Educadores Inovadores #MicrosoftEducacao

Recebi este carinho incrível que agora compartilho com vocês.
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Cybele Meyer e a luta a favor da tecnologia no ensino

Nascida em São Paulo, Cybele Meyer pensou à frente e junto com o Instituto Paramitas, onde é colaboradora, criou uma parceria com a Microsoft para inserir a formação Live@Edu nas suas atividades.

Paulistana por acaso, pois seus pais são do Paraná, Cybele passou toda a sua infância em Santos, onde estudou no colégio de freiras “Imaculado Coração de Maria”, saindo de lá com o diploma de professora.

A sua primeira graduação foi em Direito e depois se formou em Artes Plásticas. Mas, o que levou Cybele a se tornar uma educadora foi a vivência com a rotina educacional dos seus três filhos.

“Quando meus filhos estavam em idade escolar, cada um em uma série e eu vivenciando toda aquela rotina educacional e participando diretamente da vida escolar deles, fui me apaixonando de tal forma que acabei optando por trocar o Fórum pela sala de aula”, conta.

Cybele Meyer – Educadora e colaboradora do Instituto Paramitas

Cybele fez Pós-Graduação em Psicopedagogia Clínica e Institucional, Docência do Ensino Superior, Docência e Tutoria em EAD e Gestão do Trabalho Pedagógico. Hoje, está se preparando para o Mestrado que pretende iniciar em 2013.

Ela começou a sua carreira dando aula para crianças de 3 a 4 anos da Educação Infantil e alfabetizando crianças do Pré. Algum tempo depois foi para as séries iniciais do Ensino Fundamental e Médio. Essa experiência deu origem ao seu livro, lançado ano passado, “Inteligências na Prática Educativa”.

Cybele exerceu também o cargo de Coordenadora e Diretora, além de ministrar aula na Pedagogia. A professora teve uma escola de Educação Infantil, chamada Algodão Doce, na cidade de Indaiatuba, São Paulo, durante 5 anos. Hoje a instituição caminha pelas mãos de sua sócia depois que ela optou por sair e se dedicar à Formação de Professores.

Foi a partir daí que acompanhou o nascimento do Instituto Paramitas e hoje atua como colaboradora, acompanhando de perto a formação do Live@Edu. Esse recurso é um pacote de aplicativos gratuitos (Word, Excel, PowerPoint, Movie Maker, entre outros), criado pela própria Microsoft, que podem ser usados por qualquer pessoa para usufruir da “Comunicação na Nuvem”.

Cloud Computing ou Comunicação na Nuvem é uma tendência na área de TI e a grande aposta da maioria das empresas de hospedagem de serviços e telecomunicações. O nome é uma alusão ao símbolo da internet: uma nuvem.

“Com esse recurso, a comunicação na nuvem passou a ser utilizada por educadores e alunos para compartilharem conteúdos de forma colaborativa e simultânea, sem estarem presencialmente juntos”, explica Cybele.

Ela enxergou esse potencial e iniciou a formação junto do Paramitas, no começo de 2011, com o objetivo de garantir melhoria na aprendizagem e consciência sobre a importância da inclusão digital como ferramenta de transformação social. “Os professores ficaram entusiasmados com os recursos apresentados e com as possibilidades de uso com os alunos. Formamos em média 3.500 professores. Era o que estava faltando para integrar o uso da tecnologia no currículo escolar”, conta a educadora.

Segundo ela, é importante existir uma plataforma na qual possa haver trabalho colaborativo e troca de material entre educadores e alunos.

Para quem ainda não tem muita afinidade com as nuvens da computação, a Microsoft desenvolveu um ambiente pronto, criado para a escola. A indicação é da professora Cybele.

“As ações educativas que a Microsoft Parceiros na Aprendizagem promove dão respaldo para que o professor viabilize as possibilidades de uso dos recursos digitais e adéque à realidade da sua escola e dos seus alunos”, afirma.

