VI Encontro Internacional EducaRede 2011

 

Atitude 2.0 =  Aprender é compartilhar

Está acontecendo o VI Encontro Internacional EducaRede2011 que irá até 19 de outubro de 2011. Em razão disso convido você para PARTICIPAR virtualmente, e quem tiver disponibilidade poderá participar também presencialmente.

Participando, tanto no virtual quanto no presencial, você poderá “experimentar”, “compartilhar”, “colaborar” e  “conversar” com os demais participantes..

O Programa do Encontro se apresenta em blocos de interesse podendo, cada um, fazer seu próprio itinerário tornando ainda mais significativa a sua participação.

Há mais de 6000 pessoas interagindo e você pode participar de diferentes maneiras, ou seja, partilhando, na comunidade educativa trabalhos desenvolvidos com o uso das TIC em sala de aula, votando naquela que mais lhe tocou significativamente, enfim, poderá fazer com que este Encontro se torne inesquecível.

Se for Tuitar lembre-se de usar #ft_eie11

Assista ao vídeo Cartografia dos Sentidos e reflita sobre sua mensagem. Você valoriza a comunicação através dos sentidos no processo educativo?

 

Prêmio #EducaRede

Fundação Telefônica premiará trabalhos pedagógicos que utilizem Tecnologias de Informação e Comunicação

Prêmio destacará as melhores iniciativas pedagógicas com TIC em nível global

Já estão abertas as inscrições para o Prêmio Internacional EducaRede 2011, evento promovido anualmente pela Fundação Telefônica com o objetivo de fomentar o trabalho em equipe no uso das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na sala de aula. O concurso é aberto a alunos e professores de todo o mundo.

O prazo final para a realização de inscrição é o dia 2 de maio.

Este ano, pela primeira vez, se poderá participar com trabalhos criados com qualquer tipo de ferramenta pedagógica ligada às TIC, como blogs de blogger ou wordpress, wikis, webquest, trabalhos com Google docs, speaking images, canais de podcast ou de YouTube, usos didáticos das redes sociais etc.  Esses trabalhos competirão em duas modalidades: “Docentes com alunos” ou “Somente Professores”, dependendo se os alunos tiveram ou não um papel ativo no desenvolvimento do trabalho.
Aqueles que realizaram um trabalho mais avançado e tenham criado suas próprias ferramentas, aplicações ou widgets educativos (desde aplicações para o registro das avaliações para os mundos físico e virtual, até materiais de realidade aumentada, passando por aplicações para dispositivos móveis ou tablets digitais, por exemplo) poderão participar na modalidade “Laboratório de Ferramentas”.

O Prêmio Internacional EducaRede tem a finalidade de promover o uso pedagógico das TIC, buscar conscientizar a comunidade educativa sobre o valor potencial destas tecnologias, colocar a seu alcance iniciativas e atividades relacionadas com esses objetivos e reconhecer o esforço do professorado por introduzi-las nos processos de ensino e aprendizagem.

Como participar:

Para participar do concurso, os alunos devem formar equipes e, com a ajuda de um professor, realizar trabalhos relacionados com as matérias do currículo escolar de seu país. As diferentes categorias de participação são divididas conforme a idade dos alunos, começando a partir dos três anos.

Um jurado internacional outorgará três prêmios para cada categoria e modalidade de participação, contemplando o professor, os alunos e o centro educativo/escola ao qual pertençam.

Além disso, o júri poderá conceder até um máximo de três prêmios especiais, dentre todos os trabalhos apresentados, em cada um dos seguintes temas: Trabalhos orientados a facilitar o acesso às TIC e à educação de crianças com necessidades especiais; trabalhos realizados utilizando a tecnologia móvel/celular; trabalhos colaborativos realizados entre docentes e alunos de diferentes países; e trabalhos colaborativos realizados entre docentes e alunos de distintas escolas, no mesmo país.

