Parceiros que estão apoiando o #EducaCamp2012

A Campus Party 2012 acontecerá entre os dias 06 e 12 de fevereiro no Parque Anhembi em São Paulo.  Pela primeira vez na história da Campus Party haverá um evento voltado para a Educação. O EducaParty tem a parceria da Fundação Telefônica que irá oferecer uma área especial focada na aprendizagem com novas tecnologias.

Dentre as atrações destaca-se a EducaCamp, voltada para o debate sobre o Uso da Tecnologia na Educação.

Dentre alguns temas já propostos estão:

  • TIC na formação de professores,
  • O Uso pedagógico do Blog, Facebook e Twitter
  • Educação nas Nuvens,
  • Projeto Um Computador por Aluno entre outros.

Para mais informações sobre o EducaCamp visite aqui e  INSCREVA-SE.

Em breve novas orientações.

PARCEIROS

 

Tema para debate no #eduCP2012

Já está no blog EducaCamp um dos muitos temas que serão abordados no encontro que acontecerá na Campus Party 2012  sobre Educação.

Dê uma passadinha e deixe a sua opinião sobre os questionamentos que lá estão.

Fico no aguardo e nos vemos na Campus Party. Se você não conseguiu comprar o ingresso para a #CP2012 não fique desanimado, pois faremos um encontro no local dos expositores onde não é preciso adquirir ingresso para entrar, ok!

E seguimos em contato!

 

Educadores se preparem, o EducaCamp está chegando

Amigos educadores,

Leiam a postagem feita por mim no blog do EducaCamp e se programem para nos encontrarmos na Campus Party 2012.

 Se você não conseguiu adquirir o ingresso para participar da Campus Party, não tem problema, iremos fazer um encontro do EducaCamp também no ambiente de entrada da CP2012

http://educacamp.wordpress.com/2011/12/27/educacamp-ja-esta-no-esquenta-para-a-cparty2012/

Você não vai querer ficar de fora, não é mesmo?

Te espero lá!

O Pará presente na Campus Party

Fazendo um apanhado dos últimos acontecimentos na Campus Party ao bom estilo #cpbr4, ou seja, tudo junto e misturado, vou falar um pouco do debate que aconteceu na sexta-feira promovido pelo EducaRede, um programa da Fundação Telefônica, na mesa cujo tema era Tecnologia e Cultura: Produção, difusão e acesso e que reuniu:

Gabriel C. Farias – Jovem de 16 anos, cursa o 2º ano do ensino médio, na Escola Estadual de Ensino Médio Waldemar Maués. Está envolvido em projetos comunitários desde os 10 anos de idade. Foi representante do projeto Bel Água em Brasília em 2009 na III CNIJMA (Conferencia Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente). Há três anos, trabalha como monitor de turma no Telecentro de Inclusão digital de Belterra (PA).

André Mintz – Jovem artista vencedor do Prêmio Conexões Tecnológicas 2008, voltado à estudantes que trabalham com arte e tecnologia. Após essa premiação, motivou-se a continuar desenvolvendo trabalhos e pesquisas nessa área ganhando mais reconhecimento e se estabelecendo no meio. Apoiado pela Vivo.

Kollontai Diniz – Designer gráfica e, na Brasiliana USP, desenvolveu o projeto gráfico do Tema Corisco para DSpace, parte da Plataforma Corisco.

Henry Grazinoli – Projeto Tela Brasil – Cineasta e educador. Coordenou as Oficinas Itinerantes de Vídeo Tela Brasil, nas quais supervisionou a realização de dezenas de curtas metragens. É criador de conteúdo e editor do Portal Tela Brasil, primeiro site de ensino da arte audiovisual no Brasil.

Tendo a mediação de Renata MottaInstituto Sérgio Motta o qual cada um falou um pouco das suas ações. Ao final Gabriel Farias, que estava pela primeira vez em São Paulo vindo sozinho de Belterra no Pará nos contou a internet chegou até lá há três anos e que isto foi um divisor de águas, pois o povo começou a “ter mais contato com o mundo”.  Gabriel trabalha no Telecentro de Belterra como professor de informática ensinando os alunos de todas as idades (ele tem um aluno de 78 anos) a interagir, inclusive, em redes sociais.

