Datas comemorativas – Dia das Mães

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Dia das Mães – 2010

Dia das Maes – 2010 cont

Dia das Mães – 2010 cont

Datas comemorativas – Dia das mães2010 cont

Dia das Mães – 2009

Dia das Mães – 2009 cont

Dia das Mães – 2008

Dia das Mães – 2008 cont

Dia das Mães – 2008 cont

Ideias de lembrancinhas para o Dia das Mães

Fonte: Cantinho Alternativo

Materiais:

-molde da chaleira e da xícara
-tesoura
-cola
-canetinhas de hidricor
-sachêt de chá
Acompanhe as imagens:
Moldes:

Porta Pano de prato

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Mais ideias

Fonte: Amiga da Educação

PORTA LIXA – LEMBRANCINHA DO DIA DAS MÃES DA MINHA TURMINHA.

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Datas Comemorativas – Descobimento do Brasil

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Descobrimento do Brasil – 2008

Descobrimento do Brasil – cont

Descobrimento do Brasil – 2009

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Trabalhando o Hino Nacional nas aulas de artes

Fonte: Pra Gente Miúda

[De Ouviram do Ipiranga as margens plácidas até Brilhou no céu da Pátria nesse instante] IDÉIA – Confeccionem em papel kraft (pardo) o desnho de um riacho, árvores, enfim tudo que lembre a margem de um rio. Pintem em conjunto com tinta guache. Represente também a figura do príncipe e faça a comparação da atividade com a estrofe. Faça a espada, o chapéu e o cavalinho para as crianças.

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[De O penhor dessa igualdade até Desafia o nosso peito a própria morte] IDÉIA – Leia a estrofe com as crianças. Providencie várias revistas e peça que recortem figuras de adultos e crianças caminhando e cole-as no mapa do Brasil em tamanho grande.
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[De Brasil, de um sonho intenso até a imagem do cruzeiro resplandece] IDÉIA – Leia a estrofe e faça um painel do céu a noite, pintado com tinta guache pelas crianças, destacando o cruzeiro do Sul. Solicite que as crianças peçam ajuda aos pais para observar o céu a noite, para encontrar a constelação do Cruzeiro do Sul.
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[De Gigante pela própria natureza até dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada Brasil] IDÉIA – Peça as crianças para levarem para a sala de aula fotografias. Faça o mapa do Brasil em tamanho grande, recorte com os alunos pedacinhos de papel laminado dourado e façam um mosaico deixando espaço para colarem as fotografias, ressaltando que eles são o futuro e a riqueza do país.
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[De Deitado eternamente em berço até iluminando o sol do novo mundo] IDÉIA – Faça com as crianças flores coloridas e solicite que colem-nas no mapa do Brasil em tamanho grande. Faça a comparação da atividade desenvolvida e explique que elas representam a expressão “Florão da América”!
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[De Do que a Terra mais garrida até Nossa vida no teu seio mais amores] IDÉIA – Leia a estrofe com as crianças e confeccione um painel com cenário de floresta ou bosque e cole dobraduras de animais da nossa fauna. Faça a comparação do trabalho realizado e os versos da estrofe.
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[Em Ó Pátria amada idolatrada, Salve, salve] IDÉIA – Leia a estrofe com as crianças e faça a bandeira do Brasil em tamanho grande e solicite às crianças que picotem papel laminado nas cores verde, amarelo, azul e branca e colem os pedacinhos nos locais correspondentes…
Ao final das atividades, fazer a exposição dos trabalhos, destacando cada estrofe trabalhada.
Boa Sorte!
Música e letra – Descobrimento do Brasil
Fonte: Pra Gente Miúda
O almirante português,
Pedro Álvares Cabral,
No ano de 1500, saiu de Portugal!

Com 13 barcos veleiros,
do rio Tejo pro mar,
Para nas ilhas distantes,
especiarias comprar !