Os prêmios serão equipamentos tecnológicos de uso educativo . As informações sobre o Prêmio Internacional Educarede, os prazos de entrega de trabalhos e as bases para inscrição podem ser consultados na internet, através do www.educared.org/premiointernacional.

O Pará presente na Campus Party

Fazendo um apanhado dos últimos acontecimentos na Campus Party ao bom estilo #cpbr4, ou seja, tudo junto e misturado, vou falar um pouco do debate que aconteceu na sexta-feira promovido pelo EducaRede, um programa da Fundação Telefônica, na mesa cujo tema era Tecnologia e Cultura: Produção, difusão e acesso e que reuniu:

Gabriel C. Farias – Jovem de 16 anos, cursa o 2º ano do ensino médio, na Escola Estadual de Ensino Médio Waldemar Maués. Está envolvido em projetos comunitários desde os 10 anos de idade. Foi representante do projeto Bel Água em Brasília em 2009 na III CNIJMA (Conferencia Nacional Infanto Juvenil pelo Meio Ambiente). Há três anos, trabalha como monitor de turma no Telecentro de Inclusão digital de Belterra (PA).

André Mintz – Jovem artista vencedor do Prêmio Conexões Tecnológicas 2008, voltado à estudantes que trabalham com arte e tecnologia. Após essa premiação, motivou-se a continuar desenvolvendo trabalhos e pesquisas nessa área ganhando mais reconhecimento e se estabelecendo no meio. Apoiado pela Vivo.

Kollontai Diniz – Designer gráfica e, na Brasiliana USP, desenvolveu o projeto gráfico do Tema Corisco para DSpace, parte da Plataforma Corisco.

Henry Grazinoli – Projeto Tela Brasil – Cineasta e educador. Coordenou as Oficinas Itinerantes de Vídeo Tela Brasil, nas quais supervisionou a realização de dezenas de curtas metragens. É criador de conteúdo e editor do Portal Tela Brasil, primeiro site de ensino da arte audiovisual no Brasil.

Tendo a mediação de Renata MottaInstituto Sérgio Motta o qual cada um falou um pouco das suas ações. Ao final Gabriel Farias, que estava pela primeira vez em São Paulo vindo sozinho de Belterra no Pará nos contou a internet chegou até lá há três anos e que isto foi um divisor de águas, pois o povo começou a “ter mais contato com o mundo”.  Gabriel trabalha no Telecentro de Belterra como professor de informática ensinando os alunos de todas as idades (ele tem um aluno de 78 anos) a interagir, inclusive, em redes sociais.

Gabriel participou ativamente do projeto “Bela Água” que consistia em ensinar turma por turma nas escolas públicas e depois estes alunos saiam panfletando e ensinando toda a população. A preocupação com a água em Belterra é grande e precisa desta conscientização porque eles são abastecidos por um igarapé que vem do “fundo da terra” e ações do homem como a derrubada da mata e a destruição da mata ciliar estão comprometendo este igarapé.

Veja o vídeo em que Gabriel fala um pouco mais sobre sua vivência:

Debatendo sobre Gerações Interativas

Luciana Cavalini – Rene Silva – Ivelise Forim – Priscila Gonsales – Volney Faustini – eu e Michel

Gerações Interativas – Nada mais será como antes este foi o tema do debate realizado pelo EducaRede, um programa da Fundação Telefônica, que trouxe pessoas super especiais como  Rene Silva – Morador do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, publica o jornal A Voz da Comunidade e é dono do perfil no Twitter, @Rene_Silva_RJ, que ficou nacionalmente conhecido ao fazer a cobertura em tempo real da invasão vista de dentro da favela.

Ivelise Fortim – É professora da Faculdade de Psicologia e do Curso de Jogos Digitais da PUC-SP e Membro do NPPI (Núcleo de Pesquisas de Psicologia e Informática da Clínica Psicológica) da PUC-SP.

Volney Faustini – Empresário, consultor, autor e administrador de Empresas formado pela Fapei, atualmente é diretor da FIT (Faustini, Inovação e Tecnologia). Organizou e editou o e-book “Filhos seguros, pais tranquilos”, disponível gratuitamente para download na Internet.

