Um Dia D – Uma websérie sobre profissões

Um dia D Cybele Meyer

          Histórias inspiradoras de jovens e suas carreiras.

Série voltada, principalmente, para os jovens que prestarão o Enem em outubro, a “Um Dia D” conta a história profissional de 26 jovens profissionais brasileiros, ao longo de 26 episódios de curta duração.

Escolher uma profissão é uma decisão difícil e determinante na vida do jovem. Como optar por uma carreira e também abrir mão de tantas outras possibilidades?

Pensando nesses profissionais do futuro, a Deserto Filmes – que tem em seu portfólio filmes como Proibido Proibir (2006) e Romance Policial (2015) – criou a websérie Um Dia D, que estreia nesta terça, 18 de agosto. Composta de 26 episódios com 5 a 7 minutos de duração, cada um deles é dedicado a um profissional com idade entre 30 e 35 anos.

Em Um Dia D, acompanhamos as histórias, vemos a rotina de diferentes profissões e observamos se a escolha da carreira veio de uma vocação antiga ou de uma dica de amigo, tradição familiar ou um sonho. Vemos como esse novo profissional conseguiu se inserir no mercado de trabalho e quais aspirações esses jovens buscam em suas carreiras.

O diferencial de Um Dia D é ir além da entrevista, complementando-a com sugestões de leitura dadas pelo entrevistado e compartilhando links de interesse, assim despertando a curiosidade dos jovens com uma abordagem atraente e em um formato com que eles se identificam. A estreia da série é bem-vinda pela proximidade com a prova do Enem, em outubro.

Um Dia D será veiculada em um canal próprio do YouTube. Com patrocínio da RioFilme e parte das ações do Rio450, a websérie foi produzida por Gabriel Durán, da Deserto Filmes, e conta com a direção de André Lavaquial, diretor do premiado curta “O Som e o Resto”. Os episódios serão transmitidos terças e quintas às 19h.

Veja, acompanhe e compartilhe. Afinal, um dia você vai ter que escolher.

Patrocínio: RioFilme/Prefeitura do Rio
Produção: Gabriel Durán – Deserto Filmes: www.desertofilmes.com
Direção: André Lavaquial
Para mais informações, contactar:
Marina Couto (+21 98757 7123)/ Laura Zúñiga (+21 99934 7700)
Página oficial no Youtube: http://bit.ly/1J0dBig
Página oficial no Facebook: http://on.fb.me/1DDKcdC
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TODOS PELA EDUCAÇÃO REALIZA ENCONTRO SOBRE ENEM E TRI

Amanhã cedo participarei do Encontro que acontece em São Paulo promovido pelo Todos pela Educação.

Após a realização da prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) desse ano e às vésperas da divulgação dos resultados por escola da edição de 2011, o movimento Todos Pela Educação, em parceria com o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), promove aamanhã, dia 21 de novembro (quarta-feira), das 9h00 às 12h30, em São Paulo, a 3ª edição do Educação em Pauta de 2012, encontro entre especialistas que nessa edição debaterá sobre o Enem e a Teoria de Resposta ao Item (TRI).

O Enem tem sido uma das principais pautas de Educação nos últimos anos por conta de sua recente reformulação, sua utilização como forma de seleção unificada para as universidades públicas federais e, mais recentemente, pela possibilidade de se tornar a avaliação da qualidade do Ensino Médio. São muitas as dúvidas sobre a estrutura da avaliação, principalmente sobre a Teoria de Resposta ao Item (TRI) e os conceitos de correção da prova.

Desta forma, o principal objetivo desse encontro é auxiliar a cobertura jornalística dessa avaliação, por meio de embasamento teórico e técnico. Para tanto, contaremos com a participação de Alexandre André dos Santos, diretor da Daeb/Inep, que falará sobre os recentes ajustes da prova; do Prof. Tufi Machado Soares, professor e coordenador de Pesquisa do Centro de Políticas Pública e Avaliação da Educação da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), que falará sobre a TRI; e do Prof. José Francisco Soares, membro da Comissão Técnica do movimento Todos Pela Educação e especialista em avaliações da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que comentará sobre os avanços e desafios dessa avaliação e possíveis alternativas aos rankings para aprimorar a cobertura jornalística do tema. Ao final das apresentações haverá um espaço para perguntas e um debate com os especialistas e jornalistas.

Programação

9h00 –    9h30     Café da manhã
9h30  –  10h00    Apresentação de Alexandre André dos Santos (Daeb/Inep) sobre recentes ajustes do Enem
10h00 – 10h30    Apresentação Prof. Tufi Machado Soares (UFJF) sobre TRI
10h30 – 11h30    Apresentação Prof. José Francisco Soares (Todos Pela Educação e UFMG) sobre avanços e desafios do Enem e alternativas aos rankings
11h30 – 12h30    Debate

Vou dando notícias de lá e quem quiser poderá acompanhar pelo Twitter – @cybelemeyer e Facebook

Superação da meta do Ideb

Segue a matéria completa onde fui entrevistada pelo Jornal Tribuna de Indaiá de Indaiatuba para opiniar;

Dentre as 25 escolas municipais que oferecem ensino básico de 1ª a 4ª série, dez conseguiram superar a meta de 5,7 estabelecida pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Com notas que vão de 5,2 (Escola Doardo Borsari e Professora Maria José Campos) a 7,2 (Escola Professor Osório Germano e Silva Filho), o ensino básico oferecido por Indaiatuba conseguiu a nota 6,0, ultrapassando a projeção feita pelo órgão federal. Assim, Indaiatuba é um dos 405 municípios do Brasil – dentre os 5.467 avaliados – que atingiu a meta.

