Professora que faz!

Olá amigos professores,

SANDRA MARIA SILVA DE MACEDO está compartilhando conosco a Exposição de Artes que realizou na escola Escola Maria Aliete – Salobro, Pesqueira – PE.

Ela trabalhou algumas fases da História da Arte como o Impressionismo, o Pós-impressionismo, Expressionismo e Cubismo entre outros.

Vejam que resultado MARAVILHOSO!

Faça como a Sandra e mande seu Projeto, sua exposição, seu trabalho.


O USO DAS MÍDIAS EM SALA DE AULA

O curso de Mídas em Sala de Aula começa no dia 22. Você tem mais esta semana para se inscrever.

Não deixe de participar!


Maiores informações
CLIQUE AQUI

Professora que faz!

Queridos amigos professores,

Sandra Maria Silva de Macedo, este nome já é nosso conhecido. Elá é da cidade de Salobro em Pernambuco e nos mandou as belíssimas fotos da Festa Junina.
Agora ela compartilha conosco as fotos da Feira de Ciências.

Você que também é um professor que faz, mande seu trabalho para que possamos compartilhar com nossos amigos leitores.

Vejam as fotos:

Professora que faz!

Professores amigos,

toda sexta-feira compartilharei com vocês um trabalho realizado por professor nas salas de aula ou nas quadras das escolas deste imenso território brasileiro.

Hoje falaremos do Projeto JORNAL DA E NA ESCOLA realizado pela professora MARIA ELENA SANTOS GOMES, da Escola Professor João Batista – Tangará da Serra – MT

PROJETO – JORNAL DA E NA ESCOLA

Disciplina ARTE: Arte também na escrita, afinal, escrever é Arte.

Objetivo:
Proporcionar condições e oportunidades de leitura e pesquisa;
Produção de Mural e Jornal Escolar;
Produção de desenhos, textos e poesias próprios;
Expressão do ponto de vista dos alunos;
Responsabilidade e trabalho em equipe.

Conteúdo:
Pesquisa
Registro de matérias
Desenhos
Recorte e colagem

Série:
2º e 3º s Anos

Tempo Estimado
4 aulas

Material Necessário:
Papel A4 ou folha de papel almaço com pauta
Caneta hidrográfica
Lápis de cor
Computador (para quem tem acesso)
Grampeador

1ª Etapa:
Explicitar aos alunos o objetivo do trabalho e o tempo determinado.
Explicitar, passo a passo, as partes essenciais de um jornal, o que deverão pesquisar e expor algumas idéias, mas, deixar a critério deles, para que criem suas produções.

2ª Etapa:
Levar vários jornais para a sala, para que visualizem o que mais lhes interesse para publicação em seu próprio jornal.

3ª Etapa:
Montar os grupos (por afinidade), pois assim desenvolvem melhor suas habilidades.

4ª Etapa:
Capa e arte final.

Avaliação:
Estimule a pesquisa, a escrita em linguagem formal, a participação do grupo na elaboração do jornal.

Curso de Dinâmicas de Grupo

16 de Agosto – Sábado

Colégio Santa Inês – Canísio Mayer

Informações Gerais

1) Curso do dia 16 de Agosto, sábado, das 08h e 30min até as 17horas.
2) Local: Colégio Santa Inês: Rua Três Rios, nº 362. Bairro – Bom Retiro – São Paulo/SP. Tel. 33 31 90 55. O Colégio fica próximo ao Metrô Tiradentes e em frente à Oficina Cultural Oswald de Andrade.
3) Investimento: R$ 140,00. Inclui: um livro do coordenador do curso, material didático, coffee-break, certificado e inscrição.
4) Confirmação (até 12 de agosto) e esclarecimentos sobre forma de pagamento pelo E-mail: canisiomayer@gmail.com ou pelo (011) 3088 2447.

