Contando Histórias

Que tal você já deixar alguns temas “engatilhados” para o ano que vem?
Então seguem algumas sugestões:

Comparar histórias
Fonte: Nova Escola

Bloco de Conteúdo
Língua Portuguesa


Conteúdo
Leitura

Objetivos
* Ampliar o repertório literário.
* Identificar características de cada um dos personagens dos contos.
* Comparar histórias sobre um mesmo personagem com a intenção de perceber semelhanças e diferenças na descrição de suas características.

Conteúdos

* Leitura.
* Exploração das características dos personagens em diferentes contos.

Anos
1º e 2º.

Tempo estimado
Quatro meses.

Material necessário

Contos em que o lobo apareça como personagem, como A Cabra do Seu Araquém, Chapeuzinho Vermelho, Os Três Porquinhos, Pedro e o Lobo, O Lobo e os Sete Cabritinhos e A Verdadeira História dos Três Porquinhos.

Desenvolvimento

* 1ª etapa
Pergunte às crianças se elas conhecem contos de lobo. Faça uma lista das histórias e organize-se para ler, nas rodas, as selecionadas.

* 2ª etapa
A cada história, faça com a garotada um levantamento de alguns aspectos do lobo que devem ser analisados. É importante que os alunos possam estabelecer critérios de comparação. Para isso, desenhe uma tabela com cinco colunas. Como no modelo abaixo.

* 3ª etapa
Após cada leitura, encaminhe conversas para que todos possam expressar seus pontos de vista sobre o personagem principal, o lobo.

* 4ª etapa
Analise com a turma as caraterísticas dos personagens e os recursos linguísticos utilizados pelos autores para descrevê-los.

* 5ª etapa
Promova discussões em que as crianças possam expressar sua opinião. Inicie a discussão com a pergunta: “Você acha que nessa história o lobo é bom ou mau? Por quê?” É importante que os estudantes possam debater opiniões com seus colegas com o intuito de defender seu ponto de vista, convencer o outro ou discordar do ponto de vista dele. Nesse caso, você deve sempre promover o desenvolvimento de argumentos com base nas descrições dos personagens e das características do enredo de cada história que foram anotadas na tabela.

Avaliação

Observe a reflexão coletiva sobre as características dos personagens, os comentários sobre as estruturas linguísticas e o léxico, além da comparacão de diferentes histórias (sobre um mesmo personagem).

Consultora Denise Maria Milan Tonello
pedagoga e orientadora da Educação Infantil e do 1º ano do Ensino Fundamental I do Colégio Miguel de Cervantes, em São Paulo

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Fonte: Nova Escola
Leituras simultâneas de contos


Bloco de Conteúdo

Língua Portuguesa

Conteúdo
Leitura

Objetivos
* Envolver os professores da escola em um projeto de fomento à leitura.
* Trocar opiniões e discutir interpretações sobre aspectos dos contos.

Conteúdos
* Valorização da leitura como uma fonte de entretenimento.
* Desenvolvimento de critérios de escolha.

Anos
Educação Infantil e 1º.

Tempo estimado
Três sessões quinzenais.

Material necessário
Histórias escolhidas para leitura e um cartaz por sala, com a propaganda das sessões.

Desenvolvimento

* 1ª etapa
Cada professor deve selecionar a história que lerá nas sessões de leitura. É importante que tenha certo grau de novidade – esse é um ótimo momento para apresentar aquisições da biblioteca. Após essa preparação, todos se reúnem, apresentam suas propostas e trocam ideias para aperfeiçoá-las. Cada um elabora um cartaz-propaganda com a cópia da capa do livro que lerá, a resenha e o espaço para as inscrições, fixando-o no mural da escola.

* 2ª etapa
Compartilhe com a turma as propostas de leitura, comentando as resenhas e conversando sobre as expectativas a respeito das histórias. Não se deve identificar quem lerá cada conto, pois isso fornece outros critérios de escolha: as crianças não optam por uma obra literária, mas por um leitor conhecido e, em especial entre os menores, há a tendência de ele ser o próprio professor, perdendo-se o potencial desse projeto, que é criar uma comunidade maior de leitores. Assim cada um se inscreve na sessão da qual deseja participar.

* 3ª etapa
No dia marcado para o evento, oriente as crianças sobre a sala para a qual devem se dirigir e se prepare para receber seu público leitor. No começo da atividade, apresente o conto de modo a gerar suspense e interesse e, então, realize a leitura. Depois, abra espaço para conversar sobre a história.

