Começa hoje a série: Destino: Educação no #canalfutura

Hoje, 17 de outubro, temos encontro marcado às 21h, no Canal Futura, pois uma super série em formato de Documentário, com sete episódios, abordará a realidade educacional de países como a Coreia do Sul, Canadá, Chile, Finlândia e a província de Xangai na China que têm um grande ponto comum: todos eles estão bem colocados no Programa Internacional de Avaliação de Alunos (PISA) que avalia a qualidade da educação por meio do desempenho dos estudantes.

Você quer saber o que cada um destes países tem de diferente? Pois é este o foco do “destino: educação” que tem por meta identificar o que leva os sistemas educacionais destes países terem por resultado a ocupação das melhores colocações do mundo.

O mais interessante é que o Destino: Educação – diferentes países, diferentes respostas não virá com fórmulas prontas, mas trará dados provocativos que incentivarão a reflexão de todos para que cada um encontre o seu próprio caminho.

Clique na imagem para assistir ao vídeo

Intimista, a série entra na sala de aula, se aproxima dos alunos, conversa com professores e vai até a casa dos estudantes para mostrar a rotina de estudos e conversar com os pais. A partir desses personagens, constrói o contexto político, histórico, social e cultural do local, além de colher depoimentos e análises de especialistas, entre eles o criador do PISA, Andreas Schleicher.

Ao refletir sobre a Educação nestes diferentes países e sem ter a obrigatoriedade de seguir modelos determinados por estes resultados é possível se deter nas estratégias utilizadas por eles e verificar quais pontos se têm em comum para que possam servir de referência para adequações.

Vamos refletir também sobre as questões abaixo que são apontadas no Documentário:

Qual a preocupação dos governos com o ensino? O que eles têm feito para melhorar os indicadores de qualidade e como isso é percebido no aprendizado desses alunos? Qual a articulação entre as políticas macro e as práticas do dia a dia escolar? Como valorizar e formar o elemento-chave do processo, o professor? Quem são as pessoas que estão por trás dos bons resultados do PISA? A família tem realmente papel decisivo na educação?

Nas séries haverá conversa com pais, professores, especialistas além de acompanhar a rotina de estudos dos jovens dos países percorridos.

Para assistir aos melhores momentos do “Destino:Educação” clique na imagem

 

Estas séries foram realizadas em parceria com o Serviço Social da Indústria (SESI), com consultoria da educadora Maria Helena Guimarães de Castro e também do Todos pela Educação e da Comunidade Educativa (Cedac).
É claro que há um episódio dedicado ao Brasil que por ocupar o 53º mesmo sendo apontado como o país que mais evoluiu na Educação na última década.

IMPORTANTE:

Além da exibição no Canal Futura, o destino:educação também estará disponível no site doFuturaTec, a videoteca gratuita do Canal Futura, para download dos usuários cadastrados no sistema. O FuturaTec é reservado a instituições educacionais que usam o conteúdo do canal como material pedagógico e, hoje, conta com mais de seis mil instituições inscritas, sendo a grande maioria escolas e universidades.

Não esqueçam: é hoje às 21 horas no Canal Futura

Inteligências na Prática Educativa #livro

“O conteúdo deste trabalho deve servir de fio condutor às reflexões, análises e discussões na área pedagógica, pois está diretamente ligado ao conhecimento das diferentes linguagens usadas para o exercício da pedagogia em sala de aula. Saber se comunicar consiste em falar a linguagem que o aluno entende e entender a linguagem que o aluno fala.”

Assim inicio o meu mais novo livro “Inteligências na Prática Educativa“  que está chegando nas livrarias.

As abordagens propostas no livro devem servir de apoio e consulta frequentes aos profissionais da área de educação que pretendem aprimorar seus saberes, de modo a possibilitar a identificação das múltiplas inteligências no comportamento dos alunos, favorecendo a relação dialógica existente entre professores e alunos.

O professor, ao se apropriar das diferentes formas de linguagens e ao desenvolver as inteligências múltiplas, estará apto a integrar as novas linguagens tecnológicas ao ambiente escolar, estreitando ainda mais o relacionamento com seus alunos.

É importante que haja uma mudança de paradigmas na educação. Ela deverá passar de verticalizada à horizontalizada, para que exista troca de experiências e para que a aprendizagem seja constante para ambos os lados – professor e aluno.

Outro ponto importante é o de tratar cada indivíduo como sendo único, como o é. Isso parece óbvio, mas não é. Vivemos em uma época de massificação, em que o “individual” não existe, somos uma grande massa e tudo é voltado para atingir essa massa. Enfim, perdemos a individualidade, e é em razão dessa mudança que o conhecer-se e o conhecer ao outro se faz tão necessário.

Lembre-se de que, muitas vezes, para se transformar é preciso romper com alguns hábitos. Transformar e transformar-se exige muita coragem e persistência. O professor que faz esse trabalho consigo mesmo terá mais atributos para entender e conduzir o aluno.

Inteligências na Prática Educativa é o resultado de 25 anos de estudos do comportamento humano em sala de aula desde a Educação Infantil até o Ensino Médio.