Objetivos
1. Vivenciar e conhecer novas dinâmicas criadas e sistematizadas pelo Canísio, autor de 16 livros de Dinâmicas: úteis para os mais variados tipos de trabalhos e para diferentes públicos.
2. Aprofundar valores e atitudes de vida, crescer no auto-conhecimento e na auto-estima, fazer uso da imaginação e da criatividade, aprimorar as relações inter-pessoais, buscar uma ética que constrói cidadania;
3. Entrar em contato com dinâmicas enquanto reveladoras de nós mesmos;
4. Aprender dinâmicas criativas e úteis para a educação, para a seleção e o desenvolvimento de pessoas e líderes.
5. Proporcionar um momento de formação pessoal – investimento em si mesmo – com grandes benefícios em termos pessoais e profissionais.

Público Alvo – Livre.

Coordenador do Curso

Canísio Mayer – escritor, conferencista, poeta, educador, coordenador de diversos tipos de cursos, assessor de congressos; Formado em Filosofia e Teologia (Belo Horizonte) com Mestrado em Teologia (Paris, França). Coordena cursos de Dinâmicas de Grupos no Brasil como também na França, Portugal, Espanha, Paraguai, Uruguai, México. Fala português, alemão, espanhol e francês e tem larga experiência com diferentes tipos de grupos.

Autor de 17 livros de Dinâmicas de Grupo: Dois livros pela Papirus Editora: Dinâmicas de Grupo – ampliando a capacidade de interação e O Poder de Transformação; um livro pela Editora Celebris – Dinamizando a vida (livro indicado ao prêmio Jabuti em 2006); seis livros publicados pela Paulus Editora: Dinâmicas Cinco Estrelas, Viver e Conviver e Encontros que Marcam (três volumes); cinco pela Editora Vozes: Na Dinâmica da Vida, No Sotaque do Andar, No Sotaque do Amar, Dinâmicas de Grupo e Textos criativos e Dinâmicas para desenvolver o crescimento pessoal e coletivo; dois livros pela Editora Idéias e Letras (2006): Heróis Solidários e Na Dança da vida; um livro em espanhol pela Editora Palabra Ediciones (México): Manual de Dinámicas, entre outros em vias de publicação.

Mais uma Professora que faz!

CONCURSO

QUERIDOS AMIGOS PROFESSORES

Vocês são mesmo muito especiais!

Tenho recebido muitas frases.

Você tem até AMANHÃ para participar. Conforme nosso regulamento as frases podem ser enviadas até o dia 31 de julho.

Ainda dá tempo. Estou aguardando a sua contribuição.

PARA PARTICIPAR BASTA APENAS:

mandar uma frase dizendo O QUE O EDUCAR JÁ! REPRESENTOU NA SUA VIDA DURANTE ESTE UM ANO.

ATENÇÃO: A frase não pode ter mais do que 140 caracteres. Você deverá enviar a frase para o e-mail cybelemeyer@yahoo.com.br a até o dia 31 de julho de 2008

No assunto do e-mail deverá constar a palavra CONCURSO.

As frases serão encaminhadas para a comissão julgadora da PAPIRUS EDITORA

MAIS UMA PROFESSORA QUE FAZ!

Este exemplo tem que ser compartilhado.

Zulma Peixoto, leitora do Educar Já! desde o início estava estudando Pedagogia na UNIRB – Bahia. Falo estava estudando porque se graduou no final do primeiro semestre/2008.

Iniciou seu estágio em 2007 em uma escola da cidade de Salvador. Ao chegar à escola se chocou com o abandono em que se encontrava. As más condições de conservação contrastavam com o tamanho das instalações. Ao questionar junto aos responsáveis pelos motivos que implicaram em tal abandono ficou sabendo que a última manutenção havia ocorrido há 15 anos.

Esta realidade marcou Zulma profundamente e ela foi além do estágio, pois passou a freqüentar a escola diariamente.
A convivência ressaltou a dedicação existente por parte da direção e dos professores no intuito de oferecer aos alunos uma aprendizagem de qualidade.
A escola contava com 12 salas e 1200 alunos distribuídos em três turnos.

