Datas Comemorativas – Carnaval

Para ver as postagens dos anos anteriores clique AQUI

IDEIAS PARA O CARNAVAL

Fonte: Educação da Infância










PARA COLORIR

Projeto Carnaval

Fonte: Pro Rirela



INTRODUÇÃO

Quando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de um povo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popular que ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto histórico e sociocultural de cada lugar.
Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores, a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.

JUSTIFICATIVA

O Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao que vivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagens que ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.
Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem o conhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suas influências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.

OBJETIVOS GERAIS

? Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira.
? Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social.
? Conhecer as marchinhas carnavalescas.
? Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música, blocos, fantasias e histórias.
? Estabelecer relação entre passado e moderno.

Procedimentos Metodológicos

? Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essa manifestação popular.
? Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos.
? Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco.
? Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para que possam usar como fantasias.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

? Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas.
? Trabalhar músicas carnavalescas
? Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata.
? Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval.
? Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.

CULMINÂNCIA

? Desfile de fantasias.
? Exposição de painéis.
? Baile carnavalesco.

ANEXOS

MAMÃE EU QUERO

(Jararaca-Vicente Paiva – 1937)
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira
e vem entrar pro meu cordão

Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana
Olho as pequenas mas daquele jeito
Tenho muita pena não ser criança de peito

Eu tenho uma irmã que é fenomenal
Ela é da bossa e o marido é um boçal

ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

AALLAH-LÁ-Ô
(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara
Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar

Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah

ME DÁ UM DINHEIRO AÍ

(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)

Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair

Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!

CACHAÇA
Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953

Você pensa que cachaça é água
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão

Pode me faltar tudo na vida
Arroz feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não

Pode me faltar o amor
Há, há, há, há!
Isto até acho graça
Só não quero que me falte
A danada da cachaça

CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

AURORA
Mário Lago-Roberto Roberti, 1940

Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora

Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor

Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora

A JARDINEIRA
Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938

Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu.

O TEU CABELO NÃO NEGA
Lamartine Babo-Irmãos Valença, 1931

O teu cabelo não nega mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega mulata
Mulata eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata mulatinha meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

Quem te inventou meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque mulata tu não és deste planeta

Quando meu bem vieste à terra
Portugal declarou guerra
A concorrência então foi colossal
Vasco da gama contra o batalhão naval

SACA-ROLHA
Zé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)

As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo mão na saca, saca, saca rolha
E bebo até me afogar
Deixa as águas rolar

Se a polícia por isso me prender
Mas na última hora me soltar
Eu pego o saca, saca, saca rolha
Ninguém me agarra ninguém me agarra.

MÁSCARAS



QUEBRA-CABEÇA

Datas Comemorativas – Carnaval

Para ver as postagens dos anos anteriores clique AQUI

IDEIAS PARA O CARNAVAL

Fonte: Educação da Infância










PARA COLORIR

Projeto Carnaval

Fonte: Pro Rirela



INTRODUÇÃO

Quando pensamos em Brasil ou no povo brasileiro, quase sempre nos vem a imagem de um povo alegre e dançante. O carnaval é um grande exemplo disso. É uma manifestação popular que ocorre de diferentes formas em várias regiões do Brasil, dependendo do contexto histórico e sociocultural de cada lugar.
Entrelaçando as influências dos negros africanos, indígenas, nativos e europeus colonizadores, a cultura brasileira resultou em uma grande diversidade e riqueza de manifestações.

JUSTIFICATIVA

O Brasil é um país rico culturalmente, porém, o que sabemos dessa cultura limita-se ao que vivemos no dia-a-dia e ao que a TV nos mostra, muitas vezes, informações soltas, imagens que ficam muito distantes de nossa realidade ou de cunho comercial.
Pensando nisso, pretendemos, neste trabalho, propiciar atividades que ampliem o conhecimento das crianças sobre o carnaval no Brasil, levando em consideração suas influências e fazendo um paralelo temporal desde os antigos carnavais até hoje.

OBJETIVOS GERAIS

? Conhecer os aspectos culturais do carnaval que influenciaram na etnia brasileira.
? Reconhecer as manifestações carnavalescas dentro do contexto social.
? Conhecer as marchinhas carnavalescas.
? Conhecer, observar e acompanhar a evolução de gêneros carnavalescos como: música, blocos, fantasias e histórias.
? Estabelecer relação entre passado e moderno.

Procedimentos Metodológicos

? Fazer um baile de carnaval para que as crianças conheçam um pouco sobre essa manifestação popular.
? Levar para a sala de aula os elementos do carnaval através de imagens ou objetos.
? Executar músicas pertinentes ao universo carnavalesco.
? Fazer pinturas faciais nas crianças e disponibilizar diferentes roupas e adereços para que possam usar como fantasias.

ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

? Confecção de painel com recortes e fotos carnavalescas.
? Trabalhar músicas carnavalescas
? Confeccionar máscaras carnavalescas com material de sucata.
? Listar as fantasias que as pessoas costumam usar em carnaval.
? Pular carnaval usando roupas e acessórios diversos como fantasia.

CULMINÂNCIA

? Desfile de fantasias.
? Exposição de painéis.
? Baile carnavalesco.

ANEXOS

MAMÃE EU QUERO

(Jararaca-Vicente Paiva – 1937)
Mamãe eu quero, mamãe eu quero
Mamãe eu quero mamar
Dá a chupeta, dá a chupeta
Dá a chupeta pro bebe não chorar

Dorme filhinho do meu coração
Pega a mamadeira
e vem entrar pro meu cordão

Eu tenho uma irmã que se chama Ana
De piscar o olho já ficou sem a pestana
Olho as pequenas mas daquele jeito
Tenho muita pena não ser criança de peito

Eu tenho uma irmã que é fenomenal
Ela é da bossa e o marido é um boçal

ABRE ALAS
(Chiquinha Gonzaga, 1899)

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

AALLAH-LÁ-Ô
(Haroldo Lobo-Nássara, 1940)

Allah-lá-ô, ô ô ô ô ô ô
Mas que calor, ô ô ô ô ô ô
Atravessamos o deserto do Saara
O sol estava quente
Queimou a nossa cara
Viemos do Egito
E muitas vezes
Nós tivemos que rezar

Allah! allah! allah, meu bom allah!
Mande água pra ioiô
Mande água pra iaiá
Allah! meu bom allah

ME DÁ UM DINHEIRO AÍ

(Ivan Ferreira-Homero Ferreira-Glauco Ferreira, 1959)

Ei, você aí!
Me dá um dinheiro aí!
Me dá um dinheiro aí!

Não vai dar?
Não vai dar não?
Você vai ver a grande confusão
Que eu vou fazer bebendo até cair

Me dá me dá me dá, ô!
Me dá um dinheiro aí!

CACHAÇA
Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953

Você pensa que cachaça é água
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão

Pode me faltar tudo na vida
Arroz feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não

Pode me faltar o amor
Há, há, há, há!
Isto até acho graça
Só não quero que me falte
A danada da cachaça

CABELEIRA DO ZEZÉ
João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963

Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é

Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é

Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!