Luciana Cavalini – É especialista de Responsabilidade Social Corporativa da Telefônica, membro do Fórum Gerações Interativas, e jornalista. Trabalhou nos jornais Folha de S. Paulo e Gazeta Mercantil.

Moderadora: Priscila Gonsales – Jornalista, tem mestrado em Educação, Família e TIC pela Pontifícia Universidade de Salamanca (Espanha) e atua na área de Educação desde 1997, principalmente em organizações do 3º Setor. É também pesquisadora do Cenpec e responsável pela coordenação do Programa EducaRede Brasil.

O ponto alto do encontro foi Rene Silva que com todo seu carisma encantou a todos. Rene contou que sua ideia de fazer um jornal começou na escola quando tinha apenas 11 anos. O jornal escolar deu tão certo que ele levou a ideia para o Morro do Alemão com a iniciativa de manter a população de lá informada e também com o objetivo de ajudar a resolver os tantos problemas que lá existem. Foi por este motivo que batizou o jornal de  A voz da Comunidade. Como um legítimo nativo digital integrante da Geração Y e possuidor de blog e Twitter acabou ampliando suas notícias para a web. Pois foi ao noticiar tudo que estava acontecendo no Morro do Alemão no início do ano – Nov 2010 com a visão de quem estava de dentro da favela, que Rene foi parar na reportagem do Jornal Nacional como vocês podem ver abaixo.

Também foi debatido o fato de que qualquer pessoa pode ser autor na web e qual a responsabilidade que se tem diante desta possibilidade. Ivelise Forim falou sobre esta realidade e partilhou o exemplo de uma menina de 12 anos que tem uma comunidade no Orkut onde relata sua visão de mundo, sua rotina e outros assuntos para 40 mil seguidores.

Será que ela consegue ter noção do que significa escrever para 40 mil pessoas? Será que ela tem orientação em casa sobre quais assuntos ela pode abordar expondo sua intimidade?

Em relação à parceria, apoio e orientação dos pais Luciana Cavalini falou um pouco sobre a Cartilha para o uso devido da net lançada pela Fundação Telefônica e que serve de respaldo para pais, principalmente, que não têm muita intimidade com a internet.

Volney Faustini que é um grande estudioso desta geração conectada falou sobre o comportamento do jovem e da interação que pode existir entre os jovens nativos digitais e os adultos, imigrantes digitais.

Também passou um vídeo que vale a pena ver:

Aproveitei este momento enriquecedor e falei sobre este modelo no Mãe com Filhos com o título Um exemplo a ser citado e seguido.

Logo mais às 17h45 tem outro debate super interessante sobre “Experiências de educação e Cultura Digital, vale conferir.

Para assistir este debate integralmente acesse este link http://tv.campus-party.org/player-brasil.php?v=YKMfZ1HJgRQ

Redes Sociais e Educação

Este foi o tema do primeiro painel com a participação de EducaRede, um programa da Fundação Telefônica, que propunha uma discussão sobre o fato de a internet ser uma fonte rica de socialização do conhecimento minimizando a participação do professor como principal provedor das informações na sala de aula

Esta realidade está afetando a sala de aula?

Está afetando o sistema de ensino?

Estas foram as interrogações iniciais que deveriam ser debatidas no decorrer do encontro por:

Priscila Gonsales – Jornalista com mestrado pela Pontifícia Universidade de Salamanca, na Espanha, é responsável pela coordenação do Programa EducaRede Brasil.

Sam Shiraishi – Jornalista em mídia social com foco na coordenação de trabalhos em redes sociais para várias empresas.

Reinaldo Pamponet – Presidente do Instituto Eletrocooperativa, organização que trabalha com inclusão digital por meio da conexão entre música e tecnologia.

Fernando ‘Tucano’ Russel – Professor da Universidade Católica de Santos, também é colaborador do site Jovem Nerd e escreve contos para a web.