Verificou que as salas de aula não possuíam ventiladores, pois os mesmo encontravam-se há anos no almoxarifado à espera de verba para instalação; os banheiros estavam totalmente danificados, inaptos ao uso; as crianças não tinham onde beber água, pois a escola não possuía bebedouros. Além disso, a falta de água durante dois ou três dias na semana fazia parte da rotina, impedindo o preparo da merenda escolar.

Diante destes e muitos outros problemas Zulma resolveu escrever para o Secretário da Educação informando sobre a realidade desta escola e cobrou providências. A carta foi enviada em abril de 2007.

Um ano depois Zulma participa da re-inauguração da escola. Agora está apta a receber seus alunos com o respeito que eles merecem. O Prefeito ao tomar conhecimento que havia sido ela, Zulma Peixoto, a responsável por este feito a convidou para trabalhar
junto à Secretaria de Educação.

O Brasil precisa de gente que arregace as mangas e que FAÇA.

Parabéns Zulma, você é uma professora que faz!

Vejam as fotos de como era antes e como ficou depois da reforma da escola.

Datas comemorativas.

Sugestão das professoras: Simone Santana – Astorga – PR
Otacilia Fernandez – Anápolis – GO
A Independência do Brasil é um dos fatos históricos mais importantes de nosso país, pois marca o fim do domínio português e a conquista da autonomia política.
Muitos fatores contribuíram para a Independência do Brasil: a crise do sistema colonial, trazendo revoltas no final do século XVIII e início do século XIX, como a Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana, a Revolta Pernambucana de 1817 e o crescimento do livre comércio.
No ano de 1820, acontece em Portugal o estouro de um movimento liberal e antiabsolutista, conhecido como a Revolução do Porto. No ano seguinte, o parlamento português, exige que D. João VI retorne a Portugal; este obedece e deixa seu filho mais velho, D. Pedro I, como regente do Brasil.
Em 9 de janeiro de 1822, D. Pedro I recebeu uma carta da coroa portuguesa exigindo o seu imediato retorno a Portugal, já que a sua presença impedia o ideal português de recolonizar o Brasil. D. Pedro I respondeu negativamente aos chamados, ficando esse dia conhecido como o “Dia do Fico”.
A seguir, D. Pedro I tomou uma série de medidas que desagradaram a Coroa Portuguesa; organizou a Marinha de Guerra, obrigou as tropas de Portugal a voltarem para o reino, determinou que nenhuma lei de Portugal fosse colocada em vigor sem a sua aprovação, conclamou o povo a lutar pela independência e anunciou sua insubordinação, convocando a primeira Assembléia Constituinte Brasileira.
Depois disso, o príncipe-regente resolveu assinar o manifesto às Nações Amigas, escrito por José Bonifácio, o Patriarca da Independência, e confirmou o rompimento com as Cortes Constituintes de Lisboa.
Durante uma viagem rápida que fez a Minas Gerais e São Paulo, na intenção de acalmar setores da sociedade que estavam preocupados com os últimos acontecimentos, D. Pedro I recebeu uma nova carta de Portugal, que anulava a convocação da Assembléia Constituinte Brasileira e exigia a sua volta imediata para a metrópole. A notícia de que tropas portuguesas poderiam ser enviadas ao Brasil o convenceu a se separar da metrópole.
Esse fato ocorreu em 7 de setembro de 1822 às margens do rio Ipiranga e é lembrado como o ápice da Independência do Brasil. No mês de dezembro de 1822, o príncipe é coroado pelo bispo do Rio de Janeiro com o título de D. Pedro I, Imperador do Brasil.