O Edu@Live pode ser acessado no site www.conteudoseducacionais.com.br/programa-live-edu.asp.

Reportagem: Gabriela Mingatos
Fotos: Arquivo pessoal

Link - http://www.microsoft.com/brasil/educacao/parceiro/caso-cybele.mspx

Comemoremos a Páscoa do bem

Acredito ser a Páscoa uma excelente oportunidade para reforçar alguns valores importantes para a boa formação dos nossos filhos.

Sem ser preciso abordar o foco religioso acho que o exemplo e a orientação é o melhor caminho para que as crianças se apropriem do respeito ao próximo, da solidariedade, do ser gentil, do fazer o bem sem recompensas imediatas, das ações simples que envolvem o cotidiano, e que aos poucos estão se perdendo através do tempo em razão da falta de uso.

Pedir licença para entrar na casa das pessoas é uma ação que não ouço há muito tempo.

As pessoas não pedem mais “licença” nem para pegar alguma coisa que não lhes pertence. As conhecidas como “palavrinhas mágicas” se tornaram tão mágicas que sumiram. Ninguém mais usa o “por favor” e o “obrigada”.

Cumprimentar o outro então, não faz mais parte das ações diárias. Quando muito, um jovem ao encontrar o outro diz: E aí? E o outro responde: Fala! E encerrou a conversa.

Agora, procure mudar a sua atitude e começar a cumprimentar o porteiro do prédio, o gari da rua, o carteiro, a caixa do supermercado. Quando o açougueiro for lhe atender faço o pedido e ao final diga “por favor”. Depois de ser atendida termine o contato com um “obrigada”, um “até logo”. O filho ficará encantado, porque a reação das pessoas quando são tratadas com respeito e consideração são incríveis.

Como viajo muito e consequentemente pago muitos pedágios quando recebo o troco, normalmente eles me desejam “boa viagem”, e eu retribuo com um “bom trabalho”. É impressionante a reação deles! Sorriem e agradecem muito.

Assim sendo, convido a todos para iniciarmos nesta Páscoa “ações do bem” ensinando nossos “pequenos” a olharem o outro com olhos de amizade e de respeito.

Não há quem não goste de ser tratado com carinho.

Vamos espalhar o amor nas pessoas com quem temos contato. Se cada um fizer isso com aqueles que estão ao seu redor, num instante conseguiremos o mesmo efeito que a internet conseguiu com a sua rede.

Estaremos conectados no amor.

Feliz Páscoa para todos vocês!

 

Atividades além da escola

Os pais, assim que a criança retorna à escola, já se preocupam em conciliar os horários de aula com as atividades extra-escolares. Normalmente a criança pratica um esporte seja natação, ballet ou futebol; um idioma, normalmente o inglês e há aqueles que também frequentam aulas de desenho, artes, música, teatro ou informática.

Cuidado pais! Vocês podem estar sobrecarregando seus filhos. Sei que a intenção é a melhor, porém o cumprir tantos horários e tantas atividades diferenciadas pode causar um cansaço profundo chegando a provocar estresse.

É claro que se conseguirmos com que nossos filhos tenham, depois de crescidos, uma profissão, saibam tocar um instrumento musical, pratiquem um esporte, saibam falar um segundo idioma e tenham desenvoltura na informática teremos para oferecer ao mercado de trabalho um excelente profissional. E é exatamente isso que todo pai/mãe quer para o seu filho: oferecer-lhe o melhor para que ele seja um vencedor!

Mas o importante é propiciar aquilo que o filho deseja fazer e não o que os pais querem que ele(a) faça. Se a criança não gosta de uma determinada atividade e se vê forçada a fazê-la irá reagir reclamando de dor de cabeça na hora de ir, ou começará a chorar, a reclamar de cansaço, se tornará agressiva e poderá até começar a ranger os dentes durante o sono. Ela terá que extravasar esta insatisfação e o fará utilizando alguns destes comportamentos.