Mas D. Manuel I,
rei venturoso chamado,
Aconselhou a Cabral
Mudar de rota um bocado…
Para evitar calmarias,
e para saber também,
Se havia como diziam,
Terras na banda do além.

Navegaram vários dias,
Viram um monte afinal…
Que por ser tempo de páscoa,
Chamaram-no Monte Pascoal.

E assim, numa quarta-feira,
Dia 22 de abril…
Foi descoberto afinal,
O nosso amado Brasil!

Baixe a música clicando AQUI

Música/Letra – A 1ª Missa

No Ilhéu da Coroa Vermelha,
Onde Cabral ancorou…
E cercados de índios e brancos,
A cruz de Cristo elevou!
Frei Henrique de Coimbra,
A 26 de abril,
rezou a primeira missa,
abençoando o Brasil!

A princípio chamaram a terra,
De ilha de Vera Cruz.
Mas depois logo a crismaram,
de Terra de Santa Cruz.
Mas um pau da cor de brasa,
próprio da terra gentil,
Foi quem lhe deu finalmente,
seu nome eterno: BRASIL!

Baixe a música clicando AQUI

Gibi – Descobrimento do Brasil

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Se você gosta de inovar…

Nada melhor do que trabalhar duas datas de abril ao mesmo tempo… O Descobrimento do Brasil está bem ilustrado neste gibi da Turma do Sítio do Pica Pau Amarelo, personagens que ganham vida no Dia do Livro.

O Gibi pode ser baixado AQUI

Texto ilustrado

Fonte: Pra Gente Miúda

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Datas Comemorativas – Tiradentes


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Datas comemorativas – Tiradentes – 2009

Datas comemorativas – Tiradentes – 2008

TIRADENTE

Fonte: Smartkids

Tiradentes

Um grito de liberdade!

Em 21 de abril comemoramos o dia do primeiro sonho de um Brasil livre da colonização portuguesa, exato dia esse em que Tiradentes, Joaquim José da Silva Xavier, no ano de 1792, morreu enforcado.

A Inconfidência foi o início da mudança que pretendia a liberdade do Brasil do domínio colonial português. De lá para cá realmente muita coisa mudou, além de Portugal não ser mais nosso inimigo.

Frase de Tiradentes: “Esta terra há de ser um dia maior que a Nova Inglaterra!”

Desenho Tiradentes para colorir

TIRADENTES

TiradentesQuem foi Tiradentes?

O seu nome era Joaquim José da Silva Xavier, nasceu em 1746 na Vila de São José Del Rei (hoje Tiradentes), Minas Gerais. Seu pai era um pequeno fazendeiro. Ficou conhecido como Tiradentes por ser dentista, profissão que aprendeu com o tio após ficar órfão. Tiradentes não foi apenas dentista, mas também minerador entre outros ofícios. Como muitos, Tiradentes não aceitava os altos impostos cobrados na época por Portugal, essa revolta foi aumentando até que surgiu um movimento revolucionário chamado de Inconfidência Mineira que tinha como objetivo acabar com os impostos abusivos e também conseguir a independência brasileira. Este movimento foi denunciado antes de ser concretizado. Foi iniciado um processo contra todos os revolucionários, mas apenas Tiradentes, o único condenado a morte foi enforcado em praça pública em abril de 1792.

Jogue o JOGO DA FORCA TIRADENTES clicando AQUI

Dia de Tiradentes – 21 de abril

Fonte: Larissa Carla

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Datas comemorativas – Dia do Índio

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Dia do Ìndio – 2008

Dia do Índio – 2008 cont

Dia do Índio – 2009

Dia do Índio – 2010

Ainda falando dos Índios

História do Dia do Índio

Fonte: Blog Cultura


Comemoramos todos os anos, no dia 19 de Abril, o Dia do Índio. Esta data foi criada em 1943 pelo presidente Getúlio Vargas, através do decreto lei número 5.540.