Espero, com este trabalho, contribuir para a evolução e aprimoramento da educação no nosso país.

abraços

Cybele Meyer

Max e a Liga da Defesa #SaberTV


 

Este vídeo foi muito bem elaborado e é um excelente recurso para o professor utilizar em sala de aula quando tratar do tema Saúde e Bons Hábitos de Higiene.

Vale  a pena assistir e passar para seus alunos de diferentes faixas etárias.

Me foi enviado pela SaberTV e fica a dica!

Para assistir clique na imagem ou AQUI

Hoje é o Dia Mundial do Combate a Hepatite


Ter o Dia Mundial do Combate a Hepatite é uma forma de conscientizar a população sobre a importância da prevenção através da informação e consequente mudança de alguns maus hábitos que servem de porta de entrada para a doença.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirma que praticamente 1/3 da população mundial, cerca de dois bilhões de pessoas, está infectado pela doença, e a cada ano o número de novos casos é espantoso.

Aqui no Brasil, os dados mais recentes, segundo o Ministério da Saúde, apontam aproximadamente 284 mil casos de inflamação no fígado (hepatite) provocada pelos vírus A, B, C, D ou E. E o que é mais amedrontador é que ela não provoca sintoma quase que nenhum.

O Hospital Israelita Albert Einsten preparou esta animação informativa o qual compartilho com vocês.

A escola também tem o dever de informar seus alunos sobre como se dá a contaminação e quais os hábitos que devem ser mudados para a prevenção. Saiba mais sobre a doença clicando AQUI.

O Educar e a parceria Escola-família #blogagemcoletiva

Imagem que ilustra o texto A Escola e a Família – Nova Escola

Minha amiga Ana Claudia Bessa editora do blog Futuro do presente publicou na semana passada uma “carta” escrita por ela cujo título super sugestivo Escolas, não desitam de nósé “um presta atenção” a tão importante parceria escola-família e que gerou uma blogagem coletiva o qual também estou participando.

Este tema é sempre abordado nos meus posts e artigos porque também acredito na importância desta parceria que é um diferencial na vida escolar do aluno/filho. Escola e família têm um grande objetivo em comum, o desenvolvimento, formação e aprendizagem do aluno/filho.

Para esta blogagem gostaria de compartilhar um texto que escrevi em 2007 cujo título é “A Mesmice das Reuniões de Pais e Mestres“  que já foi utilizado por vários ambientes virtuais e escolas  sendo, isto, um excelente sinalizador.

E compartilho o texto abaixo que também foi escrito em 2007 e que tem o foco no tema da blogagem.


Educar é um processo longo e seu resultado, seja ele positivo ou negativo, também demora um bom tempo para aparecer. Assim sendo, hoje podemos avaliar mediante os resultados que temos claramente evidenciado no dia a dia, que a educação não está acontecendo de forma correta seja ela dentro de casa no convívio com a família, seja na escola.

Como vivemos no tempo do imediatismo, percebemos que a educação, por ser um processo longo, está perdendo as suas características principais e tudo está sendo feito de qualquer jeito.

Há o jogo do empurra, empurra onde a família diz que a educação é responsabilidade da escola e a escola diz que os pais não estão cumprindo com o seu papel de educar. Com esta discussão para saber à quem cabe o papel de educar, as crianças estão crescendo sem qualquer orientação, fazendo tudo o que querem e achando que são os donos do mundo.

O egocentrismo nunca esteve tão evidenciado nas atitudes das crianças, jovens e adultos como nos dias atuais e temos que ter a consciência de que para modificar esta realidade vamos levar algum tempo.

Nos dias de hoje uma pessoa que age com educação e aguarda a sua vez para ser atendido é rotulado como “tonto” ou seja, ser educado hoje, é ser boboca, é pedir para ser passado para trás.

Jovens e adultos frutos da revolução na educação que passou de autoritária para condescendente de forma radical, não sabem transmitir conceitos de gentileza, de solidariedade, de respeito, de amor. Vivem o dia a dia exercitando o “eu quero”, “eu tenho”, “eu peguei”, “eu…”, “eu…’.

E como os pais não têm “tempo” para educar seus filhos e os professores não têm “tempo” para orientar seus alunos, eles vão passando por cima das pessoas como um rolo compressor, sem enxergá-las. E o pior de tudo é que nunca estão satisfeitos.

Temos urgentemente que reestruturar os conceitos de formação de cidadãos a qual fique bem definido qual é o papel da família e qual é o papel da escola, embora saibamos que os dois têm que educar, porém cada um na sua área.

Quando se fala que família e escola têm que caminhar juntas não se quer dizer que uma vai desempenhar o papel da outra e sim que uma vai auxiliar e completar a outra.

A família quando educa seu filho transmite a ele seus valores e conceitos podendo cobrar dele atitudes dentro do que lhes foi ensinado.

A escola ao ocupar o lugar da família tentará transmitir valores e conceitos de uma maneira coletiva. Ocorre que o aluno ao agir em casa em conformidade com o que foi ensinado na escola poderá entrar em conflito com os conceitos e hábitos da sua família. Esta realidade acabará por confundir ainda mais a criança que dependendo do lugar que esteja escuta ordens diferenciadas para uma mesma situação.

