VITÓRIA NO PACÍFICO – Do Ataque a Pearl Harbor à Vitória em Okinawa #Sorteio

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 Recebi mais um belíssimo livro da M.Books EditoraVITÓRIA NO PACÍFICO – Do Ataque a Pearl Harbor à Vitória em Okinawa. 

Vou sortear um exemplar. Veja como participar no final da postagem.

Excelente sugestão, em especial, aos professores de História.

Ricamente ilustrado como o Ataque Kamikaze perto de Okinawa registrado do convés de voo do porta-aviões Bunker Hill que mostra a luta d tripulação para conter o fogo.

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 Enquanto os Fuzileiros Navais americanos lutavam para abrir caminho pelo Oceano Pacífico, do inferno verde da Nova Guiné a Okinawa nas ilhas japonesas, forças britânicas, indianas e gurkhas do “exército dos esquecidos” lançaram um ataque que acabaria por levá-los de volta a Rangoon.

Da luta selvagem pelas ilhas do Pacífico à reconquista da Birmânia, contra todas as chances, pelo “esquecido” 14º Exército, Vitória no Pacífico conta toda a história de como a guerra contra os japoneses no Extremo Oriente foi finalmente vencida.

As ações são muito bem localizadas nos diversos mapas ilustrativos.

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Karen Ferrington, que é escritora e ex-jornalista do Fleet Street se especializou no estudo de conflitos ao longo do século XX.

Tenho um exemplar do livro para sortear. Para participar basta acessar este link e clicar em Quero Participar! http://www.yesganhei.com/promocoes/84401

Boa sorte!

Livro Inovação – Negócios como Rotina #sorteio

O livro é um convite a se tornar “ARQUITETO DE INOVAÇÃO”, ou seja, ser “Aquele que faz as outras pessoas inovarem ao modificar o ambiente no qual elas trabalham”.

Seu público alvo são gestores e líderes, porém foca nos líderes locais, aqueles que “travam a real batalha nas linhas de frente da empresa, trabalhando com o pessoal à sua disposição e com tempo e orçamento limitados”.

Difícil? De forma alguma! Basta apenas se propor a fazer aquilo que você faz todos os dias, só que de maneira diferente.

… as pessoas se deparam com uma escolha entre duas estradas; somente para elas isto é uma escolha diária. Uma das estradas leva a fazer as coisas como sempre foram feitas… as pessoas percorrem com frequência e sabem exatamente onde ela vai dar. A outra opção é seguir o caminho criativo – …cujo destino final é obscurecido pelas árvores. Em geral, as pessoas optam por permanecer na estrada cotidiana, todos os dias.”.

Muitas empresas investem em seus funcionários proporcionando encontros externos o qual compartilham suas ideias e interagem com as ideias de seus colegas. Porém, quando voltam ao ambiente de trabalho, estes continuam os mesmos, e após algumas semanas todo mundo está agindo exatamente igual atuava antes do encontro.

Este livro demonstra que a busca pela inovação deve estar presente no cotidiano dos funcionários investindo primeiramente no “ambiente no qual eles trabalham para que se torne mais fácil e atraente para essas pessoas se transformarem em inovadores.”.

Os autores abordam detalhadamente os 5+1 comportamentos fundamentais da inovação a serem promovidos.

Os autores ao abordarem cada um dos 5+1 comportamentos compartilham inúmeros exemplos, todos muito interessantes, dando respaldo e sustentação ao leitor que está determinado a tirar da inércia tanto sua vida quando seu negócio.

Quando li o livro identifiquei várias situações citadas muito semelhantes às que ocorrem no ambiente escolar. Sabemos que há muitos professores inovadores que não recebem qualquer apoio dos seus gestores para que mudanças ocorram, muito pelo contrário, são total e completamente desestimulados e forçados a continuarem a agir de acordo com o sistema engessado existente.

Se queremos que a Educação progrida, precisamos colocá-la em movimento. Não há como obter resultado diferente agindo de maneira sempre igual. Nada nem ninguém progride estando parado, estagnado, engessado.

Temos que colocar a Educação em movimento. E quando falo em Educação estou me referindo ao professor e à escola, pois se um muda e o outro não a inovação não acontece.

Muitos sistemas escolares sufocam a criatividade, tanto do professor quanto do aluno. A solução não é acabar com o sistema, mas reformulá-lo de modo a dar espaço para o comportamento criativo tanto do aluno quanto do professor.

Se cada um promover mudanças no seu ambiente, em breve teremos resultados diferentes dos que temos hoje.

Uma boa dica é a leitura deste livro Inovação – Negócios como Rotina de Paddy Miller e Thomaz Wedell – Wedellsborg da Editora M.Books.

Estou sorteando um exemplar.

Para concorrer basta acessar o YesGanhei! através deste link

https://www.facebook.com/pages/Educa-J%C3%A1/319836011374559?sk=app_165114686916599&app_data%5Bid%5D=68924

Meu filho tem autismo, e agora? #sorteio

Esta é a pergunta que normalmente vem à mente dos pais quando ficam sabendo do diagnóstico. O medo, a insegurança e muitas vezes o desespero toma conta da família, principalmente, em razão da falta de informação sobre o que vem a ser o autismo.

A autora do livro “Meu filho tem autismo, e agora?”, Susan Larson Kidd, lançado pela M.Books, afirma que os pais ao saberem do diagnóstico sentem-se aterrorizados e que “toda a vida da criança passa na frente dos seus olhos. Isto causa muita ansiedade e é debilitante, em vez de útil”.

Ela gosta de “explicar para pais e professores que criar crianças com autismo pode ser um longo passeio em uma montanha-russa. Nesta subimos e descemos, damos voltas sem fim, rápidas e lentas, e até andamos de cabeça para baixo.”

Regras básicas como:

– Se algo não funciona, tente outra coisa.

– O único especialista em autismo é uma pessoa com autismo

– Cada criança com autismo é diferente – o que funciona para uma pode não funcionar para outra.

– Talvez você não conheça o autismo, mas conhece seu filho, e isso é o bastante,

ajudam os pais a se sentirem mais seguros e a entenderem que “o único modo errado de abordar o autismo é não tentar nada”.

O autista sente dificuldade para se comunicar e para entender a comunicação do outro, por isso usar recursos visuais para se comunicar pode ser uma boa estratégia. Orientar visualmente cada ação da criança pode ser um excelente recurso para ela obter sua autonomia nas atividades e ações rotineiras.

Um bom exemplo é esta sequência de fotos orientando, passo a passo, como a criança deve agir para usar o banheiro.

Esta é uma pequena amostra do quão interessante e útil são as abordagens deste livro.

SOBRE A AUTORA: Susan Larson Kidd é consultora educacional e comportamental, commais de 25 anos de experiência em educação especial. Sua filosofia e prática baseiam-se na convicção de que todas as crianças podem aprender – é nossa tarefa descobrir como elas aprendem. Suas áreas de especialização incluem distúrbios do espectro autista (TEA) e distúrbiode hiperatividade/déficit de atenção entre outros. Ela reside em Duluth, no estado de Minnesota, Estados Unidos.

Você gostou? Quer ganhar um exemplar?

Pois então participe do sorteio clicando aqui:

http://www.yesganhei.com/sorteios/61961

 

O Diário de Juliana # livro

O livro “O Diário de Juliana” foi escrito no final de 2011 começo de 2012 tendo como foco os novos leitores adultos e os alunos da EJA.

Senti esta necessidade diante dos inúmeros comentários e críticas que tive acesso sobre a dificuldade que este público sente diante das poucas opções de leitura uma vez que as alterativas que dispõem são as destinadas ao público infantil, que se encontram no inicio da alfabetização, desmotivando, o novo leitor adulto, ao ingresso no fantástico e maravilhoso mundo da leitura.

O livro resgata hábitos e situações comuns vividas pelas pessoas nascidas nas décadas de 70/80, relatadas de forma descontraída e bem humorada nos episódios registrados por Juliana em seu Diário.

Por ter o formato de um Diário e conter textos curtos e de linguagem simples propicia uma leitura agradável conduzindo o leitor a uma viagem pelo tempo levando-o a relembrar algumas situações corriqueiras e outras relevantes que, com certeza, marcaram seu cotidiano e que permanecem guardadas em sua memória.

Quero também compartilhar a minha alegria em verificar que o livro está sendo muito bem aceito, pois faz duas semanas que foi disponibilizado no SlideShare  e já está perto dos 10 mil acessos sendo que foram realizados praticamente 9 mil Embed.

Espero que com a leitura do Diário de Juliana o leitor se sinta estimulado a iniciar suas anotações diárias deixando registradas suas vivências e experiências.

Convido a todos para conhecerem o  Diário de Juliana desejando-lhes boa leitura!

Lições do velho professor – Rubem Alves #PapirusEditora

“Um jovem educador pode nos ensinar muitas coisas. Mas o velho professor é aquele que oferece as iguarias: conhecimento com sabor, sabedoria temperada com experiências de vida, humor e uma pitada de livre pensar”. (Livro “Lições do velho professor” – Papirus Editora)

Eu estava emocionada pela oportunidade de estar, mais uma vez, tão perto do grande Mestre Rubem Alves. Eu e minha irmã, Lúcia Meyer, sentamos na primeira fileira para não perdermos nenhuma vírgula.

“Muitas vezes, o conhecimento se origina do vivido. O “olhar crepuscular”, como bem diz Rubem Alves, é mais terno, pois já compreende a multiplicidade de conexões que estão ali, prontas para nascer, a cada gesto, a cada palavra entre mestre e aprendiz”. (Livro “Lições do velho professor” – Papirus Editora)

Tudo estava preparado esperando a chegada do querido Rubem Alves. E então entram os convidados: Carlos R. Brandão, Regis de Morais , ambos amigos de longa data do tão aguardado RUBEM ALVES.

“Neste livro encontra-se um conjunto de textos de diferentes épocas. A fim de apresentar um amplo panorama das ideias do autor, foram reunidas as crônicas que contêm as principais lições do velho (e querido) professor Rubem Alves”. (Livro “Lições do velho professor” – Papirus Editora)

Ao falar com o grande Mestre Rubem Alves lhe dou o meu livro “Inteligências na Prática Educativa” que é recebido com muito carinho e entusiasmo.

No dia seguinte recebo este email do próprio Rubem Alves.

Privilégio inestimável!

Para finalizar quero compartilhar com vocês uma fala do Mestre Rubem Alves, que eu achei incrível, e por esta razão não poderia deixar de registrar aqui.

Tem o audio, mas como a gravação não ficou muito nítida, transcrevi o conteúdo abaixo para que vocês possam acompanhar.

Peço desculpas por alguma falha. Acredito que o essencial esteja registrado.

Os Yanomamis

Os índios Yanomamis,  dentre os costumes que conceituam a sua cultura, estão os rituais antropofágicos.

Eles devoram seus mortos.

Os Yanomamis têm o conceito diferente de cultuar os seus mortos,  e vocês querem se livrar deles, por isso enterram seus mortos  em covas profundas para ficarem longe dos seus narizes e seus olhos para serem comidos pelos vermes.

Mas nós amamos os nossos mortos. Não queremos que sejam mortos. Por isso os devoramos para que ressuscintem de sua morte e continuem a viver no nosso sangue e na nossa carne.

Para os Yanomamis a antroprofagia é um festival morbido cujo objetivo é fazer com que os amados mortos voltem a viver no corpo daqueles que os devoram. Como se o morto fosse o cemitério jardim onde os corpos são sementes.

O Poeta   perguntava: E aquele cadáver que você plantou no seu jardim no passado, já começou a brotar? Será que vai dar frutos este ano?

No ritual eles comem a carne e bebem o sangue do morto para que o morto continue vivo e isto sirva pelo poder do morto.

Na verdade não consigo que vocês comam a carne desse homem e bebam seu sangue.

Você não poderá  definir por não ter sido em si mesmos.

Minha carne é comida de verdade e eu sou bebida de verdade. Quem come a minha carne e bebe do meu sangue dorme constantemente  em mim e eu nele.

Mas nós não entendemos. Mas nós nos esquecemos.

Murilo Mendes , no seu livro “A hora do serrote”, escreveu o seguinte: no tempo em que eu não era antropófogo,  isto é, no tempo em que eu não devorava livros…  E os símbolos não são homens, não contém a substância do próprio sangue do homem. Ele tem um código e diz o simbolo que toca a coisa material gramaticamente transformada tornando-se uma parte que  contém o sentido do sonho.

O trânsito investidor no livro do leitor … é por causa disso que dava o nome de “transubstanciação” transformação da substância.  O pão e o vinho, por conta da manobra, deixam de ser pão e vinho e  tornam-se em carne e o Verbo se faz carne.

Identifico-me com os Yanomamis, minhas escrituras são pedaços de mim que ofereço aos meus amigos para serem devorados. E se vocês me devorarem eu continuarei a viver mesmo depois de morto.

Portanto, estou aqui para pedir que vocês me devorem.