Origem da data
Em 1940, foi realizado no México o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano. Diversas autoridades governamentais da América estiveram presentes. Porém os vários líderes indígenas do continente, apesar de convidados, não compareceram nos primeiros dias do evento, pois estavam preocupados e temerosos. Este comportamento era compreensível, pois os índios há séculos estavam sendo perseguidos, agredidos e dizimados pelos “homens brancos”.     No entanto, após algumas reuniões e reflexões, diversos líderes indígenas resolveram participar, após entenderem a importância daquele momento histórico.


Durante este congresso foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, com a função de zelar pelos direitos dos indígenas na América.     O Brasil não aderiu imediatamente ao Instituto, mas após a intervenção do Marechal Rondon apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril.Marechal Rondon
Além das diversas comemorações, esse dia deve ser de reflexão sobre a importância da preservação dos povos indígenas, da manutenção de suas terras e respeito às suas manifestações culturais.

Da aldeia virtual aos povos indígenas – atividade para sala de aula

Fonte: Educadores Inovadores

Dia 19 de abril é Dia do Índio! Que tal uma atividade para sala de aula que possibilite seus alunos a aprender sobre a rica cultura indígena? No site Conteúdos Educacionais há uma atividade especial para comemorar esta data!

A ideia é que os alunos se tornem agentes de viagens e montem um roteiro ecológico completo para visitar uma aldeia. Eles deverão montar um cartão postal publicitário com todas as informações de como será a viagem: como chegar; onde se hospedar; o que vai ser visitado, quando e como. Por fim, vão trocar este material por e-mail.

Esta atividade pode ser usada para mostrar a influência que os indígenas têm até hoje na nossa cultura e o quanto perdemos ao ignorá-la, pois toda sua riqueza cultural é um patrimônio que devemos reconhecer e valorizar.

Cadastre-se no site Conteúdos Educacionais e baixe esta e outras atividades! Todo mês temos conteúdo novo para você aplicar em sala de aula e ajudar os alunos a entenderem melhor e de forma interativa os conteúdos apresentados em sala de aula.

Não esqueça de deixar o seu comentário em nosso blog para dizer o que achou das atividades postadas. Seu comentário é muito importante para que possamos trazer toda semana materiais interessantes sobre educação!

Conversando pelo Twitter com minha amiga @ceila sobre cultura indígena e fábulas maravilhosas me indicou uma postagem que fez em seu blog Desabafo de Mãe o qual compartilho com vocês.

Toda criança tem direito de conhecer Iauaretê

Enquanto trabalho que nem um robô na cozinha de casa em frente ao PC, ouço uma pergunta no fundo da sala: Mãe, tem índio que usa roupa e outros que não usam? Respondi que existia muito tipo de índio ainda hoje. Então, ela me explica que são muitas tribos e pergunta se depende de cada tribo para o uso da roupa. Respondi: acho que até mesmo dentro das próprias tribos deve ter índio que usa roupa e outros não.

Eu fiquei orgulhosa de ver minha filha questionar a pluralidade e os costumes do nosso povo. Ela sabe que índio não é aquele que só faz barulho, pega o arco, a flecha e canoa pra pescar. Índio conta história, usa roupa, fala língua diferente e ainda vira onça. Não dá pra explicar a alegria de ver uma criança de 5 anos entender uma cultura diferente da sua e ao mesmo tempo aprender com as fábulas indígenas como enfrentar seus medos infantis. Eu confesso que estou fascinada pelas fábulas de Iauaretê. Conheça mais sobre autor abaixo e, se tiver interesse de ler a estória para seu filho, comenta aqui!