Por isso é muito importante que a criança queira fazer algumas destas atividades extras, pois assim sentirá prazer em praticá-las e consequentemente não se sentirá cansada. Muito mais nocivo do que o acúmulo de horários é o fazer obrigado.

Assim sendo, converse sempre com seu(sua) filho(a) antes de colocá-lo(a) para frequentar outras atividades e não deixe de lhe proporcionar horas de lazer em que possa fazer somente o que ele(a) quiser, sem qualquer comprometimento pedagógico.

O que você pensa a respeito?

O que é Cidadania? #GloboCidadania

Quarta-feira, dia 28 de março, participei do Workshop “O que é Cidadania” promovido pela TV Globo comandado pelo jornalista Serginho Groisman e que teve como convidados o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação, Cesar Callegari; o físico José Goldemberg, professor da Universidade de São Paulo (USP); o economista e escritor Eduardo Giannetti e o coordenador do GIFE, Fernando Rossetti.

Antes de o Workshop começar fomos presenteados pela exibição da Orquestra de Metais Lyra Tatuí que eu agravei e compartilho com vocês.

A Orquestra de Metais Lyra Tatuí, fundada pelo Maestro Adalto Soares e pela percussionista Sílvia Zambonini Soares em 2002, é composta por oitenta crianças com idades entre seis e dezesseis anos.

A proposta do projeto é mostrar que o ensino da música é fundamental no processo educativo, proporcionando o desenvolvimento de habilidades e competências benéficas ao bom desempenho escolar, à interação com a família e à comunidade de uma forma geral.

As crianças participantes da orquestra, provenientes de comunidades de baixa renda, têm a oportunidade de aprender por intermédio da música noções de civismo, respeito aos colegas, disciplina e convívio social, transformando-se em multiplicadoras de conceitos, modificando sua interação com a família e com a comunidade.

“Pensar o desenvolvimento social com a colaboração da sociedade, e mostrar as soluções adotadas, já faz parte da pauta do nosso programa o ano inteiro. Estamos muito felizes por hoje poder estender e ampliar essa discussão a vocês”. Foram estas as palavras ditas por Beatriz Azeredo, diretora de Responsabilidade Social e Relações Públicas da Central Globo de Comunicação (CGCOM), na abertura do Workshop

Nada mais pertinente do que definir Cidadania. Segundo o Professor e Jurista Dalmo Dallari:

A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar ativamente da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do grupo social”.(DALLARI, Direitos Humanos e Cidadania. São Paulo: Moderna, 1998. p.14

Se temos a oportunidade de “participar ativamente da vida e do governo” podemos dizer que a cidadania está em constante estado de construção, pois somos seres em movimento. Portanto ser um cidadão e exercer a cidadania consiste em respeitar os seus direitos, o direito do outro e cumprir com seus deveres.

Falando assim parece tudo muito vago e distante, mas não é nem uma coisa e nem outra.

Assim que a pessoa nasce passa a ter um nome, torna-se um cidadão, e uma família, passa a conviver e a se relacionar com outras pessoas. Para que esta convivência seja harmoniosa todos têm que cumprir regras. As primeiras regras são aprendidas em casa ensinadas pelos pais. Outras regras a pessoa aprende quando passa a frequentar a escola e outras, estabelecidas pelas leis, sendo a principal a Constituição, quando passa a conviver em sociedade.

Como disse logo acima, a cidadania está em constante estado de construção, por esta razão pode, a todo o momento, aparecer novas ações como é o caso da Agenda 21 abordada por Cesar Callegari logo no início do encontro:

A Agenda 21 é o principal resultado da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e o Desenvolvimento – UNCED/Rio-92. Este documento foi discutido e negociado exaustivamente entre as centenas de países ali presentes, sendo portanto um produto diplomático contendo consensos e propostas.

