Dia dos Namorados – 12 de junho

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DIA DOS NAMORADOS – 2009

DIA DOS NAMORADOS – 2008

 

DIA DOS NAMORADOS

Fonte: Gente Miúda

Paper heart garland

A simple DIY Valentine’s Day paper project: hearts on a string.

Cut colored paper into 3/4″ strips. Fold them in half, or if you want some hearts that are twice as big, splice two strips of paper together at the bottom of each heart with double stick tape. Curl the loose ends around a chopstick or pen.

String the heart garland together from the bottom up. I used Sulky clear thread, available at fabric stores. It’s curly and hard to see so you have to fight with it a bit, but it turns out nearly invisible. Push your threaded needle up through the bottom fold of each heart, then use double stick tape to sandwich the thread between the two halves of the curled tops.

Usando as cartas de copas do baralho
A criatividade não tem fim… vejam só que graça estes cartões feitos com cartas de copas, idéia muito oportuna para o Dia dos Namorados. E não é que ficou uma gracinha estes coraçõezinhos vermelhos? Amei!
Cartões com pirulitos e recadinhos, do Family Fun.

E com rainha/rei do copas, da Marthastewart.

Frase: “Para a rainha/rei do meu coração”.

 

Datas comemorativas – Dia dos Namorados

Fonte: O Cantinho da Papoila

Na maioria dos países, o Dia dos Namorados é comemorado em 14 de fevereiro. Nesta data enviamos e recebemos cartões.

Aqui vai como a história começou.

Esther Howland, a mulher que produziu os primeiros cartões comerciais de Dia dos Namorados nos EUA, em 1840, vendeu US$ 5 mil em cartões no primeiro ano de negócio, o que antigamente era uma quantia incrível. Hoje em dia, mais de 1 bilhão de cartões de Dia dos Namorados são enviados no país a cada ano. Acredita-se que o primeiro cartão de Dia dos Namorados tenha sido escrito pelo prisioneiro Charles, o Duque de Orleans, em 1415. Dizem que ele passava o tempo escrevendo versos românticos para sua mulher. No século XVI, os cartões já eram populares.

Os antigos cartões eram feitos à mão, com papel colorido, aquarela e tintas coloridas. Havia cartões com pequenos furos no papel, feitos com alfinete para parecer seda; cartões recortados parecidos com seda e feitos dobrando-se várias vezes e depois cortando um laço com uma tesoura pequena e afiada; cartões acrósticos (contendo versos em que as primeiras letras de cada linha formavam o nome da pessoa amada), e finalmente os cartões rébus (contendo versos em que pequenas figuras eram colocadas no lugar de algumas palavras, por exemplo, um coração no lugar da palavra AMOR).

Cartões decorados com figuras em preto e branco pintadas por trabalhadores de fábricas começaram a ser criados no início do século XIX. No final desse século, os cartões eram feitos inteiramente por máquinas.

Apesar dos cartões fabricados, os belos cartões feitos à mão eram pequenas obras de arte, ricamente decorados com seda, cetim ou renda, com flores ou plumas e até mesmo com folha de ouro. Muitos deles tinham o Cupido, o querubim de duas asas filho de Vênus, o verdadeiro “mascote” do Dia dos Namorados.

Alguns dos presentes mais inusitados foram criados por marinheiros solitários durante a Era Vitoriana. Eles usavam conchas do mar de vários tamanhos para formar corações, flores e outros desenhos ou colocavam-nas sobre caixas em formato de coração.

Fonte: PORTAL SÃO FRANCISCO

CLIQUE NAS FIGURAS PARA VÊ-LAS EM TAMANHO AUMENTADO

Fonte: Academia Boa Onda

História de S. Valentim

«As comemorações de 14 de Fevereiro, dia de S. Valentim, como dia dos namorados, têm várias explicações possíveis, umas de tradição cristã, outras de tradição romana, pagã.

A Igreja Católica reconhece três santos com o nome Valentim, mas o santo dos namorados parece ter vivido no século III da nossa era, em Roma, tendo morrido como mártir em 270. Em 496, o papa Gelásio reservou o dia 14 de Fevereiro ao culto de S. Valentim.

Valentim era um sacerdote cristão contemporâneo do imperador Cláudio II. Cláudio queria constituir um exército romano grande e forte; não conseguindo levar muitos romanos a alistarem-se, acreditou que tal sucedia porque os homens não se dispunham a abandonar as suas mulheres e famílias para partirem para a guerra. E a solução que encontrou, foi proibir os casamentos dos jovens! Valentim ter-se-á revoltado contra a ordem imperial e, ajudado por S. Mário, terá casado muitos pares em segredo. Quando foi descoberto, foi preso, torturado e decapitado a 14 de Fevereiro.