Dia do Hino Nacional Brasileiro – 13 de abril

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Datas comemorativas – Dia do Hino Nacional 2009

Datas comemorativas – Dia do Hino Nacional 2008

Hino Nacional Brasileiro 2007

13 de abril – Dia do Hino Nacional Brasileiro

Fonte: Clubinho Verde Amarelo

Nesse dia, comemora-se no Brasil a criação do Hino Nacional, que inicialmente recebeu o nome de Marcha Triunfa. Sua música foi escrita por Francisco Manuel da Silva em 1822.

Nessa época, o Brasil passava por uma crise com conflitos com a corte portuguesa, que culminaram na independência.
A escolha da data foi em razão de uma manifestação contra o ex imperador, no momento que este embarcava para Portugal em 13 de abril de 1831.
O hino nacional é um instrumento de homenagem à nação, devendo ser executado em comemorações cívicas, patrióticas, escolares, esportivas, onde a população deve contemplá-lo cantando em uma só voz.

Dia do Hino Nacional Brasileiro

Fonte: Portal São Francisco

13 de Abril

A história do hino nacional brasileiro remonta ao fim do Primeiro Reinado. Em 7 de abril de 1831, o imperador D. Pedro I abdicou do cargo. Sua partida para Portugal deu-se seis dias depois, quando a música foi executada pela primeira vez.

O maestro Francisco Manuel da Silva havia refeito o hino que criara em 1822, transformando-o em um grito de rebeldia contra a tutela portuguesa. A execução ocorreu no cais do Largo do Paço (atual Praça 15 de Novembro), no Rio de Janeiro, seguida de foguetes e vivas entusiasmados.

Hino Nacional Brasileiro

Houve várias tentativas de texto para acompanhar a música até que o poeta, professor e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada escreveu, em 1909, os versos que cantamos hoje. A letra, no entanto, foi oficializada apenas na comemoração do primeiro centenário da Independência.

A Lei 5.700, de 1971, reconhece o hino como um dos símbolos nacionais, ao lado da Bandeira, das Armas e do Selo. Sua execução é obrigatória em continência à Bandeira, ao Presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal.

O hino também pode ser tocado na abertura de sessões cívicas, em cerimônias religiosas de sentido patriótico, no início ou no encerramento das transmissões diárias das emissoras de rádio e televisão, assim como para expressar contentamento público em ocasiões festivas.

Ainda segundo a lei, a marcha batida, de autoria do mestre de música Antão Fernandes, deve integrar as instrumentações de orquestra e banda, sendo adotada a adaptação vocal, em fá maior, do maestro Alberto Nepomuceno.

Fonte: www.ftd.com.br

13 de Abril

Fonte: Portal São Francisco

Hino: substantivo masculino. Entre os Antigos, canto ou poema à glória dos deuses ou dos heróis. Muitas vezes associado a um ritual religioso. Hino nacional, canto patriótico associado a cerimónias públicas.

Se a Bandeira Nacional é um símbolo visível, o Hino Nacional constitui a exteriorização musical que proclama e simboliza de uma Nação. Só a partir do século XIX os povos da Europa criaram o uso de cantar os hinos, quando um movimento de opinião levou a que cada estado estabelecesse uma composição, com letra e música que fosse representativa e oficial. Até então os povos e os exércitos conheciam apenas os cantos e os toques guerreiros próprios de cada corpo e as canções relativas aos acontecimentos dignos de memória.

A letra do Hino Nacional do Brasil foi escrita por Joaquim Osório Duque Estrada (1870 – 1927) e a música é de Francisco Manuel da Silva (1795-1865). Tornou-se oficial no dia 1 de Setembro de 1971, através da lei nº 5700.

Existe uma série de regras que devem ser seguidas no momento da execução do hino. Deve ser executado em continência à Bandeira Nacional, ao presidente da República, ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional. É executado em determinadas situações, entre elas: cerimónias religiosas de cunho patriótico, sessões cívicas e eventos desportivos internacionais.

