Interação entre pais analógicos e filhos digitais #EPB

Como estabelecer uma convivência saudável entre pais analógicos e filhos digitais

Pais e profissionais da educação de todo o País discutem o tema Geração Z: Família e escola na era digital

O ambiente que há pouco tempo era definido pelo trio lápis, papel e lousa passou por uma revolução, e, hoje, vive uma nova era, decorrente da infinidade de possibilidades trazidas pelas tecnologias digitais. Vivemos a época da comunicação instantânea, do jamais sonhado acúmulo de informações, que exige de pais e educadores constante atualização.

A definição sociológica denominada geração “Z” caracteriza-se pelas crianças nascidas na era da internet, inseridas no mundo virtual, nas redes de relacionamento, nos blogs, etc., são os chamados nativos digitais. A educadora Patrícia Konder Lins e Silva, fundadora da Escola Parque, do Rio de Janeiro, marco do ensino liberal no Brasil, explica que a educação está atravessando uma crise de paradigma, devido ao advento das novas tecnologias. “Essas crianças nativas digitais chegam às escolas muito mais informadas do que jamais estiveram. Elas chegam mergulhadas num sistema que, em muitos casos, ainda tem um quê de novidade para os professores”. Por isso, é importante colocar o assunto em pauta e trabalhar de forma que a família, a escola e as tecnologias do Século XXI tenham uma convivência saudável.

Com a missão de ajudar pais, futuros pais e agentes de educadores a formar verdadeiros cidadãos, a Escola de Pais do Brasil (EPB) realiza há 50 anos reuniões nas escolas para discutir assuntos diversos. Em maio, ocorre em São Paulo o 50º Congresso Nacional EPB e, simultaneamente, o 2º Congresso Internacional no Brasil, voltados para a rede pública e privada de educação e para a sociedade em geral. O evento será realizado na Expo Center Norte, em São Paulo, com abertura oficial às 9h, no dia 30 de maio.

A Escola de Pais do Brasil

A EPB é uma organização não governamental, sem fins econômicos, voltada para orientar pais e educadores, assim como educar crianças e adolescentes. O trabalho é voluntário e gratuito, tendo como finalidade aprimorar a formação dos pais, futuros pais, cuidadores e educadores, através da transmissão de conhecimentos básicos de psicologia e de técnicas pedagógicas que favoreçam o relacionamento entre pais e filhos, procurando conscientizá-los da sua responsabilidade e do papel na educação dos filhos, e valorizar e fortalecer a família e, indiretamente, formar as crianças.

A EPB nasceu em 16 de outubro de 1963, em São Paulo. Desde então se acumularam pesquisas, estudos, debates, teses, conferências e palestras, multiplicados em todos os cantos do Brasil – hoje há 84 seccionais, distribuídas em 12 estados. O trabalho de campo é conhecido como Círculos de Debates, que são conduzidos por casais voluntários, que somam cerca de 800 pessoas, orientados por um temário produzido e constantemente revisado pelo Conselho de Educadores.

PROGRAMAÇÃO

29.05.13 – 4ª feira – Palácio dos Bandeirantes

20h00 –  Sessão Solene de Abertura – Composição da Mesa

Hino Nacional Brasileiro – Bradesco e Crianças Surdas

Pronunciamento do Presidente da DEN, Dr. Onildo Alves da Silva

20h15 – Retrospectiva dos 50 anos da EPB – Dr. Ruy de Mathis

21h00 – Pronunciamento do Governador do Estado de São Paulo, Dr. Geraldo Alckmin

21h15 – Ato Cultural – Quarteto de Cordas

22h00 – Coquetel de Boas-Vindas

30.05.13 – 5ª feira – Expo Center Norte – Centro de Convenções

08h00 – Credenciamento

10h00 – Palestra: A Criança e a Família ante as telas digitais: Pesquisa da situação no Brasil e no Mundo – Profª Dra. Brasilina Passarelli – USP

11h00 – Intervalo para café

11h30 – Palestra: Visão Crítica da realidade virtual – Prof. Dr. Gildásio Mendes – PUC – MS

12h30 – Almoço

14h00 – Apresentação das Delegações

14h30 – Palestra: O impacto das novas tecnologias na cultura escolar e familiar – Prof. Dr. José Pacheco – Porto – Portugal

15h30 – Intervalo para café

16h00 – Palestra: Família, Bioética, e Defesa da Vida – Prof. Dr. Leocir Pessini – Centro Universitário Camiliano – São Paulo – SP

17h00 – Debate entre os palestrantes – coordenador Djalma Falcão  –Vice Presidente da DEN .

