Datas comemorativas – Natal


Continuação das postagens do ano de 2007 que não vieram com a migração do blog

Origem do Natal e o significado da comemoração

O Natal é uma data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Na antiguidade, o Natal era comemorado em várias datas diferentes, pois não se sabia com exatidão a data do nascimento de Jesus. Foi somente no século IV, que o 25 de dezembro foi estabelecido como data oficial de comemoração. Na Roma Antiga, o 25 de dezembro era a data em que os romanos comemoravam o início do inverno. Portanto, acredita-se que haja uma relação deste fato com a oficialização da comemoração do Natal.

As antigas comemorações de Natal costumavam durar até 12 dias, pois este foi o tempo que levou para os três reis Magos chegarem até a cidade de Nazaré e entregarem os presentes ao menino Jesus. Atualmente, as pessoas costumam desmontar as árvores e outras decorações natalinas em até 12 dias após o Natal.

Presépio

O presépio representa uma importante decoração natalina. Ele mostra o cenário do nascimento de Jesus, ou seja, uma manjedoura, os animais, os reis Magos e os pais do menino. Esta tradição de montar presépios teve início com São Francisco de Assis, no século XIII.


Feitos com palitos de sorvetes e EVA


Utilizando palitos de sorvete fazer 2 “V” deixando um espaço para os pés da manjedoura. Em seguida colocar palitos de sorvete descendo as duas laterais do V encontrando-se na junção, unindo um “V” ao outro “V”. Com EVA recortar a coberta e o Menino Jesus pode ser utilizado bonequinho de Playmobil ou fazer com massa de biscui, papel machê ou outro material.


Também utilizando palitos de sorvete e EVA, papel camurça ou carmim.

Bota do Noel

Como fazer

Anjinho para pendurar na porta

Como fazer

Placa comemorativa

Como fazer

Contagem regressiva para o Natal

Como fazer

Para decorar a porta da sala de aula

MOLDE

Sacolinha surpresa:

Faça os bonecos de Neve de Papel camursa ou colorset. Dentro,coloque a lembrancinha de final de ano.

Palitos de Natal

Deixe que as crianças pintem os palitos e montem os personagens do Natal.
Depois crie com eles uma hostória.
Faça uma caixinha bem decorada para guardá-los depois.

Anjinho com rolo de papel higiênico

Essa é uma idéia barata, mas com um visual sofisticado…
Usando um rolo de papel higiênico, uma bola de isopor ( ou mesmo papel machê) e alguns retalhos de papel e fitas você pode ter esse lindo anjinho…

Fantoches Natalinos

Que tal montar esses divertidos fantoches feitos com palitos de picolé e retalhos de EVA?!
Use e abuse da criatividade!!!


Use EVA e botões coloridos.

Peça de Teatro para o Natal:

Noite de Natal
Alexandra, Assembléia, SP, 2001.

Personagens: José, Maria, 2 pastores, 2 hoteleiros, 3 reis, 3 anjos e narrador.

NARRADOR:
Há muitos anos atrás, em uma cidade da Galiléia chamada Nazaré, havia uma jovem que se chamava MARIA… jovem obediente à Deus, e que tinha um coração bom e limpinho… e Deus lá do céu, se agradou de Maria, e a escolheu para ser a mãe do menino Jesus (aquele que seria o salvador do mundo)… Um dia, um lindo anjo, enviado por Deus, trouxe uma mensagem para Maria…e o anjo disse assim:

Uma criança (anjo), vestida de branco entra na cena, ergue os braços e os mantém erguidos e fala:
“SALVE AGRACIADA, O SENHOR É CONTIGO: BENDITA ÉS TÚ ENTRE AS MULHERES – NÃO TEMAS!!! PORQUE ACHASTE GRAÇA DIANTE DE DEUS,… EIS QUE DARÁ A LUZ UM FILHO E POR-LHE-ÁS O NOME DE JESUS, ESTE SERÁ CHAMADO FILHO DO ALTÍSSIMO, E O SEU REINO NÃO TERÁ FIM…”

NARRADOR:
Mas José, o noivo de Maria ficou muito confuso com aquela situação, afinal de contas eles não eram casados… então como Deus gosta de tudo direitinho, mandou uma mensagem para José também… e o anjo do Senhor apareceu para José em sonho e lhe disse.:
Outra criança, representando José, entra e deita para dormir.

Anjos:
“JOSÉ FILHO DE DAVÍ, NÃO TEMAS RECEBER MARIA TUA MULHER, PORQUE O QUE NELA ESTÁ GERADO É DO ESPÍRITO SANTO, E DARÁ A LUZ UM FILHO E CHAMARÁS O SEU NOME JESUS, …PORQUE ELE SALVARÁ O SEU POVO DOS SEUS PECADOS.. ”

NARRADOR:
E José, confiou nas palavras do anjo, pois sabia que ele era enviado por Deus, e José amava a Deus, e confiava nas suas palavras e promessas…..
Passou-se algum tempo…. e agora a barriguinha de Maria já estava grande,… mas eles precisavam viajar para Belém, para alistar-se na cidade onde nasceram, pois esta era a ordem do Rei,… E lá se foram, José, Maria e o menino Jesus ainda dentro da barriguinha de Maria, iniciaram então uma longa viajem… Ao chegarem em Belém, encontraram a cidade completamente cheia de pessoas vindas de todas as partes para alistar-se alí… Maria cansada, e quase para dar a luz…. escorava-se em José, e lá iam os dois à procura de uma quarto ou um lugar onde Maria pudesse descansar um pouco,… mas era inútil a procura,… …tudo lotado, as hospedarias estavam cheias, e todos diziam: “NÃO HÁ LUGAR” quando em uma certa hospedaria alguém falou,…

2 ou 3 meninas representam a hospedaria; podem varrer o chão e tirar o pó de um canto do “palco”.
… TALVEZ TENHAMOS UMA LUGARZINHO AQUI NA ESTREBARIA,… TALVEZ AQUI DÊ PARA VOCÊS DESCANSAREM UM POUCO…… É SÓ O QUE PODEMOS LHES OFERECER…..”

NARRADOR:
E lá foram para estrebaria (lugar onde ficam os animais)… ERA O ÚNICO LUGAR, UMA SIMPLES E HUMILDE ESTREBARIA, e Maria, alí na estrebaria deu a luz, ao menino Jesus, o Salvador do Mundo, o Rei dos Reis e Senhor dos Senhores…
E lá no campo, estavam os pastores, cuidando de seus rebanhos, quando um anjo lhes apareceu… e lhes deu a notícia do nascimento do menino Jesus, o Salvador do mundo, o perfeito filho de Deus… E lá foram os pastores, ao encontro do menino Jesus; que alegria deveriam estar sentindo em seus corações, deixaram para trás o cansaço e saíram apressadamente….
Em um outro lugar, Deus mandava que uma estrela, guiasse também os Reis Magos até Belém, para que encontrassem o menino Jesus e o adorassem… e a estrela obediente ensinou-lhes o caminho…
- Agora sim, estava completa aquela linda noite…. José, Maria, os pastores e os reis magos, ah… sem contar os animaizinhos, todos adoravam ao menino Jesus, deitado em uma simples manjedoura, mas que seria o Salvador do mundo, o Rei dos Reis e Senhor e dos Senhores…

FIM: “JESUS NASCEU, ASSIM SE FEZ A NOITE DE NATAL”

As crianças cantam “Noite Feliz”

Noite feliz! Noite feliz!
O Senhor, Deus de amor,
pobrezinho nasceu em Belém.
Eis na lapa Jesus, nosso bem.
Dorme em paz, ó Jesus.
Dorme em paz, ó Jesus.

Noite de paz! Noite de amor!
Tudo dorme em redor,
entre os astros que espargem a luz,
indicando o Menino Jesus.
Brilha a estrela da paz.

Noite de paz! Noite de amor!
Nas campinas ao pastor,
Lindos anjos mandados por Deus,
Anunciam a nova dos céus;
Nasce o bom Salvador!

Noite de paz! Noite de amor!
Oh, que belo resplendor
Ilumina a o Menino Jesus!
No presépio, do mundo eis a luz,
Sol de eterno fulgor!

Noite dos Pastores
Autor desconhecido (enviado por Alessandra, Assembléia, SP, 2001).

Tipo: jogral

Personagens: mínimo 5 leitores; T – todos; M – vozes masculinas; F – Vozes femininas

1. Glória a Deus nas alturas
T. Paz na terra, boa vontade para com os homens
2. Era uma multidão dos exércitos celestiais
3. Feitas de anjos cujos vestidos brilhavam mais que o sol
1. Mais que as estrelas bordavam o céu.
4. E muito mais do que milhares de relâmpagos
F. Na noite de Natal o momento do amor maior é
T. Glória a Deus nas altura
3. Por que é Natal Jesus nasceu
1. Mais que as estrelas bordavam o céu.
4. E muito mais do que milhares de relâmpagos
M. Na noite de Natal o momento do amor maior é
T. Glória a Deus nas altura
3. Por que é Natal Jesus nasceu
5. E na vigília da noite, no coração dos pastores
T. Teve início a grande festa
2 e 4. Não uma festa artificial
5. Festas de caros brinquedos e mesas cheias de gulodices
1. Mas uma festa bonita, espiritual
2. Toda enfeitada de luzes, que levam a eternidade
T. Foi assim o primeiro Natal
M. Cheio de simplicidade como a pureza da vida dos pastores.
3. Acostumados com a natureza
4 e 3 Com o verde magnífico dos campos
1 e 5. O nascer e o pôr-do-sol, pintando o céu de alegria
F. Em fios de prata, rosa e dourado.
T. Pelas mãos sábias de Deus
5. Pastores acostumados com a água doce e cristalina que lhes saciava a sede.
2 e 1. E Com o canto mágico dos passarinhos, aos quais aprenderam a amar.
2. Foi uma noite enluarada, como nunca houve igual
4. A noite maravilhosa em que nasce o menino Jesus
T Jesus, o menino Deus, o messias.
1. Ao trabalho e aos encantos da natureza, os pastores estavam bem acostumados
5. Mas o que eles não esperavam, aconteceu naquela noite.
2. A muitos e muitos séculos
4. O que era comum, transformou-se em explendor
1. Os anjos, iluminando os campos, bem alegres anunciaram
T. Nasceu o Salvador, que é Cristo o Senhor.
3. E os nossos amigos, os pastores, nem refeitos estavam da surpresa, quando eles continuaram
T. E achareis o menino envolto em panos e deitado numa manjedouraF. Numa simples manjedoura.
3 e 1. Como era simples também o coração dos pastores
4. Porque o mestre Jesus só pode fazer morada no coração dos pequenos.
2. Dos que não acham importante ter conta no banco carro do ano e prestígio social.
M. Vamos depressa para Belém
1 Disseram os pastores depois que os anjos voltaram para o céu
2. Depressa, pois importa agora louvar o menino Deus
5. O Salvador, o dom que veio dos céus.
M. Depressa amigo, para Belém
1. Porque é lá que se encontra toda a nossa esperança.
5. e 3. Entre maria e josé, o Deus feito criança
T. Foi assim o 1º Natal
2. Ah! Que sejam assim todos os Natais
F. Alegres, puros e simples
3. Mas cheios de presença de Jesus
T. O maior amor, a razão primeira do Natal.
T. cantam “Noite Feliz”.

Referências

http://espacoparasonhar.blogspot.com

http://cantinhoalternativo.blogspot.com/

http://www.bernerartes.com.br/ideiasedicas/teatro/index.htm

http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/

HISTÓRIAS DE NATAL

Quando Tilinho nasceu, seu pai já era dono de um grande estoque de nozes, tão grande que não dava para guardar em uma árvore só. Tilinho cresceu acostumado a ter de tudo, principalmente nozes, que comia sem parar. Por causa disto, tinha uma barriguinha grande e bem redondinha.

Tudo o que precisava era estender a mão e receber, sem nunca precisar fazer nenhum esforço.

Tilinho não cultivava muito suas amizades. Na verdade, tratava até mal os outros esquilos, pois sabia que eles sempre voltariam. E o pior é que eles sempre voltavam mesmo. Voltavam porque o pai de Tilinho era conhecido na floresta, era poderoso. Voltavam por que Tilinho tinha o maior estoque de nozes do “mundo”. Alguns nem sabiam por que voltavam a falar com Tilinho depois de terem sido maltratados por ele, mas o fato é que mesmo sem saber porque voltavam. Com Tilinho ninguém jamais brigava.

Agora adulto, morava em sua própria árvore e estava muito animado para dar uma festa de Natal, para a qual chamaria todos os seus amigos. Nesta festa ele planejava abrir seu estoque de nozes, imagine só a festa: todos poderiam comer até se fartar!

- Joquinha, como este ano será o primeiro que vou passar sozinho, em minha própria árvore, vou fazer uma festa de Natal e gostaria de que você viesse, falou Tilinho animado.
- Festa de Natal? Hum… pensou Joquinha, não poderei ir porque já tenho compromisso.

A resposta negativa, e tão direta, deixou Tilinho desconcertado. Como? Ninguém nunca dizia não para ele! Joquinha deveria ter ficado louco para desprezar tamanha farra.

Com certeza ele ficará muito triste ao ver a esquilada toda passando o Natal em minha árvore e ele sozinho.
Consolou-se pensando assim e correu para convidar a esquila Ana, que estava passando neste momento.

- Oh! Aninha, vou contar uma novidade para você.
- Novidade? O que é, Tilinho?
- Sabe que você terá a honra de passar o Natal comigo este ano?, falou Tilinho com a arrogância que sempre utilizava quando queria esconder algo.
- Quem falou para você isso? perguntou a esquila Ana, surpresa.
- Eu! Este é um convite. Você acaba de ser convidada para passar o Natal na festa que haverá em minha casa.
- Des… des… des… culpe Tilinho, mas acho que vou estar ocupada neste Natal.
E saiu correndo, assustada.

- Uai! O que será que está acontecendo? Bem, ela passará o Natal com Joquinha, pelo menos ele não ficará sozinho.

Tilinho ficou surpreso com as duas recusas, mas nem um pouco preocupado. Sabia que bastava estalar dois dedos para encher a sua árvore de gente no Natal. Nos dez dias que restavam até o Natal ele faria todos os convites.

Mas as coisas não foram bem como Tilinho previa.

Já prometi passar o Natal com mamãe, falou Pepéia.
Ih, bicho, este Natal acho que vou ficar doente, falou o esquilo Guilhermim.
Vou pensar, mas acho que não vai dar, disse Ponchita.

E, com o passar dos dias, o que Tilinho mais ouvia era: não sei, não vai dar, já tenho compromisso, e outras coisas mais.

Mas o que será que está acontecendo?, pensou ele, a esta altura já preocupado e percebendo que alguma coisa estava errada.

Mas de repente a idéia salvadora veio à sua mente e foi logo posta em prática quando encontrou o esquilo Tomás:

- Tomás, dou a você 2 quilos de nozes para passar o Natal comigo, em minha árvore.
Que bom, Tilinho, mas desculpe, já tenho compromisso. Vou passar o Natal com um amigo.
- Três quilos.
- Não vai dar.
- Cinco!
- É uma pena.
- Vinte!
- Nem pensar!
- Cem quilos, você não vai me dizer que você vai recusar cem quilos de nozes?
- É meio esquisito, mas vou recusar. Já disse a você que vou passar o Natal na casa do meu amigo, falou Tomás.
- E quem é esse seu amigo?, perguntou o pobre Tilinho, quase chorando.
- É o coelho Pascoal, respondeu Tomás.
-Coelho Pascoal?

Tilinho precisou se segurar para não cair.

- Mas ele nem esquilo é. Não tem uma noz sequer em sua casa. Às vezes ele passa o dia todo comendo cenouras! Em troca disso é que você recusa um Natal farto em minha casa?
- Tilinho, eu acho que você não está me entendendo: ele é meu amigo!
- É seu amigo mas é coelho e não tem nozes. Seu Natal será pobre, triste. Você desperdiçará a festa mais bonita do ano.
-Tilinho, você está muito enganado. Por ser a festa mais bonita do ano é que eu quero passar com meus amigos. Nesta festa não são as nozes que contam, não é o poder e nem a riqueza. É o prazer de compartilhar. É comemorar junto com aquele que chorou e riu comigo durante o ano, com aquele que se interessou por mim, com aquele que me ajudou nos momentos difíceis e ficou feliz com minhas vitórias. Isso se chama: AMIGO.

Tomás foi embora antes que Tilinho pudesse responder qualquer coisa, mas nem adiantaria mesmo ter ficado por que Tilinho não saberia o que responder. Ficou sentadinho, triste pensando nas palavras de Tomás, coisas que ele nunca havia pensado antes.

A noite tão esperada por Tilinho chegou, mas não trouxe a alegria que ele esperava. Pelo contrário, Tilinho era só tristeza, sozinho com sua montanha de nozes.

Mas esta é a época em que as pessoas ficam com o coração cheio de amor…

Um pouco antes da meia-noite Tilinho ouviu uma batidinha tímida em sua portinha e olhando pela janela viu Tomás, Pepéia, Guilhermim, Ponchita, Joquinha e Aninha:

Tilinho, viemos buscar você para passar o Natal na casa de Pascoal, você quer?
Tilinho não pensou duas vezes, jamais poderia perder esta oportunidade.

E na casa de Pascoal, rodeado de amigos, Tilinho concluiu que mesmo comendo cenoura, esta era, sem dúvida, a melhor noite de sua vida!

E, sem dizer nada para ninguém, planejou que amanhã distribuiria na floresta o seu enorme estoque de nozes porque elas agora realmente significavam muito pouco para ele.

Samanta é uma menina que foi passar uns dias na casa de sua tia que ficava em um sitio. Chegando lá, ela estranhou como a casa era séria, com pouca cor e quase sem enfeites, principalmente agora que se aproxima o dia de Natal!

O quarto que foi destinado para ela dormir tinha o mesmo estilo e isso deixou que ela ficasse pensando como será tedioso passar estes dias nesta casa.

Depois de alguns dias ela descobriu uma escada que levava para o sótão da casa e, como não tinha muito o que fazer, resolve subí-la.

Chegando no sótão tudo era mais empoeirado e mais cinza do que a própria casa, mas quanta coisa para descobrir! Nele havia muita coisa a explorar. Armários com roupas antigas, prateleiras de livros, alguns com gravuras, mas o que mais lhe chamou a atenção foi um baú, grande, feito de madeira robusta e de cor muito envelhecida. Quando ela abriu o baú ficou espantada com o que viu: eram muitos enfeites de Natal. Lá dentro reluziam bolas de diversas cores, pequenos brinquedos feitos daquele vidro fininho que se usava antigamente para fazer bolas de natal, e também enfeites de madeira, que retratavam anõezinhos trabalhando em suas oficinas, renas puxando trenós e pequenos papais-noéis. Todos eram muito brilhantes, de cores vivas salpicadas de dourado e prateado. Muito lindo de se ver. Havia, também muitos rolos de luzes coloridas.

Porque será que a tia Emília não havia usado todos estes enfeites para esperar o Papai Noel?

Embora sabendo que não devia ela começou a tirar todas as caixas para fora do baú. Cada uma continha uma surpresa maior, e a Samy (este era o seu apelido) deliciava-se com cada detalhe. Ela estranhou quando viu uns galhos de árvores aparecerem entre as caixas do fundo do baú, tentou puxá-los, pois devia se tratar de algum enfeite usado em outros anos, mas estava duro, os galhos não saiam. Retirando o que estava em volta ela percebeu que havia mais galhos, e que eles tomavam quase a totalidade do fundo do baú. Querendo ver melhor, ela resolveu entrar dentro dele, e como não tinha outra forma, se apoiou no galho que julgou ser mais grosso. Eentiu que podia por o pé mais para baixo, e a medida que foi tateando foi percebendo que estava na realidade em cima de uma árvore.

Bem nesse momento ela escutou a sua tia batendo na porta chamando-a para o lanche da tarde. Em dúvida, não sabendo o que fazer e com uma tentação muito grande, ela decidiu descer pelos galhos.

Mas como seria possível, caber uma árvore inteira dentro do baú? Mas as surpresas estavam apenas começando, pois não se tratava somente de uma árvore, ela estava dentro de uma verdadeira floresta. E esta floresta, como a casa de tia Emília, era sombria e sem sol, tanto que Samy começou a sentir muito frio. O lugar não era convidativo, mas já que estava lá, queria conhecer este mistério.

Andou bastante até que encontrou um homem já idoso de barba e cabelos brancos sentado ao lado de uma fonte. Como era a primeira pessoa viva que encontrava resolveu perguntar onde estava.

- Você está na terra da Feiticeira do Abutre Lilás, falou o homem.

- Nossa que interessante, é uma boa terra? Falou Samanta.

- Era, antes da feiticeira chegar. No começo pensamos que ela estava de passagem, mas ela foi ficando e tomando conta. E aos poucos foi acabando com toda a alegria de nosso povo. As pessoas não riem mais, não conversam, não se visitam, só fazem a sua obrigação e vão vivendo, sem graça…

- Puxa, que chato!

- Imagine que um de seus piores feitiços foi decretar que não teríamos nunca mais Natal. Isto acabou comigo!

E parecia ter acabado mesmo, quando o velhinho falou isso, seus olhos encheram de lágrimas e seu semblante ficou muito fechado.

- Mas não há nada o que fazer? Perguntou Samy.

- Olha eu acho que até tem, mas as pessoas não querem, eu acho que elas perderam as esperanças e com isso, a força de lutar.

Que pena, falou Samy, e despedindo-se resolveu continuar andando por aquela mais que esquisita cidade. Afinal, lembrando-se que havia entrado através de um baú, certamente estaria sonhando e aquilo nem existia, mas enquanto estava ali haveria de descobrir mais.

Chegou em uma cabaninha e resolveu bater na porta para conversar um pouco com seus moradores e conferir se o velhinho havia falado a verdade. Mas ninguém atendia.

Assim, ela resolveu dar uma olhada pela janela e viu uma senhora resmungando na sua cozinha. Ela não iria entrar sem ser chamada, mas como a senhora derrubou uma panela com água quente, e começou a xingar ainda mais, Samy resolveu entrar para acudi-la.

- Droga de vida, droga de cozinha, droga de comida, não vou fazer mais nada! Detesto cozinhar!

- Deixe que eu a ajudo, falou Samy, e começou a levantar as coisas caídas no chão.

A senhora resolveu se desabafar dizendo que estava cansada desta vida de cozinheira e Samy procurou conversar com ela e encontrar formas de consolá-la.
Aí perguntou se isto foi sempre assim.

- Não falou a senhora, antigamente eu até gostava de cozinhar, mas sabe quando me decepcionei? Quando a feiticeira do Abutre Lilás decretou que não haveria mais Natal em nosso povoado. Antes eu sempre fazia bolos, biscoitos, assados e muitas coisas boas para o Natal, mas depois fiquei pensando: Para quê, se nem tem mais Natal? E comecei achar que eu estava errada antes: Imagine comer tanto no Natal, o Natal não é só para comer. Fico pensando como as pessoas, onde ainda tem Natal, são bobas só desperdiçando o seu tempo e dinheiro comendo.

- Olha eu não penso bem assim, falou Samy, acho que o ato de fazer um biscoito, um bolo é um ato de amor, é uma forma de falar para a sua família, filhos, netos e amigos: eu te amo!

- É pensando assim…

- Veja, o biscoito não tinha um formatinho? perguntou Samy.

- Tinha, eu fazia em formato de estrelas, de coração…

- E você não colocava uns enfeitinhos em cima? Novamente perguntou Samy.

- Colocava! Colocava bolinhas coloridas, pedacinhos de chocolate…

- Então! Veja tudo isso era uma forma de você colocar o seu amor e isso, certamente todas as pessoas que comiam, além de achar o biscoito gostoso, sentiam este amor, e ficavam mais felizes por isso. Argumentou Samy.

E assim falando Samanta convenceu a senhora a fazer biscoitos, como se ainda tivesse Natal. Elas fizeram, conversaram e trocaram muitas confidências, e a senhora voltou a sorrir.

- Quer saber de uma coisa? Confessou a senhora, não vejo a hora de minha família chegar para dar os biscoitos para eles e mostrar, com eles, o meu amor.

A senhora deu alguns biscoitos para Samy que se despediu e continuou o seu caminho por aquela estranha terra onde não havia mais Natal.

O próximo encontro que Samy teve foi com um homem que estava cortando o pinheiro de seu jardim. Samy fica horrorizada, um pinheirinho tão bonito. E, muito brava perguntou ao homem porque ele estava fazendo isso. Ele contou que antes, quando tinha Natal, enfeitava o pinheirinho com bolas, estrelas prateadas e guirlandas coloridas, o pinheirinho ficava tão bonito e todos ficavam muito felizes com ele. Mas agora que não tinha mais Natal ele se convenceu que isto é bobagem e , iria cortá-lo para plantar feijão no lugar. Feijão ele poderia comer, enquanto o pinheiro não servia mais para nada.

A menininha tentou convencê-lo das mais diversas formas:

- As coisas não são bem assim, nos paises onde o frio acaba com toda a vegetação no inverno, o pinheirinho é o único que se mantém verdinho, e o fato de enfeitá-lo é uma forma de celebrar a vida, a força e o renascer para o próximo ano. Falou Samy, escolhendo cada palavra pois sabia que era muito importante convencer o homem a não cortar o pinheirinho.

As palavras de Samy conseguiram convencer o homem que, além de não cortar o pinheirinho, começou a enfeitá-lo mesmo não tendo Natal. Quando ele acabou os dois pararam encantados olhando como o pinheiro estava bonito e como o jardim se tornou mais colorido e brilhante com as luzes do pinheirinho.