Gabriel participou ativamente do projeto “Bela Água” que consistia em ensinar turma por turma nas escolas públicas e depois estes alunos saiam panfletando e ensinando toda a população. A preocupação com a água em Belterra é grande e precisa desta conscientização porque eles são abastecidos por um igarapé que vem do “fundo da terra” e ações do homem como a derrubada da mata e a destruição da mata ciliar estão comprometendo este igarapé.

Veja o vídeo em que Gabriel fala um pouco mais sobre sua vivência:

Educação na Cultura Digital #debate

Participei do debate de hoje promovido pelo EducaRede, um programa da Fundação Telefônica cujo tema foi “Experiência de educação e cultura digital” o qual participaram da mesa

Participantes: Bianca Santana – Jornalista e coordenadora do Projeto Recursos Educacionais Abertos na Casa da Cultura Digital. No Mestrado em Educação da Universidade de São Paulo, pesquisa os usos das tecnologias digitais na educação de jovens e adultos.

Priscila Gonsales – Jornalista com mestrado em Educação, Família e TIC pela Pontifícia Universidade de Salamanca (Espanha), atua na área de Educação desde 1997, principalmente em organizações do 3º Setor. É também pesquisadora do Cenpec e responsável pela coordenação do Programa EducaRede Brasil.

Luciano Meira – É professor adjunto do Departamento de Psicologia da UFPE e pesquisador da Pós-Graduação em Psicologia Cognitiva da mesma instituição. Também é consultor de estudos de usabilidade do Cesar (Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife), organização sem fins lucrativos associada ao Centro de Informática da UFPE.

Debora Sebriam – Mestre em Engenharia de Mídias para a Educação pela Universidade Técnica de Lisboa, Université de Poitiers e Universidad Nacional de Educación a Distancia. Atualmente é membro da equipe de Informática Educacional do Centro Educacional Pioneiro em São Paulo.

Moderadora: Milada Gonçalves – Integrante do EducaRede e do Grupo de Estudos Educar na Cultura Digital.

Logo na abertura Mila faz uma provocação para a mesa: O que você entende por cultura digital?

Cada um dos integrantes da mesa partilhou o seu foco: Bianca Santana diz que educar na cultura digital é também aprender na cultura digital, afinal a troca é quesito fundamental. Acrescenta que também é incentivar o protagonismo juvenil para que utilize suas próprias estratégias com o uso das ferramentas digitais. Débora Sebriam levantou uma questão importante que é a preocupação que se deve ter sobre o material que as crianças acessam fora da escola, por exemplo, nas lanhouses, e que se deve tirar o foco do computador e abrir para todas as telas digitais. Repensar o currículo escolar e retomar o conceito de educar é um ponto extremamente importante que deve estar presente sempre, além do professor ter a sensibilidade de integrar no aprender o que de importante e interessante acontece ao redor. Luciano Meira ressalta que é preciso falar da educação 2.0 que os jovens constroem nas lan houses. Falou bastante sobre jogos o qual você pode conferir abaixo:

Estamos vivendo um momento histórico em que a cultura digital está mudando a forma de ser e de estar de todos nós.

Uma questão interessante foi colocada através da seguinte pergunta: Autoria é sinônimo de propriedade?  Nos recursos educacionais abertos co conhecimento pertence a todo mundo. Todos partilham suas produções, seus artigos e tudo o mais que produzem. Infelizmente o mesmo não acontece na escola e na sala de aula, pois a lei de direitos autorais não caminha na mesma direção. Se o professor quer exibir um filme para seus alunos, não pode porque caracteriza exibição pública e a lei proíbe, comenta Bianca Santana.

Se você se interessa por debater sobre o Educar na Cultura Digital pode entrar para o grupo de Estudos acessando este endereço: http://www.educarnaculturadigital.org.br/ “e venha debater conosco de que maneira os meios tecnológicos podem favorecer a produção do conhecimento em contextos educativos. Será que isto já está acontecendo? Se o século XXI oferece a possibilidade de a web 2.0 enriquecer o modo de aprender e ensinar, formar o cidadão para as competências e habilidades que emergem destas novas práticas sociais, podemos dizer que isto se tornou um grande desafio para a Educação.

