois sempre há uma novidade para apreciar.

Antes para se ir à escola o material era básico e todas as crianças tinham praticamente a mesma coisa. Todo mundo tinha o mesmo estojo de madeira escrito “escolar”. O lápis era preto sem qualquer desenho. A borracha era branca com um índio desenhado em azul e assim por diante. O uniforme era sem qualquer desenho, normalmente era saia para as meninas e calça ou shorts para os meninos na cor azul marinho e blusa branca.

Hoje os uniformes são elaborados usando diversas cores e normalmente cores quentes com modelos arrojados. As mochilas totalmente chamativas com os mais diferentes formatos e motivos. Os lápis são coloridos e brilhantes, as borrachas são fosforescentes, enfim tudo contribui para dispersar a atenção da criançada.

Este é um dos motivos que interfere muito na concentração principalmente quando o professor está explicando um tema. A todo o momento ele tem que interromper e trazer a atenção de alguns alunos para si.

Porém, a concentração pode e deve ser estimulada tanto na escola quanto em casa pelos pais. Sei que o que vou falar pode ser contestado por muitos, porém conservar um ambiente sem barulho como rádio ligado ou televisão no momento da lição de casa é fundamental para que o aluno se concentre no que está fazendo. É real que a criançada de hoje consegue ouvir música, ver TV e fazer a atividade ao mesmo tempo, porém o que tem propensão a ser disperso irá se distrair e, consequentemente, perderá a concentração. Tudo que promove uma chamada de atenção é responsável pela perda da concentração.

O adolescente até pode já ter desenvolvido a atenção seletiva, ou seja, mesmo que esteja tocando uma música ele pode se concentrar no que está fazendo e seu cérebro não registrará o ouvir a música, porém isso não acontece com as crianças por questões de maturidade. O adolescente quando desenvolve esta “percepção seletiva” faz uso dela sempre que lhe é conveniente. É o chamado “estar no mundo da lua”, porém este é um tema que dará um novo post.

Jogos como quebra-cabeças, xadrez, resta um, paciência e outros do gênero são excelentes para desenvolver a concentração. No início a criança pode começar a brincar e em seguida desistir em razão do seu tempo de concentração ser muito curto, porém deve ser estimulada a retornar e chegar até o final do jogo. Com o passar do tempo ela não precisará mais ser incentivada, ela mesma montará um quebra-cabeça do início ao fim e com isso tanto os pais quanto o professor notará que a sua concentração está bem melhor.

Excesso de atividades, agenda lotada, também contribui e muito para a falta de concentração, pois unir uma atividade na outra com hora marcada, roupa especial e local específico além de deixar a criança agitada promove uma sobrecarga tanto física quanto emocional interferindo diretamente na concentração.

E seu filho ou seu aluno apresenta dificuldade em se concentrar?

Você vivencia situações semelhantes seja na escola ou em casa?

Compartilhe conosco a sua opinião e enriqueça o nosso espaço.

Cybele Meyer

 

Descolaai #ConsumoColaborativo

Nós que temos o compromisso com a sustentabilidade e que sempre estamos falando sobre a mudança de comportamento em prol da saúde e qualidade de vida do nosso Planeta não nos cansamos de abordar os três “erres” do consumo consciente: Reciclar, Reutilizar e Reduzir.

O consumismo excessivo é um forte contribuinte para o crescimento do lixo uma vez que o consumidor se deixa envolver pelas novidades do mercado descartando o produto que comprou, muitas vezes em perfeito estado. O descarte também é um grande problema para o consumidor, pois na maioria das vezes não consegue identificar o lugar correto para realizá-lo. Embora se saiba que o descarte inadequado de aparelhos eletrônicos e demais produtos pode comprometer a vida do nosso Planeta e a nossa saúde, as orientações de como e onde descartar não são do conhecimento da população que acaba se desvencilhando dele de forma errada ou deixando-o guardado, sem uso, em sua casa mesmo.

Pois quero compartilhar com vocês o melhor caminho para esta problemática, pois além de privilegiar aqueles que gostariam de possuir algo que tanto sonham e que está tão longe da sua realidade possibilita a interação, a partilha e a colaboração que são habilidades do século XXI e que devem integrar o cotidiano de todos nós.

Estou falando do conceito de Consumo Colaborativo que o DescolaAí.com está trazendo para o nosso país. A ideia é que os produtos sejam usados por mais pessoas e que com isso se prolongue a vida útil do produto evitando, inclusive, o uso de novas matérias-primas.

