Datas comemorativas – Festa Junina

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Caipiras de Papel Machê

Fonte: Cantinho Alternativo

Reciclando podemos fazer de tudo não acham?
Vejam só este casal caipira de papel machê, é super fácil e divertido de fazer e o resultado é surpreendente: fica parecendo aquelas pinturas feitas em cabaças:

Modelos de Convites Para Festa Junina

Fonte: Cantinho Alternativo



Decoração Caipira

Fonte: Cantinho Alternativo

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Junho: Festas juninas 12- Santo Antonio 24- São João 29- São Pedro

Fonte: Jogos e Brincadeiras

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Festas juninas – Mini-projeto: Elementos típicos Organize os alunos em grupos e proponha uma pesquisa a respeito de elementos típicos desta época.Grupo 1 – pratos salgadosGrupo 2 – pratos doces Grupo 3 – bebidasGrupo 4 – músicas juninas

Promova a troca entre os alunos e uma exposição com o material coletado. Se pertinente, faça a eleição de uma receita junto aos alunos para que a realizem na escola.

Quadrilha alegre1. Deixar que os alunos escolham um para ser o cantador para a quadrilha. 2. Os demais alunos formam uma roda para dançar.3. O cantador conduzirá a dança: “Cavalheiros cumprimentam as damas”; “Cavalheiros para um lado, damas para o outro”; ” A ponte quebrou…”; “Cavalheiros tiram o chapéu”; ” Todos ao centro” e assim por diante.

Exemplo de Teatro para festa junina

TEXTO INFORMATIVO

A festa junina não existe só no Brasil. Celebrar o nascimento de São João é um costume que vem lá do século IV, dos países católicos da Europa, e foi trazido pelos portugueses para cá.Para participar da festa, o legal é caprichar no visual, com chapéu de palha, vestido rodado, camisa xadrez e calça com remendos coloridos. Para as meninas, o batom vermelho e as bochechas rosadas dão o toque final. Nos meninos não pode faltar um bigodinho.As brincadeiras típicas são a corrida de sacos, a corrida do ovo na colher, cadeia, correio elegante, entre outras. Comidas típicas também não faltam, pipoca, pé-de-moleque, curau, bolo de cenoura, cachorro quente, quentão e mais um monte.


Como surgiram as festas juninas?

QuadrilhaEsta dança, de origem francesa surgiu em Paris, no século XVIII. A quadrilha foi introduzida no Brasil durante a Regência e fez muito sucesso nos salões brasileiros do século XIX. No Rio de Janeiro, foi muito popularizada. Suas evoluções básicas foram modificadas e novas foram agregadas, modificando inclusive sua música e seus comandos. FandangoÉ uma dança regional do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os tipos mais comuns são: anu, candeeiro, cana-verde, caranguejo, chimarrita, chula, marinheiro, marrafa, pericó, polca, quero-quero. No fandango, são os homens que sapateiam. Cateretê (Catira)Foi inserida no Brasil pelos jesuítas como homenagem à Santa Cruz, São Gonçalo, Espírito Santo, São João e Nossa Senhora da Conceição. O Cateretê é está muito presente na área rural do Sul do Brasil, mas também é encontrado no Amazonas, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e São Paulo. É mais freqüente ver o Cateretê sendo dançado apenas por homens, onde eles cantam, tocam viola, sapateiam e batem palmas.

Atividades para as Festas Juninas

Fonte: Jogos e Brincadeiras

bonequinhos para montar – festa junina
GRITO DA QUADRILHA TRADICIONAL

Fonte: Jogos e Brincadeiras

Organização: Lílian Jane Antunes – Montes Claros

-Atenção… damas e cavalheiros! Grande passeio! Cumprimentando o pessoal!(entram de mãos dadas e dão uma volta completa)

-Cumprimentando o grande público! (abanam as mãos, todos sorrindo)

-Animação! Preparar para o cumprimentê!Cada par, para seu lado!(cada casal enfileira: um para direita, outro para esquerda)

-Damas ocupando seus lugares!(aguardar damas para um só lado e cavalheiros também)

-Cada par, de frente com seu cavalheiro!

-Preparar para o cumprimente de damas…Anavantu de damas! Cumprimentê das damas! Anarriê!

-Preparar para o cumprimente de cavalheiros…Anavantu de cavalheiros! Cumprimentê de cavalheiros! Anarriê!

-Anavantu de damas e cavalheiros! Cumprimentê geral! Olha o tu!

-Grande passeio! Damas por dentro…cavalheiros por fora…

-Levantando poeira! Grande passeio!

-Agora, preparar para o vôo do gavião! Atenção…Voa para frente gavião! Esse gavião está mole demais, voa gavião! (Até chegar ao par)

-Vamos lá? Voa gavião (seguir até chegar nos pares e gritar-se-á o olha o tu)

-Grande passeio!

-Preparar para o grande túnel! (dão as mãos espalmadas-mãos que estão juntas e, a outra para trás; segue na fila e o primeiro (o puxador) deve vir de costas por dentro do túnel) Quando o puxador chegar na frente…

-Olha o túnel de volta! (o primeiro volta de frente iniciando outro túnel até o último. Quando o último chegar, o puxador sinaliza para que dê seqüência na quadrilha)

-Grande passeio! Atenção! Parados em seus lugares!

-Preparar para o serrote! Olha o serrote aí, gente! (marcar duplas que vão para frente intercalando-se) Serrou! Tornou serrar!