Na despedida o homem deu para Samanta um galhinho do pinheirinho para que ela tivesse uma recordação daqueles momentos que passaram juntos. Samy colocou o raminho em sua cestinha junto aos biscoitos, embora não soubesse bem porque sentia que ele seria útil para ela em algum momento.

Por fim Samanta encontrou uma velhinha dormindo em uma cadeira de balanço. Embora Samy tenha pisado muito delicadamente não querendo acordar a velhinha, isto não foi possível, a senhora abriu os olhos e logo foi explicando que estava entediada por que não tinha o que fazer.

- Antigamente, no Natal, eu fazia meias de tricô para dar as crianças e aos velhinhos que precisavam. Mas, agora, nem tem mais Natal… Falou a velhinha bocejando. Assim, não me preocupo com mais ninguém. O rei ou a feiticeira que cuide dos pobres, ou mesmo as pessoas ricas, eu é que não preciso fazer mais nada.

Samanta ficou preocupada com estas coisas que a velhinha falou e tentou explicar que as coisas não eram bem assim e que sempre precisamos nos preocupar com o próximo. E lembrando de como sua mãe se preocupava em ajudar os vizinhos e as pessoas menos favorecidas, repetiu as suas palavras:

- Esta certo que existem muitas necessidades, mas se cada um fizer uma parte pequena, todas as partes juntas farão uma diferença tão grande que pode mudar o mundo!

Samy falou tanto que convenceu, e disse que gostaria de aprender a fazer meia. Assim, juntas elas fizeram muitas meias que seriam distribuídas aos mais pobres.

A noite caiu e Samanta pensou que deveria ir embora, se bem que não soubesse para onde, mas teria que ir embora. A velhinha antes de deixá-la partir fez questão de oferecer leite quente com chocolate e, também, a presenteou com uma meia, que a menina colocou na cestinha junto com os biscoitos e o raminho. Quando saiu, antes de pegar a estradinha, Samanta olhou para trás e acenou para a velhinha que estava sorridente na porta de sua casa. Estranhou ao ver que a casa estava diferente, com cores mais vivas e alegres. Mesmo sendo noite, a casa parecia brilhar.

No caminho, andando vagarosamente, ficou pensando no mal que esta feiticeira estava fazendo à toda esta gente. Pensou tanto, que acabou ficando brava e resolveu tirar satisfação com a temível feiticeira. Não precisou ir muito longe, encontrou a feiticeira sentada em um tronco de madeira em baixo de uma árvore. Samanta estranhou que embora a floresta tivesse sempre uma grama verde e farta, em volta do lugar onde a feiticeira estava sentada havia somente terra seca e, aparentemente, sem vida.

A malvada era até bonita, usava um vestido em vários tons de lilás, e o tecido era brilhante, parecia conter pequenas estrelinhas entre cada fio. Seu risti era acetinado, embora muito maquiada, o mesmo acontecendo com seus olhos azuis, que também eram muito pintados, seus cabelos eram roxos e no meio dos fios existiam enfeites graciosos que pareciam se mexer. Quando Samanta olhou mais de perto, horrorizada viu que estes enfeites se tratavam de serpentes e lagartos minúsculos, ! Isto era um bom indício de que a feiticeira, apesar de bonita, era má e cruel.À sua volta existiam muitos pássaros, e todos tinham, embora em diversos tons, a cor lilás.

Quando perguntada disse com uma voz melodiosa e de tom até agradável que havia acabado mesmo com o Natal:

- Não vejo razões para tantas comemorações, as pessoas precisam trabalhar e poupar mais, ao invés de ficar perdendo tempo com tantas festas. Falou a feiticeira, dando uma risada alta e esganiçada que contrastava com o tom meigo de sua fala anterior.

Mas, Samanta tinha os seus argumentos:

- As coisas não são assim. Esta é uma oportunidade para a família comemorar a felicidade de estarem juntas e compartilharem o amor que existe entre eles.

Para explicar melhor Samy tirou os biscoitos da cestinha e começou a falar no ato de amor de cozinhar. Mas isto não agradou a feiticeira que começou a gritar horrorizada, e o pior era que seus gritos eram esganiçados, iguais a sua risada. Isto começou a deixar a feiticeira feia, seu vestido começou a perder a cor lilás e a se tornou acizentado parando de brilhar. Seu rosto encheu-se de rugas e seus cabelos começaram a estufar, ficando embaraçados e em pé. Com isso as pequenas serpentes e lagartos começaram a pular assustados e Samanta fazia uma verdadeira ginástica, pulando ora em um pé, ora em outro a fim de que estes animais não subissem pelas suas pernas.

- Calma, senhora feiticeira, não quero assustá-la, falou Samanta escolhendo cada uma de suas palavras. Veja este raminho, é de um pinheirinho as pessoas gostam de enfeitar no Natal. Elas colocam boli…

Samanta não conseguiu acabar a frase, pois a feiticeira havia se transformado completamente, seus olhos haviam se tornado vermelhos e estavam saltados da face. Sua pele estava completamente enrugada e verde. Os dedos de suas mãos começaram a crescer e a ficarem tortos, o que também acontecia com suas unhas. Seu vestido havia se tornado todo preto e, curiosamente, esfarrapado.

- Pare! Pare, não diga mais nenhuma palavra, eu não suporto ouvir falar de amor! Seus gritos agora eram insuportavelmente altos, agudos, e espantavam os pássaros que estavam a sua volta. Agora eles não eram mais lilases e sim pretos. Samy percebeu que eles eram corvos que saiam voando e grasnando também assustados com os gritos da feiticeira.

Samy, não estava assustada, mas também não sabia o que fazer, e como tinha ido lá para convencer a feiticeira pensou que deveria fazer o planejado até o fim. Assim retirou o par de meias pensando que, como significavam a solidariedade, poderiam mudar o modo de ver da feiticeira.

Quando a feiticeira olhou para as meias seus olhos ficaram pretos, seus cabelos arrepiaram ainda mais e ela começou a inchar e inchar muito. Seus gritos eram terríveis. Dizia palavras que ninguém compreendia e cada fez ficava mais escura e enorme,foi quando finalmente ela explodiu.

O barulho foi muito alto, e a explosão causou uma fumaça que não permitia se ver mais nada. Por muito tempo sentiu-se no ar um cheiro de queimado. Aos poucos a fumaça e o cheiro foram passando e Samanta percebeu que, no lugar onde estivera a feiticeira, não havia mais nenhum vestígio dela, ao contrário, a terra que antes estava seca e sem vida, agora tinha grama e muitas flores.

Neste momento Samy começou a notar que toda a floresta e o povoado estavam com um colorido mais forte e as casas começaram a se iluminar. Onde os olhos alcançavam haviam luzinhas piscando. As luzes do pinheirinho que Samanta havia salvado não estavam mais sozinhas, o povoado todo era um verdadeiro mar de luzes que piscavam sem parar.

Ela começou a sentir, imediatamente, um cheiro de biscoitos e bolos de Natal e das casas se ouviam canções calmas e alegres entoadas principalmente pelas crianças.

Samanta começa a sentir um vento e olha a sua volta para ver do que se trata. Encontra uma figura conhecida. Era a primeira pessoa que ela havia encontrado, o velhinho de barba branca.

Mas será possível? Ele estava todo vestido de vermelho e sentado em um trenó. Parecia se tratar… Será? Papai Noel?

- Em pessoa, minha filha! E vim lhe agradecer. Falou Papai Noel.

- Agradecer, eu não fiz nada, foram as pessoas que fizeram tudo! Fizeram as coisas que elas sempre haviam feito! Falou Samy.

- É, mais a feiticeira fez com que essas pessoas não dessem mais importância a essas coisas. Precisava alguém que, acreditando no espírito do Natal, fizesse com que elas percebessem a força que existe nos pequenos atos, nos atos simples feitos de amor à natureza e ao próximo. Esse alguém foi você.

Samanta quase não acredita no que está vendo, mas sente que é o momento de se despedir de Papai Noel e sair correndo para casa, pois sua tia poderia dar pela sua falta. Ela consegue encontrar a árvore da qual descera e rapidamente sobe em seus galhos e aliviada sente que esta novamente no baú.

Quando chega ao quartinho escuro e acinzentado ela escuta a tia ainda batendo na porta, e desesperada pensa: – Há quanto tempo ela está batendo?

Assustada Samanta abre a porta e pede desculpas à tia por ter demorado tanto, mas, para o seu espanto a tia diz que não esperou nada, pois tinha acabado de bater.

- Mas como? Pensa Samanta, se tinha até anoitecido no povoado? Tentando explicar começa a contar sua aventura para a tia e para comprovar vai mostrar os galhos do fundo do baú. Assustada percebe que não existem mais galhos. O fundo do baú aparece: duro, liso e vazio.

Samanta, muito constrangida, continua explicando, mas, resolve admitir que foi um sonho. Seria o melhor a fazer para que sua tia não pessasse que era mentirosa. Porém, sua tia pede, pacientemente, que continue a explicação

- Mas a senhora acredita em mim, mesmo assim?

- Eu acredito na fantasia, e nas pessoas que acreditam nela. Isto é que mantém a fantasia viva.

E para finalizar falou,

- Bem minha querida é hora de começarmos a enfeitar a nossas casa, faltam somente dois dia para o Natal!

E as duas saem enfeitando a casa que vai, como no povoado, encantando, ganhando colorido e brilho à medida que vai sendo enfeitada.

Esta é a história de uma boneca, a boneca Vera Lúcia, que todos chamam de Veroca. Ela vive na dispensa da casa de Dona Elisabeth, mãe de Amanda. Veroca pertenceu a Amanda, e juntas, fizeram muitas brincadeiras as quais deixaram muitas marcas na boneca.

Veroca tem certeza de que foi muito amada por Amanda, mas como ela se casou e mudou de casa, deixou Veroca esquecida na dispensa. No começo ela se sentiu desesperada, mas, aos poucos começou a fazer amizade.

O primeiro foi um espanador, que a fez ver que as coisas poderiam mudar: Amanda, certamente, viria procurá-la novamente quando tivesse um bebê.
Depois disso, a bonequinha passou a viver sonhando com o tempo que irá sair da dispensa para ser novamente a boneca preferia de Amanda.

O seu melhor amigo é um pintinho de verdade, que nasceu de um ovo que já veio chocado. Veroca vive sempre buscando formas de arrumar comida para ele, pois ele é faminto e guloso.

Como ela é muito comunicativa e alegre tornou-se um elemento importante: é amiga de todos e está sempre pronta para comandar as festas e shows que acontecem freqüentemente na dispensa.

A dispensa é um local na casa de Dna Elizabeth onde se coloca de tudo: coisas que não servem mas não se quer jogar fora. Materiais de limpeza do dia-a-dia e suprimentos que serão utilizados na casa.

Portanto, lá moram muitas coisas:
Tem os “aposentados” que são aqueles que nunca saem pois não tem utilidade na casa. Esta é a turma da Veroca e de seu grande amigo espanador, mas lá tem também uma rádio que toca só quando quer, uma peneira furada, e outras coisas inúteis, que esperam um dia se tornarem úteis. Eles vivem em uma caixa no canto da dispensa.

Tem também a vassoura que embora more na dispensa, sai todos os dias para fazer serviços e, por isso, conta as novidades que estão acontecendo na casa.

Lá na dispensa tem também uma turma, que os moradores fixos chamam de “hóspedes” são as latas de óleo, ervilha e leite condensado, pacotes de bolachas e material de limpeza, que ficam temporariamente na dispensa até serem consumidos. Alguns ficam mais tempo como uma lata de atum que está lá há um ano pois a família detesta peixe. Outros, como o pacote de bolacha, “param” muito pouco.

A Boneca Veroca é alegre, carinhosa e atenciosa com todos, sempre pronta para ouvir, embora não saiba dar conselhos, sabe sempre restaurar o bom humor e despertar a autoestima de todos. É quem sempre organiza as festas na dispensa. Ela tem muitas marcas no corpo que são as doces marcas de suas aventuras com Amanda: uma manchinha de chocolate na blusinha conseguida em uma festinha de aniversário; um dedo decepado em um balanço no sítio da vovó e o pé embolorado como lembrança de um passeio na praia.

Embora ela pertença à turma dos moradores fixos ela sente que pertence aos dois lados por dois motivos: o primeiro é que precisa ter boas relações com os alimentos para poder alimentar o seu pintinho que sempre tem fome e, depois, porque se sente “de passagem” na dispensa pois sabe que um dia sairá para fazer companhia à filha de Amanda.

Esta história se passa em uma época onde o ambiente não estava nada bom na dispensa, as duas turmas estavam brigando muito. Os “aposentados” estavam dizendo ser os verdadeiros donos da dispensam porque moravam lá e os hóspedes dizendo que eram mais importantes, porque estavam na “ativa”, são úteis, fazem parte da vida! E nesse vai-e-vem, ninguém conversava mais, só falavam aos berros, havendo muitas palavras mal educadas e, até, alguns empurrões

A bonequinha tentava apaziguar todos dizendo que isto não podia acontecer, especialmente, agora que estavam perto do Natal, onde deveria reinar a harmonia e o amor.