A Agenda 21 mexeu literalmente com os prefeitos que têm se empenhado e muito para conscientizar a população. Com a realização do Rio+20 este “despertar”  vai acontecer de modo ainda mais eficaz. O fator mais importante para que a cidadania seja praticada é o cidadão conhecer qual o seu real papel na sociedade.

Há uma lei que obrigada as crianças a frequentarem a escola e os pais, como cidadãos têm que cumprir, porém ele pode e deve cobrar que a educação que o seu filho vai receber seja de qualidade. Ao cobrar estará exercendo a sua cidadania.

Como bem disse José Goldemberg “Se as crianças recebem uma educação de qualidade e com noções de cidadania, elas educam os pais.

Serginho Groisman perguntou se já chegou para o cidadão normal a consciência da importância da política na vida deles, e de que não só o político tem a responsabilidade total.

Eduardo Giannetti  começa a responder fazendo uma citação de Santo Agostinho: “Daí-me senhor a castidade e a virtude, mas não já”.  Continua dizendo que a consciência do povo avançou muito, só que mais do que a prática. Muita gente prega ações sustentáveis, por exemplo, mas não age da empregando as ações que fala. Foi por esta razão que citou a frase acima de Santo Agostinho. Todos sabem o que devem fazer, mas não fazem  já.

Serginho Groisman instiga para que falem sobre os Direitos Humanos.

Abordam que a preocupação com os Direitos Humanos é recente, surgiu após a segunda guerra mundial quando as pessoas continuavam a resolver seus problemas matando uns aos outros.

Mas levantaram uma questão importante: todos têm que ter deveres, mas também direitos, por esta razão é inadmissível ainda ter gente passando fome. Todos são responsáveis pela construção do direito: estado, governo, político, cidadão. O direito é alcançado no momento que existe a participação de todos.

Serginho Groisman pergunta como se formam o sentimento e valores morais na construção da identidade?

A família assim como a escola através de bons exemplos e com a reflexão destes exemplos podendo fazer a diferença na construção da identidade e consequente formação do cidadão. Quando uma pessoa se sente respeitada ela se sente bem, se sente cidadã. O ideal é que ela respeite e aja da mesma forma com o outro.

Quando a comunidade e a família são parceiros da escola o resultado é sempre melhor.

É importante que a escola priorize boas ações envolvendo a participação da família deixando de chamá-la somente quando precisa relatar problemas com o filho.

Algumas dicas de ações para instigar a criança ao exercício da cidadania

Quando estiver em casa:

- Junte os brinquedos depois que acabar de brincar;

- O brinquedo que você não brinca mais, doe para quem não tem nenhum;

- Deixe seus pertences sempre organizados;

- Ajude seus pais

- Separe sempre o lixo que pode ser reciclado

- Seja educado com as pessoas, diga bom dia, obrigada, desculpe, com licença;

- Seja gentil cedendo seu lugar para os mais velhos;

- Cuide do seu material escolar, suas roupas, seus brinquedos;

Na escola

- Respeite seu professor e todos os funcionários da escola;

- Respeite seus colegas, lembre-se que brincadeira tem limite;

- Coopere com seus colegas ajudando-o sempre que tiver dúvidas;

- Cuide dos bens da escola, ele pertence a todos que lá estudam;

- Participe da troca de livros e gibis entre colegas

- Respeite o horário de chegada e saída e vá de uniforme;

O professor que quiser trabalhar com os pequenos o que vem a ser cidadania sugiro este vídeo: O Mundo Mágico da Cidadania Parte 1

O Mundo Mágico da Cidadania Parte 2

Após o debate foi apresentada a nova temporada do Globo Cidadania (www.globocidadania.com.br) da Rede Globo que reúne os programas Globo Educação, Globo Ciência, Globo Ecologia, Globo Universidade e Ação em torno de um único compromisso: fazer diferença na vida das pessoas. A nova temporada começa a partir do dia 14 de abril sempre aos sábados a partir das 6h e continuará sendo apresentada pelo Serginho Groisman