Na verdade:

“Essa ideia nasceu nos Estados Unidos, nos anos 2000, como uma alternativa ao modelo de consumo excessivo que marcou a sociedade norte-americana nos anos 80. Lá, por exemplo, há mais de 50 milhões de furadeiras no mercado e, em média, cada uma delas é usada em toda a sua vida útil, de 6 a 13 minutos.”

O DescolaAí.com já veio para o Brasil em julho deste ano possibilitando que pessoas ALUGUEM objetos para suas necessidades iminentes, ou seja, eu tenho um produto e o disponibilizo para ser alugado. O outro precisa usar este produto, então o aluga, usa e depois devolve.

Esta ideia deu tão certo que o DescolaAí.com está oportunizando outra possibilidade – A TROCA, aumentando as possibilidade de negócios colaborativos entre seus usuários.

Neste primeiro momento o DescolaAí.com está focado em produtos de cunho cultural.

“Ao acessar a plataforma de trocas, o usuário busca os produtos que gostaria de obter (entre livros, CDs, DVDs e Games). Depois disso, ele informa o que tem para dar em troca. Assim que a oferta e a demanda são identificadas, o sistema coloca os dois usuários em contato, para que combinem como será realizada a troca. Nessa transação, o DescolaAí.com cobra uma taxa de R$2,00 de cada usuário. “Nessa primeira fase, optamos por produtos culturais porque seu valor financeiro é mais fácil de ser mensurado para que os usuários não se sintam prejudicados”, afirma Guilherme Brammer, diretor do portal.”

E se você pensa que pára por ai está enganado, pois a plataforma conta ainda com a opção dos usuários criarem grupos privados e corporativos para as trocas.

Sócios de um clube, alunos de um colégio, moradores de um bairro, etc, podem criar um Grupo Privado de trocas. A pessoa que criar o grupo torna-se o moderador. Ele aprova ou não a adesão de um novo participante pela pontuação que essa pessoa terá no DescolaAí.com já. A identidade da pessoa permanece em sigilo, conforme a Política de Privacidade do portal. Por exemplo: eu tenho listado oito itens de troca, e de avaliação tenho cinco estrelas. Se o moderador julgar que estou apto, passo a fazer parte deste determinado grupo. Já um Grupo Corporativo é formado por colaboradores de empresas e a adesão de membros se dá a partir do e-mail corporativo. “Os grupos pressupõem que as pessoas tenham uma afinidade o que estimula as trocas pela confiabilidade e praticidade que a ferramenta proporciona”, afirma o executivo.

DescolaAí.com já disponibiliza para aluguel produtos como equipamentos esportivos, ferramentas, barracas de camping, brinquedos, móveis infantis, eletrônicos, entre tantos outros. Tanto a versão Trocas, quanto a versão Aluguel possibilitam que os produtos possam ser usados por mais pessoas e mais vezes. “Várias vezes compramos coisas que usamos pouco e que acabam até estragando por falta de uso”, Brammer.

Assista ao vídeo  e constate o quanto é importante colaborar, afinal amanhã você também pode precisar

Prêmios Longevidade #BradescoSeguros

Todos nós sabemos que a vida não é eterna e que tão pouco existe alguma fonte da juventude. Mas o que buscamos saber, a cada passo dado pela ciência, é como o envelhecimento pode ser tratado de uma forma mais saudável. E o estilo de vida influencia nesse processo. O passar dos anos não precisa estar relacionado ao fim da vida, mas sim ao acúmulo de experiências e de histórias. Histórias que precisam ser compartilhadas, estudadas e registradas.

Partindo dessa premissa, o Grupo Bradesco Seguros lança o concurso cultural “Prêmios Longevidade”, visando estimular produções acadêmicas, jornalísticas e memoriais (relatos de histórias de vida), que dissertem sobre o conceito de Longevidade.

Até o dia 31 de agosto, você pode se inscrever nas seguintes categorias:

Histórias de vida: Relatos pessoais ou narrativas de histórias que tratem da relação das pessoas com o tempo, experiências significativas e lições de vida de longevos.

Podem participar todos os interessados, maiores de 18 anos.

Jornalismo: Matérias sobre a Longevidade, seus impactos e desdobramentos, veiculadas entre janeiro de 2010 e agosto de 2011. São duas subcategorias:

  • mídia impressa (jornais e revistas) e
  • mídia eletrônica (TV, rádio e web).  Poderão participar deste concurso jornalistas brasileiros com Registro Profissional no Ministério do Trabalho (MTB).

Além de certificado e troféu desenvolvido por um artista plástico brasileiro, os vencedores receberão prêmios em dinheiro que variam de R$ 1 mil a R$ 10 mil.