* 4ª etapa
Quando as crianças retornarem para as salas, crie um um momento de troca em que elas possam contar sobre a história que escutaram (com a regra de jamais revelar o fim).

* 5ª etapa
As sessões se repetem mais duas vezes, com intervalos semanais ou quinzenais. Antes da próxima, há uma nova apresentação (na segunda e na terceira vez, as crianças podem ajudar, pois já conhecem as obras) e a escolha do conto que ouvirão um dos professores ler. Depois desse período, novas rodadas podem ser planejadas.

Consultora Ana Flavia Alonço
Formadora de professores do Projeto Entorno, da Fundação Victor Civita.

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Leitura de textos informativos

Fonte: Nova Escola

Língua Portuguesa
Alfabetização inicialPrática pedagógicaLeitura pelo aluno
Atividade Permanente Ensino Fundamental I
Leitura de textos informativos

Bloco de Conteúdo

Língua Portuguesa

Conteúdo
Leitura

Objetivos
* Ouvir o professor ler em voz alta para saber mais sobre um tema.
* Familiarizar-se com textos informativos (divulgação científica) de circulação social.
* Aprender procedimentos que leitores experientes usam ao procurar informações nos textos.

Conteúdo
* Descoberta e uso de outros elementos, além das ilustrações, que dão pistas para localizar informações nos textos (uso do índice, títulos e subtítulos, chamadas etc.).

Anos
1º e 2º.

Tempo estimado
Uma aula.

Material necessário
Livro, revista ou enciclopédia.

Desenvolvimento
* 1ª etapa
Selecione um tema de interesse de seus alunos (ou um aspecto do tema de um projeto que estão realizando). Escolha um que permita relacionar os conhecimentos apresentados ali com os saberes prévios. Selecione fontes com ilustrações, subtítulos e/ou índice. No caso de revistas, chamadas para o artigo em questão. Antecipe algumas das intervenções que fará durante a aula.

* 2ª etapa
Retome com a turma conhecimentos já adquiridos sobre o tema. Leia o índice e/ou títulos e subtítulos e/ou chamada para o artigo, apresente ilustrações. Compartilhe com as crianças por que escolheu aquele portador de texto específico e peça que elas façam antecipações sobre o que esperam encontrar naquele texto.

* 3ª etapa
Assuma o papel de leitor experiente, dividindo com os estudantes procedimentos que usa quando lê um texto informativo para saber mais a respeito de um tema. Durante a leitura, escolha alguns parágrafos para reler e comente o significado de expressões importantes. Volte a ler algumas passagens explicativas de certas expressões que ajudam a entender outras passagens do texto. Enfatize alguns trechos, com o tom de sua voz, para que as crianças prestem atenção.

* 4ª etapa
Terminada a leitura, peça que os alunos comentem o que compreenderam ao ouvir o texto, relacionando as interpretações de uns e de outros, quando complementares. Diante de interpretações discrepantes ou contraditórias, discuta o tema, peça justificativas e retome a leitura, relendo partes que ajudam a esclarecer as questões levantadas pelas crianças.

Avaliação
Da mesma forma como ocorre com bons leitores, ao ler textos de divulgação científica de circulação social, não se espera que as crianças compreendam tudo o que escutaram. O objetivo é saber mais do que se sabia antes e compreender que muitas vezes a leitura de um texto informativo sana algumas dúvidas, mas cria outras, que nos levam a outros textos.

Consultora Ana Flávia Alonço
Formadora de professores do Projeto Entorno, da Fundação Victor Civita

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Contando histórias

Olá amigos professores,

Vou disponibilizar algumas histórias diferentes para serem contadas na “Hora do conto” ou nas “Rodas de histórias”
Espero que gostem!

Sambo
Fonte: Ideias e Artes

Sambo era um menino africano que completaria 12 anos.
Ele estava muito feliz, pois pela primeira vez, ganharia dinheiro e poderia ir sozinho até alguma aldeia para comprar o que quisesse e, que ficaria como recordação daquele dia tão especial!
Sambo havia sonhado muito com esse dia.
Pensava, pensava e não sabia que presente comprar.
Ele chegou à aldeia e começou a percorrer as casas de comércio, mas não encontrava nada que gostasse.
Ele queria algo que fosse útil.

