A História da Filosofia #Livro #Sorteio

Filosofia

A HISTÓRIA DA FILOSOFIA – Da Grécia Antiga aos Tempos Modernos

O lançamento da M.books traça o pensamento filosófico ocidental desde seus primórdios até tempos atuais, com uma linguagem simples e acessível, para que o leitor possa aprender e desfrutar de novos conhecimentos.

 A Historia da Filosofia aborda a Filosofia Ocidental desde os gregos das Antiguidades até os tempos de hoje. Um relato acessível, fascinante e lindamente ilustrado das primeiras preocupações dos maiores pensadores do mundo, que explora os cinco principais ramos da Filosofia: Metafísica, Epistemologia, Lógica, Ética e Estética.

Como objetivo de encontrar “a verdade que vale pra mim”, ajudou os homens a decidir como viver, como pensar sobre o mundo a sua volta, como relacionar com os outros.

Na Filosofia, fazer perguntas é essencial. Quanto mais indecifráveis, mais atraentes elas são. Assim, A História da Filosofia apresenta com concisas explicações e um grande número de exemplos, as principais questões e tentativas de respostas colocadas pelos filósofos nos últimos 2500 anos.

Anne Rooney: é uma autora em tempo integral que vive em Cambridge,Inglaterra. Ela é associada do Royal Literature Fund e membro da Royal Literature Society, Society of Authors,Scattered Authors Society e National Union of Jornalists. Concluiu o mestrado e depois o doutorado em Literatura Medieval na Trinity College, em Cambridge. Depois de lecionar inglês medieval por um tempo e literatura francesa nas Universidades de Cambridge e York, ela saiu para seguir carreira como escritora. Escreveu muitos livros sobre Ciências, Artes e Tecnologia.

Para ganhar um exemplar desse instigante e reflexivo livro basta acessar esse link http://www.yesganhei.com/promocoes/99738 e clicar em QUERO PARTICIPAR.

Boa sorte!

Histórias de um Lobo #TetraPak

Recebi da Tetra Pak este presente maravilhoso: o livro HISTÓRIAS DE UM LOBO.

É uma obra que relaciona fauna e cultura, ação inédita, resgatando importantes informações científicas sobre o lobo-guará.

O lobo-guará, como a maioria dos predadores do topo da cadeia alimentar, está no planeta há milhões de anos e carrega uma espetacular experiência genética de sobrevivência.”

Numa linguagem simples e de fácil entendimento compila histórias e mitos da cultura popular brasileira relacionados à espécie ameaçada de extinção.

A Tetra Pak é patrocinadora do livro publicado pela editora Avis Brasilis e que reúne anos de trabalho de campo e extensiva pesquisa do biólogo Rogério Cunha de Paula, além de 20 anos de registros de imagens do Adriano Gambrini, um dos mais importantes fotógrafos da atualidade.

As 164 páginas são preenchidas com 150 fotografias, selecionadas de uma base de mais de três mil imagens deste animal que é um dos símbolos da fauna brasileira.

Um dos compromissos da Tetra Pak é conservar e usar de forma sustentável a diversidade biológica para benefício das gerações presentes e futuras.

O livro pode ser encontrado nas livrarias e pelo site da editora www.avisbrasilis.com.br

4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil

4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil, um projeto voltado aos professores e alunos de todo o Brasil.

O Museu Exploratório de Ciências – Unicamp recebe a partir do dia 01/06/2012, as inscrições para a 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB). Poderão participar estudantes regularmente matriculados no 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e demais séries do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas de todo o Brasil, incluindo alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA). Para orientar a equipe, composta por três estudantes, é obrigatória a participação de um professor de história.

O formulário de inscrição e o boleto para pagamento estarão disponíveis no site do Museu Exploratório de Ciências de 01 de junho até 10 de agosto. A taxa de inscrição é de 21 reais para as equipes de escolas públicas e 45 reais para as equipes das escolas particulares. O valor da inscrição corresponde à inscrição de todos os membros da equipe (incluindo o professor-orientador).