Moderador: Luiz Algarra – É consultor organizacional em processos de aprendizagem informal, construção coletiva de inovação e ativação redes sociais. Além disso realiza palestras, encontros e conversações sobre estes temas.

Logo na abertura o moderador Luiz Algarra propôs que cada um da plateia cumprimentasse o colega que estava sentado ao seu lado. Em seguida deveria trocar informações e experiências sobre o tema em pauta. Foi estipulado15 minutos para esta partilha. Após a finalização do tempo o Moderador pediu para que as pessoas da plateia trocassem de lugar procurando sentar bem longe do lugar de origem e que partilhasse as informações obtidas para o colega, de preferência, que não fosse seu conhecido.

Nesta interação acabei ouvindo uma mãe que afirmou se sentir muito comprometida com a educação do filho participando ativamente tanto proporcionando condições de acesso às informações através da web quanto sendo parceira da escola. Me disse que hoje há muitas formas de ter acesso ao conhecimento e que o professor hoje é muito mais um mediador mostrando os caminhos que o aluno pode trilhar usando estas informações.

Eis que terminou a partilha e quando todos estavam no palco para dar início ao debate, em razão de uma chuva incrível, apagou-se a luz e ficamos cerca de meia hora no escuro finalizando o encontro.

Foi uma pena, pois o tema é muito rico e renderia muitas discussões. Mas podemos continuar por aqui, o que acham?

Dê a sua opinião. Responda as perguntas acima e vamos deixar registrado aqui qual a ótica de vocês neste tema.

Fico no aguardo! Direto da #cpbr4 como blogueira insider do #EducaRede

Educar na Cultura Digital

Sexta-feira, dia 20 de agosto, você não pode deixar de participar do Grupo de Estudos “Educar na Cultura Digital: Geração Y, cibercultura e mudanças de comportamento” promovido pela Fundação Santillana, Fundação Telefônica e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI) que valoriza a troca de conhecimento num ambiente online e interativo.

O debate contará com a participação de três especialistas: Léa Fagundes, coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, que se dedica há mais de 20 anos à informática educacional; Rodrigo Nejm, diretor de Prevenção da Safernet e responsável pela criação de materiais pedagógicos e pesquisas para prevenção aos cibercrimes contra Direitos Humanos no Brasil; e André Lemos, professor da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia e diretor do Centro Internacional de Estudos Avançados e Pesquisa em Cibercultura. A mediação será da apresentadora de rádio e TV, Renata Simões.

O objetivo deste debate é o de “colaborar para a absorção de novos códigos e linguagens da era digital” e com isto promover o desenvolvimento intelectual e cultural dos profissionais que utilizarão os recursos das TIC para promover a aprendizagem com ética e responsabilidade.

Este Grupo de estudos inicia-se agora em agosto e tem duração até dezembro. Neste período serão potencializados e aprofundados os conteúdos e a troca de experiências pertinentes aos cinco módulos: Mundo Digital, Geração Interativa (ou Geração Y); Aprendizagem na Cultura Digital; Ensino e Inovação Pedagógica; e Avaliação do uso das TIC.

Para a realização deste estudo foi disponibilizado um espaço online, com ambiente interativo, na plataforma do Programa EducaRede da Fundação Telefônica, com material didático, indicação de fonte de pesquisa, bate-papo e palestras transmitidas via streamer pela TV WEB da Fundação Santillana.

Para saber mais sobre o Projeto acesse AQUI.

Este primeiro encontro irá acontecer amanhã na 21ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo no Espaço Monteiro Lobato às 19 horas.

Quem não puder comparecer poderá acompanhar acessando www.educarnaculturadigital.org.br

Também poderão acompanhar via  Twitter http://twitter.com/educultdigital

Como também pelo Facebook http://migre.me/15UV7

Quem puder ir na Bienal e ainda não se inscreveu pode fazê-lo mandando email para Andrea  andrea.nascimento@moderna.com.br ou pelo telefone (11) 2790.1520.