Programa Recode, do CDI, chega a 50 bibliotecas públicas do País

Biblioteca

Iniciativa prevê a entrega de 500 novos computadores, capacitação de bibliotecários no uso da tecnologia e vai impactar mais de 300 mil usuários em diversas regiões brasileiras

Formar indivíduos autônomos e conectados que, a partir de uma nova consciência, usam a tecnologia como ferramenta para gerar impacto positivo na sua vida e na sua comunidade.  Esse é o Programa Recode, do CDI, que chega a 50 bibliotecas públicas do país e proporciona a bibliotecários e jovens, a oportunidade de serem “reprogramadores” da sua realidade, e acesso a uma rede que conecta experiências inovadoras.

A iniciativa conta com patrocínio da The Bill & Melinda Gates Foundation que investiu 2.3 milhões de dólares, e apoio da SNBP (Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas), e foi apresentada hoje em São Paulo,  dia 9 de setembro, às 9 h, na Biblioteca Alceu Amoroso Lima (Rua Henrique Schaumann, 777 Pinheiros).                                                

A maior parte das bibliotecas selecionadas está localizada em pequenas cidades, distribuídas em 46 municípios nas cinco regiões do país, sendo que a maior concentração é no Nordeste.

Ao todo, mais de 300 mil usuários das bibliotecas contempladas, serão diretamente impactados por esta iniciativa, que terá duração de dois anos. Cada local selecionado irá receber formação  para os bibliotecários, além de 10 novos computadores, que serão utilizados livremente para iniciativas de empoderamento digital com foco no protagonismo e autonomia em tecnologia de informação e comunicação e compartilhamento em rede de novas ideias.  

A metodologia tem como foco o despertar de uma atitude empreendedora e visa utilizar as novas tecnologias para conectar as inteligências individuais na construção de uma inteligência coletiva, capaz de identificar desafios, oportunidades e criar soluções para o dia a dia. “O legado que esperamos construir com esse programa consiste em ajudar o bibliotecário a se tornar mais autônomo e mais consciente do seu poder de transformação social. Para tanto, queremos contribuir para despertar nele uma atitude empreendedora e fazê-lo acreditar que  pode reprogramar o espaço da biblioteca e as comunidades atendidas com o uso da tecnologia. Nós vamos oferecer ferramentas para ele se torne esse agente de transformação”, explica Ana Paula Lima, Gerente Recode em Bibliotecas, no CDI.  

O Programa Recode se apoia em três pilares: metodologia baseada em resolução de problemas, desenvolvimento de habilidades socioemocionais do século XXI e autonomia em Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), que vão permear a atuação do CDI pelos próximos anos e em seus canais de atuação, que atualmente são centros comunitários, escolas e bibliotecas públicas. “O principal objetivo do programa Recode em bibliotecas é fomentar a criação de um ambiente de inovacão, capacitando os bibliotecários para maior integração de tecnologia em suas atividades. Durante o programa,  vamos também co-criar novas práticas do uso da tecnologia para o acesso à informação e melhoria na qualidade de vida da comunidade, e estimular a liderança nos bibliotecários na condução deste processo.”, diz Elaine Pinheiro, Diretora Executiva do CDI Brasil.

Sobre o CDI

O CDI é uma organização social voltada ao empoderamento digital, que busca formar indivíduos autônomos, conscientes e conectados, aptos a reprogramar o sistema em que estão inseridos, através do uso da tecnologia. Por meio de 842 espaços de capacitação digital, a Rede CDI está presente em 15 países e 16 estados brasileiros e impactou até hoje mais de 1,64 milhão de vidas. Essa rede global é coordenada e acompanhada por 24 escritórios regionais e internacionais, estendendo-se aos lugares mais remotos do Brasil e da América Latina.

Um Dia D – Uma websérie sobre profissões

Um dia D Cybele Meyer

          Histórias inspiradoras de jovens e suas carreiras.

Série voltada, principalmente, para os jovens que prestarão o Enem em outubro, a “Um Dia D” conta a história profissional de 26 jovens profissionais brasileiros, ao longo de 26 episódios de curta duração.

Escolher uma profissão é uma decisão difícil e determinante na vida do jovem. Como optar por uma carreira e também abrir mão de tantas outras possibilidades?

