Blogagem coletiva – Semana Mundial da Amamentação


Tenho três filhos e amamentei os três por mais de um ano e digo que os três cresceram fortes e saudáveis.

O leite materno dá à criança tudo o que ela precisa além de imunizá-la contra várias doenças, porém como a maioria das mulheres trabalha fora, alegam ficar difícil a amamentação e logo após a licença maternidade acabam desmamando seus filhos.

O melhor a fazer é retirar o leite e deixar para ser dado ao bebê durante o período que a mãe está trabalhando, como um complemento alimentar. O mais importante é que ele continue mamando.

Hoje há hospitais adeptos a criança já mamar logo após o parto em conjunto com a OMS (Organização Mundial da Saúde) e a UNICEF (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Quanto antes a criança começar a sugar o colostro, mais protegido será. Também para a mãe é muito benéfico iniciar a amamentação logo após o parto, pois o ato de sugar faz liberar a oxitocina que é uma substância que faz aumentar as contrações uterina expulsando com maior facilidade a placenta propiciando um maior conforto. Outra substancia que também é liberada enquanto o bebê mama é a endorfina que propicia uma diminuição das dores da mãe.

É certo que 1,3 milhão de crianças por ano podem ser salvas se mamarem no peito até, pelo menos, seis meses. Porém, somente menos de 40% das mães amamentam seus bebês e esta atitude se dá tanto em países ricos quanto pobres. O que falta na verdade, é informação. Algumas desistem por não conseguirem fazer seus bebês pegarem o peito ou por alegar dor e desconforto.

Participe da Campanha Mundial de Amamentação, amamentando seu filho.

Amamentar é um ato de puro amor!

Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes – 18 de maio

Nós, professores e formadores de cidadãos não podemos nos manter alheios ao que está acontecendo ao nosso redor. Temos que nos manifestar para colocar fim, de uma vez por todas, ao abuso sexual infantil, aos maus tratos à criança, ao trabalho infantil. Criança tem que ser cuidada e respeitada. Criança tem que se sentir segura dentro de sua própria casa. Criança tem que ir para a escola. Criança tem que brincar.

Hoje, 18 de maio, o nosso país está se mobilizando através de manifestações, encontros e seminários abordando temas como pornografia, bullying, ciberbullying, violencia sexual, agressões e outros títulos que infelizmente fazem parte do dia-a-dia de muitas crianças. Na web também está ocorrendo a blogagem coletiva onde diversos blogs farão postagens enfocando este assunto, como estou fazendo agora.

No blog “Diga Não a Erotização Infantil”, Ana e Rosane informam que somente nas zonas sul e leste de São Paulo triplicaram o número de crianças vítimas de abuso sexual. No ano de 2008 eram registrados dez casos por mês. Hoje é registrado um caso por dia, e antes as vítimas tinham entre sete e catorze anos e hoje há muitas vítimas com apenas dois e três anos. Os maiores agressores são em primeiro lugar o pai, seguido pelo padrasto, pela mãe, avô, avó, tio e em último lugar está o desconhecido.

“O que temos hoje é a estimativa de que, no mundo, a cada três minutos uma criança sofre abuso sexual” diz Ana Cristina Silva, coordenadora da Rede Criança de Combate à Violencia Doméstica das regiões leste e oeste de São Paulo.

O Estado de Minas Gerais é pioneiro na luta com a Campanha Proteja Nossas Crianças
incentivando a denúncia por meio do Disque Direitos Humanos – 0800-31 11 19. A ligação é sigilosa e gratuita e pode ser feita de qualquer lugar do Estado.

Você também quer participar?

Então redija um texto e publique no seu blog. A Lili que, assim como eu escreve no Mãe com Filhos, publicou sobre o assunto em seu post de hoje, e a Sam, que também escreve para o MCF, publicou em seu blog A Vida como a Vida quer um texto muito interessante sobre o tema.

Professor, divulgue esta campanha na escola em que você trabalha. Vamos contribuir para exterminar esta prática de todos os lares proporcionando um crescer saudável para nossas crianças.