Mas a “brigaiada” foi interrompida por Dna. Elizabeth que entrou na dispensa e colocou cuidadosamente um pacote na prateleira. Todos, esquecidos da briga por um momento, correram lá para ver e, por uma fresta do pacote, puderam ver que se tratava de uma xícara, e uma xícara muito fina! Contou a vassoura o que escutou de manhã (quando estava varrendo a sala): Dna Elizabeth falou tratar-se de uma relíquia, uma xícara antiga que foi de sua avó e que agora estava passando para a sua filha, que certamente ficaria comovida com o presente.

Isto deixou todos curiosos e começaram a correr para poder ver também. Logo começou um “empurra-empurra” em volta do pacote. Como uns estavam bravos com os outros, a educação ficou de lado, um puxava o pacote para um lado, outro para o outro até que a tragédia aconteceu: o pacote se estatelou no chão e a xícara quebrou.

Todos ficaram desesperados e começaram a colocar uns a culpa nos outros. Os mais antigos começaram a chorar com medo de que Dna Elizabeth, irritada, percebesse a bagunça da dispensa e resolvesse “se livrar” de alguns jogando-os no lixo. Veroca também começou a chorar com pena de Dna. Laura que era tão boa e não merecia isto. E nesta confusão a briga prosseguiu mais feia ainda.

De repente todos são surpreendidos com um som vindo de uma caixa que estava há muito tempo lá, mas que nunca havia se mostrado “com vida”. Chegando perto todos viram que se tratava de uma caixa de enfeites de Natal e que havia alguém batendo. Era o “Papai Noel”.

A bonequinha ficou super entusiasmada de receber Papai Noel “em pessoa” mas o espanador, que era muito rabugento, não foi da mesma opinião, ficou dizendo que tudo isso era invenção pois, Papai Noel não existia. As opiniões se dividiram, e agora todos discutiam, entre socos e pontapés se Papai Noel existia ou não.

Mas Papai Noel, deu um grito para que todos parassem e pediu a palavra:

- É uma vergonha vocês continuarem discutindo com um problema tão grave para resolver! E a xícara de Dna. Elizabeth que vocês quebraram? Como é que vai ficar isso?

Todos ficaram muito envergonhados e olharam para a caixa onde estava a xícara despedaçada que Dna Elizabeth tanto gostava.

A peneira furada, que se achava a mais inútil da dispensa, deu uma idéia:

- E se nós a colarmos?

As opiniões se dividiram, alguns achando que era a melhor solução, outros colocando muitos impecilhos: como achariam a cola? E se algum pedaço estivesse perdido? E outros ainda, diziam que não ficaria bom, Dna. Elizabeth logo perceberia que a xícara havia sido quebrada.

Veroca e o Papai Noel começaram a fazer uma votação procurando a solução. A opinião vencedora foi a de consertar a xícara. E os dois logo começaram a organizar o trabalho.

As bananas trigêmeas, que votaram contra a colagem, não queriam participar mas Papai Noel deu uma lição:

- Que coisa feia bananas! Tenho certeza de que, se vocês ganhassem, os outros iriam respeitar. É importante ter uma opinião e lutar por ela, mas quando esta opinião é vencida é preciso colaborar sinceramente com o que a maioria decidiu, sem se importar com o lado que estava anteriormente.

As bananas, vermelhinhas de vergonha, entenderam e começaram a participar.

E o serviço começou: a vassoura saiu em busca de convencer a cola, levando em sua garupa um tomate (que mesmo sendo de opinião contrária resolveu ajudar por ser o único que sabia onde a cola estava). Um grupo se reuniu para procurar os cacos e outro para juntar este quebra-cabeça. O coador de café (o mais fino de todos) se enfiou debaixo do armário para pegar a alça da xícara que lá estava, mas isto só foi possível porque o rádio, as pilhas novas e uma lâmpada iluminaram o local.

Até o biscoito francês, que dizia conhecer arte, perdeu a sua arrogância e ensinou o cotonete e a tinta a pintar algumas falhinhas da nova xícara dando os retoques finais.

Todo este trabalho seguia liderado pela bonequinha e “apaziguado” pelo Papai Noel, que sempre tinha palavras de estímulo a todos.

Quando tudo estava pronto, a xícara voltou a falar e emocionada agradeceu a todos, especialmente ao Papai Noel.

A bonequinha disse:

- Eu não falei que ele existia, ele é o próprio milagre do Natal.

- Que nada, quem fez tudo fomos nós. Graças ao nosso trabalho a xícara está pronta para Dna Elizabeth dar de presente. Aqui não tem milagre de Natal nenhum, falou o rádio rabugento.

Mas a bonequinha arrematou:

- É aí que está o milagre do Natal. É ele que motiva as pessoas a colaborarem umas com as outras, a encontrarem o que cada uma tem de melhor de si para dar para os demais, respeitando as diferenças, tolerando as deficiências e usando com proveito e humildade as suas habilidades. Papai Noel e o Natal têm esta magia, fazer com que cada um encontre e divida o amor que tem dentro de si.

Para comemorar tudo isso a bonequinha comandou uma grande festa de Natal, onde o rádio tocou muito alto as mais belas músicas de Natal, as bananas dançaram vestidas com roupas verde e vermelhas, a bonequinha e o pintinho fizeram um lindo dueto e o espanador vestido com uma casaca prateada declamou uma poesia de amor.

Amanda encontra-se em seu quarto lendo quando acontece uma ventania que faz voar todos os livros e, na próxima cena, ela se vê em uma floresta, dentro de um livro. Junto com ela aparece um velhinho (Papai Noel descaracterizado) que bateu a cabeça e parece ter perdido a memória.

Como ninguém sabe muito bem o que fazer resolvem andar pela floresta e encontram uma menina esbravejando, está brava com sua mãe porque esta a mandou visitar a vovó e ela queria brincar. Os dois conseguem convencer a menina a acompanhá-los e quando ela se levanta percebem que ela era Chapeuzinho vermelho. Ela havia mudado de idéia por causa do temporal que aconteceu, e se não fossem os dois, a história não se completaria.

Enquanto estão conversando com a menina, o velho passa perto de um lago na floresta e nas águas límpidas reflete a imagem do Papai Noel, porém ninguém percebe.

Na próxima parada eles estão no castelo da Cinderela e a festa não vai acontecer porque, com a ventania, sumiram os ingredientes e os empregados da cozinha. A única que restou não vai dar conta. Os dois, então, ajudam a cozinheira indo buscar ovos, pegando leite da vaca, cozinhando e na hora certa o jantar estava pronto. Eles assistem ao grande baile onde aparece Cinderela por quem o príncipe se apaixona.

Em uma das saídas de Amanda ela está sozinha e encontra a Rena do nariz vermelho que está procurando Papai Noel que se perdeu. Ela conta que na ventania também perdeu o seu colar de guizos. Em um momento, quando os dois estão na cozinha, o velhinho vai procurar algo em seu bornal e acha o colar de guizos. Então Amanda começa a desconfiar. Ele passa em frente a um espelho e a imagem que reflete é a do Papai Noel, mas nenhum dos dois observa.

Tendo resolvido a história da Cinderela, que não aconteceria sem a ajuda deles, eles andam pelo povoado e encontram Gepeto que quer ir embora porque não tem família, filho ou amigos. Os dois o convencem a ficar e usar sua habilidade de marceneiro para fazer um boneco. Gepeto fica feliz e diz que lhe dará o nome de Pinochio.

Gepeto começa a construir o boneco e tem alguma dificuldade, mas o velhinho começa ajudar e percebe que também tem muita habilidade para fazer brinquedos.

É quando o velhinho passa novamente em frente ao espelho e Amanda consegue ver um pedaço de sua bota. Liga os fatos do guizo encontrado, das habilidades como marceneiro e conclui que ele é Papai Noel que também havia sofrido consequencias com os efeitos da ventania.

Papai Noel sai em busca da rena que está atrelada ao trenó carregado de presentes e dá carona à sua amiga e salvadora Amanda, que afinal, também precisava voltar para casa.

Em uma bela noite de dezembro no Pólo Norte, uma fadinha pequena e sem experiência, chamada Lúcia, passeava pela redondeza fazendo mágicas para todos os lados. Fazia um pinheirinho virar abacaxi, pintou a neve de roxo, as renas viraram coelhos de Páscoa e assim por diante.

Até que apareceu sua mãe muito nervosa a sua procura. A fadinha, com medo das estrepulias que havia feito, entrou rápido na primeira casa que viu, e não era nada mais nada menos, do que a casa do Papai Noel!

Ela se escondeu dentro do armário dele e é claro que tinha que aprontar mais uma; deu vida a todas as roupas do armário.

Sua mãe que berrava a cada besteira nova que via e, como não encontrava Lúcia, resolveu apelar e fez uma mágica. Logo fogos de artifícios começaram a sair de dentro do armário indicando que Lúcia se escondia lá.

Assim Lúcia, muito envergonhada apareceu. Sua mãe pediu muitas desculpas à Mamãe Noela e começou a desfazer todas as mágicas da filha. Todos os abacaxis viraram pinheiros novamente, a neve voltou a ser branquinha, as renas pararam de comer cenouras e as roupas do Papai Noel, que estavam brincando de esconde-esconde voltaram pro armário.

Mas, espere! A mãe da fadinha não viu que a calça do Papai Noel estava atrás da porta! Assim, não desfez o seu encantamento e a calça continuou com vida. A calça brincou muito, correu por todos os lugares que sempre quis ir mas que Papai Noel não andava e, à noite, foi de novo para o armário dormir, pensando que agora poderia ir embora do Pólo Norte, para um lugar mais quentinho, pois a calça não gostava de frio!

Mamãe Noela estava vindo pro quarto e chegou a ver a calça entrando no armário, mas, pensou: “Isso tudo deve ser um sonho, quando eu acordar tudo vai estar como era antes” e resolveu dormir.

No dia seguinte Papai Noel, de banho tomado, estava pronto para continuar com a produção dos presentes, e foi até o seu armário para colocar sua roupa. Quando abriu a porta a calça acordou com a luminosidade vinda de fora, se assustou com o Papai Noel vindo em sua direção, deu um pulo do cabide, saiu correndo e gritando.

A Mamãe Noela quase desmaiou de susto com essa cena e o Papai Noel, que não sabia o que fazer saiu correndo atrás da calça. Quando chegou lá fora todos os anões, o pessoal da aldeia e até as renas estavam rindo: O Papai Noel estava de cuecas!!!
Ele entrou rápido em casa e disse: – Não posso sair sem minhas calças!

A Mamãe Noela também não sabia mais o que fazer e decidiu ir atrás da calça. Quando chegou no centro da cidade viu a calça no costureiro dando uma “aparadinha”, lendo o jornal e bebendo um suco.

A Mamãe Noela ficou furiosa, pronta para dar uma bronca nesta calça rebelde, mas antes que ela abrisse a boca a calça disse:
- Hei dona, essa saia tem telefone?
- O que você está pensando hein?! O seu lugar é no Papai Noel, ele não pode trabalhar sem calças! – disse a Mamãe Noela.
- Eu não quero nem saber, sempre vivi batendo pernas por aí sem nenhuma recompensa agora quero mais é viver minha vida.

A mamãe Noela, que não sabia mais o que fazer, voltou para sua casa. Papai Noel estava vestindo uma bermuda florida para ir trabalhar e resmungava:

- Aonde já se viu o Papai Noel de bermuda! Mamãe Noela, não tenho mais as mesmas inspirações para fazer os brinquedos para as crianças. O natal deste ano está falindo…buaaá

E o Papai Noel começou a chorar.

Mas a Mamãe Noela lembrou daquela fadinha, fazendo todas aquelas mágicas:
- Sabe, ontem apareceu uma fadinha aqui que fazia mágicas em tudo e pode ser que não desfez a mágica da sua calça. Será que você não tem em seus arquivos o endereço dela? Assim, poderemos falar com ela!

Papai Noel achou uma ótima idéia e foi logo procurar…

Lá na terra da Magia a pequena fadinha ajudava sua mãe a decorar a casa de Natal quando de repente batem à porta. Quando Lúcia foi abrir se depara com o Papai Noel na porta vestido de bermuda. Quando viu no calendário que ainda era 15 de dezembro, olhou para o Papai Noel com cara de indagação e falou:

- Você está meio adiantado, não é? Ainda nem arrumamos a casa. Volte dia 24!

Lúcia ia fechando a porta, mas Papai Noel disse:
- Não minha filha, vim aqui, pois o Natal não vai existir se você não desfizer a mágica que fez com minhas calças. Não consigo mais trabalhar, pois ela foi embora.

A fadinha começou a rir: – Isso é fácil de resolver Papai Noel eu te ajudo, mas com uma condição: Você deixa eu ajudar na sua fábrica de brinquedos por um dia?

- Claro, disse o Papai Noel.