18h30 – Culto Ecumênico

31.05.13 – 6ª feira

Painel 1 – Coordenadora: Profª Dra. Regina Célia de Mathis

08h30 – Família, Escola e Tecnologias do Século XXI – Profª Dra. Patrícia Konder Lins e Silva – Rio de Janeiro – RJ

09h10 – Apresentação do trabalho da ONG Educar para Crescer – São Paulo – SP

09h50 – Caminhos da Educação e o papel da Escola de Pais – Dr. José Mendo Misael de Souza – Brasília – DF

10h30 – Intervalo para café

11h00  – Debates

12h30 – Almoço

13h30 – Assembléia Geral Ordinária (Associados da EPB)

 Painel 2 – Coordenador: Dr. Nilton Sampaio – Salvador/BA

14h30 – Impacto das transformações sobre as relações intrafamiliares – Profª Dra. Maria Rita D’Ângelo Seixas – São Paulo – SP

15h10 – Educando para a Paz, Solidariedade e Participação – Dra. Maria Tereza Maldonado – Rio de Janeiro – RJ

15h50 –  –”Educação e Autonomia : o uso das tecnologias pelas organizações sociais sem fins econômicos “-  Profª Alais Ávila – C & A – São Paulo – SP

16h30 – Intervalo para café

17h00 – Debates

19h00 – Ato Cultural – pout pourri de músicas brasileiras – Coral da PUC/SP

01.06.13 – sábado

09h00 – Palestra: Política para a Juventude – Prof. Dr. Antônio José Barbosa –UnB- Brasília  DF

10h00 – Intervalo para café

10h30 – CURSOS CONCOMITANTES DE APERFEIÇOAMENTO

  1. Família, Tecnologia e Convivência Democrática – Prof. Dr. Humberto Dantas – São Paulo/SP
  2. Escola e Família educando para uma sociedade plural – Profª Dra. Lídia Weber – Curitiba/PR
  3. Projeto de Vida e perspectivas profissionais na Era Digital – Profª Dra. Sandra Betti – São Paulo/SP
  4. Família, Espiritualidade e Valores Éticos – Frei Almir Ribeiro Guimarães, OFM – São Paulo/SP
  5. A Família e as inovações tecnológicas – Prof. Dr. Célio Alves de Oliveira – Joaçaba/SC
  6. Pais analógicos, Filhos digitais – Como conciliar? – Dr. Djalma Falcão – Salvador/BA
  7.  Família e Neurociência influenciando comportamentos – Prof. Dr. José Luiz Cazarotto – São Paulo/SP
  8. Construindo uma personalidade eticamente responsável  – Profª Dra. Branca Ponce – PUC/SP

12h30 – Almoço

14h15 – Palestra: Sexy Baby Movie: A influência dos pais e como fazer a diferença na vida dos filhos – Dra. Mary Crowley – Presidente da FIEP – Inglaterra

15h00 – Comunicações dos Delegados estrangeiros. Intercâmbio de experiências de outros países sobre os desafios das inovações tecnológicas

16h00 – Escola de Pais do Brasil: Raízes e seu futuro – Dr. Valmor P. Scheibe – Conselho de Educadores da EPB

16h45 – Summing up do 50º Congresso Nacional e 2º Internacional – Prof. Dr. P. Edenio Valle – PUC – SP

17h30 – Solenidade de Encerramento

Composição da Mesa de Encerramento:

Casal Presidente da EPB

Presidente da Federação Internacional – FIEP

Casal Presidente do Conselho de Educadores da EPB

Casal Presidente do Conselho Consultivo da EPB

Casal Presidente do Comitê de Organização do 50º Congresso e 2º Internacional Casal mais antigo da EPB em atividade

Sra. Margarida Lessa Ribeiro, viúva do saudoso Dr. Manuel Lessa Ribeiro, Presidente de Honra da EPB

Pronunciamento do presidente do Conselho de Educadores da EPB – Dr. Ivo Nascimento

Pronunciamento da Presidente da Federação Internacional de Escolas de Pais  – Dra. Mary Crowley

Pronunciamento do Presidente da Escola de Pais do Brasil, Dr. Onildo Alves da Silva

A Importância dos Produtos Ergonômicos #FaberCastell

Produtos ergonômicos facilitam a coordenação motora 

Versões ergonômicas de EcoLápis, giz de cera e canetinhas da Faber-Castell ajudam no

desenvolvimento das crianças

Durante todo o ano letivo, é importante que a preocupação dos pais esteja além da compra dos materiais presentes nas listas escolares. É necessário escolher produtos que contribuem com o desenvolvimento integral das crianças. Neste sentido, a Faber-Castell investe em constantes pesquisas para a criação de produtos que agregam tecnologia aliadas à ergonomia como forma de proporcionar mais conforto durante as atividades.

Para as crianças em fase de alfabetização, a Faber-Castell indica a linha Jumbo, que possui produtos inovadores com maior diâmetro, facilitando a pega  para as crianças contribuindo assim  para o progresso das habilidades infantis, como a coordenação motora e também no desenvolvimento da criatividade. Todos os produtos da linha Jumbo apresentam ampla variedade de cores e são oferecidos em embalagens coloridas, com temas infantis.