Galeria de fotos:

A importância do desenvolvimento do pensamento crítico na criança

Compartilho com vocês o artigo que escrevi para a Revista Personare no 15 de março – DIA DA ESCOLA

DIA DA ESCOLA É HOJE E TODOS OS DIAS

Educadora defende a importância de desenvolver o pensamento crítico

15 de março é Dia da Escola. Quem não se lembra do Professor Tibúrcio encenado pelo Marcelo Tas, no programa RA TIM BUM, nas décadas de 80/90? Este professor está guardado na memória de muitos de nós, assim como um dos seus principais “bordões” que passou a habitar as falas das crianças em resposta à falta de resposta dada: “Porque não, não é resposta”.

Exigir obediência sem qualquer explicação é o mesmo que robotizar a criança. Explicar os motivos pelos quais não se deve ficar de pé na cadeira, não colocar o dedo na tomada ou não pisar descalço no chão molhado, dentre tantas outras situações cotidianas, são formas de estimular o pensamento crítico e consequente formação de opinião.

Hoje se costuma afirmar que o aluno do século XXI deve ser instigado a ser protagonista da sua aprendizagem e que deve formar opinião, porém isso só será possível se ele tiver desenvolvido o pensamento crítico. Afinal, este é o alicerce tanto para o exercício de um quanto de outro. Tanto a família quanto a escola têm que estimular que a criança reflita e tire suas próprias conclusões.

EXERCITANDO A REFLEXÃO

A escola vem de um modelo didático engessado, no qual o aluno nunca foi instigado a pensar criticamente. Disciplinas como Filosofia, Sociologia e História sempre foram ministradas sem o exercício da reflexão, assim como Matemática, Português e demais. Esta insensatez não deixa outra alternativa aos professores que não exigir que os alunos decorem o conteúdo. Como podem os alunos se apropriar e formar opinião sobre as teorias dos filósofos se não pensam criticamente sobre a atitude e a forma de pensar presente na gênese destas teorias?

Há várias maneiras de o professor instigar o pensamento crítico no aluno como, por exemplo, através da curiosidade, da dúvida ou da incerteza, promovendo discussão crítica e propiciando argumentos contra ou a favor. Afinal, quem pode garantir que o que está sendo ali afirmado está imutavelmente certo? Se o aluno perceber e se convencer de que está certo vai se apropriar com convicção e saberá em que situação fará uso do que está sendo aprendido. Porém, se discordar e fundamentar, pode ser que esteja dando um novo rumo ao que até o momento era tido como correto. Situação rara? Talvez não!

ALUNO COMO PROTAGONISTA DA APRENDIZAGEM

Com esta didática o professor estará desenvolvendo o pensamento crítico, bem como propiciando a participação ativa nas aulas e a formação de opinião, tornando o aluno protagonista da sua aprendizagem.

O exercício do pensamento crítico também tem que ser estimulado pela família desde a mais tenra infância. Respostas como: “Faça isso porque eu estou mandando”, “Não vai porque eu não quero”, “Já disse que não e pronto!” são frases que inibem o desenvolvimento do pensamento crítico e consequentemente propiciam o comportamento robotizado da criança, bem como podem instigar a desobediência. Muitas vezes a não apropriação do conceito pela criança a instiga a tentar novamente. Este tentar várias vezes é tido como teimosia, mas na verdade é a necessidade de experimentação que é inata ao ser humano – e que fica potencializada pela falta de orientação significativa.

OPORTUNIDADES PARA QUEM TEM ATITUDE

O pensamento crítico é importante não só durante o período escolar, mas por toda a vida. Ter o pensamento crítico ativo é um grande diferencial nas situações nas quais se deve agir em conformidade com a moral e a ética, tão carente de usuários atualmente.

