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Fonte: Pra Gente Miúda
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Dominó das Estações
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Dominó das Estações
Fonte: O Cantinho da Papoila
Na maioria dos países, o Dia dos Namorados é comemorado em 14 de fevereiro. Nesta data enviamos e recebemos cartões.
Aqui vai como a história começou.
Esther Howland, a mulher que produziu os primeiros cartões comerciais de Dia dos Namorados nos EUA, em 1840, vendeu US$ 5 mil em cartões no primeiro ano de negócio, o que antigamente era uma quantia incrível. Hoje em dia, mais de 1 bilhão de cartões de Dia dos Namorados são enviados no país a cada ano. Acredita-se que o primeiro cartão de Dia dos Namorados tenha sido escrito pelo prisioneiro Charles, o Duque de Orleans, em 1415. Dizem que ele passava o tempo escrevendo versos românticos para sua mulher. No século XVI, os cartões já eram populares.
Os antigos cartões eram feitos à mão, com papel colorido, aquarela e tintas coloridas. Havia cartões com pequenos furos no papel, feitos com alfinete para parecer seda; cartões recortados parecidos com seda e feitos dobrando-se várias vezes e depois cortando um laço com uma tesoura pequena e afiada; cartões acrósticos (contendo versos em que as primeiras letras de cada linha formavam o nome da pessoa amada), e finalmente os cartões rébus (contendo versos em que pequenas figuras eram colocadas no lugar de algumas palavras, por exemplo, um coração no lugar da palavra AMOR).
Cartões decorados com figuras em preto e branco pintadas por trabalhadores de fábricas começaram a ser criados no início do século XIX. No final desse século, os cartões eram feitos inteiramente por máquinas.
Apesar dos cartões fabricados, os belos cartões feitos à mão eram pequenas obras de arte, ricamente decorados com seda, cetim ou renda, com flores ou plumas e até mesmo com folha de ouro. Muitos deles tinham o Cupido, o querubim de duas asas filho de Vênus, o verdadeiro “mascote” do Dia dos Namorados.
Alguns dos presentes mais inusitados foram criados por marinheiros solitários durante a Era Vitoriana. Eles usavam conchas do mar de vários tamanhos para formar corações, flores e outros desenhos ou colocavam-nas sobre caixas em formato de coração.
Fonte: PORTAL SÃO FRANCISCO
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Fonte: Academia Boa Onda
História de S. Valentim
«As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações possíveis, umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.
A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, em Roma, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.
Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou, foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.
A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».
Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).
Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14.
Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.
Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes».
Fonte: Tenho algo de anjo
Projeto Brincando e Aprendendo no Arraiá
Fonte: Aprender e Cia
Justificativa
Estamos no mês de junho e começam as comemorações das Festas Juninas. Vender convites, ensaiar a quadrilha e danças típicas, enfeitar a escola… Chega o dia da festa e pronto! O que fica disso para as crianças? Qual o significado dos festejos juninos? A Festa Junina é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo lingüístico, pois se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens, resgate de brincadeiras, culinária típica e outros! A escola tem um papel importante na valorização das tradições, portanto este projeto integrará a comunidade escolar e ocorrerá durante todo o mês de junho.
Objetivo Geral
Incentivar nos alunos o gosto pelas festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características destes festejos que fazem parte do folclore brasileiro, ressaltando seus aspectos, popular, social e cultural;
Objetivos Específicos
Conhecer a origem e as características das festas juninas
Admirar e respeitar o trabalho do homem do campo
Desenvolver a socialização da criança, incentivando o trabalho em grupo
Ouvir com interesse as informações trazidas pelos colegas
Valorizar a tradição das festas juninas
Socializar com a comunidade escolar e familiar
Desenvolver a linguagem oral e escrita
Ampliar o vocabulário
Estimular a criatividade e imaginação através de atividades relacionadas ao tema
Desenvolver a valorização do homem do campo e de suas atividades
Incentivar o gosto pela culinária junina
Conscientizar sobre os perigos dos balões e fogos de artifício
Propiciar às crianças a participação em diversas brincadeiras
Promover a Festa junina do C.E.I. Viver e Aprender
Eixos de Ação
Identidade e Autonomia
Artes visuais
Movimento
Música
Linguagem oral e escrita
Natureza e Sociedade
Matemática
Desenvolvimento
Cada turma realizará as atividades de acordo com a idade e a criatividade do professor.
Apresentação dos trabalhos
MODELOS
Fonte: Corte e Recorte
Fonte:Criando e Copiando sempre
Caipiras articulados
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Fonte: Edna Thomazini
Porta-guardanapo
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Olá professores,
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Fonte: Para Compartilhar e Refletir
Convite e lembrancinha
Fonte: Oficina de Criatividade
Se você quiser ver as sugestões para o DIA DAS MÃES do ano anterior clique AQUI
Fonte: Cantinho Alternativo
Livro para a mamãe