UNO Internacional chega ao Brasil com proposta de transformação da escola #UNO

Projeto adotado por mais de 500 escolas na América Latina pretende mudar a forma como as crianças aprendem e relacionam-se com o mundo

O UNO Internacional inicia sua atuação no Brasil em 2013, com a implantação do projeto em mais de 150 escolas parceiras. Adotado por centenas de instituições de ensino da América Latina, o UNOi gerencia a digitalização da escola, a formação permanente de toda a comunidade educativa e a avaliação constante dos resultados.

Sedimentado sobre uma matriz teórica consistente, o projeto tem como finalidade educar crianças e jovens de acordo com os valores do século XXI, para serem cidadãos íntegros, competitivos e felizes.

O UNO Internacional está presente em seis países: México, Colômbia, Argentina, Guatemala, Equador e El Salvador. O UNOi agora chega ao Brasil, envolvendo as instituições de ensino em uma grande rede, com intercâmbios presenciais e virtuais.

A proposta tem como base dois programas. O Bicultural English Program (BE), que consiste na imersão dos alunos em uma atmosfera totalmente bilíngue, já iniciada na Educação Infantil. E o Sistema Educativo por Competências (SE), que é um programa para o conteúdo de língua materna (português ou espanhol), dentro dos parâmetros curriculares exigidos pelo Ministério da Educação.

O UNO Internacional integra inteligências múltiplas, diferentes estilos de aprendizagem e habilidades de pensamento crítico. A equipe é formada por centenas de especialistas em educação, que trabalham em conjunto com empresas e instituições líderes no segmento, como Unesco, Apple, Discovery Educational, Animal

Sobre o UNO Internacional

O UNO Internacional é um projeto de transformação integral da escola e apoia-se nos cinco pilares da educação da Unesco – Ser, Fazer, Conhecer, Conviver e Transformar. Tem como objetivo preparar os alunos para tornarem-se cidadãos atuantes na sociedade, por meio de uma visão pedagógica renovada e da mais avançada tecnologia. A proposta do UNOi é preparar a gestão escolar para atender às necessidades educacionais do século XXI, a partir de um conjunto de ações multidisciplinares. O projeto foi criado por uma equipe internacional com amplo conhecimento e experiência em educação. A proposta do UNO Internacional já foi implantada em mais de 500 escolas em toda a América Latina.

Falei aqui mesmo no Educa Já! sobre o lançamento do UNOi em Brasília o qual estive presente. Para ler clique AQUI

Agora é a vez do Brasil – Como liderar a mudança nos centros educativos #EIE_FT

Sim amigos, chegou a vez do Brasil liderar os temas que compõem o Encontro Internacional de Educação 2012-2013 e convido a todos para participar e expressar suas opiniões.

O nosso é o Tema 6: “Como liderar a mudança nos centros educativos” que estará em pauta durante os meses de fevereiro e março.

O título do tema na verdade é uma pergunta: Como liderar a mudança nos centros educativos? E pautada nesta pergunta completamos: Quem ensina?

Para refletir sobre estas perguntas haverá várias atividades online.

Contaremos com alguns meios de discussão:

Debater com Palestrantes de destaque internacional;

Participar do Fórum Comunidade Educativa – ponto de encontro entre famílias, estudantes e professores envolvidos na educação do futuro;

Compartilhar e experimentar – atividades práticas através de atividades colaborativas

Vejam abaixo quais são os eixos temáticos deste Tema:

1- Liderar a mudança nos centros educativos

Os órgãos governamentais competentes e as organizações precisam de políticas e perfis capazes de gerar e promover a transformação e mudança na escola e nas salas de aula;

2- Gestão da mudança educacional

Operacionalizar a mudança envolve conhecimento e geração de estruturas e processos que permitam resultados eficiente e eficaz na gestão da educação através das TIC;

3- Comunicar a mudança educacional

Informar sobre o que fazemos, como fazemos e porque o fazemos. Transmitir desde a ideologia educativa  e comunicar, dinamizar, avaliar, compartilhar e socializar a informação e o conhecimento.

