Faber-Castell lança Gelato no Brasil

  Faber CastellOs bastões de cera pigmentados que já são sucesso em vários países podem ser utilizados em diversas superfícies

A Faber-Castell acaba de lançar, no Brasil, o Gelato!

Sucesso em diversos países, o Gelato é um bastão pigmentado retrátil, disponível no país em até 12 cores diferentes, que pode ser utilizado em diversas superfícies como papel, cartão, madeira e tecido.

Os novos produtos são indicados tanto para serem usados em técnicas a seco como as que usam água, como a aquarela, o que possibilita a criação de diversos efeitos. Sua textura e alta concentração de pigmentos garantem cores vivas e intensas e são perfeitos para criar e colorir, utilizando técnicas já existentes ou a criatividade.

Para quem gosta de criar cartões, presentes artesanais, scrapbook, projetos artísticos ou de artesanato, seja profissionalmente ou por hobby, vai adorar a novidade.

Em técnica seca, é possível a aplicação dos pigmentos diretamente sobre a superfície, esfumá-lo mesclando cores e em estamparia, aplicando o Gelato sobre os carimbos e depois estes sobre as superfícies. Já seu uso com água permite, além da aquarela, efeitos de gotejamento e spray.

Além de sua textura e pigmentação os bastões não possuem ácido e odor, suas cores vivas e intensas se combinam e mesclam, transformando-se em novas cores e nuances. Misturados à água se transformam em tintas, ideais para papel, telas, madeiras, cerâmicas e vidros.

Faber Castell 1

O Gelato faz parte da linha Creative Studio, que oferece os melhores produtos para a introdução à arte e é indicado a jovens artistas, estudantes de arte e criativos. A variedade de produtos inclui lápis de colorir Art Grip com mina permanente e mina aquarelável, Canetas Artísticas Pitt, Canetas para caligrafia, pastel seco e oleoso e os Gelatos. Todos os produtos possuem pigmentos de alta qualidade que asseguram cores vivas e intensas.

O Gelato está disponível em bastões de 6 e 12 cores.

Faber Castell 2

Artes – para os últimos dias de aula

Para os últimos dias de aula, quando tudo é mais descontraído que tal trabalhar com atividades de Artes.
Aposto que a criançada irá adorar!

Pintando com bexigas

Fonte: Criar e Brincar

Coloque num pratinho descartável cores diversas de tinta guache e encha bexigas das cores correspondentes. Elas agirão como pincéis.
A criançada irá adorar!

Bonequinhas de caixa de leite

Fonte: Painel Criativo

Modo de fazer

Clique na figura para vê-la em tamanho aumentado

Boneca de rolinho de papel higiênico

Porta-retrato feitos com palitos de sorvete

Bonecos de EVA

Latinhas decoradas

Fonte: Painel Criativo

Árvore de jujuba
Ótima idéia para o último dia de aula.

Feita de isopor e as jujubas são colocadas com palitos de dentes.

Modo de fazer

Educação – Artes – última parte.

A ARTE BRASILEIRA

Projetos
Colégio Rainha da Paz

A Arte Brasileira no século XIX e início do XX

A influência da Arte Européia I

Neoclassicismo


Obra de DAVID

Nas últimas décadas do século XVIII e nas três primeiras décadas do século XIX, esse movimento expressou os valores próprios de uma nova e fortalecida burguesia, que assumiu a direção da sociedade européia após a Revolução Francesa e principalmente com o império de Napoleão.

O ACADEMICISMO OU NEOCLASSICISMO EUROPEU


Obra de INGRES

De acordo com a tendência neoclássica, uma obra de arte só seria perfeitamente bela na medida em que imitasse não as formas da natureza, mas as que os artistas clássicos gregos e renascentistas italianos já haviam criado. E esse trabalho de imitação só seria possível através de um cuidadoso aprendizado das técnicas e convenções da ARTE CLÁSSICA. Por isso, o convencionalismo e o tecnicismo reinaram nas academias de belas-artes, até serem questionados pela arte moderna.

A influência da Arte Européia II

Romantismo

O ROMANTISMO EUROPEU

Dentro do século XIX, o Romantismo foi um movimento artístico, que se caracteriza como uma reação ao Neoclassicismo e historicamente situa-se entre 1820 e 1850.

Enquanto os artistas neoclássicos voltaram-se para a imitação da arte greco-romana e dos mestres do Renascimento italiano, submetendo-se às regras determinadas pelas escolas de belas-artes, os românticos procuraram se libertar das convenções acadêmicas em favor da livre expressão da personalidade do artista. O sentimento do presente, o nacionalismo e a valorização da natureza.

A pintura romântica aproxima-se das formas barrocas. A cor é valorizada e os contrastes claro-escuro reaparecem, produzindo efeitos de dramaticidade. A natureza ganha importância. Temas: fatos reais da história nacional e contemporânea dos artistas.


Obra de GOYA


Obra de DELACROIX

ARTE BRASILEIRA NO SÉC. XIX

O início do século XIX no Brasil é marcado, em 1808, pela chegada da família real portuguesa, que fugia do conflito entre a França napoleônica e a Inglaterra. No Brasil, ainda, apreciava-se a arte barroca-colonial.

Dom João VI e mais uma comitiva de 15000 pessoas desembarcaram na Bahia em janeiro de 1808, mas em março do mesmo ano transferiram-se para o Rio de Janeiro.

A transferência da côrte portuguesa para o Brasil e a elevação da colônia a Reino Unido e sede do governo metropolitano renovaram o país. Nessa cidade o soberano português começou uma série de reformas administrativas, sócio-econômicas e culturais, para adaptá-la às necessidades dos nobres que vieram com ele e sua família. Assim, foram criadas as primeiras fábricas e fundadas instituições como o Banco do Brasil, a Biblioteca Real, o Museu Real e a Imprensa Régia.

A partir de então, o Brasil recebe forte influência da cultura européia, que começa a assimilar e a imitar. Essa tendência europeizante da cultura da colônia se afirma ainda mais com a chegada da Missão Artística Francesa, oito anos depois da vinda da família real.

A PINTURA BRASILEIRA ACADÊMICA

Em meados do século XIX, o Império Brasileiro conheceu certa prosperidade econômica, proporcionada pelo café, e certa estabilidade política, depois que D.Pedro II assumiu o governo e dominou as muitas rebeliões que agitaram o Brasil até 1848. Além disso, o próprio imperador procurou dar ao país um desenvolvimento cultural mais sólido, incentivando as letras, as ciências e as artes. Estas ganharam um impulso de tendência nitidamente conservadora, que refletia modelos clássicos europeus.

Mesmo a guerra que o Brasil manteve com o Paraguai, que custou aos dois países um grande número de vidas e um desgaste econômico incalculável, não foi motivo para um declínio das artes. Pelo contrário, serviu como um tema artístico para que alguns pintores exaltassem a ação do governo imperial.

É nesse contexto histórico que se situam as obras de Pedro Américo e Victor Meirelles, pintores brasileiros que estudaram na Academia Imperial de Belas-Artes do RJ. Além desses dois pintores, outro que merece destaque é José Ferraz de Almeida Júnior que foi aluno de Victor Meirelles.


“O Grito do Ipiranga”
A Academia de Belas-Artes, que foi instalada em 1826, permaneceu até 1919.

Outros artistas brasileiros estudaram, também, nos moldes acadêmicos.
OBRAS DE OUTROS ARTISTAS ACADÊMICOS.