Então, viu um objeto diferente. Mas que seria aquilo?
Era a coisa mais estranha e curiosa que ele já vira.
Então perguntou o nome daquilo.
- Guarda-chuva?
Repetiu ele espantando quando lhe responderam.
- Quer dizer que eu compro isso
para guardar a chuva dentro?
O homem da loja riu.
- Não rapazinho, você compra para ser guardado da chuva.
- Quer dizer que, comprando isso, poderei andar na chuva sem me molhar?
Era muito bom pensar assim, pois quando chovia as crianças da tribo tinham que ficar nas suas casas.

Sambo ficou maravilhado e comprou o guarda-chuva.
- Vai ser um sucesso na tribo, pensou ele.
Foi caminhando para casa, pensando no dia em que poderia finalmente usar o seu presente.
Olhando para o céu, viu várias nuvens escuras.
- Oba! Antes de chegar em casa poderei usá-lo.
Não demorou muito e começaram a cair os tão esperados pingos de chuva.
- Pode chover, que agora eu não me molho!
Que bom companheiro arrumei!
E ele olhava para seu guarda-chuva

Sambo caminhava e ía ficando molhado pela chuva.
- Epa, o homem da loja mentiu.
Comprei isto e ainda estou me molhando.
Algumas pessoas passavam por ele e riam.
Sambo pensou: – Será que é assim que usa?
Não, acho que deve ser de outro jeito.
Havia usado erradamente o guarda-chuva, mas agora sabia usar.
Sambo levantou o guarda-chuva acima de sua cabeça pensando que agora tinha acertado.
Mas continuava errado.
Imaginem só, ter uma coisa tão boa e útil e não saber usar!
E Sambo foi ficando bravo.
Além de se molhar, ainda riam mais dele.
Já ia voltar à loja e brigar com o dono…

Mas uma bondosa senhora o chamou e lhe disse:
“Não é assim meu filho, deixe-me mostrar a vocꔑ.
E pegando o guarda-chuva de Sambo, ela o abriu.
O menino levou um grande susto!
Mas depois sorriu…
Agradeceu muito à senhora e continuou seguindo seu caminho.

Agora sim!
Não caía uma gota sequer na sua cabeça!
Sambo seguia para casa cantarolando, muito feliz mas também envergonhado
por ter sido tão bobo.
Alguma vez já aconteceu algo parecido com você?

Comentário do Professor:
Você tinha algo, que era útil, mas não sabia usar?
(Deixe as crianças comentarem)
Vocês sabiam que muitas vezes algumas crianças
e também adultos agem do mesmo modo que Sambo?
Têm algo muito mais útil que um guarda-chuva
e não sabem usar.
Você mesmo pode ter e não estar sabendo usar.

Alegoria das Ferramentas

Fonte: Ideias e Arte

Esta história é ótima para trabalhar a autoestima!
Ilustre-a com as gravuras abaixo.

Há muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia acabado, as ferramentas começaram a conversar entre si.
Elas discutiam para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro.
O Sr. Martelo começou:
Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro! Sem mim os movéis não ficaram de pé, pois eu tenho que martelar os pregos!

O Sr. Serrote logo quis dar a sua opinião:
Você Sr martelo? Você não pode ser! Seu barulho é horrível! É ensurdecedor ficar ouvindo toc, toc, toc…
O mais importante sou eu! O serrote! Sem mim, como o carpinteiro serra a madeira?
Eu sou o melhor!

Falou a Dona Lixa:
Eu sim sou a melhor! Se não fosse eu os movéis não seriam tão lisinhos e perfeitos!
Eu sou a mais importante!

Disse a Dona Plaina:
Eu é quem deixo tudo retinho, e tiro as imperfeições da madeira.
Eu sim sou a indispensável…

Disse a Dona Chave de Fenda:
Se não fosse eu, como o carpinteiro iria apertar os parafusos?

Disse o Sr. Esquadro:
Eu sou o mais importante! Sem mim os movéis ficariam tortos! O carpinteiro nem saberia a medida.
EU sou o mais importante!

As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer…
O carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um movél
e começou a trabalhar!

Ele usou todas as ferramentas.
Usou o serrote, o martelo, o esquadro, a lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola e o verniz para deixar o movél brilhando….
Enfim ele acabou.