Além de propor a participação em sala de aula, é importante que a escola permita que ocorra a expressão do pensamento crítico também nos momentos de avaliação. A partir do momento que o aluno manifesta, com liberdade, seu entendimento a respeito do que está sendo abordado na avaliação, o professor adquire material para avaliar se está ou não ocorrendo a aprendizagem.

Seria interessante também que os trabalhos desenvolvidos pelos alunos, em grupo ou individualmente, tivessem, o item “Considerações finais”, onde pudessem exprimir suas opiniões sobre o que foi trabalhado.

Ao estimular o pensamento crítico a família e a escola estão ensinando o filho/aluno a ter uma atitude ativa, indo de encontro à exigência de atitude passiva que ainda hoje habita lares e escolas. Vale lembrar que a sociedade contemporânea e o mercado de trabalho dão preferência e oferecem mais oportunidades para quem sabe, exatamente, aonde quer chegar.

Cybele Meyer

CYBELE MEYER

Educadora, pós-graduada em Psicopedagogia Clinica e Institucional. É editora do site Educar Já www.cybelemeyer.blogspot.com.br e do blog http://educaja.com.br

A Hora do Planeta é amanhã #WWF #vivapositivamente

Desde 2009 (primeiro ano que aconteceu o movimento) eu e o Educa Já! participamos ativamente do manifesto de solidariedade e mobilização entre os paises em prol da recuperação do nosso planeta.

Em 2010 e 2011 convidei todos vocês para integrarem o grupo de milhões de pessoas espalhadas pelo mundo que apagaram as luzes das suas casas e a luz de vela realizaram atividades de conscientização.

O WWF-Brasil convoca a população brasileira a participar do movimento mundial Hora do Planeta, que levou 1 bilhão de pessoas a apagarem as luzes em todo o mundo, em 2011. A mobilização tem como objetivo a reflexão sobre o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.

O Rio de Janeiro será, mais uma vez, a cidade-âncora da campanha brasileira e ícones da paisagem carioca serão apagados, como o Cristo Redentor, a Igreja da Penha, o Monumento dos Pracinhas, a orla de Copacabana e o Arpoador.

PARTICIPE: no dia 31 de março, apague suas luzes por 60 minutos, a partir das 20:30hs (horário local).

 

Pela primeira vez na história da Hora do Planeta, este ano o apagar das luzes em diversas regiões do mundo será registrado diretamente do espaço sideral.
A Hora do Planeta irá alcançar a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês), onde o astronauta e embaixador da Rede WWF, André Kuipers, irá vigiar nosso planeta no momento em que as luzes forem desligadas na noite de 31 de março.

No dia 31 de março o mundo inteiro vai apagar as luzes em um ato simbólico pela conservação da natureza. Mas até lá há muita coisa que você pode fazer para dar uma força ainda maior ao nosso movimento.

Divulgue a Hora do Planeta 2011. Há várias maneiras:

  • Entre no site horadoplaneta.org.br e baixe materiais para divulgar a mobilização;
  • No Facebook, você pode curtir a nossa página, divulgar o evento no seu mural e mandar mensagens para suas listas de amigos;
  • Twitte à vontade sobre a Hora do Planeta para os seus seguidores;
  • Se você tem um blog, publique notícias sobre a Hora do Planeta;
  • Re-encaminhe esta mensagem para seus contatos de e-mails;
  • Em todas essas ações, coloque sempre o link www.horadoplaneta.org.br .

O site itu.com.br o qual sou colunista o qual defendemos as mesmas causas e estamos juntos na Hora do Planeta mencionou o trecho que reproduzo abaixo:

colunista do itu.com.br, Cybele Meyer, participa todos os anos do projeto e convida toda a população a fazer sua parte. “Participe você também apagando as luzes da sua casa por uma hora e depois incorpore este hábito ascendendo o menor número possível de luzes em casa. São pequenas atitudes que farão a GRANDE diferença”. A Hora do Planeta 2012 será no dia 31 de março (sábado), das 20h30 às 21h30.

DIVULGUE e PARTICIPE o Planeta agradece!