Produzidos com madeira 100% certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), o EcoLápis de Cor Jumbo possui formato triangular, que facilita a pega pelas crianças. Já as Canetinhas Jumbo possuem ponta grossa, o que garante maior conforto, resistência e firmeza para desenhar e pintar.


Canetinhas disponíveis em estojos com 6 e 12 cores; Lápis de cor em estojos com 12 e 24 cores.

 O EcoLápis Jumbo Triangular grafite é o EcoLápis das primeiras letras, já que traz o diâmetro ideal para a pega das mãozinhas pequenas.

Como complemento da linha tem o giz de cera, que possui três novas cores: rosa, verde-água e lilás. Com fórmula resistente à quebra, pode ser encontrado com dois formatos – Gizão e Curtom, que facilitam o manuseio.

  

O Gizão está disponível em estojo com 15 cores; O Giz de Cera Curtom é encontrado em estojo com 15 e 18 cores.

Momento da Educação – Período de adaptação escolar

Estamos no inicio do ano e os pais estão visitando várias escolas e creches para escolher qual será a melhor para matricular seu filho. Feito isso passaremos para o próximo passo a preparação de pais e filho para a adaptação escolar. Sim, os pais também passam pelo momento de adaptação, pois haverá mudanças na rotina e a insegurança se fará presente em muitos momentos.

Tanto os pais quanto a criança se sentem angustiados e acabam ficando estressados com o fato. A criança assim como a mãe/pai sentem ansiedade, medo e insegurança diante do novo. Todos estes sentimentos são normais, afinal é uma experiência nova que será vivida e compartilhada entre ambos.

A criança começará a frequentar um lugar, que é até então para ele estranho, e também estará experimentando o sentimento de separação. A separação parece ser um episódio ruim, mas na verdade estará fortalecendo o desenvolvimento emocional tanto da criança quanto dos pais. A vida é repleta de encontros e separações. A escola não é diferente. Ela irá promover que esta criança encontre outras crianças da mesma idade e um ambiente todo voltado para ela, e promoverá a separação, por pouco tempo, da família.

Estas mesmas angustias são vividas pela mãe. Ocorre que a mãe tem que se manter segura para passar segurança para seu filho. A mãe tem que ter consciência de que seu filho passará a frequentar um local totalmente preparado para ele. Tudo ali é do tamanho dele e está li para acolhê-lo. Também não deve esquecer que é na escola que a criança vai iniciar a sua convivência numa sociedade mais ampla da até então convivida – A família.

Os pais ocupam papel importantíssimo nessa experiência e devem dar todo o apoio, ajuda e motivação. Toda criança irá enfrentar o “primeiro dia de aula” e terá que absorver que a separação existente é momentânea e que, com certeza, sua mãe não a está abandonando e que logo voltará para buscá-la. Porém, como a criança pequena não tem noção de tempo, o período que a mãe vai deixa-la na escola significará um abandono total. Porém, à medida que ela for percebendo que sua mãe a deixa ali, mas volta para buscá-la, ela começará a se sentir segura e então vai se soltar e começar a participar da rotina da escola mostrando que superou o período de adaptação.

É justamente para transmitir esta segurança que a mãe tem que estar segura e mostrar para o filho que ela volta logo. E tem que voltar mesmo. Neste início é importante ela chegar um pouco antes da saída dos outros coleguinhas, porque se a criança que está em adaptação percebe que os amiguinhos estão indo embora e ela não, ela vai pensar que foi abandonada. Por isso a mãe não pode se atrasar para buscar o filho nos primeiros dias de aula, mesmo que seu filho já tenha ido para a escola no ano anterior. Isto se chama respeito e é fundamental neste processo

A mãe tem que ajudar o filho neste momento tão importante da vida dele. Na verdade este processo começa desde a escolha da escola onde a criança deve participar das visitas e sua opinião, se gostou ou não, deve ser respeitada.

É importante ressaltar também que a parceria entre pais e escola começa ai– na adaptação da criança.

Vamos agora abordar os tipos de adaptação. Para as crianças da Educação Infantil podemos enquadrar em três tipos:

Primeiro: Quando a criança chega feliz na escola, deslumbrada por estar vestindo o uniforme. Mostra para todo mundo, exibe a mochila nova, a lancheira. Entra na escola, dá a mão para a professora e muitas vezes até se esquece de dar um tchauzinho para a mamãe que está ansiosa no portão de entrada e que acaba se sentindo “desprezada” porque a criança nem ao menos olhou para trás. Neste tipo de adaptação a criança apresenta este comportamento sempre. Nunca chora e nunca demonstra resistência para ir para a escola. Este tipo de adaptação é mais raro. Não é exceção, mas também não é muito frequente. E a participação da mãe é fundamental, pois se ela ficar no portão de entrada chamando a criança para dar tchau e tornar este momento uma “grande despedida” pode ser que a criança venha a chorar e passe a integrar o segundo tipo de adaptação. Que é quando a criança se comporta exatamente igual ao modo como descrevi acima, pode ser até por uma semana como descrevi acima e depois deste período ela começa a chorar e não quer mais ir para a escola. Não consegue nem olhar para o uniforme.  Toda vez que escuta a palavra escola ou professora, começa a chorar desesperadamente. Este tipo de adaptação é a mais complicada principalmente em relação aos pais que logo pensam que algo muito grave aconteceu na escola, porque ela ia tão bem, adorava e de repente não quer mais ir e demonstra aversão.

Na verdade o que acontece é que a criança na primeira semana se deslumbra com o “novo” e quer explorar tudo que existe lá. Depois de uma semana o novo deixa de existir e ela quer então retornar à sua rotina anterior, ou seja, à sua “zona de conforto” que é a sua casa onde ela pode fazer tudo aquilo que já está acostumada, na hora que ela quer, não precisa obedecer a uma rotina que na existe.  Na escola ela tem que aprender a compartilhar os brinquedos com os colegas, tomar lanchinho junto dos amiguinhos, terá que ir ao parquinho só quando todos forem e assim por diante. Este tipo de adaptação irá exigir uma postura firme dos pais no sentido de insistirem e não deixarem de levar o filho para a escola. Dependendo da personalidade da criança, ela vai chorar, espernear, vomitar, algumas perdem o fôlego e tantos outros “argumentos” que a criança usará para convencer a não leva-la mais para a escola. Normalmente, assim que os pais vão embora a criança se entretém e para de chorar rapidinho, afinal tudo lá é voltado para a criança. Se a mãe ficar muito preocupada deve entregar o filho(a) para a professora e permanecer na secretaria sem que a criança a veja. Ela vai perceber que logo a criança vai parar de chorar e ela então poderá ir embora mais aliviada.  Sei que é um período difícil, mas para o bem da própria criança a mãe não deverá deixar de levar a criança para a escola nenhum dia, nem que seja para ela ficar 5 minutos, pois se a mãe ceder, uma única vez e levar o filho embora ela estará reforçando este tipo de comportamento e no dia seguinte ela chorará o dobro imaginando que em algum momento ela irá “ganhar” a batalha novamente e quem irá sofrer mais com tudo isso, será justamente a criança.

E finalmente há a adaptação em que a criança chora logo no primeiro dia. Não quer ir para o colo da professora. Se agarra no pescoço da mãe, enfim tenta de todas as maneiras não ficar. Neste caso a mãe também deve insistir e nunca deve levar a criança de volta para casa. As professoras irão tentar usando todos os recursos para despertar o interesse da criança para alguma brincadeira, levando-a ao parquinho, ao tanque de areia, enfim agirá usando toda a sua bagagem, A criança irá se entreter, irá chorar um pouquinho, depois irá se entreter novamente e voltará a chorar e agirá assim até se adaptar completamente. A mãe tem que ser firme. É por este motivo que a mãe/pai tem que se sentir segura de que chegou o momento de levar seu filho(a) para a escola. Iniciado o processo não deverá, de forma alguma, retroceder para o bem, principalmente, da criança. Somente com a continuidade é que a criança criará vínculos com a professora e com a escola.

No meu livro Inteligências na Prática Educativa abordo ações e reações que comunicam quais os tipos de inteligências a criança tem mais aflorada e de como o saber identificar estas inteligências pode ajudar no processo de adaptação escolar.

Só para exemplificar, a criança interpessoal se sente bem quando está rodeada de pessoas diferentemente da intrapessoal que leva mais tempo para se relacionar. Portanto, nos primeiros dias de aula da criança intrapessoal o contato com os demais coleguinhas deve acontecer de forma lenta e gradual propiciando que neste começo ele fique mais perto da professora se assim o desejar. Diferentemente a criança interpessoal deve ser estimulada a participar das atividades junto com os demais colegas para que se entretenha e se adapte mais rapidamente.

Os pais devem passar para a professora todas as informações importantes para que ela tenha subsídios para ajudar a criança neste momento de adaptação.

Momento da Educação – Como escolher a melhor escola

Você está confusa sobre como escolher a melhor escola para seu filho ou filha?

Assista ao vídeo e saiba o que deve ser priorizado no momento da visita às escolas.

Como escolher a melhor escola

Este ano seu filho irá para a escola e a insegurança em relação a esta nova experiência vai fazer com que você, dentre tantas opções, não saiba como escolher a melhor.

Em primeiro lugar você não precisa ter pressa. Você deve visitar várias escolas. Você deve também verificar se os princípios e valores vivenciados pela escola são semelhantes aos adotados por sua família para que não haja choque de conceitos. É importante também você verificar se a personalidade do seu filho é compatível com a proposta da escola. Se uma criança calma é colocada em uma escola extremamente dinâmica, isso pode vir a interferir negativamente fazendo com que a criança não se sinta confortável, e o inverso também é verdadeiro.

Comece perguntando sobre como são trabalhados os direitos e deveres na escola? Pergunte quais são as regras de convivência? Verifique se há equilíbrio nestas regras? Se há limites?  Pergunte se há uma rotina a ser seguida? E muito importante perguntar como a escola age diante de um mau comportamento do aluno? Verifique se ela coloca-o em situação vexatória ou conversa com ele e o leva à reflexão? Estas respostas ajudarão na formação de opinião sobre ser esta escola a melhor opção para o seu filho ou não! Também é importante saber se a instituição valoriza a parceria família-escola-aluno.  A família tem que atuar ativamente neste processo uma vez que a sua participação é fundamental no desenvolvimento do aluno principalmente na Educação Infantil e nas séries iniciais.

Falando da parceria família-escola é importante ressaltarmos a comunidade. Quando a criança entra na escola a família passa a conviver obrigatoriamente com a comunidade onde a escola está inserida, pois haverá contato com os pais dos coleguinhas, com os colegas dos filhos, eventos realizados dentro ou fora da escola, saídas pedagógicas, aniversários, enfim… Este contato interferirá diretamente no comportamento do filho, pois a gente sabe que existe a diversidade. O filho vai se identificar com algum coleguinha e este coleguinha poderá se tornar amigo do filho e esta amizade poderá acompanha-lo durante toda a vida, o que é muito saudável.

É pertinente também perguntar se a integração na escola é feita como um todo, ou seja, se a gestão trabalha em sintonia com o corpo docente, corpo discente e pessoal do apoio, enfim, com todos que trabalham na escola. É fundamental que na escola todos trabalhem de forma integrada. A partir do momento que os pais passarem a questionar sobre esta prática a chance das escolas priorizarem este procedimento será muito maior.

Para os pais de “primeira viagem”, ou seja, aqueles que estão colocando seu filho ou filha pela primeira vez na escola, eu sugiro que elaborem um Checklist com os tópicos mais relevantes para que não deixem de fora nenhum quesito importante. Você irá encontrar uma série de sugestões para os diferentes níveis escolares em vários sites e blogs da web.

Neste momento gostaria de me deter em outro ponto de igual relevância e que independe da linha pedagógica seguida pela escola escolhida pelos pais.

Trata-se de entrar em contato com o professor e saber dele como ele enxerga a sala de aula e seus alunos. Questionar se ele enxerga cada aluno como sendo único ou ele sempre tem um olhar para a sala de aula como um todo? Ele conhece seus alunos? Ele percebe que cada aluno é um ser “total” e possuidor de uma pluralidade de inteligências?

O professor está com seus canais abertos para entender a linguagem que o aluno fala e falar a linguagem que o aluno entende?

Suas aulas são mescladas pelas comunicações orais, auditivas e cinestésicas? Você sabia de que há estatísticas de que quando simplesmente vemos e ouvimos, sem qualquer interação temos 30% de assimilação e quando vemos, ouvimos e interagimos esta assimilação sobe para 70%. Este resultado confirma o princípio didático de que “Se escuto, esqueço. Se vejo, lembro. Se faço, aprendo”. É claro que não temos os três canais desenvolvidos na mesma intensidade, mas com certeza usamos os três para reter informações e, consequentemente evoluirmos cognitivamente.

Porém, não basta que o professor desenvolva sua aula utilizando várias linguagens se ele não souber a quem atingir. Para isso ele tem que ter um olhar atento para poder identificar na sala de aula quais são os alunos visuais, quais os auditivos e quais os cinestésicos e só então passar a utilizar a linguagem ideal para cada aluno. Este olhar atento abrirá caminho para que o professor possa cada vez mais identificar e desenvolver as inteligências múltiplas.

O professor estabelecendo uma comunicação efetiva com seu aluno a aprendizagem será uma consequência, e com isso haverá um aumento da autoestima e da autoconfiança do aluno fazendo com que ele se desenvolva de forma natural mostrando que há diferentes caminhos para se aprender. Com isso estará levando o aluno a pensar, estará instigando este aluno a descobrir novas formas e novos caminhos, estará proporcionando que este aluno faça escolhas e que reconheça suas inteligências.

O professor abrindo este canal de comunicação com seus alunos estará dando um grande passo no sentido de mudar o autoconceito do aluno quanto este for negativo, tipo “eu não vou acertar, com certeza eu vou errar, eu não vou aprender”, fazendo com que o aluno acredite no seu potencial e reformule o conceito que ele tem de si mesmo. Por isto é tão importante que o professor conheça cada um dos seus alunos bem como os pais dos alunos que agirão da mesma forma em casa trabalhando em parceria.

Livros da autora:

Inteligências na Prática Educativa – Editora IBPEX

Menina Flor – Litteris Editora

O Diário de Juliana – e-Book – Amazon

A Prática Esportiva Estimula o Cognitivo e o Social

Cada vez mais a prática de atividade física e esportiva vem sendo valorizada e associada à boa forma, à saúde e consequente melhor qualidade de vida. Se exercitar fisicamente propicia o desenvolvimento de habilidades físicas bem como cognitiva além de promover integração social e afetiva.

Em 2011 escrevi um artigo enfatizando que praticar esportes é bom para o físico e bom para a mente, e nele priorizei a prática de esportes independente da Educação Física, disciplina que integra a grade escolar sendo ministrada somente no período letivo.

Hoje quero abordar a atividade física de forma ampla e contínua independente de ela ser profissional, amadora ou escolar, e também ampliar o foco para além do obter um corpo “sarado”. Se exercitar fisicamente é necessário, afinal, parafraseando Dráuzio Varela “O corpo humano é uma máquina desenhada para o movimento” e a resposta dada pelo corpo é visível na boa forma física, na fisionomia, no estado de espírito, na disposição e no cognitivo. Quem nunca relatou ou ouviu alguém dizer que levantar cedo e fazer uma caminhada antes de ir para o trabalho deixa a pessoa mais bem disposta e animada. Que o dia rende depois de meia hora de exercício. Ou mesmo que após um dia estressante, fazer uma atividade física relaxa e tranquiliza.

Se o resultado é tão bom então por que as pessoas são tão sedentárias?

Acredito que seja uma questão de cultura. Nós nunca fomos incentivados às práticas de atividade física e/ou esporte. Até hoje a disciplina Educação Física não é valorizada dentro da escola tanto quanto as demais. O professor de Educação Física, muitas vezes, não é incluído nos eventos e realizações escolares pela falta de lembrança de que ele também faz parte do corpo docente. A própria escola não prioriza a aula de Educação Física não propiciando um espaço próprio para a realização das aulas, nem material diversificado para ser utilizado. Não há vestiários para que os alunos se troquem após a aula de Educação Física. Nem o uso do uniforme específico existe mais. Na minha época de estudante usávamos uniforme próprio para as aulas de Educação Física e consequentemente tínhamos vestiário na escola.

Em pesquisa recente feita pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), em parceria com o Instituto Ayrton Senna (IAS), a ONG Atletas pela Cidadania e o Instituto Votorantim, foi constatado que 30% das escolas no estado de São Paulo não têm espaço destinado às aulas de Educação Física. E que 13% não têm nem ao menos uma bola como material para ser utilizado na aula.

Realmente a atividade física e o esporte não são incentivados pelas escolas. É de se admirar que o Brasil tenha se empenhado tanto para sediar as Olimpíadas de 2016 uma vez que não valoriza a prática esportiva nas escolas e fora delas.

O atleta nasce no indivíduo quando ele está em idade escolar e se a prática esportiva for priorizada neste ambiente ele terá incentivado e desenvolvido além da habilidade física o caráter, a autoestima, o trabalhar em grupo, o conhecer o próprio limite, o respeitar as diferenças, o cumprir regras e horários dentre outros.

Esta falta de valorização afeta também outros segmentos. Veja que nossos atletas não recebem patrocínio porque as empresas não têm como hábito reservar recursos para este fim. Elas patrocinam variadas ações, porém o esporte nunca está na lista como prioridade. A partir do momento que as escolas passarem a incentivar e a valorizar esta prática o resultado será muito diferente do que temos hoje, e a população passará a respeitar e a investir nos nossos atletas.

Também são poucos os pais que incentivam seus filhos a prática de uma atividade física. Mesmo sendo o Brasil o país do futebol os pais que incentivam seus filhos para praticar este esporte, normalmente têm como espelho os jogadores famosos e suas contas bancárias e não a prática do esporte em si.

Mas sempre é tempo para mudanças e o início de ano juntamente com as férias escolares são ótimos estímulos para que isto aconteça. Os pais ao incentivarem seus filhos à prática de atividade física e esportiva acabarão por cobrar o mesmo da escola e esta parceria será fundamental para que a realidade de hoje seja mudada.

Como estamos no horário de verão e consequentemente a noite tarda a chegar que tal aproveitar para desenvolver uma atividade física em família? Saiam todos juntos e brinquem ao ar livre onde possam correr, explorar, interagir, rir. Se tiverem bola, raquetes ou outros jogos levem também. Promovam caça ao tesouro. Pulem amarelinha, pique-esconde, andem de bicicleta, patins, soltem pipa, pulem corda, brinquem de roda, enfim libertem a imaginação e a criança que existe em cada um.

Esta prática além de estimular a atividade física estabelecerá vínculos afetivos, promoverá o entrosamento da família, momentos descontraídos e o espírito de parceria entre pais e filhos.

Quem mora ou está a passeio em cidades praianas nada mais convidativo do que a areia da praia para se exercitar ou praticar algum esporte. Normalmente nas praias são encontrados aparelhos de ginástica e parques de diversão para a garotada.

Se o roteiro de viagem foi para alguma cidade do interior as opções não são diferentes. Aqui na minha cidade há diversos campos de futebol de areia espalhados por todo o comprimento do Parque Ecológico, local próprio para fazer caminhadas, praticar exercícios e praticar esportes. Também há locais preparados para a diversão e prática de atividade física para as crianças.

E se você mora na cidade de São Paulo também há opções gratuitas. O Programa SESC VERÃO promove a prática inclusiva e prazerosa do esporte e da atividade física entre todas as pessoas e em diferentes espaços. Despertar os olhares para os diversos espaços da cidade – Sesc, clubes, parques, praças, rua – e a apropriação enquanto possibilidade de prática de esportes e atividades físicas, incentivando para que escolham uma atividade, formem grupos para praticar e encontrem o seu lugar.


A programação contempla diversas práticas, demonstrações e competições, promovendo o lazer, a participação, a inclusão, o exercício pleno da cidadania e a busca de uma melhor qualidade de vida.

Veja a Programação completa clicando AQUI

Além da capital, outras cidades do interior também contarão com o PROJETO SESC VERÃO. Consulte o site para se informar sobre quais as cidades e quais as atividades. E o que é mais importante: é tudo gratuito e você não precisa ser sócio para participar.

Este Projeto irá até o final de fevereiro.

Aproveite muito!

Novidades para a escola na linha Faber Castell

Veja que lindo o que acabei de ganhar da Faber Castell.

Estou encantada com todas estas novidades, porque a qualidade já sabemos que é impecável.

Quero compartilhar com você que já começa a pensar na lista de material escolar do seu filho. Sabendo destas opções fica mais fácil na hora de escolher.

Eu confio nos produtos da Faber-Castell, caso contrário não indicaria.

Veja estes produtos da linha GRIP da Faber-Castell

A Linha GRIP da Faber-Castell vem com muitas novidades na Volta às Aulas 2013. Composta por lápis de cor, lápis grafite, canetinhas hidrográficas, esferográfica, lapiseira, borracha e apontador. Os produtos da linha GRIP, fruto da tecnologia de ponta empregada pela empresa, possuem um design inovador e se destacam pelo formato triangular ergonômico que facilita a pega, além das exclusivas esferas antideslizantes, que proporcionam maior firmeza, conforto e melhores resultados ao escrever, pintar e desenhar.

O design diferenciado rendeu à linha Grip diversos prêmios internacionais entre eles, o Reddot Design Awardprêmio internacional de design, em 2001, quando o primeiro produto da linha, o Lápis Grafite Grip 2001 foi lançado.

Para uso nas escolas, em casa ou nos escritórios, uma das grandes novidades da linha é Caneta Esferográfica Grip Retrátil. Super ergonômica e design diferenciado garantem total conforto ao escrever. Possui tinta de alta qualidade e durabilidade, que permite escrever muito mais. O lançamento chega em três cores: azul, preto e vermelho.

Ideal para aqueles que prezam por atributos funcionais aliados ao design, a Caneta Esferográfica Grip Stick, que já conta com as cores azul, preto e vermelho, ganha como novidade a cor verde.  Com um visual sofisticado e inovador, sua tampa é antiasfixiante, que oferece maior segurança ao seu usuário.

 

Outra grande novidade é o Apontador Mini Grip. Com design ergonômico exclusivo proporciona maior conforto no uso. O produto tem também sistema abre-fecha, que impede a saída de sujeira e protege a lâmina de aço temperado, que aponta melhor e por mais tempo. Lançamento nas cores preto, lilás e rosa.

  

Para aqueles que gostam de montar conjuntos com seus materiais, as novas cores lançadas para o EcoLápis Grafite Grip, Apontador Grip e a Borracha Grip, junto com as cores já disponíveis, irão proporcionar a montagens de diversos kits diferentes, cada um ao estilo de cada pessoa.

EcoLápis Grafite Grip ganha uma nova cor de acabamento, o azul-petróleo.  Além de todos os benefícios da linha Grip, o EcoLápis é produzido com madeira macia, reflorestada e certificada pelo FSC (Forest Stewardship Council), que garante excelente apontabilidade e total sintonia com o meio ambiente. O produto possui outras cinco cores de acabamento – cereja, rosa, preto, prata e madeira natural.