Chegou o fim do dia o carpinteiro estava cansado, mas feliz com o que tinha feito!
Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo!
O carpinteiro foi para casa.

Enfim, as ferramentas voltaram a conversar.
Só que agora elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o carpinteiro.
Sabe o que elas fizeram?
Uma linda arca!
E tinha ficado linda!

Elas chegaram a uma conclusão:
Todas eram importantes aos olhos do carpinteiro.
Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma!
E o movél tinha ficado lindo!
Elas descobriram que quando todas trabalham juntas tudo anda melhor!!

Moral da história

Cabe a nós, como ferramentas, nos deixar ser usados para fazer bem a todos. Assim nos sentiremos úteis e ficaremos felizes por isso.


Boneca para montar

Fonte: Ideia e Arte

Esse recurso serve para:
- criar, montar, inventar, contar… histórias
- explicar sobre as emoções, auto-controle, boas maneiras, expressões faciais,
domínio-próprio…

CORPO DA MENINA

ASSUSTADA

EMBURRADA



FELIZ

COM RAIVA

TRISTE



CORPO MENINO



ASSUSTADO

BRAVO

CHORANDO

COM MEDO

COM RAIVA

ENVERGONHADO

FELIZ

REFLETINDO



SORRINDO

TRISTE

A GULOSA DISFARÇADA

Fonte: Canto do Conto


Era uma vez uma mulher muito gulosa, que não queria que ninguém soubesse disso. Assim, comia sempre às escondidas. Porém, como ela vivia engordando, o marido desconfiou. Um dia, ele fingiu sair de casa, mas ficou espiando pela janela.

A mulher, pensando estar sozinha, fez um bolo com uma grossa cobertura de creme e o devorou. Depois almoçou um frango ensopado inteirinho. À tarde, assou finos biscoitos e fritou uma dúzia de pastéis, deixando-os bem sequinhos, e comeu tudo, sem deixar uma só migalha.

Dali a pouco o marido apareceu.Porém, embora tivesse chovido o dia inteiro, ele não estava molhado. A mulher estranhou:

- Puxa, como é que com essa chuva tão forte, você não se molhou ?

E ele respondeu :
- Pois veja você ! Se a chuva fosse grossa como a cobertura do bolo que você devorou, eu teria ficado ensopado como o frango que você almoçou. Mas como a chuva foi fina como os biscoitos que você lanchou, eu fiquei sequinho como os pastéis que você fritou…

A mulher entendeu o recado e nunca mais fez as coisas às escondidas.
…E era uma vez uma vaca Vitória, que deu um espirro… e acabou-se a história !



VAIVÉM VAI ? (do folclore brasileiro)

Uma uma vez um marceneiro que gostava muito de dar nomes para as coisas. Nunca chamava suas ferramentas como todo mundo ; preferia chamar o martelo de bate-bate , a plaina de raspa-e-afina , o alicate de prende-e-puxa e o serrote de vaivém.

Um dia o filho do seu vizinho foi até sua oficina para pedir o serrote emprestado. O marceneiro, porém, conhecia a fama do vizinho : ele nunca devolvia o que pedia emprestado.

Então, o marceneiro disse para o menino :

-”Olhe, meu filho, diga a seu pai que vaivém só vai quando vaivém vem; se vaivém fosse e vaivém viesse vaivém ia; mas como vaivém vai e vaivém não vem… vaivém não vai !!

Ouvindo histórias

Venho compartilhar com vocês uma “dica” que me foi dada pelo amigo Robson Garcia Freire do Caldeirao de Idéias sobre um site português “Aprender” onde lá se conta a história de todos os reis de Portugal.

Muito bem ilustrado, contado numa linguagem voltada às crianças e com uma narração impecável você pode escolher qual dos livros vai querer ler e ouvir. Ao colocar o mouse sobre o livro já aparecerá o título ao lado.

Além de ouvir a história a criançada poderá cantar as cantigas que também integram o conteúdo.

Vale a pena conferir!

Curso: A Arte de Contar Histórias

…..PROMOVE DE 12 DE JANEIRO A 08 DE MARÇO…..

**************a ARTE DE CONTAR HISTÓRIAS**************

O ser humano sempre adorou contar histórias. O hábito de contar história é milenar tendo origem antes mesmo da escrita a qual eram passadas de geração para geração através da fala onde cada um dava seu toque pessoal.Você que aprecia contar histórias poderá participar do curso “A arte de contar histórias”

Público alvo:

Profissionais de Educação: Professores, Coordenadores, Orientadores, Diretores, Contadores de histórias, bibliotecários, atores e pessoas interessadas no tema.

