Brincadeiras do tempo da vovó #BaudeDiversoes


Não há ocasião melhor do que as férias para se resgatar brincadeiras antigas.

Acho muito pertinente e acredito que temos que nos esforçar em transmitir aos nossos filhos as brincadeiras que fizeram parte da infância dos nossos pais e da nossa também. Hoje, em razão da falta de espaço físico das moradias e da impossibilidade de brincar na rua, estas brincadeiras estão se perdendo.

Brincadeiras como Amarelinha, Cinco Marias, Lenço atrás, Pular corda e tantas outras não fazem mais parte do cotidiano da criançada de hoje.

Estas brincadeiras sempre foram excelentes recursos para o desenvolvimento da noção espacial, da lateralidade, prontidão, concentração, desenvolvimento da coordenação motora, do equilíbrio, do ritmo, habilidades tão importantes para o preparo da criança para a fase da alfabetização.

Também são fundamentais para a socialização. Agem como preparo para o convívio em sociedade. A criança prende a aguardar sua vez nas brincadeiras, a perder, a ganhar, a desenvolver o espírito de equipe e a cumprir regras, quesitos importantíssimos para a formação do indivíduo.

Sei que os games televisivos e o uso do computador também são importantes e desenvolvem habilidades na criança, porém somos seres “projetados” para o movimento e não podemos permitir que a criançada passe horas e horas sentada mexendo somente alguns dedos e piscando os olhos. Temos que estimular o movimento e a socialização. Acredito que saber dosar entre a brincadeira com movimento e os videogames é uma atitude sábia que propiciará um desenvolvimento físico/cognitivo que contribuirão para um rico desenvolvimento.

Também havia o carrinho de rolimã que era sem dúvida um dos brinquedos mais almejados e que todo mundo podia e queria ter, independente do sexo ou da classe social. A brincadeira começava com o fazer o próprio carrinho. A criança nunca fazia sozinha seu próprio carrinho, contava sempre com a ajuda dos amigos que acompanhavam na procura de “matéria prima” dividindo as marteladas no dedo. Depois de pronto, a próxima fase era procurar uma boa ladeira e deixar a gravidade dar a sua contribuição.

Eu tive sorte, pois perto de casa havia ruas de terra que amenizavam as raladuras nos joelhos e cotovelos. Naquele tempo não havia joelheiras e nem capacete, porém a pior parte ficava para a hora do banho onde os “ais” e “uis” sonorizavam as esfregadas para limpar os machucados.

E por falar em machucados, os pais de hoje  não aceitam que seus filhos se machuquem e em razão disso os privam de toda e qualquer situação que possa propiciar um arranhão. Não estou aqui dizendo que quero que as crianças se machuquem, porém joelhos ralados são testemunhos de que a criança tentou superar um desafio e com isso estamos trabalhando a iniciativa, o tentar outra vez, o se preparar para cair e levantar. Afinal a vida adulta exige isso de nós, ou não?

Você pode acessar muitas outras opções de brincadeiras no Baú de Diversões do NINHO Soleil  e acompanhar as sugestões nos endereços abaixo:

Hotsite Baú da Diversão – www.nestle.com.br/PortalNestle/ninhosoleil

Aplicativo Álbum de Figurinhas – www.facebook.com/ninhosoleil?sk=wall

Cybele Meyer – Blog Educa Já | Twitter @cybelemeyer

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Conheça as Embaixadoras da Ninho Soleil

Eliane Ceccon – 1001roteirinhos.com.br – (@1001roteirinhos)

Gisele Barcellos – kidsindoors.blogspot.com – @kidsindoors

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