A mulher de ontem, o estresse de hoje e o reencontro de amanhã #Femme

No mês da mulher o Femme – Laboratório da Mulher celebra com um evento totalmente gratuito e dedicado exclusivamente a você.

O tema é o título desta postagem: A mulher de ontem, o estresse de hoje e o reencontro de amanhã.

É a busca pelo ponto de equilíbrio: Uma abordagem sobre a evolução do papel feminino e o estresse nos tempos atuais.

Os destaques serão:

* A evolução feminina na saúde e no trabalho

* Efeitos do estresse na mento e no corpo

* Como gerenciar o estresse

* Novos horizontes para a mulher

A data será: 31/03/2012

Horário: 14h

Local: FEMME – Laboratório da Mulher Rua Afonso de Freitas, 188 Paraíso (próximo ao metrô

Ao final do evento você receberá uma sessão de Quick Massage e um brinde especial!

Para se inscrever é muito fácil:

Ligue para 3050-9045 ou envie um e-mail para comunicacao@laboratoriodamulher.com.br

Apresse-se pois as vagas são limitadas

Vejam só o mimo que ganhei

Saiba um pouco mais sobre o FEMME – Laboratório da Mulher

Com mais de 30 anos de experiência, o FEMME é um laboratório pioneiro em Medicina Diagnóstica dedicado exclusivamente à saúde da mulher.

A equipe médica do laboratório é formada por profissionais especializados em Medicina Diagnóstica na área de Ginecologia e Obstetrícia, que atuam nas principais Faculdades de Medicina de São Paulo

Os Quatro Pilares do Femme:

– Equipe Médica Especializada

– Equipe de colaboradoras altamente capacitadas

– Tecnologia de ponta

– Estrutura Física Apropriada

 

Seus Valores

– Trabalhar com amor

– Respeito

– Honestidade e Integridade

– Comprometimento

– Excelência em Servir ao Cliente

– Trabalho produtivo

Conheça mais sobre FEMME – Laboratório da Mulher clicando AQUI

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Dia Internacional da Mulher – Datas Comemorativas

Escrevi hoje este artigo no site Oficial da cidade de Itu o qual sou colunista e gostaria, além de sugerir a leitura, de complementar minhas reflexões sobre o Dia Internacional da Mulher focando a abordagem do assunto e a mudança de paradigma envolvendo a figura feminina, pelos professores.

A escola hoje recebe alunos de ambos os sexos, diferente da minha época em que havia escolas só para meninas e escolas só para meninos impedindo a convivência entre gêneros. Normalmente as escolas só de meninas eram de freiras e dos meninos de padres, também tendo algumas laicas.  Estudei toda a minha vida em colégio de freiras, portanto, só de mulheres e lá, além de todas as matérias que integravam o currículo, aprendíamos como arrumar uma mesa para diferentes ocasiões, como fazer uma bainha de calça usando ponto paris, como cerzir meias, além de culinária, puericultura, artesanato, música dentre outras. Éramos preparadas para sermos excelentes esposas e donas de casa primorosas.

Estudei lá até o final do Magistério (antigo Normal) e quando me formei meu pai, emocionado, me disse estar realizado, pois eu estava pronta para me tornar uma excelente esposa. Qual não foi seu espanto quando lhe informei que desejava ingressar na Faculdade de Direito. Ele quase enfartou! É bom lembrar que isso aconteceu em 1973, auge da Ditadura Militar e meus pais, indignados, não conseguiam compreender como sua filha podia ter se tornado uma subversiva (palavra deles). Na verdade eu só queria contribuir para a mudança da realidade brasileira uma vez que o patriotismo pulsava na mesma cadência que o pulsar do meu coração.

Com a valentia da minha juventude prestei vestibular escondida dos meus pais e ingressei na Faculdade. A turma era de 44 pessoas sendo que somente 8 eram mulheres e eu a mais nova.  A luta foi dura e longa, mas valeu a pena! Há muitas experiências vividas que contarei em outra oportunidade, mas optei por compartilhar com vocês este relato para exemplificar as dificuldades vividas pelo sexo feminino, num tempo não muito distante.

Quando pequena eu só brincava de vestido, pois até o final da década de 60 eu não podia usar calça comprida porque era vestimenta somente de homem ou de “mulher de vida fácil”, como se costumava dizer.

O assunto pílula anticoncepcional então era assunto proibido, pois estava muito mais ligado à perda da virgindade do que ao método contraceptivo.

Contando estas ações e reações se têm a impressão de que faz muito tempo, porém não faz tanto tempo assim e é por esta razão que as conquistas femininas devem ser tratadas com a seriedade que elas merecem.

O Dia Internacional da Mulher representa muito mais do que palavras doces e uma rosa na mão. Representa a conquista da mulher, a duras penas, para obter um lugar ativo e produtivo na sociedade. Mas ainda há muito a se conquistar e muitos conceitos e pré-conceitos a serem mudados. É por esta razão que a escola, hoje acolhendo alunos de ambos os sexos, pode promover a reflexão e consequente formação de opinião abordando assuntos igualmente importantes como:

– A obsessão pela beleza o qual a mulher acaba por destruir seus traços únicos se tornando mais uma na produção de mulheres em série – todas com as mesmas características: lábios preenchidos, seios e nádegas siliconadas, cintura fina…

– A cobrança constante para que a mulher tenha um namorado, marido, filhos…

– A insinuação de que sempre que a mulher consegue um bom emprego, uma bolsa de estudos no exterior ou algo similar foi em razão do uso do seu corpo e não da sua capacidade.

– Toda vez que a mulher defende seu ponto de vista de forma contrária é rotulada de louca ou de mal amada.

– Ter salários diferenciados ocupando a mesma função que o homem;

– Ser discriminada seja no trânsito,  por ser loira, ser magra, ser alta, ser gorda, ser baixa…

– A imposição de ter que agir de determinada maneira, caso contrário, nenhum homem se interessará por ela.

E tantas outras situações que ainda discriminam a mulher em nossa sociedade.

A escola pode e deve trabalhar Valores através de reflexões de atitudes dos próprios alunos dando destaque para a Ética. Somente através da formação embasada em valores é que conseguiremos transpor toda esta discriminação e formar pessoas conscientes do seu papel na sociedade.

Parabéns para as mulheres que fazem a diferença!