O Academismo na Arte Brasileira

A influência do ACADEMISMO na arte brasileira ainda é visível hoje, especialmente em suas instituições mais fortes: ensino, mecenato oficial e mercado de arte.

Existe o Academismo ou Academicismo com influência Neoclássica e o Ecletismo.

O Academismo foi um sistema fechado, autoritário e poderoso, que envolveu todo o circuito de arte. O Neoclassicismo trazido pela Missão Artística Francesa serviu de base para a implantação do sistema das belas-artes. Com ele foram criadas as normas e regras do ensino, hierarquizando gêneros e temas, impondo modelos europeus e dificultando ao máximo o contato com a realidade brasileira.

Através de prêmios de viagem à Europa, concedidos inicialmente pela Academia, em concursos internos, e em seguida nas Exposições Gerais, este vínculo com a pátria artística colonial foi reforçado. Os bolsistas recebiam instruções precisas sobre o que ver e fazer, os mestres que deveriam tomar como professores, as obras de museus que deveriam ser copiadas etc. De volta ao Brasil, comprovado o bom aproveitamento, eram nomeados professores. Mantinha-se assim, sem rupturas, o funcionamento do sistema acadêmico. Várias tentativas de furar este bloqueio foram feitas. Os Acadêmicos controlavam também os Liceus de Artes e Ofícios, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu Nacional de Belas-Artes, e instituições influentes como a Sociedade Brasileira de Belas-Artes. Controlavam, até muito recentemente, o Salão Nacional, dificultando o acesso sos artistas jovens ao prêmio de viagem ao Exterior.

O Ecletismo

Existe uma outra arte acadêmica, que nada tem a ver com o Neoclassicismo, é o ECLETISMO e outros ismos que vigiam no Brasil ainda no século passado. Esse outro academismo, de hoje, é apenas uma arte temática, técnica e formalmente defasada. Mas que detém prestígio numa espécie de circuito paralelo, que envolve artistas, mercado, crítica, locais de apresentação, um público fiel e recursos de certa monta, tudo isso exercendo uma forte pressão subterrânea sobre o meio cultural brasileiro.

Misturam-se as diversas tendências (1870-1922)

O ECLETISMO reunia aspectos de estilos do passado, principalmente aqueles que tinham uma finalidade decorativa. Assim, alguns arquitetos mantiveram, num mesmo edifício, elementos greco-romanos, góticos, renascentistas e mouriscos.

Por isso, as casas que os fazendeiros de São Paulo construíram nas cidades passaram a ser ornamentadas com relevos de estuque pré-moldados, platibandas, grandes vidraças e ferragens importadas da França e da Bélgica. As cidades do norte do país, enriquecidas com a borracha, também desenvolveram uma arquitetura requintada, de acordo com as concepções ecléticas. O prédio do Museu Paulista da USP é um palácio de derivação neo-renascentista

PROJETO – CUBO MÁGICO
Patricia Marantes Bordignon Canoas, RS

Este projeto, realizado com as turmas de 7ª série do colégio Maria auxiliadora em Canoas – RS, teve por objetivo pesquisar obras e períodos da história da Arte onde percebeu-se a preocupação com a preservação ambiental, favorecendo o conhecimento de novas formas de expressão em Arte e exploração de materiais alternativos focalizados na consciência planetária. O projeto que incluiu pesquisa de dados biográficos do artista, conceituação de cada uma das formas de expressão a serem trabalhadas, culminou com a construção de um objeto artístico que representasse as idéias do artista ou período histórico pesquisado. Os alunos produziram objetos tridimensionais, esculturas e pinturas com utilização de materiais recicláveis. O trabalho que deu título ao projeto, foi criado por um grupo de alunos que construiu um cubo em M.D.F com medidas de 70X70 cm, com fotos e frases sobre consciência planetária.

Baseados nas características deste jogo tão popular, os alunos foram desafiados a procurar soluções possíveis para a preservação ambiental, tomando como base a consciência planetária que deve supor em primeiro lugar o respeito pelo semelhante, independentemente de quem ele seja e de onde ele esteja.

Título: “A expressão da cor na Arte de Romero Britto”

Patricia Marantes Bordignon

Este projeto visou conhecer a obra do artista Romero Britto por meio da apreciação e reflexão sobre a sua obra e também através da leitura e da produção artística. Além da pesquisa sobre a vida e a obra do artista brasileiro e sobre sua expressividade no uso das formas e das cores, os alunos da 5ª série, fizeram releituras da obra de Britto através de pintura em tela e esculturas com a técnica da papietagem.

Denise Cunha Pimpão

O objetivo do trabalho foi exercitar o olhar sensível por meio da leitura de códigos visuais e reconhecer a importância da corrente artística “op art” dentro da história da arte. A expressão “op art” vem do inglês e significa “arte óptica”. Defendia, em seus conceitos, menos expressão e mais visualização. As produções plásticas brincam com nossas percepções ópticas. As cores são usadas para a criação de efeitos visuais como sobreposição, movimento e interação entre o fundo e o foco principal. Antes de entrarmos na “op art” propriamente dita, observamos imagens populares de ilusão de óptica, em sua grande maioria conhecida pelos alunos que acessam a internet. Assim, o olhar foi treinado para em seguida receber e discutir as obras e os artistas desse período. Pesquisamos o que acontecia paralelamente na história da arte e história geral, a fim de enriquecer e agregar novos valores a aprendizagem.Pudemos fazer um link com conteúdos de outras disciplinas também, bem como, conceitos da física relacionados a espectros, realismo do senso comum da filosofia, sistema solar de geografia entre outros. A partir da análise das obras em seus aspectos formais e conceitos intrínsecos, os alunos elaboraram um desenho apropriando-se das características do estilo artístico. Projetaram formas geométricas em repetição, cores alternadas, perspectiva e muitos outros aspectos próprios da linguagem da op art aliados. Resultando, dessa forma, num processo único e criativo, com o qual os estudantes puderam, de forma agradável, conhecer um pouco mais do contexto histórico artístico e exercitar o olhar sensível.


Alessandra Baumer – 16 anos


Alini Lentz – 16 anos

O VESTIDO DE LAURA

Maria da Glória Gosciola Vizeu

Sou coordenadora pedagógica das creches mantidas por uma Associação sem fins lucrativos. Montamos um projeto com as educadoras sobre a poesia de Cecilia Meireles, “O Vestido de Laura”. Trabalhamos o conteúdo da poesia, fazendo pinturas,colagens, construções com crianças na faixa etária de 3 a 7 anos. instalamos o trabalho no pátio da creche.

Painel de Lauras

RIO DE JANEIRO

Dione Souza Lins

Os trabalhos aqui enviados fazem parte do projeto que abordou a cidade do Rio de Janeiro através de ícones, da música, dos esportes, artes visuais e da arquitetura. No último aspecto, Oscar Niemeyer foi o foco. Partimos de suas obras na cidade, no país e no mundo para celebrar seu centenário com muita arte.


linhas e curvas de Niemeyer- colag e pint s/papelão

ALBÚM DE FAMÍLIA

Priscyla Raquel da Silva
Referenciando o trabalho da artista plástica contemporânea Rosângela Rennó, no qual encontramos as palavras-chave: memória e apropriação, os alunos apropriaram-se de fotos de álbuns de família para a produção de seu trabalho, que veio a ser montado em um álbum da turma ao final do Projeto.