A avaliação positiva já coloca a educação básica da cidade dentre as candidatas a superar a meta de 2011, que é de 6,0 nota obtida com dois anos de antecipação.

O Ideb é calculado com o uso dos dados da aprovação escolar, conseguidos pelo Censo Escolar, por intermédio das informações enviadas pelas escolas e redes, e as médias de desempenho nas avaliações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), e a Prova Brasil.

Para a educadora e psicopedagoga Cybele Meyer, além de ser importante para o município, a boa avaliação no Ideb mostra que as pessoas envolvidas no assunto estão trabalhando para que a educação melhore a cada dia. “Não só o município, mas o Estado e as empresas estão focando a educação. A mentalidade agora é ter um povo mais instruído e acabar com o analfabetismo. Todos querem uma educação melhor e isso é um conceito que mudou”, avalia. “A nota positiva conseguida no Ideb é uma alavanca que vem para reforçar isso e fazer com que essa intenção não fique estagnada.”

Devido a essa nova mentalidade, a pedagoga acrescenta  que os responsáveis não estão apenas preocupados com a avaliação e sim em fazer com que a educação melhore.

Mas isso ainda não pode ser visto nas escolas estaduais. Na mesma avaliação, as unidades do Estado instaladas em Indaiatuba ficaram 0,1 ponto abaixo da meta desta faixa de ensino, de 5,8.

Empenho

Segundo a educadora, além do interesse das instituições, o empenho dos professores é um dos principais fatores que fazem com que a educação na cidade esteja melhor. “Eu trabalho com formação de professores e vejo que eles se empenham em passar o melhor para os alunos. Mesmo sem terem as condições ideais de trabalho, eles se interessam em melhorar, estão sempre se atualizando e se mostram preocupados em ter algo a mais para oferecer aos alunos. Independente do apoio que recebe, o professor se esforça para passar o conhecimento, pois tem a consciência de que a qualidade de ensino é para todos, avalia Cybele.

Mudança atrapalha alunos

A transição entre a 4ª série, em que a criança tem um  ou dois professores, e a 5ª série, quando aluno passa a conviver com um docente por matéria, acaba atrapalhando a adaptação das crianças. Esta é a opinião da pedagoga Cybele Meyer. Segundo a educadora, independente da didática utilizada, essa mudança “é doída” para o aluno. “Ele sai de uma realidade com um ou dois professores e vai para outra, com muita troca de professor. Até o aluno se adaptar, essa mudança atrapalha o desenvolvimento. Com a demora para pegar o ritmo, o resultado escolar é influenciado atrapalhando mais que a nova didática”, afirma.

Cybele ainda revela que, somado à troca de professor, outro ponto que influencia no desempenho é a atenção recebida pelos estudantes. “Como o professor não fica o período todo na mesma sala, ele não tem como dar a mesma atenção que os professores de 1ª à 4ª e o aluno sente isso”.

Aproveito para disponibilizar o resultado nacional do ENEN 2009

Piores de SP no Enem 2009 têm metade dos pontos da melhor escola

A pior colocada foi mal na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A segunda pior teve turma de ensino médio regular no exame.

A pior colocação do estado de São Paulo no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 foi a da turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola estadual Doutor Jayme Almeida Paiva, em Eldorado. A média geral de pontos foi de 364,33. Dos 130 estudantes matriculados nas fases finais do EJA, 12 alunos fizeram o Enem.

A pior colocação de uma escola de ensino médio regular foi da escola estadual Professora Francisca Ribeiro Mello Fernandes, de Assis, que fez 374,14 pontos. Dos 34 matriculados no último ano do ensino médio, 12 fizeram a prova.

19/07/2010 07h46 – Atualizado em 19/07/2010 08h29

Piores de SP no Enem 2009 têm metade dos pontos da melhor escola

A pior colocada foi mal na Educação de Jovens e Adultos (EJA).
A segunda pior teve turma de ensino médio regular no exame.

Fernanda Nogueira Do G1, em São Paulo

A pior colocação do estado de São Paulo no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 foi a da turma de Educação de Jovens e Adultos (EJA) da escola estadual Doutor Jayme Almeida Paiva, em Eldorado. A média geral de pontos foi de 364,33. Dos 130 estudantes matriculados nas fases finais do EJA, 12 alunos fizeram o Enem.

A pior colocação de uma escola de ensino médio regular foi da escola estadual Professora Francisca Ribeiro Mello Fernandes, de Assis, que fez 374,14 pontos. Dos 34 matriculados no último ano do ensino médio, 12 fizeram a prova.

A melhor escola do estado, que também é a melhor do país, o Colégio Vértice, de São Paulo, fez 749,70 pontos no exame.

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