4- Avaliar a mudança educacional

Com a finalidade de melhorar, de entender as necessidades de transformação e melhor conhecer nossos usuários internos e externos.

Muito pertinentes, não é mesmo? Então vamos começar a participar. Acesse http://encuentro.educared.org/page/tema-6-2013 e deixe registrada a sua visão sobre estes assuntos.

Te aguardo lá.

CIDEB – Congresso Internacional de Educação no Brasil

Missão: realizar uma grande troca de conhecimentos entre os educadores, promovendo a capacitação e a qualificação profissional dos envolvidos, além do intercâmbio internacional de culturas.

Visão: ser referência como o maior congresso de educação na América Latina, contribuindo diretamente no processo de desenvolvimento da educação no Brasil.

Valores: educação, ética, comprometimento, qualidade, competência e sustentabilidade.

Estarei lá falando sobre  As Redes Sociais, a Educação e a Aprendizagem em Rede

MARQUE A DATA E LOCAL NA SUA AGENDA 

INSCREVA-SE – http://cideb.com.br/index.php/institucional-cideb/85-valores

NOS ENCONTRAMOS LÁ.

 

 

Encuentro Internacional de Educación 2012 – 2013 #encuentroFT

Estou acompanhando o Encuentro Internacional de Educación 2012 – 2013 cujo tema principal é “Como deveria ser a educação do século XXI”.

Perguntas como:

  • Você acha que a educação de hoje avança rumo ao paradigma 3.0?
  • Para formar que tipo de trabalhadores estamos educando?
  • Estamos educando para formar sujeitos inovadores capazes de usar sua imaginação e criatividade?

E refletindo sobre estas questões lancei no Fórum a seguinte pergunta:

O professor precisa utilizar a tecnologia para acreditar e passar a utilizá-la em sala de aula?

E fundamentei da seguinte forma:

Para que a escola possa trabalhar uma educação adequada, em conformidade com as necessidades do século XXI, integrando as diferentes formas de expressões tecnológicas à didática que ora aplicam é necessário investir no professor proporcionando-lhe formações. É fundamental que estas formações venham acompanhadas de ambientes virtuais de interação, troca e partilha proporcionando ao professor vivenciar na sua rotina a eficácia que o uso destes recursos promove para que a aprendizagem aconteça.

Hoje somos todos aprendizes e todos educadores. O aluno tanto pode acessar o conteúdo produzido pelo professor como pode (e deve) produzir conteúdo para que o professor acesse.

A partir do momento que o professor  passa a utilizar diferentes recursos para trabalhar um tema está fazendo uso de diferentes linguagens e com isso está se comunicando de forma diferenciada respeitando a diversidade existente numa sala de aula.

Vocês acreditam que se o professor passar a frequentar ambientes como Fóruns, Chats e outros passará a fazer uso destes recursos em suas aulas?

Gostaria realmente que vocês participassem, principalmente lá no Fórum, deixando suas impressões. Este Encontro Internacional está tendo a participação de nove países:

Argentina, Chile, Colômbia, Peru, Brasil, México, Equador, Venezuela e Espanha.

Não há oportunidade melhor do que esta para colocarmos nossas impressões e opiniões contribuindo para que a educação trilhe caminhos eficazes.

Estamos vivendo a era da comunicação e temos esta oportunidade em nossas mãos. Além disso, ensinamos para os nossos alunos a colaborarem, a cooperarem, a partilharem e devemos também exercer estas ações.

A era do “faça o que eu falo e não o que eu faço” ficou lá no século passado. Agora, temos que dar o exemplo.

Portanto, participem. Instiguem seus colegas a também participarem.

Vamos dar voz aos professores brasileiros.

Dia Internacional da Mulher – Datas Comemorativas

Escrevi hoje este artigo no site Oficial da cidade de Itu o qual sou colunista e gostaria, além de sugerir a leitura, de complementar minhas reflexões sobre o Dia Internacional da Mulher focando a abordagem do assunto e a mudança de paradigma envolvendo a figura feminina, pelos professores.

A escola hoje recebe alunos de ambos os sexos, diferente da minha época em que havia escolas só para meninas e escolas só para meninos impedindo a convivência entre gêneros. Normalmente as escolas só de meninas eram de freiras e dos meninos de padres, também tendo algumas laicas.  Estudei toda a minha vida em colégio de freiras, portanto, só de mulheres e lá, além de todas as matérias que integravam o currículo, aprendíamos como arrumar uma mesa para diferentes ocasiões, como fazer uma bainha de calça usando ponto paris, como cerzir meias, além de culinária, puericultura, artesanato, música dentre outras. Éramos preparadas para sermos excelentes esposas e donas de casa primorosas.

Estudei lá até o final do Magistério (antigo Normal) e quando me formei meu pai, emocionado, me disse estar realizado, pois eu estava pronta para me tornar uma excelente esposa. Qual não foi seu espanto quando lhe informei que desejava ingressar na Faculdade de Direito. Ele quase enfartou! É bom lembrar que isso aconteceu em 1973, auge da Ditadura Militar e meus pais, indignados, não conseguiam compreender como sua filha podia ter se tornado uma subversiva (palavra deles). Na verdade eu só queria contribuir para a mudança da realidade brasileira uma vez que o patriotismo pulsava na mesma cadência que o pulsar do meu coração.

Com a valentia da minha juventude prestei vestibular escondida dos meus pais e ingressei na Faculdade. A turma era de 44 pessoas sendo que somente 8 eram mulheres e eu a mais nova.  A luta foi dura e longa, mas valeu a pena! Há muitas experiências vividas que contarei em outra oportunidade, mas optei por compartilhar com vocês este relato para exemplificar as dificuldades vividas pelo sexo feminino, num tempo não muito distante.

Quando pequena eu só brincava de vestido, pois até o final da década de 60 eu não podia usar calça comprida porque era vestimenta somente de homem ou de “mulher de vida fácil”, como se costumava dizer.

O assunto pílula anticoncepcional então era assunto proibido, pois estava muito mais ligado à perda da virgindade do que ao método contraceptivo.

Contando estas ações e reações se têm a impressão de que faz muito tempo, porém não faz tanto tempo assim e é por esta razão que as conquistas femininas devem ser tratadas com a seriedade que elas merecem.

O Dia Internacional da Mulher representa muito mais do que palavras doces e uma rosa na mão. Representa a conquista da mulher, a duras penas, para obter um lugar ativo e produtivo na sociedade. Mas ainda há muito a se conquistar e muitos conceitos e pré-conceitos a serem mudados. É por esta razão que a escola, hoje acolhendo alunos de ambos os sexos, pode promover a reflexão e consequente formação de opinião abordando assuntos igualmente importantes como:

– A obsessão pela beleza o qual a mulher acaba por destruir seus traços únicos se tornando mais uma na produção de mulheres em série – todas com as mesmas características: lábios preenchidos, seios e nádegas siliconadas, cintura fina…

– A cobrança constante para que a mulher tenha um namorado, marido, filhos…

– A insinuação de que sempre que a mulher consegue um bom emprego, uma bolsa de estudos no exterior ou algo similar foi em razão do uso do seu corpo e não da sua capacidade.

– Toda vez que a mulher defende seu ponto de vista de forma contrária é rotulada de louca ou de mal amada.

– Ter salários diferenciados ocupando a mesma função que o homem;

– Ser discriminada seja no trânsito,  por ser loira, ser magra, ser alta, ser gorda, ser baixa…

– A imposição de ter que agir de determinada maneira, caso contrário, nenhum homem se interessará por ela.

E tantas outras situações que ainda discriminam a mulher em nossa sociedade.

A escola pode e deve trabalhar Valores através de reflexões de atitudes dos próprios alunos dando destaque para a Ética. Somente através da formação embasada em valores é que conseguiremos transpor toda esta discriminação e formar pessoas conscientes do seu papel na sociedade.

Parabéns para as mulheres que fazem a diferença!