Hino do Brasil

Ouviram do Ipiranga às margens plácidas
De um povo heróico o brado retumbante
E o sol da Liberdade, em raios fúlgidos,
Brilhou no céu da Pátria nesse instante,

Se o penhor dessa igualdade
Conseguimos conquistar com braço forte,
Em teu seio, ó liberdade,
Desafia o nosso peito a própria morte !

Ó pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve !

Brasil, um sonho intenso, um raio vívido
De amor e de esperança à terra desce.
Se em teu formoso céu, risonho e límpido,
A imagem do Cruzeiro resplandece.

Gigante pela Própria natureza
És belo, és forte, impávido colosso,
E o teu futuro espelha essa grandeza,

Terra adorada.
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada !

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil.

Deitado eternamente em berço esplêndido
Ao som do mar e à luz do céu profundo,
Fulguras, ó Brasil, florão da América
Iluminado ao sol do Novo Mundo !

Do que a terra mais garrida
Teus risonhos lindos campos têm mais flores
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida, no teu seio, mais amores.

Ó pátria amada,
Idolatrada,
Salve! Salve !

Brasil, de amor eterno seja símbolo
O lábaro que ostentas estrelado,
E diga o verde-louro desta flâmula
Paz no futuro e glória no passado.

Mas se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme quem te adora a própria morte

Terra adorada.
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada !

Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil.

Vocabulário (Glossário) do Hino do Brasil

Plácidas: calmas, tranquilas
Ipiranga: Rio onde às margens D. Pedro I proclamou a Independência do Brasil em 7 de Setembro de 1822
Brado: Grito
Retumbante: som que se espalha com barulho
Fúlgido: que brilha, cintilante
Penhor: garantia
Idolatrada: Cultuada, amada
Vívido: intenso
Formoso: lindo, belo
Límpido: puro, que não está poluído
Cruzeiro: Constelação (estrelas) do Cruzeiro do Sul
Resplandece: que brilha, iluminada
Impávido: corajoso
Colosso: grande
Espelha: reflecte
Gentil: Generoso, acolhedor
Fulguras: Brilhas, desponta com importância
Florão: flor de ouro
Garrida: Florida, enfeitada com flores
Idolatrada: Cultivada, amada acima de tudo
Lábaro: bandeira
Ostentas: Mostras com orgulho
Flâmula: Bandeira
Clava: arma primitiva de guerra, tacape

Hino do Brasil

Hino executado em continência à Bandeira Nacional e ao presidente da República, ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal, assim como em outros casos determinados pelos regulamentos de continência ou cortesia internacional. Sua execução é permitida ainda na abertura de sessões cívicas, nas cerimónias religiosas de carácter patriótico e antes de eventos desportivos internacionais. A música do hino é de Francisco Manuel da Silva e foi inicialmente composta para banda. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de D. Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de D. Pedro II, sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após a Proclamação da República os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Miguez. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adopção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Miguez seria o Hino da Proclamação da República. Durante o centenário da Proclamação da Independência, em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de António Assis Republicano e sua instrumentação para banda é do tenente António Pinto Júnior. A adaptação vocal foi feita por Alberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artistico-instrumentais do hino.

A música do Hino Nacional do Brasil foi composta em 1822, por Francisco Manuel da Silva, para comemorar a Independência do país. Essa música tornou-se bastante popular durante os anos seguintes, e recebeu duas letras. A primeira letra foi produzida quando Dom Pedro I abdicou do trono, e a segunda na época da coroação de Dom Pedro II. Ambas versões, entretanto, caíram no esquecimento.

Após a Proclamação da República em 1889, um concurso foi realizado para escolher um novo Hino Nacional. A música vencedora, entretanto, foi hostilizada pelo público e pelo próprio Marechal Deodoro da Fonseca. Esta composição (“Liberdade, liberdade! Abre as asas sobre nós!…”) seria oficializada como Hino da Proclamação da República do Brasil, e a música original, de Francisco Manuel da Silva, continuou como hino oficial. Somente em 1906 foi realizado um novo concurso para a escolha da melhor letra que se adaptasse ao hino, e o poema declarado vencedor foi o de Joaquim Osório Duque Estrada, em 1909, que foi oficializado por Decreto do Presidente Epitácio Pessoa em 1922 e permanece até hoje.