Pensando nesses profissionais do futuro, a Deserto Filmes – que tem em seu portfólio filmes como Proibido Proibir (2006) e Romance Policial (2015) – criou a websérie Um Dia D, que estreia nesta terça, 18 de agosto. Composta de 26 episódios com 5 a 7 minutos de duração, cada um deles é dedicado a um profissional com idade entre 30 e 35 anos.

Em Um Dia D, acompanhamos as histórias, vemos a rotina de diferentes profissões e observamos se a escolha da carreira veio de uma vocação antiga ou de uma dica de amigo, tradição familiar ou um sonho. Vemos como esse novo profissional conseguiu se inserir no mercado de trabalho e quais aspirações esses jovens buscam em suas carreiras.

O diferencial de Um Dia D é ir além da entrevista, complementando-a com sugestões de leitura dadas pelo entrevistado e compartilhando links de interesse, assim despertando a curiosidade dos jovens com uma abordagem atraente e em um formato com que eles se identificam. A estreia da série é bem-vinda pela proximidade com a prova do Enem, em outubro.

Um Dia D será veiculada em um canal próprio do YouTube. Com patrocínio da RioFilme e parte das ações do Rio450, a websérie foi produzida por Gabriel Durán, da Deserto Filmes, e conta com a direção de André Lavaquial, diretor do premiado curta “O Som e o Resto”. Os episódios serão transmitidos terças e quintas às 19h.

Veja, acompanhe e compartilhe. Afinal, um dia você vai ter que escolher.

Patrocínio: RioFilme/Prefeitura do Rio
Produção: Gabriel Durán – Deserto Filmes: www.desertofilmes.com
Direção: André Lavaquial
Para mais informações, contactar:
Marina Couto (+21 98757 7123)/ Laura Zúñiga (+21 99934 7700)
Página oficial no Youtube: http://bit.ly/1J0dBig
Página oficial no Facebook: http://on.fb.me/1DDKcdC
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Qual é o lugar certo para se aprender?

 

Curiosidade infantil

Este artigo foi publicado originariamente na Revista Educa 2

Existe lugar certo para se aprender?

É preciso mostrar para o aluno que o aprender se dá em qualquer lugar, em todo o lugar e a qualquer momento.

O fato da criança ou do adolescente acordar todos os dias, colocar o uniforme, pegar seu material e ir para a escola lhe dá a impressão de que é somente lá, nesse local, que ele aprenderá.  E que para aprender é preciso que haja um ritual como esse. É por isso que ele não se dá conta de que ele aprende o tempo todo, em todo lugar e a todo o momento.

 Ele também escuta que tem que ir para a escola para estudar, para ter uma profissão e ter um futuro melhor.  Então o aluno incorpora que é somente na escola que ele tem a oportunidade de aprender e acaba não dando importância para tudo o que acontece no seu entorno. Mesmo na escola, sob a ótica do aluno, o conteúdo da aprendizagem está ancorado na figura do professor. Isso ocorre muitas vezes porque o sistema escolar não valoriza a interação entre o aluno e seus pares, entre o aluno e o entorno, entre o aluno e o objeto de aprendizagem.

Para que a aprendizagem aconteça é preciso que haja interesse, vontade, criatividade, enfim, é preciso que o aluno esteja em movimento interagindo com o meio.

Muitas vezes, quando o professor adota uma prática menos convencional, o aluno estranha, se sente inseguro, se sente perdido sem saber se vai conseguir aprender.

Eu mesma, quando estava em sala de aula e ia trabalhar um tema novo, gostava de propor uma discussão para poder avaliar qual a bagagem que cada um tinha a respeito daquele assunto. Pois era comum aquele aluno metódico levantar a mão, e ao invés de interagir e contribuir com a discussão, perguntar se eu não ia dar aula. E também era comum aquele aluno muito participativo, que estava totalmente integrado no debate, diante da pergunta do colega sistemático, responder: “Não seja estraga prazer, deixa a professora enrolar. Você vai querer que ela dê matéria?” E eu, mesmo usando vários argumentos para convencê-los de que estávamos trabalhando a matéria, eles custavam a se convencer. É o modelo engessado que acaba imobilizando a todos.

É por causa desse conceito que tudo o que é vivenciado pelo aluno fora da escola não é visto nem por ele e nem pelas pessoas que o rodeiam como fonte de aprendizagem.  Se ele abrir um carrinho para verificar como se dá o seu funcionamento será recriminado, rotulado de destruidor, que não cuida das suas coisas e poderá até ser punido ou ameaçado de não ganhar mais nada. Porém, se a professora pedir para o aluno levar um carrinho para a escola para desmontar para ver como se dá o seu funcionamento ele não será criticado pela família, muito pelo contrário.

É preciso mudar esse conceito de que lugar de aprender é na escola. A partir do momento que esse paradigma for quebrado todos terão o olhar para o que acontece ao seu redor e poderão refletir, analisar, questionar, formar opinião enriquecendo ainda mais a sua bagagem cultural.

Uma experiência que me marcou muito foi uma viagem que fiz de excursão para as cidades históricas, pois o meu objetivo era justamente saber de cada detalhe sobre cada cidade, e antes de fechar a viagem me certifiquei de que o guia seria da cidade, pois assim teríamos acesso às particularidades que não encontramos em nenhum livro. Pois a maioria dos integrantes do grupo não prestava atenção no que a guia turística falava, a ponto de ela se recusar a voltar no dia seguinte. Por fim, eu e mais 5 pessoas fomos para a parte de baixo do ônibus juntamente com a guia para ouvirmos suas explicações enquanto o restante do pessoal ficava falando gracinhas e contando piadas durante o trajeto.

A filosofia da escola também determina que o professor seja professor somente enquanto está em sala de aula não cultivando a interação com os alunos fora do espaço físico e do período escolar. O professor que fica no recreio junto com os alunos é malquisto, inclusive, pelos seus colegas.  O professor que interage com seus alunos via redes sociais é criticado pelos gestores da escola e é visto com desconfiança pelos pais dos alunos.

Muitas vezes o fato de ele participar da mesma rede social que seus alunos pode lhe fornecer dados para que ele conheça melhor esse aluno e o possa ajudar caso tenha dificuldades. Mas essa possibilidade não é aventada porque a visão da escola é a de que a obrigação de aprender é do aluno e a obrigação de trabalhar o conteúdo é do professor, e que uma não tem relação com a outra. É por essa razão que o índice de aprendizagem é o mínimo.

E para finalizar vale mencionar que a escola não precisa incentivar a criança a ser protagonista da sua aprendizagem. A escola precisa somente não impedir que o protagonismo natural da criança se manifeste, porque sabemos que é na escola que o aluno escuta que agora não é a hora para perguntas, que agora não é a hora para compartilhar suas experiências, que agora não é a hora para falar nada.

A escola também não precisa se preocupar em despertar a criatividade nos seus alunos, ela precisa apenas não inibir a manifestação criativa natural de cada criança.

Faber-Castell lança Gelato no Brasil

  Faber CastellOs bastões de cera pigmentados que já são sucesso em vários países podem ser utilizados em diversas superfícies

A Faber-Castell acaba de lançar, no Brasil, o Gelato!

Sucesso em diversos países, o Gelato é um bastão pigmentado retrátil, disponível no país em até 12 cores diferentes, que pode ser utilizado em diversas superfícies como papel, cartão, madeira e tecido.

Os novos produtos são indicados tanto para serem usados em técnicas a seco como as que usam água, como a aquarela, o que possibilita a criação de diversos efeitos. Sua textura e alta concentração de pigmentos garantem cores vivas e intensas e são perfeitos para criar e colorir, utilizando técnicas já existentes ou a criatividade.

Para quem gosta de criar cartões, presentes artesanais, scrapbook, projetos artísticos ou de artesanato, seja profissionalmente ou por hobby, vai adorar a novidade.

Em técnica seca, é possível a aplicação dos pigmentos diretamente sobre a superfície, esfumá-lo mesclando cores e em estamparia, aplicando o Gelato sobre os carimbos e depois estes sobre as superfícies. Já seu uso com água permite, além da aquarela, efeitos de gotejamento e spray.

Além de sua textura e pigmentação os bastões não possuem ácido e odor, suas cores vivas e intensas se combinam e mesclam, transformando-se em novas cores e nuances. Misturados à água se transformam em tintas, ideais para papel, telas, madeiras, cerâmicas e vidros.

Faber Castell 1

O Gelato faz parte da linha Creative Studio, que oferece os melhores produtos para a introdução à arte e é indicado a jovens artistas, estudantes de arte e criativos. A variedade de produtos inclui lápis de colorir Art Grip com mina permanente e mina aquarelável, Canetas Artísticas Pitt, Canetas para caligrafia, pastel seco e oleoso e os Gelatos. Todos os produtos possuem pigmentos de alta qualidade que asseguram cores vivas e intensas.