Metodologia:

É um curso com abordagens teóricas que destacará a importância de se narrar histórias aflorando o contador que existe em você.

Será um curso totalmente a distância que utilizará a plataforma Moodle sendo que o acesso às aulas ficará disponível 24 horas por dia permitindo que você faça o seu próprio horário de estudo.

A cada semana será disponibilizado o material de estudo e as mediações do Tutor e interações com o grupo serão feitas por meio de fórum de discussão.

Todo o material será disponibilizado no ambiente de estudo.

Os alunos serão avaliados por sua participação nos fóruns e pela participação dos trabalhos solicitados.

Módulos:

Serão trabalhados dois módulos com início no dia 12 de janeiro de2009 e finalização no dia 08 de março de 2009-01-02

O curso se dará no espaço Educar Já! Cursos e Oficinas

Tutora do curso: Cybele Meyer

Investimento:

Até 10 de janeiro – R$ 80,00 (oitenta reais) ou 2X R$ 40,00

Após 10 de janeiro – R$ 100,00 (cem reais) ou 2X R$ 50,00

Os dados para efetuar o depósito serão enviados por email

Após realizado o depósito deverá o aluno enviar através de e-mail ou por correio (endereço será disponibilizado por e-mail), comprovante do depósito junto com seu nome completo e e-mail para que se possa efetuar a inscrição.

Certificado:

Terá direito ao certificado o aluno que cumprir todas as atividades propostas pelo curso e obtiver média igual ou superior a 7,0. O certificado será enviado por documento registrado – pelos correios – em até 30 dias após o término do curso. Os dados que constarão no certificado serão aqueles que o aluno cadastrar no formulário de inscrição.

O Educar Já! Cursos e Oficinas tem parceria com o SinPro (Sindicato dos Professores)

O curso tem carga horária de 90 h/a

Maiores informações através do e-mail cybelemeyer@yahoo.com.br

VAGAS LIMITADAS

Blogagem Coletiva – Hoje é dia de Cecília!


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“…Liberdade, essa palavra
que o sonho humano alimenta
que não há ninguém que explique
e ninguém que não entenda…”

Falando sobre Cecília

De destino triste fez parceria com a solidão e com o silêncio que foram companhias responsáveis por fazê-la ouvir sua inspiração.

Mulher adiante do seu tempo, projeta-se nas letras e na sociedade e leva a essência da nossa Cultura para caminhar em terras portuguesas quando publica “Batuque, Samba e Macumba”.

Segue transformando sensibilidade em rimas e galga platéias mais longínquas quando leciona Literatura e Cultura Brasileira na Universidade do Texas.

Muito antes da interatividade que a internet proporciona, Cecília interagia com o Mundo e o Mundo homenageava Cecília.

Dentre aqueles que declamavam suas poesias, o Chile a tornou Oficial da Ordem do Mérito, tornou-se sócia honorária em Goa na índia do Instituto Vasco da Gama bem como em Délhi é agraciada com o título de doutora honoris causa da Universidade de Délhi.

Na sua terra natal recebe vários prêmios, dentre eles, o Jabuti de Tradução de Obra Literária.

E segue seu curso proferindo Palestras nos Estados Unidos, Europa, Ásia, África sobre Literatura, Educação e Folclore.

A esta MULHER rendo minhas homenagens!

Exemplo de conduta, de fibra, de caráter, de vocação, de sensibilidade, de ação.

Mesmo após sua morte (09 de novembro de 1964), continua a receber honrarias e prêmio em todo o mundo.

1964 – Biblioteca Valparaiso – Chile
1965 – Prêmio Machado de Assis – Academia Brasileira de Letras
O então Estado da Guanabara inaugura a sala Cecília Meireles
São Paulo lhe homenageia com nome de rua no Jardim Japão;
Também em Lisboa há uma rua com seu nome São Domingos de Benfica;
Bem como no arquipélago de Açores, na cidade de Ponta Delgada há uma avenida
chamada av. Cecília Meireles
1974 – Seu nome é dado à Escola Municipal de Educação Infantil, bairro de São Mateus
Em São Paulo;
1989 – Seu rosto estampa a cédula de cem cruzados novos
1991 – A Biblioteca Infanto-Juvenil do alto da Lapa (AP) passa a chamar-se Cecília
Meireles;
2001 – É instituído pelo Governo Federal “O ano da Literatura Brasileira” em
comemoração ao centenário de nascimento de Cecília Meireles

Sua poesia foi traduzida para o espanhol, francês, italiano, inglês, alemão, húngaro, hindu e urdu.