AURORA
Mário Lago-Roberto Roberti, 1940

Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora

Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor

Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora

A JARDINEIRA
Benedito Lacerda-Humberto Porto, 1938

Ó jardineira porque estás tão triste
Mas o que foi que te aconteceu
Foi a camélia que caiu do galho
Deu dois suspiros e depois morreu

Vem jardineira vem meu amor
Não fiques triste que este mundo é todo seu
Tu és muito mais bonita
Que a camélia que morreu.

O TEU CABELO NÃO NEGA
Lamartine Babo-Irmãos Valença, 1931

O teu cabelo não nega mulata
Porque és mulata na cor
Mas como a cor não pega mulata
Mulata eu quero o teu amor

Tens um sabor bem do Brasil
Tens a alma cor de anil
Mulata mulatinha meu amor
Fui nomeado teu tenente interventor

Quem te inventou meu pancadão
Teve uma consagração
A lua te invejando faz careta
Porque mulata tu não és deste planeta

Quando meu bem vieste à terra
Portugal declarou guerra
A concorrência então foi colossal
Vasco da gama contra o batalhão naval

SACA-ROLHA
Zé da Zilda-Zilda do Zé-Waldir Machado, 1953)

As águas vão rolar
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo mão na saca, saca, saca rolha
E bebo até me afogar
Deixa as águas rolar

Se a polícia por isso me prender
Mas na última hora me soltar
Eu pego o saca, saca, saca rolha
Ninguém me agarra ninguém me agarra.

MÁSCARAS



QUEBRA-CABEÇA

Datas Comemorativas – CARNAVAL

Recados para Orkut

Carnaval

Olá queridos professores,

Para reler as publicações anteriores sobre a história do carnaval clique AQUI e para os modelos de máscaras e fantasias clique AQUI.

Carnaval com o Menino Maluquinho

Fonte: Menino Maluquinho



OLHA O CARNAVAL AÍ, GENTE!!!

O Brasil é conhecido como o “país do carnaval” e, como bons brasileiros, devemos saber um pouco sobre essa festa que contagia muita gente daqui e de diversas partes do mundo.

A HISTÓRIA DO CARNAVAL

O carnaval é uma festa popular muito antiga e, por isso, não se sabe
a origem exata dessa comemoração. O que se sabe é que essa tradição vem sendo transmitida de geração a geração há muitos séculos.

Quem trouxe o carnaval ao Brasil foram os portugueses, por volta de 1750. Nessa época, a festa era chamada de entrudo, palavra que vem do latim introitu e significa entrada, pois a comemoração começava na entrada (início) da Quaresma.

Mais tarde, surgiram as máscaras, as fantasias e as marchinhas. A serpentina (de origem francesa) e o confete (de origem espanhola) que enfeitam os bailes de salão chegaram ao Brasil em 1892.

Algumas fantasias, como as de Pierrô, Colombina, Arlequim e Rei Momo são bastante tradicionais, principalmente nos bailes de salão. Mas, mesmo com todo o sucesso desses bailes, o carnaval de rua é cada vez mais procurado e ainda preserva parte do folclore brasileiro.

CARNAVAL DE RUA

Desde o início do carnaval brasileiro, muitas pessoas o comemoram nas ruas. Foram assim que apareceram os blocos e os cordões, grupos que cantavam músicas próprias e que deram origem às escolas de samba.
Hoje, nos estados da Região Nordeste, o carnaval de rua reúne uma multidão de pessoas, entre brasileiros e estrangeiros.
Cada estado tem sua maneira de festejar. Na Bahia, por exemplo, a grande atração são os trios elétricos e, em Pernambuco, danças tradicionais como o frevo e o maracatu fazem a festa de adultos e crianças.

O CARNAVAL BRASILEIRO

O primeiro carnaval brasileiro, segundo os historiadores, aconteceu em 1641. O governador do Rio de Janeiro, Salvador Correa de Sá Benevides, determinou que se dedicasse uma semana de festa para homenagear a coroação de D. João IV. O povo adorou a idéia.
No início, o carnaval era animado com canções portuguesas, como as quadrilhas. Depois, vieram a polca e os ritmos do carnaval italiano. Só em 1870 é que surgiu uma música tipicamente brasileira, o maxixe, e a primeira canção carnavalesca do país: E viva Zé Pereira.
Uma tradição do carnaval eram as brigas com ovos, limões, água e farinha, já cultivada em outros países. Na época da Proclamação da Independência, eram comuns essas batalhas. Até as orgulhosas senhoritas da alta sociedade participavam. Das varandas das casas, moças vistosas jogavam ovos e água nas pessoas que passavam na rua.

O SAMBA

O samba tem origem em antigos ritmos trazidos pelos escravos africanos para o Brasil. Afirma-se que a palavra samba vem de semba, que significa umbigada ou união do baixo ventre em dialeto africano. No século XIX, esses ritmos africanos sofreram a influência da polca, da habanera, do maxixe e do choro. A arte do samba chegou ao Rio de Janeiro com as baianas que ali foram viver.

BALA DE GOMA

QUEBRA-CABEÇA

GRAVATA DE PALHAÇO

MÁSCARAS

PRAZER DE ENSINAR

Clique nas figuras para vê-las aumentadas

MOLDES

Datas Comemorativas – CARNAVAL – continuação

UM NOVO ANO ESCOLAR

LETRA

As férias chegaram ao fim
Tão bom foi brincar, descansar
Agora começa pra mim
Um novo ano escolar

Quero estudar e aprender
Ser sempre um bom aprendiz
Novos amigos fazer
E ter um ano feliz

As férias chegaram ao fim
Tão bom foi brincar descansar
Agora começa pra mim
Um novo ano escolar

As férias chegaram ao fim
Tão bom foi brincar descansar
Agora começa pra mim
Um novo ano escolar

Quero cumprir meu dever
E bem fazer a lição
Abro a luz do saber
A mente e o coração

As férias chegaram ao fim
Tão bom foi brincar descansar
Agora começa pra mim
Um novo ano escolar
Um novo ano escolar…

LANCHE
object>

LETRA

Vamos comer nosso lanchinho
Depois escovar nosso dentinho
tchic tchic
Agradecer papai do céu
Por mais um dia
Cheio de amor e alegria

MÁSCARAS

PÁSSARO

MOLDE

MARGARIDA

MOLDE

URSINHO

MOLDE

PIRATA

MOLDE

VIKING

MOLDE

ÍNDIA

MOLDE

DIABO

MOLDE

SUPER-HERÓI

MOLDE

BOLBOLETA

MOLDE

ROBÔ

MOLDE

ANIMAL

MOLDE

MARCIANO

MOLDE

PIRATA

MOLDE

VIKING

MOLDE

ESCONDE OLHOS

MOLDE

ESCONDE OLHOS

MOLDE

TEATRO COMÉDIA

TEATRO DRAMA

TIGRE DE BENGALA

RAPOSA

SAPO

PANDA

ESCONDE OLHOS

MÁSCARAS ESPECIAIS

É só recortar o olhinho.
RATINHO

RATINHA

GATO

CORUJA

PORCO DO MATO

RAPOSA

URSO

MACACO

CHAPÉU DE PALHAÇO

GRAVATA DO PALHAÇO

CHAPÉU DE PIRATA

MOLDE

MOLDE O ENFEITO DO CHAPÉU DE PIRATA

Pode ser feito de camurça preto

MOLDE DA ESPADA DO PIRATA e TAPA OLHO

A lâmina pode ser encapada com papel alumínio.