O Gelato está disponível em bastões de 6 e 12 cores.

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Fundação Gol de Letra – Inscrições abertas

Gol de letra

Fundação Gol de Letra capacita jovens do Caju para o mercado de trabalho

Instituição abre inscrições para nova turma em programa de formação profissional para moradores do bairro e entorno

A Fundação Gol de Letra, organização não governamental instituída pelos jogadores Raí e Leonardo, está com matrículas abertas para o Gol de Trabalho, programa de formação educacional e profissional de jovens. O programa já está em sua décima turma e formou até agora aproximadamente 600 moradores do Caju e arredores.

Para o segundo semestre serão disponibilizadas 60 vagas, sendo que 30 para o período da manhã e as outras 30 para o período da tarde. Após a matrícula, os candidatos são chamados para fazer uma prova de seleção contendo as seguintes disciplinas: português, matemática, informática e conhecimentos gerais. Os selecionados são chamados para fazer uma entrevista social e a matrícula.

Durante o programa, os participantes terão aulas de inglês, informática, matemática, português, rotinas administrativas e formação pessoal, que aborda temas como apresentação pessoal, diversidades (culturais, religiosas, etc.) e ética pessoal. Após o término do projeto, os alunos são encaminhados para processos seletivos em empresas parceiras. “Este é um projeto que nos enche de orgulho. Temos casos reais de transformação, de alunos que passaram pelo Gol de Trabalho e hoje estão empregados ou abrindo seu próprio negócio”, comemora Beatriz Pantaleão, diretora executiva da Fundação Gol de Letra.

Os interessados devem fazer a matrícula na sede da Fundação Gol de Letra (Rua Carlos Seidl, nº 1141 – Caju). É necessário levar RG, comprovante de residência e certificado de conclusão do ensino médio. Mais informações podem ser obtidas através do telefone (21) 3895-9001.

Sobre a Fundação Gol de Letra

A Fundação Gol de Letra é uma organização não governamental que promove o desenvolvimento integral de crianças e jovens de comunidades populares, por meio de atividades esportivas, educativas, fortalecimento familiar e desenvolvimento comunitário. Criada em 1998, pelos ex-jogadores de futebol Raí e Leonardo, atende cerca de 2.100 crianças, adolescentes e jovens de 6 a 30 anos, nas comunidades do Caju e Barreira do Vasco (Rio de Janeiro – RJ), e Vila Albertina (São Paulo – SP).

Reconhecida em 2001 pela UNESCO como instituição modelo, desde 2009 a Gol de Letra também atua por meio da sistematização e disseminação de suas práticas socioeducativas para outras comunidades, em parceria com empresas e organizações locais.

www.goldeletra.org.br

www.goldeletra.org.br/blog

www.facebook.com/FundacaoGolDeLetra

www.twitter.com/fundgoldeletra

Tot de Marcelo Xavier #Livro

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AMEI receber de presente a nova edição do livro Tot de Marcelo Xavier da Saraiva S.A

A capa e as ilustrações ficaram incríveis.

Para quem ainda não conhece esse é um livro destinado ao público infantil e juvenil e conta a história de Aristóteles, um menino de massa de modelar inventado pelo autor Marcelo Xavier, que andava meio desanimado por causa da morte de seu pai quando ele tinha 5 anos. Aos 10 anos, depois de um sonho, Tot descobre um mundo mágico, apertando o botão do elevador do prédio onde mora e chegando até o andar 10 mil.

Lá, Aristóteles descobre que tem a sua própria casa – a Casa da Criação – e, quando a porta principal se abre, vê que há outras portas e percebe que cada uma tem um jeito especial de abrir: uma “chave” diferente.

Ficou curioso(a)? Então corre abrir o livro, ou melhor dizendo, a porta desta casa e descubra também o que é que existe dentro de cada um de nós.

cd

 

O livro é acompanhado por um CD de áudio com a história de Tot narrada pelo próprio autor, com efeitos sonoros, e é indicado para crianças a partir dos 8 anos.

 

Veja que graça o making of das ilustrações feitas com massinha de modelar para o livro Tot.

Boa leitura!