-Agora, preparar para a onda!(aguardar que eles abaixem de mãos dadas) Olha a onda…(um lado inicia levantando e abaixando cada casal por sua vez dando impressão de onda) E foi!(para um lado a onda) E veio! (para outro lado a onda);Já passou a onda!(levantam todos;

-Animação! Vamos para o grande passeio! Animação! Atenção, pessoal!

-Caminho da roça! Dama na frente do cavalheiro!

-Atenção, olha a chuva! (meninas mãos na saia e meninos tiram o chapéu cobrindo a dama e, ele se cobre com a outra mão) Já passou!

-Vamos atravessar o grande Rio Vieira! Arregaçando as roupas! Já atravessamos! (todos gritam: Oba!)

– Olha o lambisame, pessoal! Todos: Sê besta, trem! Me pavora, não! Amém seu Tião!

-Animação! Olha a o formigueiro! (cavalheiros tentam matar, com o chapéu as formigas na dama) Virge mas tem formiga! Já foram pro Arraiá! (todos: Ufa!)

-Olha a mulher de 7 metros! (todos se jogam no chão) Era mentira!(levantam ocupando seus lugares) Ufa!

-Uau! Veja a irmã Beata! (damas simulam embalar um bebê nos braços) É mentira!

-Ihhh! Olha o pai da noiva! (cavalheiros saem e as damas desfilam sozinhas) É mentira!(voltam os cavalheiros)

-Tá dando meia noite!(todos falam: dão, dão, dão!) Olha o lambisame! (meninos ao centro protegendo-se e as meninas formam um cordão por fora protegendo os meninos) Já passou o lambisame! Todos falam: Amém, seu Tião! -Animação!

-Olha a confusão! (moças fingem que caem e os rapazes abaixam-se velozes para levantá-las e elas levantam. Eles levantam e elas abaixam desencontrando-se duas vezes todos juntos) Chega de confusão!(seguem normalmente)

-Olha a boneca teimosa! (meninas caem e fingem estar mole) Meninos tentam levanta-las e elas moles… Que se pode fazer?

-Pára de ser teimosa, boneca…(elas sorriem e levantam voltando ao normal)

-No arraiá tem pipoca? Tem sim sinhô! Tem algodão doce? Tem sim sinhô! Tem milho cozido! Tem sim sinhô! Tem Pão de queijo? Tem cocada? Tem Canjica? E o vaca atolada? Tem sim sinhô!

-E no Arraia o que tem? Tem anjim do Pedacin! O quê? (gritam respondendo: Tem anjim do Pedacin! Então Animação!

-Olha a onça! Era mentira! (as moças dão dois passos para o centro da roda, fingindo ter medo e os rapazes mostram valentia à procura da onça segurando o chapéu) Era mentira, pessoal! (As meninas fingem ser a onça e tentam unhar os meninos)

-Olha o tiroteio! (meninos caem duros ao chão e damas fingem chorar, dançando perto deles) Já passou! (Oba!)

-Animação! Preparar para o cestinha de fulô!

-Preparou?Cestinha de fulô! Preparou? Óia a cestinha de fulô aí, minha gente! Preparô? (seguir até todos gritarem)

-Animação! Grande passeio!Damas pelo lado de dentro…

-Levanta poeira, Zé do brejo! Saracoteia, Maricota! Olha a estrela, pessoal! (Todos olham para o céu: meninos para dentro e meninas para fora uma só vez) Todos voltam ao par e gritam(Oba!). Olha o tu!

-Preparar para o caranguejo! (cada par entrelaça as mãos atrás) Caranguejo andou pra trás!(abaixam e vão de ré) Andou pra frente!(levantam e seguem e frente) Trocou de par!(caranguejo vai para trás- segue trocando até todos participarem)

-Atenção para o grande passeio!

-Atenção pessoal! Parados em seus lugares… Preparar para o vôo da andorinha! Olha o tu!

-Voa andorinha! Ajoelhou tem que rezar! Voa andorinha! Namorinho da cidade! Voa andorinha! Namorinho da roça! Voa andorinha! Cumprimentê de damas! Voa andorinha!Tô de mal…(eles abaixados e, damas dançam de costas para eles) Tô de bem…(eles abaixados e, damas oferecem a mão para ele simular beijo) Voa andorinha! Cumprimentê de cavalheiros! Voa andorinha!…(seguir alternando a fala até chegar aos pares com o olha o tu!)

-Grande passeio! Animação! Caminho da roça! Damas a frente do cavalheiro…

-Cavalheiros parados em seus lugares, damas preparar para o passeio da margarida…(só damas passeiam entre os cavalheiros) Passeia margarida… Chega de passear, margarida! Camin da roça!

-Olha o tu! Caminho da roça, damas a frente…

-É hora do desprezo! (Aguardar três casais e falar: Quem desprezou, desprezou. Quem não desprezou, não despreza mais! Olha o tu!

-Dançando e preparando para a dança da vassoura! (entra um participante de fora com uma vassoura e escolhe alguém para dançar. A dama que ficar sem par, fica com a vassoura e vai depois tirar outro para danças… aguardar um pouco e gritar…Vamos para o grande passeio!

-Preparar a grande roda! Preparou?Girando para a direita! (todos gritam: Ooo!) Girando para a esquerda!(Oooo!) Parou! Animando em seus lugares! Damas por dentro!Preparando para coroar os cavalheiros! Corou!

– Atenção preparar para o grande caracol! Pra direita! (aguardar o enrolar e o desenrolar do caracol)

-Preparar para a despedida! Muito obrigado, pessoal e até o 25º Arraiá do Pedacinho do Céu em 2010!