Por tempo limitado, o apontador Grip agora também pode ser encontrado nas cores rosa escuro e azul-petróleo. O produto, que já estava disponível nas cores cinza e preto, foi projetado com três tipos de furos, para apontar os EcoLápis de diferentes diâmetros.  Depósito maior que o padrão, é ideal para o uso em sala de aula e escritório.

 

 Para completar o conjunto, outra novidade é a Borracha Grip nas cores rosa escuro e azul (edição limitada), além da tradicional cor cinza. Atóxica, a borracha apresenta formulação de alta qualidade com excelente desempenho ao apagar.

 

EcoLápis de Cor Grip Aquarelável alia todos os benefícios da linha Grip à tecnologia aquarelável. Os estojos com 12 ou 24 cores incluem um apontador com depósito e pincel. Os Ecolápis da Faber-Castell são produzidos com madeira 100% reflorestada e certificadas pelo FSC (Forest Stewardship Council).

 

 Ainda dentro da linha Aquarelável, a empresa também está lançando a CanetinhaColour Grip Aquarelável, disponível em estojo com 12 cores em embalagem papel cartão, reforçando a preocupação da empresa com a sustentabilidade. O produto apresenta tecnologia lavável, o que evita manchas na maioria dos tecidos, garantindo maior liberdade e uma maior vida útil para o uniforme das crianças evitando assim manchar a roupa das crianças.

 Outra grande novidade é na linha de CANETINHAS FABER-CASTELL

O produto é inédito no mercado. A Canetinha Ponta Vai e Vem traz o exclusivo mecanismo com sistema de amortecimento que impede que a ponta “afunde”, protegendo contra impactos garantindo maior durabilidade. O produto foi desenvolvido com base nas necessidades e expectativas de professores, pais e alunos, diagnosticadas em pesquisas realizadas pela empresa ao longo de três anos.

 O espaço para gravar o nome das crianças é mais um diferencial da Canetinha Ponta Vai e Vem, o que facilita a identificação e evita perdas do material. Como todos os produtos da linha a Canetinha Ponta Vai e Vem é atóxica e possui tampa antiasfixiante, proporcionando mais segurança para os pequenos.

Além disso, a canetinha é lavável na maioria dos tecidos, o que dá maior liberdade para as crianças e evita manchas, aumentando a vida útil dos uniformes.

A FABER CASTELL TEM UM COMPROMISSO COM A SUSTENTABILIDADE

Outra grande novidade da Faber-Castell é a troca das embalagens de plástico de todas as suas canetinhas por estojos produzidos em papel cartão 100% certificado pelo FSC (Forest Stewardship Council). A iniciativa, totalmente alinhada às essências da marca, que tem a responsabilidade socioambiental como um dos seus pilares, reduzirá o descarte de plástico no meio ambiente em até 30 toneladas por ano.

Ainda dentro do pilar sustentável Faber-Castell estabeleceu uma parceria com a empresa de logística reversa TerraCycle para lançar um programa de coleta que permite a transformação de milhares de instrumentos de escrita como canetas, marcadores, entre outros e suas respectivas embalagens em matéria prima reciclada que substitui o material virgem que seria utilizado e evita o descarte de resíduos no meio ambiente.

O programa conta com a ajuda do consumidor que deve se INSCREVER no Programa de Coleta e na Brigada de Instrumentos de Escrita Faber-Castell gratuitamente.

Podem ser enviados todos os instrumentos de escrita como lápis, lápis de cor, lapiseiras, canetas, canetinhas, borrachas, apontadores, destaca texto, marcadores permanentes e marcadores para quadro branco que não funcionam mais ou estejam quebrados.

 A coleta de produtos e embalagens por meio das Brigadas é uma maneira divertida para pais e professores incentivarem as crianças a aprenderem sobre a importância de reciclar, reutilizar e sobre como ajudar o meio ambiente. Os programas de Brigadas também incentivam a arrecadação de fundos para apoiar escolas e/ ou instituições sem fins lucrativos enquanto reduzem a quantidade de resíduos nos aterros sanitários e lixões. 

 Com essas e outras iniciativas, a Faber-Castell está atuando em todas as frentes para a proteção do planeta. Através dos seus processos produtivos, utilizando energia de fontes renováveis (energia limpa na produção), usando cada vez mais matérias primas renováveis em seus produtos e embalagens, como a madeira certificada FSC que a empresa planta em 100% dos EcoLápis.

O cartão certificado em substituição às embalagens plásticas e o plástico verde que hoje também é utilizado em componentes de alguns produtos plásticos, como a capa das borrachas FC Max. Atuando no pós-consumo, coletando instrumentos de escrita e enviando-os para reciclagem: reduzindo resíduos e colaborando com a vida no planeta.