E os dois voltaram para o Pólo Norte. Lá, eles passaram na frente de uma loja de roupas e viram a calça, tentando conversar com as peças da vitrine:

- Hei, pessoal, saiam daí, vamos embora, vamos dar uma volta em Copacabana.

- Chega de moleza! Falou a fadinha Lúcia, vá trabalhar!

A calça, sem escapatória, ajoelhou e implorou para a fadinha não lhe dar um castigo.

Então, Papai Noel disse à calça:

- Que vergonha! Logo você fazer isso comigo! Você que sempre viu a felicidade que eu proporciono para as crianças todo fim de ano. Trago paz, felicidade e esperança para todas as casas.

A calça ficou duplamente vermelha, uma porque já era vermelha e outra porque estava com vergonha: Eu sei disso Papai Noel, mas veja que a estrela da festa do Natal é você. Eu? Pobre de mim. Não valho quase nada, não sou importante, por isso, pensando não fazer falta, resolvi curtir a vida sozinha.

- Mas que bobinha! Na verdade eu não consigo nada disso sem você. Papai Noel tem que ter seu casaco e a calça vermelha, com o cinto, a bota e um saco cheio de presentes! Na verdade, eu de cuecas, só arranquei risadas das pessoas…

A calça começou a ficar orgulhosa.

- Olha, venha trabalhar – continuou Papai Noel- prometo que em janeiro vamos para Copacabana passear, tá bom?

A calça ficou toda feliz e foi logo dizendo:

- É, já estou com saudades das suas roupas, vamos logo voltar para casa!

A fadinha Lúcia desfez o encantamento.

Papai Noel vestiu suas calças e levou Lúcia para a fábrica. Lá, é lógico que ela fez um brinquedo voar ali, uma boneca dançar aqui, um carrinho subir na parede… Mas foram dias maravilhosos!
Dias de feliz espera da data mais linda do ano: o Natal!
SAMANTA DOHME

Material utilizado:- jornal
- cola branca
- bexiga
- copos plásticos descartáveis (2)
- tesoura
- pincel
- fita crepe
- tinta guache ( as cores utilizadas serão vermelho, preto, amarelo e branco)
- algodão
- papel cartão

1- corte os copos descartáveis na parte de baixo como mostra a figura .

2 – Encha a bexiga e cole com fita crepe nos copos como mostra ao lado

3- Corte fitas de jornal de cerca de 3 cm x 10 cm.

Misture a cola branca com água na proporção 1:1 (por exemplo 50ml de cola branca para 50ml de água).

Com o pincel passe a mistura de cola na bexiga, cole o pedaço de jornal e depois passe a cola em cima de novo. Uma camada só de jornal não é suficiente, pois irá ficar muito fino, coloque várias camadas

4 – Quando estiver muito molhado, espere um pouco para a cola secar e depois continue colando, até atingir mais ou menos a espessura de 4mm. Quando alcançar esta espessura fure a bexiga, você verá que a estrutura está pronta

5- Passe uma camada de tinta branca depois que a cola estiver seca para esconder os detalhes do jornal. Quando secar passe a tinta vermelha, deixando um espaço para o cinto, como mostra a figura

6- quando estiver seca a tinta vermelha, comece a fazer os detalhes. Pinte o cinto, deixando um espaço para fazer o passante vermelho da calça.

7 – Passe cola na base da calça e grude algodão . Corte em um papel cartão amarelo a fivela do cinto e cole.

8- pinte a parte de dentro de branco ou vermelho e revista depois de seco com um guardanapo ou um pano para colocar os doces e pronto!!

O RESULTADO.

Referência:

http://www.editorainformal.com.br

Datas comemorativas – Natal

Republico aqui as postagens do ano de 2007 que não vieram quando o blog foi migrado

O enfoque é para o Natal…

Áreas: Língua Portuguesa, Artes e Música

Participantes: Alunos já alfabetizados

Objetivos:

• Compreender a importância do verdadeiro sentido do Natal – O nascimento de Jesus para a humanidade – através da participação de atividades alegres e espontâneas, enfatizando um ambiente festivo, perceptivo a solidariedade e amor ao próximo.

• Incentivar o aluno a vivenciar o amor e o respeito pelas pessoas, valorizando a convivência familiar e com o próximo.

Sugestão de Atividade 1:

Incentivar os alunos para a construção de um presépio onde eles mesmos façam (em argila, ou recorte e colagem) as figuras típicas — Maria, José e o Menino, a manjedoura, o anjo e a estrela, o boi e o burro, os carneirinhos, os três reis magos.
Devem também produzir sua própria figura, isto é, eles serão um dos personagens do presépio, indo visitar o Menino-Deus, levando uma mensagem; agradecendo alguma coisa do ano que passou ou solicitando algo para o ano que virá. Agradecerá por suas aprendizagens e processos, por suas médias, por seus professores e colegas, pelas festas da escola, os campeonatos etc., ou pedirá por sua aprendizagem etc.,etc., mas de forma detalhada, tendo assim oportunidade de rever seu desempenho e suas relações humanas durante o ano que passou, ou de organizar planos para o ano seguinte. O professor, ao ler o trabalho, conhecerá muito mais sobre seu aluno, seu auto-conceito, seus anseios e medos, suas emoções.
As composições ficarão numa cestinha, aos pés do presépio, ao alcance de quantos queiram lê-las.

Sugestão de Atividade 2:

Numa 1a aula o professor deve apresentar à classe algumas canções natalinas para audição seguida de comentários e interpretação. Na 2a aula propõe aos alunos que se agrupem aos pares para compor uma canção, letra e melodia. Obtidos os textos o professor deve xerocá-los e distribuir a todos para que na 3a aula os alunos possam acompanhar os colegas, quando dois a dois, eles apresentarem suas canções. A melhor canção, escolhida pela própria turma, poderá receber um prêmio. É interessante montar um livro com todas as canções e se possível gravar 1 CD ou fita cassete com as melodias.

Sugestão de Atividade 3:

Recolher alimentos, roupas e brinquedos para ceder aos mais necessitados, fazendo assim um Natal solidário. É importante que os alunos sejam estimulados a escreverem cartas às pessoas que se encontram sós, que sofrem tribulações. Por exemplo, os presidiários de uma certa casa de detenção, os velhos de um asilo, as crianças de um orfanato etc. As mensagens falarão de fé, esperança, e quem sabe, levarão promessas de apoio e ajuda.

DICAS DE ENFEITES:



ENFEITE- bota- colagem de retalhos de papel laminado e alinhavo


CARTÕES


ENFEITES OU LEMBRANCINHAS FEITOS EM EVA


Bonecos de neve que viram porta retrato!!!
Basta fazer os bonecos e na barriga cortar um círculo onde a foto ficará.
O contorno dos bonecos deve ser cortado duas vezes para que a parte de trás fique fechada e bem acabada!


Este Papai Noel é muito fofo e fica lindo para decorar nossas Árvores de Natal…
Olhando este modelo dá pra fazer muitos outros com enfeites diferentes.
Para pendurar,use a fita de tecido.


Lindo Boneco de Neve para decorar a maçaneta da sala de aula!!!


Ursinho todo em EVA com detalhes pintados.A novidade é o EVA Plush que dá um efeito lindo fazendo com que o ursinho pareça bem real.Esse EVA é encontrado nas lojas especializadas.
Para que a peça fique bem acabada,temos de riscá-la na parte de trás desse Plush.
Os ursinhos ficam lindos como arranjo de porta!


Meias de EVA ou tecido para a porta da sala de aula. Colocar uma para cada aluno com o nome. Podem ser removidas da placa, assim a professora poderá fazer a chamada do dia usando as meias!!!


Que tal decorar a árvore da escola com as fotos dos alunos dentro desses alegres bonecos de neve?


Aula de artes divertida!!! Use o molde das mãos dos alunos para confeccionar este fofo Papai Noel!


Esse boneco de neve foi feito com pratinhos de papelão.
Um dica bem simples e barata para darmos aos nossos alunos no final do ano.
Um dica é pintar os pratinhos com tinta branca. Se fizermos com pratinhos de plástico também ficará legal!


Sabe aquelas sacolinhas de papel? Dá para enfeitá-las usando estas dicas: Forre as sacolas com papel fantasia nas cores indicadas na foto. Depois é só colocar os detalhes. Outra dica é pintar a sacola de vermelho e depois ir colando os detalhes de papel ou EVA. O babadinho da sacola feminina pode ser feito com papel crepom.


Usar EVA, cola glitter alto relevo para dar um efeito mais leve e colocar fitinhas vermelhas para que as peças possam ser penduradas.


Estas estrelas ficam lindas na Árvore de Natal ou mesmo penduradas na porta.
É bem simples de fazer. Pode-se utilizar EVA ou até camurça.


Essa garrafa pet de 500 ml se transformou em um lindo porta doces. Na parte de trás, há um corte para colocar doces, balas, etc.
Uma dica: Antes de pintar, é necessário passar em toda a garrafa a BASE PARA ARTESANATO, encontrada em casas especializadas. Somente depois de seca é que se pode aplicar a tinta. Usar guache se a tinta foi manuseada pela criança.


As estrelas de papel também podem ser penduradas por toda a classe. O bater do vento as fazendo girar dá um visual bem alegre.


Cada criança pode fazer uma estrela para decorar o quadro. Fica uma graça! São atividades que eles adoram! É uma ótima oportunidade para que façam em grupo dividindo o material e trocando idéias.

Referências

http://artepedagogica.blogspot.com/

http://paixaodeeducar.blig.ig.com.br/

http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/ -

http://aprendizarteatelie.blogspot.com/

Amigos Professores,

Tenho recebido vários e-mails requisitando os moldes dos enfeites de Natal.
Infelizmente não há como atendê-los uma vez que os mesmos são extraídos dos sites relacionados nas Referências.
Os que apresentam “moldes” são repassados, mas os que não trazem não tenho como fazê-los, porém sugiro o seguintes:

- clique com o mouse na foto e ela abrirá numa outra janela
- em seguida clique com o botão direito do mouse sobre ela e escolha a opção “copiar”
- abra o Word e com o botão direito do mouse escolha a opção “colar”
- feito isso clique com o botão esquerdo do mouse sobre foto. Aparecerão quadradinho nas extremidades da foto. Clique com o mouse no quadradinho de uma das pontas e sem soltar do mouse o arraste. A foto ficará com o tamanho aumentado. Opte pelo tamanho desejado lembrando que a folha do Word corresponde ao tamanho de uma folha de sulfite. Em seguida imprima. Assim você poderá tirar o molde copiando cada um dos itens e poderá usar e abusar da criatividade.
Espero tê-los ajudado.
Abraços
Cybele

PAPAI NOEL VERSÁTIL


Poderá ser enfeitado e aplicado em sacolinhas, guirlandas ou até mesmo como enfeite da Árvore de Natal.

CARTÃO DE NATAL

Modelinho de cartão para fazer a brincadeira do amigo secreto entre os coleguinhas de sala. Poderá ser feito também a troca de cartões confeccionados por eles. É uma experiência com ótimos resultados.

Caprichem no bom velhinho!

Bola de Natal enfeitada

Utilizando a bola tradicional de Natal você poderá montar o anjinho em papel ou EVA

Enfeites variados

RENA DIVERTIDA

Pode ser feita em feltro, papel ou EVA

SÍMBOLOS NATALINOS

CONTAGEM REGRESSIVA

GUIRLANDA

CESTA PAPAI NOEL

A cestinha é de vime, espuma, arame e feltro.
Os olhos são articulados, a boca é pintada com tinta para
tecido vermelho e o cabelo feito de algodão.
Fica lindo para colocar balas.

FANTOCHE PAPAI NOEL

Papai Noel excelente para contar histórias de Natal. O corpo é confeccionado em TNT vermelho e a cabeça e mãos em EVA.

PAPAI NOEL ENFEITE

Todo confeccionado em EVA

ÁRVORE DIVERTIDA

Toda de EVA e para os enfeites use botões coloridos.

ESTRELA NOEL

Feita em EVA vermelho. Os detalhes pretos são de camurça. O babadinho branco é de crepom e as pintinhas de tinta plástica branca.

ÁRVORE DIFERENTE

Faça um cone de papel carmim verde. As crianças deverão fazer bolinhas de crepom. Cole-as na árvore e entrelace-a com fita natalina.

PAPAI NOEL

Palitos de sorvete, guache, olhos articulados, rosto e detalhes em EVA

BONECO DE NEVE

Utilizar palitos de sorvete, olhos articulados e detalhes em EVA

JOGO DA VELHA NATALINO

Tabuleiro de palitos de sorvete, divisórias de sianinha vermelha, Rena e Papai Noel de EVA.

Projeto Natal

Justificativa
É chegado mais um Natal, todos comemoram o nascimento de
Jesus. Este projeto surgiu para mostrar o verdadeiro sentido do
Natal.
A Igreja Cristão adotou a festa a partir do séc. IV, usando a
justificativa de que Cristo é,
segundo a Bíblia, o “Sol da Justiça”.
O fato central da comemoração do Natal é que Deus deu a todos
nós o seu filho, para que fossemos salvos por Ele. Portanto o
verdadeiro Natal é dar, amar, viver para Deus. Natal é Jesus
nascendo cada dia nos corações de todos nós.