MOLDE DE VÁRIOS TIPOS DE BIGODES – PIRATA

COROA

MOLDE

MOLDE

PASSO A PASSO

PARA PINTAR

UNISO: Inscrições para Mestrados em Educação e em Comunicação e Cultura prosseguem até sexta-feira

A Universidade de Sorocaba está com inscrições abertas para os dois cursos até a próxima sexta-feira (1/02), no sítio eletrônico www.uniso.br. O processo seletivo constará de duas fases, sendo a primeira delas eliminatória. Com área de concentração em “Educação Escolar”, o Mestrado em Educação oferece 30 vagas distribuídas entre as linhas de pesquisa “Cotidiano escolar”, ‘Educação superior”, “História e historiografia: políticas e práticas escolares” e “Trabalho docente”.
Já o Mestrado em Comunicação e Cultura, que possui área de concentração em “Comunicação e Cultura”, está abrindo 15 vagas para as linhas de pesquisa “Estudo das teorias, dos meios de comunicação e da cultura na contemporaneidade” e “Análise de processos e produtos midiáticos”. Além desses dois cursos, o novo Mestrado em Ciências Farmacêuticas abrirá inscrições para sua primeira turma de 01 a 22 fevereiro.
Mais informações: (15) 2101.4009
http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=40103

FUMEC abre inscrições para Educação Física a distância

A Universidade FUMEC abre inscrições do processo seletivo 1º Semestre 2008 para o curso de Licenciatura em Educação Física, modalidade a distância, semipresencial. Os interessados podem se inscrever no site www.fumec.br de 28/01 a 21/02 e a taxa de inscrição é R$60,00. As provas serão realizadas no dia 24 de fevereiro, das 8h às 12h, no Campus I (Rua Cobre, 200, bairro Cruzeiro) e englobam as seguintes disciplinas: Matemática, Biologia, Física, Química, Geografia, História, Língua Portuguesa, Literatura Brasileira e Língua Estrangeira (Inglês ou Espanhol), distribuídas em questões objetivas, tipo múltipla escolha e questões de redação. O resultado será divulgado no mesmo site no dia 27 de fevereiro. Mais informações pelo telefone 0800300200.
http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=40102

Departamento de Educação Física da UFPB inscreve para atividades de extensão

Continuam abertas as matrículas para as atividades de extensão do Departamento de Educação Física (DEF) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). O DEF oferece as seguintes modalidades: Futsal (crianças e adulto); Voleibol (09 a 16 anos); Capoeira; Equilibração Corporal; Ginástica Aeróbica; Biodança; Karatê; Condicionamento Físico; Musculação (terceira idade) e Tênis.
As inscrições devem ser feitas na Assessoria de Extensão do DEF, localizada no Centro de Ciências Sociais (CCS), campus de João Pessoa. Segundo a Chefe do Departamento de Educação Física, Dilma Brasileiro, as matrículas irão até 1º de fevereiro e as aulas serão iniciadas no dia 11 de fevereiro. Mais informações pelo telefone: (83) 3216 7030.
http://www.universia.com.br/noticia/materia_dentrodocampus.jsp?not=40088

PROFESSORES
Educação abre inscrições

Estão abertas hoje (28) e amanhã (29) as inscrições para professores substitutos para a Educação Infantil, Ensino Fundamental e EJA (Educação de Jovens e Adultos) de 1ª a 4ª séries, da rede pública de ensino.

Os candidatos aos cargos devem procurar a Secretaria Municipal de Educação, à rua Marechal Deodoro, 1.945, no bairro Alto. Informações pelo telefone (19) 3417-1100. O atendimento para inscrições será feito no horário das 8h30 às 11h30 e das 13h30 às 16h30.
http://www.gazetadepiracicaba.com.br/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1559410&area=26050&authent=73FADAAEA1273302BBEDBAB2567235

Educação divulga vagas remanescentes no Infantil em Botucatu

A Secretaria Municipal de Educação, está anunciando a relação de vagas remanescentes em escolas de educação infantil para o ano letivo de 2008.

Segundo a Secretaria de Comunicação, os interessados devem comparecer diretamente na escola, no período de 29 a 31 de janeiro de 2008, no horário das 8 às 11 horas e das 13 às 16 horas, munidos dos seguintes documentos: xerox de certidão de nascimento da criança, comprovante de residência [água, luz ou telefone], documento de identificação do pai ou responsável e comprovante salarial.

Confira a relação de vagas, escolas e etapas de ensino com vagas disponíveis: Vagas disponíveis na Educação Infantil no http://www.entrelinhas.com/portal/index.php?CAT=18&DET=10203

Referências

http://jacirinha.blogspot.com/2008/01/carnaval.html
http://delgrande.blogspot.com/2008/01/carnaval.html
http://www.elianachaves.blogger.com.br/
http://smartkids.terra.com.br/recorte_cole/carnaval/index.html
http://www.tibooparc.com/deguisements/masques.htm
http://paradisanais.ifrance.com/masques.html
http://www.janbrett.com/activities_pages_masks.htm
http://www.tomlitoo.fr/carnaval
http://www.teteamodeler.com/dossier/carnaval/carnaval.asp
http://www.projetospedagogicosdinamicos.com/volta.htm
Música Lanche enviada peloa professora Viviane de Sorocaba

Datas comemorativas – CARNAVAL

ORIGEM DO CARNAVAL


O Carnaval é um período de festas regidas pelo ano lunar que tem suas origens na Antiguidade e recuperadas pelo Cristianismo, que começava no dia de Reis (Epifania) e acabava na Quarta-feira de cinzas, às vésperas da Quaresma. O período do Carnaval era marcado pelo “adeus à carne” ou “carne nada vale” dando origem ao termo “Carnaval”. Durante o período do Carnaval havia uma grande concentração de festejos populares. Cada cidade brincava a seu modo, de acordo com seus costumes. O Carnaval moderno, feito de desfiles e fantasias, é produto da sociedade vitoriana do século XIX. As cidades de Paris e Veneza foram os grandes modelos exportadores da festa carnavalesca para o mundo. Cidades como Nice, Nova Orleans, Toronto e Rio de Janeiro se inspirariam no Carnaval francês para implantar suas novas festas carnavalescas.
Atualmente o Carnaval do Rio de Janeiro, Brasil é considerado um dos mais importantes desfiles do mundo. Em Portugal, existe uma grande tradição carnavalesca, nomeadamente os Carnavais de Ovar, Podence, Loulé, Sesimbra, Rio Maior, Torres Vedras e Sines, destacando-se o de Torres Vedras, Carnaval de Torres, por possuir o Carnaval mais antigo e dito o mais português de Portugal, que se mantém popular e fiel à tradição rejeitando o samba e outros estrangeirismos… Juntamente com o Carnaval de Canas de Senhorim com perto de 400 anos e tradições únicas como os Pizões, as Paneladas, Queima do Entrudo, Despique entre outras.