CASAMENTO DE Festa junina

Fonte: Jogos e Brincadeiras

Adaptação de: Lílian Jane (Coordenadora Pedagógica) e Daniela Baliza(Educação Física)

Montes Claros –

Personagens: Mãe, pai, padre, jagunço, noivo, noiva, solteirona, delegado

Entram a mãe e o pai da noiva:

Mãe: (chorando) – Minha filhinha… por que ela tem que casar tão nova?

Pai: (sério e mão na cintura) – Tem sim! Quem mandou ficar de oio nele?

Entra o padre:

Padre: E aí, meu cumpadre! Boa tarde! Vai ou não vai ter casamento?

Pai: Claro que vai, seu padre! Não mandei lhe chamar aqui? Ah, a bênção seu padre!

Mãe: A bênção, seu padre!

Padre: Estão abençoados! Mas cadê os noivos?

Pai: Já mandei um jagunço buscar o noivo. Vem nem que for amarrado!

Padre: Mas pra que isso, cumpadre? O noivo não quer casar não? E o senhor vai obrigá-lo?

Pai: Deixa estar seu padre!O senhor num entende de nada mas pode deixar que vai ter casamento!

Entra dois jagunços com o noivo seguro pelas mãos como se amarrado:

Pai: Ah, trouxe ele, né? Agora ocê vai ter que casar, quem mandou ficar de oio nela?

Noivo: mas ela parecia que estava gostando de mim também! Num pensei que ia precisar casar!

Pai: Cala a boca, rapaz, senão minha fia vai ficar viúva é cedo! E cadê essa menina que num chega logo?

Chega a noiva num carrinho de mão bem enfeitado puxado por alguém:

Noiva: Tô aqui, pai… carma que tô chegando!

Pai: Até que enfim!

Noiva: Oi, amor1 Até que enfim vamos ser felizes…

Noivo: Oh, jesus eu sou tão novo pa casar!

(a noiva chora)

Pai: Cê num tem medo de morrer mesmo, né rapaz! Anda seu padre, casa logo, porque o melhor de tudo vai ser quando acabar tudo!

Padre: Então, Jervásio, ocê aceita casar com Rosinha?

Noiva: é tudo que mais quero!

Padre: Jervásio, ocê aceita casar com a Rosinha?

Noivo: (gaguejando) É que…

Pai: Aceita sim seu padre! Casa logo que eu tô mandando!

(o noivo faz uma cara ruim)

Padre: Tá feito! Que Deus abençoe esta união… Ah, tem mais alguém aí que deseja se casar?

Aparece uma confusão de noivas puxando noivos para casar…

Padre: Calma, calma! Ainda dá tempo!

O padre inicia rezando no local onde realizará os casamentos:

Padre: “Em nome do prato, do frito, do assado e do cozido, pra deeeeentro!”

Meus irmãos e minhas irmãs, boa tarde pra suncês! Sejam todos bem vindos ao Arraiá do Subaco da Cobra. Vamo começar a cerimonha co o casamento coletivo como sempre!

Que entrem os noivos! (aguardar os noivos em fila)

Agora, que entre as noivas do outro lado da fila! (aguardar as noivas na fila)

Vamos acaba logo com isso!

Seu Jervásio com a rosinha, Seu Joaquim co a dona Joaquina fala fina, dona Bartiana co o Bartião babão, Jurema co o João corta pão, Seu Teobaldo co a Ermenezilda, Seu Bertolina com a Bertolda… Seu Quezinho com a Clotilde cocozinha… chegeuem aqui mais de pertinho em nome do prato, do frito, do assado e do cozido, pra dentro!…

Os noivos me respondam por favor: Já que vocês todos resolveram se casar, é com gosto que vêm ao altar e prometem ser fiel às esposas na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na vida e na morte?

Noivos: Ieu? Na morte? Na doença? Na tristeza? Ieu é que não! Nunquinha da silva!!!

Padre: Seu delegado!!!!!

Delegado: Pois não seu padre! O que que é seu noivo?

Noivos: Não seu delegado! Aceitamos sinsinhô!

Padre: Senhorita noivas! Vocês aceitam seus maridos como legítimos esposos e prometem honrá-los e obedecê-los de manhã, ao meio dia, de tarde e de noite, fazendo suas obrigações e criando seus filhos direitinho?

Noivas: Sinsinhô seu padre! Ele é tão bonzinho!!!

Padre: Alguém tem alguma coisa para falar contra esse casamento coletivo? Se tiver, fale agora ou cale-se para sempre!

Já que não tem, eu vos declaro marido e mulher em nome do prato…

Vão embora ser feliz pra lá!

(os casais se preparam para sair dando as mãos e se separam com o desespero da solteirona que entra gritando escandalosamente:

SOLTEIRONA: Socorro seu Padre! Eu também quero me casar! Me acode, pelo amor de Deus, seu padre!!

Padre: Calma, calma! Meus queridos irmãos, alguém aí quer casar com esta SENHORIRORA?

(aguarda um tempo e logo fala:

__Bem! Já que ninguém não apareceu, solteira você não fica! Case-se comigo em nome do prato, do frito do assado e do cozido! (Sai de mãos dadas com a solteirona e passa por entre os sacais que, logo que o padre passa, dão as mãos e saem falando também “Em nome…”

PAI (sai com a mãe e fala alto: Boa tarde(ou boa noite) pra todos vocês e vamos pra festa do 24º Arraiá do Pedacinho! (sai correndo e tropeçando atrás dos casais).

Datas comemorativas – Festa Junina

Projeto Brincando e Aprendendo no Arraiá

Fonte: Aprender e Cia

Justificativa

Estamos no mês de junho e começam as comemorações das Festas Juninas. Vender convites, ensaiar a quadrilha e danças típicas, enfeitar a escola… Chega o dia da festa e pronto! O que fica disso para as crianças? Qual o significado dos festejos juninos? A Festa Junina é uma excelente oportunidade de engajar diversas atividades interdisciplinares e ampliar o universo lingüístico, pois se constitui uma temática rica onde podem ser explorados diversos tipos de linguagens, resgate de brincadeiras, culinária típica e outros! A escola tem um papel importante na valorização das tradições, portanto este projeto integrará a comunidade escolar e ocorrerá durante todo o mês de junho.

Objetivo Geral

Incentivar nos alunos o gosto pelas festas juninas, oferecendo-lhes oportunidade de descontração, socialização e ampliação de seu conhecimento através de atividades diversificadas, brincadeiras, pesquisa e apresentações características destes festejos que fazem parte do folclore brasileiro, ressaltando seus aspectos, popular, social e cultural;

Objetivos Específicos

Conhecer a origem e as características das festas juninas

Admirar e respeitar o trabalho do homem do campo

Desenvolver a socialização da criança, incentivando o trabalho em grupo

Ouvir com interesse as informações trazidas pelos colegas

Valorizar a tradição das festas juninas

Socializar com a comunidade escolar e familiar

Desenvolver a linguagem oral e escrita

Ampliar o vocabulário

Estimular a criatividade e imaginação através de atividades relacionadas ao tema

Desenvolver a valorização do homem do campo e de suas atividades

Incentivar o gosto pela culinária junina

Conscientizar sobre os perigos dos balões e fogos de artifício

Propiciar às crianças a participação em diversas brincadeiras

Promover a Festa junina do C.E.I. Viver e Aprender

Eixos de Ação

Identidade e Autonomia

Artes visuais

Movimento

Música

Linguagem oral e escrita

Natureza e Sociedade

Matemática

Desenvolvimento
Cada turma realizará as atividades de acordo com a idade e a criatividade do professor.

Apresentação dos trabalhos


MODELOS

Fonte: Corte e Recorte

Fonte:Criando e Copiando sempre

Caipiras articulados

Clique na figura para vê-los em tamanho aumentado

Fonte: Edna Thomazini

Porta-guardanapo

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Dia de São João – 24 de junho

DIA DE SÃO JOÃO

Fonte: Wikipédia

Festa juninas ou santos populares são uma celebração brasileira e portuguesa, de origem européia. Historicamente, está relacionada com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como “festa de São João”.


Em Portugal, estas festas são conhecidas pelo nome de santos populares e correspondem a diferentes feriados municipais: Santo António, em Lisboa, São Pedro no Seixal, São João, no Porto, em Braga e em Almada.

No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais se oriundam as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

Festas de São João são ainda celebradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos (França, Portugal, Irlanda, os países nórdicos e do Leste europeu). As fogueiras de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados (como o casamento fictício no baile da quadrilha nordestina) são costumes ainda hoje praticados em festas de São João européias.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.


O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamento para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.

Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Aracaju em Sergipe; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre.

Origem da fogueira

De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde” em árvore de natal, a fogueira do dia de “Midsummer” (24 de Junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Estas celebrações estão ligadas às fogueiras da Páscoa e às fogueiras de Natal.

Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

O uso de balões

O uso de balões e fogos de artifício durante São João no Brasil está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste e em outras partes do Brasil. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista.

Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei devido ao risco de incêndio. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança.

Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas. Algumas delas são:

* Traque
* Chilene
* Cordão
* capeção-de-negro
* Cartucho
* Treme-Terra
* Rojão
* Buscapé
* Cobrinha
* Espadas-de-fogo

O mastro de São João


O mastro de São João, conhecido em Portugal como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o “mastro de maio”, ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.

Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal passou a ser erguido em junho e a celebrar as festas desse mês (o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, “majstången”, de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, “Midsommarafton”). O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.

A Quadrilha

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a “quadrille”, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A “quadrille” francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da “contredanse”, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A “contredanse” se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina , surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.

A “quadrille” veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).

Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.

O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.

No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.

Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:

* “Quadrilha Caipira” (São Paulo)
* “Saruê”, corruptela do termo francês “soirée”, (Brasil Central)
* “Baile Sifilítico” (Bahia)
* “Mana-Chica” (Rio de Janeiro)
* “Quadrilha” (Sergipe)
* “Quadrilha Matuta”

Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão (acordeom), pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.

Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre “marcante” ou “marcador”, pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Termos de origem francesa são ainda utilizados por alguns mestres para cadenciar a dança.

Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um “noivo” e uma “noiva”, já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João européias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa.

Outras danças e canções

No Nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião,o xote,o reizado,o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.e algumas vezes musicas antigas de autores famosos.

Costumes populares

As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.

No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os partcipantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de xita e chapéu de palha.

No interior de São Paulo ainda se mantêm a tradição da realização de quermesses e danças de quadrilha em torno de fogueiras.

Em Portugal há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plastico e alho porro nas cabeças das pessoas principalmente nas crianças e quando os rapazes se querem meter com as raparigas solteiras.

Festejos de São João no Porto com fogos e artifícios às margens do Rio Douro é maravilhoso! Esta dica quem forneceu foi o Jorge do .Blog

Vejam o filme deste espetáculo.

França

A “Fête de la Saint-Jean” (Festa de São João), assim como no Brasil, é comemorada no dia 24 de junho e tem como maior característica a fogueira. Em certos municípios franceses, uma alta fogueira é erigida pelos habitantes em honra a São João Batista. Trata-se de uma festa católica, embora ainda sejam mantidas tradições pagãs que originaram a festa. Na região de Vosges, a fogueira é chamada “chavande”.

Polônia

As tradições juninas da Polônia estão associadas principalmente com as regiões da Pomerânia e da Casúbia, e a festa é comemorada dia 23 de junho, chamada localmente ‘Noc ?wi?toja?ska” (Noite de São João). A festa dura todo o dia, começando às 8h da manhã e varando a madrugada. De maneira análoga à festa brasileira, uma das características mais marcantes é o uso de fantasias, no entanto não de trajes camponeses como no Brasil, mas de vestimentas de piratas. Fogueiras são acesas para marcar a celebração. Em algumas das grandes cidades polonesas como Varsóvia e Cracóvia esta festa faz parte do calendário oficial da cidade.

Rússia

A festa de Ivan Kupala (João Batista) é conhecida como a mais importante de todas as festas russas de origem pagã, e vai desde 23 de junho até 6 de julho. É um rito de celebração pelo verão, que foi absorvido pela Igreja Ortodoxa. Muitos dos rituais das festas juninas russas estão relacionados com o fogo, a água, fertilidade e auto-purificação. As moças, por exemplo, colocam guirlandas de flores na água dos rios para dar sorte. É bastante comum também pular as chamas das fogueiras. As festas juninas russas inspiraram o compositor Modest Mussorgsky para sua famosa obra “Noite no Monte Calvo”.

Suécia

As festas juninas da Suécia (Midsommarafton) são as mais famosas do mundo. É considerada a festa nacional sueca por excelência, comemorada ainda mais que o Natal. Ocorre entre os dias 20 e 26 de junho, sendo a sexta-feira o dia mais tradicional. Uma das características mais tradicionais são as danças em círculo ao redor do majstången, um mastro colocado no centro da aldeia. Quando o mastro é erigido, são atiradas flores e folhas. Tanto o majstången sueco (mastro de maio) como o mastro de São João brasileiro têm as suas origens no “mastro de maio” dos povos germânicos.

Durante a festa, são cantados vários cânticos tradicionais da época e as pessoas se vestem de maneira rural, tal como no Brasil. Por acontecer no início do verão, são comuns as mesas cheias de alimentos tipicos da época, como o morangos e as batatas. Também são tradicionais as simpatias, sendo a mais famosa a das moças que constroem buquês de sete ou nove flores de espécies diferentes e colocam sob o travesseiro, na esperança de sonhar com o futuro marido. No passado, acreditava-se que as ervas colhidas durante esta festa seriam altamente poderosas, e a água das fontes dariam boa saúde. Também nesta época, decoram-se as casas com arranjos de folhas e flores, segundo a superstição, para trazer boa sorte.

Durante este feriado, as grandes cidades suecas, como Estocolmo e Gotemburgo tornam-se desertas, pois as pessoas viajam para suas casas de veraneio para comemorar a festa.


O LivroClip trás hoje a obra UTOPIA de THOMAS MORUS

Thomas Morus (Londres, 7 de Fevereiro de 1478 — Londres, 6 de Julho de 1535) foi homem de estado, diplomata, escritor, advogado e homem de leis, ocupou vários cargos públicos, e em especial, de 1529 a 1532, o cargo de “Lord Chancellor” (Chanceler do Reino – o primeiro leigo em vários séculos) de Henrique VIII da Inglaterra.

É geralmente considerado como um dos grandes humanista do Renascimento. Foi canonizado como santo da Igreja Católica em 9 de Maio de 1935 e sua festa litúrgica se dá em 22 de Junho.

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Dia de São João – 24 de junho

DIA DE SÃO JOÃO

Fonte: Wikipédia

Festa juninas ou santos populares são uma celebração brasileira e portuguesa, de origem européia. Historicamente, está relacionada com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como “festa de São João”.


Em Portugal, estas festas são conhecidas pelo nome de santos populares e correspondem a diferentes feriados municipais: Santo António, em Lisboa, São Pedro no Seixal, São João, no Porto, em Braga e em Almada.

No Brasil, recebeu o nome de junina (chamada inicialmente de joanina, de São João), porque acontece no mês de junho. Além de Portugal, a tradição veio de outros países europeus cristianizados dos quais se oriundam as comunidades de imigrantes, chegados a partir de meados do século XIX. Ainda antes, porém, a festa já tinha sido trazida para o Brasil pelos portugueses e logo foi incorporada aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras.

Festas de São João são ainda celebradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos (França, Portugal, Irlanda, os países nórdicos e do Leste europeu). As fogueiras de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados (como o casamento fictício no baile da quadrilha nordestina) são costumes ainda hoje praticados em festas de São João européias.

A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Por ser uma região árida, o Nordeste agradece anualmente a São João, mas também a São Pedro, pelas chuvas caídas nas lavouras. Em razão da época propícia para a colheita do milho, as comidas feitas de milho integram a tradição, como a canjica e a pamonha.


O local onde ocorre a maioria dos festejos juninos é chamado de arraial, um largo espaço ao ar livre cercado ou não e onde barracas são erguidas unicamento para o evento, ou um galpão já existente com dependências já construídas e adaptadas para a festa. Geralmente o arraial é decorado com bandeirinhas de papel colorido, balões e palha de coqueiro. Nos arraiás acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos matutos.

Atualmente, os festejos ocorridos em cidades pólos do Norte e Nordeste dão impulso à economia local. Citem-se, como exemplo, Caruaru em Pernambuco; Campina Grande na Paraíba; Mossoró no Rio Grande do Norte; Maceió em Alagoas; Aracaju em Sergipe; Juazeiro do Norte no Ceará; e Cametá no Pará. Além disso, também existem nas pequenas cidades, festas mais tradicionais como Cruz das Almas, Ibicuí, Jequié e Euclides da Cunha na Bahia. As duas primeiras cidades disputam o título de Maior São João do Mundo, embora Caruaru esteja consolidada no Guinness Book, categoria festa country (regional) ao ar livre.