Você pode assistir o debate por inteiro através deste link http://tv.campus-party.org/player-brasil.php?v=qRb7lVqMBp8

Debatendo sobre Gerações Interativas

Luciana Cavalini – Rene Silva – Ivelise Forim – Priscila Gonsales – Volney Faustini – eu e Michel

Gerações Interativas – Nada mais será como antes este foi o tema do debate realizado pelo EducaRede, um programa da Fundação Telefônica, que trouxe pessoas super especiais como  Rene Silva – Morador do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, publica o jornal A Voz da Comunidade e é dono do perfil no Twitter, @Rene_Silva_RJ, que ficou nacionalmente conhecido ao fazer a cobertura em tempo real da invasão vista de dentro da favela.

Ivelise Fortim – É professora da Faculdade de Psicologia e do Curso de Jogos Digitais da PUC-SP e Membro do NPPI (Núcleo de Pesquisas de Psicologia e Informática da Clínica Psicológica) da PUC-SP.

Volney Faustini – Empresário, consultor, autor e administrador de Empresas formado pela Fapei, atualmente é diretor da FIT (Faustini, Inovação e Tecnologia). Organizou e editou o e-book “Filhos seguros, pais tranquilos”, disponível gratuitamente para download na Internet.

Luciana Cavalini – É especialista de Responsabilidade Social Corporativa da Telefônica, membro do Fórum Gerações Interativas, e jornalista. Trabalhou nos jornais Folha de S. Paulo e Gazeta Mercantil.

Moderadora: Priscila Gonsales – Jornalista, tem mestrado em Educação, Família e TIC pela Pontifícia Universidade de Salamanca (Espanha) e atua na área de Educação desde 1997, principalmente em organizações do 3º Setor. É também pesquisadora do Cenpec e responsável pela coordenação do Programa EducaRede Brasil.

O ponto alto do encontro foi Rene Silva que com todo seu carisma encantou a todos. Rene contou que sua ideia de fazer um jornal começou na escola quando tinha apenas 11 anos. O jornal escolar deu tão certo que ele levou a ideia para o Morro do Alemão com a iniciativa de manter a população de lá informada e também com o objetivo de ajudar a resolver os tantos problemas que lá existem. Foi por este motivo que batizou o jornal de  A voz da Comunidade. Como um legítimo nativo digital integrante da Geração Y e possuidor de blog e Twitter acabou ampliando suas notícias para a web. Pois foi ao noticiar tudo que estava acontecendo no Morro do Alemão no início do ano – Nov 2010 com a visão de quem estava de dentro da favela, que Rene foi parar na reportagem do Jornal Nacional como vocês podem ver abaixo.

Também foi debatido o fato de que qualquer pessoa pode ser autor na web e qual a responsabilidade que se tem diante desta possibilidade. Ivelise Forim falou sobre esta realidade e partilhou o exemplo de uma menina de 12 anos que tem uma comunidade no Orkut onde relata sua visão de mundo, sua rotina e outros assuntos para 40 mil seguidores.

Será que ela consegue ter noção do que significa escrever para 40 mil pessoas? Será que ela tem orientação em casa sobre quais assuntos ela pode abordar expondo sua intimidade?

Em relação à parceria, apoio e orientação dos pais Luciana Cavalini falou um pouco sobre a Cartilha para o uso devido da net lançada pela Fundação Telefônica e que serve de respaldo para pais, principalmente, que não têm muita intimidade com a internet.

Volney Faustini que é um grande estudioso desta geração conectada falou sobre o comportamento do jovem e da interação que pode existir entre os jovens nativos digitais e os adultos, imigrantes digitais.

Também passou um vídeo que vale a pena ver:

Aproveitei este momento enriquecedor e falei sobre este modelo no Mãe com Filhos com o título Um exemplo a ser citado e seguido.

Logo mais às 17h45 tem outro debate super interessante sobre “Experiências de educação e Cultura Digital, vale conferir.

Para assistir este debate integralmente acesse este link http://tv.campus-party.org/player-brasil.php?v=YKMfZ1HJgRQ