Cálculo do dia de Carnaval


Todos os feriados eclesiásticos são calculados em função da data da Páscoa. Como o domingo de Páscoa ocorre no primeiro domingo após a primeira lua cheia que se verificar a partir de 21 de março, e a sexta-feira da Paixão é a que antecede o Domingo de Páscoa, então a terça-feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa e a quinta-feira do Corpo de Deus ocorre 60 dias após a Páscoa.
O cálculo da data da Páscoa é fundamental na definição do calendário cristão desde os primórdios da cristandade, tornando-se definido na Idade Média.
A Páscoa é celebrada no primeiro domingo após a primeira lua cheia que ocorre depois do equinócio da Primavera (no hemisfério norte, outono no hemisfério sul), ou seja, é equivalente à antiga regra de que seria o primeiro Domingo após o 14º dia do mês lunar de Nisan. Poderá assim ocorrer entre 22 de Março e 25 de Abril

HISTÓRIA DO CARNAVAL

O entrudo chegou ao Brasil por volta do século XVII e foi influenciado pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa. Em países como Itália e França, o carnaval ocorria em formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias. Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem européia.
No Brasil, no final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos carnavalescos, cordões e os famosos “corsos”. Estes últimos, tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas se fantasiavam, decoravam seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Está ai a origem dos carros alegóricos, típicos das escolas de samba atuais.
No século XX, o carnaval foi crescendo e tornando-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda das marchinhas carnavalescas. As músicas deixavam o carnaval cada vez mais animado.

O carnaval foi chamado de Entrudo por influência dos portugueses da Ilha da Madeira, Açores e Cabo Verde, que trouxeram a brincadeira de loucas correrias, mela-mela de farinha, água com limão, no ano de 1723, surgindo depois as batalhas de confetes e serpentinas. No Brasil o carnaval é festejado tradicionalmente no sábado, domingo, segunda e terça-feira anteriores aos quarentas dias que vão da quarta-feira de cinzas ao domingo de Páscoa. Na Bahia é comemorado também na quinta-feira da terceira semana da Quaresma, mudando de nome para Micareta. Esta festa deu origem a várias outras em estados do Nordeste, todas com características baiana, com a presença indispensável dos Trios Elétricos e são realizadas no decorrer do ano; em Fortaleza realiza-se o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Maceió, o Carnaval Fest; em Caruaru, o Micarú; em Recife, o Recifolia, etc.

CARNAVAL NO RECIFE


Século XVII – De acordo com as antigas tradições, mais ou menos em fins do século XVII, existiam as Companhias de Carregadores de Açúcar e as Companhias de Carregadores de Mercadorias. Essas companhias geralmente se reuniam para estabelecer acordo no modo de realizar alguns festejos, principalmente para a Festa de Reis, Esta massa de trabalhadores era constituída, em sua maioria, de pessoas da raça negra, livres ou escravos, que suspendiam suas tarefas a partir do dia anterior à festa de Reis. Reuniam-se cedo, formando cortejos que consistia de caixões de madeira carregados pelo grupo festejante e, sentado sobre ele uma pessoa conduzindo uma bandeira. Caminhavam improvisando cantigas em ritmo de marcha, e os foguetes eram ouvidos em grande parte da cidade.

Século XVIII – Os Maracatus de Baque Virado ou Maracatus de Nação Africana, surgiram particularmente a partir do século XVIII. Melo Morais Filho, escritor do século passado, no seu livro “Festas e Tradições Populares”, descreve uma Coroação de um Rei Negro, em 1742. Pereira da Costa, à página 215 do seu livro, “Folk Lore Pernambucano”, transcreve um documento relativo à coroação do primeiro Rei do Congo, realizada na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, da Paróquia da Boa Vista, na cidade do Recife. Os primeiros registros destas cerimônias de coroação, datam da segunda metade deste século nos adros das igrejas do Recife, Olinda, Igarassu e Itamaracá, no estado e Pernambuco, promovidas pelas irmandades de NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO DOS HOMENS PRETOS e de SÃO BENEDITO.

Século XIX – Depois da abolição da escravatura, em 1888, os patrões e autoridades da época permitiram que surgissem as primeiras agremiações carnavalescas, formadas por operários urbanos nos antigos bairros comerciais. Supõe-se que as festas dos Reis Magos serviu de inspiração para a animação do carnaval recifense. De acordo com informações de pessoas antigas que participaram desses carnavais, possivelmente o primeiro clube que apareceu foi o dos Caiadores. Sua sede ficava na Rua do Bom Jesus e foi fundador, entre outros, um português de nome Antônio Valente. Na terça-feira de carnaval à tarde o clube comparecia à Matriz de São José, tocando uma linda marcha carnavalesca e os sócios levando nas mãos baldes, latas de tinta, escadinhas e varas com pincéis, subiam os degraus da igreja e caiavam (pintavam), simbolicamente. Outros Clubes existiam no bairro do Recife: Xaxadores, Canequinhas Japonesas, Marujos do Ocidente e Toureiros de Santo Antônio.

Século XX – O carnaval do Recife era composto de diversas sociedades carnavalescas e recreativas, entre todas destacava-se o Clube Internacional, chamado clube dos ricos, tinha sua sede na Rua da Aurora, no Palácio das Águias. A Tuna Portuguesa, hoje Clube Português, tinha sua sede na Rua do Imperador. A Charanga do Recife, sociedade musical e recreativa, com sede na Avenida Marquês de Olinda e a Recreativa Juventude, agremiação que reunia em seus salões a mocidade do bairro de São José. O carnaval do início deste século era realizado nas ruas da Concórdia, Imperatriz e Nova, onde desfilavam papangus e máscaras de fronhas (fronhas rendadas enfiadas na cabeça e saias da cintura para baixo e outra por sobre os ombros), esses mascarados sempre se apresentavam em grupos. Nesses tempos, o Recife não conhecia eletricidade, a iluminação pública eram lampiões queimando gás carbônico. Os transportes nos dias de carnaval vinham superlotados dos subúrbios para a cidade. As linhas eram feitas pelos trens da Great Western e Trilhos Urbanos do Recife, chamados maxambombas, que traziam os foliões da Várzea, Dois Irmãos, Arraial, Beberibe e Olinda. A companhia de Ferro Carril, com bondes puxados a burros, traziam foliões de Afogados, Madalena e Encruzilhada. Os clubes que se apresentaram entre 1904 e 1912 foram os seguintes: Cavalheiros de Satanás, Caras Duras, Filhos da Candinha e U.P.M.; este último criado como pilhéria aos homens que não tinham mais virilidade

O Corso – Percorria o seguinte itinerário: Praça da Faculdade de Direito, saindo pela Rua do Hospício, seguindo pela Rua da Imperatriz, Rua Nova, Rua do Imperador, Princesa Isabel e parando, finalmente na Praça da Faculdade. O corso era composto de carros puxados a cavalo como: cabriolé, aranha, charrete e outros. A brincadeira no corso era confete e serpentina, água com limão e bisnagas com água perfumada. Também havia caminhões e carroças puxadas a cavalo e bem ornamentadas, rapazes e moças tocavam e cantavam marchas da época dando alegre musicalidade ao evento. Fanfarras contratadas pelas famílias, desfilavam em lindos carros alegóricos.

O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.

A primeira escola de samba surgiu no Rio de Janeiro em 1908 e chamava-se Deixa Falar. Foi criada pelo sambista carioca chamado Ismael Silva. Anos mais tarde a Deixa Falar transformou-se na escola de samba Estácio de Sá. A partir dai o carnaval de rua começa a ganhar um novo formato. Começam a surgir novas escolas de samba no Rio de Janeiro e em São Paulo. Organizadas em Ligas de Escolas de Samba, começam os primeiros campeonatos para verificar qual escola de samba era mais bonita e animada.

O carnaval carioca começou nas ruas e ali desenvolveu-se, trouxe gêneros e modalidades que serviram de modelo para todo o mundo, as escolas de samba tornaram-se fenômeno consolidado; o carnaval de rua, do prestígio de décadas seguidas à extinção, veio sofrendo mudanças que marcam desde as sucessivas crises econômicas e sociais aos personalismos administrativos das ambições políticas individuais.

carro alegórico – 1923

Banda de Ipanema, surgiu de um gesto de desabafo e protesto, criada por Ferdy Carneiro e liderada por Albino, junto com Jaguar, Ziraldo e a turma toda de O Pasquim e outros, inovando nas tradições populares do carnaval. A banda foi fundada em 1965.A primeira concentração saiu do bar Jangadeiros – Vavá – o garçon, era o tesoureiro da banda. Jangadeiros não era só um bar. Era um estado de espírito, uma filosofia de vida. Foi palco do cinema novo, da bossa nova e da banda. As primeiras porta-bandeiras da banda foram Maria Vasco e Leila Diniz. As gêmeas Laura e Delia Carvalho, senhoras de oitenta anos e conhecidas no bairro, chegaram a ser madrinhas da banda. Passando depois para a rua Teixeira de Melo, em frente ao restaurante Rio-Nápoles, junto à praça General Osório. Os componentes de honra saíam de terno branco e chapéu de palha na cabeça. Durante a ditadura, Albino e companhia faziam um desagravo satírico à inúmeras proibições à cultura feitas pelo governo dos militares. Tudo era proibido, menos futebol e carnaval. A banda de Ipanema soube usar a irreverência e o maravilhoso deboche e ironia fina carioca para fazer críticas políticas.
Seu lema é Yolhesman Crisbeles !, tirado da pregação de um desajustado, que vendia bíblias na Central do Brasil, e que seria a frase que identificaria o verdadeiro anjo do juízo final. Os agentes militares do Exército pensavam que era crítica à ditadura, mas a frase não significava absolutamente nada.

Com a queda de poder aquisitivo, processo de sua proletarização, a baixa classe média carioca passa a consumir a cultura popular, “de raiz”, mais barata, para suprir o lazer da sua vida; volta à cena invocando a tradição carnavalesca, a partir da “abertura”, pós-governo militar, nos anos 80 e 90, tomando o lugar da manifestação espontânea das comunidades culturais populares, muitas vezes proibidas de virem às ruas “bater tamanco” com os seus famosos blocos de sujo, formando inúmeros blocos carnavalescos, adotando, na maioria dos casos, formas de organização similar a das escolas, com escolha de samba enredo, vendas de camisetas (com o valor de ingresso), gravação de disco e outras formas de comercialização da folia.
Excessão aos tradicionais Cordão do Bola Preta(desde 1918), Cacique de Ramos e o Bafo da Onça (desde 1956).

CRONOLOGIA DO CARNAVAL

590 d.C. Gregório I, O GRANDE regulamentou as datas do Carnaval, e criou a expressão – “dominica ad carne levandas” – que foi sucessivamente sendo abreviada até a palavra Carnaval.

1464 O PAPA PAULO II incentiva o Carnaval de Veneza.

1723 Introduzido pelos portugueses, das ilhas da Madeira dos Açores e do Cabo Verde que chegaram ao Brasil pelo litoral a partir de Porto Alegre ao Espírito Santo, o Entrudo brasileiro.

1861 Os zuavos Carnavalescos, oriundos do Congresso das Sumidades Carnavalescas após um incêndio em pleno domingo de Carnaval, ganham o nome de Tenentes do Diabo.

1878 Surge a Sociedade Carnavalesca Boêmia, que introduziu no Carnaval Carioca a fantasia CHICARD ou seja, qualidade do que é Chic.

1880 Surge o “morcego” no Carnaval.

1885 Segundo Marisa Lyra: a Flor de São Lourenço foi o primeiro Cordão da Cidade. Chega ao Brasil a Polca nos palcos do Teatro São Pedro

1889 Surge a Sociedade Carnavalesca Triunfo das Concubinas, o primeiro cordão organizado da Cidade.
As Grandes Sociedades resolvem desfilar na Terça-feira gorda, pois este dia era considerado o dia da verdadeira festa do Carnaval.
A compositora Chiquinha Gonzaga compõe O ABRE-ALAS, considerada primeira música de Carnaval.

1892 Carnaval foi transferido para os dias 26 – 27 e 28 de junho, por ser um mês considerado mais saudável. A ordem foi do Ministro do Interior. O povo comemorou nesse ano dois carnavais.

1901 As passeatas Carnavalescas passam a se chamar Préstitos. O antigo Morro da Providência muda de nome e passa a se chamar Morro da Favela. Mais tarde o termo se estendeu a todos os morros com barracos de madeira.

1904 Oficializado o nome Tenentes do Diabo para os Zuavos.

1910 O carnaval é transferido para junho porque morreu o Barão do Rio Branco. Houve dois carnavais. O surgimento do samba foi um poderoso fator de democratização do Rio de Janeiro. De início a elite reage à “manifestação africana”. Imprensa e modernidade acabam por aproximar sambistas e elite.

1925 Realiza-se o primeiro concurso de sambas e marchinhas no Teatro São Pedro.
Instituído o Dia dos Ranchos (JB)
Fundado o Centro do Cronista Carnavalesco (CCC)

1927 A Gazeta de Notícias realiza a última batalha de confete.

1933 É criada a Associação dos Ranchos Carnavalescos
Por iniciativa da ACC é criada a Associação dos Blocos Carnavalescos.
É organizada a noite dos Blocos.

1936 Eloy Anthero Dias é eleito Cidadão Samba

1937 Proibido o uso de lança-perfume.

1944 Despedida: Zé Espinguela, criador do 1º concurso entre Escolas de Samba

1946 O chamado Carnaval da Vitória (desfile das Escolas de Samba) foi organizado pela União Geral das Escolas de Samba (UGES) e patrocinado pela Associação dos Cronistas Carnavalescos (ACC), por que o Departamento de Turismo da Prefeitura se negou a fazê-lo.

1947 É extinta a Escola de Samba Deixa Malhar, sua bateria para a nova Escola de Samba Império Serrano, através do Mano Eloy. O quesito riqueza, escultura e iluminação é substituído por alegorias.

1949 Primeira transmissão do Carnaval pela Rádio Continental com Paulo Palut, Afonso Soares, Cid Ribeiro e Jorge Sampaio.
Helegária dos Anjos – cria o primeiro destaque de Escola de Samba

1950 Desaparece a Escola de Samba Fiquei-Firme

1952 As Escolas de Samba passam a ser divididas em Grupos.

1955 Calixto introduz os pratos (instrumento musical) na Império Serrano – enredo Duque de Caxias.

1958 Criação do “Grupo Pelés do Samba” na Império Serrano formado por Careca, Jorginho do Império e Jamelão. É precursora da ala “Sente O Drama”. A ala dos impossíveis da Portela lança os passos marcados.

1960 Arlindo Rodrigues e Fernando Pamplona, introduzem elementos visuais de figurino e cenografia no desfile da Acadêmicos do Salgueiro , com o enredo Quilombo de Palmares, que revoluciona definitivamente a forma das escolas de samba se apresentarem

1961 Portela e Mangueira passam a cobrar ingressos para o público assistir aos ensaios de quadras.
É nomeado Secretário de Turismo, Victor Bouças e Diretor de Certames Miecio Tati.

1962 Realiza-se o 1º Congresso na cidade do Rio de Janeiro. Ë instituído o Dia Nacional do Samba.

1963 Desaparecem os bondes da Cidade
Fundada a Ala Sente O Drama do Império Serrano

1966 Realiza-se na cidade de Santos o 1º Simpósio do Samba.
David Ribeiro, Adir Botelho, Fernando Santoro, a Trinca, vencem o concurso de decoração da cidade do Rio de Janeiro (Debret)O quesito “Bandeira” é julgado pela última vez.

1967 Assume a Secretaria de Turismo, Carlos Late, jornalista que assinava uma seção no jornal Última Hora com o pseudônimo de João da Ega. Albino Pinheiro é convidado para ser seu principal assessor.
Realiza-se na cidade de Santos o 2º Simpósio do Samba.

1968 A Portela coloca pela primeira vez a Águia no Abre-Alas (escultura de Bira Sargento)

1969 Realiza-se na cidade do Rio de Janeiro o 3º Simpósio do Samba.
Despedida: Ataulfo Alves, compositor

1970 Torna-se obrigatório o envio dos croquis das alegorias e fantasias à censura.
Fundado o Bloco Cacique de Ramos, em 20/01
Despedida: Nair Pequena, fundadora da Mangueira, em 11/02

1971 Instituído o tempo dos desfiles das Escolas de Sambas.

1972 Criada a RIOTUR S/A. Empresa de Turismo do Estado da Guanabara – Lei nº 2079 de 14 de julho, assinado pelo Governador Chagas Ribeiro, sendo o seu o primeiro presidente Aníbal Uzeda de Oliveira.
A “Trinca” vence o concurso de decoração da cidade com o tema “O Circo Vem Ai”.
A Mangueira inaugura a sua quadra de ensaios, o Palácio do Samba, em 07/04
É assinada a escritura de compra da sede da Associação das Escolas de Samba, na rua Jacinto, 67 – Méier, em 27/05
Despedida: Ciro Monteiro, cantor e compositor.

1974 Nascimento, em pleno desfile, de Adeiladinha, filha da passista Finoca que tomara o lugar de Cecí, porta bandeira da Azul e Branco (uma das 3 escolas que deram origem ao Salgueiro), grávida, ostentou o pavilhão até que num volteio mais veloz precisou apoiar-se no mestre-sala Ranulfo. Adelaidinha até os dias de hoje é uma das passistas da Acadêmicos do Salgueiro, ao lado de Finoca.
Despedida: Donga, sambista.

1975 Realiza-se na cidade de Campos o 4º Simpósio do Samba.
Despedida: Natalino José do Nascimento, o Natal da Portela – pres. de Honra da Portela.

1976 É nomeado Coordenador dos Desfiles das Escolas de Samba (RIOTUR) Albino Pinheiro

1977 É nomeado Coordenador dos Desfiles das Escolas de Samba (RIOTUR) Roberto Faissal

1978 Realizado o IV Simpósio do Samba no dia 02 e 03 de dezembro, na Cidade de Campos.
É nomeado Coordenador dos Desfiles das Escolas de Samba (RIOTUR) Paulo Matias.
Despedida:
Antônio Candeia, em novembro – compositor da Portela.

1979 Publicação de Carnaval, malandros e heróis de Roberto da Matta.
Realiza-se na cidade de São Paulo o 5º Simpósio do Samba.

1980 Criada a Fundação Européia das Cidades de Carnaval (FECC) em Amsterdã, Holanda, cujo principal objetivo é promover encontros anuais nas cidades do mundo que produzem Carnaval. Seu Presidente Henry Van der Kroon.
Suprimido os quesitos Mestre-Sala, Porta-Bandeira e Comissão de Frente.
É nomeado Coordenador dos Desfiles das Escolas de Samba (RIOTUR) Antônio Lemos (jornalista, cronista, Carnavalesco, ex-diretor do Império Serrano, foi Coordenador de Desfiles que mais tempo permaneceu no cargo (até 1990). Disciplinou os desfiles com uma série de atos que persistem até hoje – 1997).
Fundada a Fundação Européia das Cidades de Carnaval (FECC), na Holanda. Pres. Henry Van Den Kronn.

1981 1e FECC REUNION – PATRAS – 1o Congresso Mundial de Carnaval
A RIOTUR S.A. institui o concurso Zé Pereira, como estímulo ao Carnaval de rua, uma criação de Osmar Frazão. Morrem Neide (porta-bandeira), Mestre André e Cartola ( o 1º da Mocidade Independente e o 2º da Mangueira).
Torna-se obrigatória a presença de uma ala de crianças nos desfiles das Escolas de Samba.

1982 Voltam os quesitos Mestre-Sala, Porta-Bandeira e Comissão de Frente.
2e FECC REUNION – SYROS: 2o Congresso Mundial de Carnaval

1983 3e FECC REUNION – KEFFALONIA-ZAKYNTHOS (GR) – 3o Congresso Mundial de Carnaval

1984 4e FECC REUNION – SAMOS (GR) – 4o Congresso Mundial de Carnaval
A primeira Escola a desfilar na Passarela do Samba foi a Império do Marangá. Leandro Miguel da Silva, de 6 anos foi o primeiro sambista a pisar o asfalto do Sambódromo, em 2/03

1985 5e FECC REUNION – KOS- PATMOS (GR) – 5o Congresso Mundial de Carnaval

1986 6e FECC REUNION – KALYMNOS-LEROS (GR) – 6o Congresso Mundial de Carnaval
Pela primeira vez o Grupo II das Escolas de Samba Desfilam no Sambódromo
Instalados relógios eletrônicos na pista dos Desfiles do Sambódromo para marcar o tempo do desfile
O Desfile volta a ser linear, com a construção de cadeiras de pista na Praça da Apoteose.
Despedida: Nelson Cavaquinho, compositor da Mangueira

1987 7e FECC REUNION – MALTA – 7o Congresso Mundial de Carnaval
Construídas Cabines de julgamento entre as arquibancadas, substituindo a locação dos jurados nos camarotes de Setores

1988 8e FECC REUNION – TRINDAD & TOBAGO – 8o Congresso Mundial de Carnaval

1989 A Escola de Samba campeã passa a ter o direito de escolher o dia e a hora do seu desfile. A Vice-Campeã desfila no outro dia, com o direito de escolher a hora de sua apresentação. O dinheiro arrecadado no desfile não é mais dividido igualmente entre as Escolas desfilantes do Grupo Especial, mas em ordem decrescente de acordo com a colocação final de cada Escola de Samba.
9e FECC REUNION – Sta. CRUZ DE TENERIFE – 9o Congresso Mundial de Carnaval
Cai do carro alegórico do Arranco a destaque Neuza Monteiro, em 05/02

1990 A RIOTUR passa a reservar lugares especiais em cadeiras de pistas em frente aos setores 4 e 13 para vender aos deficientes físicos.
10e FECC REUNION – PATRAS (GR) – 10o Congresso Mundial de Carnaval
Criado o Grupo Especial, desfile das Escolas de Samba.

1991 11e FECC REUNION – ROSAS (COSTA BRAVA) – 11o Congresso Mundial de Carnaval
É nomeado Coordenador dos Desfiles das Escolas de Samba, José Messias.José Messias, médico e Assessor de Carnaval da RIOTUR foi o último Coordenador dos desfiles da RIOTUR. Ano seguinte a LIESA assumiu a Coordenação Artística dos Desfiles.

1992 12e FECC REUNION – AALBORG (DK) – 12o Congresso Mundial de Carnaval
Despedida: Herivelto Martins, autor de “Ave Maria no Morro”

1993 13e FECC REUNION – CURACAO (N.A.) – 13o Congresso Mundial de Carnaval
Despedidas: Beto Sem Braço (Mauro Moreno Reyes), compositor do Império Serrano (“Bum, Bum, Baticumbum Prurugundum”). Isaurinha Garcia, cantora Guerra Peixe, Maestro Babaú da Mangueira (Waldemiro José da Rocha), compositor (“Tenha pena de mim”), fundador das Escolas de Samba:Paraíso do Tuiuti, Unidos do Cabuçu e Unidos do Outeiro Teresa Aragão, salgueirense, autora de “ENEIDA, Amor e Fantasia”

199414e FECC REUNION – NORRKÖPING (S) – 14o Congresso Mundial de Carnaval
Inauguração do Terreirão do Samba na Praça Onze – Rio de Janeiro – RJ, em 20/01
Despedidas: Mestre Marçal diretor de bateria, Portela, Império Serrano, Unidos da Tijuca Sinval Silva, compositor
Assinado o tombamento da Passarela do Samba, em 09/06
I Seminário da Velha Guarda na UERJ – Universidade Estadual do Rio de Janeiro, em 01/11

1995 15e FECC REUNION – MALTA – 15o Congresso Mundial de Carnaval

1996 16e FECC REUNION – MARIBOR/PTUJ – 16o Congresso Mundial de Carnaval
Despedida: Luiz Antônio (Antônio de Pádua Vieira Costa), compositor (“Barracão”, “Sassaricando”, “Lata d’água na cabeça”)

1997 17e FECC REUNION – ARUBA – 17o Congresso Mundial de Carnaval
Despedida: “Candonga” (José Geraldo de Jesus), sambista

Ao contrário do que se imagina, a origem do carnaval brasileiro é totalmente européia. A comemoração carnavalesca data do início da colonização, é uma herança do entrudo português e das mascaradas italianas. Somente muitos anos mais tarde, no início do século XX, foram acrescentados os elementos africanos, que contribuíram de forma definitiva para o seu desenvolvimento e originalidade. Tanto em Portugal, como no Brasil, o carnaval não se assemelhava de forma alguma aos festejos da Itália Renascentista; era uma brincadeira de rua muitas vezes violenta, onde se cometia todo tipo de abusos e atrocidades. Era comum os escravos molharem-se uns aos outros, usando ovos, farinha de trigo, polvilho, cal, goma, laranja podre, restos de comida, enquanto as famílias brancas divertiam-se em suas casas derramando baldes de água suja em passantes desavisados.
Foi esse carnaval mais ou menos selvagem que desembarcou no Brasil com as primeiras caravelas portuguesas e os primeiros foliões.
Com o passar do tempo e devido a insistentes protestos, o entrudo civilizou-se, adquiriu maior graça e leveza, substituindo as substâncias nitidamente grosseiras por outras menos comprometedoras, como os limões de cheiro (pequenas esferas de cera cheias de água perfumada) ou como os frascos de borracha ou bisnagas cheias de vinho, vinagre ou groselha. Estas últimas foram as precursoras dos lança-perfumes introduzidos em 1885.
No tocante à música, tudo ainda era muito precário; o entrudo não possuía um ritmo ou melodia que o simbolizasse. Apenas a partir da primeira metade do século XIX, com a chegada dos bailes de máscaras nos moldes europeus, foi que se pode notar um desenvolvimento musical mais sofisticado.

FIGURAS CARNAVALESCAS

Colombina – Como Pierrô e Arlequim, é um personagem da Comédia Italiana, uma companhia de atores que se instalou na França entre os séculos XVI e XVIII para difundir a Commedia dell’Arte, forma teatral original com tipos regionais e textos improvisados


Arlequim – Rival de Pierrô pelo amor de Colombina, usava traje feito a partir de retalhos triangulares de várias cores. Representa o palhaço, o farsante, o cômico.


Pierrô – Personagem sentimental, tem como uma de suas principais características a ingenuidade.

Momo – Personagem que personifica o carnaval brasileiro. Sua figura foi inspirada no bufo, ator de proveniência portuguesa que representava pequenas comédias teatrais que tanto divertiam os nobres

MÁSCARAS: Em 1834, o gosto pelas máscaras se acentuou no país. De procedência francesa, eram confeccionadas em cera muito fina ou em papelão, simulando caras de animais, caretas, entre outros. As fantasias apareceram logo após o surgimento das máscaras, dando mais vida, charme e colorido ao carnaval, tanto nos salões quanto nas ruas

Escolas de Samba

Com a evolução do carnaval, surgem na década de 20 as primeiras escolas de samba. A primeira foi a Deixa Falar, criada no bairro do Estácio. Depois vieram a Portela, antes Vai como pode, e Mangueira. As escolas absorveram características de várias manifestações, como as Grandes Sociedades, os ranchos e os corsos. Com as escolas, nasceu o samba-enredo. A força das escolas foi tão grande que contribuiu para a decadência das marchinhas, do desfile de blocos de rua.
A primeira disputa entre escolas de samba aconteceu em 7 de fevereiro de 1932, na Praça Onze, e foi organizada pelo jornalista Mário Filho. Preocupado com a falta de assunto para o seu jornal, O Mundo Sportivo , entre os meses de dezembro e março, criou o primeiro concurso de escolas de samba.
Os desfiles das escolas foram realizados por muito tempo na Praça Onze e na Avenida Rio Branco. Até que em 1984 foi inaugurada a “Passarela do Samba”, ou Sambódromo, como apelidara Darcy Ribeiro. Uma avenida projetada por Oscar Niemeyer, e por onde passaram a desfilar as escolas cariocas, ladeadas por grandes arquibancadas. No dia 2 de março, os brasileiros assistiram ao primeiro desfile. Pela manhã entrava a primeira escola, a verde e rosa mangueira, que saiu vencedora do carnaval daquele ano, com o enredo “Yes, nós temos Braguinha.

O Carnaval dos Estados Brasileiros

Bahia:
Em Salvador, o carnaval começa efetivamente em dezembro, com a abertura dos festejos pela festa da Conceição da Praia. São celebrações que remetem umas às outras, adquirindo sempre, ao final, um estatuto carnavalesco.
A grande atração do carnaval baiano são os trios elétricos: músicos que percorrem as ruas em cima de caminhões equipados com potentes alto-falantes executando sucessos carnavalescos para o povo dançar. Ao que tudo indica, o trio elétrico surgiu em 1950, com Dodô e Osmar.

Os precursores do trio elétrico são Dodô e Osmar que, usando um velho carro Ford 1929 enfeitado, saíram pelas ruas de Salvador tocando em cima do carro e levando vários foliões atrás deles. O nome “trio elétrico” surgiu em 1951, quando Dodô e Osmar formaram um trio com um amigo e usaram uma pick up para desfilar pelas ruas tocando.

Pernambuco:

Já em Pernambuco, destaca-se outro grande carnaval brasileiro, o de Olinda e de Recife. É desse Estado que surgiu um dos ritmos mais alucinantes da festa momesca: o envolvente e contagiante frevo. O Frevo surgiu em Recife por volta de 1908. A palavra frevo veio do verbo “ferver” por ser um ritmo muito agitado. Ao dançar o frevo, os foliões usam roupas coloridas e uma pequena sombrinha.

São Paulo:

Em São Paulo, o carnaval, que era uma festa restrita aos salões, começou a ser praticado nas ruas, atendendo às influências das escolas de samba do Rio de Janeiro, e repete o estilo das grandes escolas cariocas, enfatizando o luxo das fantasias e alegorias.

Av. Paulista – 1926

Rio de Janeiro

A partir de 1984 o carnaval passou a acontecer no Sambódromo, projetado pro Oscar Niemeyer e construído a partir de 1983. Ocupa a avenida Marquês de Sapucaia, local agora já tradicional dos desfiles das escolas principais.

Outros estados

Nos outros Estados, geralmente aparecem traços peculiares, maneiras diferentes de celebrar a folia momesca. Mas a grande tendência registrada no Brasil inteiro é a do carnaval se homogeneizar: de um lado, o carnaval de salão (luxuoso ou popular); do outro, o desfile das escolas de samba. Assim, o carnaval vai se transformando num ritual padronizado em todo o país.

Maracatu de Baque Virado
Os cortejos levam uma boneca chamada “Calunga”, ao som da música vocal “toada” e do instrumental “toque”, além do som do apito. Os versos têm origem africana.

Micareta
A Micareta é o carnaval fora de época com características baianas: trio elétrico e abadás. Em Fortaleza há o Fortal; em Natal, o Carnatal; em João Pessoa, a Micaroa; em Campina Grande, a Micarande; em Recife, o Recifolia, etc.

Chiquinha Gonzaga

Em 1899, a carioca Chiquinha Gonzaga compôs a marcha-rancho “Ó Abre-Alas!” para o cordão Rosa de Ouro, do Andaraí, que foi considerada a primeira música composta especialmente para o carnaval. Mais de um século depois, essa música é ainda hoje um hino carnavalesco

Ó Abre Alas

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Eu sou da lira não posso negar
Eu sou da lira não posso negar

Ó abre alas que eu quero passar
Ó abre alas que eu quero passar
Rosa de ouro é que vai ganhar
Rosa de ouro é que vai ganhar

Ícone do Carnaval – Clóvis Bornay

Clóvis Bornay desfila na escola de samba Portela no carnaval de 1995

Referências

http://pt.wikipedia.org/wiki/Carnaval
http://www.suapesquisa.com/carnaval/
http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=7975
http://americalatina.creatuforo.com/ver-tema-3686-americalatina.html
http://www.fundaj.gov.br/notitia/servlet/newstorm.ns.presentation.NavigationServlet?publicationCode=16&pageCode=300&textCode=896&date=currentDate
http://ig.obaoba.com.br/noticias/noticias_detalhes.asp?ID=1380
http://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_de_Ipanema
http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/historia-do-carnaval/cronologia.php
http://www.arteducacao.pro.br/Cultura/carnaval.htm
http://www.vinicius.de/Sprache/Entrada/Workshops/Samba/samba.html
http://www.facom.ufba.br/pexsites/musicanordestina/dodosmar.htm
http://br.geocities.com/biografiaschiado/HistoriaCuriosidades/HistoriadoCarnaval/historiadocarnaval.htm
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/a/af/1935-micareta_jacobina.jpg/250px-1935-micareta_jacobina.jpg&imgrefurl=http://www.territorioscuola.com/wiki/pt.wikipedia.php%3Ftitle%3DMicareta&h=172&w=250&sz=12&hl=pt-BR&start=56&tbnid=YgnLwaYNiEeGgM:&tbnh=76&tbnw=111&prev=/images%3Fq%3D%2522micareta%2522%26start%3D40%26gbv%3D2%26ndsp%3D20%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://img.terra.com.br/i/2005/10/10/269386-9896-cp.jpg&imgrefurl=http://exclusivo.terra.com.br/interna/0,,OI701450-EI1118,00.html&h=250&w=191&sz=26&hl=pt-BR&start=10&tbnid=Z67q_q-NamlJtM:&tbnh=111&tbnw=85&prev=/images%3Fq%3D%2522fantasias%2522%2Bclovis%2Bbornay%26gbv%3D2%26svnum%3D10%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG