Criança Esperança 2015 – 30 anos

Criança Esperança

Ontem, 16 de julho de 2015, o Criança Esperança abriu oficialmente o seu calendário na sede da Globo em São Paulo e eu estava lá acompanhando tudo de perto. Estavam reunidos a diretora de Responsabilidade Social da Globo, Beatriz Azeredo; o diretor-geral, Rafael Dragaud; a diretora da área programática da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, além dos mobilizadores Lázaro Ramos, Leandra Leal, Dira Paes e Flávio Canto mediados por Pedro Bial estimulando a cultura de solidariedade na sociedade.

Pela primeira vez, a lista dos 30 projetos que serão apoiados é divulgada antes do início das doações. O objetivo é aumentar a mobilização e o engajamento social. Com foco em um maior impacto para os projetos apoiados pela campanha, as instituições passam a ser beneficiadas por um período de dois anos e poderão ser contempladas com o repasse de até R$ 450 mil durante este período – sendo até R$ 250 mil no primeiro ano e R$ 200 mil no segundo ano.

Responsável pela seleção dos projetos beneficiados pelos recursos do ‘Criança Esperança’, a diretora da área programática da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto, destacou, durante a coletiva, que o processo seletivo desta edição histórica permitirá um apoio financeiro maior e por período mais longo, fortalecendo as organizações da sociedade civil e os projetos apoiados. Também se optou por fazer um reconhecimento aos projetos que participaram da história do ‘Criança Esperança”, com uma homenagem pela parceria e pelo sucesso do programa.

IMG_20150716_100608091“O processo seletivo é público e transparente, e permite a participação de um grande número de ONGs espalhadas por todo o Brasil. A ideia é que todos os recursos doados sejam adequadamente investidos, contribuindo para transformar a vida de crianças e jovens”, diz Marlova Jovchelovitch Noleto.

A lista das 30 instituições contempladas pode ser acessada pelo site criancaesperanca.com.br. Com um mapa interativo que apresenta em detalhe cada um dos participantes, o público pode conhecer sua área de atuação e localização como também visualizar imagens das iniciativas.

Outra novidade são os mobilizadores que se juntam à campanha. Eles já vêm atuando nos últimos meses, rodando o país e visitando os projetos sociais selecionados para receberem os recursos do ‘Criança Esperança’ em 2016. Leandra Leal, Dira Paes, Flavio Canto e Lázaro Ramos foram os escolhidos para integrar a campanha por seu histórico de envolvimento com causas sociais.

Com uma reflexão sobre os 25 anos do Estatuto da Criança e do Adolescente, o encontro foi precedido por um debate mediado pelo jornalista Pedro Bial, que será exibido pela GloboNews, dia 26, às 21h.  O ‘Diálogos da Esperança – 25 anos do ECA: avanços e desafios’ reuniu João Ricardo Costa, presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros; Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional Pelo Direito à Educação; Reinaldo Bulgarelli, sócio-diretor da Txai Consultoria e Educação e Luciana Guimarães, fundadora do Instituto Sou da Paz.

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Também foi lançado o livro ‘Criança Esperança: 30 anos, 30 histórias’. A publicação traz depoimentos de pessoas que encontraram um caminho para romper o ciclo de pobreza e violência em suas comunidades, além de coordenadores de projetos apoiados pela campanha, que relatam sua atuação em defesa da infância e da juventude. “São 30 histórias que mostram o impacto do “Criança Esperança” em todo o Brasil afirma Marlova Jovchelovitch Noleto.

Eu também ganhei o meu:

O Criança Esperança vai ao ar na noite do dia 15 de agosto.

“Como a estrela do programa é o doador”, afirma o diretor-geral  Rafael Dragaud, contará, pela primeira vez, com um ‘Mesão da Esperança’ dentro do programa, com 30 artistas atendendo aos telefonemas e participando ativamente da atração.

O especial terá números que se entrelaçam, mistura de ritmos e encontros inusitados. No palco ‘batidão’, estarão Anitta, Valesca, Ludmilla, Alcione, Mumuzinho, Arlindo Cruz, Talles Roberto e o rapper Renegado.  O ‘sertão pop’ contará com a dupla Henrique e Juliano. Já o terceiro palco será da banda formada por talentos do elenco da emissora: Otaviano Costa no piano, Leticia Colin e Thiago Martins nos vocais, Thiago Fragoso nos vocais e na guitarra, e Dudu Azevedo na bateria. O programa terá também um número especial de Alexandre Nero. Esse time criou uma sonoridade própria para o projeto, sob a supervisão do produtor Guto Graça Mello.

CE 3A música tema do programa foi composta por Gilberto Gil e promete emocionar a todos.

A arrecadação será feita pelos telefones 0500 20015 007, 0500 2015 020 e 0500 2015 040 acontecerá de 1 a 30 de agosto. Os interessados também poderão doar pelo site www.criancaesperanca.com.br ou em casas lotéricas credenciadas, durante o ano inteiro. O público poderá adquirir as camisetas do ‘Criança Esperança’ na Loja Globo (www.loja.globo), com renda revertida para os projetos.

O engajamento continua nas redes sociais. Os usuários serão convidados a postar fotos e textos usando a hashtag #CorrenteAtiveEsperança e mencionar seus amigos. Todos aparecerão em uma grande corrente do bem.

Participe você também dessa corrente do bem. Doe, se envolva contribuindo para um futuro mais digno para as crianças e adolescentes do nosso país.

Primeiro Congresso Virtual de Educação #CONAEDU

CONAEDU

1º Congresso Virtual de Educação no país.

Esse projeto vai revolucionar de forma impar e única a educação nacional.

Através dele nós reunimos as melhores referências, os melhores palestrantes, as pessoas que ultimamente estão mais envolvidas e engajadas no processo educacional, no olhar daquele que educa, no olhar daquele que sabe o que precisa ser feito para mudar a realidade e melhorar os indicadores nacionais.

O CONAEDU é um Congresso totalmente gratuito.

Ele ocorrerá do dia 13 de julho ao dia 19 de julho. E nele, através de um link que você receberá após fazer a sua inscrição você poderá ter acesso a todo esse conteúdo de forma única.

Preparamos com muito carinho, com muito amor, com muita energia as melhores palestras e um dos melhores conteúdos.

Espero você no CONAEDU.

Eu também estarei lá falando sobre a Valorização do Professor. Te espero!

Cybele Meyer valor de se professor

Até lá!

Educação Digital – Mais uma disciplina na grade curricular?

abertura

Na semana passada fui procurada pelo repórter César Rosati da Rádio CBN-SP para comentar sobre Educação Digital e a pesquisa inédita da FecomercioSP, assunto esse que me é muito relevante e preocupante ao mesmo tempo por dois motivos:

  • Pelo caráter obrigatório de a Educação Digital integrar a grade curricular como disciplina, embasada no artigo 26 do Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014);
  • Pela transferência da responsabilidade da Educação Digital para a escola.

Primeiramente quero informar, para quem ainda não teve acesso à pesquisa, alguns dos tópicos que serviram de base para que a mesma fosse realizada entre fevereiro e abril de 2015. O questionário continha 14 perguntas que foram respondidas por 400 donos e diretores de escolas públicas e privadas, de ensino fundamental e médio do Estado de São Paulo.

Represento no quadro abaixo os resultados obtidos sobre as seguintes questões: a quem compete a Educação Digital e  sua obrigatoriedade como disciplina escolar.

Gráfico

Não sou favorável a integrar a Educação Digital como disciplina escolar. Acredito que será mais um barco remando contra a maré, e inicio a fundamentação desta minha objeção fazendo os seguintes questionamentos: Como o professor conseguirá orientar seus alunos a não postarem fotos íntimas, do seu cotidiano, se os pais dos mesmos alunos agem dessa mesma forma? Como o professor orientará sobre a importância da preservação da intimidade se todos os anos os alunos assistem, com disponibilidade de 24 horas, aos programas do tipo BBB quesão exibidos em horário nobre e disponibilizados através da internet sem interrupções? Como poderá a escola caminhar na contramão e não trombar?

Esse é um assunto para ser tratado dentro e fora da escola, mas não como uma disciplina, o qual o aluno decorará as respostas e responderá de acordo com o esperado pela escola e não pelo que realmente ele pratica, para obter boa nota e se sentir educado digitalmente. Acabará sendo o aluno treinado exatamente como ocorre para que passe no Vestibular, se saia bem na Prova Brasil, no Enem, e tantos outros “medidores de aprendizagem”, que, com seu olhar míope, em nada contribuem para uma educação de qualidade.

Transferir a responsabilidade para a escola é “lavar as mãos”. #simplesassim.