Hoje, com muito orgulho, participo da blogagem coletiva promovida por Leonor Cordeiro editora do blog Na dança das Palavras em homenagem à querida escritora Cecília Meireles.

E termino citando, como fiz no início, a coletânea “Romanceiro da Inconfidência” onde exprimiu a luta do drama da liberdade contra a tirania dos poderes como registro do mais nobre dos sentimentos humanos – a repulsa!

A terra tão rica
e – ó almas inertes! –
o povo tão pobre…
Ninguém que proteste!

Cecilia Meireles

DIA NACIONAL DO LIVRO

DIA NACIONAL DO LIVRO foi escolhido para ser comemorado no dia 29 de outubro por ser a data de aniversário da fundação da Biblioteca Nacional, que nasceu com a trasferência da Real Biblioteca Portuguesa para o Brasil, no ano de 1810.

O Escritor Francês Daniel Pennac é um dos grandes romancistas da actualidade francesa. Para além de uma vasta obra romanesca, Pennac faz incursões por outros géneros como o ensaio, o teatro, o conto, a fábula e a banda desenhada. Mas, é no âmbito do ensaio, que vos sugiro o livro intitulado “Como um romance”. De um modo peculiar, quase poético, Pennac atenta nos porquês da inapetência dos jovens de hoje para a leitura. Problemática, aliás, sobejamente discutida pelas famílias, professores, órgãos de comunicação social, enfim, pelos mais variados actores sociais intervenientes no processo educativo. O autor aborda a questão com sentido de humor mas, ainda assim, séria e demonstra que o verbo ler é avesso ao imperativo e como tal não pode ser conjugado por obrigação. Assim, ler é/deve ser um prazer, desenvolvido, de preferência, desde muito cedo e “em vos alta”.

Leia abaixo os Direitos Imprescritíveis do Leitor formulado por Daniel Pennac:

Fonte: Casa do Psicólogo

1. O direito de não ler..
2. O direito de pular páginas.
3. O direito de não acabar de ler o livro.
4. O direito de reler.
5. O direito de ler qualquer coisa.
6. O direito ao bovarismo* .(doença textualmente transmissível)
7. O direito de ler em qualquer lugar.
8. O direito de pinçar qualquer trecho do livro.
9. O direito de ler em voz alta.
10. O direito de se calar.

* Bovarismo: tendência que certos individuos apresentam de fugir à realidade e imaginar para si uma personalidade e condições de vida que não possuem, passando a agir como se a possuissem (Dicionário Houaiss).

Recebi esta postagem do Grupo Leitura & Escrita do qual pertenço e compartilho com vocês, uma vez que é totalmetne pertinente às comemorações do Dia Nacional do Livro:

Livro para Voar lança 134 postos de BookCrossing
em 6 cidades do país e estimula a perda de livros

Impulsionado no Brasil pela ALE, que doará 6.750 livros, o movimento tem como proposta democratizar a leitura e levará o país a ser a maior rede de BookCrossing fora dos EUA.

São Paulo, outubro de 2008 – O Brasil está prestes a se tornar a segunda maior zona de BookCrossing do mundo – nome do movimento internacional que motiva as pessoas a esquecerem livros em locais públicos para que possam ser encontrados e lidos. A partir de 14 de outubro, o movimento Livro para Voar libertará 6.750 livros, somando 20 títulos, em 134 postos da marca Ale nas cidades de Natal, Belo Horizonte, São Paulo, Curitiba, Vitória e Rio de Janeiro. Estes postos servirão como pontos oficiais de troca ou, como foi batizado no Brasil, de Postos Oficiais de Troca.
O movimento começará em Natal e integrará as outras praças aos poucos. Com essa doação de livros feita pela Ale, o Brasil, que está no 19º lugar do ranking mundial do site do movimento (até agora contabiliza 133 livros trocados), deve ocupar o lugar do Reino Unido, segundo na colocação, com 6.200 livros libertos. O primeiro lugar permanece com os EUA, país sede do movimento, com 13.750 livros em troca. O projeto Livro para Voar prevê ainda a criação do hotsite www.livroparavoar. com.br, onde as pessoas poderão acompanhar a viagem dos livros e o que os leitores estão comentando sobre as obras.