A lenda tem ainda algumas variantes que acrescentam pormenores a esta história. Segundo uma delas, enquanto estava na prisão Valentim era visitado pela filha do seu guarda, com quem mantinha longas conversas e de quem se tornou amigo. No dia da sua morte, ter-lhe-á deixado um bilhete dizendo «Do teu Valentim».

Quanto à tradição pagã, pode fundir-se com a história do mártir cristão: na Roma Antiga, celebrava-se a 15 de Fevereiro (que, no calendário romano, coincidia aproximadamente com o início da Primavera) um festival, os Lupercalia. Na véspera desse dia, eram colocados em recipientes pedaços de papel com o nome das raparigas romanas. Cada rapaz retirava um nome, e essa rapariga seria a sua «namorada» durante o festival (ou, eventualmente, durante o ano que se seguia).

Com a cristianização progressiva dos costumes romanos, a festa de Primavera, comemorada a 15 de Fevereiro, deu lugar às comemorações em honra do santo, a 14.

Há também quem defenda que o costume de enviar mensagens amorosas neste dia não tem qualquer ligação com o santo, datando da Idade Média, quando se cria que o dia 14 de Fevereiro assinalava o princípio da época de acasalamento das aves.

Com os tempos, o dia 14 de Fevereiro ficou marcado como a data de troca de mensagens amorosas entre namorados, sobretudo em Inglaterra e na França e, mais tarde, nos Estados Unidos. Neste último país, onde a tradição está mais institucionalizada, os cartões de S. Valentim já eram comercializadas no início do século XIX. Actualmente, o dia de S. Valentim é comemorado em cada vez mais países do mundo como um pretexto para os casais de namorados trocarem presentes».

Fonte: Tenho algo de anjo

Dia dos namorados

Dia dos Namorados

Fonte: Wikipédia

O Dia dos Namorados, tratado em muitos países como Dia de São Valentim, é uma data comemorativa na qual se celebra a união amorosa entre casais, quando é comum a troca de cartões com mensagens românticas e presentes com simbolismo de mesmo intuito, tais como as tradicionais caixas de bombons em formato de coração. No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de Junho, já em Portugal, a data é celebrada em seu dia mais tradicional: 14 de Fevereiro.

Cartão postal do Dia de S. Valentim, c. 1910

História

A história do Dia de São Valentim remonta um obscuro dia de jejum já tido em homenagem a São Valentim. A associação com o amor romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O dia é hoje muito associado com a troca mútua de recados de amor em forma de objetos simbólicos. Símbolos modernos incluem a silhueta de um coração e a figura de um Cupido com asas. Iniciada no século XIX, a prática de recados manuscritos deu lugar à troca de cartões de felicitação produzidos em massa. Estima-se que, mundo afora, aproximadamente um bilhão de cartões com mensagens românticas são mandados a cada ano, tornando esse dia um dos mais lucrativos do ano. Também se estima que as mulheres comprem aproximadamente 85% de todos os presentes no Brasil.

São Valentim

Durante o governo do imperador Caldeus II, este proibiu a realização de casamentos em seu reino, com o objetivo de formar um grande e poderoso exército. Caldeu acreditava que os jovens se não tivessem família, se alistariam com maior facilidade. No entanto, um bispo romano continuou a celebrar casamentos, mesmo com a proibição do imperador. Seu nome era Valentim e as cerimônias eram realizadas em segredo. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte.

Enquanto estava preso, muitos jovens jogavam flores e bilhetes dizendo que os jovens ainda acreditavam no amor. Entre as pessoas que jogaram mensagens ao bispo estava uma jovem cega: Assíria filha do carcereiro a qual conseguiu a permissão do pai para visitar Valentim. Os dois acabaram-se apaixonando e ela milagrosamente recuperou a visão. O bispo chegou a escrever uma carta de amor para a jovem com a seguinte assinatura: “de seu Valentim”, expressão ainda hoje utilizada. Valentim foi decapitado em 14 de Fevereiro de 270 d.C.

Data no Brasil

No Brasil, a data é comemorada no dia 12 de junho por ser véspera do 13 de junho, Dia de Santo Antônio, santo português com tradição de casamenteiro, provavelmente devido suas pregações a respeito da importância da união familiar. O casamento – em queda na Idade Média – trazia a união carnal, considerada pecado, naquele período quando se valorizava a vida espiritual celibatária.

A data foi criada pelo comércio paulista e depois assumida por todo o comércio brasileiro para reproduzir o mesmo efeito do Dia de São Valentim, equivalente nos países do hemisfério norte, para incentivar a troca de presentes entre os apaixonados.