Objetivos

- Compreender a importância do Nascimento de Jesus
para a humanidade.
- Incentivar o aluno a vivênciar o amor e o respeito pelas pessoas,
valorizando a convivência familiar e com o próximo.
- Despertar nos alunos o verdadeiro sentido do Natal através da
participação de atividades alegres e espontâneas, enfatizando um
ambiente festivo, perceptivo a solidariedade e amor ao próximo.

Atividades

- Pesquisar sobre os símbolos de Natal( Estudo Histórico)
- Confeccionar cartões de natal ( mensagens)
- Preparação de natal para necessitados ( Natal Solidário)
- Montar cestas de natal para um asilo ou orfanato
- Teatro de Natal, confeccionar cartões, lembrancinhas,
e montar presépio e painel.

Metodologia

- Discussão em sala de aula sobre o assunto
- Aulas no laboratório de Informática
- Recursos Materiais
- Cartazes
- Cartões para confecção de um painel de natal
- Mensagens natalinas para os professores
- Material para montagem
- Material para cenário do teatro Avaliação
- Acontecerá após a culminância do projeto.

Referências

http://blog.orolix.com.br/blog/ensinandobrincando/

http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/

http://espacoparasonhar.blogspot.com/



Amigos Professores,
O Natal, com certeza, será comemorado em grande estilo.
Relacionei mais algumas idéias. Há vários moldes.
Então mãos à obra!
Bjs
Cybele

BONECO DE NEVE
O boneco de neve pode ser feito tanto em papel camurça branco e preto quanto em EVA. Você poderá encapar uma caixa comum ou até mesmo uma caixa de leite fazendo uma abertura na sua parte mais larga e montar o boneco de neve. As bochechas rosadas podem ser feitas com blush e o nariz com massinha laranja colado com cola branca.

PAPAI NOEL

Este Papai Noel pode ser feito de papel carmim vermelho, camurça branca, camurça verde, camurça marrom e camurça cor de pele ou EVA nas mesmas cores.
O Papai Noel deverá ser colado com cola quente, do lado de trás da caixa como se estivesse abraçando-a. Somente os pés é que são colados na parte da frente da caixa.

SACOLINHAS DE RENAS

Encape as sacolas com papel de cor neutra e monte as renas.

JOGO AMERICANO BONECO DE NEVE

Pode ser feito em EVA e a parte central de cortiça. O cachecol pode ser feito com fita de Natal e os braços (galhos) com EVA marrom

GUIRLANDA

Pode ser feita em papel cartão ou EVA. Use fitinha para pendurar

CALENDÁRIO NATALINO

Cada dia do mês de dezembro a criança cola uma bolinha de algodão no dia correspondente.

PAPAI NOEL PARA ENFEITAR A ÁRVORE

Pode ser feito tanto com papel camurça quanto EVA.

MOLDE

SACOLINHA PINGÜIM

MOLDE

ENFEITES DE NATAL

Podem ser feitos tanto em papel quanto em EVA. Se fizer em EVA use cola quente.

MOLDE DUENDE

MOLDE PAPAI NOEL

JOGO AMERICANO DE PAPAI NOEL

Pode ser todo feito em tecido ou em EVA. Existe EVA estampado.

MOLDE

PAPAI NOEL PORTA GULOSEIMAS – DOBRADURA

MODELO DA DOBRADURA

ENFEITES PARA O PRESÉPIO DE DOBRADURA

MODELOS DAS DOBRADURAS:
1º Árvore de Natal e Papai Noel
2º Rena
3º Sino

ENFEITES PARA A SALA DE AULA

Feito com cartolina e papel crepom

PARA PENDURAR NA ÁRVORE

MOLDES PARA RECORTAR E COLAR EM FORMA DE CONE

MÓBILE PAPAI NOEL

MOLDE 1

MOLDE 2

ENFEITE DE PORTA

ÁRVORE DE BONECOS

CORAL DE NATAL

MOLDES

PINHEIRINHO DE NATAL

MOLDE 1

MOLDE 2

Lembrancinha em EVA para colocar no lápis

Pingüim de EVA para colocar foto, fica lindo e pode ser uma ótima lembrancinha de fim de ano!

RENA DE CAIXA DE SAPATO

Esta rena ficou uma graça e é muito fácil de fazer, basta encapar uma caixa de sapato com papel marrom fazer a cabeça e as pernas de papelão ou outro papel duro.

ENFEITES PARA ÁRVORE DE NATAL

Podem ser feitos com papel de presente decorado

BONECO DE NEVE

É feito com copinho descartável e você poderá encher de balinhas ou qualquer outro doce. O boneco pode ser feito tanto de cartolina quanto de EVA.

ENFEITE DE ÁRVORE – BONECO DE NEVE

Pode ser feito tanto em cartolina quanto em EVA. A bochechinha pode ser colorida com blush de maquiagem. Você pode variar o chapeuzinho.

MODELO

CESTINHA

MODELOS PARA PINTAR

Referência:

http://cantinhoalternativo.blogspot.com/

Datas comemorativas – Halloween

Veja as publicações dos anos anteriores:

Halloween – 2009

Halloween – 2008

Halloween – 2007 (Veja abaixo)

31 DE OUTUBRO – DIA DAS BRUXAS

Halloween ou Dia das Bruxas é uma festa típica da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá que acontece tradicionalmente todos os anos, no dia 31 de outubro.
À noite, crianças e adolescentes, vestidos com fantasias de fantasmas, bruxas, múmias, drácula, duendes, gnomos, entre outras criaturas, e carregando abóboras iluminadas com velas, praticam o mesmo ritual: bater de porta em porta, pedindo doces aos moradores.
Aqui, a festa já entrou para o calendário, sendo promovida, principalmente, pelos cursos de língua inglesa.

ORIGEM
O Halloween foi criado pelo povo celta, que viveu nas Ilhas Britânicas cinco séculos antes de Cristo. Eles inventaram a festa para marcar o fim oficial do verão, o início do ano novo, o término da última colheita, a renovação das leis, retorno dos rebanhos e armazenamento das provisões para o inverno.
A festa tinha vários nomes como Samhain, Samhein, La Samon e Festa do Sol. Mas o que prevaleceu foi Halloween, adaptada de “All Hallows Eve”, que significa véspera do Dia de Todos os Santos, comemorado em 1o de novembro.
Para o povo druída, Samhain marcava o fim do verão com direito a um festival em sua homenagem, conhecido como Festival Druida de Samhain, comemorado em 31 de outubro.
Segundo a lenda, as almas dos que morreram ao longo do ano voltavam para tomar os corpos dos vivos no ano que se iniciaria. Um dos rituais mais marcantes da festa eram as fogueiras acesas nas casas durante as comemorações. Os vivos que não queriam ser possuídos apagavam o fogo para que o local parecesse ser frio e indesejado, além de se vestirem com fantasias de criaturas assustadoras e desfilarem na vizinhança para afugentar os espíritos que vagavam.

TRICK OR TREAT
Originária da Irlanda, a frase traduzida significa “travessuras ou gostosuras” e é falada pelas crianças e jovens no momento em que pedem doces na vizinhança.
Quem for solicitado, deve separar as gostosuras numa sacolinha, caso contrário uma travessura pode estar por vir. Ou seja, dê um treat para não ganhar um trick.
Nos Estados Unidos, também é comum não só a troca de doces e guloseimas como de presentes entre os amigos na noite de Halloween.

EM ALGUNS PAISES
Na Irlanda, as crianças também iam de casa em casa pedindo alimentos para comemorar a noite de Halloween, sempre em nome da deusa Muck Olla. Tradição que se repete na Inglaterra, Estados Unidos e Canadá, sendo até hoje festejada nestes e em outros países.
O Dia das Bruxas é uma festa alegre e divertida que conta também com a participação dos adultos. Eles enfeitam casas, lojas, escritórios e ruas com cores (preto, lilás e roxo) e temas (fantasmas, múmias, caveiras, bruxas, abóboras, gato preto, caixões, drácula, duendes, gnomos) que lembram assombração.
Quando foram introduzidas nas cidades norte-americanas, as brincadeiras do Halloween eram consideradas violentas. Jovens quebravam janelas e cercas das fazendas, causando prejuízos aos proprietários. Com o passar dos anos, a festa passou a ser comemorada de modo saudável, sem episódios de violência.
No Brasil, a noite de Halloween é lembrada já na segunda quinzena do mês de outubro pelos cursos de inglês, bares, restaurantes e boates que, geralmente, promovem festas e happy-hours para homenagear a data.

LENDA DA ALMA PENADA
Além das bruxas e do gato preto, outro símbolo muito comum nas festas de Halloween é Jack O’Lantern, personagem de origem céltica, representado por uma abóbora com um rosto esculpido e uma vela iluminando seu interior.
Uma lenda irlandesa diz que num certo dia 31 de outubro, um homem alcoólatra e agressivo chamado Jack bebeu demais e o Diabo descera à Terra para levar sua alma. Jack, então, pede a ele para deixá-lo viver, além de mais um copo. O Diabo cede mas Jack não tem dinheiro para pagar e implora para que ele se transforme em moeda. O Diabo concorda e minutos depois, Jack vê a moeda, guardando-a em sua carteira. Só que o fecho tem o formato de uma cruz, fazendo com que o Diabo suplique para sair. Jack, então, resolve propor um trato: libertar o Diabo e ficar vivo por mais um ano. O Diabo não tem como não aceitar e concede o pedido a Jack, que resolve mudar seus hábitos, passando a ser menos violento com sua família.
No ano seguinte, exatamente no dia 31 de outubro, o Diabo volta e reclama por sua alma. Jack o convence a pegar uma maçã numa árvore próxima e sem que ele perceba, risca uma cruz no tronco com um canivete. O Diabo foge e promete só retornar dez anos depois. Mas Jack não aceita e diz que só irá libertá-lo se ele nunca mais aparecer. O Diabo concorda mais uma vez.
Um ano se passa e Jack morre. Ao entrar no céu, é barrado, tendo que se dirigir ao inferno, onde sua entrada não é permitida pelo Diabo. Mesmo assim, ele fica com pena da alma de Jack e lhe oferece um pedaço de carvão que ele usa para iluminar um nabo esculpido em forma de lanterna. Ela vai iluminar os caminhos do espírito de Jack. Daí o nome Jack O’Lantern, uma alma errante vagando pelo mundo dos vivos

AS ABÓBORAS
Conta a lenda que na festa de Samhain, as fogueiras das casas eram acesas a partir das brasas de uma fogueira sagrada. Para levar a brasa, os moradores usavam um nabo como se fosse um lampião. Daí, os irlandeses, assim como Jack, passaram a esculpir nabos e também beterrabas e usá-los como lanternas ou lampiões.
Quando emigraram para a América, não encontraram nabos e beterrabas em grande quantidade, tendo que trocar por abóboras. Desde então, fazem parte da decoração nas noites de Halloween. Elas também representam as almas dos mortos, segundo a lenda de Samhain.

IDÉIAS PARA ENFEITAR A CLASSE

Fantasminha pode ser para decorar a sala ou pode ser feito um para cada criança. Pode ser confeccionado em EVA ou papel cartão.
Colar atrás um pirulito ou doce.

Aranha é feita de pratinho de papel. Deve ser pintada, cortada ao meio e costurada dos lados.
Depois de pronta, colocar pirulitos ou balas dentro e pendurar na porta da sala para que as crianças peguem ao irem embora para casa


Pode ser feito como lembrancinha, como porta-retrato utilizando a foto da criança.

Sacolinhas podem estar cheias de balas e brinquedos. Podem ser confeccionadas e enfeitadas com papel.

Bruxinhas de EVA

DESENHOS PARA PINTAR

CAIXA SURPRESA

Molde

ABÓBORA

Molde

Referências

http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/halloween/home.html

http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/

http://www.kadike.com.br

http://www.qdivertido.com.br/vamosbrincar.php

Projeto para o Dia das Bruxas

Fonte: Editora Informal

A bruxa Horrilda estava toda confiante com a chegada do Halloween. Iria montar muitas abóboras horrorosas e com elas assustar todo o mundo! Mas para a sua surpresa as abóboras e demais vegetais sumiram do mercado! E sabe por que? As crianças não comem mais vegetais e os vendedores resolveram esquecê-las. Mas Horrilda têm uns amigos na fazenda que e irão ajudá-la. Leve seus alunos a este passeio: ajude Horrilda montar sua abóbora e ensine às crianças um pouquinho sobre o valor nutritivo dos vegetais.

Neste mês comemoramos o Halloween, o mês das bruxas! E todos nós queremos participar, fazendo lindas abóboras e ir de casa em casa assustar todo mundo! Mas há um problema, está existindo uma grande falta de abóboras e vegetais na cidade, isso porque, as crianças não gostam de vegetais, sendo assim, legumes e vegetais não estão mais sendo vendidas nas feiras e supermercados.
Para resolver o problema, a Bruxa Horrilda convidou todas as crianças a procurar a Super Bruxa Feiózoca. Pois como ela é muito experiente, foi escolhida para resolver este caso! Ela aconselhou procurar a fazenda da Bruxalândia , onde todos poderiam colher o material necessário, podendo, assim, participar do concurso da mais Bela Abóbora!
A visita à Bruxalância será composta de pequenos jogos e atividades, todos relacionados a questões de plantações de verduras, vegetais e ervas, que poderão ser feitos na quantidade e na ordem que o educador preferir.
A seqüência de jogos será aplicada pela “Bruxa Horrilda” que será o educador ou animador que conduzirá a atividade. Se este tiver espírito festivo poderá se fantasiar de Bruxo e isto será muito bem aceito pelas crianças. Apenas um chapéu de bruxa na cabeça também ajudará a animar a brincadeira.
No caso do educador não achar conveniente usar fantasia ele poderá se dirigir a “uma bruxa imaginária”, como se ela tivesse pedido que tal coisa fosse feita e o professor está agora transmitindo aos alunos.

Narração: A entrada na Bruxolândia somente será permitida às crianças que conhecerem sobre vegetais. Assim a “Bruxa Horrilda” pede que seja aplicado um “teste”:

Preparação: Providencia-se pequenos pedaços de vegetais crus (um para cada aluno) de 10 qualidades diferentes. As crianças colocam-se em círculos, sentados no chão e com os olhos vendados.

Desenrolar: Colocam-se os pedaços de vegetais um a um na boca das crianças observando-se sempre a mesma ordem. No término, os alunos abrirão os olhos e tentarão fazer uma lista de vegetais que comeram. Para ficar mais fácil, os alunos podem ser divididos em equipes (de 4 ou 5 alunos cada uma) para tentarem resolver juntos esta tarefa.

Explicação: No final a “Bruxa Horrilda “, irá explicar a importância de ter-se uma alimentação equilibrada rica em proteínas, fibras e vegetais, e como estes últimos têm um grande valor nutritivo.

Narração: Para se fazer o nariz das abóboras o ideal é uma boa cenoura. Feiozóca leva a “turma” para conhecer uma plantação de cenouras. O fazendeiro não é “de muitos amigos” e não quer dar, nem tampouco vender algumas cenouras. A Bruxa consegue finalmente convecê-lo dizendo que os meninos irão ajudá-lo na plantação.

O fazendeiro é muito exigente é ficará controlando a operação, se as sementes não forem colocadas corretamente nas covas, o fazendeiro fará os meninos retirá-las e começar tudo de novo até que fique do jeitinho que ele quer.

Preparação: As crianças devem ser divididas em quatro equipes com igual número de participantes*. Estas equipes participaram do jogo em forma de revezamento e para isto devem ficar em fileiras uma ao lado da outra atrás de uma linha demarcada no chão para ser a linha de partida.

Na frente de cada fileira marca-se, com giz, uma cruz no chão distante uma da outra 1 m, em cima de cada marca colocam-se “três sementes de cenouras” na verdade, três pedrinhas. Na frente das sementes enfileiradas terão três círculos de cerca de 30 cm de diâmetro, que serão as covas, estes círculos também estarão distantes um do outro cerca de 1m. O desenho ao lado mostra como deverá ser preparado este jogo.

Desenrolar: A primeira criança de cada fileira sai em direção às sementes, pega cada uma delas e coloca, uma por uma nas covas, de forma que cada cova fique com uma semente plantada. Feito isso ela corre na direção de sua equipe e lá chegando bate na mão do próximo elemento. Como o fazendeiro não ficará contente com a forma que as sementes foram plantadas, o próximo elemento deverá, após Ter sido tocado na mão pelo seu antecessor, correr e pegar cada uma das pedras nas covas e na volta colocar cada uma nos seus lugares respectivos, marcados com o “x” no chão. De volta a sua equipe bate na mão do próximo elemento de sua equipe que sairá correndo e colocará as “sementes” novamente na cova. Estas operações, de plantar e “desplantar” serão feitas sucessivamente até todos os elementos da equipe tenham jogado.

Vence a equipe que terminar primeiro e com todos os seus elementos sentados.
O fazendeiro finalmente fica agradecido pela ajuda das crianças e da uma cenoura para cada uma delas.

* No caso de não ser possível ter o número igual de participantes para cada equipe, pode-se resolver facilmente a situação fazendo com que o primeiro aluno da equipe que tem um elemento a menos jogue duas vezes.

A dobradura do sapo está disponibilizada no www.editorainformal.com.br/atividades/atividades-set.htm

Os cabelos das abóboras são feitos de leguminosas, que podem ser agrião, chicória ou mesmo alface. Começando, portanto, por eles a “Bruxa Horrilda” leva todos para o primeiro canteiro, que é de alface.
Lá chegando percebem que o Espantalho que deveria estar tomando conta do canteiro de alfaces abandonou o seu posto. Pesquisando a bruxa percebe que a razão disso é porque a horta esta infestada de passarinhos que não param de bicar e comer todas as alfaces. Isto está deixando o espantalho louco por não conseguir defender o seu pedaço.
As crianças serão convidadas para ajudar o Espantalho. Mesmo porque elas precisam comprar as alfaces para montarem as suas abóboras e quem as vende é o Espantalho fujão.
Preparação: As crianças devem ser dividias em quatro equipes, para cada uma delas dá-se o nome de uma cor, por exemplo: vermelho, azul, verde e amarelo. Se for possível amarra-se uma fita da cor da equipe no braço de cada um dos membros da equipe.
Delimita-se uma área para desenvolver-se o jogo, que poderá ser uma parte de uma quadra poliesportiva. O importante que esta área seja quadrada. No centro de cada um dos lados da quadra coloca-se um “gol”, que será o ninho do passarinho.

Este gol pode ser feito com duas travas ou dois marcos distante 1m um do outro (dois tijolos, por exemplo). Desta forma haverá um gol para cada equipe e, para marcar esta propriedade, coloca-se uma fita na cor da equipe em cada um deles.
Providenciam-se bolinhas de ping-pong na razão de uma bolinha por participante. Estas bolinhas ficarão dispostas aleatoriamente pelo campo.
Será bastante interessante ter um juiz em cada ninho (gol). O jogo não utilizará goleiros.

Desenrolar: As crianças deverão espantar os passarinhos assoprando, pois são encantados e esse é o único meio de espantá-los. Além do mais o espantalho não gosta que os maltratem. , por isso quer levá-los de volta ao seu ninho, o grupo que terminar primeiro ganhará o jogo e as alfaces de graça!


Perfume de bruxa
As bruxas também gostam de andar bem perfumadinhas e fazem os preparados em seus grandes caldeirões pretos. Muitas vezes elas utilizam de ervas que encontramos na fazenda.Um exemplo é o perfume que a Horrilda vai ensinar às crianças:

Você precisará de:• Um punhado de alecrim
• 1 copo de água
• 4 colheres de álcool

Modo de preparo:
Juntar o punhado de alecrim ao copo de água e levar ao fogo até ferver. Deixar em ebulição por cerca de 5 minutos. Deixar esfriar. Filtrar o chá em um filtro de papel próprio para café. Adicionar ao chá filtrado as 4 colheres de álcool. Colocar em um vidro, fechar bem e usar após o banho.
Enquanto se espera o chá ferver e esfriar pode-se fornecer algumas informações sobre o alecrim:
O alecrim é uma planta bonita de folhas pontudas parecidas com aquelas do pinheirinho de Natal e muito cheirosa.
Ela é usada como tempero na cozinha: É usada como tempero nas carnes de peru e frango e é de uso obrigatório na cozinha portuguesa.
Como cosmético: usado nos cabelos para torná-lo cabelo brilhante e sedoso, ferver suas folhinhas em uma panelinha aberta retira todos os odores da cozinha, pode ser usada embrulhada em lencinhos dentro das gavetas e armários e deixará a roupa cheirosa.
Como remédio: dor de cabeça, para melhorar o funcionamento dos rins e facilitar a digestão.
Para plantar um pé de alecrim basta retirar uma mudinha de uma planta adulta. Ela cresce com muita facilidade em qualquer tipo de solo, prefere os lugares ensolarados. Fica com aproximadamente um metro de altura e permanece verde o ano todo.

Ainda para fazer cabelos diferentes para as abobóras os meninos chegam à Horta do Mago Hérbaloso Meticuloso e ele irá explicar a todos que as ervas são um método natural de fazer alguns remédios, que em forma de chás e pomadas, são utilizados desde o começo dos tempos.
Um pouco de história:
Alguns papiros datados de 1550 ac mostram que os egípcios usavam ervas na medicina, na cosmética e na culinária, mas principalmente para embalsamar corpos.
A Índia atingiu o apogeu do uso de ervas ao ponto de ser a motivadora das frotas europeias lançarem-se ao mar em busca de temperos e especiarias… Da Índia vieram a babosa, o cravo, a canela, a pimenta e o gergelim.
Até hoje as pessoas costumam Ter hortas caseiras para soluções na área da cosmética e medicinal, por exemplo:

Para os cabelos
Camomila: para clarear
Sálvia: para escurecer
Urtiga: para combater a queda
Alecrim: para fortificar
Salsa: para estimular o crescimento

Para perfumar:
Camomila, gerânio, lavanda e calêndula

Medicinal
Para a digestão: Alecrim, camomila, hortelã, melissa e tomilho
Calmante: Hortelã, sálvia, manjericão, calêndula
Tosse: Aneto, camomila, confrei, hortelã, manjericão, xarope de
agrião, xarope de guaco

Temperos mais famosos
Orégano, manjericão, hortelã e alecrim

Seria muito interessante se um colaborador fizesse o papel do Mago Herbaloso Meticuloso e após dar a explicação acima tivesse a sua disposição alguns vasos com pequenas amostras das ervas citadas.
Uma explicação sobre o nome científico de cada uma das ervas poderá ser reforçada com a aplicação do seguinte jogo.


Jogo de forca na horta

Allium shoenosprasum cebolinha
Aloe Vera Babosa
Anthemis nobilis Camomila
Coriandum sativum Coentro
Melissa officinalis Erva cidreira
Ocimum basilicum Manjericão
Rosmarinus officinalis Alecrim
Rumex scutatus Azedinha
Ruta graveolens Arruda
Symphytum officinalis Confrei

No quadro negro ou em um cartaz, fazer vinte e dois tracinhos, uma vez que a maior palavra desta lista tem vinte e um caracteres e um espaço.
_ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _ _
Dividir os meninos em quatro equipe e escolher uma palavra da lista

Desenrolar:

Cada equipe poderá dizer uma letra que acredita faz parte da palavra escolhida pelo “MAGO”. O coordenador do jogo (O Mago ou a Bruxa Horrilda) irá verificar se a palavra que ele escolheu possui a letra falada. Em caso positivo, colocará a letra sobre o risco correspondente a posição que a letra possui na palavra.
Vamos supor que a palavra escolhida foi:
M E L I S S A O F F I C I N A L I S

E a letra falada pela equipe foi N, assim esta letra será colocada na posição:

__ __ __ __ __ __ __ __ __ __ __ __ __ __ N __ __ __ __ __ __ __

Se a letra aparecer duas vezes ela será colocada somente uma, sendo necessário que as crianças a mencionem novamente para ser outra vez colocada.
As linhas terão sempre os vinte e dois espaços independentemente do seu comprimento. Ficando simplesmente em branco a fim de não serem indicativos da palavra escolhida.
As equipes uma a uma vão dando palpite sobre as letras e estas vão sendo colocadas nos lugares correspondentes quando estiverem presentes na palavra escolhida.
Quando um número razoável de letras for colocado já será possível as equipes adivinharem a palavra que foi escolhida pelo coordenador do jogo. Assim cada equipe poderá arriscar um palpite, mas isto somente poderá ser feito na sua vez de jogar e mesmo assim, somente quando tiverem mencionado acertadamente uma das letras. A equipe deverá adivinhar a palavra, mas mencioná-la em seu nome corriqueiro. Quem acertar ganha um ponto.
Recomeça-se a jogada da mesma forma, vencerá o jogo a equipe que primeiro fazer três pontos.

Com todo o material necessário à mão, cada equipe de bruxos faz seu boneco de abóbora, que será avaliada pela Horrilda, premiando com balas a mais bela abóbora!
Uma outra forma de terminar esta atividade será preparando com as crianças alguns pratos típicos da fazenda. Abaixo estão algumas receitas que podem ser apreciadas pelas crianças:

Mergulhados em calda de urubu branco
(Fondue de legumes)
Você precisará de:
• 4 cenouras
• 1 pé de aipo
• 1 couve-flor pequena
• 1 erva-doce
• 1 repolho
• 1 cebola pequena
• 1 embalagem de queijo branco
• 3 fatias de presunto
• sal, pimenta e outros temperos
Modo de preparo:
Cortar as cenouras (depois de descascadas), o aipo, e erva-doce em tiras.Separam-se os pequenos ramos da couve-flor. Lavar todos os legumes em água fria e escorre-los bem. Lavar também o repolho e tirar–lhe o centro.
Cortar em pedacinhos o presunto e a cebola e depois misturar com o queijo branco em uma tigela pequena. Juntar o sal, a pimenta e outros temperos à gosto.
Colocar a tigela no meio do repolho e este num bonito prato e em volta, colocar os legumes cortados em tiras e já servir o fondue!
Comem-se os legumes mergulhando-os no molhe do potinho.

Legumes ao leite de morcego encantado
Você precisará de:
• alface
• 1 cebola
• 1 pepino grande
• 3 tomates
• 50 g. De queijo branco
• 8 azeitonas pretas
• 4 colheres de sopa de azeite
• 1 colher de sopa de suco de limão
• hortelã seca
• sal
Modo de preparo:
Cortar o alface em tiras com tesoura de cozinha. Cortar o pepino (depois de descascado) e os tomates em cubo. Colocar o alface numa saladeira e juntar com os legumes cortados e a cebola. Cortar o queijo em cubos pequenos. Fazer o molho com o sumo de limão, azeite, hortelã e sal e misture bem. Deitar o molho sobre os legumes, colocar as azeitonas nas bordas da salada e o queijo no meio.

Salada de pernas de lagarto verde
Você precisará de:
• 1 pepino
• 1 iogurte
• 2 queijos frescos
• 1 dente de alho
• sumo de meio limão
• 2 colheres de sopa de azeite
• hortelã
• sal e pimenta
Modo de preparo:
Cortar os pepinos em cubos grandes depois de descascá-los e coloca-los em uma tigela.Em outra tigela, colocar o iogurte e o queijo fresco e juntar o alho picado, a hortelã e o sumo de limão e também o azeite, o sal e a pimenta. Misturar bem.
Deitar este molho sobre o pepino e a sua salada está pronta!


Fonte: Bala de Goma

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Mais ideias criativas do blog Bala de Goma

Molde

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<strong>31 DE OUTUBRO – DIA DAS BRUXAS</strong>

Halloween ou Dia das Bruxas é uma festa típica da Inglaterra, Estados Unidos e Canadá que acontece tradicionalmente todos os anos, no dia 31 de outubro.
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Aqui, a festa já entrou para o calendário, sendo promovida, principalmente, pelos cursos de língua inglesa.

<strong>ORIGEM</strong>
O Halloween foi criado pelo povo celta, que viveu nas Ilhas Britânicas cinco séculos antes de Cristo. Eles inventaram a festa para marcar o fim oficial do verão, o início do ano novo, o término da última colheita, a renovação das leis, retorno dos rebanhos e armazenamento das provisões para o inverno.
A festa tinha vários nomes como Samhain, Samhein, La Samon e Festa do Sol. Mas o que prevaleceu foi Halloween, adaptada de “All Hallows Eve”, que significa véspera do Dia de Todos os Santos, comemorado em 1o de novembro.
Para o povo druída, Samhain marcava o fim do verão com direito a um festival em sua homenagem, conhecido como Festival Druida de Samhain, comemorado em 31 de outubro.
Segundo a lenda, as almas dos que morreram ao longo do ano voltavam para tomar os corpos dos vivos no ano que se iniciaria. Um dos rituais mais marcantes da festa eram as fogueiras acesas nas casas durante as comemorações. Os vivos que não queriam ser possuídos apagavam o fogo para que o local parecesse ser frio e indesejado, além de se vestirem com fantasias de criaturas assustadoras e desfilarem na vizinhança para afugentar os espíritos que vagavam.

<strong>TRICK OR TREAT</strong>
Originária da Irlanda, a frase traduzida significa “travessuras ou gostosuras” e é falada pelas crianças e jovens no momento em que pedem doces na vizinhança.
Quem for solicitado, deve separar as gostosuras numa sacolinha, caso contrário uma travessura pode estar por vir. Ou seja, dê um treat para não ganhar um trick.
Nos Estados Unidos, também é comum não só a troca de doces e guloseimas como de presentes entre os amigos na noite de Halloween.

<strong>EM ALGUNS PAISES</strong>
Na Irlanda, as crianças também iam de casa em casa pedindo alimentos para comemorar a noite de Halloween, sempre em nome da deusa Muck Olla. Tradição que se repete na Inglaterra, Estados Unidos e Canadá, sendo até hoje festejada nestes e em outros países.
O Dia das Bruxas é uma festa alegre e divertida que conta também com a participação dos adultos. Eles enfeitam casas, lojas, escritórios e ruas com cores (preto, lilás e roxo) e temas (fantasmas, múmias, caveiras, bruxas, abóboras, gato preto, caixões, drácula, duendes, gnomos) que lembram assombração.
Quando foram introduzidas nas cidades norte-americanas, as brincadeiras do Halloween eram consideradas violentas. Jovens quebravam janelas e cercas das fazendas, causando prejuízos aos proprietários. Com o passar dos anos, a festa passou a ser comemorada de modo saudável, sem episódios de violência.
No Brasil, a noite de Halloween é lembrada já na segunda quinzena do mês de outubro pelos cursos de inglês, bares, restaurantes e boates que, geralmente, promovem festas e happy-hours para homenagear a data.

<strong>LENDA DA ALMA PENADA</strong>
Além das bruxas e do gato preto, outro símbolo muito comum nas festas de Halloween é Jack O’Lantern, personagem de origem céltica, representado por uma abóbora com um rosto esculpido e uma vela iluminando seu interior.
Uma lenda irlandesa diz que num certo dia 31 de outubro, um homem alcoólatra e agressivo chamado Jack bebeu demais e o Diabo descera à Terra para levar sua alma. Jack, então, pede a ele para deixá-lo viver, além de mais um copo. O Diabo cede mas Jack não tem dinheiro para pagar e implora para que ele se transforme em moeda. O Diabo concorda e minutos depois, Jack vê a moeda, guardando-a em sua carteira. Só que o fecho tem o formato de uma cruz, fazendo com que o Diabo suplique para sair. Jack, então, resolve propor um trato: libertar o Diabo e ficar vivo por mais um ano. O Diabo não tem como não aceitar e concede o pedido a Jack, que resolve mudar seus hábitos, passando a ser menos violento com sua família.
No ano seguinte, exatamente no dia 31 de outubro, o Diabo volta e reclama por sua alma. Jack o convence a pegar uma maçã numa árvore próxima e sem que ele perceba, risca uma cruz no tronco com um canivete. O Diabo foge e promete só retornar dez anos depois. Mas Jack não aceita e diz que só irá libertá-lo se ele nunca mais aparecer. O Diabo concorda mais uma vez.
Um ano se passa e Jack morre. Ao entrar no céu, é barrado, tendo que se dirigir ao inferno, onde sua entrada não é permitida pelo Diabo. Mesmo assim, ele fica com pena da alma de Jack e lhe oferece um pedaço de carvão que ele usa para iluminar um nabo esculpido em forma de lanterna. Ela vai iluminar os caminhos do espírito de Jack. Daí o nome Jack O’Lantern, uma alma errante vagando pelo mundo dos vivos

<strong>AS ABÓBORAS</strong>
Conta a lenda que na festa de Samhain, as fogueiras das casas eram acesas a partir das brasas de uma fogueira sagrada. Para levar a brasa, os moradores usavam um nabo como se fosse um lampião. Daí, os irlandeses, assim como Jack, passaram a esculpir nabos e também beterrabas e usá-los como lanternas ou lampiões.
Quando emigraram para a América, não encontraram nabos e beterrabas em grande quantidade, tendo que trocar por abóboras. Desde então, fazem parte da decoração nas noites de Halloween. Elas também representam as almas dos mortos, segundo a lenda de Samhain.

<strong>IDÉIAS PARA ENFEITAR A CLASSE</strong>

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Fantasminha pode ser para decorar a sala ou pode ser feito um para cada criança. Pode ser confeccionado em EVA ou papel cartão.
Colar atrás um pirulito ou doce.

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Aranha é feita de pratinho de papel. Deve ser pintada, cortada ao meio e costurada  dos lados.
Depois de pronta, colocar pirulitos ou balas dentro e pendurar na porta da sala para que as crianças peguem ao irem embora para casa

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Pode ser feito como lembrancinha, como porta-retrato utilizando a foto da criança.

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Sacolinhas podem estar cheias de balas e brinquedos. Podem ser confeccionadas e enfeitadas com papel.

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Bruxinhas de EVA

<strong>DESENHOS PARA PINTAR</strong>

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<strong>CAIXA SURPRESA</strong>
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<strong>ABÓBORA</strong>
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<strong>Referências</strong>

http://www.ibge.gov.br/ibgeteen/datas/halloween/home.html

http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/

http://www.kadike.com.br

http://www.qdivertido.com.br/vamosbrincar.php

Dia do Professor!

Desejo que todos os meus colegas Professores tenham tido um excelente DIA DO PROFESSOR!

Compartilho com vocês alguns textos que escrevi sobre nós, os professores, através dos tempos:

Conheça o Professor Multitarefa!

O Sucesso da Mala

Ao Mestre com Carinho

Professor não esmorece e continua a sua caminhada

A emoção de se ensinar a aprender com emoção

Professor tem que falar e entender as diferentes linguagens

Dia do Professor!

Para vocês todo o meu carinho!


Encenação das Monções #educação

Neste sábado, dia 09 de outubro de 2010, fui assistir em Porto Feliz a 55ª encenação das Monções.

Foi um espetáculo maravilhoso! Uma aula de História inesquecível!

Porto Feliz – Nossa gente faz história!

Falando um pouco de Porto Feliz, conta-se que foi à margem esquerda do rio Anhemby (hoje rio Tietê), que Antonio Cardoso Pimentel iniciaria, em 1693, a fazenda que deu origem ao povoado. O local foi batizado pelos indígenas como Araritaguaba, cujo significado é “Lugar onde as araras pousam para bicar a pedra”. O nome deve-se à existência de um paredão salitroso no local. Este pequeno povoado teve como base de sua economia a agricultura de subsistência, até a descoberta de ouro em Mato Grosso (1719) e em Goiás (1725). Favorecido pelas águas navegáveis do rio Tietê neste trecho, o Porto de Araritaguaba tornou-se o ponto de partida para as longas viagens e expedições fluviais de colonização organizadas pelos paulistas no movimento denominado Monções.

A cidade das Monções

A história de Porto Feliz está intimamente ligada ao movimento das Monções, fase importante da história paulista. A palavra Monção, de origem árabe, significa vento e estação do ano em que se dá determinado fato.

No Brasil, o termo foi emprestado às expedições que eram realizadas em determinados meses do ano, cujos ventos ou épocas eram propícios à navegação. O período mais famoso das Monções aconteceu na primeira metade do século XVIII. Ao longo dos 3.500 quilômetros de percurso, os batelões cruzavam as águas dos rios Tietê, Paraná, Pardo, Coxim, Taquari, Porrudos e Cuiabá, sendo o rio Pardo o de navegação mais difícil. Neste trecho, as expedições gastavam dois meses tentando vencer a subida do rio.

Monções, um importante papel lhes foi reservado na história: o de desbravar e alargar as fronteiras brasileiras, provocando a integração entre as várias regiões.

Primeiramente houve o desfile pela avenida principal de Porto Feliz! de todos os personagens que participariam da encenação representando todos os seguimentos da sociedade da época.

Em seguida nos dirigimos ao Parque das Monções onde aconteceria a encenação.

No caminho encontramos várias estátuas vivas como esta abaixo:

E registrei minha passagem pelo evento junto ao marco de partida das Monções

Os preparativos antes de iniciar a Encenação

A encenação das Monções é uma viagem pelo interior e pela história de São Paulo. O Roteiro dos Bandeirantes é o traçado por onde passram os desbravadores que partiram da Vila de São Paulo de Piratininga em suas andanças pelo então desconhecido território nacional.

As cidades do Roeiro São um pólo de referência histórico-cultural para todo Brasil. São museus, fazendas, trilhas e caminhos dignos de serem explorados por novos desbravadores. A viagem é uma excelente oportunidade para o visitante se aprofundar na história do Brasil, pisando nas mesmas terras por onde passaram personagens como Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera e Fernão Dias Paes Leme, o Caçador de Esmeraldas, homens que deram, com bravura e determinação, o formato que o Brasil tem atualmente.

O Roteiro dos Bandeirantes se constitui num dos mais importantes roteiros turísticos de São Paulo, envolvendo as cidades de Santana do Parnaíba, Pirapora do Bom Jesus, Araçariguama, São Roque, Cabreúva, Salto, Itu, Porto Feliz e Tietê.

A abertura da encenação foi feito pelo ator Paulo Betti e abaixo um trecho da encenação

Fonte das informações – Secretaria do Desenvolvimento Social e Sustentável de Porto Feliz

Para ver outras votos do evento pode acessar o Flickr AQUI