Séries iniciais
Viva a Independência

Eliane Leal Cortes, Juliana Pereira Goulart e Carla Moutinho dos Santos
E se você quer saber porque no dia 7 de setembro temos um feriado, essa turma preparou uma historinha, baseada no Dia da Independência do Brasil, que você também pode fazer em casa, com seus amiguinhos. Vamos ver o que eles prepararam para gente?
A história
Em um lugar chamado Brasil vivia um Rei, chamado Dom João VI, que dominava essa terra. Porém, ele teve que deixar esse lugar cheio de riquezas e gente bonita para voltar ao seu país de origem, Portugal. No Brasil, deixou seu filho D. Pedro que ficou responsável por cuidar da terra e extrair o ouro, pau brasil e pedras preciosas, enviando para Portugal.
O príncipe gostava muito dessa terra e chegou um tempo em que resolveu deixá-la livre. Às margens do rio Ipiranga, ele declarou: “Independência ou Morte!”, frase que deixou o Brasil livre de Portugal. Este fato ocorreu no dia 7 de setembro de 1822 e marcou a Independência do Brasil.
A Independência do Brasil significou estar livre para plantar, colher, produzir e explorar suas riquezas. Estar livre respresentava não ter mais que ser governado por Portugal. Assim como falamos quando alguém faz dezoito anos: ele chegou a maturidade, ou seja, já pode caminhar sozinho. Por esse motivo, comemoramos a Independência do Brasil, todo o dia 7 de setembro.
Aprendeu sobre a nossa história? Então, agora, você pode fazer assim como os nossos amiguinhos e contar para todo mundo. E não se esqueça: seja indepentende com responsabilidade e respeitando os próximos!

4ª série

Encenar uma peça ajuda a entender o período
Maria Elizabeth da Silva, professora do Colégio Maria Montessori, de São Paulo, sugere um plano de trabalho para tratar da chegada da família real na quarta série. Acompanhe:

1. Primeiro os alunos assistem ao filme Carlota Joaquina.
2. Discuta com eles as mudanças de costumes provocadas pelos portugueses, mostradas no filme.
3. Fale, então, sobre o período.

4. Cada aluno terá quinze dias para pesquisar como viviam os brasileiros antes e depois da chegada da Corte portuguesa.
5. Divida a classe em grupos. Dê a cada aluno o trabalho feito por outro colega. Esse será o material para que cada equipe faça um texto sobre as mudanças de hábitos trazidas pelos portugueses.
6. Cada grupo escreve uma pequena peça de teatro, com diálogos, que represente a mudança retratada no texto da equipe.
7. Os grupos encenam as peças.

5ª e 6ª série

A atividade para essa faixa, dos 11 aos 13 anos, pode ser dividida nas quatro etapas seguintes.

A história de cada um.
1 – Realiza-se uma tempestade de idéias — os alunos expressam livremente suas opiniões — em torno da palavra “nação”.
2 – O professor chega a um consenso que, provavelmente, estará próximo desta definição: “Uma nação é formada pelos habitantes de um território que estão ligados por tradições, interesses, lembranças e objetivos comuns”.
3 – Definido o conceito, os alunos pesquisam tradições, interesses e lembranças da própria família. A idéia é que eles conheçam mais sobre seu passado e o espaço onde vivem.
4 – Com tais informações, eles devem construir uma árvore genealógica ou uma linha do tempo (seqüência de eventos organizada por datas) com sua história familiar. Esse processo de registro serve para explicar como se constrói a identidade de um povo.
O país nas charges
1 – Na segunda etapa, os alunos devem selecionar charges publicadas em revistas e jornais que apresentem algumas das características políticas, econômicas ou sociais do país.
2 – As charges devem ser escolhidas pela turma com a ajuda do professor. Em seguida, devem ser distribuídas entre os alunos, que as comentarão em redações.
3 – Os melhores textos serão selecionados, debatidos em classe e divulgados na escola.
Uma visão musical
1 – Dividida em grupos, a turma deve pesquisar músicas que interpretem o espírito nacional. O professor pode sugerir composições que vão da Aquarela do Brasil, de Ary Barroso (1903-1964), uma famosa apologia das belezas do Brasil, até composições como Brasil, do compositor carioca Cazuza (1958-1990), trilha da novela Vale Tudo, da TV Globo, que faz críticas ácidas à sociedade brasileira.
2 – O grupo analisará a letra escolhida e apontará nela os aspectos que melhor retratam o Brasil.
Brasil mostra a sua cara
1 – Os alunos recortam gravuras que apresentem as diferenças raciais e econômicas brasileiras e mostrem os contrastes existentes.
2 – Depois, afixam as gravuras sobre um contorno do mapa do Brasil.
3 – Por fim, fazem um seminário explorando as informações do painel.

7ª Série
Nessa fase, acredita a professora Wadiswava, já é possível discutir os direitos e deveres do cidadão diante da nação. A independência do Brasil de hoje em relação às outras nações também pode ser tratada.
A importância do hino
1 – Deve-se propor à turma um tema para reflexão: Como o brasileiro se relaciona com os símbolos nacionais, em especial o Hino Nacional? A questão poderá transformar-se numa discussão em sala ou mesmo numa redação.
2 – O segundo passo seria um seminário sobre a seguinte questão: Como podemos explicar a nacionalidade de um povo que prefere utilizar símbolos de outras nações, como camisetas e bonés com a bandeira norte-americana?
O que é independência
1 – A proximidade do Sete de Setembro é uma oportunidade para outro debate. Deve-se propor a discussão do significadode “independência”. O Brasil é, de fato, independente?
2 – O debate sobre a independência pode ser feito na forma de seminário ou como mote de uma pequena dissertação, que fecharia o assunto para a sétima série.

8ª série
Com os estudantes do último ano do primeiro grau, a proposta é analisar a postura individual diante da nação e seus deveres como cidadãos.

Cidadania, como usar
1 – A atividade pode começar com a discussão sobre os significados dos termos “cidadão”, “nacionalidade” e o que seria “exercer a cidadania”.
2 – Em seguida, a turma pode ser convidada a identificar as formas cotidianas de exercício da cidadania.

Júri simulado
1 – É uma atividade que costuma mobilizar bastante a turma. Organize um tribunal com advogados de acusação e defesa, juiz, jurados e um réu, que também pode ser representado por um grupo de alunos.
2 – Devem ser montados dois textos argumentativos: um contra e outro a favor do patriotismo e da defesa dos valores nacionais.
3 – Os alunos que representam o réu devem responder a questões como: Você gosta de ser brasileiro? Por que você não se interessa pelos nossos símbolos nacionais?

Nacionalismo circunstancial
1 – Peça à classe para analisar a história recente do Brasil procurando momentos em que o povo brasileiro se uniu em defesa de um ideal nacional. Um exemplo, de que certamente muitos alunos vão se lembrar, é o das manifestações de rua dos jovens caras-pintadas, em 1992, pedindo o impeachment do então presidente Fernando Collor.
2 – Convide os alunos da sua classe a idealizar e apresentar algumas alternativas para que o povo brasileiro passe a valorizar mais sua identidade de cidadão.

Encerramento
Já na primeira semana de setembro, organize uma mostra na qual os alunos de quinta a oitava série participem de uma hora cívica típica — com hasteamento da bandeira e execução do Hino Nacional — e organizem ainda uma exposição sobre “o valor de ser cidadão”, com o material produzido durante o projeto.

7ª e 8ª série

Para os mais velhos, ligações com fatos atuais

Ana Paula Carvalho, do Colégio São Paulo, do Rio, propõe que alunos mais velhos pesquisem documentos da época. “Em grupos, eles podem analisar o texto do tratado de abertura dos portos”, recomenda. Para completar, Ana Paula sugere que os grupos pesquisem notícias sobre o Mercosul. Tanto a abertura dos portos quanto o Mercosul são acordos comerciais entre o Brasil e determinados países.

Referências:

www.eaprender.com.br
www.novaescola.com.br