Conceito BookCrossing – Assim como o Booking Crossing, o Livro para Voar tem o objetivo de transformar o mundo em uma biblioteca livre. Ele segue não só o conceito como também a fórmula da comunidade internacional: o desapego. Integrantes da comunidade Booking Crossing são munidos de um sentimento de desejo de libertar livros, não só os que são repetidos ou esquecidos nas gavetas, mas aqueles que fazem parte da cabeceira, ou que foram importantes no curso da vida.
No Livro para Voar, os integrantes filiam-se de graça e registram na internet os livros que querem libertar, escolhendo quando e onde vão deixá-los. Ao encontrar um exemplar do projeto Livro para Voar, é preciso visitar a aba do site “Achei um livro”. Lá, deve-se digitar o número BCID presente na etiqueta, ver por onde esta obra tem andado e o que as pessoas acham dela. Depois de ler, recomenda-se registrar também sua opinião e, claro, “perder” novamente o livro para que ele continue sua viagem. Quando terminar, o atual leitor deve libertar o livro, como fez o anterior. E o livro pode ser deixado em qualquer área livre que o leitor desejar. Quem encontrar, vê na primeira página o convite para cadastrá-lo. E assim começa uma um novo ciclo.

Sobre a ALE – A AleSat Combustíveis, detentora da marca ALE, ocupa a quinta posição no ranking das distribuidoras de combustíveis no Brasil. Com uma rede de cerca de 1.200 postos em 22 Estados brasileiros, a companhia opera por meio de 45 bases de distribuição. Por mês, a empresa, que gera 10 mil empregos diretos e indiretos, comercializa e distribui 300 milhões de litros de combustíveis a 5 mil clientes, entre postos com sua bandeira e também de bandeira branca, além de grandes consumidores. A sede jurídica da companhia fica em Natal (RN) e a sede administrativa está localizada em Belo Horizonte (MG).

Serviço:
www.livroparavoar. com.br

Datas de começo do BookCrossing nos Postos ALE:

Natal – 15 de outubro – 14 postos
São Paulo – 29 de outubro – 58 postos
Belo Horizonte – 31 de outubro – 30 postos
Rio de Janeiro – 29 de outubro – 24 postos
Curitiba – 31 de outubro – 5 postos
Vitória – 31 de outubro – 3 postos

Títulos Doados pela ALE para o BookCrossing:

O Diário de Anne Frank, de H. Frank e Mirjam Pressler
O Poderoso Chefão, de Mario Puzo
A Casa das Sete Mulheres, de Leticia Wierzchowski
Diário de Bridget Jones, de Helen Fielding
O Pianista, de Weadislaw Szpilman
Príncipe das Marés, de Pat Conroy
Sex And The City, de Candace Bushnell
O Milagre dos Pássaros, de Jorge Amado
A Misteriosa Chama da Rainha Loana, de Umberto Eco
Ministério do Silêncio, Lucas Figueiredo
Jorge Amado, Um Baiano Romântico e Sensual Biografia, por Zélia Gattai
O Homem Ideal, de Dean Buckhorn
O Presente, de Spencer Johnson
Turbinado, de David Magee
Coragem para Amar, de Maria Helena Matarazzo
Transgressões, de Uzma Aslam Khan
O Outro Lado de Mim, de Sidney Sheldon
Na Companhia de Estranhos, de Robert Wilson
Ecologia do Medo, de Mike Davis
Inimigo Brutal, de Jack Higgins

Mais informações:
Sobre o BookCrossing da ALE – www.livroparavoar. com.br
Fan Comunicação – 11 5505-0807
Roberta Paixão – roberta@fan. inf.br – 11 8501-9955
Adriana Cardoso – adriana@fan. inf.br – 11 9626-2287

ASSESSORIA ALE
Interface Comunicação Empresarial – 31 3211-7500
Délio Campos – delio@interfacecomu nicacao.com. br – 31 3211-7521/ 9238-4206

PARA QUEM MORA AQUI NA REGIÃO DE CAMPINAS TEMOS GRANDE EVENTO HOJE À NOITE: