Mostra Paulista de Ciências e Engenharia

LSI Poli USPMuseu Catavento Cultural convidam os senhores Educadores, Estudandes e Amigos,

à visitarem

MOP – Mostra Paulista de Ciências e Engenharia www.mostrapaulista.org.br

que

acontecerá nos dias 19 e 20 de outubro das 10h às 17h no Museu Catavento Cultural / Palácio das

Indústrias – Praça Cívica Ulisses Guimarães, s/nº – Parque Dom Pedro II (www.cataventocultural.org.br).

Oportunidade para apreciar projetos de Ciências e Engenharia de estudantes do Ensino Médio e

Técnico das escolas do Estado de São Paulo.

Levem seus alunos!!

 

Fundação Botín lança Programa de Fortalecimento Institucional

Foi convidada nesta segunda-feira, dia 17 de maio, para participar do lançamento do primeiro programa da Fundação Botín para a formação de gestores públicos, na Fundação Getúlio Vargas em São Paulo.

A Fundação Botin é a principal Fundação, sem fins lucrativos, da Espanha e foi criada em 1964 por Marcelino Botin Sanz de Sautuola e sua esposa Carmen Yllera, família de Emílio Botín que é o presidente mundial do Grupo Santander, com o objetivo maior de suprir necessidades e promover o desenvolvimento social.

A Fundação Botín chega ao Brasil com o Programa de Fortalecimento Institucional envolvendo outros países como México, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, Cuba, Peru, Equador e Porto Rico, que visa capacitar talentos entre 20 e 23 anos, que estejam cursando a Graduação, para a formação destes jovens para o exercício do serviço público. Iñigo Sáenz de Miera Cárdenas, que é diretor-geral da Fundação afirma que o segredo para o avanço econômico de um país e seu desenvolvimento humano está justamente no bom desempenho das instituições públicas.

O Programa foi desenvolvido em parceria com a Bronw University de Rodhe Island (EUA), uma das mais antigas universidades norte-americanas, que é integrante da Yvy League e possui um dos principais centros de estudos latino-americanos no mundo. O programa é composto de 500 horas de aulas, palestras e seminário com carga horária muito semelhante a de um mestrado. No currículo há as disciplinas de História e Política, Sociedades, Habilidades e Competências, Ética e Política e Economia. No final do curso os alunos receberão certificado de conclusão de curso da Brown University e da Fundação Botin.

Em parceria com as universidades, são 650 instituições inscritas sendo que 350 são do Brasil, a Fundação escolherá 40 estudantes para participar do Programa. A indicação dos estudantes deve ser feita exclusivamente pelas Universidades, com critérios próprios, envolvendo quaisquer cursos, uma vez que, o objetivo maior é fomentar a vocação, as competências e as habilidades.

Serão nove semanas com todas as despesas pagas, incluído a viagem, o alojamento e a alimentação. Na etapa norte-americana os alunos frequentarão a Universidade Brown conforme dito acima e na etapa Espanha terão aulas na própria Fundação em Madri. A Fundação pretende investir cerca de 25 mil dólares por aluno.

Iñigo afirma que a dedicação às funções públicas é muito difícil e que se ao final de dez anos de Programa, dos 400 estudantes 100 estiverem atuando com qualidade na função pública, eles se sentirão felizes. O objetivo maior da Fundação é justamente a valorização da função pública.

Iñigo justifica a decisão de atuar no Peru, Cuba e Equador mesmo sem ter o Grupo Santander nestes países por julgar serem países institucionalmente importantes. E afirma que no próximo ano devem levar o projeto para a Venezuela e Bolívia e talvez outros países da América Latina, pois seguem a rede de contatos da Universia que é do Grupo Santander.

Entusiasmado finaliza exaltando a riqueza que será a convivência e a troca entre os estudantes de diferentes países com hábitos, costumes e vocações diversas durante estas nove semanas.

As inscrições se encerram no dia 24 de junho e a seleção será anunciada antes de julho em data ainda a ser divulgada. O curso acontecerá de outubro a dezembro.

Também participaram do evento Fernando Abrucio, cientista político e professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), e Clóvis Bueno, professor de administração pública e recursos humanos da Eaesp-FGV sentados à direita de Iñigo.

Datas Comemorativas – Carnaval

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IDEIAS PARA O CARNAVAL

Fonte: Educação da Infância










PARA COLORIR

Projeto Carnaval

Fonte: Pro Rirela



INTRODUÇÃO

Quando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de um povo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popular que ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto histórico e sociocultural de cada lugar.
Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores, a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.

JUSTIFICATIVA

O Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao que vivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagens que ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.
Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem o conhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suas influências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.

OBJETIVOS GERAIS

? Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira.
? Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social.
? Conhecer as marchinhas carnavalescas.
? Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música, blocos, fantasias e histórias.
? Estabelecer relação entre passado e moderno.

Procedimentos Metodológicos

? Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essa manifestação popular.
? Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos.
? Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco.
? Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para que possam usar como fantasias.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

? Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas.
? Trabalhar músicas carnavalescas
? Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata.
? Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval.
? Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.

CULMINÂNCIA

? Desfile de fantasias.
? Exposição de painéis.
? Baile carnavalesco.

ANEXOS

MAMÃE EU QUERO

(Jararaca-Vicente Paiva – 1937)
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira
e vem entrar pro meu cordão

Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana
Olho as pequenas mas daquele jeito
Tenho muita pena não ser criança de peito

Eu tenho uma irmã que é fenomenal
Ela é da bossa e o marido é um boçal

ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

AALLAH-LÁ-Ô
(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara
Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar

Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah

ME DÁ UM DINHEIRO AÍ

(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)

Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair

Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!

CACHAÇA
Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953

Você pensa que cachaça é água
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão

Pode me faltar tudo na vida
Arroz feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não

Pode me faltar o amor
Há, há, há, há!
Isto até acho graça
Só não quero que me falte
A danada da cachaça

CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

AURORA
Mário Lago-Roberto Roberti, 1940

Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora

Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor

Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora

A JARDINEIRA
Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938

Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu.

O TEU CABELO NÃO NEGA
Lamartine Babo-Irmãos Valença, 1931

O teu cabelo não nega mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega mulata
Mulata eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata mulatinha meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

Quem te inventou meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque mulata tu não és deste planeta

Quando meu bem vieste à terra
Portugal declarou guerra
A concorrência então foi colossal
Vasco da gama contra o batalhão naval

SACA-ROLHA
Zé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)

As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo mão na saca, saca, saca rolha
E bebo até me afogar
Deixa as águas rolar

Se a polícia por isso me prender
Mas na última hora me soltar
Eu pego o saca, saca, saca rolha
Ninguém me agarra ninguém me agarra.

MÁSCARAS



QUEBRA-CABEÇA

Datas Comemorativas – Carnaval

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IDEIAS PARA O CARNAVAL

Fonte: Educação da Infância










PARA COLORIR

Projeto Carnaval

Fonte: Pro Rirela



INTRODUÇÃO

Quando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de um povo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popular que ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto histórico e sociocultural de cada lugar.
Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores, a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.

JUSTIFICATIVA

O Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao que vivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagens que ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.
Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem o conhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suas influências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.

OBJETIVOS GERAIS

? Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira.
? Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social.
? Conhecer as marchinhas carnavalescas.
? Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música, blocos, fantasias e histórias.
? Estabelecer relação entre passado e moderno.

Procedimentos Metodológicos

? Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essa manifestação popular.
? Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos.
? Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco.
? Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para que possam usar como fantasias.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

? Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas.
? Trabalhar músicas carnavalescas
? Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata.
? Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval.
? Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.

CULMINÂNCIA

? Desfile de fantasias.
? Exposição de painéis.
? Baile carnavalesco.

ANEXOS

MAMÃE EU QUERO

(Jararaca-Vicente Paiva – 1937)
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira
e vem entrar pro meu cordão

Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana
Olho as pequenas mas daquele jeito
Tenho muita pena não ser criança de peito

Eu tenho uma irmã que é fenomenal
Ela é da bossa e o marido é um boçal

ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

AALLAH-LÁ-Ô
(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara
Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar

Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah

ME DÁ UM DINHEIRO AÍ

(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)

Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair

Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!

CACHAÇA
Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953

Você pensa que cachaça é água
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão

Pode me faltar tudo na vida
Arroz feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não

Pode me faltar o amor
Há, há, há, há!
Isto até acho graça
Só não quero que me falte
A danada da cachaça

CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

AURORA
Mário Lago-Roberto Roberti, 1940

Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora

Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor

Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora

A JARDINEIRA
Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938

Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu.

O TEU CABELO NÃO NEGA
Lamartine Babo-Irmãos Valença, 1931

O teu cabelo não nega mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega mulata
Mulata eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata mulatinha meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

Quem te inventou meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque mulata tu não és deste planeta

Quando meu bem vieste à terra
Portugal declarou guerra
A concorrência então foi colossal
Vasco da gama contra o batalhão naval

SACA-ROLHA
Zé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)

As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo mão na saca, saca, saca rolha
E bebo até me afogar
Deixa as águas rolar

Se a polícia por isso me prender
Mas na última hora me soltar
Eu pego o saca, saca, saca rolha
Ninguém me agarra ninguém me agarra.

MÁSCARAS



QUEBRA-CABEÇA