A Educação Digital tem que acontecer sempre que ocorrer uma situação que necessite de orientação, não importando se a criança ou adolescente está na escola, em casa ou na comunidade.

Para saber orientar e aconselhar sobre os problemas que surgem durante a navegação na internet é preciso estar ativo na rede, caso contrário ficará difícil entender o que realmente está acontecendo, e essa falta de entendimento dificultará a orientação.

Não vejo eficácia em introduzir a Educação Digital como disciplina, porém acredito ser de suma importância a Educação Digital estar presente 24 horas por dia tanto na escola, quanto na família, na comunidade, na sociedade e dentro da própria rede.

É responsabilidade e compromisso de todos nós.

Todos sabem que matar alguém é crime. Nenhuma disciplina precisa ser introduzida na escola para falar sobre os perigos de se manusear uma arma, sobre o possuir ilegalmente uma arma, sobre os cuidados de se manter a arma fora do alcance das crianças e tantas outras informações. Mesmo sabendo que muitas crianças andam armadas, utilizam a arma para roubar, brincam com a arma dos pais, mesmo assim não é responsabilidade única da escola orientar sobre essa prática, porém a escola não se omite na reflexão junto dos seus alunos quando casos envolvendo uso de armas por crianças e adolescentes acontecem e são noticiados. A escola se faz sempre presente toda vez que é necessário, na orientação e alerta sobre todos os assuntos, independente de estar contido na grade curricular. Isso ocorre porque o professor lida com vidas, diariamente, e como ser humano educador não consegue se omitir diante das barbaridades, mesmo porque, ninguém está livre de nada. Agora impingir à escola e ao professor a responsabilidade maior pela Educação Digital é um contrassenso.

Cabe também à União o dever de orientar sobre a prática do cyberbullying, sobre os perfis falsos, e tantas outras práticas através de propagandas explicativas, de panfletos educativos, de Palestras e Encontros reunindo gestores, professores, pais, alunos, comunidade, enfim aberto a todos que interajam uns com os outros.

Escute abaixo o parecer que dei para a CBN sobre o tema Educação Digital

MULHERES – Educando e formando o futuro

Dia Internacional da mulher

Nós, dia após dia, somos açoitados por notícias de novos casos de corrupção, desvio de dinheiro, formação de quadrilha, assalto a mão armada, sequestro, golpe, latrocínio, bala perdida e mais uma infinidade de agressões e lesões que ora machucam o corpo e ora machucam a alma assustando, amedrontando e decepcionando, nós, cidadãos e trabalhadores honestos e de boa índole.

Será que essa enxurrada de más ações é fruto de valores e atitudes éticas confusas e desgastadas diante da banalidade do comportamento humano?

Essa banalidade do comportamento humano se deve ao fato de sermos fruto de uma sociedade que historicamente sempre coibiu o pensar?

No tempo da ditadura a escola era uma fábrica de pessoas que aprendiam a obedecer sem questionar. Essa obediência era estendida aos lares o qual a família se intimidava pelas notícias que enfatizavam o exílio e demais punições aos que tentavam exercer o pensar.

Hoje, triste realidade, ainda somos subestimados por aqueles que, ao serem eleitos para nos representarem, arbitrariamente, se dão o direito de maquiar a realidade usando palavras enganosas imaginando que o pensar não faz parte do nosso cotidiano.

Continuam a agir  igual ao tempo em que o trabalho da mulher era apontado como inferior e ela qualificada como ser não pensante e portanto sem opinião e sem bagagem para identificar sua real posição na sociedade.

Bom seria não ser preciso mencionar o sexo ao falar sobre qualquer assunto, pois o mundo não deve ser dividido entre homens e mulheres, afinal somos todos seres humanos. O problema da mulher não é o homem e o problema do homem não é a mulher, muito pelo contrário, mulher e homem são seres que se completam. Cada qual vive e enfrenta as barreiras que se apresentam no decorrer da caminhada, porém ao caminharem lado a lado, se tornam mais fortes e seus limites são potencializados com a união das forças, física, espiritual, intelectual e emocional.

Tudo isso é algo muito mais grandioso do que a identificação do sexo. Trata-se do sincronismo da diversidade que habita em cada um de nós.

É por essa razão que hoje, DIA INTERNACIONAL DA MULHER, não vou me reportar à super mulher como fiz no primeiro artigo meu escrito em 2005; às grandes mulheres que se destacaram por suas ações, pensamentos, coragem como fiz neste post e outros similares que escrevi ao longo dos anos, mas vou sim focar na mulher comum que sai de casa cedo ou não tão cedo assim, que trabalha, que estuda, que quer ser mãe e que além de se importar com a decoração do quarto e do enxoval, se preocupa com o exemplo que dará a seu filho(a) e com os conceitos que passará para ele(a) durante toda a vida.

Quero homenagear aquela mulher que está sempre atenta ao que o filho traz para casa ensinando que o ditado “achado não é roubado” é um equívoco e que se o objeto está ali é porque alguém o perdeu e que com certeza voltará para procurar e ficará muito feliz ao encontrá-lo.

Quero homenagear aquela mulher/mãe que se preocupa em, com seu exemplo, transmitir valores como respeitar o outro não importando seu cargo, sua posição social ou quanto de dinheiro traz na carteira.

Quero homenagear aquela mulher/mãe/professora que esclarece aos seus filhos/alunos que delação premiada não é um ato louvável e muito menos digno de ser imitado. Que o conceito de delação premiada é, na legislação brasileira, um benefício legal concedido a um criminoso delator, que aceita colaborar na investigação entregando seus companheiros para obter uma diminuição na pena. Tirar proveito em tudo e de tudo é uma atitude abominável.

Quero homenagear aquela mulher/mãe que ao constituir uma família se sente responsável pela formação humana ensinando conceitos básicos como, por exemplo, que a honestidade é a base da confiança e que se cada um respeitar o outro e o que é do outro a convivência em sociedade será muito mais harmoniosa.

Por isso que hoje, dia 08 de março, homenageio a mulher mãe e a mulher professora, que, com consciência e dedicação, não desistem de formar daqueles que serão os responsáveis pelo futuro do nosso país.

Espero confiante que o nosso país, bonito por natureza, e que o nosso povo, gentil e hospitaleiro, possam escrever uma história bem diferente da que está sendo escrita hoje, e que o brasileiro possa caminhar com a cabeça erguida e com a dignidade tatuada em verde e amarelo.

Poesia do Bem divulga trabalho com o livro Pedolândia

Livro 1

 

Paula Belmino, editora do blog Poesia do Bem desenvolveu com seus alunos, lá em Natal/RN, um belíssimo trabalho utilizando o livro Pedolândia.

Agradeço o imenso carinho de cada um de seus alunos bem como todo o seu empenho, disposição e comprometimento com a Educação, Paula Belmino!

Me sinto muito honrada por fazer parte de mais esse momento tão especial da vida escolar de vocês, de meus livros estarem presentes na leitura da Alice, e só posso dizer uma palavra; OBRIGADA!

Compartilho abaixo a “Dica de Leitura” que resultou nesse primoroso e criativo trabalho:

Passo por passo, pé ante pé, um mundo encantado de criança
Onde os primeiros passos são importantes pra dizer quem ela vai ser, quem ela é.
Ler, fantasiar, aproximar-se dos livros
E de maneira lúdica brincar, falando de valores, família, meio ambiente e regras de convivência para todos aprenderem e se educar.
Um livro cheio de mistério, onde irmãos vão descobrir um mundo novo… Pedolândia onde se fala a língua do pé. Parecida a língua do Pê que quando criança a gente aprendia dizer.
Pé de chuva, pensamento,
Pé de vento, livramento!
Pé descalço lá poderá também aprender?
E um bom pé de moleque, pra correr e também para comer.
Muita aventura para Gabriel e Gabriela, meninos que desobedecem aos seus pais, e num mundo encantado conhece o mal, mas salvo pelo pé direito logo fogem pra casa e aprendendo a falar a verdade, prometem nunca mais mentir aos seus pais, nunca mais enganar ou sair sem avisar. E os pais com muito perdão e alegria mudam o modo de agir, em vez de palmada ou castigo, as portas da liberdade aos filhos resolvem abrir.