Origem da fogueira

De origem européia, as fogueiras juninas fazem parte da antiga tradição pagã de celebrar o solstício de verão. Assim como a cristianização da árvore pagã “sempre verde” em árvore de natal, a fogueira do dia de “Midsummer” (24 de Junho) tornou-se, pouco a pouco na Idade Média, um atributo da festa de São João Batista, o santo celebrado nesse mesmo dia. Ainda hoje, a fogueira de São João é o traço comum que une todas as festas de São João européias (da Estônia a Portugal, da Finlândia à França). Estas celebrações estão ligadas às fogueiras da Páscoa e às fogueiras de Natal.

Uma lenda católica cristianizando a fogueira pagã estival afirma que o antigo costume de acender fogueiras no começo do verão europeu tinha suas raízes em um acordo feito pelas primas Maria e Isabel. Para avisar Maria sobre o nascimento de São João Batista e assim ter seu auxílio após o parto, Isabel teria de acender uma fogueira sobre um monte.

O uso de balões

O uso de balões e fogos de artifício durante São João no Brasil está relacionado com o tradicional uso da fogueira junina e seus efeitos visuais. Fogos de artifício manuseados por pessoas privadas e espetáculos pirotécnicos organizados por associações ou municipalidades tornaram-se uma parte essencial da festa no Nordeste e em outras partes do Brasil. Os fogos de artifício, segundo a tradição popular, servem para despertar São João Batista.

Os balões, no entanto, constituem atualmente uma prática proibida por lei devido ao risco de incêndio. Os balões serviam para avisar que a festa iria começar; eram soltos de cinco a sete balões para se identificar o início da festança.

Durante todo o mês de junho é comum, principalmente entre as crianças, soltar bombas. Algumas delas são:

* Traque
* Chilene
* Cordão
* capeção-de-negro
* Cartucho
* Treme-Terra
* Rojão
* Buscapé
* Cobrinha
* Espadas-de-fogo

O mastro de São João


O mastro de São João, conhecido em Portugal como o mastro dos Santos Populares, é erguido durante a festa junina para celebrar os três santos ligados a essa festa. No Brasil, no topo de cada mastro são amarradas em geral três bandeirinhas simbolizando os santos. Tendo hoje em dia uma significação cristã bastante enraizada e sendo, entre os costumes de São João, um dos mais marcadamente católico, o levantamento do mastro tem sua origem, no entanto, no costume pagão de levantar o “mastro de maio”, ou a árvore de maio, costume ainda hoje vivo em algumas partes da Europa.

Além de sua cristianização profunda em Portugal e no Brasil, é interessante notar que o levantamento do mastro de maio em Portugal passou a ser erguido em junho e a celebrar as festas desse mês (o mesmo fenômeno também ocorrendo na Suécia, onde o mastro de maio, “majstången”, de origem primaveril, passou a ser erguido durante as festas estivais de junho, “Midsommarafton”). O fato de suspender milhos e laranjas ao mastro de São João parece ser um vestígio de práticas pagãs similares em torno do mastro de maio. Hoje em dia, um rico simbolismo católico popular está ligado aos procedimentos envolvendo o levantamento do mastro e os seus enfeites.

A Quadrilha

A quadrilha brasileira tem o seu nome de uma dança de salão francesa para quatro pares, a “quadrille”, em voga na França entre o início do século XIX e a Primeira Guerra Mundial. A “quadrille” francesa, por sua parte, já era um desenvolvimento da “contredanse”, popular nos meios aristocráticos franceses do século XVIII. A “contredanse” se desenvolveu a partir de uma dança inglesa de origem campesina , surgida provavelmente por volta do século XIII, e que se popularizara em toda a Europa na primeira metade do século XVIII.

A “quadrille” veio para o Brasil seguindo o interesse da classe média e das elites portuguesas e brasileiras do século XIX por tudo que fosse a última moda de Paris (dos discursos republicanos de Gambetta e Jules Ferry, passando pelas poesias de Victor Hugo e Théophile Gautier até a criação de uma academia de letras, dos belos cabelos cacheados de Sarah Bernhardt até ao uso do cavanhaque).

Ao longo do século XIX, a quadrilha se popularizou no Brasil e se fundiu com danças brasileiras pré-existentes e teve subsequentes evoluções (entre elas o aumento do número de pares e o abandono de passos e ritmos franceses). Ainda que inicialmente adotada pela elite urbana brasileira, esta é uma dança que teve o seu maior florescimento no Brasil rural (daí o vestuário campesino), e se tornou uma dança própria dos festejos juninos, principalmente no Nordeste. A partir de então, a quadrilha, nunca deixando de ser um fenômeno popular e rural, também recebeu a influência do movimento nacionalista e da sistematização dos costumes nacionais pelos estudos folclóricos.

O nacionalismo folclórico marcou as ciências sociais no Brasil como na Europa entre os começos do Romantismo e a Segunda Guerra Mundial. A quadrilha, como outras danças brasileiras tais que o pastoril, foi sistematizada e divulgada por associações municipais, igrejas e clubes de bairros, sendo também defendida por professores e praticada por alunos em colégios e escolas, na zona rural ou urbana, como sendo uma expressão da cultura cabocla e da república brasileira. Esse folclorismo acadêmico e ufano explica duma certa maneira o aspecto matuto rígido e artificial da quadrilha.

No entanto, hoje em dia, essa artificialidade rural é vista pelos foliões como uma atitude lúdica, teatral e festiva, mais do que como a expressão de um ideal folclórico, nacionalista ou acadêmico qualquer. Seja como for, é correto afirmar que a quadrilha deve a sua sobrevivência urbana na segunda metade do século XX e o grande sucesso popular atual aos cuidados meticulosos de associações e clubes juninos da classe média e ao trabalho educativo de conservação e prática feito pelos estabelecimentos do ensino primário e secundário, mais do que à prática campesina real, ainda que vivaz, porém quase sempre desprezada pela cultura citadina.

Desde do século XIX e em contato com diferentes danças do país mais antigas, a quadrilha sofreu influências regionais, daí surgindo muitas variantes:

* “Quadrilha Caipira” (São Paulo)
* “Saruê”, corruptela do termo francês “soirée”, (Brasil Central)
* “Baile Sifilítico” (Bahia)
* “Mana-Chica” (Rio de Janeiro)
* “Quadrilha” (Sergipe)
* “Quadrilha Matuta”

Hoje em dia, entre os instrumentos musicais que normalmente podem acompanhar a quadrilha encontram-se o acordeão (acordeom), pandeiro, zabumba, violão, triângulo e o cavaquinho. Não existe uma música específica que seja própria a todas as regiões. A música é aquela comum aos bailes de roça, em compasso binário ou de marchinha, que favorece o cadenciamento das marcações.

Em geral, para a prática da dança é importante a presença de um mestre “marcante” ou “marcador”, pois é quem determina as figurações diversas que os dançadores devem desenvolver. Termos de origem francesa são ainda utilizados por alguns mestres para cadenciar a dança.

Os participantes da quadrilha, vestidos de matuto ou à caipira, como se diz fora do nordeste(indumentária que se convencionou pelo folclorismo como sendo a das comunidades caboclas), executam diversas evoluções em pares de número variável. Em geral o par que abre o grupo é um “noivo” e uma “noiva”, já que a quadrilha pode encenar um casamento fictício. Esse ritual matrimonial da quadrilha liga-a às festas de São João européias que também celebram aspirações ou uniões matrimoniais. Esse aspecto matrimonial juntamente com a fogueira junina constituem os dois elementos mais presentes nas diferentes festas de São João da Europa.

Outras danças e canções

No Nordeste brasileiro, o forró assim como ritmos aparentados tais que o baião,o xote,o reizado,o samba-de-coco e as cantigas são danças e canções típicas das festas juninas.e algumas vezes musicas antigas de autores famosos.

Costumes populares

As festas juninas brasileiras podem ser divididas em dois tipos distintos: as festas da Região Nordeste e as festas do Brasil caipira, ou seja, nos estados de São Paulo, Paraná (norte), Minas Gerais (sobretudo na parte sul) e Goiás.

No Nordeste brasileiro se comemora, com pequenas ou grandes festas que reúnem toda a comunidade e muitos turistas, com fartura de comida, quadrilhas, casamento matuto e muito forró. É comum os partcipantes das festas se vestirem de matuto, os homens com camisa quadriculada, calça remendada com panos coloridos, e chapéu de palha, e as mulheres com vestido colorido de xita e chapéu de palha.

No interior de São Paulo ainda se mantêm a tradição da realização de quermesses e danças de quadrilha em torno de fogueiras.

Em Portugal há arraiais com foguetes, assam-se sardinhas e oferecem-se manjericos, as marchas populares desfilam pelas ruas e avenidas, dão-se com martelinhos de plastico e alho porro nas cabeças das pessoas principalmente nas crianças e quando os rapazes se querem meter com as raparigas solteiras.

Festejos de São João no Porto com fogos e artifícios às margens do Rio Douro é maravilhoso! Esta dica quem forneceu foi o Jorge do .Blog

Vejam o filme deste espetáculo.

França

A “Fête de la Saint-Jean” (Festa de São João), assim como no Brasil, é comemorada no dia 24 de junho e tem como maior característica a fogueira. Em certos municípios franceses, uma alta fogueira é erigida pelos habitantes em honra a São João Batista. Trata-se de uma festa católica, embora ainda sejam mantidas tradições pagãs que originaram a festa. Na região de Vosges, a fogueira é chamada “chavande”.

Polônia

As tradições juninas da Polônia estão associadas principalmente com as regiões da Pomerânia e da Casúbia, e a festa é comemorada dia 23 de junho, chamada localmente ‘Noc ?wi?toja?ska” (Noite de São João). A festa dura todo o dia, começando às 8h da manhã e varando a madrugada. De maneira análoga à festa brasileira, uma das características mais marcantes é o uso de fantasias, no entanto não de trajes camponeses como no Brasil, mas de vestimentas de piratas. Fogueiras são acesas para marcar a celebração. Em algumas das grandes cidades polonesas como Varsóvia e Cracóvia esta festa faz parte do calendário oficial da cidade.

Rússia

A festa de Ivan Kupala (João Batista) é conhecida como a mais importante de todas as festas russas de origem pagã, e vai desde 23 de junho até 6 de julho. É um rito de celebração pelo verão, que foi absorvido pela Igreja Ortodoxa. Muitos dos rituais das festas juninas russas estão relacionados com o fogo, a água, fertilidade e auto-purificação. As moças, por exemplo, colocam guirlandas de flores na água dos rios para dar sorte. É bastante comum também pular as chamas das fogueiras. As festas juninas russas inspiraram o compositor Modest Mussorgsky para sua famosa obra “Noite no Monte Calvo”.

Suécia

As festas juninas da Suécia (Midsommarafton) são as mais famosas do mundo. É considerada a festa nacional sueca por excelência, comemorada ainda mais que o Natal. Ocorre entre os dias 20 e 26 de junho, sendo a sexta-feira o dia mais tradicional. Uma das características mais tradicionais são as danças em círculo ao redor do majstången, um mastro colocado no centro da aldeia. Quando o mastro é erigido, são atiradas flores e folhas. Tanto o majstången sueco (mastro de maio) como o mastro de São João brasileiro têm as suas origens no “mastro de maio” dos povos germânicos.

Durante a festa, são cantados vários cânticos tradicionais da época e as pessoas se vestem de maneira rural, tal como no Brasil. Por acontecer no início do verão, são comuns as mesas cheias de alimentos tipicos da época, como o morangos e as batatas. Também são tradicionais as simpatias, sendo a mais famosa a das moças que constroem buquês de sete ou nove flores de espécies diferentes e colocam sob o travesseiro, na esperança de sonhar com o futuro marido. No passado, acreditava-se que as ervas colhidas durante esta festa seriam altamente poderosas, e a água das fontes dariam boa saúde. Também nesta época, decoram-se as casas com arranjos de folhas e flores, segundo a superstição, para trazer boa sorte.

Durante este feriado, as grandes cidades suecas, como Estocolmo e Gotemburgo tornam-se desertas, pois as pessoas viajam para suas casas de veraneio para comemorar a festa.


O LivroClip trás hoje a obra UTOPIA de THOMAS MORUS

Thomas Morus (Londres, 7 de Fevereiro de 1478 — Londres, 6 de Julho de 1535) foi homem de estado, diplomata, escritor, advogado e homem de leis, ocupou vários cargos públicos, e em especial, de 1529 a 1532, o cargo de “Lord Chancellor” (Chanceler do Reino – o primeiro leigo em vários séculos) de Henrique VIII da Inglaterra.

É geralmente considerado como um dos grandes humanista do Renascimento. Foi canonizado como santo da Igreja Católica em 9 de Maio de 1935 e sua festa litúrgica se dá em 22 de Junho.

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Festa Junina


PAINÉIS

Extraído do PAINEL CRIATIVO

MÁSCARAS

CAIPIRAS DE CAIXINHA DE LEITE

Extraído do OFICINA DE CRIATIVIDADE

Usando a caixinha de leite, você pode fazer esta lembrancinha junina para as crianças.
Aproveite e coloque dentro da caixinha doces tipo: paçoca. pipoca, bolinho de milho, enfim…tudo que possa caracterizar uma festa junina.

CASAL CAIPIRA COM ROLINHO DE PAPEL HIGIÊNICO

MOLDE – CLIQUE NA FIGURA PARA VÊ-LA AUMENTADA

Matemática e Festa Junina: vamos aprender brincando!

Fonte: Criando Crianças

A matemática, muitas vezes, leva fama de “matéria difícil” pelos alunos que sofrem para aprender e pelos professores que não vêem outra forma de ensinar que não seja através de livros-lousa-caderno. Algumas escolas conseguiram acabar com essa preconceito através de laboratórios de matemática e atividades interativas.

Neste post trago a proposta para o ensino da matemática no projeto multidisciplinar “Muito além da Festa Junina”, oportunidade única para as crianças aprenderem e testarem seus conhecimentos na prática.

1- Organização espacial
As crianças irão determinar o local que cada barraca irá ficar. Essa distribuição deve ter uma lógica, por exemplo se há necessidade de cozinha, deve estar perto ou ser montada na própria cantina, a pescaria pode ser próxima ao tanque de areia para poder aproveitá-lo e assim por diante. Aqui noções de geometria são trabalhadas com facilidade.

Tarefas sugeridas:

Determinar a medida das barracas;
*
Tirar as medidas do local;
*
Fazer um mapa.

2 – Planejamento econômico

As crianças irão determinar como vão utilizar o dinheiro arrecadado na festa e também planejar como conseguirão arrecadar esse dinheiro. Aqui será trabalhado a diferença entre faturamento e lucro. Para crianças mais velhas o conceito de custo fixo e variável também pode ser trabalhado. Ponto de equiíbrio, estimativas, desconto, podem ser incluídos no pacote!

Formatos sugeridos:

Planejamento da festa inteira;
*
Planejamento de uma barraca;
*
Planejamento por setores (comidas, jogos, bebidas…).

Tarefas sugeridas:

Levantamento de custos;
*
Determinação de preço de venda;
*
Compra de produtos;
*
Cálculo do lucro estimado.

3- Planejamento de vendas

As crianças deverão desenvolver estratégias de vendas para conseguir alcançar determinada quantia em dinheiro. Os valores de custo e o preço de venda dos produtos deverá ser fornecido. Os mesmos conceitos do ítem 2 poderão ser trabalhados.

Tarefas sugeridas:

*
Planejamento da divulgação;
*
Criação de estratégias promocionais;
*
Controle das ações (quanto de cada ítem deverá ser vendido, quando oferecer promoções, etc)

Sugestões:

*
Vender refrigerante próximo do local onde acontecerão as danças, pode ser interessante, a medida que as crianças que dançarem poderão sentir sede.
*
Vender pipoca salgada bem baratinho e cobrar um pouco a mais pelo refrigerante, pode ser interessante.
*
Oferecer vantagens para quem comprar os tickets antecipadamente;
*
Fazer rodadas especiais nos jogos algumas vezes no dia, previamente anunciados;
*
Ter prendas que despertem o interesse das crianças.