A família não cumpre com a sua responsabilidade de educar e na maioria das vezes não acata as regras quando estas vão de encontro com a sua maneira de agir criando um choque na criança por não encontrar no seu lar o mesmo respaldo.

A criança em formação não sabe distinguir qual é a maneira certa e sim qual é a maneira mais fácil. Se em casa tudo é permitido ele avança; se na escola existem regras e estas são praticadas ele as cumpre.

Afinal que cidadãos teremos no futuro com este tipo de comportamento?

Como ele não saberá quais valores são os corretos, estaremos criando oportunistas e não cidadãos. O certo e o errado não existe para ele e sim o aproveitar a oportunidade. Se na minha casa eu posso fazer o que na escola é proibido, eu vou aproveitar a minha casa e agir como eu quero.

Será que é este tipo de pessoa que queremos formar?

Já ouvi muito professor dizer que: não adianta insistir, pois a criança passa alguns anos na escola e o resto da vida com a família, então vou deixá-lo agir como ele quer.

E a polêmica continua sem se saber a quem pertence a responsabilidade do ato de educar

A família abdicou desta função, mas não se preocupa se a escola irá suprir esta lacuna. Ao procurar uma escola para matricular seu filho não faz perguntas sobre qual o método utilizado, como agem diante de determinadas situações, quais valores são trabalhados e outros itens pertinentes visando o desenvolvimento total da criança. A real preocupação da família é se há aulas de computação, quantos alunos por computador, se há aulas extras como capoeira, balet, natação. Quanto mais cara for a mensalidade da escola mais exigirá em atividades extras e em diferenciais altamente dispensáveis não dando importância ao que realmente é importante: a formação do cidadão.

E as escolas por saberem da importância do “aparentar” investem no que os pais dão maior importância, deixando o principal objetivo, que é o de educar e formar cidadãos em segundo plano.

Tanto a escola quanto a família precisa hoje, mais do que nunca, exercitar valores nas suas ações diárias. Somente assim ensinaremos moral, ética e cidadania para nossas crianças.

Eles têm que vivenciar, principalmente através dos exemplos das atitudes praticadas pelos que os cercam. Para viver em sociedade é preciso cumprir regras. Elas existem justamente para serem cumpridas e não para serem violadas. A época do jeitinho brasileiro tem que acabar definitivamente.

Somente criando indivíduos com fortes conceitos de honra, moral e ética é que poderemos vislumbrar uma mudança radical no nosso país.

Este processo é demorado, mas temos que dar o primeiro passo o quanto antes.

O que é de todo mundo também é meu

Mudar hábitos comportamentais é como uma engrenagem que só funciona quando todos os “dentes” estão alinhados. Vejamos o exemplo: O fato de os lava-carros darem o lixinho de carro que fica encaixado no câmbio, sempre que realizam a lavagem, está contribuindo para que as pessoas joguem menos lixo pela janela do veículo. Há 20 anos jogar lixo pela janela do carro era um comportamento normal, pelo menos para a grande parte das pessoas. Hoje quando vemos alguém fazendo isto sentimos grande aversão por este comportamento. O mesmo acontece quando a pessoa está andando a pé e joga um papel no chão. Esta atitude chama a atenção da maioria das pessoas. Isto porque estamos interiorizando que a rua também é de nossa propriedade e que se queremos caminhar na limpeza, devemos cooperar para isto.

Agora que estamos em período de férias há campanhas “Praia limpa” o qual há estudantes e voluntários destribuindo “lixinhos” para que as pessoas não joguem lixo na areia e nem no mar. Além desta distribuição há aqueles que andam pela beirinha da água juntando a sujeira que muitas vezes é jogada ao mar pelos passageiros dos navios.

Se a criança for educada a não jogar nada no chão da sua casa, acabará agindo da mesma maneira na rua, que também é sua. Minhas filhas, muitas vezes, quando não encontram uma lixeira por perto acabam colocando o papel de bala dentro da bolsa ou no bolso da calça.

O mesmo cuidado deve ocorrer quanto a não pisar na grama, não pichar os muros das casas, não quebrar os bancos das praças, os telefones públicos, enfim tudo aquilo que é disponibilizado para o uso de todos.

Ter esta consciência do “cuidar” faz com que tudo esteja sempre em perfeitas condições. É bom lembrar que todo reparo acaba saindo no nosso bolso mesmo, portanto vamos cuidar com carinho da nossa rua e da nossa cidade.

As academias de ginástica montadas para a terceira idade instaladas em diversas praças em diferentes cidades do Brasil devem ser usadas adequadamente e com responsabilidade tanto no abuso em relação ao corpo quanto à conservação. É comum ver crianças usando estes aparelhos de forma inadequada colocando em risco o próprio corpo e comprometendo o bom funcionamento dos aparelhos.

Orientar os filhos a usar com responsabilidade o bem comum é dever dos pais, afinal o que é de todo mundo também é meu.