A premiação será no VI Fórum da Longevidade Bradesco Seguros, que acontecerá em 04 de outubro, no hotel Unique, em São Paulo.

Ainda há mais uma categoria, com o prazo de inscrição estendido, até janeiro de 2012. Trata-se do Prêmio Longevidade Meio Acadêmico: um estímulo a quem se dedica a estudar a Longevidade nas categorias Mestrado, Doutorado e Trabalho Publicado em Revista Científica.

Para mais informações, inscrições e todos os regulamentos acesse: http://bit.ly/nBe776

Participe e faça com que sua produção tenha vida longa

e seja sempre lembrada por contribuir para um

futuro melhor a todas as gerações!

Todos pela Educação – Valorização do Professor

O Todos Pela Educação lançou, nesta terça-feira (12), uma nova campanha de mobilização. Desta vez, o foco é a valorização do magistério e o slogan é “Um bom professor, um bom começo”. “O objetivo é a valorização do bom professor, aquele que tem o foco no aprendizado de seus alunos e que, assim, contribui efetivamente para a melhoria da qualidade da Educação no Brasil”, afirma Priscila Cruz, diretora-executiva do movimento.

Mas qual deve ser a maneira para valorizar os bons professores? Para Mozart Neves Ramos, conselheiro do movimento, essa valorização passa necessariamente por quatro eixos: “salário inicial atraente, plano de carreira, formação inicial e continuada e boas condições de trabalho”.

“Sem bons professores não teremos bons médicos, bons economistas, bons engenheiros e nem mesmo outros bons professores. Valorizar os bons professores é uma lição de casa que todos nós precisamos fazer”, diz Mozart.

Conceito da campanha
A campanha foi produzida pela DM9DDB, do grupo ABC e é composta por uma animação em stop motion para TV, anúncios para jornais e revistas, banners para internet e spots de rádio.

A animação e as peças da campanha seguem o mesmo conceito: em todas as conquistas, sejam elas grandes ou pequenas, existe a figura e o suporte de um bom professor em algum momento.

“Para traduzir a importância do ensino… continue lendo

Vamos unir forças! Divulgue a campanha de Valorização do Professor. Coloque o selo no seu blog.
A Educação agradece!

Programa “Gente Eficiente”

Você conhece o programa “Gente Eficiente” do Hospital Albert Einstein?

Aproveitando a energia das comemorações do Dia do Trabalho venho compartilhar com vocês este Programa Gente Eficiente super especial promovido pelo Hospital Albert Einstein.

Conheça um pouquinho:

“Mais do que contratar e capacitar, um dos exemplos mais importantes de investimento nesse público são os cursos de formação oferecidos pela instituição.

A deficiência não deve e nem precisa ser encarada como um problema

Além de oferecer os cursos de capacitação (listados abaixo), o Einstein percebeu que muitos deficientes não haviam completado nem mesmo o segundo grau por conta de suas dificuldades e principalmente da acessibilidade às escolas. Sem o ensino médio, dificilmente essas pessoas conseguiriam uma oportunidade no mercado. Mas esta é apenas uma das ações do programa.”

A deficiência não deve e nem precisa ser encarada como um problema

O “Gente Eficiente” é um programa gratuito de capacitação e contratação de profissionais com deficiências física, visual, auditiva e mental leve e que tem oferecido oportunidades dificilmente encontradas por essas pessoas no mercado de trabalho.

O Einstein oferece cursos de:

  • Copeiro Hospitalar (três edições anuais com 20 vagas)
  • Atendimento ao cliente (três edições anuais com 30 vagas)
  • Rotinas administrativas na área da saúde (duas edições anuais com 40 vagas)
  • Curso de Formação no Ensino Médio (uma edição anual com 20 vagas)

Para participar do curso você precisa ser maior de 18 anos e possuir laudo médico definindo a deficiência de acordo com a legislação. Para o curso do ensino médio além desses requisitos é preciso do certificado de término da oitava série.

Atualmente, o Einstein conta com cerca de 120 funcionários com algum tipo de deficiência. “Temos muitas oportunidades de trabalho e crescimento na instituição. A deficiência não deve e nem precisa ser encarada como um problema, e então contamos com colaboradores com deficiências em diversos níveis do hospital. O mais importante é a sua capacitação, daí o nosso empenho nessa área e a nossa preocupação em formar e capacitar profissionais focados na área da saúde”, explica Miriam Branco, diretora de Recursos Humanos do Einstein.

Maiores informações acesse http://migre.me/4barp

ou ligue para (11) 2151-7437    ou  (11) 2151-7437