O MENINO DE VIDRO
Carlos Fernando Pulhiese

O trabalho ilustrado foi produzido em papel paraná, com espelhos cortados e colados com cola quente e aplicado tinta esmalte sintético preto ao fundo. Fou usado um aluno onde seu corpo foi contornado com lápis HB.

Educação – ARTES – 1ª Parte

AS QUATRO FASES DA PINTURA

Profª. Leonice Fumiko Sato Kurebayashi

PROJETOS

1. IDADE MÉDIA AO INÍCIO DO SÉCULO XIV

IDADE MÉDIA

1ª FASE: Início da Idade Média até o princípio do século XIV (bizantino, românico e gótico)

A Idade Média compreende o milênio entre os séculos V e XV, aproximadamente, desde a queda de Roma até o Renascimento. Existiram 3 grande fatores importantes durante a Idade Média:

1. A liderança cultural se deslocou para a França, Alemanha e Ilhas Britânicas.
2. O Cristianismo triunfou sobre o paganismo e o barbarismo.
3. A ênfase se deslocou do aqui e agora para o além, desaparecendo o interesse pela representação realista do mundo.

Neste período os nus foram proibidos e os artistas medievais se interessavam pela alma, afastando-se dos ideais greco-romanos de proporções harmoniosas e
equilíbrio do corpo e mente. A ARTE SE TORNOU SERVA DA IGREJA. Utilizaram mosaicos, pinturas e esculturas para decorar as igrejas, para que o
povo pudesse contemplar o divino. Na arquitetura, as construções foram se tornando mais arejadas, mais leves. Dentro destas igrejas apareciam os mosaicos,
afrescos e vitrais espiritualmente simbólicos, com temas religiosos.

ARTE NA IDADE MÉDIA

Durante a Idade Média a arte se manteve ligada à religião, numa sucessão de 3 estilos. As principais formas de arte são as seguintes:

BIZANTINO

“Justiniano e Cortesãos ” (detalhe) San Vitale, Ravena
MOSAICOS

Uma das maiores formas de arte, o mosaico, surgiu durante os séculos V e VI em Bizâncio, já em poder dos turcos, e em sua capital italiana, Ravena. Os mosaicos eram utilizados na propagação do novo credo oficial, o Cristianismo, portanto o tema era a religião em geral, mostrando Cristo como mestre e senhor todo-poderoso.
As figuras humanas são chapadas, rígidas, simetricamente colocadas, parecendo estar penduradas. Os artesãos não tinham interesse em sugerir perspectiva ou
volume. Figuras humanas altas, esguias, com faces amendoadas, olhos enormes e expressão solene, olhavam diretamente para a frente, sem o menor esboço de
movimento.


ÍCONES

Não se pode falar de arte bizantina sem falar dos ícones. Eram pequenos painéis de madeira com imagens pintadas, supostamente com poderes mágicos e sobrenaturais. As imagens de santos e seres sagrados são rígidas, em pose frontal, geralmente com halo e olhar fixo. Acreditava-se que os ícones tinham propriedades milagrosas. Diz a lenda que uma
imagem vertia lágrimas, outra emitia aroma de incenso. Fiéis ardorosos os carregavam para a guerra, outros gastavam a pintura de tanto beijá-los. Tão forte se tornou o culto dos ícones que eles foram proibidos, entre 726 e 843, por desobediência ao mandamento contra a idolatria.

ROMÂNTICO


AFRESCOS

Devido ao contato da península itálica com a civilização bizantina, a arte da pintura nunca foi abandonada, mas no fim do século XIII sua técnica floresceu.
Mestres como Duccio e Simone Martini, de Siena, e Cimabue e Giotto, de Florença, trocaram o estilo congelado bizantino por formas mais suaves, mais vivas.
Os afrescos ( pinturas em alvenaria úmida ) de Giotto di Bondone, 1266 – 1337, foram os primeiros, desde o período romano, a sugerir peso e curvas nas formas humanas, marcando o advento do que viria a se tornar o papel principal da pintura na arte ocidental.

Um grupo de mulheres lamenta a morte de seu salvador, enquanto anjos esperam sua chegada no reino dos céus.
Gestos emocionados, expressões sofridas e cores claras aumentam a intensidade do pesar de Maria, debruçada sobre o corpo morto de Cristo. Giotto provocou uma revoluação na pintura. Foi um dos primeiros artistas a dar a
ilusão de vida real, em termos de emoção e espaço, numa superfície plana. Este quadro, uma das muitas cenas representando a vida da Virgem, é considerado uma das obras mais importantes no desenvolvimento da arte ocidental. Ao lado de Cimabue, Giotto é geralmente considerado o fundador da pintura moderna, por ter rompido com o convencionalismo estático e estereotipado de sua época. Em 1334 foi designado como supervisor da catedral de Florença e arquiteto da cidade.


MANUSCRITOS

Com os saqueadores devastando as cidades do antigo Império Romano, os monastérios eram tudo o que restava entre a Europa Ocidental e o caos generalizado. Monges e freiras copiavam manuscritos, mantendo vivas a arte da ilustração. Os manuscritos eram considerados objetos sagrados que continham a palavra de Deus. Eram profusamente decorados, de
maneira que sua beleza refletisse a sacralização do conteúdo. Tinham capas de ouro cravejadas com pedras preciosas e semipreciosas. Até o desenvolvimento da tipografia, no século XV, esses manuscritos eram a única forma existente de livros, preservando não somente os ensinamentos religiosos, mas também a literatura clássica.

VITRAIS

A Catedral de Chartres é a alma visível da Idade Média. Construída para abrigar o véu da Virgem, doado à cidade pelo neto de Carlos Magno, é uma obra de arte multimídia. Os vitrais, a mais intacta coleção de janelas medievais do mundo, ocupam uma área total de 8.800 metros. Ilustrando passagens da Bíblia, as vidas dos santos e até mesmo os artesanatos tradicionais da França, os vitrais são gigantescos manuscritos iluminados

CARACTERÍSTICAS
1. O Artista não representa o espaço por meio da perspectiva.
2. Não representa os volumes por intermédio de luz e sombra.
3. Não se preocupa com a correção anatômica (corpo humano)
4. Não diferencia texturas (superfície lisa, rugosa, macia,etc.)

2. FIM DA IDADE MÉDIA AO INÍCIO DO SÉCULO XVI

RENASCIMENTO

2ª FASE: RENASCIMENTO (fim da Idade Média ao início do século XVI)

A Idade Média fica entre dois grandes períodos de produção artística: o período
clássico greco-romano e a Renascença. A passagem do interesse pelo sobrenatural para o natural provocou uma arte mais voltada para o real e para a vida. A expansão do conhecimento científico, com maior compreensão da anatomia e da perspectiva, possibilitou aos pintores do século XV e XVI superarem as técnicas da Grécia e de Roma. Com os novos conhecimentos técnicos, os artistas evoluíram na arte de pintar retratos, paisagens, motivos mitológicos. Na Alta Renascença (1500-1520), surgem pintores como Leonardo da Vinci, Michelângelo e Rafael. Neste período voltado para as ciências, o resultado foi a substituição do estudo de Deus (Idade Média) para o estudo do homem. Com o surgimento da tinta à óleo foi possível aumentar as opções de cores, com suaves nuances de tonalidades, permitindo representar texturas e criar a sensação de profundidade.

A Renascença nasceu em Florença. Os 3 primeiros grandes pintores que inventaram esse novo estilo são: Masaccio (pintor, Donatello (escultor) e Botticelli (pintor).

No século XVI, a liderança chegou a Roma e Veneza, onde Leonardo, Michelângelo e Rafael criaram esculturas e pinturas com total domínio da técnica.

A Renascença do Norte (Países Baixos) produziu Jan van Eyck, Bosch e o pintor de camponeses , Bruegel. A Renascença alemã foi marcada pela austeridade da pintura religiosa de Grünewald, pela perfeição técnica de Dürer e pelos retratos de Holbein.

Características da Renascença:
1. o artista busca representar o espaço pela primeira vez com a perspectiva, criando a ilusão de profundidade.
2. Representa os volumes com luz e sombra, por intermédio do claro e escuro.
3. Tenta descobrir formas de representar as texturas.
4. Busca na Grécia antiga o estudo da anatomia dos corpos (Renascença Italiana).

3. DA METADE DO SÉCULO XVI ATÉ A METADE DO SÉCULO XIX

BARROCO: A ERA DO ORNAMENTO

A arte barroca (1600-1750) conseguiu casar a técnica avançada e o grande porte da Renascença com a emoção, a intensidade e a dramaticidade do Maneirismo, fazendo do estilo barroco o mais suntuoso e ornamentado na história da arte. Artistas hoje chamados de barrocos acorreram a Toma, vindos de toda a Europa, para estudar as obras-primas da antiguidade clássica e da Alta Renascença. Voltando à terra de origem, acrescentaram às suas obras as particularidades culturais de cada região. Enquanto os estilos abrangiam desde o realismo italiano ao exagero francês, o elemento comum era a sensibilidade e o absoluto domínio da luz para obter o máximo impacto emocional.

A era barroca começou em Roma por volta de 1600, quando os papas se dispurseram a financiar magníficas catedrais e grandes trabalhos, para manifestar o triunfo da fé católica depois da Contra-Reforma, e para atrair novos fiéis com a dramaticidade das “imperdíveis”obras de arquitetura. O movimento se expandiu para a França, onde os monarcas absolutistas reinavam por direito divino e gastavam enormes somas para se glorificar. Embora tão opulenta como a arte religiosa, a pintura francesa elegia temas não religiosos, derivados do modelo da Grécia e de Roma, como as tranquilas paisagens habitadas por deidades pagãs, de Poussin.

Em países católicos, como Flandres , a arte religiosa florescia, ao passo que nas terras protestantes do norte da Europa, como a Inglaterra e a Holanda, as imagens religiosas eram proibidas. Em consequência, a pintura tendia a naturezas-mortas, retratos, paisagens e cenas do cotidiano.

O século XVII produziu artistas como Rembrandt e Velázquez e também expandiu o papel da arte para a vida cotidiana. O barroco se diferencia do Renascimento pois coloca ênfase na emoção e não na racionalidade, no dinamismo e não nas composições estáticas. Três grandes pintores são representantes do barroco italiano: o pintor Caravaggio (A dúvida de Tomé), o escultor Bernini e o arquiteto Borromini. Tanto quanto no Renascimento, o Barroco teve sua evolução em toda a Europa. Nos Países Baixos (Flandres) apareceu o pintor Peter Paul Rubens frequentemente conhecido por suas figuras femininas volumosas, arredondadas, geralmente em intenso movimento. No Barroco Holandês temos Hals, Rembrandt e Vermeer. No Barroco Espanhol, temos Diego Velázquez. No Barroco francês, teremos Poussin, Lorrain e La Tour.

Característica:

1. o artista busca outros tipos de representação do espaço além da perspectiva. Surge a perspectiva aérea, aprimorando a ilusão de profundidade.
2. Os volumes são muito bem representados, devido à gradação de cor, de luz e sombra.
3. Há preocupação de representar a textura, a aparência real do objeto (a textura da pele, dos tecidos, da parede, etc.)
4. O desenho e a técnica para representar o corpo humano são perfeitas.
5. É importante citar que as linhas estruturais de composição da obra barroca diferem da renascentista. No Barroco , as linhas diagonais comandam a composição, fazendo com que a sensação de movimento seja muito mais intensa. A obra renascentista ainda é estática em sua composição, pois estão baseadas na simetria, nas horizontais e verticais.

NEOCLASSICISMO

O JURAMENTO DOS HORÁCIOS (DAVID)

Nesta obra três irmãos juram derrotar os inimigos ou morrer por Roma, ilustrando o novo clima de auto-sacrifício, em vez de auto-indulgência. Da mesma maneira como a Revolução Francesa derrubou os nobres decadentes, essa pintura marcou uma nova era de estoicismo. David demonstrou a diferença entre o velho e o novo através do contraste dos contornos retos e rígidos dos homens com as formas curvas, suaves das mulheres. Até mesmo a composição da pintura reforçava sua firme resolução. David situou cada figura como uma estátua, iluminada por um feixe de luz, contra um fundo simples de arcos romanos. Com o fim de assegurar a precisão histórica, vestiu manequins com roupas romanas e fez capacetes romanos para então copiar.

ROMANTISMO


A Balsa do Medusa, Géricault, 1818-19, Louvre, Paris. Géricault inaugurou o Romantismo com esta tela, contrastando imagens de extrema esperança e desespero.

“O sentimento é tudo!”, proclamou o escritor alemão Goethe. Rebelando-se contra o período racionalista do neoclassicismo, a era romântica de 1800-50 foi a Idade da Sensibilidade. Tanto escritores como artistas optaram pela emoção e pela intuição no lugar da objetividade. Os românticos perseguiam suas paixões, mas muitos poetas e compositores românticos pagaram um alto preço por viver tão intensamente seus ideais. Muitos morreram muito jovens. O Romantismo tirou seu nome de um interesse nas lendas medievais chamadas romances. Voltaram-se para o gótico e os castelos medievais. Também cultuaram a natureza. Pintores como Turner e Constable ( Romantismo Inglês ) elevaram o status da pintura de paisagens . O Romantismo francês é representado por dois grandes pintores. ( Delacroix e Géricault )

Valores: intuição, emoção, imaginação.
Inspiração temática: as Eras Medieval e Barroca, o Oriente Médio e o Extremo Oriente. ( lendas, natureza , violência )
Tom: subjetivo, espontâneo, inconformista.
Cor: solta, profunda, rica em tons.
Gêneros: narrativas de lutas heróicas, paisagens, animais selvagens
Técnica: pinceladas rápidas, contrastes fortes de luz e sombra
Composição: uso da diagonal ( como no Barroco )

CARACTERÍSTICAS

1. O artista utiliza todo o conhecimento sobre perspectiva para criar a ilusão de espaço, como também a perspectiva aérea, dando uma nova visão da paisagem ou da cena (vista superior aérea).
2. Os volumes são muito bem representados, devido à gradação de cor, de luz e sombra.

3. Há preocupação de representar a textura, a aparência real do objeto (a textura da pele, dos tecidos, da parede, etc.)

4. O desenho e a técnica para representar o corpo humano são perfeitas.

5. Voltados para o desejo de exprimir emoções, observaremos em alguns pintores românticos, obras com uma grande movimentação como as pessoas da obra “A Balsa do Medusa”. A nova modalidade que surge dentro da pintura neste período é a paisagem e consideraremos as últimas obras de Turner como obras inovadoras, devido à sua pesquisa de cor e de luz.

REALISMO


Durante a primeira metade do século XIX, enquanto o Neoclassicismo se debatia com o Romantismo, o Realismo surge como uma nova força, que iria dominar a arte na segunda metade do século. O Realismo fez sempre parte da arte ocidental. Durante a Renascença, os artistas superaram todas as limitações técnicas para representar com fidelidade a natureza. Mas, no Realismo, os artistas modificaram os temas e insistiam na imitação precisa das percepções visuais sem alteração. Os artistas foram buscar no seu mundo cotidiano, moderno, as principais temáticas, deixando de lado deuses, deusas e heróis da antiguidade. Camponeses e a classe trabalhadora urbana passaram a dominar as telas dos realistas.

O pai do movimento realista foi Gustave Courbet ( 1819 – 77 ). Ele insistiu que “a pintura é essencialmente uma arte concreta e tem de ser aplicada às coisas reais e existentes”. Quando lhe pediram que pintasse anjos, respondeu: “Nunca vi anjos. Se me mostrarem um, eu pinto “. ( Veja Auto – retrato )

Nunca antes tinha sido realizado em tamanho épico – reservado somente para obras históricas grandiosas – uma pintura sobre gente comum ( “Enterro em Ornams ). Defendia em altos brados a classe trabalhadora e foi preso por seis meses por danificar um monumento napoleônico. Detestava a teatralidade da arte acadêmica. ( veja ” Mulheres peneirando trigo “)

Jean- François Milllet ( 1814 – 75 ) está sempre associado a retratos de trabalhadores rurais arando, semeando e colhendo. Nascido de uma família camponesa, disse uma vez que desejava “fazer com que o trivial servisse para exprimir o sublime”. Antes dele, os camponeses eram invariavelmente retratados como estúpidos. Millet lhes deu uma dignidade resoluta. ( Veja “Angelus “ )

CARACTERÍSTICAS

1. O artista utiliza todo o conhecimento sobre perspectiva para criar a ilusão de espaço, como também a perspectiva aérea, dando uma nova visão da paisagem ou da cena (vista superior aérea).
2. Os volumes são muito bem representados, devido à gradação de cor, de luz e sombra.

3. Há preocupação de representar a textura, a aparência real do objeto (a textura da pele, dos tecidos, da parede, etc.)

4. O desenho e a técnica para representar o corpo humano são perfeitas.

5. Voltados para o desejo de representar a realidade tal e qual ela se apresenta e voltados para temáticas de ordem social e política, os realistas pintam em geral trabalhadores, cenas do cotidiano e da modernidade.

INOVAÇÕES DE DAUMIER ( 1808 – 1879 )

Em Honoré Daumier vamos buscar as inovações relativas à cor e à luz. Já despreocupado em representar exatamente a realidade do objeto, Daumier se preocupa em trazer à pintura uma atmosfera irreal. Há sempre um espaço aéreo luminoso, mas é como uma foto desfocada, sem contornos nítidos. A isto, chamaremos de perspectiva aérea; quanto mais distante do observador, os detalhes dos objetos perdem a nitidez. ( veja “A boa garrafa “)

A atmosfera criada pela luz retira a sensação de volume dos corpos. As pinceladas são bem visíveis e Daumier renuncia à ilusão da matéria, isto é, das pessoas A textura do tecido não existe mais. Existe apenas a textura da própria pincelada. A cor deixa de ser a cor real. Ele se utiliza de claro-escuro. Há falta de sensação de espaço, de volume, matéria e cor, mas principalmente falta o desenho. Precisamos aprender a compreender o que o pintor quer demonstrar quando deforma. (Veja “Dom Quixote e Sancho Pança ” )

IMPRESSIONISMO

O movimento conhecido como Impressionismo marcou a primeira revolução artística total desde a Renascença. Nascido na França no início dos anos 1860, durou apenas até 1886. Mas determinou o curso da maior parte da arte que se seguiu. O Impressionismo rejeitou a tradição, deixando de usar sistematicamente a perspectiva, a composição equilibrada, as figuras idealizadas e principalmente o chiaroscuro da Renascença. Ao invés disto, os impressionistas representaram sensações visuais imediatas através da cor e da luz.

Seu principal objetivo era apresentar uma “impressão” da luz sobre tudo. Perceberam que a cor não é uma característica intrínseca e permanente, mas muda constantemente de acordo com os efeitos da luz, do reflexo ou do clima sobre a superfície do objeto. Para mostrar estas qualidades voláteis da luz, eles criaram uma pincelada distinta, curta, pontual; borrões irregulares que vibravam energia como o brilho da luz sobre a água. A uma certa distância, porém, estes borrões e manchas se fundiam dando formas mais ou menos definidas de objetos ou qualquer outra coisa retratada.

MANET

Temas: Atualizou temas dos antigos mestres, pintou cenas contemporâneas com visão crítica.
Cores: manchas escuras contra a luz; usava o preto.
fase final: colorido
Estilo: formas simplificadas com um mínimo de modelo, manchas de cor chapada com contorno preto.

MONET

Temas: Paisagens marinhas, séries sobre papoulas, rochedos, montes de feno, Catedral de Rouen, ninféias
Cores: tons solares, cores primárias puras ( sombras coloridas com cores complementares )
Estilo: dissolvia a forma em luz e clima, contornos suaves, ar impressionista clássico

RENOIR

Temas: nus femininos com pele de pêssego, o café-society, crianças, flores
Cores: vermelhos ricos, cores primárias, sem preto, usava o azul no lugar
Estilo: início: pinceladas rápidas, figuras manchadas
final: estilo mais clássico, nus solidamente formados

DEGAS

Temas: pastel de figuras humanas: bailarinas, corridas de cavalos, café-society, lavadeiras, circo, nus no banho
Cores: tons vistosos no início tons pastel no final
Estilo: Ângulos não convencionais com figuras amontoadas na beira da tela, composição assimétrica com vazio no centro

O PRIMEIRO IMPRESSIONISMO: ( 1862 – 86 )
Elenco Original: Manet, Monet, Renoir, Degas, Pissarro, Sisley, Morisot, Cassatt
Temas: paisagens ao ar livre, beira de mar, ruas e cafés parisienses
Propósito: retratar sensações visuais imediatas de uma cena.
CONTRIBUIÇÕES:

Depois do Impressionismo, a pintura nunca mais seria a mesma. Os pintores do século XX ou expandiram sua prática ou reagiram contra ela. Desafiando a convenção, esses rebeldes estabeleceram o direito do artista de experimentar com estilo pessoal. Acima de tudo, permitiram que a luz da natureza e a vida moderna brilhassem através das sombrias tradições seculares.

Os princípios básicos da pintura impressionista são os seguintes:

1. A COR É UMA QUALIDADE PERMANENTE NA NATUREZA: as tonalidades estão sempre mudando. A cor resulta, portanto, da luz que os corpos recebem. A cor de um objeto muda do amanhecer ao anoitecer, pois depende do ângulo de incidência dos raios solares.

2. A LINHA NÃO EXISTE NA NATUREZA: a linha é uma abstração criada pelo espírito do homem, para representar as imagens visuais. A linha para o impressionista é dada pelo encontro de duas superfícies coloridas de tonalidades diferentes. A linha não é o contorno. Ele passa a ser impreciso ou diluído, parecendo uma fotografia fora de foco.

3. AS SOMBRAS NÃO SÃO PRETAS, NEM ESCURAS, SÃO LUMINOSAS E COLORIDAS.: para os impressionistas, uma sombra preta ou escura não era aceitável, pois tudo está banhado pela luz solar. E onde há luz não há a cor preta, pois o negro é a ausência completa de luz.

4. A APLICAÇÃO DOS REFLEXOS LUMINOSOS OU DO CONTRASTE DAS CORES: as cores se influenciam reciprocamente, obedecendo à lei das complementares. A complementar de uma cor é outra cor que a torna mais pura, intensa e vibrante, quando justaposta ou aproximada. Então temos:

A complementar do vermelho é o verde e vice-versa. A complementar do amarelo é o violeta. A complementar do azul é o laranja. Normalmente os impressionistas usavam complementares nas sombras em contraste com as partes iluminadas.

5. A DISSOCIAÇÃO DAS TONALIDADES OU A MISTURA ÓTICA DAS CORES – PONTILHISMO: para obter leveza e brilho das cores, os pintores impressionistas resolveram produzir as cores conforme a natureza as produz à luz do sol. A luz branca contém sete cores: azul, vermelho, amarelo, verde, laranja, violeta e índigo. Os pintores resolveram produzir as cores misturando as cores primárias, juntando duas pinceladas. Por exemplo: misturar o azul e o amarelo para produzir o verde. Eles dissociavam a cor, dividiam as cores e davam pinceladas miudinhas para alcanças a cor desejada.

PÓS-IMPRESSIONISMO

O Pós- Impressionismo foi um fenômeno francês, incluindo os artistas franceses Seurat, Gauguin, Cézanne, Toulouse-Lautrec e o holandês van Gogh, que criou a maior parte de sua obra na França. Os Pós – Impressionistas desenvolveram suas carreiras de 1880 a 1905 e seus estilos derivaram das rupturas com os impressionistas. Os pós – impressionistas sentiam-se insatisfeitos em relação aos impressionistas, pois desejavam que a arte fosse mais substancial, não somente dedicada a captar um momento passageiro. Seurat e Cézanne se concentraram do desenho formal, quase científico – Seurat com sua teoria dos pontos e Cézanne com os planos de cor. Gauguin, van Gogh e Lautrec, como os românticos da última hora, enfatizaram a expressão de suas emoções e sensações através de cor e luz. A arte do século XX, com seus extremos de estilos individuais do Cubismo ao Surrealismo, nasceu dessas duas tendências.

SEURAT
Tema: Atividades de lazer em Paris
Assinatura :cores vivas em pontos minúsculos ( pontilhismo )
Tipo: científico, lógico
Preocupação: sistema de mistura ótica no olho do receptor
Marcas: superfície granulada, figuras estilizadas em aura de luz; desenho chapado, preciso

TOULOUSE LAUTREC

Tema: Vida noturna de cabaré
Assinatura: primeiros cartazes artísticos usados para propaganda
Tipo: decadente, febril
Preocupação: malaise de fin-de-siècle
Marcas: desenho esboçado, centro vazio e figuras cortadas na margens; cores fantásticas, de interior e fora de tom, caricaturas, máscaras

CÉZANNE

Tema: Naturezas-mortas com fruta, paisagens de Mont S.Victorie
Assinatura: ênfase protocubista na estrutura geométrica
Tipo: analítico, estável
Preocupação: ordem permanente subjacente
Marcas: desenho equilibrado; manchas chapadas quadradas, de cor em gradações de tom; formas geométricas simples

GAUGUIN

Tema: Nativos do Taiti, camponeses na Bretanha
Assinatura: primitivismo exótico
Tipo: simbólico, misterioso
Preocupação: cor viva para expressar emoção
Marcas: formas simplificadas em cores não-naturais, contornos fortes em padrões rítmicos

VAN GOGH

Tema: Auto – retratos, flores, paisagens, naturezas-mortas
Assinatura: pinceladas agitadas, em espiral
Tipo: apaixonado, vibrante
Preocupação: reação emocional ao tema através da cor, pincelada
Marcas: impasto grosso em pinceladas cortadas ou faixas onduladas; formas simples em cores puras, brilhantes; rítmos em caracol sugerindo movimento

4. DA METADE DO SÉCULO XIX À METADE DO SÉCULO XX

EXPRESSIONISMO

Essa manipulação do formal será um passo decisivo na arte do século xx, e obras grotescas como o auto-retrato acima de Schiele, integrante do grupo de Viena, com o tempo serão consideradas estéticas.

A principal característica da pintura expressionista foi a deformação da realidade sob a óptica dos sentimentos. Já não se procurava imitar o modelo da natureza ou o objeto real. Havia uma realidade ainda mais importante: a da visão subjetiva do artista.Para o grupo Der Brücke (A Ponte), os temas centrais eram as paisagens de policromia exacerbada e o corpo humano sintetizado em poucas linhas.

O que mais se destacaram em suas obras foram a agressividade da cor e a falta de tranqüilidade das formas. Sua preocupação era reformular os temas impressionistas. Os artistas do Die Blaue Reiter (O Cavaleiro Azul) usaram as teorias musicais para conseguir composições de colorido harmonioso e formas totalmente abstratas. Para os expressionistas vienenses, ao contrário, o tema central era o resgate do feio como novo valor estético.

Com o expressionismo, conceitos como deformação da realidade, expressividade da cor e abstração das formas passaram a ser os novos princípios da arte. Os princípios plásticos enunciados pelo expressionismo marcarão a estética de todas as disciplinas artísticas que vão surgir mais adiante, no século XX.

FOVISMO


LOCAL: França

PERÍODO: 1904 – 08

MESTRES: Matisse, Derain, Vlaminck, Dufy, Rouault, Braque

MARCAS: cores intensas, fortes, explosivas

Formas e perspectiva distorcidas; pinceladas vigorosas; motivos chapados e lineares; tela nua como parte do desenho completo.

“O Fovismo não é tudo”, comentou Matisse, “é apenas o começo de tudo”. O Fovismo durou de 1904 a 1908. Contudo, sendo o primeiro movimento importante de vanguarda do século XX, explodiu a era moderna. A exposição de 1905, que inaugurou o Fovismo em Paris, foi um desses momentos cruciais na história, que mudou para sempre nossa maneira de ver a arte. Antes , o céu era azul e a grama era verde. Mas nas telas dos fovistas Matisse, Vlaminck, Derain, Dufy, Braque e Rouault o céu era amarelo-mostarda, as árvores vermelho tomate, os rostos verde-ervilha.

A reação do público foi hostil. O grupo ganhou esse nome de um crítico, que os chamou de “feras”( fauves ). O que levou os críticos a considerarem os fovistas “todos um pouco loucos”foi o uso das cores sem referência à aparência real. Longe de loucos, porém, eles experimentavam, com a maior seriedade, novas maneiras de expressar suas emoções diante de uma cena ( geralmente paisagens ou marinhas, cenas externas ).

A saída radical da tradição teve origem no momento em que os artistas viram retrospectivas – e ficaram vivamente impressionados com elas – de van Gogh, Gauguin e Cézanne, entre 1901 e 1906.

Vlaminck comenta sobre van Gogh após uma visita à exposição: “Fiquei tão emocionado que tive vontade de chorar de alegria e desespero. Naquele dia, amei van Gogh mais que a meu próprio pai”.

Outra influência que pesou na recusa dos fovistas em imitar a natureza foi a descoberta da arte tribal não-européia , que vivia a ter um papel na formação da arte moderna. Derain, Vlaminck e Matisse ( o principal porta voz do fovismo ), foram dos primeiros a colecionar máscaras africanas. A arte dos Mares do Sul, popularizada por Gauguin, e o artesanato das Américas do Sul e Central também contribuíram para afastá-los das tradições renascentistas e conduzí-los a vias mais livres, mas individuais, de comunicação de emoções.

CUBISMO (CARACTERÍSTICAS CONCEITUAIS)

O cubismo apresenta os objetos tal como são concebidos pela mente. O pintor cubista pinta o que existe e não como se vê.

Existem 3 etapas no Cubismo. O Cubismo Primitivo (1907), o Cubismo Analítico (1910-1912) e o Cubismo Sintético (1913). O Cubismo teve influência do pintor Cézanne, mas também se relaciona às teorias relativistas de Albert Einstein, que estabeceu que é
impossível determinar um movimento. Um objeto pode parecer estar parado ou em movimento, segundo a perspectiva de quem olha.

CARACTERÍSTICAS:

1. representa os objetos selecionados em cubos como se fôssem cristais.
2. Descreve uma natureza morta por meio de uma monocromia definida por claros-escuros, sombras. etc.
3. Não se utiliza da perspectiva, que representa a natureza através de um único ponto de vista (ponto de fuga). Ao contrário , procura dar as muitas faces de um mesmo objeto, a partir da mudança do ponto de vista (parecem faces sobrepostas e coladas)


1. Cubismo Primitivo: (1907) : representado por ” As Senhoritas de Avignon “, a pintura dos primeiros anos do cubismo se caracterizou pela redução à rígidas formas geométricas de tudo. Aparecem casas sem portas, sem janelas e pessoas com uma só mão ou apenas um olho. As cores eram ocres, marrons e verdes, com a função principal de remodelar as formas.


2. Cubismo Analítico (1910-1913) : apresenta uma decomposição de objetos simples, tais como guitarras, violinos, cabeças ,figuras, etc. Era uma combinação de fragmentos de objetos, vistos de distintos pontos de vista, com uma perspectiva movediça


3. Cubismo Sintético (1913): Empregam-se colagens , papéis diversos, como jornais, papéis de paredes, etc. Há um interesse grande por texturas e materiais e as cores se tornam muito mais vivas. Volume e espaço são insinuados com pequenos e leves traços de sombra. Há uma completa ruptura com qualquer procedimento imitativo.

ABSTRACIONISMO


O pintor russo Wassily Kandinsky foi o primeiro a abandonar toda e qualquer referência à realidade reconhecível em sua obra, e chegou a essa descoberta revolucionária por acaso. Em 1910, entrando em seu estúdio ao cair da noite, ele disse, “fui subitamente confrontado com um quadro de indescritível e incandescente beleza. Intrigado, parei para olhar. O quadro não tinha tema algum, não representava qualquer objeto identificável e era totalmente composto de manchas coloridas. Por fim, aproximei-me e. somente então, reconheci o que era – meu próprio quadro, virado de lado no cavalete “.

Essa revelação – de que a cor podia despertar emoção independentemente do conteúdo – animou Kandinsky a dar o audacioso passo para descartar todo o realismo. A partir de então, fez experiências com dois tipo de pintura: “Composições “, em que executou um arranjo consciencioso de formas geométricas, e “Improvisos”, onde não exerceu controle consciente sobre a tinta aplicada espontaneamente à tela. Em cores de arco-íris e trabalho solto de pincel, Kandinsky criou pinturas absolutamente não-objetivas, com títulos como “Composição nº 2 “, tão abstratos como suas telas.

FUTURISMO


Após o nascimento do Cubismo, o mundo testemunhou mudanças grandes. A tecnologia disparou em velocidade máxima, transformando o mundo agrário em industrial e o rural em urbano. Com a Primeira Guerra Mundial, a Europa mergulhou num caos político. Para finalizar, a Revolução Russa em 1917, exigiu a destruição de tudo o que pertencia ao antigo regime. Os artistas procuravam novas formas para expressar essas reviravoltas. Três movimentos – Futurismo na Itália, Construtivismo na Rússia e Preciosismo nos Estados Unidos – adaptaram as formas do Cubismo de modo a redefinir a natureza da arte.
O Futurismo começou como movimento literário, em 1909, quando o poeta Marinetti lançou seu manifesto. Era um auto-promotor hiperativo, apelidado “Cafeína da Europa”, e desafiou os artistas a mostrarem “coragem, audácia e revolta”para comemorar “uma nova beleza, a beleza da velocidade”. A arte futurista, praticada por Giacomo Balla, Carlo Carrà, Luigi Russolo e Gino Severini, além de Umberto Boccioni era o movimento. Os pintores combinavam as cores fortes do Fovismo com os planos quebrados e recortados do Cubismo para exprimir propulsão.Em seu mais famoso quadro, “Despertar da Cidade”, Boccioni retratou trabalhadores e cavalos arrepiados como porcos-espinhos com a marca registrada das suas “linhas de força”irradiando de todas as figuras para transmitir a idéia
de velocidade.

DADAÍSMO


Fundado na neutra Zurique, em 1916, por um grupo de refugiados da Primeira Guerra Mundial, o movimento dadá tomou seu nome de uma palavra nonsense.
Em seus sete anos de vida, o Dadaísmo muitas vezes parecia mesmo sem sentido, mas tinha um objetivo de não-sem-sentido: protestava contra a loucura da guerra. Nesse primeiro conflito global, anunciado como “a guerra para acabar com todas as guerras”, dezenas de milhares morriam diariamente nas trincheiras para conquistar uns poucos metros de terra calcinada e em seguida eram forçadas a recuar pelos contra-ataques. Dez milhões de pessoas foram massacradas ou ficaram inválidas. Não admira que os dadaístas achassem que não podiam mais confiar na razão e na ordem estabelecida. Sua alternativa foi subverter toda autoridade e cultivar o absurdo.
O Dadaísmo foi uma atitude internacional, que se expandiu de Zurique para França, Alemanha e Estados Unidos. Sua principal estratégia era denunciar e escandalizar. Uma noite dadaísta típica contava com diversos poetas declamando versos nonsense simultaneamente em línguas diferentes e outros latindo como cães. Os oradores lançavam insultos à platéia, dançarinos com trajes absurdos entravam pelo palco, enquanto uma menina de vestido de primeira comunhão recitava poemas obscenos. Os dadaístas tinham um objetivo mais sério do que causar escândalo: queriam acordar a imaginação. “Falamos de Dadá como de uma cruzada para a reconquista da terra prometida da Criatividade”, disse o pintor alsaciano Jean Arp, um dos fundadores do movimento.

SURREALISMO

Dois anos depois do Dadaísmo surge o Surrealismo, filho legítimo do Dadá. O Surrealismo, que floresceu na Europa e nos Estados Unidos noas anos vinte e trinta, começou como um movimento literário promovido por André Breton e nascido da livre associação e da análise dos sonhos freudiana. Os poetas e, mais tarde, os pintores faziam experiências com o automatismo – uma maneira de criar sem o controle consciente – para despertar o imaginário inconsciente. O Surrealismo, que implica ir além do realismo, buscava deliberadamente o bizarro e o irracional para expressar verdades ocultas, inalcançáveis por meio da lógica.

O movimento tomou duas formas: alguns, como Joan Miró e Max Ernst, praticavam a arte improvisada, distanciando-se o mais possível do controle consciente; outros, como Salvador Dali e Magritte, usavam técnicas realistas para apresentar cenas alucinatórias que desafiavam o senso comum.

Segundo Breton, há dois métodos propriamente surrealistas: o automatismo rítmico (pelo qual se pintava seguindo o impulso gráfico) e o automatismo simbólico (a fixação das imagens oníricas ou subconscientes de maneira natural). De acordo com isso, surgiram grupos diferentes de pintores: Miró, Hans Arp e André Masson, por exemplo, representaram o surrealismo orgânico ou automatista, enquanto Dalí, Magritte, Chagall e Marx Ernst, entre outros, desenvolveram o surrealismo simbólico.Os surrealistas não representaram subjetivamente a realidade, pelo contrário, tentaram objetivar seu mundo interno, como demonstram suas obras.Na América Latina, esse tipo de representação encontrou eco principalmente entre pintores do porte de Frida Kahlo e Wilfredo Lam, entre outros. Sua pintura estava impregnada desse aspecto telúrico e quase ingênuo que tanto interesse despertara nos surrealistas europeus, apesar de não lhe faltar características expressionistas.

Pop Art


Pop Art é uma abreviação do termo inglês “popular art “( arte popular ). Não significa arte feita pelo povo, mas produzida para o consumo de massa. Esta arte nasceu na Inglaterra no início dos anos 50 , não nos Estados Unidos como se imagina. Posteriormente Andy Warhol foi um dos maiores representantes nos Estados Unidos. No Brasil em 1967, na Bienal, os pop artistas dominaram a representação dos EUA . Não se tornou popular e nem chegou a atingir a massa urbana, ficando restrita a colecionadores, frequentadores, galerias e museus na época. A obra de Andy Warhol esteve no Brasil na 23ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1996.

Pop Art é o nome que se deu à tendência artística que usa objetos e assuntos comuns como latas, sanduíches, tiras de história em quadrinhos, anúncios, embalagens, cenas de TV, como fontes de inspiração e que foram fisicamente incorporados ao trabalho. Utilizando imagens da sociedade de consumo e na cultura popular, empregando ilustrações cotidianas e não artísticas necessariamente, os artistas da Pop Art transgridem o sentido do fazer arte de maneira manual.

Eles se utilizam de novos materiais, misturando fotografia, pintura, colagem, escultura, assemblage ( colagem em 3 dimensões ). Colagens e repetições de imagens em série são características das obras e os temas são os símbolos e os produtos industriais dirigidos às massas urbanas: tampinhas de garrafa, pregos, automóveis, enlatados, os ídolos de cinema e da música, produtos descartáveis, fast food. O que interessa são as imagens, o ambiente, a vida que a tecnologia industrial criou nos grandes centros urbanos.

Projeto Artes Visuais na Educação Infantil
Extraído do PPD – Projetos Pedagógicos Dinâmicos

Como o mundo é repleto de significados e cheio de descobertas, nesta fase da infância! O ensino de Arte aborda uma série de significações, tais como: o senso estético, a sensibilidade e a criatividade.

A criança na educação infantil, se encontra em fase de pensamento concreto e faz largo uso de seus sentidos para enriquecer suas experiências. Nesta fase, as atividades artísticas fornecerão ricas oportunidades para o seu desenvolvimento, uma vez que, põem ao seu alcance os mais diversos tipos de material para manipulação.

Quando as habilidades infantis são estimuladas, ajudam no processo de aprendizagem, pois desenvolvem a percepção e a imaginação – recursos indispensáveis para a compreensão de outras áreas do conhecimento humano. Estabelecendo, sempre, um diálogo entre todos os participantes da turma – que é uma questão fundamental para que haja uma comunicação ampla – que será ampliado, desenvolvido, trabalhado, estimulado, aprimorado e praticado com constância para que a criança tenha o máximo desempenho de sua capacidade cognitiva.

A professora da rede pública paulista Regina Velasco Estrela desenvolveu um projeto de artes visuais com seus alunos de educação infantil e compartilhou conosco sua experiência positiva dando-nos dicas de atividades. Confira:


01- DESENHO COM FOLHA DE PLANTA:
Desenhar com giz de cera usando folhas de diversas formas e tamanhos.


02 – DESENHO ESPELHO:
Oriente os alunos a dobrar a folha de papel ofício ao meio e pingar cola colorida na dobra – tornar a dobrar a folha e aparecerá uma surpresa.


03 – BOLINHAS DE SABÃO:
Material Necessário: anilinas, detergente incolor, canudos, papel ofício e copos descartáveis.

Procedimento: Coloque um pouco de detergente com algumas gotas de anilina no copo ( cada copo com uma cor diferente ) – os alunos deverão molhar o canudo nos copos e soprar fazendo bolinhas de sabão no papel oficio.

OBS: Uma técnica que surte efeito muito bonito mas é necessário que o professor tenha muita atenção para que as crianças não engulam o detergente


04- DESENHO MÁGICO:
Desenhar no papel usando apenas giz de cera branco, em seguida, com pincel passe tinta guache em toda folha. As crianças adoram a surpresa!


05 – DESENHO LIVRE BRANCO NO PRETO:

Material Necessário: papel cartão preto, giz de cera branco e creme dental branco.

Procedimento: Desenhar livremente no papel cartão usando o giz e o creme dental.


06 – TEXTURA, FORMA E COR:

Colagem de areia colorida em quadrados, triângulos e círculos.


07 – PAPEL ÚMIDO:

Molhar a folha com algodão e pintar em seguida com tinta guache


A criança trabalha com as mãos, aprendendo e apreendendo o mundo; vê através delas, manipulando e modificando, destruindo e construindo, observando, mas sobretudo criando. Através das atividades lúdicas a criança consegue se exprimir; entretanto, também se torna necessário mostrar-lhe alternativas, perspectivas e concepções: a Arte como co-autora da nossa sociedade – ampliando, assim, sua visão de possibilidades, na experiência entre o real e o imaginário, do comparativo e do demonstrativo da realidade humana.

Compete ao professor a estimulação da criança, em todos os sentidos visuais e perceptivos, pois sua sensibilidade e criatividade serão privilegiadas.

Outras idéias: Pintar com os dedos, com esponjas, com escova de dente, com giz de lousa molhado no leite, desenhar na lixa, desenhar com hidrocor sobre papel camurça.

Campos dos Goytacazes (RJ) abre 573 vagas na área de educação
Do G1, em São Paulo

Os salários vão de R$ 889,64 a R$ 1.368,69.
São 12 cargos que exigem nível médio e superior.

A Secretaria Municipal de Educação de Campos dos Goytacazes (RJ) abriu concurso para 573 vagas. Os salários vão de R$ 889,64 a R$ 1.368,69.

As inscrições podem ser feitas pela internet, no site da Fundação de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Assistência ligada à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Funrio), até às 23h59 do dia 18 de março, ou no posto de inscrição do Liceu de Humanidades de Campos, na Praça Barão do Rio Branco, nº 15, Centro de Campos dos Goytacazes, até dia 18, de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. As taxas são de R$ 45 para cargos de nível médio e de R$ 60 para cargos de nível superior.

A prova objetiva será no dia 20 de abril. O candidato inscrito no posto de atendimento deverá retirar o cartão de informação no mesmo local de inscrição no período de 14 a 16 de abril, das 9h às 17h. Todos os candidatos inscritos poderão também imprimir o cartão de informação, a partir do dia 14 de abril, no endereço eletrônico da Funrio. No cartão será informado o local da prova.

Veja lista de cargos:

Auxiliar de Secretaria
Professor II (Educação Infantil – creche)
Professor II (Educação Infantil – Escola e Professor de Ensino Fundamental – 1º segmento)