PedolândiaCom este breve relato trago hoje a dica do livro: Pedolândia de Cybele Meyer, que a Alice recebeu de presente e claro divide com muitas crianças e entre elas meus alunos.
Além de ouvirem a história as crianças puderam na roda de conversar expor suas ideias, seus sentimentos, suas antecipações sobre os assuntos tratados no livro, além de enriquecer o vocabulário, conhecendo palavras diferentes e expressões idiomáticas que também já ouviram dos pais e avós e fazermos a interferência com outras que já ouviram fora da escola.
Por estarmos na semana das crianças usamos a história para falar dos direitos e deveres das crianças como brincar, ler, estudar, além de lazer e um bom relacionamento com a família e com os amigos. Realizamos algumas atividades como pintura do pé, onde trabalhamos coordenação motora fina e a sensibilidade, o tato, e um momento de descontração e maior aproximação das crianças através do toque e do prazer no riso e na gargalhada através do fazer cócegas ao pintar os pés e banhá-lo com água e sabão, num escalda-pés divertido.
Outra atividade foi à ilustração da história, já que é por meio do grafismo infantil, que a criança pode manifestar algumas de suas emoções e revelar como ela interpreta, além de ser percursor da escrita e de fundamental importância para o avanço das hipóteses silábicas.
Também reconstruímos as árvores de Pedolândia que ao invés de produzir frutas davam sapatos, botas, chinelos e pedimos aos pais que mandassem sapatinhos de quando as crianças eram bebês, numa tentativa de aproximar criança e pais da escola, numa maneira prazerosa e que resgata o amor, e o afeto, em doces lembranças da vida infantil. As crianças colocaram seus saptinhos na árvore na sala e reforçamos a importância de se amar as plantas e cuidarmos bem delas, a final só as árvores de verdade são fontes de alimento para nós e como estamos na primavera, reutilizamos garrafas pet e tinta guache para pintarmos flores lembrando do outro livro da escritora Cybele Meyer: A flor amarela
Vejam algumas fotos e os desenhos das crianças:

Pé 1 Pé 2 Pé 3 Pé 4 Pé 5 Pé 6 Pé 7

Pé 10 Pé 9 Pé 8

Pintura do pé, momento de afeto e escalda-pés com espuma, um momento prazeroso de se sentir o toque, sorrir e claro falar sobre higiene dos pés para a boa saúde corporal.

Pé 11 Pé 12

Outubro é o mês de professor #RedeGlobo

Professor 3

Vejam que lindo presente ganhei pelo mês do professor!

Junto com o presente recebi esta mensagem que estendo a todos meus colegas professores:

“Um profissional dessa importância merece ser reconhecido não só por um mês, mas pela vida inteira. Todo mundo já teve, pelo menos, um professor – alguém que o ensinasse algo novo ou trouxesse uma diferente perspectiva sobre algo que sempre soube. A Globo acredita no papel-chave desse profissional que inspira e incentiva a formação de cidadãos e por isso, relança a campanha “GENTE QUE FAZ GENTE” em parceria com o Unicef e a Fundação Roberto Marinho.”

Interpretada pelo cantor Arnaldo Antunes, a campanha (http://glo.bo/ZBssw2) tem o objetivo de valorizar e incentivar a reflexão sobre a importância do educador como responsável por “fazer gente”, por formar todos os demais profissionais.

Professor 4

Letra

Tem gente que faz chip
Tem gente que faz site
Tem gente que faz gente que faz chip, que faz site

Tem gente que faz banco
Tem gente que faz banca
Tem gente que faz gente que faz banco, que faz banca

Tem gente que faz letra
Tem gente que faz som
Tem gente que faz gente que faz letra, que faz som

Tem gente que faz vida
Tem gente que faz sonho
Tem gente que faz gente que faz vida, que faz sonho

Tem gente que faz aço
Tem gente que faz traço
Tem gente que faz gente que faz aço, que faz traço

Tem gente que faz compra
Tem gente que faz venda
Tem gente que faz gente que faz compra que faz venda

Tem gente que faz ida
Tem gente que faz volta
Tem gente que faz gente que faz ida, que faz volta

LOCUÇÃO FINAL

Professor é a profissão que faz todas as profissões.
Respeite.
Admire.
Reconheça.
Uma campanha da Globo e de todos os alunos do Brasil

O tema também está sendo abordado durante o mês de outubro nos programas de entretenimento e no jornalismo da Globo. Nas mídias sociais, artistas e jornalistas estão sendo mobilizados para postar com a #valeuprof, com o intuito de disseminar a mensagem de valorização ao profissional e foi criado um hot site com mensagens de funcionários, artistas, alunos e professores sobre educadores que marcaram a sua vida (http://bit.ly/1oYycGy).