SIMPATIAS PARA FAZER NO DIA DOS NAMORADOS, VÉSPERA DO DIA DE SANTO ANTONIO

Fonte: Simpatias

Conhecido, carinhosamente, como Antoninho, Santo Antônio tem fama de casamenteiro. Dizem que as simpatias evocadas em seu nome dão certo. Claro que tudo isso faz parte das supertições bem características do povo brasileiro. Talvez pela mistura de raças e crenças, não sabemos, mas a posição que temos diante dessas brincadeiras, vamos chamar assim, é a grande necessidade das pessoas conseguirem uma fórmula para tudo na vida.

1 – Quem deseja descobrir o nome do futuro companheiro deve comprar um facão e, à meia-noite do dia 12 de junho, cravá-lo numa bananeira. O líquido que escorrer da planta deve formar a letra do futuro amor.

2 – Uma das mais antigas tradições diz que, para descobrir o futuro companheiro, é preciso escrever os nomes dos candidatos em vários papéis. Um deles deve ser deixado em branco. À meia-noite do dia 12 de junho, eles devem ser colocados em cima de um prato com água, que passará a madrugada ao relento. No dia seguinte, o que estiver mais aberto indicará o escolhido.

3 – Aqueles que têm pressa em arranjar um namorado devem comprar uma pequena imagem do santo. E para agilizar a conquista do pedido, fazer dois procedimentos: tirar o Menino Jesus do colo do religioso, dizendo que só devolverá quando conseguir um namorado, ou ainda, virar o Santo Antônio de cabeça para baixo.

4 – O mais afoito tem ainda outro recurso. Deve ir a um casamento e dar de presente aos noivos uma imagem de Santo Antônio, sem o Menino Jesus. Depois, pedir no altar para se casar com alguém, especial ou não. Assim que a graça for alcançada, deve retornar à igreja e lá depositar a imagem do Menino Jesus.

5 – Os que já estão acompanhados, mas ainda não subiram no altar, também possuem práticas específicas. A pessoa deve amarrar um fio de cabelo seu ao do namorado. Eles devem ser colocados aos pés do santo, que, logo, logo, resolve a questão.

6 – À meia-noite do dia 12 de junho, quebre um ovo dentro de um copo com água e o coloque no sereno. No dia seguinte, interprete o desenho que se formou. Se aparecer algo semelhante a um vestido de noiva, véu ou grinalda, o casamento está próximo.

7 – Para a pessoa saber se o futuro companheiro será jovem ou mais velho, é preciso arranjar um ramo de pimenteira. De olhos fechados, ela deve pegar uma das pimenteiras. Se a escolhida for verde, ele será jovem. Caso contrário, o casamento acontecerá com alguém de idade avançada.

8 – A tradição popular acredita que há uma forma especial de fazer as pazes entre casais brigados. Para isso, é preciso um cravo e uma rosa. Os talos devem ser amarrados juntos com uma fita verde, na qual serão dados 13 nós. Durante o procedimento, o devoto deve pensar que Santo Antônio vai uni-los outra vez.

9 – Para descobrir se falta muitos anos para a grande data, na véspera do dia 13 de junho, à meia-noite, amarre uma aliança – que pode ser de qualquer parente – numa linha ou num fio. Coloque um copo sobre a mesa e segure o fio de modo que a aliança esteja dentro do copo. Pergunte, então, quantos anos faltam para o casório. O número de batidas informa quantos anos ainda restam para o Dia D.

MAIS SIMPATIAS:

Esta simpatia foi sugestão da minha amiga Semíramis do Educando o Amanhã

Às 5 para a meia noite do dia 12 de junho acender uma vela branca virgem e pingá-la na àgua rezando uma ave maria e um pai nosso e pedindo a sto antônio para ver o nome do futuro marido. Ah, quando der um minuto para a meia noite entrar e deixar a vela acesa ao lado da bacia, sob pena de dar tudo errado e vc tomar um bofetão(bom assim dizia minha mãe).No dia seguinte, vá até a bacia e veja que letra se formou. Comigo deu supercerto!

SIMPATIAS

Fonte:Oba.com

Chamar o amor

Literalmente. Abra a porta da frente de casa e diga: “Santo Antônio, protetor dos namorados, faça chegar até a mim àquele que anda sozinho e que em minha companhia será feliz”. Dê mais força ao pedido colocando uma vela rosa num pires com mel e peça ao arcanjo Haniel sua realização afetiva.

Para mulher feia arrumar namorado

Pegue uma palma de espada-de-São-Jorge e corte-a em três pedaços. Coloque para ferver por três horas. Quando a água estiver fria, lave o rosto com ela e solicite a São Jorge que transforme o “dragão” em bela e formosa princesa.

DICAS PARA O DIA DOS NAMORADOS

Fonte: Painel Criativo

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PORTA LÁPIS

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Fonte: OFICINA DE CRIATIVIDADE

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