Respeito ao Hino e legislação

De acordo com o Capítulo V da Lei 5.700 (01/09/1971), que trata dos símbolos nacionais, durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio. Civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações. Além disso, é vedada qualquer outra forma de saudação (gestual ou vocal como, por exemplo, aplausos, gritos de ordem ou manifestações ostensivas do género, sendo estas desrespeitosas ou não).

Segundo a Secção II da mesma lei, execuções simplesmente instrumentais devem ser tocadas sem repetição e execuções vocais devem sempre apresentar as duas partes do poema cantadas em uníssono. Portanto, em caso de execução instrumental prevista no cerimonial, não se deve acompanhar a execução cantando, deve-se manter, conforme descrito acima, em silêncio.

Em caso de cerimónia em que se tenha que executar um hino nacional estrangeiro, este deve, por cortesia, preceder o Hino Nacional Brasileiro.

A parte instrumental da introdução do Hino Nacional Brasileiro possuía uma letra, que acabou excluída da sua versão oficial do hino.

Essa letra é atribuída a Américo de Moura, natural de Pindamonhangaba, presidente da província do Rio de Janeiro nos anos de 1879 e 1880 e apresenta os seguintes versos (lado esquerdo):

Espera o Brasil
Que todos cumprais
Com o vosso dever.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Gravai com buril
Nos pátrios anais
Do vosso poder.
Eia avante, brasileiros,
Sempre avante!

Servi o Brasil
Sem esmorecer,
Com ânimo audaz
Cumpri o dever,
Na guerra e na paz,
À sombra da lei,
À brisa gentil
O lábaro erguei
Do belo Brasil.
Eia sus, oh sus!

Versão em Tupi

Embeyba Ypiranga sui, pitúua,
Ocendu kirimbáua sacemossú
Cuaracy picirungára, cendyua,
Retama yuakaupé, berabussú.

Cepy quá iauessáua sui ramé,
Itayiuá irumo, iraporepy,
Mumutara sáua, ne pyá upé,
I manossáua oiko iané cepy.

Iassalssú ndê,
Oh moetéua
Auê, Auê !

Brasil ker pi upé, cuaracyáua,
Caissú í saarússáua sui ouié,
Marecê, ne yuakaupé, poranga.
Ocenipuca Curussa iepé !

Turussú reikô, ara rupí, teen,
Ndê poranga, i santáua, ticikyié
Ndê cury quá mbaé-ussú omeen.

Yby moetéua,
Ndê remundú,
Reikô Brasil,
Ndê, iyaissú !

Mira quá yuy sui sy catú,
Ndê, ixaissú, Brasil!

Ienotyua catú pupé reicô,
Memê, paráteapú, quá ara upé,
Ndê recendy, potyr America sui.
I Cuaracy omucendy iané !

Inti orecó purangáua pyré
Ndê nhu soryssára omeen potyra pyré,
ìCicué pyré orecó iané caaussúî.
Iané cicué, ìndê pyá upé, saissú pyréî.

Iassalsú ndê,
Oh moetéua
Auê, Auê !

Brasil, ndê pana iacy-tatá-uára
Toicô rangáua quá caissú retê,
I quá-pana iakyra-tauá tonhee
Cuire catuana, ieorobiára kuecê.

Supí tacape repuama remé
Ne mira apgáua omaramunhã,
Iamoetê ndê, inti iacekyé.

Yby moetéua,
Ndê remundú,
Reicô Brasil,
Ndê, iyaissú !

Mira quá yuy sui sy catú,
Ndê, ixaissú,
Brasil!

Carlos Leite Ribeiro

Fonte: www.caestamosnos.org