TODOS SOMOS RESPONSÁVEIS!

Blogagem Coletiva – Adoção, um ato de nobreza!

Olá amigos leitores, quando recebi o convite da Georgia e do Dácio para participar da blogagem coletiva “Adoção, um ato de nobreza” aceitei prontamente porque acho um tema extremamente importante e delicado uma vez que mexe principalmente com o emocional tanto de quem adota quanto de quem é dotado.

Durante esta semana percorri muitos blogs que aderiram à blogagem e pude aprender muito com os relatos. Encontrei depoimentos emocionantes que me fizeram inclusive chorar.

A blogagem está sendo deveras versátil. Houve quem abordasse a visão jurídica nos procedimentos da adoção, outros abordaram experiências vividas e outros abordaram situações vivenciadas por outras pessoas que adotaram uma criança.

Adotar uma criança não é somente levar para casa e dar comida. Adotar é estar presente ativamente em todos os momentos, sejam eles alegres, tristes ou preocupantes. É ter a palavra certa para resolver situações erradas. É incentivar uma boa atitude, é mostrar o resultado de uma má conduta. É orientar, é amar.

Vou focar aqui uma visão mais ampla de adoção.
Sim, uma adoção sem que seja preciso levar para casa.
Uma adoção embasada num compromisso assumido perante alguém necessitado ou um compromisso assumido através da profissão que se exerce, como por exemplo, o de “SER” professor(a).

Ser professor(a) é ser “um pouco” pai/mãe de muitos e o professor tem que ter noção do tamanho desta responsabilidade quando se propõe a ficar pelo menos quatro horas seguidas, todos os dias, em contato com estas crianças.

Adotar alguém não referencia somente aqueles que optam por levar uma criança para casa e lhe dar o mesmo sobrenome. Acho que todos temos o compromisso de “ADOTAR” alguém que precise, seja ele bebê, criança, adolescente, adulto ou idoso.

Não podemos passar pelas pessoas “carentes” de afeto, de oportunidades, de família, de uma palavra de conforto e pensarmos que não é problema nosso.

É muito prazeroso e confortável convivermos com pessoas bem sucedidas e alegres.

Estamos aqui neste mundo para nos ajudar. Esta ajuda pode vir de diferentes maneiras, porém há que ser constante, pois quando “adotamos” alguém é para sempre.

Ao falar deste tipo de adoção, não estou querendo mudar o foco da blogagem e muito menos tirar a importância de se adotar uma criança levando-a para dentro de casa e tratando-a como filho, mas estou querendo inserir no conceito “adoção” aqueles que se sentem temerosos em tomar uma atitude tão nobre e de tanta responsabilidade.

Há muitas formas de “adotar”, porém é muito importante lembrar que tudo que se inicia não deve ser interrompido. Assim como um casal quando opta por adotar uma criança sabe que será para sempre, quando optamos por ajudar alguém também deverá ser para sempre. Não podemos desistir no meio do caminho.

Uma vez ouvi um naturalista orientando uma pessoa para que pensasse bem antes de começar a colocar água para os beija-flores, porque se assumisse este compromisso teria que ser para sempre, pois caso parasse eles morreriam de sede uma vez que já haviam se habituado a beber água somente ali.

É assim também conosco. Muitas vezes, imbuídos de espírito solidário, principalmente nesta época de final de ano quando as pessoas ficam mais sensíveis, muitas distribuem cestas básicas para algumas famílias carentes contribuindo para um Natal um pouco menos miserável. Porém, quando o ano se inicia tudo volta ao normal e deixam de levar a cesta básica. A família então passa a esperar por uma cesta que nunca vem. Isto é pior do que se nunca tivesse recebido.

Adoção, é sem dúvida, um ato de nobreza e de muita responsabilidade e como tal tem que ser encarado.
Então reflita e ADOTE ESTA IDÉIA!
Abraços e obrigada!

Dia do Blog – Blog Day (31/08/2008)

Dia 31/08 é comemorado o dia internacional do blog.

Uma curiosidade está na escolha da data pois se lermos 3108 nos faz lembrar da palavra blog, repare.