Em 2012, O Museu Exploratório de Ciências custeará, para participarem da final, as passagens de avião das 27 equipes mais bem colocadas em cada estado da Federação (escolas públicas ou particulares) e mais 10 equipes de escolas públicas com a maior pontuação, sendo uma por região do país, e cinco escolas públicas com mais alta pontuação em todo o Brasil, independente de sua região.

Após a final da Olimpíada, os professores responsáveis por essas equipes são convidados a permanecer na Unicamp para realizar capacitação de uma semana, com custos de hospedagem cobertos também pelo Museu.

A ONHB premiará escolas, alunos e professores, com medalhas de ouro (60), prata (100) e bronze (140) e certificados de participação para todos os inscritos e também para as escolas.

A 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil é uma iniciativa do Museu Exploratório de Ciências – Unicamp.

O evento é patrocinado pelo CNPq e tem o apoio da Rede Globo de Televisão e da Revista de História da Biblioteca Nacional.

A última edição, realizada em 2011, inscreveu mais de 65 mil participantes e reuniu cerca de duas mil pessoas na final presencial, realizada na Unicamp, nos dias 15 e 16 de outubro.

A ONHB é organizada pela equipe do Museu Exploratório de Ciências e as provas são concebidas e elaboradas por historiadores, professores e pós graduandos de História da Unicamp. Como proposta, os participantes têm a oportunidade de trabalhar com temas fundamentais da história nacional e de conhecer de perto as práticas e metodologias utilizadas pelos historiadores.

Calendário da 4ª ONHB
Inscrições e pagamento dos boletos: de 01/06/2012 a 10/08/2012.
Primeira fase: inicia no dia 20/08/2012 e finaliza no dia 25/08/2012.
Segunda fase: inicia no dia 27/08/2012 e finaliza no dia 01/09/2012.
Terceira fase: inicia no dia 03/09/2012 e finaliza no dia 08/09/2012.
Quarta fase: inicia no dia 10/09/2012 e finaliza no dia 15/09/2012.
Quinta fase: inicia no dia 17/09/2012 e finaliza no dia 22/09/2012.
Grande Final Presencial: Prova: 20/10/2012
Cerimônia de Premiação: 21/10/2012

Inscrições no site: http://www.mc.unicamp.br

Participe! Divulgue!

“Manuscritos na História” – Exposição virtual

 

O Arquivo Público do Estado de São Paulo, órgão vinculado à Casa Civil, lançou a exposição virtual “Manuscritos na História”, com o objetivo de mostrar as mudanças pelas quais o documento manuscrito passou ao longo do tempo. Ao todo são 145 manuscritos, digitalizados especialmente para esta exposição, que foram escolhidos entre os quase 9 mil metros lineares de documentos sobre a História de São Paulo que fazem parte do acervo da instituição.

 

A exposição é dividida em dez ambientes com diversos tipos de manuscritos tanto particulares quanto públicos como cartas, ofícios, inventários, documentos e identidade, autuações, processos judiciais, requerimentos e tantos outros. Todos eles têm algo em comum: foram escritos à mão.

O documento mais antigo é um testamento de 1707 e o mais recente é uma certidão de nascimento do ano de 1942.

Ao acessar a exposição você terá oportunidade de ler a Constituição Política do Estado de São Paulo de 1891, na qual o Estado declara sua autonomia e soberania política. Também há uma carta de Julio Prestes escrita em 1942, documento do acervo pessoa de Altino Arantes, presidente de São Paulo entre os anos de 1916 e 1920. Excelentes documentos para os professores de História.

Para os professores de Literatura poderão ter acesso ao manuscrito do poema “Círculo Vicioso” de Machado de Assis

Também é possível acompanhar as mudanças ocorridas nos diferentes documentos ao longo do tempo como: certidões de nascimento, títulos de eleitor, passaportes e carteiras de habilitação.

Uma das propostas da exposição virtual é promover o uso dos manuscritos históricos como recurso didático. Para isso, a exposição conta com nove sugestões de atividades pedagógicas que trazem documentos de época para serem analisados pelos alunos.

De acordo com os PCN (Parâmetros Curriculares Nacionais), o uso de documentos históricos em sala de aula pode ser adotado desde os primeiros anos do Ensino Básico. Contudo, a exposição virtual traz atividades indicadas para alunos do 6º ano do Ensino Fundamental, mas que podem ser trabalhadas em outros anos escolares, a critério do professor.

A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 9 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.

O ambiente é de fácil navegação tendo o menu à esquerda (destacado em vermelho) o qual você clica no item que quer explorar e as opções aparecem do lado direito (destacado em azul). Para acessar o documento em tamanho aumentado basta clicar com o mouse sobre o documento pretendido e uma nova página abrirá.

No menu Atividades são apresentados documentos na forma original e seu texto digitado para melhor leitura do conteúdo. Ao final de cada página são propostas sugestões de atividades para que o professor possa desenvolvê-las, adaptá-las ou criar novas atividades com seus alunos em sala de aula.

Na Seleção de Fontes há as opções de cada galeria. Para navegar basta clicar na fonte escolhida.

Belíssimo e rico material para o professor trabalhar no segundo semestre.

Para acessar a Exposição Virtual acesse este endereço http://www.arquivoestado.sp.gov.br/exposicao_manuscrito/exposicao.php

ou se preferir clique AQUI

O sapato através dos tempos

http://mixxxstyle.blogspot.com/2009/09/sapatos-exoticos.html

http://mixxxstyle.blogspot.com/2009/09/sapatos-exoticos.html

O meu blog não é especialista em moda. Embora eu goste muito de visitar os blogs que falam deste assunto nunca postei nada do gênero, porém como educadora, acabo vendo nos assuntos sempre uma boa oportunidade para promover aprendizagem.

Recebi hoje um anexo sobre sapatos exóticos que me fez refletir sobre o caminhar do calçado através do tempo, e o que leva uma pessoa criar um sapato, que ninguém vai conseguir usar.

Estudos revelam que o sapato já existia a 10.000a.C conforme pinturas do tempo paleolítico descobertas em cavernas. Também há pinturas reproduzindo o processo de tratamento de couro para a confecção de sapatos.

Nos países frios usavam o sapato mocassim para proteger os pés e nos países mais quentes o que priorizava eram as sandálias que eram feitas de palha. Os egípcios faziam sandálias de papiro ou de fibra de palmeira, porém o costume era o de se andar descalço usando a sandália somente em algumas ocasiões.

É deste tempo que vem a identificação do status através do modelo do sapato que se usa. Os gregos chegaram a lançar moda e em Roma o modelo dos sapatos indicava a classe social a que pertencia.

Quem teve a idéia de numerar os sapatos foi a Inglaterra e consequentemente começaram a ser fabricados em série. A primeira encomenda foi de botas para os soldados do exército.

 

Foi a partir dos anos 40 que começaram as grandes mudanças tanto nos modelos quanto na matéria prima. Começaram a ser usados além do couro, a borracha e os produtos sintéticos.

byMK - Comunidade de Moda: sapatilhas

Nos século XVIII os homens usavam sapatilhas e as mulheres botinas pois os vestidos eram compridos e escondiam os pés.

Conforme os vestidos foram subindo elas foram adotando as sapatilhas. Na década de 20 elas começaram a variar os modelos até chegar nos dias de hoje onde a variedade é imensa.

Assim que a mulher passou a usar as sapatilhas, o homem mudou de estilo de calçado.

Na década de 30 surgiu o salto anabela.

Desde o seu lançamento caiu no gosto da mulher principalmente pelo conforto que ele propicia. Ele também apresenta uma grande variedade de altura e estilo.

O sapato boneca também surgiu na década de 20 porém está sempre indo e voltando. Sempre que volta não há mulher que resista.  Charmoso e com um “ar” de menina o sapato boneca pode ser com ou sem salto. Por este motivo se adapta a qualquer situação.

É bastante usado também pelas crianças até o dia de hoje.

Sapato plataforma surgiu na década de 40 e depois voltou com tudo na década de 60 e até hoje ainda é muito usado.

Este sapato apesar de elevar e muito a altura da mulher ele dá uma sensação de conforto.

Este estilo de sapato marcou presença em todas as épocas.

Já o Scarpim são sapatos bem cavados que deixam o pé totalmente à mostra. Ele foi lançado no final doséculo XIX e caiu na aceitação do sexo feminino.

Muito elegante segue através dos anos mudando somente a altura do salto de acordo com a moda.

E o Mule que foi inspirado nos chinelinhos de quarto na década de 40. Depois ficou um tempo esquecido e voltou no final do século 20 e ainda hoje é usado. Agora me diga: – Quem é que vai querer usar um modelo deste? E este então! E para finalizar mostro estas sandálias que são verdadeiras obras de arte

byMK - Comunidade de Moda: sandália exotica

Fotonovela em aula de História

Eu sou do tempo da fotonovela. A Revista Sétimo Céu era a minha preferida. Adorava ler e ficar apaixonada pelo mocinho que sofria muito e que no final da história encontrava a amada e viviam felizes para sempre.  O engraçado é que o final da história estava ali, entre meus dedos, mas eu só lia na sequência. O suspense era a maior motivação. E isto era comum entre as meninas da minha idade. Hoje as fotonovelas são raridade.

Porém, um professor de História, Leandro Vilela de Azevedo, que tem o blog Tecnaula – A tecnologia em favor do ensino, após trabalhar muitos anos com Histórias em Quadrinhos resolveu elaborar fotonovelas com seus alunos e posso garantir que o resultado foi excelente.

Vou convidá-los para assistirem os diversos registros das fotonovelas desenvolvidas pelos seus alunos.

Fotonovelas – a versão 2.0 do trabalho com História em Quadrinhos

Sendo professor há 11 anos, trabalho com histórias em quadrinhos há 10. Nestes anos foi possível perceber que essa atividade, que para o aluno parece lúdica, permite ao professor uma série de percepções que seriam impossíveis em uma avaliação formal. Embora o foco deste post não sejam as histórias em quadrinhos, uma vez que eu pretenda posterior fazer um post específico sobre elas, gostaria de ressaltar algumas das vantagens deste trabalho para justificar a questão das fotonovelas que falarei a seguir:

1 – Criação própria do aluno:

Não estamos criando “máquinas de copiar” e nem sempre exercícios formais permitem uma reflexão dos alunos, especialmente nas séries mais iniciais do fundamental II. Por vezes, mesmo que o professor proponha uma atividade interessante, se ele não a planejar com muito cuidado, corre o risco de pegar um trabalho copiado e colado da Internet. Entretanto, ao propor a criação de uma história em quadrinhos (ou fotonovela) isso se torna impossível, uma vez que o aluno terá de fazer sua própria criação do começo ao fim. Não existe esse produto pronto para ele querer copiar, e unindo isso ao aspecto lúdico, você verá o seu aluno aparecendo na atividade

2 – Percepção de dúvidas antes não apresentadas:

Quando o aluno começa a produção é que ele percebe que não havia compreendido exatamente algum conceito, isso em especial pois agora ela vai precisar colocar aquele conceito em prática. Às vezes, mais do que o aluno perceber sua própria dúvida, uma utilização inadequada de um conceito permite ao professor perceber a dúvida e apresentar ao aluno.
Exemplos:
Um Egípcio antigo falando “então, como nós vivemos em 2000AC” … a nossa ideia de contagem do tempo…

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