O Blog Day tem objetivo de divulgar e expandir a blogosfera. Para contribuir divulgue 5 blogs, aqui seguem os meus:

1- rafaelnink.com - http://rafaelnink.com/blog/
Este blog é especialista em Linux e orienta sobre software Educacional.

2- Educando o Amanhãhttp://educandooamanha.blogspot.com/Este blog trás textos excelentes para a conscientização da responsabilidade em se educar.

3- Desabafo de Mãehttp://blogdodesabafodemae.blogspot.com/
Este blog possibilita que a mãe leitora sane suas dúvidas através de perguntas feitas aos diversos especialistas.

4- Sergio F de Limahttp://sergioflima.pro.br/blogs/Aqui você encontra sete opções de blogs/assuntos mantidos pelo meu amigo Sérgio.

5- Ensinando e Aprendendo – http://ensinandoeaprendendocomatiarose1.blogspot.com/Muitas dicas para aplicar em sala de aula dadas pela Tia Rose

Agora faça o mesmo divulgue 5 blogs e promova a blogosfera.

Página Oficial do Evento: http://www.blogday.org/

Blogagem Coletiva – “O que você faz para acabar com o analfabetismo no Brasil?”

Hoje, dia 18 de abril, quando se comemora o DIA NACIONAL DO LIVRO INFANTIL, mais de 200 blogueiros se unem para responder a esta pergunta:
“O QUE VOCÊ FAZ PARA ACABAR COM O ANALFABETISMO NO BRASIL?” feita pela Georgia do BOG SAIA JUSTA e pela Meire do MEIROCA.com

Esta blogagem coletiva, já de largada, mostra o quão responsável somos pela erradicação do analfabetismo em nosso País.

A pergunta poderia ter sido feita: O que podemos fazer para acabar com o analfabetismo no Brasil?
Se tivesse sido formulada dessa forma automaticamente estaria jogando para o todo a resposta. A partir do momento que a resposta pertence ao todo, não pertence a ninguém, então ficamos no aguardo de que alguém se manifeste.

É justamente isso o que acontece com a Educação em nosso País. Cada um espera que o outro dê o primeiro passo e ficamos todos à espera. É certo que se constata uma iniciativa aqui, outra ali, mas a maioria está à espera. Sabe que o problema existe, o critica, porém nada faz…

No entanto, ao se perguntar “O que você faz para acabar com o analfabetismo no Brasil?” está imputando a cada um de nós a responsabilidade de agir, de sair da inércia, de dar um passo na direção da alfabetização.

Alfabetização que não se limita apenas a escrever o próprio nome ou uma lista de compras de supermercado. Mas a alfabetização que propicia dar vida aos personagens de uma história lida; uma alfabetização que permite entrar em contato com uma notícia no jornal e formar opinião sobre o assunto; uma alfabetização “viciativa” que impulsiona o indivíduo a entrar numa biblioteca para escolher um livro para ler, enfim, uma alfabetização que dá prazer, que tem gosto de “quero mais”.

As estatísticas mostram que o brasileiro é um povo que lê muito pouco, atingindo uma média de um livro/ano por habitante, enquanto que na Europa a média é de sete livros/ano por habitante.

A leitura é uma magnífica ferramenta de construção, mas para que ela possa funcionar a leitura tem que acontecer pelo prazer e não pela imposição, pela obrigação ou como uma forma de castigo como sabemos que acontece.

Estas atitudes minam a aquisição do saber.

Nós, cidadãos brasileiros, independente de sermos professores ou não, temos o dever de despertar o gosto pela leitura em todas as pessoas que nos rodeiam sejam elas nossas crianças, nossos vizinhos, amigos, parentes, nossa ajudantes do lar, o açougueiro do nosso bairro, o padeiro, enfim todos aqueles que pertencem ao nosso círculo de convivência.

Ser mediador é ser veículo de capacitação.

Se cada um fizer a sua parte, com certeza, em breve teremos muito mais leitores e consequentemente, muito menos analfabetos.

O que você está fazendo para acabar com o analfabetismo no Brasil?